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18. Endless


Fic: Restless - Rose&Scorpius - FINALIZADA ULTIMO CAP ON


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Endless


 


Decidi chegar mais cedo que Scorpius na Toca. Na verdade, um dia antes. Se minha avó estava se comprometendo a fazer um jantar especial para os noivos, eu não via meio melhor para agradecê-la do que ajudando a fazer a comida, a sobremesa e as bebidas. Além disso, eu sabia quais eram os aperitivos que Scorpius gostava e podia usá-los como ingredientes. Eu elogiava tanto as comidas da minha avó que queria deixar ainda melhor para que Scorpius não se arrependesse caso alguma briga acontecesse. Pelo menos nós iríamos voltar para casa com a barriga cheia.


Mas naquela noite todos estavam animados com o Natal, mesmo sabendo que haveria a presença de um Malfoy na mesa. Parabenizaram-me pelo casamento, até mesmo James, que antes não acreditava em baboseiras como essas. Meu pai ainda estava em seu canto, optando não demonstrar muita coisa, mas eu me aproximei dele e o abracei.


– Pai, estou tão feliz – eu disse.


– Eu sei, pequena – ele respondeu baixinho. – Você sabe, não sabe? O problema não é o Malfoy. O problema é ver você crescer. Eu descobri isso agora... meu pai melhorou e eu percebi que há coisas que são mais importantes do que uma rivalidade imbecil. É ver todo mundo reunido em um só lugar, rindo. E não brigando. Nunca brigando.


– Obrigada. Era só isso o que eu estava pedindo para que o senhor fizesse em todos esses anos. Entender.


– E eu entendo – ele garantiu. – Prometo que vou me comportar com seu noivo nesse jantar. Mas não prometo isso pelo resto da sua vida.


Eu sorri mostrando todos os dentes e ele apertou a ponta do meu nariz levemente, como costumava fazer quando eu tinha cinco ou seis anos. Nós dois estávamos muito sentimentais. Eu ia me casar. E meu pai estava tentando se conformar com isso, no minuto em que alguém entrou na sala d’A Toca, segurando o gorro com a mão.


Scorpius estava maravilhoso, ali parado me olhando no meio da minha família toda. Minha avó havia atendido a porta para ele e o levara até lá. Eu sei que já o vi tantas vezes, mas ele estava ainda mais lindo com o casaco verde e a camisa de gola alta preta, os cabelos perfeitamente penteados. Sorria um pouco de lado quando me aproximei e lhe cumprimentei com um beijo. Segurei sua mão e anunciei assim que tive a atenção de todos. Impossível não ter com um homem desses ao meu lado:


– Pessoal, eu sei que já devem ter visto ele em jornais ou revistas, mas não custa dizer que esse é o meu noivo, Scorpius Malfoy.


Ele apertou a mão de todos, com educação. Assim que chegou a vez de meu pai, Scorpius disse:


– Feliz Natal, senhor.


– Me chame de Ronald – ele pediu, apertando a mão de Scorpius. Minha mãe estava ao seu lado.


– E me chame de Hermione – disse e então o abraçou. Sim, mamãe abraçou Scorpius e pediu baixinho: – Cuide dela por nós, é a nossa pequena Rose. Mas agora vai ser mais sua do que nossa, então...


– Farei isso – ele garantiu, colocando o braço ao redor de meu ombro.


Meus tios estavam ali e tiraram sarro, como sempre, mas, o mais importante, ficaram felizes por nós e desejaram boa sorte no futuro. Fizeram perguntas constrangedoras e estranhas a Scorpius, para testá-lo, mas Scorpius conseguia contornar as perguntas e deixá-las constrangedoras para os meus tios, e foi assim que ele se tornou bem-vindo naquela casa. Não estava agindo friamente, sorria e falava com todos que vinham cumprimentá-lo.


Jogou xadrez contra Teddy e tio George, venceu meu tio Percy, perdeu para o meu pai – acho que Scorpius não ousaria nem tentar ganhar – porque nunca em minha vida eu vi Scorpius tão social e alegre.


A caminho da extensa mesa de jantar, eu perguntei a ele:


– O que seu pai disso sobre estar aqui?


– Essas palavras: Cuide da sua vida, filho. Acredite, eu não podia esperar por resposta melhor. Você está linda – ele acrescentou, beijando o topo da minha cabeça.


– Arrumei o cabelo, viu?


– Maravilhosa – acrescentou, rindo.


Jenny pigarreou.


– Vamos, meus amores, estão interditando a passagem – ela disse.


– Bah bah bah bah – disse David em seu colo, jogando os bracinhos em minha direção. Eu o peguei em meu colo, sentindo seu calor de bebê que me fazia sentir protetora e ao mesmo tempo amada, porque ele parecia gostar quando eu o segurava. Olhei para Scorpius e confessei:


– Quero ter um desses.


Pensei que me arrependeria por ter falado isso, pensei que Scorpius poderia ir embora.


Mentira, não pensei.


Eu não teria dito se não tivesse certeza de que ele iria agir perfeitamente bem sobre essa confissão, sobre esse sonho infantil que afogou dentro de mim por anos e que só agora eu estava salvando-o dali de dentro.


Scorpius disse:


– Eu distraio todo mundo e você o coloca no bolso.


E eu soube que nunca estive tão preparada antes. Devolvi David a Jenny que cochichou:


– Só não tentem fazer agora. Vocês estão se saindo muito bem, maduros e adultos, como eu e Albus. Continuem assim e se controlem.


– Querida, esqueci as coisas de David em casa – anunciou Albus, desesperado, passando pela gente.


– O quê? Não acredito, Albus! Eu disse para você que eu não ia pegar!


Scorpius pegou a minha mão e, enquanto os dois brigavam, nós nos sentamos a mesa, um do lado do outro.


Minha mãe sentou ali perto. Quando todos se acomodaram, Albus e Jenny pararam de discutir, o último a sentar foi meu avô. Ele estava perfeitamente bem, orgulhoso, feliz e alegre naquela noite. Viu Scorpius e eu juntos, a surpresa foi inevitável, mas a felicidade foi admiradora, que me deu satisfação.


– Quem está faltando? – perguntou tio Bill. – Faltam dois lugares.


– James e a Haley. Onde eles estão? – quis saber Lily, sentada ao lado do namorado. Toda semana ela estava com um namorado novo. Acho que isso nunca ia mudar nela.


– JAMES, DESÇA AGORA PARA JANTAR, A MESA ESTÁ PRONTA, SÓ FALTA VOCÊ E A HALEY AGORA – gritou tia Ginny, espantando ninguém.


Ouvimos passos apressados da escada, James e Haley vinham de mãos dadas. Eu jurava ter visto James subindo o zíper da calça e fingi que não dei atenção a isso. Mas Haley se entregou totalmente, pois estava com os cinco botões da blusa aberto. Ela os fechou quando percebeu que eu olhei.


– Desculpem o atraso, nós estávamos...


– Tentando fazer filhos – disse Albus, que levou um cutucão do irmão.


– Eu estava mostrando umas fotos de família para Haley – contou James, sincero. – Mas então acabamos nos distraindo e...


– James! – exclamou Haley, constrangida. – Feliz Natal a todos.


– Sente aí, Haley, até parece que ninguém aqui nunca fez o que vocês estavam fazendo – disse tio George.


– Só o David – disse Jenny, tampando os ouvidos do filho.


– Ele não vai ser diferente – garantiu Al.


– Vamos mudar de assunto! – pediu meu pai. – Mãe, o que a senhora fez para essa janta incrível?


– Rose me ajudou com alguns preparos. Vocês vão adorar.


– Espaguete – disse Scorpius surpreso, pegando meu prato e colocando um pouco para mim, depois para ele.


– Viu, Al? – Jenny nos observava. – Por que você não faz como o Scorpius e seja cavalheiro, servindo-me primeiro?


– Porque os dois ainda não estão casados de verdade – ele respondeu, enchendo o prato dele com peru, purê de batata, espaguete e raviolle. – Brincadeira, amor, te amo. – Lembrou, dando um beijo no rosto dela. Jenny fechou a cara.


O resto do jantar foi praticamente assim. Conversas paralelas, discussões sem fundamentos, mas que logo eram resolvidas quando alguém fazia uma piada. Albus mais vez foi o motivo de assuntos constrangedores sobre banhos e fotos de quando era criança. Hugo nos apresentou sua nova namorada, que era interessante, mas tímida demais para fazer parte de piadas. Scorpius passou a maior parte do jantar mais ouvindo do que falando. Ninguém fez inquisição alguma, ninguém perguntou de seus pais, ninguém falou nada sobre a guerra que ocorreu há anos.


Mas quando minha avó se levantou e pediu silêncio, todos nós entendemos o que era. Ela, então, fez questão de lembrar:


– Fred, Remus, Ninfadora, Alastor e todos os nossos entes queridos que partiram durante a Grande Guerra, sentimos a falta deles todos os dias, mas não deixamos de sorrir por eles um dia sequer.


Fizemos um minuto de silêncio, como em todo o jantar de Natal. David tossiu três vezes e resmungou, estranhando a família tão calada, mas ninguém se incomodou. Finalmente meu tio George disse:


– Como diria o Fred... vamos comer a sobremesa logo!


Meus pais enxugaram as lágrimas. As conversas e as risadas voltaram com mais fervor ainda. Eu olhei para Scorpius ao meu lado que observava a todos com uma expressão calada e pensativa.


– Está gostando? – perguntei baixinho.


– É uma delícia. Sua avó cozinha muito bem.


– Vou dizer isso a ela, mas eu quem fiz o espaguete.


– Oh, estou me casando com a mulher certa.


Ele beijou as costas da minha mão e sorriu. De repente segurou a taça de vinho e a voz dele saiu baixa, mas todo mundo ouviu:


– Eu gostaria de dizer uma coisa.


– Cala a boca, Albus, Scorpius quer dizer uma coisa – Jenny deu um tapa no braço dele.


Novamente a mesa ficou em silêncio, e Scorpius se levantou, ajeitando o casaco. Ele começou a dizer:


– Queria agradecer ao sr. Weasley – olhou para meu avô – pelo convite. Vou me casar com uma de suas netas e eu nunca me senti... feliz antes. Fiz escolhas que não foram certas durante a minha vida e não sou o melhor homem do mundo, mas não é o sobrenome que dita o que a pessoa é ou vai ser. Os erros e o arrependimento sim. Minha família também cometeu erros, meus pais, todos nós. – Ele hesitou, como se não encontrasse as palavras que gostaria de dizer. Então preferiu pular e ir direto para o assunto, dizendo a mim: – Eu amo você, Rose. Simplesmente assim, e eu não tenho medo de confessar isso para a sua família inteira agora, porque... daqui alguns meses eu vou fazer parte dela. E gostaria que eles soubessem que o que sinto é verdadeiro, e que a minha intenção todo esse ano foi de fazê-la feliz, e não de criar uma guerra entre nossas famílias. O que sentimos não deve ser motivo de rivalidade, mas de união. E acho que nos resumimos a tudo isso... união.


Eu estava com lágrimas nos olhos, de emoção e felicidade. Levantei-me e o beijei nos lábios por vários segundos. Quando o soltei, eu sussurrei:


– Também amo você, Scorpius. Obrigada.


Voltamos a nos sentar.


Scorpius continuou na mesa. Ele tinha razão, nossos sentimentos não eram motivos de rivalidade.


Mas sim de união e felicidade, tudo o que estava acontecendo naquela singela noite especial de Natal. O melhor presente que pude ganhar do meu pai: a benção para o nosso casamento. Minha idéia de ter uma família com Scorpius aceita. Outra nova geração se instalando naquela mesa, começando por David, que berrava e ria para todos.


Não queria que aquela noite acabasse. Ficamos conversando na sala, Scorpius acariciando meu cabelo distraidamente enquanto riamos das situações engraçados que aconteceram. Ninguém se incomodou conosco e isso foi incrível. Ganhei vários presentes, dei meu livro para minha mãe e meu pai, com dedicatória e tudo.


As vendas estavam razoavelmente boas e no ano seguinte Bridget Jones dissera que gostaria de investir comigo mais vezes. Enquanto escrevia meu segundo livro, - dessa vez eram contos infantis –, voltei a trabalhar no Ministério para garantir meu futuro. Dansford havia desistido do cargo de chefe e, com um leve esforço, Jenny pegou o seu lugar, melhorando o emprego de todos, principalmente o meu. Aprendi a gostar mais do que eu fazia, dei mais valor a Cooperação porque com minha melhor amiga as coisas valiam à pena.


Albus estava dando aulas de Defesa Contra as Artes das Trevas em Hogwarts, mas desistiu quando percebeu que assim ficava muito longe de Jenny e de David. Prometeu a mim que tentaria novamente quando David estivesse mais crescido e pudesse entender sua ausência. Eu não duvidava que estivesse fazendo a coisa certa.


Violet Jones me mandava cartas todos os meses, contando sobre os amigos que fizera em Hogwarts. Antes, tão anti-social, agora se dizia ter a quem confiar seus segredos. “Algumas meninas já leram o seu livro e um dia eu disse a elas que conhecia você. Elas não acreditaram. Poderia me mandar um autógrafo e dizer que isso é verdade? Obrigada, Rose!” Sorrindo, eu lhe escrevi de volta, assinando por último. E coloquei um P.S: Seja minha dama de honra.


 


 


 


Acordei com um beijo no pescoço de Scorpius.


– Oi – ele sorriu quando abri os olhos, sonolenta. – Você está linda.


– Meu cabelo não está horroroso, então?


– Não, nunca estiveram – ele disse. – Sou apaixonado por eles desde o dia em que os vi, na estação King Cross exatos quatorze anos atrás.


E eram exatos mesmo. Marcamos nosso casamento em 31 de agosto, um dia antes do ano letivo em Hogwarts, para que Violet pudesse comparecer a ele, com seu vestido de dama de honra violeta. Aquele dia era 31 de agosto. Eu ia me casar.


– Te vejo no altar – ele disse, pouco antes de nos despedirmos. Beijou-me os lábios e me desejou boa sorte. Eu não o veria a tarde inteira, mas isso não era problema já que eu estava me preparando para casar com ele.


 


 


Um dia, mesmo que demore, vai acabar percebendo porque faço coisas erradas. Faço para você me corrigir.


Tais palavras mudaram a minha vida. Magoaram-me, apaixonaram-me. E eu iria sempre corrigi-lo, dizer o que era certo e errado, assim como ele faria comigo, já que também cometi meus erros. Ao fazer nossos votos, Scorpius disse que me amaria na saúde e na doença. E eu fiz a mesma promessa. Era um jogo de ação e reação. Um jogo incompleto se fosse individual. Passamos por coisas que não iríamos passar porque aprendemos. E segurar um buquê, ser levada pelo meu pai no altar e ficar de frente ao homem que eu mais amei apaixonadamente, dolorosamente, intensamente, era o resumo disso tudo.


Scorpius me quis em sua vida, mas me tirou dela por motivos altruístas. Não importava se isso era só uma desculpa por ter agido de forma tão estranha. Naquela época, não havia futuro para nós.


Agora, amadurecidos, o futuro estava presente todos os dias.


– Eu aceito – respondi.


Aceitava casar com Scorpius, porque eu nunca aceitei ficar separada dele, nunca aceitei nosso tempo afastado, demorei a aceitar aquelas desculpas. Mas, na verdade, desculpas era o que menos importava. Scorpius demonstrou que me amava, e demonstrar provas de amor era muito melhor do que demonstrar a existência desse amor.


O amor não acaba: ele descansa, porque, de uma maneira ou de outra, vai estar eternamente tirando suas forças, picando você como a rosa de um espinho, de um jeito lento e devastador, porque às vezes pode acordar.


Quando acorda, não há mais volta.


– Eu aceito – respondeu Scorpius.


E aquele coração continuaria batendo eternamente inquieto.


 


 


 Fim


 


 


 


Obrigada a todos que leram, que desistiram, que chegaram até aqui. Foi preciso muita força e dedicação. Sei que a maioria de vocês já me esqueceu, mas não me esqueci de vocês. Não recebi tantos comentário quando decidi voltar a escrevê-la, então tive alguns problemas internos com ela e havia dias que eu cogitava em deletá-la, mas havia uma força dentro de mim, obrigando-me a não fazê-lo porque um dia eu ia chegar ao fim, e cá estou eu. Peço desculpas por não dizer nada sobre um "último capítulo", mas foi uma revelação para mim também.


Ficaram muitas pautas, os acontecimentos foram rápidos, mas achei melhor dar ênfase ao importante, e não expor mais detalhe pois a fanfic foi cheia disso desde o primeiro capítulo. Tenho ódio e amor por “Restless”, pois quando a releio quero mudar tantas coisas. Mas eu a amo, porque fez parte dos meus dias no ano passado e eu deixei de dormir e prestar atenção nas aulas por ela. Posso ter deixado de postar por meses e vocês já terem desistido, mas eu ainda a carrego comigo. Obrigada a quem sente o mesmo!


Um trabalho que começamos deve ser terminado, e somente hoje acordei com essa inspiração, com amor por Restless, com saudades. Mas ela deveria ter um fim e não continuar enrolando. O fim foi esse. Conclusões e conclusões... mesmo que a vida de Rose e Scorpius só estejam começando.


Obrigada, mais uma vez, e espero que passem por aqui, apenas para dizer o mínimo, não vou implorar pelo máximo, não fui uma autora dedicada, mas sim com falta de inspiração. Restless chega ao fim, oficialmente. O fim de uma história para começar outra, a vida é assim.


Um beijo e um cheiro,


Belac.

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Comentários: 8

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Enviado por Camile Damasceno em 19/02/2016

Eu comecei a ler Restless há uns três anos atrás, acabei "abandonando" por n ver atualizações, embora tivesse buscado várias vezes. Dia desses, me bateu uma vontade de abrir o FeB e procurei por Restless nas minhas leituras e vi q havia um final! Voltei a lê-la TODA novamente e confesso que não me lembrava de muitas coisas, era quase como se eu a estivesse lendo outra vez. E olha, que experiência linda! Li a fanfic com outros olhos, agradecendo por ter a oportunidade de ler uma fica tão maravilhosa! Você está de parabéns! Restless é, oficialmente, uma das minhas fanfics favoritas! :))

Nota: 1

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Enviado por Letícia Tonks em 25/11/2012

sinceramente, eu amei essa fic, o verdadeiro amor e odio!

Nota: 5

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Enviado por slytherin rules em 15/04/2012

Ei, não sei se lembra de mim, na verdade nem tem como lembrar, pois estou em outra conta. A questão é que a conta que eu uso normalmente é a Leeh Malfoy mas tive que fazer essa outra quando a FeB resolver proibir as contas de pessoas com menos de 18 anos entrarem em páginas de fanfics que contem censura. Um abuso, mas fazer o que? Queria dizer que achei adorável o final que colocou aqui nessa fanfic, e sei que demorou para concluí-la, mas que fiquei contente em relembrá-la e vir caçar os ultimos capitulos que faltavam enquanto eu ainda lia. Ao longo da fanfic deu para perceber como ela tomava formas diferentes e, lendo agora o final, é visivel a diferença dos primeiros capitulos. Não que seja ruim, acho que é amadurecimento (e olha que a fanfic começou bem madura já), foi impossível não gostar da deliciadeza que tratou os assuntos importantes tão sutilmente e mesmo assim, o conduzindo bem. Ver essa Rose mais madura e certa de que amor não é tão horrível como ela afirmava no começo da fanfic e esse discurso do Scorpius no final demonstra claramente a evolução dele, apesar de o conhecermos maduro quando ele volta da França.

Meus parabéns pela fanfic, ela foi incrivel e me fez vibrar com as passagens. É super gostosa de ler o cotidiano desses dois jovens adultos. Parabens mesmo. Um ótimo ano para você e até futuros trabalhos seus, quem sabe.

Nota: 5

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Enviado por Lana Silva em 29/12/2011

Nunca li uma fic tão linda perfeita e diferente quando essa, vocÊ escreve muito não que eu precise lhe dizer mas você arrasa flr *---------------------------------* Parabens !

Nota: 5

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Enviado por Ana CR em 06/11/2011

Demorou mais chegou... e chegou chegando! (;

 

Parabéns! 

 

Final maravilhoso!!!!!

Nota: 5

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Enviado por Lays Mary em 01/11/2011
perfeito.pena q acabou, parabéns .bjsssssssssss
Nota: 5

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Enviado por Jheni weasley em 30/10/2011

A fic ficou otima tudo parabéns. E obrigada por escrever de coração, por sempre fazer nos leitores felizes Bjus!

Nota: 5

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Enviado por Joan em 29/10/2011

Ficou perfeito *-*

Nota: 5

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