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35. Alegria.


Fic: Nós... Irmãos ?


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Respirando mais fundo que antes, se sentindo totalmente esquisita...  o rosto de Sirius estava a centímetros do seu e ela estava toda confusa.



Falta de oxigênio no cérebro, decerto.



Pensa sarcástica, ela odeia o modo como Sirius a faz se sentir, ela quer ser forte e fingir que não sente a mínima atração por ele.



-Você... estava...  tentando... me matar? – Ela pergunta entre respirações.



-Achei estranho suas tentativas de se afogar.



-Eu não estava tentando me afogar – Riso nervoso.



-Não era o que parecia.



-Quase engasgo de susto... se eu fosse me afogar seria por sua culpa, sabia? –Ela estava tentando brincar com ele, aliviar o clima.



-Então eu iria ter que fazer respiração boca a boca em você, se te afogasse teria a obrigação de te salvar - Ele disse no ouvindo dela, então saiu da piscina antes mesmo da morena poder dizer um “a”.



___



-Sirius!  - Lucy chamou sem ter exatamente consciência do que diria, mas ela tinha que responder algo.



-O que? –não soou grosso, a voz dele esbanjava um divertimento esquisito, não era certo.



-Não é engraçado. – Ele tinha que entender do que ela estava falando.



-Não era pra ser, eu falava sério. – Ele se virou novamente pra ir embora, mas mais uma vez ela o chamou.



-Sirius!



-Sim? – era pura curiosidade agora.



-Não proponha algo que você não pode cumprir, seria um problema se eu decidisse cobrar.



E ela se virou, era a vez dela de sair estrategicamente, de qualquer forma ficar ali era perigoso e ela agradeceu que ele não veio atrás e tampouco alguém os ouviu.



 



___



-Você é engraçada sabe. – James disse pra ruiva, ela era somente tão perfeita.



-O cabelo reflete no nariz e fica vermelho, eu sempre soube que não precisaria de nada mais do que a peruca.



-Você me entendeu. – Ele pegou um cacho do cabelo dela e começou a brincar com ele, ela ficou tensa imediatamente. – O que foi?



-Nós parecemos um casal assim, acho melhor eu entrar.



Ele segurou o braço dela antes dela fazer menção de levantar.



-Somos um casal.



-Quando você vai falar com a minha mãe, então? – O sarcasmo na voz dela não era ofensivo, ela estava tentando demonstrar um ponto e ele percebeu isso.



-Eu quero você.



-Isso não muda muito as coisas – Ela era teimosa, mas estava certa... James de repente sentiu uma vontade enorme de contar pra Lily que pretendia sumir dali com o dinheiro do Sirius assim que o casamento terminasse, ele queria pedir pra ela ir com ele.



-Não é só querer você, você sabe. – James conhecia as regras, ele não diria nada abertamente mas ele queria que ela soubesse que ele se importava, não era só sobre como eles se entendiam bem se pegando no quarto dele, na biblioteca ou no Castelo.



-Não se preocupe, não vamos lidar com os problemas antes deles chegarem.



-Então me dá um beijo.



-Ta doido? Ta todo mundo aqui.



-E daí? Eu quero um beijo.



-Resgate um da memória agora, sem chances. – A cara de indignação dela era impagável.



-Você me faz querer roubar um, sabia?



-Nem tente James – Ela se levantou, ele também, os olhos brilhando com o pensamento maroto.



-Eu estou louco pra tentar... você não imagina o quanto.



-Imagino sim, por favor... não traga os problemas pra gente lidar.



-Só um beijinho.



-Não! – Lily disse e saiu correndo pra dentro da cozinha, correndo o mais rápido que podia e fechando a porta atrás dela, James não teve nem tempo de ir atrás então só ficou observando a ruiva com um sorriso maroto, ele não iria realmente roubar o beijo.



-O que fez pra ruiva fugir assim de você, meu caro? – Perguntou Sirius levemente curioso se aproximando do amigo, ele estava meio zonzo com a conversa que teve com Lucy e não queria pensar sobre isso agora.



-Ameacei roubar um beijo dela na frente de todo mundo.



-Que coragem, pensei que vocês seriam mandados pra fogueira se tirassem o romance de vocês do escuro.



-E provavelmente seremos mesmo... eu não iria roubar nada, é mais pra atentar a pequena ruiva.



-Entendo.



-Acho que você estava tentando fazer o mesmo com a Lucy... não sei como a Lene não saiu no tapa com ela ainda.



-Como assim?



-Não se faça de desentendido Sirius, você estava muito intimo da novata há minutos atrás... acho que a Lene só não fez nada ainda porque provavelmente sabe que a Lucy é a vitima da historia.



-Hey, eu não sou sempre o cachorro, qual o problema em ser eu o tentando pela Lucy?  - Ele estava falsamente ultrajado.



-Nenhum, mas der! Eu te conheço e provavelmente a Lene também, pelo menos o suficiente pra saber o cachorro que você é.



-Au au! – Desdenhou Sirius, ele achava tudo meio engraçado já que Lucy era quem intimidava ele, mesmo sem saber.



-Mas hem, mudando de assunto... você vai poder me emprestar aquele dinheiro?



-Eu pensei que ele já estivesse na sua conta, não chegou?



-Não sei, não fui ver ainda.



-James James,  tem certeza do que vai fazer?



-Não... mas eu já me envolvi demais com a Lily... demais mesmo.



-E você acha que quanto mais rápido você sumir melhor vai ser?



-É.



-É ridículo, isso sim. – Sirius não escondeu o desapontamento.



-Nada a ver, pensa comigo.. quanto mais eu ficar aqui, mais ela vai se apegar, mais eu vou me apegar.



-Então porque você fica falando o tanto de coisa que fala pra ela?



-Vê, eu não consigo me controlar! Eu preciso me afastar.



-Eu não te entendo Pontas.



-Eu quase pedi pra ela fugir comigo, Almofadinhas, quase! E se eu ficar aqui,  eu não vou conseguir esconder o que a gente tem por muito tempo, eu gosto dela mais do que eu deveria.



-Você diz isso demais... cara, vocês não são irmãos!



-Lembra de como nossos pais surtaram quando viram meu pescoço e o dela roxos?



-É, tem lógica, imagina a sua filha toda roxa de chupões? – Sirius parecia bem divertido, James estava meio corado mas sorria assim como o amigo.



-Ok ok, tem lógica, mas sei lá, meu pai me mandou ficar longe dela.



-James, sinceramente, se você está apaixonado por ela, de verdade mesmo duvido muito seus pais proibirem vocês de namorarem, é lógico que eles não querem que vocês brinquem um com o outro, mas se vocês se querem pra mais do que uns pegas, então duvido eles se oporem.



-Ai,  sei lá, eu realmente quero dar um tempo daqui.



-Ok cara, eu entendo, mas você não pretende contar pra ela né?



-Não, não pretendo não.



-Ela vai ficar super brava quando souber que você fez isso, espero que você tenha noção porque se você voltar depois decidindo que ela é o que você quer... a merda já vai estar feita.



-Eu tenho que pensar nisso, depois do casamento eu vou me decidir, até lá eu vou pensar melhor no assunto.



-E iludir a Lily, né? Ai cara, para por ai, já to até vendo como ela vai reagir quando souber das suas idéias.



-Espero que não seja como você está prevendo, realmente.



-É,  eu também não.



-Ainda não sei o que fazer cara, mas logo eu saberei.



Sirius deu um olhar complacente e deixou o amigo quieto, ele não poderia tomar as decisões certas por James, pois se pudesse as coisas já estariam resolvidas há muito tempo.



É sempre fácil resolver os problemas dos outros, Sirius pensa. Se fosse tão fácil ele e a Lene provavelmente pareceriam mais satisfeitos, ele sabia que ela estava com algum problema, ele havia percebido como ultimamente algo parecia a perturbar e só lhe restava imaginar o que era. Essa impotência toda o deixava louco, Sirius queria estar lá por ela. E ele queria ter a Lucy. Deus, eu preciso me decidir.



 



 



___



 



Lily entrou na cozinha e se trancou, ela arfava e sentia uma dor abaixo das costelas. Sem conseguir se controlar ela soltou uma gargalhada, ele era impossível e ela estava se apaixonando, precisaria de um esforço sobre-humano para se controlar. Talvez ela nem quisesse, no fim das contas, talvez e só talvez as coisas pudessem dar certo. Obviamente não era certo alimentar esperanças, ela sabia disso mas decidiu esmagar todas elas só amanha, por hoje ela se permitiria um pouco de ilusão.



Vinny entrou na cozinha prorurando refrigerante para Anna, ele percebeu as bochechas coradas da corrida, tendo presenciado tudo, o irmão não conseguiu ver além do que aparentava e disse:



-Eu vi você correndo de James, realmente fico feliz que vocês estão começando a se dar bem.



-É – ela respondeu sem articular, de repente sentindo como se tivesse dado na cara demais, pra ajudar quando tudo parece ruim, James escolheu esse momento para entrar na cozinha.



-Hey James, acabei de falar pra Lily que  fico feliz de ver que vocês finalmente pararam de brigar.



James sorriu o tão conhecido sorriso de tenho-tres-mil-quatrocentos-e-sessenta dentes e passou o braço em volta da ruiva, de maneira nenhum pouco delicada, dizendo: - Essa aqui me ama.



-Haha. – Ela disse mal humorada, se recusando a tirar o braço dele dali pra não dar mais ainda na cara. – Só falta você bater no peito e me levar pra fora me puxando pelos cabelos, brutamontes.



-Isso é uma proposta, mulher? – Perguntou divertido, assumindo um tom sexy-ogro.



-Arrumem um quarto! – Brincou Vinicius e saiu da cozinha normalmente, sem perceber o olhar perplexo estampado nos rostos dos dois.



-Ouviu o irmão mais velho. – Comentou James sem poder perder a piada, mas o tom dele era assustado, ele não tinha conseguido se insinuar como queria.



-Eu não quero nem saber o que essa declaração significa. – Ela disse se afastando naturalmente, não por não querer ficar perto.



-Significa que temos que subir pro meu quarto e nos pegarmos loucamente.



-Não essa, o que ele disse.



-Serve pras duas. – Reconstruindo o sorriso safado ele continuou – Vamos?



-Chega de pegação por hoje, você já teve mais do que merecia.



-Ruiva má.



-Sou uma bruxa, me desculpe. Bruxa ruiva má da montanha, como diria a ilustre Gina.



Ela não percebeu o sorriso que isso causou nele, mas notou quando ele tentou furtivamente passar os braços por ela. – Hey, calma ai mocinho.



-Fala sério, ninguém vai ver a gente, só um beijo.



-Claro, quem conseguiria ver por essa enorme porta de vidro transparente, né. – Disse se desvencilhando dele e subindo rapidamente as escadas. Sem esperar por um convite ele foi atrás, a puxando pra perto assim que eles não estavam mais a vista e a beijando demoradamente.



O pulo que os dois deram quando o telefone tocou foi épico, Lily não sabia se chorava de tristeza ou ria com a falta de sorte dos dois. Resignada, ela desceu as escadas para atender, acompanhada de perto pelo menino, que estava duas vezes mais pálido.



-Alô? ... oi mãe. – Ela disse e ele sentou numa cadeira, vendo as duas conversarem.



O resto do dia se passou normal. Era mais ou menos meia noite quando eles foram finalmente se deitar. Lily meio que tinha acabado mais cedo com a festinha porque de acordo com o telefonema de sua mãe, elas iriam cedo escolher os vestidos, o que de repente tinha deixado-a nervosa, ansiosa com a proximidade do casamento, sem conseguir dormir direito a noite.



E seguiu assim pelas próximas seis horas. A ruiva cochilando e acordando, sem adormecer de fato. Seis da manha ela levantou, foi ao banheiro, escovou os dentes e voltou pra cama. Oito e meia o relógio tocou dolorosamente e ela se jogou da cama para conseguir acordar e ir finalmente escolher as roupas. Só de pensar na possibilidade ela já ficou mais desperta e conseguiu repetir o ritual normal de toda manha.



Desceu as escadas e encontrou Sirius conversando com sua mãe e Alex. Eles riam de alguma coisa mas pararam para desejar bom dia a ruiva.



-Bom dia – respondeu enquanto pensava no que comeria, seu estomago quase doía de fome.



-Nossa Lily, você tem certeza que tá bem? Tem dois círculos roxos em volta dos seus olhos.



-Isso, Sirius, se chama noite mal dormida. Estou moída, completamente ansiosa para encontrar meu vestido.



-Nem me fale, querida, essa noite eu nem preguei o olho imaginando o que nos espera. – Ao contrario de Lily, Sarah parecia muito bem, apesar de  não ter dormido.



-Que horas vamos?



-Assim que você estiver pronta. Chamei o Sirius para ir com a gente e nos dar opiniões verdadeiras, com a promessa de que ele seria queimado na fogueira se fizermos feio no grande dia.



-Perfeito – Comentou sorrindo.



-Foi bom te conhecer, Sirius – Despediu-se Alex rindo. O maroto de repente ficou pálido mas Lily conseguiu tranqüilizá-lo com uma batidinha na mão, dizendo que seria indolor.



Saíram logo após terem comido, argumentando sobre qual lugar ir primeiro e depois de uma rápida votação decidiram seguir a ordem das lojas a medida que elas fossem aparecendo.



O primeiro lugar era horrível. As roupas estavam velhas e malcheirosas, elas não tiveram coragem nem de provar uma peça sequer. O segundo parecia ter mais procedência, mas mesmo assim não encontraram o que queriam e dessa forma seguiu até o meio-dia.



Quando chegaram em casa, exaustas e desanimadas, foi unanime que a cidade simplesmente não tinha nada adequado a um velório, quanto mais um casamento. Elas teriam de ir comprar em outro lugar, fora dali. Lily disse que não seria uma má ideia pesquisar as lojas na internet para que elas soubessem aonde iriam amanha, fez uma lista e anotou os endereços.



Sarah parecia extremamente chateada, mas a filha podia entender, nem ela pensou que seria tão difícil ou cansativo sair provando roupas e mais roupas, só que tentou animar a mãe mostrando fotos de noivas famosas em uma revista que compraram na banca. Rindo dos modelitos excêntricos que elas usavam.



Depois do almoço Sirius sumiu, Lily não viu James muito, pois ele tinha saído com Remus. Anna deveria estar com Vinny e Lene não atendia o telefone em casa. Se sentindo abandonada, Lily ligou para Lucy e encontrou uma morena furiosa, em cinco minutos a ruiva já estava entrando no quarto – totalmente elegante – da amiga.



-Hey, eu pensei ter ouvido você quebrando um vaso pelo telefone, o que houve amiga? – Perguntou preocupada, vendo Lucy estirada na cama, parecendo arrasada.



-Você não vai acreditar no que a minha mãe fez.



___



Sirius estava sentado num banco qualquer da praça, observando as pessoas enquanto pensava em Lene e o que seria do relacionamento deles. Tinha ligado para ela há menos de meia hora atrás mas ela não atendia e quando finalmente retornou, ela foi seca o suficiente para fazê-lo desejar não ter ligado. Agora ele estava ali, absorto em pensamentos que ele mesmo sabia que não levariam a lugar nenhum, mas sem evitar pensá-los mesmo assim.



Estava tão distraído que não percebeu uma menina morena, de aproximadamente um metro e sessenta, sentando ao seu lado sem o menor pudor.



-Aposto que aquela sebe que você está encarando é realmente fascinante. –  Começou ela, com um sotaque que ele não identificou de inicio.



-Não diria que o verde dela é mais bonito que o dos seus olhos, mas é, ela estava um pouco fascinante, confesso – flertou ele naturalmente, antes mesmo de poder se impedir de falar qualquer coisa.



-É o melhor que pode fazer? – ela sorriu atrevida, olhando-o nos olhos.



-Não, mas não posso despejar meu charme todo de uma vez, não em uma desconhecida que eu nem sei o nome.



-Alisha.



-Com esse sotaque italiano? – Ele desconfiou.



- Allegra, feliz agora? – Respondeu fingidamente mal humorada, esperando que ele não entendesse a piada  do seu nome, mas o sorriso que ele deu a fez perceber que sim, ele tinha entendido.



___



- E agora Lucy? O que você vai fazer? – Perguntou Lily após ouvir a historia da amiga.



-Eu vou fazer o que ela quer, lógico.



-Como assim?



-Vou devolvê-la para casa, eu sei que é tudo um planinho para me trazer de volta, mas eu não entendo. Minha mãe mesmo me mandou para cá, não faz sentido ela mandar alguém para me buscar.



-Tem certeza que ela veio pra isso?



-Aham, ela mesma disse que não voltaria sem mim.



-Que horror, quando vocês vão?



-Assim que a apresentarmos a dança na escola. Espero voltar em tempo de assistir ao casamento.



-Verdade, e quando ela chega?



-Hoje a noite, foi o que ela disse, pelo menos.



Lucy parecia arrasada e tudo que Lily pode fazer foi abraçar a amiga, dizendo que logo tudo passaria, mesmo ela sabendo que não seria tão simples assim.



___



-O que? Nunca esteve na Grécia? – Perguntou Allegra rindo, ela não podia acreditar que estaria conversando tão animadamente com um estranho.



-Não, nunca, só não entendo o que você já foi fazer em tantos lugares.



-Como assim? – Perguntou evidentemente curiosa.



-Bom, é obvio que você é jovem.



-Qual o problema com quinze anos? – Perguntou com a sobrancelha levantada. Ela parecia muito alguém que ele conhecia, mas não lembrava quem.



-Quinze? Sério? – Ele estava claramente surpreso, não achou que fosse tão jovem assim.



-Vai dizer que nunca ficou com uma menina mais nova?



-Não tão nova. – Respondeu sincero.



-Fala sério – disse ela parando de andar, os dois estavam caminhando a quase uma hora – vai dizer que do alto dos seus dezoito anos, os meus quinze parecem tão distantes assim?



-Hey! Eu costumo fazer mais que só beijar uma menina e prefiro muito não ter o risco de ser preso por isso.



-Claro  – respondeu irônica – porque eu fico só em pegar na mão, decerto.



E parecendo mais provocativa que antes, ela voltou a caminhar, rindo da cara de satisfação surpresa do moreno.



-Você é pior que eu, se duvidar.



-Eu tenho plena certeza que sou. E essa nem é a minha melhor habilidade.



-E qual seria sua melhor habilidade? – Provocou de volta.



Sem muitas delongas e de um jeito seguro demais para uma menina tão nova, Sirius a viu se aproximar dele como se fosse o beijar.



-Eu faço as pessoas me quererem em menos de dez minutos de conversa. – Os olhos dela brilharam de forma perigosa.



De fato, ele poderia confirmar isso.



-Okay, se você diz.



Ela riu da aparente desconfiança dele.



-É sério, você saberia se eu tivesse usado meu poder em você. – Os cabelos longos e extremamente pretos caíram levemente em frente ao rosto e ela distraidamente os jogou para trás.



Ela era uma menininha divertida, mas um grande aviso de perigo brilhava em sua cabeça bem ao lado de uma placa gigante dizendo “quinze anos!”.



Cada minuto ao lado dela o fazia esquecer dos problemas com Lene, ele não estava ansioso para deixar a nova amiga, por assim dizer, ir embora tão cedo não parecia uma opção no momento.



Allegra, porém, perguntou algo que mudou totalmente a postura de Sirius em relação a ela.



- Então, qual o problema com a sua namorada?



___

N/a Pessoal! Quanto tempo :O eu tenho até vergonha de voltar aqui, considerando os séculos que eu fiquei sem postar :/ Mas saibam que eu nunca me esqueci de vocês e nem dessa fic! Ela sempre martela na minha cabeça, dizendo: me escreva, me escreva. É até um pouco assustador .__.

Mas de qualquer forma, eu tentarei terminá-la sim, mas não quero iludir vocês com promessas de que postarei regularmente ou ao menos não demorarei tantas eras, porque eu não sei exatamente como será a minha inspiração daqui pra frente. Finalmente entrei na faculdade e ela está me matando, com sorte conseguirei escrever algo nessas férias que estão chegando, mas lembrem-se, eu infelizmente não posso prometer nada :(

Muito Obrigada por não me abandonarem e continuarem comentando.

Beijos;*

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Comentários: 4

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Enviado por Vanessa Sueroz em 06/12/2011

hahaha adorei o cap"!!! james e lily sãoo mto fofos, mas ainda estou doida com o james por ele querer ir embora. e o sirius?? não eprde uma hein!!

Nota: 1

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Enviado por Camila Rosa em 28/08/2011

Ai minha nossa COMO ASSIM James vai fugir SEM a Lily?

Amei demais. 

O QUE A VACA DA MÃE DA LUCY FEZ?

E nossa do nada aparece uma menina para conversar com Sirius, ele é o que paragirls?

 

beijos

Nota: 4

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:: Página [1] ::

Enviado por geisinha em 09/08/2011

Eu quero mais.
POr favor não pare de postar,eu sempre venho aqui para ver se você voltou. rs'

Nota: 1

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:: Página [1] ::

Enviado por Emma Black em 07/07/2011

Eu quero saber o que diabo a mãe da Lucy fez, quem diabos é essa Allegra oferecida e se o Jay vai fugir com a Lily! Conclusão: use as aulas que seus professores não dao pra escrever!

hauhauahuahua

Se vc parar nesse cap eu te mato!

;**

Nota: 1

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