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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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22. Cap 19 - Ben


Fic: Intimidade - FANFIC FINALIZADA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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“Ciume é veneno quente que entorpece e mata devagar”.


Musica – I love the way you lie part II – Rihanna & Eminem.










...

Harry havia saído da reunião exausto. Não que tivesse qualquer dificuldade em conduzir seus negócios e sim por que considerava seus sócios homens maçantes e cansativos.

Harry os considerava homens burros e atrasados. Nem todos os PHD’s que carregavam no currículo o faziam pensar diferente.

Eles eram lentos, radicalmente padronizados, pareciam ter implantado um chip com coordenadas que seguiam a risca. Não tinham um pingo de instinto nem coragem, a única coisa que neles que interessava a Harry era o dinheiro. 

Ele não tinha nada, nem mesmo o segundo grau, saíra do orfanato antes de completar qualquer grau respeitável de estudos. Mas tinha faro... E era isso que era preciso.

Pra que um monte de números idiotas que sempre davam errado no final. Os negócios eram uma selva, e você tinha que viver de acordo. Ou era presa ou predador.

Harry sempre teve as garras e os dentes. Era por isso que tinha apenas 32 anos e bilhões a mais que todos aqueles velhos retardados que se achavam o máximo por fumar charutos e falarem japonês.

Harry não entendia uma palavra em japonês, mas tinha negócios bilionários em Tókio.


Ele estalou os ossos do pescoço movendo a cabeça de um lado para o outro e depois fez a mesma coisa com os dedos.

Precisava relaxar.

Precisava de Gina. Assim que resolvesse as ultimas pendencias da reunião passaria na casa dela e a levaria para jantar. Depois eles fariam...

Ele interrompeu o pensamento e disse em voz alta.

- Depois teremos diversão.

Falou em tom forte e claro pra si mesmo, como se quisesse afirmar que aquilo que eles tinham era mesmo só diversão.


Pegou uns papeis em cima da mesa e começou a jogá-los de lado.

- Chato... chato... Chato... Muito muito chato… - Ele jogava um papel a cada palavra – Chato demais... Chato ao quadrado. Nossa, chato pra caralho, já chega. Preciso transar.

Ele pegou o telefone e discou pra recepção.

- Me ligue com Gina Weasley. Rápido.

E enquanto esperava folheou os últimos documentos, até que o penúltimo papel, menor que os outros e com menos linhas escritas chamou sua atenção.

- Senhor Potter a senhorita Weasley encontra-se atualmente incomunicável.

Mas Harry não respondeu, os olhos estavam presos à folha.

- Senhor Potter? Senhor?

Ele baixou o telefone devagar e recolocou no gancho enquanto relia as linhas da folha. Em seguida pegou o telefone de novo e discou pra recepção.

- Encontre Gina Weasley, e encontre-a agora. 

Meia hora depois o telefone tocou, ele ainda estava relendo a mesma folha, sua expressão era dura, fria, mas havia um traço de perplexidade em seus olhos.

- Potter.

- Senhor Potter, a senhorita Gina Weasley vou identificada, estou passando o endereço para o seu computador agora.

Harry olhou de esguelha a tela.

- Ótimo. Mande tirar o carro, sem motorista.

- Mando algum segurança?

- Não. – ele foi enfático – Eu vou sozinho.


...

Colin entrou no apartamento pequeno e mobiliado, pousou a única mala que trouxe no chão. Gina entrou em seguida.

- Não é o melhor lugar do mundo Coll e nem é a mansão ao qual você está acostumado, mas é o que dá pra sua mesada e meu salário pagarem.

- É ótimo Gi.

- Vamos ficar aqui por enquanto Coll, até você resolver as coisas com seu pai. Eu queria mesmo sair da casa do Rony, eu sei que ele não leva a Hermione la em casa por que eu estou la.

Colin sorriu.

- Vamos nos virar aqui não é?

- Claro que vamos linguiça. 

- E o Mike?

- O que tem Michael?

- Ele vai surtar quando souber que você veio morar comigo e não com ele.

Gina riu.

- Falando assim parece que troquei ele por você seu mongol. E Mike não manda na minha vida.

- Sempre brava em Ginevra?

- Sempre. Olha tem dois quartos e são praticamente do mesmo tamanho, você pode escolher o que quer.

- Ah qualquer um.

- Então vou ficar com este mais perto do banheiro ok?

- Ok.
Gina sorriu.

- Vou guardar minhas coisas. 

Ela pegou a mala e andou alguns passos.

- Gina...

- Oi Coll.

- Por que você tá fazendo isso?

- Como assim por que retardadinho? Por que eu te amo.

Ele sorriu sem jeito.

- Mas eu sou culpado Gina...

- Mas não importa Colin. Você não é marginal, e eu sei disso.
- Eu também te amo.

Ele respondeu. O brilho nos olhos diferente.

Ela sorriu de volta e segurou a mala com mais força.

A campainha tocou.

Gina continuou indo para o quarto, enquanto Colin atendeu a porta. Ela estagnou com a voz que ouviu.

- Chame Gina. Diga que Harry Potter está aqui.


 


...


 


Harry estava parado na porta do pequeno apartamento na Knightsbridge, num conjunto de prédios quase em decadência.

Ele era um contraste fortíssimo com o lugar, vestido num terno feito sob medido que de longe se via, Um Brioni perfeito.

Colin ficou parado, estático na porta.

Sentiu medo, mas qualquer pessoa sã sentiria.

Harry era imponente demais para não meter medo.

- Perdão. O que disse?

Colin conseguiu balbuciar. 


- Você é surdo moleque?

A frase veio baixa e perigosa.

- Ah... Eu... – Colin tentou erguer o queixo – Quem é você?

Harry deu um sorriso de lado.

- Absolutamente, você é surdo. Vou repetir garoto. – Ele fazia questão de minimizar a idade de Colin como se ele fosse uma criança – Sou Harry Potter. Isso mesmo, O Harry Potter que você nos intervalos dos seus desenhos animados, chame Gina, agora.

- Quem esta ai Coll.

A Voz de Gina surgiu por trás, assim que ela alcançou a porta, estagnou.

- Olá Ginevra. 

- Harry?

- Quem é esse cara Gina? – Colin disse tentando se impor, sem muito sucesso.

- Esse menino é deficiente? – Harry perguntou com clara ironia, mas sem alterar a expressão dura.

- O que você está fazendo aqui... Como... Como você me encontrou aqui?

- Era pra ser um esconderijo? Ah... que pena. Estraguei a brincadeira?

- Eu... – Ela franziu o cenho – Não estou me escondendo, o que está havendo com você?

- Esta é uma pergunta interessante... Você está acontecendo.

- Olha o jeito de falar com a Gina.

- Acho melhor calar a boca fedelho.

- Parem com isso! – Gina ficou nervosa. 

- Eu não vou me calar seu babaca.

Colin enfrentou.

Harry apenas sorriu como se tivesse tratando com uma criancinha birrenta.

- Mande o júnior ir brincar para conversarmos.

- Harry!

Colin trincou os dentes.

- Mande o Júnior ir, ou você vai vir comigo e por mais que ele esperneie Gina... Você sabe que vem.

Gina trincou o maxilar, e suspirou de raiva.

- Coll... Por favor...


- O que?

- Collin...

- Não... Como assim Gina?

- Preciso converser com ele, por favor…

- Não vou deixar você sozinha com ele.

Harry riu irônico.

- Ah garoto, meio tarde pra puritanismo, Gina gosta de ficar sozinha comigo.

E então piscou.

- Cala essa porra de boca, Potter! 

- Colin... Eu preciso falar com Harry... Por Favor... Saia um pouco, não vamos demorar.

- Eu não apostaria nisso.

Gina quase rosnou.

- Gi...

- Tá tudo bem, faça, por favor.

Colin estava bufando. Mas qualquer pessoa que olhasse o semblante malicioso de
Harry ficaria.

- Não vou para longe Gina... E não demoro.

Ele disse e saiu devagar.

Harry colocou a mão no coração como se estivesse com medo.

Quando a porta bateu, Gina o encarou.

- O que significa tudo isso? 

- Por onde quer que eu comece?

Gina estava tremendo de nervosismo já. Não sabia o que estava acontecendo e muito menos como Harry tinha chegado ali, não era desse jeito que ela queria que ele descobrisse.

- Como me encontrou?

- Seu esconderijo é bem fácil de achar, além de ser meu.

- Seu?

- É... Este predio, bem como metade dessa merda de cidade, são meus.

- Grande merda... Isto não justifica como me encontrou.

- Ah... Isso?

- Exatamente.

- Tem um rastreador no seu carro.

Gina piscou duas vezes antes de engolir a resposta.

- COMO É QUE É HARRY POTTER? 

Ele continuou com uma expressão tediosa.

- Um rastreador Gina... normalmente é um chip que você implanta num determinado objeto para...

- VAI... SE... FODER... SEU IRONICO DE MERDA! VOCÊ… COM QUE DIREITO VOCÊ

COLOCOU UM RASTREADOR NO MEU CARRO!

- Você está comigo agora.

- E ISSO TE DA O DIREITO DE ME ESPIONAR?

- Quem não deve não teme, e parece... Que eu fiz o correto... Assim eu pude descobrir que você estava tentando me fazer de palhaço.

- O que?


- Cínica.

- Você fumou maconha?

- Não... Não uso drogas e se usasse, não seria droga de pobre.

- Imbecil.

- Cínica...

- Vai se foder, o que deu em você?

- Vai continuar fingindo que não sabe de nada?

- Mas eu NÃO SEI de nada.

- Então olhe nos meus olhos e negue que pediu meu dinheiro pra tirar seu amante marginal da cadeira e vir morar com ele!


Gina piscou algumas vezes antes de absorver exatamente o que ele tinha dito.

- Amante?

Ele estreitou os olhos.

- É, exatamente... Esta pedofilia que você pratica.

- Você tá falando do Colin? O Coll, que saiu daqui agora?

- Exatamente.

Ela demorou alguns segundos calada, até explodir numa gargalhada fria, intensa e raivosa.

- Não me diga que você armou todo este circo por que acha que eu tenho um caso com Colin?

Ele se aproximou, em sua face não havia qualquer traço de simpatia.

- Eu não acho, Harry Potter nunca acha nada, ele sempre tem certeza.

- Essa sua arrogância, ainda vai te engasgar.

- Preocupe-se com seu próprio pescoço Ginevra. 

- Não me ameace dentro da minha casa Harry James Potter!

- tecnicamente, esta casa é minha.

Gina trincou os dentes.

- Devolva meu pagamento adiantado e ficarei feliz em achar uma casa que não seja sua.

- Eu até o faria, Gina, mas seria difícil pra você conseguir tal proeza, não desvie do assunto.

- Eu não estou desviando de porra nenhuma, você que está me ameaçando, completamente maluco, dizendo coisas sem sentido.

- Então é sem sentido que você foi ao meu escritório me pedir dinheiro pra tirar esse vagabundo da cadeia?

Ela parou uns instantes e em seguida empinou mais o queixo.

- Não Harry, não é. Colin estava com problemas e eu...

- Você resolveu ir resolver os problemas do seu amante delinquente as minhas custas?

- Mas que idiotice, Colin não é meu amante.

- Isso aqui, me diz, exatamente o contrário. Ele não só é seu amante, como já o é há anos.


Ele estendeu para ela um papel, com fotos antigas e recentes. Ela e Colin apareciam em todas as pequenas imagens de alta resolução, e os ângulos, a forma como foram dispostas, tudo dava a crê que eles estavam envolvidos emocionalmente.

- Mas o que...

- Não sei. – Ele cortou sua pergunta – Não sei quem mandou, nem por que, mas agradeço. Ninguém faz Harry Potter de Idiota, Ginevra e eu não pretendo começar com você.

- Você não esta acreditando nisso está? – A Face dele não se alterou – Pior que está. Harry as coisas não são assim.

- E como elas são?

- Colin é meu amigo.

- Um amigo por quem você compra uma divida alta desta?

- Nós somos como irmãos.

- E irmão beijam na boca um do outro?

- Meu Deus Homem! Nesta foto nós tínhamos 16 anos.

- NÃO ME IMPORTA! 

O grito dele ecoou na casa e ela se chocou. Quantas vezes tinha visto Harry Potter gritar?

- Não me importa se vocês tinha 2, 10, 16 ou 100 anos, eu não sou idiota. Você não vai entrar na minha vida, pra me sugar como um parasita e me fazer de palhaço.

- Você está cego com isso, não está vendo que não tem sentido, estas fotos são maldosas, você não enxerga?

- A única coisa que enxergo aqui é mentiras e traições.

- Você está me ofendendo.

- E você não me ofendeu? Não é mesmo? Não faz ideia de que provavelmente isto aqui estampará capas de jornais e revistas amanhã.

- Mas não é verdade Harry!

- Então por que mentiu pra mim quando pegou o dinheiro?

- Eu... - ela engasgou, não sabia exatamente o que ia dizer para ele – Eu não sei, eu estava preocupada, e não estava pensando direito, eu...

- Pra mim Gina, Mentira, é atestado de culpa, e eu sei... Por experiência própria. Então você não tem nada com o Garotos, mas pede essa soma altíssima de dinheiro por ele, e ainda o leva pra morar com você? Me desculpe, eu posso ter parecido um imbecil movido a tesão, mas não sou tão estúpido assim.


- Harry...

- Comemore Gina Weasley, você conseguiu o que muitas não conseguiram, mas minha carreira de palhaço acaba aqui.

- Harry se você sair desta casa, acreditando neste pedaço imundo de papel, vai me magoar de um jeito irreversível.

Ele colocou a mão na maçaneta e entreabriu a porta, mas antes de sair olhou nos olhos dela.

- Ótimo Gina. Estarei lhe devolvendo o favor na mesma moeda. Cuide-se.

Então ele saiu, deixando Gina, tão perplexa quanto atormentada no meio da sala.

Gina sentou-se devagar, atordoada com o que acabara de presenciar.

Harry Potter tinha invadido sua casa, acusando-a de traição, mentiras. Só faltou acusa-la de adultério. 

Ele estava completamente descontrolado, fora de si, parecia enciumado.

Aquilo parecia muito mais do que orgulho masculino ferido, ele parecia estar claramente com ciúme de Colin.

- Harry... Harry Potter... Com ciúmes de mim? – ela balbuciou com um meio sorriso se formando a contragosto.

- Gina... Gina...

A voz de Colin parecia tão longe que ela se assustou quando conseguiu ouvir com clareza.

- Nossa Colin! Caralho, quer me matar de susto?

- O que foi que aquele filho da puta fez com você?

- Que filho da puta?

- Harry Potter, claro.

- Nada.

- Nada? Como assim nada? E por que você está com esta cara?

- Por que ele está com... – ela se pegou quase falando para Colin – Ele está... louco, ele... Eu não quero falar do Harry agora Colin.

- Vocês estão juntos?

Gina não sabia exatamente como responder aquela pergunta, então levantou-se.

- Desculpa Coll, eu estou com dor de cabeça, preciso descansar um pouco, conversamos mais tarde ok?

- Mas Gina... 

- Preciso de verdade. Até depois.

Ela saiu as pressas, antes que começasse a rir até que as lágrimas lhe descessem dos olhos.


Musica – Jealous guy – John Lennon








Draco estava concentrado. Havia chegado em casa animado, muito inspirado. Durante o trajeto de volta a musica que ele havia começado e parado de escrever antes do refrão, havia fluído como uma correnteza em sua cabeça.

Chegou tão absorto na ideia de sua nova criação que simplesmente jogou suas coisas em cima do sofá e correu para o computador, começou a rodar o programa de masterização de áudio, enquanto dedilhava o violão, compondo apenas a melodia.

Mal percebeu a entrada de Astoria e se deu conta da presença dela quando sentiu as mãos cobrindo seus olhos.


- Boa tarde meu amor.

- Oi pequena.

Ele virou-se e a abraçou na altura da cintura, enquanto ela curvava-se para lhe beijar.

Ele adorava a maneira como ela lhe beijava quando ele estava sentado e ela de pé, sempre segurava seu rosto com as duas mãos e o beijo saía tão intenso quanto carinhoso.

- Senti saudade.

Ela sentou-se em seu colo.

- Também senti. 

Ela abriu o sorriso que o encantava.

- Tenho uma coisa muito muito boa pra te mostrar.

- É? - Ele agarrou as mãos dela que começaram a remexer a bolsa e as prendeu junto do seu peito – Vai me mostrar agora ou vamos pro quarto?

- Não é nada disso seu pervertido. É outra coisa.

- Mostra.

Ela estava com um sorriso tão lindo.

- lembra daquela musica, que não estava saindo? 

- A que você queria usar violoncelo? 

- Isso! Dray, eu ouvi este cd, indicação de uma menina do Burns, amor, é demais, este cara canta tudo, você precisa ver, me inspirou na hora.
Ele não conseguiu sorrir. A sorte foi ela ter lhe dado as costas para inserir o cd.

- Você... Nossa, é muito show a maneira como ele coloca as palavras, a harmonia, isso é que é artista.

A garganta dele secou. Um buraco se abriu no seu estomago. Ela continuava falando a medida que a musica tocava, depois começou a mudar de faixas, cada palavra era um açoite. Não era ciúme como do Carl, era um tipo de ciúme diferente e mas forte.

Ele nunca cansaria de agradecer por ela não ter percebido aquilo que tomou conta dele. Era um sentimento tão ruim quanto desnecessário.

Logo ela mudou de assunto, começou a falar sobre o dia, sobre os pais, mas a mente dele fixou naquilo.

Olhando de fora parecia uma enorme bobagem, e era. Ele também sabia disso, e também estava surpreso por estar remoendo ciúmes da atenção de Astoria.

- Você está livre amor?

- Oi?

Ele tentou se concentrar. 

- Livre? Hoje, daqui a duas horas na verdade?

- Eu... Estou... Estou...

- Ótimo, nós vamos ao estúdio, Chamei a Gina, ela estava meio chateada, precisando sair. Consegui o contato do Ben Summer, quero ir lá dar uma olhada, dizem que ele usa um equipamento muito legal, de ultima geração.

- Nós Vamos?

- Ah amor, vamos? Vamos vai, vai ser legal?

- Eu...

- O que foi Dray?

- Nada.

Resposta rápida demais. 

- Dray? Aconteceu alguma coisa?

- Não Tori.

- Não ofenda minha inteligência Draco, aconteceu sim. O que houve?

- Não foi nada amor... - Havia uma angustia dentro dele, algo que que não podia ser explicado em palavras - Eu to com um pouco de dor de cabeça.
Ela fez uma careta.

- Esta é a sua desculpa, ou quando não quer ir, ou quando tá com raiva de algo. O que foi Drayzinho?

Ela se aproximou e segurou na camisa dele carinhosamente. 


O coração dele doeu. De novo, mas o motivo era diferente.

Draco não estava conseguindo compreender o que sentia, era tudo tão novo quanto confuso. Conseguia lidar com aqueles ciuminhos bobos dos ex namorados dela, mas o que era aquele medo.

Ele vira mesmo um brilho diferente nos olhos dela ou era apenas fantasia da sua cabeça?

- Eu vou com você. – Ele disse tentando fazer a voz sair regularmente – Eu vou com você amor, me dá, uns minutos... Eu vou mudar a roupa.

- Ok. – ela deu um beijo estalado em seus labios. – Não demora, estou tão ansiosa. Vou viciar tenho certeza.

Ele trincou os dentes.

- Não demoro amor. Não demoro.

Draco subiu com pressa. O peito apertado, o coração batendo muito forte. A respiração alterada.

Era algo muito forte, como o medo que sentimos quando estamos prestes a perder algo muito importante.

Ele fechou a porta e respirou fundo varias vezes, as mãos, estavam geladas, a dor no estomago, a garganta seca denunciavam raiva. Mas raiva de que? Do que?

Ele esfregou o rosto varias vezes e andou em círculos, tentando se acalmar. Por que o jeito como ela falou o incomodou, por que o sorriso, o brilho nos olhos o deixou tão irritado? 

- Estou cansado, só isso. Com certeza é isso.

Ele resmungou para si mesmo enquanto colocava o casaco.

- Vai ver o som do cara é até legal mesmo, nem prestei atenção. – parecia ter outra pessoa além dele dentro do quarto – Nossa que bobagem a minha, deve ser bom mesmo. Deve ser... espero que seja.

Quando ele finalmente entendeu que estava falando sozinho parou de repente e decidiu que era melhor ir. 

Draco andou a maior parte do caminho calado.

Como Gina falava pelos cotovelos, choramingando as asneiras de Harry, Astoria não percebeu que ele estava em um mundo paralelo.

Eles não demoraram a chegar. O lugar era amplo e muito bem equipado. Eles mostraram as credenciais e logo estavam sentados diante do vidro que separava. Lá estava Benjamim Summer. A nova sensação da musica londrina.

Draco desejou que ele tivesse menos presença.

Bem Summer tinha estilo, isto ele não podia negar. O pior de tudo, é que ele tinha exatamente o estilo que parecia combinar com Astoria.

Ele esfregou o próprio rosto após o pensamento.

- Cabeça, filha da puta de fraca.

A melodia soou. Aos ouvidos de Draco parecia barulho de vidro quebrando.

Como ela pode gostar desta merda?” – ele pensou.

Gina e Astoria continuavam conversando, sentadas mais a frente, enquanto o homem se concentrava no microfone.



- Tem toda razão Astória. Ele é muito bom.

- Não é? Quando vi a musica… Uau! fiquei impressionada, é muito boa. Até me inspirei para compor.

- A voz dele é boa. Então foi essa a música que você me disse que te inspirou naquela semana que você estava triste?

- Ela mesma! Na hora que ouvi a inspiração bateu. Você lembra Draco?

Ele virou-se rapidamente, evitando que elas vissem seu rosto e puxou o telefone do bolso.

- Só um segundo, preciso atender o telefone. 

- Dray...

- É importante.

Ele levantou e saiu da sala, mas ainda conseguiu ouvi-la resmungar.

Esses homens e esses celulares”...

- O que diabos está acontecendo comigo? Que merda é essa? – ele falou entredentes para si mesmo.

Ele ouviu o refrão repetindo mais uma vez e a Voz de Bem desceu um tom.

- Musica repetitiva, uma bosta. Olha só que idiota, quer aparecer.

Parecia um menino mimado, resmungando. 

Acabou, mas levou o que pareceu ser uma eternidade. Astoria e Gina demoraram-se mais alguns minutos conversando com o artista, Draco não se aproximou.

Sabia que estava agindo de maneira infantil, mas era só daquele jeito que ele estava conseguindo agir.

Durante o retorno, ele se concentrou apenas em dirigir. Gina e Astoria “tweettavam” pelo celular e discutiam as frases que iam para o microblog, algumas delas tinham haver com Ben, e o magnifico ensaio.

Draco mal conseguia acreditar em si mesmo.

Estava com ciúmes de um fantasma, por que quem era aquele cara mesmo?


Draco mal conseguia acreditar em si mesmo.

Estava com ciúmes de um fantasma, por que quem era aquele cara mesmo?

Ele só queria chegar em casa, era tudo o que ele desejava.

Tinha certeza que chegariam em casa, fariam amor, e ele nem se lembraria do nome Summers.

Pelo menos era o que ele esperava desesperadamente.


Quando eles entraram em casa, Astoria sentou-se no sofá, jogou os sapatos de lado e tirou o telefone.

- Acho que tenho aula à noite amor. Vou ligar pra confirmar. Estou tão nervosa Dray.
A prova está chegando, eu realmente não me sinto segura para passar.

- Você é boba, por isso não se sente segura. Você é brilhante, vai passar fácil.

Ele disse servindo um copo de vinho.

- Ah Dray, você... Acha que eu sou incrível em tudo o que eu faço, por que você é cego amor, mas o resto do mundo não é.

- Então o resto mundo é idiota.

Ele resmungou mais baixo quando a ouviu falar no telefone. A ligação durou poucos minutos.

- Você gostou? 

- Você gostou?

- Do que?

- Ai Draco, você não presta atenção em nada né? – Ela disse sorrindo – Do Ben, da musica.

- Não.

- Não? – Ela perguntou surpresa.

- Não. É chata, brega, mal escrita, repetitiva, enfadonha e uma apologia idiota e aberta as drogas e o seu consumo, além de ter linguagem esdrúxula e enredo pobre, arranjos péssimos, pouca coordenação, sem nenhuma rima coerente e o pior de tudo, ele não canta nada.

Aquilo fora quase um monólogo. Draco sequer notou o tanto que havia falado, nem mesmo o tom raivoso com o que aquilo tinha soado. 

- Uau. - Astoria disse desconcertada. – Sério que você achou isso tudo de ruim? Achei que ia gostar.

- Não sei como pode gostar de uma porcaria daquela.

Ele parecia estar falando sozinho, enquanto tomava o vinho vagarosamente e olhava insistentemente para um ponto invisível na parede.

- Ah. Eu gostei, não é ruim Draco, você está sendo muito crítico. Eu achei impecável, na verdade, ok, ok, tem alguns exageros, mas é diferente, bem escrita.


- É um lixo. Fiquei surpreso, visto que você sempre teve um gosto excelente.

- Nossa, o que foi? Acordou com o pé esquerdo hoje garoto? Eu gosto da temática, sexo drogas e Rock n’ Roll, faz meu estilo, é diferente. Estou meio cansada destas modinhas.

- Não sei se você percebeu, mas Ben Summers me parece uma modinha, com todas aquelas pirralhas, metidas a “eu briso, eu fumo, eu trepo, eu sou demais”. Completamente alienadas das coisas reais da vida. Então quer dizer que foda-se a vida eu tomo uma balinha e tá tudo bem? 

- Que exagero, o que deu em você? Não gostou tudo bem, mas meu Deus, não está escrito desta forma.

- Eufemismos.

Ela riu.

- Isso tá ficando ridículo.

- E aquele jeito idiota de falar, o que foi aquele jeito idiota de falar? E ae, blz? Sussa?

Firmeza? Ah se fode, vai estudar analfabeto.

- OPA chegou né? Ta bom? Já chega, vamos mudar de assunto antes que você ponha um ovo.

- Vai defender aquela merda?

- O que deu em você homem? Há cinco minutos isto era uma conversa informal. Em que momento eu perdi a virada para a quarta cruzada?

- Melhor mudar de assunto mesmo. 

- Dray, por que você está nervoso?

- Não estou.

- Draco, porra, que frescura, o que foi?

- Nada Tori, ok? Nada. Tenho umas coisas pra fazer, dá licença.

Ele saiu pisando duro e não esperou ela dizer nada.

Fechou a porta do quarto respirando fundo. Estava com raiva, muita, muita raiva. Raiva demais. Raiva demais pra que ele pudesse conter dentro de si.

- Cantorzinho de merda. O que aquele bosta tem demais? Não canta porra nenhuma. Porra nenhuma, aquele desafinado do caralho.

Ele rodeou o quarto até que seu corpo pareceu comandar, então ele soltou um chute na porta do guarda roupas, e quebrou com o impacto o vidro que tinha dentro.

- Filho da puta. Quebrei meu guarda roupas caralho.

Ele rosnou indo para o banheiro.

Ele abriu a torneira e molhou o rosto varias vezes, olhou no espelho e surpreendeu-se.

Ele havia chorado? O que era aquilo?

Devia ser a agua misturada com o vermelho da raiva que o rosto dele assumia. Ou ele havia chorado sem sentir.

- Para com isso imbecil. Para com isso!

Ele ouviu então batidas na porta. 



 









- Draco! Draco você está bem?

- Estou!

- DRACO!

- EU ESTOU BEM ASTORIA!

- Abre a porta.

- Por que?

- Eu ouvi algo quebrando. O que está acontecendo ai dentro? Me deixa entrar! AGORA MALFOY

Ele ainda precisou de alguns minutos para se recompor. Fez o impossível para parecer controlado.

Abriu a porta devagar.

- O que foi Tori.

- O que foi que houve ai?

- Nada.

- Eu ouvi, me deixe entrar.

- Eu preciso de concentração.

- Concentração uma ova, me deixe entrar, tenho aula, daqui a pouco e quero trocar de roupa. - Ela o empurrou e entrou. Olhou em volta desconfiada e então encontrou os cacos de vidro no chão. – O que aconteceu aqui?

- O vidro quebrou.

Ele tentou parecer natural.

- Você quebrou o vidro do guarda-roupas Draco?

- Eu disse que ele quebrou Tori, e não que tinha sido eu.

Ela o olhou, mas respirou fundo antes de falar.

- O que está havendo? Tem alguma coisa te preocupando? Você está irritado desde a manhã, o que houve? Fiz algo que você não gostou.

O que ele ia dizer? “Você babou no Ben Summers?” Logo ele que vivia falando quando os amigos tinham ciúmes de artistas? Não... Ele não seria tão ridículo.

- Não Tori... Eu, não estou irritado... Eu apenas... É que tenho que ir na faculdade hoje, resolver um monte de burocracia, odeio burocracia.

- Você não sabe mentir... Não pra mim. - Ele fez uma careta – Você só vai se safar agora, por que eu realmente preciso ir. 

- Eu vou na faculdade... Mas não demoro lá – Ele disse enquanto ela ia para o banheiro trocar de roupas – Se você quiser, me liga, e eu vou te buscar.

- Tá bem.

Ele se aproximou e forçou o trinco, mas a porta estava fechada.

- Por que você fechou a porta Tori?

- Por que senão eu me atraso Draco! E eu não posso me atrasar. Fica dentro de um banheiro com você, atrasada pra uma aula importante, é pedir para faltar. Aguenta um pouco...

A voz dela saiu abafada e distante.

- Eu nem ia fazer nada.

- Claro, que você não ia. Você nunca faz não é? – Ela abriu a porta e sorriu – Santinho.

Ele sorriu e tentou beijá-la.

- Você tem mesmo que ir?

Ela desviou do beijo e saiu andando, enquanto puxava suas coisas e colocava dentro da bolsa.

- Tenho Dray, tenho mesmo que ir.

- Vou sentir saudade.

- Vai nada. Nem vai lembrar de mim.

Ele riu.

- Vem cá minha menina dramática...

- Não! Não, sério, fica longe Draco, além do mais, você só me toca, depois de conversarmos, a história da burocracia não me convenceu, ok?

- Mas Tori...

- Nada demais, eu chego, conversamos. Ou eu chego e dormimos, você escolhe.

- Tudo bem Teimosa. Me dá só um beijo? Só um beijo de despedida? Por favor amor.

- Ai Draco! Ta bem, um beijo amor, por favor, só um beijo, eu não posso perder a aula.

Ele a beijou, e ia insistir, mas ela afastou-se e sorriu.

- Eu estou muito ferrada com você me atrasando para tudo, não estou?

- Está?

- É… Eu estou.

- Mas, você gosta. Não gosta?

- Dray, eu tenho que ir.

- Tem mesmo?

- Tenho.

- Que pena… Então não esquece de uma coisa, me deixa falar no seu ouvido.

- Dray…

- Volta logo, eu vou estar aqui morrendo de saudade e vontade de…




 


- DRACO!

- Eu te amo Tori.

- Seu safado.

Ela disse saindo, ele apenas riu.

- Ah... - ela parou na porta um instante - E pelo amor de Deus, tire o celular do quarto, eu odeio ouvir a mulher da caixa de mensagens!

- Pode deixar senhora.

Ela sorriu.

- Até mais tarde meu amor.

- Tchau amor.

Quando ela saiu a expressão dele mudou. Toda a tensão voltou a assumir seu lugar.

Ele andou pela sala, sem um rumo certo, e pegou as folhas que ela havia deixado em cima do criado mudo.

“Ben Summers é uma feliz gota de óleo na imensidão do mar de artistas ridículos. Meu novo vício”.

- É só um cara... É só um cd...

Ele repetiu pra si mesmo, sem muito sucesso da convicção.

Decidiu que era melhor ir resolver sua vida de uma vez em vez de perder tempo com coisas como aquela.

...

Ele bem que tentou se concentrar, mas estava tão pegado as ideias ruins que haviam grudado em sua mente que estava ficando chato até pra ele. Não conseguia parar de pensar, não conseguia desviar a atenção de seus pensamentos pra nenhuma outra coisa.

Conseguiu ainda assim resolver suas aulas e depois foi dar uma volta no campus.
Estava uma daquelas tardes calmas, propícias a relaxar. O sol estava ameno, o vento na medida certa. Ele nunca tinha reparado mesmo como o Campus era bonito.

Sentou-se próximo a grama e respirou fundo.

“Estou sendo infantil. Vou conversar com a Gina depois”...

Seus pensamentos foram interrompidos por um flash de luz.



Uma garota havia acabado de tirar uma foto dele. ele a encarou. Ela era bonita, loira, pequena e com um sorriso agradável.

- Ops! - Ele apenas a olhou - Desculpe.

Ele sorriu fraco.

- Tudo bem.

- Eu não pretendia te fotografar… Estava tentando aquele angulo ali...

Ela apontou uma bela árvora à direita dele.

- Tudo bem, mesmo.

A garota se aproximou e sentou-se ao seu lado.

- Meu nome é Jennifer.

- Sou…

- Draco… Draco Malfoy. Conheço você… De vista.

- Hum… ah…

- Admiro muito… Seu trabalho.

- Obrigado.

- Parece que vamos estudar juntos

- Mesmo?

- É, direito criminal. Vi você se inscrevendo.

- Legal.

- Eu tô incomodando?

- Não... Claro que não.

- É que você parece triste. Se eu estiver incomodando eu volto outra hora, sem problemas.

- Não... Jennifer, tudo bem, é um prazer conhecer você, eu estou... Um pouco irritado, odeio burocracias, estou um pouco cansado.

- Huuummm, dia ruim né?

- Um pouquinho.

Você canta muito, muito bem, tenho algumas de suas musicas aqui no meu ipod. Elas são lindíssimas.

Ela riu e baixou a cabeça envergonhado.

- Obrigado. 

- Eu não quero ser chata... Mesmo, mas com certeza você tem mais musicas do que aquelas que estão disponibilizadas na internet não é?

- Ah, é... Tenho algumas, que ainda não estão no meu perfil por que eu ainda não refinei.

- Pode me mostrar? Adoro seu estilo.

- Ah, posso. Claro que posso.

- Tem msn? Twitter?

- Tenho. Me empresta uma caneta, eu te passo.

Ele anotou os endereços.

- Tá com pressa Draco?

Ele arqueou a sobrancelha.

- Uh... Não muita.

- É que eu estou na rua, desde a manhã, ainda não comi nada, me acompanha até o R.U? Só pra um suco? É, que assim, eu estou escrevendo pro meu blog, e gostaria de postar algumas informações a mais sobre seu trabalho, eu não vou tomar muito, do seu tempo. Poderia?

Ele sentiu uma pontada de orgulho... reconhecimento era sempre bom. Naquele momento, foi um bálsamo.

- Claro que sim. Eu pago.

Jennifer riu. 

- Primeira coisa que vai para o blog, Draco Malfoy é machista.

- Nem sou. Só que... Ah vai, eu pago.

- Nossa é só um suco.

- Então...

- Olha, vamos fazer assim, desta vez, eu convidei e eu pago, ai você me devolve o favor, me convidando pra almoçar com você um dia desses, assim, eu não corro o risco de ser super chata hoje e você não querer mais falar comigo.

Ele riu alto.

- Chatagem né?

- Pois é.

- Ok então, combinado. Mas só um suco.

...

O dia fora bom, muito bom. Jennifer era legal, engraçada. O tempo havia passado rápido. Era bom pra ele tê-la conhecido, Draco era muito fechado a novas amizades e chegar em sua nova turma, já conhecendo alguém era um alivio.

Jenny parecia paciente, pelo menos ouviu-o a tarde toda, e ele sabia que falava demais.

Arriou no sofá e olhou o relógio, dez da noite já, nenhuma ligação de Astoria. O celular estava com sinal, então ela devia estar em aula ainda.

Ele resolveu deitar-se um pouco e assistir algo na tv.

Soltou a carteira, as chaves e o casaco em cima do sofá. Astoria iria reclamar, mas ele gostava de quando ele ficava irritadinha. 

Começou um jogo de futebol na televisão. O Liverpool estava jogando... Não era o time dos sonhos, mas era o time do coração, ele estava acostumado a sofrer, mas não deixava de torcer.

O jogo estava até interessante, as horas se foram, ele nem percebeu Astoria entrar.

- Oi amor.

- Tori? – Ele esfregou os olhos meio sonolento. - você demorou.

- a aula se estendeu mais do que eu pensava.

Ela jogou os cadernos de lado e sentou na cama para tirar os sapatos.

- Desculpa não ter ido te buscar amor – ele sentou na cama também - você não ligou e eu achei que estava vindo com alguém. Você veio sozinha ?

- Vim. Ma não tem problema, eu cheguei rapidinho.

- Mesmo assim Astoria, você devia ter me ligado, eu teria ido te buscar.

- Há amor, eu vi que tinha jogo do Liverpool, sabia que você assistiria e não queria atrapalhar.

Ele fez uma careta.

-Há... Foda-se o jogo. Minha princesinha vindo pra casa sozinha não pode...

Ela riu. 

- Só você pra me comparar a uma princesa. Eu estou mais pra caminhoneiro.

- Haha, é não é? Duvido que exista um caminhoneiro gostoso como você. É sério.

Não gosto de você andando sozinha a noite, Londres não é a trilha do chapeuzinho vermelho amor.

- Tá, tudo bem, desculpa. Amanhã eu ligo assim que sair da sala, então. Ok ?

Ele fez uma careta engraçada.

- Tá, dessa vez passa. Mas... Só se eu ganhar um beijo.

Ela terminou de colocar o baby doll e curvou-se para beijá-lo.

Antes que ela pudesse se afastar, ele segurou o rosto dela com as duas mãos e sorriu de lado.

- Senti saudade do seu rosto hoje.

- Só hoje ? – Ela brincou - só do rosto ?

- Você entendeu Astoria.

- Eu te amo Draco.

- Eu te amo minha pequenininha.

Ele a beijou de leve, e lhe fez um carinho no rosto, ela aproveitou e deitou apoiando a cabeça em seu braço. 

- Se pesar demais me avisa amor?

Ele fez uma careta de reprovação.

- Não vou nem responder a isso.

Ela sorriu. Adorava provoca-lo, criticando a si mesma.

- Gosto de te ver irritadinho. Tá melhor amor?

Ele sentiu uma pontadinha de remorso pela maneira como havia se comportado mais cedo.

- Estou... Tá cansada? Quer dormir um pouco minha linda, eu te acordo quando o jogo acabar.

- Você está fugindo do assunto.

- Eu?

- Sim? De hoje, mais cedo. Estive pensando, Dray. Mas não consegui chegar a uma conclusão do por que você se irritou tanto com o Ben.

- Eu não queria falar disso.

- Mas eu queria. Quero saber o que houve Draco, você não pode ficar me escondendo as coisas, amor.

- Eu não estou escondendo Tori.

- Então por que não me fala?

- Por que eu fui bobo amor, e não me orgulho disso. Me sinto mal em pensar como fui infantil.

- Sim, mas por que você foi?

- Por que eu senti ciúmes de você.

- Com o Ben? Mas Draco, como assim? Eu nem o conheço direito.

- Mas se derreteu toda pra ele.

Ela riu alto.

- Oh meu Deus que menino mais dramático, não me derreti por ele, Dray. Eu apenas elogiei seu trabalho.

- Ele faz seu tipo.

- Ah é? De novo esta conversa? Não tenho um tipo de homem Malfoy, e se tenho, ele é tipo único, você. 

- Não gosto quando você fica toda encantadinha por estes carinhas cheios de estilo. Ele até inspirou você. Eu não sei o que deu em mim amor, eu sei que é bobagem, mas eu tenho tanto medo que você abra os olhos e veja como eu sou sem graça.



- Oh meu Deus, Draco. Não seja bobo meu amor. Eu nunca vou te deixar. Eu te amo, como nunca amei ninguém antes.

- Eu sei… Eu sei que eu sou bobo – ele beijou-lhe a mão – Perdoe-me princesa, é que a simples ideia de te perder me deixa perdido.

- Então pare de pensar nisso, por que esta possibilidade não existe ok? Hum, meu assustadinho? Eu sou tão boba quando estou com você Dray, eu nem me reconheço.

- Eu te amo.

Ele passou a mão em seu rosto de novo.

Havia um aperto no seu peito que ele não conseguia expurgar.

Ele ia falar de novo, mas ela o beijou.

Era um beijo calmo, era para ser romantico. Mas a mistura do carinho que ele recebia, do calor do seu corpo e da sensação ruim dentro do seu peito, o fez esquentar, o fez ficar excitado. Era mais que uma simples onda de desejo, era uma necessidade.

- Eu… preciso… eu preciso…

Ele balbuciou entre o beijo. Ela riu e levou as mãos, aos botões da camisa do pijama dele.

- Shhh… Eu sei o que você precisa. Eu vou te dar o que precisa.




Sem quebrar o beijo, Astoria começou a despi-lo, devagar.

Na maioria das vezes, era ele quem tentava conduzir as coisas com calma, aquele velho orgulho masculino de tentar se controlar e não parecer um moleque na cama, mas ela sempre dava um jeito de descontrolá-lo.

Mas desta vez, era Astoria que queria conduzir o momento, degustando cada segundo.
Ela estava no controle, ela ditaria a situação.

Mas na verdade, o que Astoria não se dava conta, era que ela sempre ditara o ritmo, sempre comandara.



Aos poucos, ela aumentou o ritmo do beijo... Ele já estava com o dorso despido, e também já tinha lhe tirado a blusa.

Havia uma fome, um desejo diferente dentro dele, era uma necessidade de possuir. Uma necessidade enraizada no instinto mais primitivo e imaturo que habita a personalidade de um homem. O ciúme.

Havia uma dor em seu peito, uma dor ruim, contrastando com outra dor em seu baixo ventre, esta por sua vez, deliciosa... Um vazio em seu estomago, contrastando com sensação de estar completo, tomado, cheio, em seu coração.

Eram sentimentos díspares demais, conflitantes demais, e que estranhamente resultavam na mesma coisa.

Necessidade dela.

Calor... Muito calor... O calor do corpo... O calor do desejo. Era tão gostoso, tão gostoso que podia ser considerado pecado. O beijo ficou mais intenso, mas não ficou mais rápido... Continuou no mesmo ritmo. As línguas se tocavam em harmonia, se provando, se comunicando. 

O beijo...

Beijar Astoria era algo único. Draco já havia se relacionado com muitas outras lindas mulheres, provado beijos e corpos deliciosos, mas nada se comparava a sua mulher.

Ele girou o corpo e mudou de posição, cobrindo o corpo pequeno com o dele.

Era incontrolável e inexplicável… Mas quem precisava de explicação?

Eles ainda estavam vestidos da cintura pra baixo e Draco, que já não tinha muita posse de seu controle, estava cada vez mais apressado.

Ele sentou-se e puxou sua lingerie por baixo da saia.



- Calma Dray...

Ele a beijou de novo em resposta, e em seguida desceu os beijos em seu pescoço. Ela sorriu.

Sorriu por que era exatamente este o efeito que gostava de causar nele. Sorriu por que estava lhe pedindo calma, sem realmente desejar que ele se refreasse, uma das coisas que Astoria mais adorava, era ver Draco perder o controle.

- Preciso... De você...

- Me pega... Me pega, eu tô bem aqui... Sou toda sua.

Minha...

Eles se despiram... Na verdade, ele os despiu.

- Posso... colocar seus sapatos de volta?

Ela o olhou e arqueou a sobrancelha.

- Os sapatos?

- É... Você fica... deliciosa com eles.

- Suas fantasias...

Ela começou, mas não continuou... em vez disso, espalhou beijos em seu rosto.

- Te assustam? – ele perguntou.

- Não... Me excitam, ainda mais... Coloca?

Ele ajoelhou-se e lhe calçou os sapatos, a calma dos movimentos contrariando a necessidade do toque.

Draco voltou pra cama, com um brilho diferente nos olhos. Agora, eram todos os sentimentos anteriores misturados com a loucura da luxúria, da fantasia. Ele ajoelhou-se no meio de suas pernas e depois a trouxe pra si, sentando-a em seu colo, sem penetrá-la, apenas roçando seus sexos, causando um frenesi ainda maior de prazer.

- Ai Dray...

Ele desceu os beijos pelo seu pescoço, depois voltou pra boca, não conseguia decidir exatamente onde a tocava.



- É você Tori... é... Só é gostoso com você… Só é perfeito com você…

- Eu te amo...

Ele aumentou o ritmo, os corpos começaram a suar, o quarto esquentou ainda mais. 

Aquela fricção deliciosa, o contato do clitóris, diretamente com a dureza do pênis dele, estava levando Astoria a loucura.

- Dray,,, vem...

- Quer? Você quer agora?

- Agora... Agora... Vem...

Ele a deitou num gesto rápido e se colocou na posição correta, penetrando-a sem qualquer espera ou carinho.

Astoria gemeu alto.

Ela nunca conseguiria decidir qual era a maneira mais deliciosa de transar com ele, mas aquela maneira era sem duvida, maravilhosa.


Mas Astoria não tinha ideia do quão descontrolado ele estava, não até que ele estivesse realmente dentro dela, não até ele começar a se mover.

Eles já tinham feito sexo quente, sexo intenso, mas tudo o que ela pensara ser selvagem antes, havia perdido completamente o significado no momento em que ele a penetrou de novo.

Ele levantou seus braços, acima da cabeça, segurando-a com força, como se precisasse daquele apoio, daquele controle, daquele domínio. Segurou seu rosto e a penetrou ainda mais forte.





Era sexo. Puro e simples, no seu nível mais cru. 

E quem disse que por isso tinha que deixar de ser amor?

- To...ri... eu... não...

- shh... faça... faça...

Ele a penetrou ainda mais forte, se era possível...

O gozo muito próximo, de ambos... O suor escorria e se misturava.

Sexo, sexo, sexo...

O sumo, a essência... Puro, selvagem, gostoso.

As penetrações aumentaram, mais, mais mais... Ele precisou se apoiar nos dois braços para continuar. A sensação era quase insuportável de tão deliciosa.



Ele gozou muito forte. Tão forte que as pulsações do ventre espalharam-se pelo corpo e lhe deram a sensação de não ter fim. Mesmo depois de expulsar todo o liquido de dentro de si, ele continuava sentindo as pulsações, as pequenas explosões, a sensação do orgasmo retardado. 

Ele ainda a penetrou vários segundos, antes de conseguir relaxar o corpo e arriar sobre ela.

As costas ardiam, os ombros haviam sido mordidos. Era o sinal claro do orgasmo dela.

Ele sorriu, fraco, sorriu o que podia sorrir.

Astoria, era incrível.

Ele rolou de cima dela e a sentiu deita em seu peito, esticar o braço e tocar sua mão... As pernas entrelaçaram-se. Os dedos se tocaram e se acariciaram.

Aquele gesto, aquele simples gesto era o que transformava o ato de sexo em amor... Que os diferiam suas ações de animalescas para apaixonadas... Era o que ficava depois do êxtase que demonstrava a paixão.



Era simplesmente amor…

Era somente amor.



... 



Hermione estava deitada com Joey... eles estavam assistindo um filme juntos. Era um dos programas que mais curtiam quando estavam sozinhos.

Enquanto as araras azuis de “RIO” sambavam na tela, os pensamentos dela estava distantes...

Mesmo que soubesse que era abusivo pensar tanto em alguém não conseguia tirar Rony da cabeça. Estava tão longe que se assustou quando Joey tocou seu braço.

- Mãe...

- Joey! Nossa filho que susto.



- Desculpa mãe… eu... Ô mãe.

- Oi amor.

- Victor é meu pai?

Hermione respirou fundo alguns segundos, Joey não merecia mentiras, muito menos que o fizessem sofrer.

- Não.

- Por que você dizia que ele era?

- Pra ele não te machucar.

- Cadê meu pai?

- Eu… Não sei amor.

- Ele me ama?

- Joey…

- Por que se ele me ama, ele devia me ver não acha?

- Joe, seu pai te ama e ele vem te ver assim que… que o trabalho dele permitir.

- Mãe?

- Oi filho

- Rony devia ser meu pai.

Hermione riu.

- É mesmo?

- É.

- Por que Joseph?

- Por que ele é maneiro.

Hermione acariciou a cabeça do filho e voltou a olhar fixamente pra tela, até senti a mão pequena de Joey puxando-a.

- Mãe?

- Oi filho.

- É verdade que eu tenho os malditos olhos do meu pai?

Hermione o encarou espantada.

- Quem te disse isso?

- Victor.

- Eu… é, você os tem.

- E isso é ruim?

- Claro que não Joe, você tem olhos lindos...

- Então por que ele disse que são malditos?

Hermione suspirou.

- Amor... O Victor... - Mas ela não terminou, pois a campainha a cortou – Espera um pouco amor, fica aqui.

Ela desceu da cama resmungando um “quem será uma hora dessas”.

Ela chegou perto da porta com receio. Não tinha noticias de Victor há um bom tempo, mas apenas o fato de falar nele novamente havia despertado seu antigo medo.

Olhou pelo “olho mágico” antes de acender a luz e seu sorriso se abriu 
instantaneamente.

Ela abriu a porta rápido.



- Entra...

Ele entrou, fechou a porta e se apoiou nela encarando-a.

- E Joe?

- Lá em cima... no meu quarto.

- Acordado?

- É... 

Ela falou sem jeito e eles riram. A comunicação estava cada vez mais fácil.

- Eu... Eu estava passando...

- Que bom que veio. Eu não estava mesmo prestando atenção ao filme.

Ele riu de lado.

- Eu estava pensando em uma coisa.

- O que?



- É que... que eu pensei.. na verdade eu..lembrei que... assim.

- fala Ronald.

- Agimos como uma família durante uma semana.

- É.

- Foi bom?

- Foi.

- Nós… Poderíamos… Eu acho que...

Ele não continuou, a vergonha não deixou, mas não precisava, o sorriso dizia tudo.

- Quer sentar?

- É... seria legal.

Eles sentaram juntos, pareciam um casal de namoradinhos adolescentes.



- Eu…

- Hum…

- Sabe… O fim de semana? 

- Sei…

- É… Hermione eu queria…

- MÃE!

- Porra Joseph!

- Ele não dorme sozinho... espere um pouco, eu já volto.

- Não... Espera! Posso ir junto?

- Junto?

- É... Tipo, vamos ver o filme? Juntos?

- Ah Rony... é desenho animado, não...

- Eu gosto de desenhos animados... E... Bem... Nós... Eu...

- Você quer mesmo?

- Quero.

Ela estendeu a mão.

- Então vem.

Rony sabia que seria bem recebido, mas não esperava tanto.

Quando ele apareceu dentro do quarto, Joey pulou da cama e praticamente se jogou nos seus braços.

Mesmo que não quisesse ver filme algum, ele não teria opção, logo o menino o puxou para um dos lados da cama e deitou-se no meio dos dois, abraçando-os, a expressão dele era tão feliz que mesmo que o filme fosse uma merda, ele não teria coragem de não assistir.

O filme era lindo, mas estar ali, daquela maneira com eles dois, era ainda mais perfeito. 

Eles dormiram sem sentir.




...



A manhã chegou e se fez perceber através das finas falhas na janela do quarto.

Draco abriu os olhos e virou-se, sentindo a presença de Astoria ao seu lado. Sorriu. Que noite!

Ele a abraçou, e sussurrou muito baixo:


- Bom dia meu amor… Sabia que a melhor coisa do mundo é acordar e sentir seu cheiro?



Foi tão baixo que ela sequer se moveu, apenas intensificou a respiração por alguns segundos.

- Eu te amo... 

Ele voltou a sussurrar antes de sair da cama devagar.



Já de pé ele a olhou. Viu-a virar-se na cama, espreguiçando-se como uma gata manhosa e voltar a dormir. Era magnífico.

Ele ficou parado, contemplando sua obra de arte particular dormir. Era algo tão simples, mas tão intenso para ele. Era nas coisas mais simples e nas horas mais improváveis que ele mais percebia como aquele amor que sentia era intenso.

Pegou uma folha, sentou-se ao seu lado e começou a rabiscar:

"Hoje eu te vi dormir...

Foi uma das coisas mais lindas que já presenciei.

Uma vez Você disse que tinha vergonha, não sei do que, por que eu amei.

Vi o momento em que você relaxou e foi fechando os olhos devagarinho.

Vi seu sorriso se desfazendo, pouco a pouco, e eu louco pra fazer um carinho.

Vi seu rosto perder as marcas de tensão do dia-a-dia.

É incrível, mas mesmo dormindo, você me causa taquicardia.

Isso só me faz desejar ainda mais estar perto, velar seu sono, te por pra dormir.

Só me faz querer, ansiar com mais desespero estar perto de ti.

Quero tocar teu rosto, quando ele relaxar, bela adormecida minha.

Quero ser o príncipe que vai te acordar com beijos de bom dia.

Quero ser o homem que vai te dar carinho até você adormecer.

Quero ser o único, amor, que vai poder te ver.

Nunca pensei que algo tão simples fosse tão maravilhoso.

É pequena, mas com você sempre é e eu me apaixonei de novo.

...

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N/A: Fiquei sem pc por isso demorou mais que o previsto, mas ai está, cap 19 completo. @__@ vcs tão curtindo Harry e Gina? Draco e Astoria são meus favoritos, por que é fato real HAUHAHUA mas eu amo Bonnie Wright, adoro escrever Harry e Gina, e no próximo Cap tem muito eles dois.
Sei que eu converso pouco com vcs aqui, mas eu queria agradecer de coração, vcs me inspiram e me incentivam muito.
Obrigado por tudo e até semana que vem. 

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Comentários: 8

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Enviado por Mi Granger em 08/12/2011

Lindo este capítulo, amei.... ><

Nota: 5

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Enviado por Lana Silva em 09/08/2011

Nossa já mudei de opinião de novo acho que Ron é o pai de Joey só pode Hermione tá escondendo pra Vitor não perturbar mais a vida deles...

Nossa demorei de comentar tempo demaiiis 

O capitulo estava perfeiiito como sempre ameiii *-----------------*

Nota: 5

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Enviado por B Inoue Weasley em 02/08/2011

conheci hoje a fic e li ela inteira, nao imaginei nunca que ela ia se tão envolvente, que os personagens iriam me prender por tantto tempo na frente do computador, so tenho a agradecer por fazer dessa historia algo tão foda :D

mal posso esperar pelo proximo capitulo, como disse em um comentário anterior, ja sou fã!

beijos

Nota: 5

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Enviado por Hanna Leite em 30/07/2011

Lindo. Mas, eu também, prefiro Harry e Gina...

Nota: 1

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Enviado por Cassia Pisa em 28/07/2011

é otimoooooooooo.

mas também prefiro mais as da gina e harry

Nota: 1

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Enviado por Hanna Leite em 25/07/2011

Concordo com a Raquel. Está perfeita a sua fic. Geralmente eu nunca acompanho fanfics que não estão concluídas mas a sua está me prendendo muito. Eu gostaria de ver muito mais Harry e Gina. Não vejo a hora de ler a postagem. Vou vir aqui todos os dias, ansiosa!!
=)

Nota: 5

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Enviado por Raquel Radcliffe em 23/07/2011

amei o capitulo... mas não gosto mt das do Draco e da Astoria, gosto mais de Harry e Gina!:D
e pfv posta logo to loca pra ver o resto , please...
Bjs da sua leitora Número um!!

Nota: 1

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Enviado por Sah Espósito em 20/07/2011

curiosaaaa... quero mais!

 

Olha as minhas por favor!

Nota: 5

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