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27. Malfoy's


Fic: Severus - A partir de Agora (Snape/OC) NC17!! - Indicada para o Multifaceted na categoria Dark


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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J








 




J.K. é a dona, só estou me divertindo. E não estou ganhando dinheiro com isso.




Por favor, não me processe, eu não tenho nada.




Agradeço a todos os bons autores que li. Com certeza muito influenciaram.




E como disse um deles, se você reconhecer algo, não é meu.




 




 




Capítulo 27
              

 
Malfoy’s





           

                

      
Você e eu jamais estaremos separados.
 





 




Ele tinha ido. Ao jantar.




Sem olhá-la.




‘Que seja.’




Combateu. O sentimento que a acompanhou. Desde a tarde.




Esperando. Que seus olhos não estivessem muito vermelhos.




Rony e Hermione estavam na mesa da Grifinória. Com os outros. Tristes. Não viu Harry.




Dumbledore se levantou. Alguém bateu num copo. Com um garfo. Os alunos se calaram.




-
        
Como vocês já devem saber. Nosso professor de Defesa Contra as Artes das Trevas. Remus Lupin. Foi convidado. Pelo Ministério da Magia. A ser auror. E nos deixou. Hoje.




Havia murmúrios por todo o salão.




-
        
E eu temo. Que tenhamos ficado sem professor. Novamente.




-
        
Parece até que o cargo está enfeitiçado! - ouviu um dos alunos, de longe.




Tentou não pensar. Que ele não mais a chamaria. Para conversar. E para seus passeios.




Mesmo que tivessem ficado raros. Ultimamente. Que não estaria mais ali. Se ela precisasse.




Fechou os olhos. Um segundo. Para fazê-la esquecer. Do que poderia ter tido.




Suspirou. Virando a cabeça. Para a cadeira. Que Lupin normalmente ocupava. Vazia. Sentiu a tristeza.




Levantou os olhos. Encontrando pretos. Intensos. Que se desviaram. Pouco depois.




-
        
Contudo. - ele se sobrepôs aos murmúrios - Nesses tempos. Não podemos nos dar ao luxo. De ter horários vagos. - havia silêncio - Assim. A partir de segunda-feira. Haverá aulas extras. - exclamações de decepção - Com qualquer
 
professor disponível. Conforme os horários. No quadro de avisos.




Ficou olhando a reação dos alunos.




E dos professores na mesa. Viu Minerva suspirar.




Tentou comer. Não conseguiu.




Saiu dali.




Pretos nela.




 




Vagou. Pelos corredores. Absorta.




Tomando cuidado. Para não se afastar.




Estava perto de seu quarto. Parou.




Encostou-se na pedra fria. Olhando a noite. Lembrando.




Até que tudo se transformou num borrão. E uma lágrima desceu.




-
        
Tenho certeza que ele voltaria. - ouviu a voz fria às suas costas - Se pudesse vê-la agora.




Fechou os olhos. Sem querer enfrentá-lo. Não esta noite.




Mas não ia permitir. A mais leve insinuação.




-
        
Ele era um bom amigo. Alguém de valor. Que sempre me ajudou. - falou devagar - E me apoiou. Quando precisei. E eu sinto sua falta. Queria que ele ainda estivesse aqui.




‘E você não poderá fazer nada quanto a isso.’




Ele não respondeu. Mas ela pôde senti-lo. Parado. Ali.




-
        
Por que não disse isso a ele? - disse seco.




Sentiu o tom. De desafio. E raiva. Que refletiu nela. Secou o rosto. Irritada.




-
        
Por que talvez ele ficasse. Se eu tivesse pedido.




Demorou.




-
        
Então por que não pediu? - a voz dura, por entre os dentes.




Ela se virou. Olhando em pretos. Sem responder.




Lupin tinha razão. Ele não a assumia. E naquele momento. Não teve certeza. Se o faria um dia.




Tentou se afastar. Para seu quarto.




Ele segurou seu pulso.




-
        
Eu lhe fiz uma pergunta!




Olhou para a mão em seu pulso. E para ele. Ninguém o desafiava. Mas ela não era “ninguém”.




-
        
Está se arriscando. - levantou uma sobrancelha, olhando-o - Podem nos ver juntos.




A mão dele apertou mais.




-
        
Tem razão.
 
- havia raiva na voz vagarosa.




Então ele a soltou. Segurando seu braço. Puxando-a. Pelo corredor. Em direção ao seu quarto.




-
        
Solte-me.




Ignorou-a.




Eles entraram. Fechou a porta. Sem soltá-la. Virou-se para ela. Alto.




-
        
Responda!




Olhou-o. Vendo. O vinco na testa. O cabelo no rosto. E pretos. Luzindo. Vulcão.




Algo dentro dela se suavizou. E sentiu. De repente. Todo o desafio ir.
 
E a raiva. Deixá-la. Suspirou.




‘Porque eu te escolhi.’




Ela o queria. Precisava dele. De sua presença. E sabia. Nunca tinha havido. Uma opção.




Lembrou do que Lupin tinha dito.




Aproximou-se. Os corpos quase se tocando.




Levantou a cabeça. E mergulhou. Em lagos negros.




-
        
Remus sabe a resposta. - provocou com voz macia, vendo quando ele se retesou.




Levantou a mão. Até seu rosto. Tocando-o. Com a ponta dos dedos. Suavemente. Presa em pretos.




-
        
E te diria. - levou a boca até a dele - Que eu prefiro... - olhou seus lábios - escuridão. - sussurrou.




Levou um segundo.




Antes da boca na dela.




 




*****




 




Os feriados da páscoa estavam chegando.




Ela imaginou como seria. Ter o castelo de novo vazio.




E Severus.




Sorriu.




 




*****




 




-
        
Vinte centímetros. - encarou-os, os olhos frios - Nenhum a menos. - levantou uma sobrancelha.




Olhando direto para Harry Potter. Que desviou os seus. Guardando seu material.




Draco sorriu. Encarando a “Doninha”, desafiador.




Depois de mandar um beijo debochado para a “Sangue-ruim”.




Acabou de juntar seu material. Sem pressa. Os outros saíram. O sorriso sumiu.




Ele fez um sinal para Crabe e Goyle. Dispensando-os. Arrogante.




Eles saíram. Fechando a porta.




Severus o observava. Fingindo não ver. Corrigindo um dos pergaminhos.




-
        
Algum problema Sr. Malfoy?




Ele se aproximou. Parou.




-
        
Não senhor.




Ele levantou os olhos do pergaminho à sua frente.




Uma sobrancelha se elevou.




-
        
Tem certeza?




Draco elevou a cabeça. A fisionomia séria.
  
Respirou.




-
        
Professor... - começou devagar - há alguma chance de... - parou.




Snape estreitou os olhos. Vendo a hesitação.




-
        
O quê, Draco?




Custou.




Viu-o molhar os lábios. Pálido.




-
        
De eu ficar.




Franziu a testa.
  
Olhando em cinzas. Aquilo era sério.




-
        
Aconteceu alguma coisa Draco? - perguntou devagar.




Ele molhou os lábios de novo.




-
        
Não senhor.




Ele viu.
   
A mentira.
   
E o medo.




Ficou mais preocupado. Tenso.




-
        
Eu podia escrever a seus pais. - começou - Dizer que você precisa ficar...




-
        
Eles vão pensar que fiz alguma coisa errada! - interrompeu, estremecendo - Que estou em detenção ou que não estou indo bem nas matérias. Ou...




-
        
Acalme-se Draco! - preocupou-se mais, a voz dura - Talvez eu possa convencê-los de que preciso de você aqui. - disse lentamente, sério - Não há nenhuma convenção ou encontro programado para esses dias. Mas eu posso precisar... de um bom aluno. Alguém... confiável. - ele o olhou
significativamente - Para me ajudar com algumas poções.




Cinzas. Sérios.
 
Considerando.
     
E houve sombra.




Franziu a testa. Molhou os lábios de novo.
 
Levantou a cabeça. Altivo.




-
        
Não. - falou devagar - Está tudo bem. Foi só uma idéia estúpida.




Virou-se para ir.




-
        
Draco. - chamou.




Ele se voltou. Devagar.




-
        
Você sabe que eu vou estar aqui. - encarou-o, sério.




Ele ficou olhando.




Depois apenas acenou com a cabeça.




E se foi.




Snape se recostou na cadeira. A testa franzida.




O pergaminho esquecido à sua frente.




 
 








*****



 




 




Despediu-se de Hermione. E dos outros.




Que estavam felizes. Por se afastarem. Rever seus pais. E esquecer.
 





A tensão. A antecipação. E a preparação.




Harry foi ficar com Lupin. Não restou quase ninguém.



 




 




*****



 




 




-
        
Não Harry.




-
        
Mas porquê? - estava exasperado - Qual a graça de passar o feriado aqui se não posso ir a lugar algum?




Lupin o encarou.




-
        
Não. A Ordem foi avisada. Há perigo.




-
        
A Ordem. A Ordem... - virou-se para a janela - Aposto que foi aquele Snape! Só para estragar meu feriado! - entrou no quarto, fechando a porta com mais força que o necessário.




Lupin suspirou.




 




*****




 




O feriado não estava sendo como ela esperava.




Perambulou pelo castelo. Sem ter o que fazer. Entre as idas e vindas dele. Para a Ordem.




Pensando. Em como era sua vida. Antes. E não se permitindo. Entristecer.




Até que lembrou. Sobre os livros. Que tinha conseguido. Da biblioteca. E de Hermione.




Voltou para o quarto. Devagar. Para ler.




“Crianças Bruxas”.
 
Ou “Poções - Como estabilizá-las”?




Poções. Abriu-o.




‘Grande pretensão...’




E era o terceiro que lia sobre o assunto.



 




 




*****



 




 




Sábado.
  
Dez horas da noite.




Colocou o livro na mesa com um barulho.
 





Deitando. Olhando para o teto. Esperando o sono.




Mal o tinha visto. Desde quinta-feira.




Abraçou-se. Preocupada. Sabendo.
 
Não por ele!
 
Que algo inesperado havia acontecido.




E que ele tinha ido. Para a Ordem. Arriscando-se. Novamente.




Sacudiu a cabeça. Afastando da mente. O perigo. A apreensão.
  





Lembrando. O que tinha acontecido. Até ali. Depois de Lupin. Dos chamados. E dos últimos dias.




E constatando.
  
Que ele continuava... reservado.
 
Apesar de não ter sido mais...convocado.




Por enquanto...
                 
Estremeceu.




Agradecendo mais uma vez aos céus. Por não ter passado. Mais uma daquelas noites.




De angústia. Agonia. Medo. E dor.
 
Para ambos.
 
E para aqueles. Que roubavam. Sem querer. Mais um pouco da alma dele. A cada vez.




Pensou. Que embora elas tivessem sido terríveis. De um modo... estranho.




Era como se eles estivessem mais... unidos. Depois de tudo.




E mesmo que ele ainda se colocasse... longe. Tinha percebido. Que ele parecia ter entendido.




E começado. A acreditar. Que ela estaria ali. Inteira. Não só seu corpo. Para ele. Porque queria estar!




Parecia não esperar.
 
Que sua... dedicação. Sua preocupação. Fosse além. De algo físico.




Ela esperaria. Haveria mais. Dele. 




Ela queria mais. Merecia mais. Como ele. Exatamente como ele.




Já tinha conseguido sua confiança. E isso. Era muito. Em se tratando de Severus Snape.




E ele... cuidava dela. Preocupava-se. Ou parecia se preocupar.




Ela o conhecia mais agora. Sem a ilusão romântica que tinha. Quando chegou.




Só... a realidade. Do tormento. Da desesperança. Que ele controlava. Duro.




Exceto em suas noites. Quando havia o desejo. Forte. Poderoso.




Que o fizera esquecer. Mais de uma vez. O que ele precisava esquecer.
 





E ainda que ele não tivesse recuperado o brilho dos olhos escuros.




Ele tinha estado lá. No castelo. A salvo. Vivo. E a distância... Estava diminuindo. Devagar.




Fechou os olhos.




Deu outro suspiro. Profundo.




Sentindo falta.




Dele.




E de seus braços.




 



 




*****



 




 




Domingo.




Estava chovendo. Afastou o cabelo do rosto.




Olhando. De longe. A água bater na superfície do lago.




Fechou os olhos.




-
        
Não tem nada melhor para fazer?




O coração disparou. Inalou. Abrindo os olhos.




Isso era um cumprimento? Depois de...




Nem sei quanto tempo!’




Isso...


 
Era um cumprimento? Depois de toda a preocupação... Com ele!




Mordeu o lábio. Não se virou.




-
        
Estou esperando. - a voz rouca em seu ouvido, causando arrepios.




Respirou.
 





Voltou-se para ele. Os olhos brilhando.




-
        
Eu estou bem, obrigada. - levantou a cabeça - Tem razão, eu não tive um bom dia ontem. - a voz zangada -
 
E boa tarde para você também!




Imaginou o que ele faria. Em sua raiva. Por tê-lo provocado. Mas nunca pensou...




Era divertimento o que ela via em sua expressão?




Não esperou.
 
Indignada.




Andando rápido.




Até que sentiu seu pulso agarrado. E um corpo perto. Que se movia. Pelo corredor.




-
        
Solte-me! - brigou.




Ele a ignorou. Arrastando-a. Segurando-a. Próxima a ele.




-
        
Eu mandei me soltar! - lutou.




Ele não se virou. Controlando-a. Sentiu o calor que vinha dele.




-
        
Cale-se! - mandou baixo.




Continuou puxando-a.




-
        
Eu não vou para...




Ele parou. Um pequeno momento. Olhando-a. A respiração em seu rosto.




-
        
Eu disse: cale-se!




Voltou a andar rápido. Levando-a com ele.




Ela sentiu um ímpeto.




-
        
Inferno! Eu o mandei me...




Ele bufou. Ignorando seus protestos.




Ouviu uma risadinha. De um dos quadros. Ele parou. Voltou.




Encarando a pintura. Murmurando alguma coisa. Que ela não ouviu.




Mas que foi o suficiente. Para a mulher na tela. Emitir uma exclamação horrorizada.




Ele continuou a andar. Muito rápido. Muito perto. Ela tentou puxar o braço.




-
        
Maldição, mulher!




Pegou-a no colo.




-
        
Largue-me!




-
        
Agora fique quieta ou... - não terminou, a voz brava, andando.




-
        
Usará magia em mim? - desafiou.




Mas parou de se mexer. Sentindo o corpo morno. Junto ao seu. O cheiro...




E observando. Pelo canto dos olhos. O cansaço. Em seu rosto.




E nos olhos. Quando se voltaram para ela. Antes que castanhos se desviassem.




Percebendo que tinham chegado.




Ouviu-o murmurar a senha. E o rangido da porta. Quando a abriu.




Enquanto ele entrava. Fechando-a com o pé. Sem parar. Atravessando a outra. E colocando-a no chão.




Parado. Muito perto. Olhando-a. Estranho. O hálito em seu rosto. Ela sentiu a raiva subir. Devagar.




Esquecendo o cansaço que via nele. Ao perceber que ele a encarava. Sem tocá-la.




Como se esperasse sua permissão. Como se tivesse esperado. Ou precisado. Algum dia.




Moveu-se para a porta. Abrindo-a. Tentando escapar.




Até que ele estendeu a mão. E fechou-a. Com um barulho.




Enquanto a virava. Com a outra mão. Resmungando algo. Que a fez se imobilizar.




O corpo pressionando o dela. Na porta. Os olhos cintilando. Antes da boca procurar a sua.





 
“Também senti sua falta... ” ’




Ela gemeu. Sentindo o corpo quente no seu. E os lábios que se moviam.




‘ “Também senti sua falta!” ’




Colou-se mais a ele. Quase trêmula. Querendo ter certeza. Se fora sua imaginação. Ou não.




Soltou os lábios. Sentindo quando se deslocaram em seu pescoço. Arrepiando-a.




-
        
O que foi que você dis... - não conseguiu continuar.




A boca ocupada. Uma mão apertando sua nuca. Impedindo que movesse o rosto.




Um corpo excitado empurrando o seu. Com força. A outra mão se movendo. Ansiosa. Devassa.




Antes de ser erguida de novo. Com um novo resmungo. Rouco. Que a fez estremecer.




Mesmo que também não tivesse certeza. De ter entendido. Aos ser deitada na cama.




Mas havia pretos. Brilhantes. Que não se desviaram. De castanhos.




Quando ele se deitou sobre ela.




E bastou.




 




 



 




Havia chocolate para ela. Que chegaram pelas corujas.




De Harry e Hermione. E de Rony. Feitos por Molly Weasley.




E de Lupin. Sorriu. Triste. Tocando-os. Suspirou. Vendo outros. De Minerva. E Hagrid.




Se continuasse assim. Ia ficar enorme.




Riu. Separando alguns. Sem ligar por ele não ter se lembrado. Abrindo a porta de seu quarto.
 





Até que viu. Sobre a mesa. Um pacote. Pequeno.
    
Sorriu. Deixando os outros pacotes.




Abriu-o. Comeu um. Era de licor. Diferente. Inebriante. Que a fez sentir-se tonta. Leve. Lânguida.




E que ela desconfiou. Ao pegar mais um deles. Entre seus dedos. Podiam ter sido “alterados”.




Por alguma poção. Comeu-o. As sensações se repetiram. Fechou os olhos.




Suspirou. Algo bom se espalhando por seu corpo. Fazendo-a sorrir.




Suave.



 




 




****



 




 




Segunda-feira.




Snape franziu a testa. Ao ver Draco no café. Ladeado por Crabbe e Goyle.




Notou os movimentos vagarosos. E o modo como ele fingia comer.




Esperou que ele se levantasse. Foi atrás dele.




Alcançou-os no corredor.




-
        
Sr. Malfoy. - a voz seca.




Eles se voltaram. Observou mais atentamente. Aproximando-se.




A qualquer outro pareceria que Draco não tinha hesitado. Que desafiava. Arrogante. Virando-se devagar.




Mas ele soube. Havia mais.




-
        
Venha a meu escritório. - ordenou.




Crabbe e Goyle fizeram menção de seguí-los.




Um só olhar os parou.



 




 




Ele fechou a porta.




Tinha observado com mais atenção os movimentos lentos.




-
        
Sente-se. - mandou.




-
        
Não há necessidade.




-
        
Eu disse sente-se.




Percebeu o quanto ele tentou disfarçar. Quando se sentou.




Estreitou os olhos.
 
Foi até a cadeira atrás da escrivaninha e sentou-se.




-
        
Agora,
 
- olhou-o, sério, duro - fale.




Não era uma ordem que Draco pudesse ignorar. Mas ele podia tentar.




-
        
Sobre o quê? - desconversou, sem encarar os olhos escuros.




-
        

 
Não brinque comigo, Draco. - a voz perigosa -
 
Você pode descobrir que não é uma boa idéia.




Viu o adolescente endurecer. Percebeu a respiração se acelerar um pouco. Ainda arrogante.




-
        
Eu sei exatamente o que quer dizer. - ouviu o murmúrio sombrio.




O vinco em sua testa se aprofundou. Ele se recostou. Esperando.




Draco molhou os lábios. Só um pequeno sinal. De que estava nervoso.
 





-
        
O que aconteceu? - perguntou a ele devagar.




Sabia que não seria fácil.




Viu os olhos cinza fixos. A expressão dura. O modo como ele tentava se controlar.




Lembrando muito a si mesmo.




-
        
Não é importante.




Ele respirou. Exasperado.
    
Tentou se acalmar. Respirou.




-
        
Deixe que eu julgue isso. - silêncio, respirou de novo - Não sou conhecido por ser paciente. - lembrou-o seco.




Ainda houve hesitação. Draco molhou os lábios de novo. Olhou em pretos.




-
        
Eu e meu pai tivemos um... desentendimento. - desviou os olhos.




Os olhos escuros ficaram mais sérios. Estudando-o.




-
        
E... - a voz não estava mais dura.




Draco manteve os olhos longe. A cabeça erguida.




-
        
Ele achou necessário me... fazer entender... seu ponto de vista. - murmurou.




Snape controlou a raiva que subia. A fúria que ameaçava dominá-lo.




-
        
Eu tenho Transfiguração agora. - fez menção de levantar-se.




-
        

Sente-se.
 

- rosnou entre os dentes.




Ele olhou rápido para seu professor de poções.




Percebeu que a raiva na voz não era para ele. Respirou.




-
        
Mostre-me.




Um lampejo em cinzas.




-
        
Não é necessário... - começou.




Snape levantou-se. A face em pedra.




-
        

Mostre-me!

- vociferou.




Ele molhou os lábios. A testa franzida. A respiração acelerada.




Um olhar o convenceu.
        
Ele levou a mão à capa.




Seu professor foi mais rápido. A vara na mão.




-
        
Evanesce!




Ele estava só de calças. Na masmorra fria. Um olhar bastou.




Um grunhido. Uma respiração rápida.




Outro meneio da vara. Suas roupas estavam na mesa.




Viu quando seu professor se levantou.
   
Sumindo pela porta lateral.




Ele voltou rápido. Quando Draco ainda tentava se vestir.




-
        
Use isso. - a voz dura, estendeu-lhe um pequeno vidro - E tome este. Cinco gotas. Uma vez. Três dias. - deu-lhe outro.




Draco percebeu a ira contida. Suspirou.




Acabou de se vestir. Guardou os vidros. Não disse que tinha feito sua própria poção. De novo.




-
        
Draco. - ele se virou para enfrentar pretos - Por quê?




Ele entendeu. Raiva subiu. Escurecendo cinzas. Que se estreitaram.




-
        
Potter. - cuspiu - Sempre Potter!




Ele continuou olhando em cinzas. Duro. Sentindo a fúria se avolumar. Esperando.




-
        
Ele estava furioso. Ter que ficar escondido. Sem liberdade. Sem poder. -
 
respirou ruidoso - Tudo por causa de Potter! - os olhos brilhavam, quase assassinos.




Parou quando Snape deu um tapa na mesa. Assustando-o.




-
        
Isso não faz diferença!! - rugiu possesso - Não importa de quem seja a culpa. E mesmo que fosse sua... - rosnou baixo - Ele não pode tratá-lo assim! - apertou os dentes, os lábios estreitos.




Draco viu os olhos injetados. As mãos fechadas. As juntas brancas.




-
        
Ele é meu pai. - murmurou.




-
        
Pai?! - ele estava insano - PAI!!? - olhou-o feroz - EU
 
nunca lhe faria isso! -
 
as narinas tremiam.




Draco o olhou.
  
Pretos.
 
Furiosos.
 
Indignados. Revoltados.
 
Por ele.




Não analisou o que sentiu. Aquele pequeno calor em seu peito. Subindo. Respirou.




Pegou suas coisas. Quieto.




-
        
Obrigado. - foi só um sussurro.




E depois se foi.




 
 








******



 




 




Quarta-feira.




-
        
Draco. - ele chamou baixo, enquanto a sala se esvaziava.




Viu-o se virar. Olhando em pretos.




Ele tinha esperado. Até todos saírem.




-
        
Espero que nosso... - desviou os olhos, Crabbe e Goyle guardavam suas coisas. - Assunto... de segunda-feira esteja resolvido.




Draco o olhou.




Acenou com a cabeça. Pegou seu material.




E se foi.




Ele ainda ficou olhando-o. Sério. Atento.




Os olhos estreitos.



 




 




*****



 




 




Sexta-feira.




-
        
Malfoy. - ouviu a voz seca de Snape.




Ele se voltou. Hesitou.




-
        
Sim, professor Snape.




Viu Crabbe e Goyle. Snape franziu a testa. Encarando-os.




-
        
Nós o esperamos no fim do corredor Draco. - Goyle disse.




Ele esperou. Eles se afastaram.




-
        
A poção. - levantou uma sobrancelha - Foi o bastante?




Não comentou sobre o que ele presenciara de longe. Ao sair do Grande salão.




Malfoy, Crabbe e Goyle. Potter, Weasley, Granger e a garota Weasley. E
nfrentando-se.




Até que a Granger os tinha impedido. Uma mão em Potter. A outra em Weasley. De costas para Malfoy. 




Empurrando-os para longe. Gina Weasley indo atrás deles. Atenta. A mão na manga da roupa. 




Preparada. A expressão furiosa. E o sorriso de Draco.
 
Estranho.




-
        
Sim. - respondeu.




Analisou-o.




-
        
Bom.
 





Lembrou-se de novo do sorriso que tinha visto. E da expressão. Estreitou os olhos.




-
        
Algum... problema, Sr. Malfoy? - perguntou devagar.




Ele olhou seu professor de poções. Que parecia ver dentro dele. Molhou os lábios. Nervoso.




Desviou os olhos. Severus franziu a testa.




-
        
Nenhum, senhor. - enfrentou pretos.




Continuou encarando-o. O vinco na testa profundo. Procurando.




Carvão em cinza. Enquanto se virava. Afastou-se.




Ele tinha observado Draco. E como estava... Ansioso. Alerta.




Quase nervoso. A semana inteira.



 




 




******



 




 




Sábado.




Era o dia. Dumbledore iria à reunião. À tarde.




Para decidir. Se o novo ministro. Seria Arthur Weasley.




Bruxos! Uma reunião. Daquela importância. No sábado.




E os alunos. Tinham sido dispensados. Dos duelos. Indo a Hogsmeade.




Aproveitando a permissão. E a proteção. Que a presença de alguns professores. Estava dando.




Com medo. De que os passeios. Fossem proibidos. Em breve.




 
 







 




A ansiedade. Outra vez.




Ela o tinha visto. No almoço. Sério. Preocupado. Tenso.




Imaginou se tinha algo a ver com Draco.




E com o modo como o tinha visto vigiando. Observando. O louro.




Estremeceu. Inquieta.




Era dia. Mesmo assim...




Gemeu.




Indo até as masmorras. Com cuidado.



 



 




 




-
        
Me deixe entrar.




Não o viu.




-
        
Severus. - chamou, fechando a porta.




Não houve resposta. Atravessou a sala. Indo para o quarto. O coração apertado.




-
        
Severus!




Estava entreaberta. Empurrou. Não havia ninguém.




-
        
Deus!



 



 




 




-
        
Harry eu acabei de pegar seu cavalo. - Rony avisou - movendo a torre no tabuleiro de xadrez.




Harry não respondeu. Hermione o ouviu suspirar.
 





-
        
O que foi Harry? - perguntou franzindo a testa.




-
        
Eu não agüento mais ficar aqui! - ele estava tenso.




Lembrou a provocação de Malfoy. Chamando-o de “Garotinha de Dumbledore”.




Desafiando Harry. A ir até a entrada. Ameaçando pegar Gina se ele não fosse. Quase sério.




Ela fechou o livro que estivera lendo. Enquanto eles jogavam.




-
        
Então vamos ao lago. - disse levantando-se - Não podemos ficar presos aqui.




Rony ia falar alguma coisa. Parou ao ver o olhar de Hermione. E o modo como Harry estava.




Ela sabia. Eles estavam preocupados. Mesmo sabendo que Gina tinha ido à Hogsmeade.




-
        
Vamos. - disse simplesmente, erguendo-se.



 



 




 




-
        
O que infernos você quer gritando desse jeito?
 
- ouviu o rosnado Snape.




Ela se virou. Soltou a respiração. Alívio em seu rosto.




Foi até ele. Abraçou-o. Sem se importar com a expressão dele.




Suspirou. Apoiando a testa em seu peito. Quieta.
    
Sentiu as mãos em suas costas.
  





-
        
O que aconteceu? - a voz não estava mais zangada.




-
        
Você está aqui. - murmurou, ainda tensa.




-
        
E porquê não estaria? - os braços à volta dela.




-
        
Eu senti... - engoliu, olhou-o - Como a cada vez que você vai. - murmurou - Essa... ansiedade. - viu-o franzir as sobrancelhas - A sensação. De que algo ruim. Pode acontecer.




Ele viu a angústia em castanhos. Mergulhou.
   
Ela sentiu dedos em seu rosto.




-
        
Você se preocupou. - ela o ouviu murmurar, o tom estranho.




Não entendeu. Franziu a testa. Atenta.




-
        
É claro que me preocupei. - falou devagar.




Havia pretos. Sérios. O coração perdeu uma batida. Prendeu a respiração. Perdida. Num lago escuro.




Alguma coisa. Tinha mudado.




-
        
Porquê?




Arfou.




Hesitou. Não soube como responder. Ou o quê responder.




Se ele pensasse. Que o queria. Ele podia se por longe. Por todas as razões estúpidas.




Que ela imaginou. Ele daria a si mesmo.




E talvez... Fosse isso.
 
Exatamente isso.
    
Uma armadilha. Uma desculpa.




-
        
Eu sempre me preocupo. - desviou.




Ele a olhou. O vinco na testa. Mais profundo. E pretos. Buscando.




Ela pousou castanhos nos botões pretos de sua roupa. Percebendo como ele parecia rígido.



Sentiu. Soube. Ainda não. Ainda não estavam prontos. Nenhum deles.




Respirou.
     





Mas havia...
 
A inquietação.
      
Medo se insinuou. Olhou-o.




-
        
Eu pensei que... Você podia ter... - recusou-se a dizer - ido. - ele endureceu - Eu não sei porquê. - continuou - Mas eu sinto. Toda vez. Como hoje. - havia uma pergunta ansiosa em castanhos.




Ele a encarou.




-
        
Eu estou aqui.




Ela respirou. Entendendo. Em alívio.
 





Ainda assim... Algo lhe dizia. Não era o bastante. Mordeu o lábio.




-
        
Eu sei. - murmurou somente.




Abraçou-o.
  
Mas ele tinha percebido.
 
A preocupação. Não tinha ido.




Apertou mais os braços à volta dela. A testa franzida.



 




 
 








Malfoy e os outros não estavam à vista.




Até chegarem à entrada. Vendo-o encostado na pilastra.




-
        
Então Potti. - o loiro sorriu zombeteiro. - Resolveu vir? - debochou.




Crabbe e Goyle riram.




Ele ia responder. Rony deu um passo.




-
        
Ignore-o Harry. - Hermione os segurou, puxando Rony.




Harry olhou para Malfoy. Controlou-se. Os olhos verdes fuzilando.




O coração mais tranqüilo. Gina estava bem.




Eles foram em direção à saída.




Crabbe fez menção de seguí-los. Draco estendeu o braço. Impedindo-o.




O rosto sério. Os olhos fixos. Em Potter.



 



 




 




Depois de um tempo. Ele se desvencilhou.




Ele tinha percebido. Tinha sentido. Toda a semana.




Dumbledore estava fora.




-
        
Fique aqui. - murmurou sério.




Ela não perguntou para onde ele ia.




Suspirou.
  
E sentou-se no sofá. Lentamente.




Esperaria.
 
Mas o coração não estava calmo.




Lembrou de Draco. E da preocupação. Em pretos.



 




 




Os três saíram. Para o ar fresco. Pisando na grama macia.




De repente.




Perceberam movimento.




Um som surpreso saiu da garganta de Hermione.




Bruxos.




Harry parou. Ficando pálido. Tirando a vara. Rápido. Rony tirou a sua. Alerta. Hermione a dela.
 





-
        
E então... Potter! - ele jogou os cabelos para trás, sem desviar os olhos - Nos encontramos de novo. - zombou.




-
        
O que está fazendo aqui? - Potter o enfrentou.




Viu a raiva nos olhos de Lucius Malfoy.




-
        
Ele é tão... esperto! - levantou a sobrancelha, zombeteiro - Não consegue imaginar?




Ele segurava a vara numa mão. Uma grande chave amarrada no pescoço.




-
        
Harry saia da frente! - ouviu a voz de Rony.




-
        
Não!




-
        
Estupore! - Crabbe gritou.




Rony caiu.




-
        
Rony! - ouviu o grito de Hermione, que desviou os olhos.




-
        
Expelliarmus!




A varinha de Hermione voou ao comando de Goyle. Que se moveu rápido. Para o seu tamanho.




Agarrando-a por trás. Segurando seus braços. Nas costas. Até que ela gemeu. Com lágrimas nos olhos.




Só Harry ainda tinha sua varinha. Apontando para eles.




Ouviu um barulho. De passos.




Malfoy estava lá. Com Crabbe. E Goyle. Os rostos quase assustados.




Harry percebeu. Malfoy não parecia surpreso.




-
        
Você está nisso Malfoy?! - a voz raivosa, era mais uma acusação que uma pergunta.




-
        
Crabbe! Goyle! Saiam daqui! - Lucius ordenou, os olhos frios - Andem! - falou de novo ao perceber que eles não tinham se movido - Entrem! E fiquem quietos! - a voz dura.




Eles correram. Para dentro do Castelo. Draco ficou. Imóvel.




-
        
E então... Potter! - ele sorria, debochando - Não vai fazer nada?




Hermione ainda tentava se libertar. De Goyle. Que se divertia. Com o corpo jovem. Roçando no seu.




Harry ouviu o resmungo dela. Enquanto se movia. Vendo os olhos de Goyle. Lascivos.




-
        
Solte-a! - apontou a vara para Goyle - É a mim que vocês querem!




-
        
Expelliarmus! - Lucius gritou.




-
        
Protego!




Mas era tarde. A vara de Harry voou. Para as mãos de Lucius. Enquanto ele recuava. Com o feitiço.




Ouviu a risada de Lucius Malfoy.




-
        
Parece que hoje eu terei um prêmio para o Lord das Trevas. - moveu a cabeça olhando significativamente da varinha para Harry
 
- Talvez até dois. - riu.




-
        
Ou três. - Goyle completou com voz divertida.




Hermione abriu a boca. Imediatamente sentiu o aperto doloroso de Goyle em seu braço.




-
        
Eu não tenho medo daquele sangue-ruim! - os olhos verdes brilhavam em fúria.




A fisionomia de Lucius se fechou. Dura. Os olhos viraram duas fendas furiosas.




-
        
Encarcerous!




Cordas envolveram Harry. Hermione gritou. Goyle murmurou alguma coisa. A vara apontada para ela.




A boca dela continuou se movendo. Sem voz.




-
        
Você sempre foi arrogante e estúpido, Potter! - cuspiu o nome, frio - Quero ver se essa arrogância vai continuar quando enfrentar o Deus Escuro.




-
        
Pelo menos eu não sou um verme sem vontade que faz tudo o que ele manda! - falou devagar, ofensivo, furioso, as cordas apertando-o.




Lucius deu um passo. A fúria em seu rosto. Draco se moveu. Ele desviou a cabeça.




-
        
Veja Draco. - rosnou lentamente - Mesmo imobilizado ele ainda luta. - os olhos estavam se tornando contrariados, descontentes - Enquanto você... - apertou o lábio, olhando para Draco - Você choraminga. - deu um passo em direção a Draco, que recurou - Não recue! - rugiu entre os dentes -
Por uma vez, não recue! - gritou possesso - Você envergonha o nome Malfoy! - os olhos injetados - Você! - a voz gelada, Draco estava branco - A quem eu dei tudo. - estendeu a vara - Seu...




Lucius tinha a fisionomia desfeita. O rosto de um louco.




-
        
Pai, - molhou os lábios - Por favor. - olhou a vara - Eu não...




Foi muito rápido.




Draco sentiu-se agarrado pelo ombro e puxado para trás.




-
        
Crucio!




O feitiço bateu na pedra da porta. Snape estava ali. A vara levantada.




Empurrando-o para dentro. Vagarosamente. Protegendo-o com o corpo. Sem tirar os olhos de Lucius.




-
        
Não se meta Snape! - ouviu a voz raivosa, rouca, os olhos de Lucius ainda irados.




Harry os olhou. Tentando se soltar. Vendo a vara de Rony no chão.




‘Se eu puder libertar a mão...’




Ele a chamaria.




-
        
Você devia se controlar melhor, Malfoy - Snape falou devagar, aproximando-se, sem se descuidar.




Lucius deu um passo a frente. Enfurecido.




-
        
E você não devia se intrometer no que não lhe diz respeito!




Ele estreitou os olhos. Percebendo Harry. No chão.




-
        
Você está em Hogwarts. - o tom perigoso - E eu tenho certeza de que o Senhor das Trevas não sabe o que está fazendo. - atirou.




Tinha acertado em cheio. Goyle olhou rápido para Lucius. Snape levantou mais a cabeça. Alerta.




-
        
Isso não é da sua conta!! - Lucius rosnou, dando mais um passo, ficando quase em frente a Goyle.




-
        
Pai...




-
        
Saia daqui Draco! - Snape rosnou sem se voltar.




Observando o ângulo que Lucius fazia. Encobrindo Goyle. Que apertava uma Hermione raivosa.




-
        
Mas...




-
        
Agora!!




Draco saiu correndo.




-
        
Eu o mandei não se meter! - Lucius levantou a vara, começando um feitiço.




-
        
Extupore! - disse rápido.




Snape tinha “errado” Lucius.




E acertado Goyle que estava logo atrás. Que escorregou para o chão. Libertando Hermione.




-
        
Corra! - Harry gritou para Hermione, enquanto Lucius se virava.




Ela saiu correndo para o Castelo. Desviando do feitiço de Lucius.




-
        
Veja o que você fez! - Lucius o olhava possesso.




Ele se moveu em direção ao Harry. Apontando a vara para a chave. Snape percebeu.




-
        
Portus! - estendeu a mão para segurar Harry.




Snape se atirou para Lucius.
   
Agarrando-o.
 
Antes que tocasse Harry.




E sumiram.



 



 




 




******




 
 








N/A: Como prometido. Capítulo gigante.




 




 




Panddora blue Obrigada por pensar que os personagens estão como os descritos pela J.K.! Eu concordo. É desafiador! Espero conseguir manter o ritmo. As idéias não param. Mas o tempo e a disposição para escrever... Já estão me deixando. Obrigada por votar.




Framboesa / Suu-Chan (Poterish/Floreios e Borrões) - Veja só! Estou diversificando! Brigada. E a “coisa brilhante” (obrigada por não contar) NÃO é uma aliança. Hihihi. Mas não fique triste. Ela virá. A seu tempo. E vai demorar. Obrigada por votar.




JuLiAnA LoVeGoOd (Poterish/Floreios e Borrões) - Obrigada por revisar. Eu tentarei. Valeu o voto.




Fernanda (Poterish/Floreios e Borrões) - Exagerada! E infelizmente eu ainda não estou pensando em escrever nada dos marotos. Tem uma do Lupin na frente. (Se eu agüentar...)
 
Eu ainda não li sua fic 'Sirius antes de Azkaban'. Mas está aqui o incentivo para quem quiser ler. Depois te falo o que achei. Obrigada por votar.




Panddora blue (Poterish/Floreios e Borrões) - Eu vou postar! Eu vou. Obrigada. Pelo voto também.




Miru Himura (Poterish/Floreios e Borrões) -
 
Uma “criança feliz”? Está louca? Criança não pode ler isso aqui não. Imagina então com o “duplo R” que a Sett me mandou classificar um capítulo à frente?! Rs. Rs. (Nina falando baixinho) Mas eu não concordo muito com ela não. Já teve o “Natal” que também foi bem... hã... digamos... “Quente”. Rs rs rs rs Obrigada por votar.




Juliana (Poterish/Floreios e Borrões) - Valeu o incentivo. Como sempre. E obrigada por votar.




Sett (Poterish/Floreios e Borrões) - Poxa! Nota 1000?!
 
Rs. Rs. Num dá.
 
Só pode até cinco. Rs rs rs
 
E você NÃO tem razão. Nossa amizade não é pra mais de 100 anos. É para sempre.




Miru Himura - Site AnaNinaSnape - Estou esperando sua capa. E para de me xingar!! Rs.




Babi Snape - Site AnaNinaSnape -
 
Que bom que você gostou da minha página. E obrigada.




LiSnape - Site AnaNinaSnape - EXAGERADA!! Mas valeu. Eu fiquei vermelha. Que nem pimentão.




mari - Site AnaNinaSnape -  “apaixonada pelos dois” Gulosa!




Adrian - Cruel?! Ai! Do que será que você vai me chamar quando vir o resto?! Pelo menos o “alvo” não vai ser o Lupin. E quanto ao “SnapeGirl de coração”. Bem. Eu deixo. Rs. Rs.




Jenny - O Coelhinho trouxe ovos para os meus “pitocos”. Mas não lembro se foram verde e prata. Mas a Nina ganha chocolates especiais! Eu também gostei da cena do Snape/Nina. Gosto muito também de algumas dos próximos cap. e a de “Natal”.




Suu-chan
  
- Fique calma. O Remus vai aparecer de novo (com direito a abraço grande).
 
E pára de ficar adivinhando os capítulos que eu ainda não publiquei!!!
 
E desculpe. NÃO é uma aliança. Eu disse. Ela virá. Mas ainda tem muiiiiiita história antes. E tem Sev que trai (ai que raiva!). Melhor parar por aqui. Quanto a sua pergunta: ela não vai precisar. Hehehe.




Anita Black - Que bom! Sangue novo! Isso aí! Uh! Uh! Uh! E porque anti-heroísmo? Seja bem vinda.




Nina: Sonhou com o Lupin? Não diz que foi com o Snape que eu te mato. 




Sett: “Que muié violenta! Num sabe que ele é patrimônio da humanidade ciumenta?”




 




Caileach - Tá bom. Agora eu falo. Nada de Crucius também!




Rita - “Simplesmente Amor”. Ainda não assisti. Mas imagino, que como você falou, o Allan esteja o máximo!




Angel - Ser sua tia na família Snape? Irmão da matriarca? UAU! Mas elfo do Severus não é melhor?! Hihihihi. E querendo ficar fora da lei, né? Mexer com contrabando... Podemos pensar... rs rs rs rs




Amanda Dumbledore - Gente ela escreve fic. Sigla: PT. E adora reviews também! Risos.




 




 




 




 




 




 




 






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