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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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11. "Don't you understand? I have


Fic: Duas verdades No ar o epilogo 05-07


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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no cap anterior:



- Não se esqueça de mim, por favor.........Adeus. – A voz dela saiu engasgada, quase estrangulada, sinal de um pranto interminável. Saiu quase correndo de lá, não sem antes desfazer o feitiço que tinha feito na porta.



Quando a porta bateu, Draco se jogou no sofá, para em seguida se deitar. Não chorou, mas se segurou colocando a almofada que ela dormira em cima do rosto, sentindo o cheiro dela e se perguntando como ela poderia achar que ele seria capaz de esquece-la. Como?




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Hermione ao bater a porta, parou e respirou fundo fechando os olhos. Ela precisava e merecia um pouco de ar. Fizera a melhor e a pior coisa da sua vida e tinha a capacidade de se sentir leve e pesada ao mesmo tempo. Tomou coragem e seguiu para a Grifinória tendo como companhia os primeiros raios de sol de uma sexta feira. Ao entrar na sua casa percebeu que Harry, mais uma vez, dormira no sofá. Desde que tivera aquele duelo com Draco no banheiro da Murta, nunca mais tivera uma noite de sono tranqüila, sempre acordando no meio da noite e descendo para ler o jornal ou simplesmente ficar pensando na sua vida.



Subiu as escadas sem fazer barulho para não acordar o amigo e, mesmo que não quisesse tirar o cheiro de Draco de seu corpo, tomou um longo e quente banho. Trançou os cabelos secos por magia ao lado e colocou o uniforme sentindo o corpo doído. Sorriu, nunca pensou que uma dor no corpo poderia lhe dar tantas lembranças boas.



 



- Bom dia meninos! – Ela disse sorridente apesar dos olhos pesarem de sono e cansaço.



- Oi Hermione. – Rony respondeu a olhando e assim continuou por um tempo.



- Que foi? – Ela perguntou ao ruivo. Gina parecia segurar um riso, enquanto Harry parecia sonolento demais para perceber alguma coisa.



- Eu não sei, tem alguma coisa diferente. – Ele tinha o cenho franzido como se tentasse descobrir o que mudara. Harry começou a encarar a amiga e Hermione começou a sentir o seu rosto queimar.



- Acho que podemos parar de encarar a Hermione e ir tomar café né? Ela simplesmente trançou os cabelos, é isso que está diferente nela, seus tontos. – Gina disse se levantando passando na frente de Hermione a puxando com ela. – Você vai ter que me contar tudo, por que não me disse que seria ontem?! – Ela cochichou para só a castanha escutar.



- Gina! – Hermione a repreendeu sentindo os meninos próximos.



 



 



- Ei Draco! – Blás correu um pouco e conseguiu alcançar o amigo de cabelos molhados que já estava próximo as portas do salão principal.



- Bom dia Blás. – Ele ainda estava com o rosto desanimado dos últimos dias, mas estava mais corado e um brilho, mesmo que pequeno, marcava seu olhar meio grafite.



- Onde você dormiu? Eu te esperei até tarde para contar uma coisa, mas você não voltou. Quando acordei você estava no banho, só que não quis alarmar os outros da sua ausência.



- Ai Ron! Não ta me vendo?! –A voz de Hermione interrompeu a conversa dos sonserinos. Draco passou a encarar as costas dela, que estava alguns passos a frente, já a porta do salão.



- Desculpe Hermione! Eu tropecei na mochila do Harry que anda dormindo! – Mas Ron perdeu o foco, olhando algo além do ombro da amiga, ficando muito vermelho. – QUE TA OLHANDO FUINHA?! – Hermione girou nos calcanhares rapidamente. Não esperava ver Draco tão rapidamente, menos ainda numa situação daquela.



- Ron! – Hermione tentou segurar o ruivo que já avançava para Draco que olhava raivoso.



- PERDEU O QUE, MALOY? – O loiro riu sarcasticamente como há tempos não fazia.



- Eu? Eu na verdade não perdi nada Weasley! Eu na verdade ganhei. – Ele disse seco encarando os olhos azuis furiosos de Ron. Blás passou a mão na nuca preocupado, enquanto Gina se aproximava do irmão, tentando, junto com Hermione, afasta-lo de lá. Harry apenas observava.



- Ganhou o que? – Ron parecia confuso e cada vez mais vermelho.



- Você não vai gostar de saber. Juro que não! – Foi quando ele olhou de relance para Hermione e percebeu o desespero dela. Esse foi o erro porque ele se perdeu mais uma vez na tristeza dos olhos avelã. Não viu que Ronald tinha se aproximado mais, apesar do esforço das garotas.



- Seu filho de uma...



- RONALD! – Hermione berrou e o puxou para trás com toda força que podia. Ele caiu em cima dela, que bateu a cabeça e desmaiou.



- Herm!



- Hermione!



- Hermione!



Blás, Gina e Harry gritaram ao mesmo tempo, enquanto Ron saia de cima da castanha. Mas Draco correu mais rápido e já estava quase agachado para pega-la nos braços quando alguém o puxou pela camisa.



- Draco! Saia daqui agora! – Snape apenas sussurrou ao seu pupilo essas palavras e o empurrou para o sentindo contrário da confusão. Pansy que vinha das masmorras, percebeu a confusão e seguiu o loiro. Eles ainda tiveram tempo de ver Blás pegar Hermione nos braços e seguir por um caminho que seria o da enfermaria. Isso deixou Malfoy mais tranqüilo.



 



- Agora você está mais calmo? – Eles estavam debaixo de uma árvore próxima ao lago. Draco tinha parado de andar de um lado para o outro e por fim se sentara ao lado de Pansy.



- Só quando souber como ela está. Weasley idiota, ogro, infeliz. – A morena suspirou.



- Foi só uma batida na cabeça dela. Idiota é o Blás que quase morreu também! – O tom que ela usara chamou a atenção de Draco que a olhou por fim.



- Afinal, o que você e Blás têm? Porque alguma coisa tem.



- Ah, então você arrumou tempo para perceber, hum?! – Ele levantou a sobrancelha.



- Vocês estão tendo um caso? – Pansy gargalhou.



- Um caso eu tive com você. Eu e Blás estamos namorando. – Draco ficou um tempo a olhando sem dizer nada. Depois deu um breve sorriso.



- Acho isso bom. Na verdade é muito bom. Vocês dois juntos são mais fortes. – Pansy perdeu qualquer vestígio de graça que tinha no rosto. O jeito que ele tinha falado tinha sido quase sombrio.



- Draco? O que está acontecendo? – Ele levantou de supetão como se tivesse tomado um choque. A olhou doce e nostálgico.



- Vai acontecer Pam, por isso, se cuide, cuide de Blás, e faça com que ele cuide de você. Eu sinto muito. – Então saiu o mais depressa que podia e entrou no castelo. A morena sentiu a boca amargar como sempre sentia com um mau pressentimento. Se abraçou depois que um vento gelado passou por ela. Até se esquecera que tinha aulas e que elas já deviam estar pela metade aquele horário.



 



Quando abriu os olhos a primeira coisa que viu fora um par de óculos e atrás dele duas esmeraldas. Depois sentiu uma pontada na nuca e fechou os olhos de novo, com força.



- Hermione?! – A vos de Harry era preocupada e só por isso ela se esforçou para abrir os olhos mais uma vez.



- Tudo bem Harry. Só uma dorzinha aqui atrás.



- A senhorita bateu com muita força a cabeça. Me deixe lhe dar essa poção. Vai se sentir melhor. – Madame Pomfrey já a ajudara se sentar.



- Não quero dormir! – A enfermeira revirou os olhos.



- Vocês nunca querem! Não vai dormir senhorita, a dor diminuirá. – Hermione então tomou a poção de um gole só e até a achou doce. Olhou em volta assim que Madame Pomfrey se retirou resmungando qualquer coisa.



- Onde estão os outros?



- Ron foi pego pelo Snape e está tendo que se explicar pra McGonnal. Gina tinha uma prova final agora e por isso teve que ir. Já o.... er.. Zabinne, eu mandei sumir. – Harry parecia sem graça ao dizer isso e Hermione sorriu.



- Nem sabia que o Blás estava aqui.



- Ele foi mais rápido no meio da confusão e te trouxe pra cá. – Hermione segurou a mão dele.



- Não devia então expulsa-lo daqui Harry, ele deve estar preocupado.



- Não me agrada amizades com sonserinos Hermione, não mesmo.



- Radicalismo não combina com um Potter. – Harry suspirou.



- Como você está? O tombo foi feio.



- Ron é mais pesado que eu supunha! Mas também, o tanto que ele come.



- Você não devia ter o puxado daquele jeito. – Hermione se recostou nos travesseiros e voltou a fechar os olhos.



- Foi necessário Harry. Ron tem a capacidade de deixar tudo fora de controle.



- Está falando de Malfoy não é? – Ela abriu os olhos.



- Estou falando de tudo. Por que brigar aquela hora da manhã naquele lugar? Quer dizer, Malfoy nem estava provocando. – Harry desviou o olhar dela.



- Malfoy é a provocação encarnada Hermione. Só dele existir é uma afronta.



- Harry que coisa horrível. Malfoy é produto do meio, não muito diferente de você. – O garoto voltou a encara-la, um pouco nervoso.



- O que? O que? Me comparando...



- Harry! Se acalme! O que eu quis dizer é que você é o “garoto que sobreviveu” porque as circunstancias o levaram a ser, a história, as pessoas. Malfoy é Malfoy, por ser filho de um comensal, por ser sangue puro, por ter sido treinado a ser Draco Malfoy. Entende?! Você não escolheu ser Harry Potter, o Eleito, como ele não escolheu ser Draco Malfoy, o odioso e odiado vilãzinho. – Hermione estava calma apesar de tudo. Harry a encarava profundamente.



- É assim que você entende as coisas então?!



- Sim. Eu por exemplo escolhi ser sua amiga. Não sou produto das circunstancias. – Ela riu, mas Harry continuava sério.



- E você escolheu... – Porém, Harry não terminou sua frase. Ele apenas a olhou e Hermione se sentiu confusa apesar de desconfiar do que ele estava falando. Ficou muda retribuindo o olhar dele, até que ele voltou a falar. – Preciso ir. Professor Dumbledore mandou avisar que queria me ver antes do almoço. Se recupere. – Ele lhe deu um singelo beijo na mão e se levantou.



- Obrigada por tudo Harry. – Ela realmente era agradecida. Ele apenas sorriu e se retirou da enfermaria. Agora ela queria mesmo, muito, dormir e se desligar de tudo.



 



 



- Pô cara, e você nem faz idéia pra onde? – Rony tinha acabado de voltar de sua detenção e Harry repetira de maneira resumida a mesma história que tinha contado a Gina e Hermione, no salão comunal.



- Não, Dumbledore não me disse. Mas depois de ter conseguido as lembranças de Slurgh tudo ficou mais intenso, e ele está mesmo preocupado.



- Você tem que explicar melhor essa história pra gente Harry. – Hermione disse deitada, com a cabeça apoiada nas pernas de Gina que parecia aérea.



- Depois eu conto sim Hermione. Gina?! – Ele encarou a ruiva que parecia ter saído de seu torpor.



- Sim Harry?



- Precisamos conversar. – Ela suspirou e Hermione apenas se levantou de suas pernas para que ela pudesse seguir o moreno que já estava de pé. Logo eles já estavam fora da Grifinória.



- O que está acontecendo? – Ron perguntou a Hermione que também se levantara.



- Acho que Harry vai fazer a coisa mais difícil, porém necessária da vida dele Ron. Boa noite. – Ela foi de encontro às escadas e sumiu por lá. Ron ficou com cara confuso até que suspirou. Ele havia entendido o que Hermione quis dizer.



 



Sábado chegou ensolarado e até meio abafado. Logo após o almoço, Harry partira para um lugar desconhecido com Dumbledore, deixando os amigos de sobreaviso sobre qualquer movimento suspeito na escola.



Gina contava para Hermione sobre os motivos de Harry terminar com ela, enquanto Ron tentava fazer a mesma coisa com Lilá. Já na sonserina as coisas não estavam tão calmas.



- Calma Blás, só estou preocupada! – Já faziam alguns minutos que eles estavam discutindo em voz baixa no salão de sua casa.



- Você se preocupa demais com o Draco! – O moreno disse raivoso.



- Blás! Está soando ridículo! Sempre fomos amigos. Você é amigo dele! Draco sumiu desde a hora daquela briga estúpida ontem! Merlim, nem pra saber da sang.. er, daquela lá ele voltou! – Ele suspirou.



- Sim, isso é muito estranho mesmo Pam. – Respondeu um pouco mais calmo.



- Ainda mais se levarmos em conta aquilo que ele me disse!



- Acha que ele pode estar aprontando alguma coisa? – Pansy colocou sua cabeça no ombro do namorado e com a voz triste respondeu.



- Temo ter certeza que sim Blás, temo demais.



 



E eles não estavam errados. Naquele momento exatamente, Draco acabara de abrir o armário Sumidouro para Comensais da Morte entrarem na escola. Como sabia que estava sendo vigiado de perto pela turma do Potter, tratou de usar do mesmo artifício que o Grifinório, e tacou o Pó Escurecedor do Peru, para confundir seus inimigos e passar desapercebido com seus comparsas.  Se sentia péssimo, sujo e humilhado. Queria morrer. Juntos foram para a Torre de Astronomia, já que Draco tinha recebido a mensagem de Madame Rosmerta, que Dumbledore estava de volta ao vilarejo. Logo um deles conjurou a Marca Negra no céu, chamando a atenção e espalhando terror por toda a escola.



Na Torre “Harry se apressou para porta que conduzia à escada espiral, mas sua mão só tinha há pouco fechado sobre anel de ferro da porta quando ele ouviu passos correndo do outro lado. Ele olhou em volta para Dumbledore que gesticulou para ele retroceder. Harry voltou, enquanto puxava sua varinha.



A porta se abriu violentamente, alguém entrou e gritou: "Expelliarmus!"



O corpo de Harry ficou rígido e imóvel imediatamente, e ele se sentiu cair para trás apoiando na parede da Torre, como uma estátua instável, incapaz de se movimentar ou falar. Ele não pôde entender como tinha acontecido - Expelliarmus não era um encantamento para imobilizar.

Então, pela luz da Marca, ele viu a varinha de Dumbledore voando em um arco para cima da extremidade das plataformas e então... Dumbledore imobilizou Harry sem usar palavras, e o segundo que ele tinha levado para executar o feitiço tinha lhe custado à chance de se defender.


Levantando-se contra as plataformas, com a face muito pálida, Dumbledore ainda não mostrava nenhum sinal de pânico ou angústia. Ele somente olhou para quem o tinha desarmado e disse:  - Boa noite, Draco.



Malfoy pisou adiante, enquanto olhava depressa ao redor para conferir se ele e Dumbledore estavam sós. Os olhos dele pararam na segunda vassoura.



- Quem mais está aqui?



- Essa pergunta eu deveria lhe fazer. Ou você está agindo só?



- Não. - Ele disse.  - Eu tenho ajuda. Há Comensais da Morte aqui em sua escola esta noite.

- Bem, bem. - Disse Dumbledore, como se Malfoy estivesse mostrando a ele um ambicioso projeto de lição de casa. - Realmente muito bom. Você achou um modo para os deixar entrar, como o fez?



- Sim - disse Malfoy, que estava arquejando. - Bem debaixo do seu nariz e você nunca percebeu!

- Engenhoso - disse Dumbledore. - Contudo... Perdoe-me... Onde eles estão agora? Você parece sem assistência.



 - Eles se encontraram com alguns de seus guardas. Estão tendo uma briga lá em baixo. Eles não vão demorar... Eu vim na frente. Eu - eu tenho um trabalho para fazer. [ – A voz dele falhou um pouco, odiava tudo que estava acontecendo. ]



- Bem, então, você tem que seguir com o que você tem que fazer, meu querido menino. - Disse Dumbledore suavemente.



[Draco exitava o tanto que podia. Fazia idéia de que Potter estava por ali e não entendia porque ainda não havia aparecido para salvar sou querido professor. Até mesmo porque Dumbledore parecia estar quase morto sem nem mesmo ele ter que fazer alguma coisa. E na verdade não queria fazer. Mas estava preocupado com seus pais, e agora Hermione, pois a vira passar como um furacão para as masmorras. Com certeza para duelar com quem quer que fosse.]



- Draco, Draco, você não é um assassino.



 - Como você sabe? - Disse Malfoy imediatamente. -  Você não sabe do que eu sou capaz. - Disse Malfoy vigorosamente. - você não sabe o que eu fiz!

- Oh, sim, eu sei. -  Disse Dumbledore suavemente. - Você quase matou Katie Bell e Ronald Weasley. Você tem tentado, com crescente desespero, me matar todo o ano. Perdoe-me, Draco, mas elas foram tentativas fracas... Tão fracas, para ser honesto, que eu duvido se seu coração realmente esteve empenhado...


- Esteve sim!-  disse Malfoy veementemente [tentando soar verdadeiro por motivo de seu orgulho sonserino]. - Eu tenho trabalhado nisso o ano todo, e hoje à noite...


Em algum lugar nas profundidades do castelo, debaixo houve um grito amortecido. Malfoy endureceu e olhou por cima de seu ombro. [Temia que aquela voz fosse dela, sabia o quanto ela era estúpida e corajosa. Como queria poder amarra-la em algum lugar até o fim daquela guerra idiota.]



- Alguém está tendo uma briga boa. - Disse Dumbledore convencionalmente.  - Mas você estava dizendo... Sim, como você planejou introduzir Comensais da Morte em minha escola que, eu admito, pensei ser impossível... Como você fez isso?"



 Mas Malfoy não disse nada: ele ainda estava escutando tudo aquilo que estava acontecendo. [Queria poder sair dali e salvar Hermione de qualquer mal que pudesse haver dentro do Castelo, por causa dele. Queria poder salvar seus amigos também. Será que estavam bem?!]




- Talvez você deva seguir com o trabalho sozinho". Sugeriu Dumbledore.  - E se a sua ajuda foi impedida pelos meus guardas? Talvez você não tenha percebido, mas há membros da Ordem da Fênix aqui hoje à noite também. E afinal de contas, você realmente não precisa de ajuda... Estou sem varinha no momento... Eu não posso me defender.



 Malfoy somente o encarou.



- Eu vejo. -  Disse Dumbledore amavelmente, quando Malfoy nem se moveu nem falou. - Você tem medo de agir até que eles cheguem. [- Essas palavras feriram o brio de um Malfoy autêntico, e então ele se esqueceu um pouco de suas preocupações.]

- Eu não tenho medo! - Rosnou Malfoy, entretanto ele ainda não tinha feito nenhum movimento para ferir Dumbledore. -É você que deveria estar assustado!


- Mas por quê? Eu não acho que você me matará, Draco. Matar não é tão fácil quanto você inocentemente acredita... Assim enquanto nós esperamos por seus amigos, me fale... Como você os contrabandeou para dentro? Parece ter levado muito tempo para calcular como fazê-lo.


Malfoy olhou como se ele estivesse lutando contra o desejo de gritar, ou vomitar. Ele respirou várias e fundas vezes, enquanto fitava Dumbledore, com sua varinha apontando diretamente ao coração dele. Então, como se ele não pôde se controlar, disse - Eu tive que reparar aquele Gabinete que Desaparece quebrado que ninguém tinha usado durante anos. Aquele onde Montague se perdeu no ano passado.



-  Aaaah. - O suspiro de Dumbledore era quase um gemido. Ele fechou seus olhos por um momento.

- Isso foi inteligente... Há um par, eu assumo?



- O outro está na Borgin & Burkes. - Disse Malfoy. - E eles têm um tipo de passagem entre eles. Montague me falou que quando ele estava preso no de Hogwarts, ele estava enrolado em limbo, mas às vezes ele podia ouvir o que acontecia na escola, e às vezes o que estava acontecendo na loja, como se o Gabinete estivesse viajando entre eles, mas ele não pôde fazer ninguém ouvi-lo... No fim ele conseguiu Aparatar para fora dele, embora ele não tivesse passado em seu teste. Ele quase morreu, fazendo isto. Todo o mundo pensou que era realmente uma boa história, mas eu fui o único que percebeu o significado - mesmo Borgin não sabia - eu fui o único que percebeu que poderia ter um modo de penetrar Hogwarts, pelos Gabinetes se eu consertasse o quebrado.



 - Muito bom. - murmurou Dumbledore. - Assim os Comensais da Morte puderam passar de Borgin e Burkes para a escola e o ajudar... Um plano inteligente, um plano muito inteligente... E, como você disse, bem debaixo do meu nariz...



 - Sim - disse Malfoy que, grotescamente, parecia criar coragem e confrontar do elogio de Dumbledore. - Sim, era!



 - Mas houve tempos - Dumbledore continuou -  em que não teve certeza do sucesso reparando o Gabinete, não é? E você resolveu, julgando mal e cruelmente, me enviar um colar amaldiçoado que acabou por alcançar as mãos erradas... Envenenando um hidromel que havia só uma pequena chance que eu poderia beber...



- Sim, bem, mas você não descobriu quem estava por atrás daquela matéria-prima, não é?-  zombou Malfoy, Dumbledore deslizou um pouco sobre as plataformas, a força de suas pernas estavam enfraquecendo aparentemente.



- De fato, eu sabia. - disse Dumbledore. - Eu estava seguro que era você.

 - Por que você não me impediu, então? [- Sua voz saira quase suplicando, pedindo]



- Eu tentei, Draco. Professor Snape tem mantido os olhos em você sob minhas ordens  

- Ele não tem o feito sob suas ordens, ele prometeu à minha mãe.



- Claro que isso é o que ele lhe contaria, Draco, mas..



- Ele é um agente duplo, seu homem velho e estúpido, ele não está trabalhando para você, você pensa que ele está!



 - Nós temos que concordar em diferir nisso, Draco. Acontece que eu confio no Professor Snape .



- Bem, você está perdendo seu controle, então!- zombou Malfoy. - Ele me ofereceu bastante ajuda, querendo toda a glória para ele, querendo um pouco de ação. 'O que você está fazendo? Você que fez o colar, estúpido poderia ter acabado com tudo' - "Mas eu não lhe contei o que estava fazendo na Sala Precisa, ele vai acordar amanhã e tudo estará terminado, ele não será mais o favorito do Lord das Trevas, ele não será nada comparado a mim, nada!.[ como queria poder acreditar naquelas palavras e mesmo gostar de se sentir melhor com Snape. Mas houve mudanças, ele já não se sentiria feliz ao acabar aquela missão.]



 - Muito gratificante. -  disse Dumbledore suavemente. - Todos nós gostamos de apreciação pelo nosso trabalho duro, claro que... Mas você deve ter tido um cúmplice, afinal de contas... Alguém em Hogsmeade, alguém que pôde levar o colar à Katie... aaaah... - 
Dumbledore fechou os seus olhos novamente e chacoalhou a cabeça como se estivesse a ponto de dormir. - ...Claro que... Rosmerta. Há quanto tempo ela está debaixo do encantamento Imperius?



 - Chegou lá afinal, não é? - Malfoy escarneceu.



 Houve outro grito vindo de baixo, muito mais alto que o último. Malfoy olhou nervosamente para trás novamente e de volta a Dumbledore, que continuou.

- Rosmerta, pobrezinha foi forçada a se espreitar no próprio banheiro e passar o colar para qualquer estudante de Hogwarts que entrasse no lugar desacompanhado? E o licor envenenado... Bem, naturalmente, Rosmerta pôde envenená-lo para você antes dela enviar a garrafa a Slughorn, acreditando ser meu presente de Natal... Sim, muito perfeito... Bem feito... Pobre Filch, claro que não pensou em conferir uma garrafa de Rosmerta... Diga-me, como você tem se comunicado com Rosmerta? Eu pensei que nós tínhamos todos os métodos de comunicação dentro e fora da escola monitorados.



 - Moedas encantadas. - disse Malfoy, como se ele tivesse sido compelido a continuar falando, entretanto a mão de sua varinha estava tremendo bastante. [aquilo o levava mais uma vez a Hermione, o fazia se odiar ainda mais.] - Eu tinha uma e ela tinha a outra eu podia enviar mensagens a ela.



 - Não é esse o método secreto de comunicação que o grupo que se chamava a Armanda de Dumbledore usou o ano passado?"  perguntou Dumbledore. A voz dele estava clara e sociável.




- Sim, eu usei a idéia deles. - disse Malfoy, com um sorriso amarelo. - Eu peguei a idéia de envenenar o licor da..... sangue-ruim... Granger, bem, eu a ouvi falando na biblioteca algo sobre Filch não reconhecer poções..



 -Por favor, não use essa palavra ofensiva na minha frente- disse Dumbledore. Malfoy deu uma risada malvada.



 - Você se preocupa quando eu digo 'Sangue-ruim'? Quando estou a ponto de te matar? [– Ele realmente se admirou com aquela atitude.]



 - Sim, eu me importo. - disse Dumbledore. - Mas sobre estar a ponto de me matar, Draco, você teve vários longos minutos. Nós estamos bastante a sós. Eu estou o mais inofensivo que você poderia ter sonhado em me encontrar e você ainda não agiu..

A boca de Malfoy se contorceu involuntariamente, como se ele tivesse provado algo muito amargo. [O motivo era simples, ele não queria agir, mas jamais poderia dizer aquilo em voz alta.]



- Agora, sobre esta noite - Dumbledore foi em frente - eu estou um pouco confuso sobre como aconteceu... Você soube que eu tinha deixado a escola? Mas claro que...- ele mesmo respondeu sua própria pergunta - Rosmerta me viu partindo, ela passou a informação usando sua moeda engenhos, tenho certeza..."



- Está certo. - disse Malfoy. - Mas ela disse que você só estava indo por uma bebida e estaria de volta...



- Bem, certamente eu tomei uma bebida... E voltei... Depois de um longo tempo. -  resmungou Dumbledore. - Então você decidiu preparar uma armadilha para mim?



- Nós decidimos pôr a Marca Negra em cima da Torre para conseguir que você se apressasse para voltar, ver quem tinha sido morto. - disse Malfoy. - E funcionou!



- Bem... Sim e não...-  disse Dumbledore. "Mas posso concluir, então, que ninguém foi assassinado?"

- Alguém está morto. -  disse Malfoy e a voz dele parecia subir uma nota enquanto ele dizia isto. - Um dos seus... Eu não sei quem, estava escuro... Eu pisei em cima de um corpo... Eu tinha que estar esperando aqui quando você voltasse, só seu grupo da Fênix ficou no caminho...



- Sim, eles fazem isso" disse Dumbledore.



Houve um estrondo e gritos abaixo, mais alto que nunca; soando como se as pessoas estivessem lutando na escadaria em espiral que conduziam para onde Dumbledore, Malfoy e Harry estavam.



- Há pouco tempo, de uma maneira ou de outra. - Disse Dumbledore.  - Assim nos resta discutir suas opções, Draco.



 - Minhas opções!-  disse Malfoy ruidosamente. - Eu estou aqui com minha varinha - eu estou a ponto de matá-lo . [Não existe opção! – Nesse momento Harry, invisível e petrificado, se lembrou das palavras de Hermione na tarde anterior, mas agora elas faziam mais sentido, apesar do ódio que estava sentido por aquele sonserino infeliz.]



- Meu querido menino, você não me permitiu ter mais nenhuma pretensão sobre isso. Se você fosse me matar, você teria feito isto antes, quando você me desarmou, você não teria parado para esta conversa agradável sobre modos e meios.



 - Eu não tenho nenhuma opção! [- repetiu] Malfoy e ele estava com rosto tão mortalmente pálido quanto Dumbledore. – [Você não entende?! Eu tenho que fazer isto! Ele me matará! Ele matará minha família inteira! [Desabafara a coisa que o mais atormentou durante aquele ano letivo.]



- Eu percebo a dificuldade de sua posição. - disse Dumbledore. - Por que outro motivo você acha que eu não o confrontei antes? Porque eu soube que você seria assassinado por Lord Voldemort se ele percebesse que eu suspeitava. – Malfoy estremeceu ao som do nome. - Eu não ousei falar com você sobre esta missão quando eu soube que tinha sido confiada a você, no caso dele usar Legilimência contra você. -  continuou Dumbledore. - Mas agora, afinal, nós podemos falar claramente a um ao outro... Nenhum dano foi causado, você não feriu ninguém, entretanto, você tem muita sorte que suas vítimas por engano sobreviveram... eu posso ajudá-lo, Draco.



 - Não, você não pode - disse Malfoy, a mão da varinha muito mal, realmente tremendo. - Ninguém pode. Ele me disse que fizesse isto ou ele me mataria. Eu não tenho nenhuma escolha.

- Venha para o lado certo, Draco, e nós poderemos escondê-lo mais completamente que você possa imaginar possível. E mais, eu posso enviar os membros da Ordem, hoje à noite, à sua mãe e esconde-la também. Seu pai está seguro, no momento, em Azkaban... quando chegar a hora, nós poderemos protegê-lo também... venha para o lado certo, Draco... você não é um assassino...- Malfoy encarou Dumbledore.



- Mas eu fui muito longe, não fui? -  ele disse lentamente. - Eles pensaram que eu morreria na tentativa, mas eu estou aqui... E você está em meu poder... Eu sou o único com uma varinha... Você está sob minha clemência...



 - Não, Draco -  disse Dumbledore, baixinho. - É minha clemência, e a não sua o que importa agora.  - Malfoy não falou. A boca dele estava aberta, a mão da varinha ainda tremendo. [Lentamente baixava sua varinha. Sim, tudo que ele precisava era clemência, e enfim a encontrara.]



Mas, de repente, passos estavam ressoando pelos degraus e um segundo após, Malfoy foi empurrado longe quando quatro pessoas vestidas de negro passaram pelo baluarte de entrada.




Um homem de aparência lupina com uma estranha virada para o lado, olhou de soslaio e deu uma risadinha ofegante.



- Dumbledore acuado! ele disse, e virou para uma pequena mulher que parecia sua irmã e que estava sorrindo ansiosamente. - Dumbledore sem varinha, Dumbledore sozinho! Bem feito, Draco, muito bem feito!



- Boa noite, Amycus- disse Dumbledore calmamente, como se dando boas-vindas ao homem para uma reunião para o chá. - E você trouxe Alecto também... Encantando...



 A mulher deu um curto riso furioso.



- Pensa que suas piadinhas o ajudarão na sua hora da morte, então? ela zombou.



- Piadas? Não, não, de maneira alguma. - respondeu Dumbledore.

- Faça. – [ordenou alguém muito estranho para Draco.]





- É você, Fenrir?-  perguntou Dumbledore.



- Isso é certo - disse o outro, com voz rascante. - Feliz em me ver, Dumbledore?



- Não, eu não posso dizer que eu estou...



Fenrir Greyback arreganhou e mostrou os dentes pontudos. Sangue gotejava pelo queixo dele e ele lambia os lábios, obscena e lentamente.



- Mas você sabe como eu gosto de crianças, Dumbledore.



- Eu devo entender que isso leva você a estar atacando até mesmo agora, sem a lua cheia? Isto é muito incomum... você desenvolveu um gosto por carne humana que não pode ser satisfeita apenas uma vez no mês?



-Correto-  disse Greyback. - Está chocado, Dumbledore? Assusta você?



 - Bem, eu não posso pretender que não me repugne um pouco-  disse Dumbledore. - E, sim, eu estou um pouco chocado que Draco aqui tenha convidado você, de todas as pessoas, para a escola onde os amigos dele vivem...



 - Eu não o fiz - respirou Malfoy. Ele não estava olhando Greyback; parecia não querer olhar direto para ele. - Eu não sabia que ele viria. – [Draco estava desejando morrer mais ainda, porque sabia o quanto aquele monstro era nojento e odioso.]



 - Eu não perderia uma viagem para Hogwarts, Dumbledore -  falou Greyback.  -Não quando há gargantas para serem arrancadas... Delicioso, delicioso...



 E ele levou uma unha amarela e passou nos dentes da frente olhando de soslaio para Dumbledore.

- Eu o poderia fazer de aperitivo, Dumbledore...



 - Não"- disse o quarto Comensal da Morte nitidamente. Ele tinha um rosto pesado e brutal. - Nós temos ordens. Draco é quem fará isto. Agora, Draco e depressa.



 Malfoy estava mostrando menos resolução que o normal. Ele olhou terrificado para o rosto de Dumbledore que estava até mais pálido e baixo que o habitual, tendo deslizado para longe e abaixo do baluarte da entrada. [Eu não quero fazer isso! – Foi tudo que ele pensou]



- Ele não parece de qualquer maneira perigoso, se você me perguntar!- disse um homem torto, acompanhando a irmã dele que estava rindo ofegante. - Olhe para ele - o que é aconteceu a você, então, Dumby?



 - Oh, resistência mais fraca, reflexos mais lentos, Amycus -  disse Dumbledore. - Idade avançada, em resumo... Um dia, talvez, acontecerá a você... Se você tiver sorte...



 - O que significa, então, o que significa?-  gritou o Comensal da Morte, repentinamente violento. - Sempre o mesmo, não é, Dumby, falando e não fazendo nada, nada, nem mesmo sei por que o Lorde das Trevas se está se aborrecendo para matar você! Venha, Draco, faça!



 Mas naquele momento, houve sons renovados de luta abaixo e uma voz gritou, "Eles bloquearam os degraus - Reducto! REDUCTO!



[Ou ele estava pensando demais nela, ou Draco teve certeza de aquela voz era de Hermione. Ao menos estava viva!]



 - Agora, Draco, depressa!- disse um homem brutal furiosamente.



 Mas as mãos de Malfoy estavam tremendo tanto, que ele mal poderia apontar.



 - Eu farei isto - grunhiu Greyback, e se moveu para Dumbledore com as mãos estendidas, os dentes à mostra.



 - Eu disse não!-  gritou o brutamontes; houve um flash de luz e o lobisomem foi lançado para trás; ele bateu na parede e cambaleou, parecendo furioso.



- Draco, faça ou fique contra nós - guinchou a mulher, mas naquele preciso momento à porta para as muralhas foi escancarada mais uma vez e lá estava Snape, a varinha apertada na mão. Com os olhos pretos dele varreu a cena, de Dumbledore que afundou contra a parede, aos quatro Comensais da Morte, inclusive o lobisomem enfurecido e Malfoy.



 - Nós temos um problema, Snape -  disse Amycus grosseiro, olhos e varinha apontada para Dumbledore - o menino não parece capaz.



 Mas alguém falou o nome de Snape, bastante suavemente.



 - Severus.. -  Dumbledore estava suplicando.



 Snape não disse nada, mas caminhou adiante e empurrou Malfoy asperamente para fora. Os três Comensais da Morte se retiraram sem uma palavra. Até mesmo o lobisomem pareceu se acovardar.

Snape contemplou por um momento a Dumbledore, e havia resolução e ódio marcadas nas linhas rígidas do rosto dele.



- Severus... por favor...



 Snape elevou a varinha e apontou diretamente para Dumbledore.



- Avada Kedavra!



 Um jato de luz verde saiu da ponta da varinha de Snape e acertou diretamente Dumbledore no peito. O grito de horror de Harry nunca o deixou; silencioso e preso, ele foi forçado a assistir quando Dumbledore foi lançado no ar: durante um segundo onde ele pareceu ficar suspenso em baixo do crânio brilhante, e então ele caiu lentamente para trás, como uma grande boneca de trapo, em cima das ameias e longe da vista.


 


 


 


 


N.A: Antes de mais nada, quero pedir desculpas pela demora...



Depois, como td mundo percebeu... esse cap ta lotado de trechos do Cap 27  "A Torre Atingida pelo raio" do Enigma do Principe...


Foi necessário para o andar da história, e peço desculpas se fiocou cansativo...



no mais eu agradeço a todos q leem, e ainda mais aos que dedicam minutos para comentar..



mt obrigada



ate o proximo!

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Comentários: 2

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Enviado por M R C em 17/06/2011

ótimo ritmo pra história !
brenda você é uma excelente escritora =]
amei o capitulo!
agora um ps - ALGUÉM MAIS JÁ TÁ SABENDO QUE O TOM FELTON VEM PRO BRASILLL ???
dias 14 a 16, ele estará aqui no Riooo ! que emoção =] a grande inspiração pra essas ficss!!

Nota: 5

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Enviado por Prado Soares em 15/06/2011

aii brenda... sab o tanto que eu amoo draco, ne? fiquei morrendo de dó dele agora. quero só ver como vai ser daqui pra frente... adorei o cap, vc colocando detalhes da fic no meio, ficou super legal. espero q poste logo... sab q nao fico sem sua fic ne? bjz ;*

Nota: 5

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