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2. Pesadelos


Fic: Insanidade - The Dark Age Cap 2 on!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 2


Pesadelos


Inglaterra. Londres, 07h02min


Draco Malfoy acordou mal humorado. Tivera uma noite péssima, cheia de pesadelos estúpidos. E ainda por cima teria que começar no seu mais novo trabalho. Não poderia ser mais perfeito.


Tomou um bom gole de café preto sem açúcar e foi tomar um rápido banho. Estava colocando a gravata quando a campainha tocou.


Bufando pela inconveniência atendeu a porta.


- Oi Draquinho. – falou a voz irritante. “Era só o que me faltava” pensou revirando os olhos.


- O que você quer Pansy? – perguntou não abrindo passagem para a morena entrar.


- Não vai me convidar para entrar? – perguntou se fazendo de ofendida.


- Não. Fala logo o que quer e vai embora. – respondeu ríspido.


- Draco, para de se fazer. Eu vim te dizer que te amo, e perdoou a sua traição. – falou segura de si.


- Você é estúpida ou o que? Eu não quero mais nada com você, agora suma da minha vista. – disse fechando a porta.


Garota irritante, já tinha terminado o namoro com ela há tempo. Mas mesmo assim ela ainda insistia. Ficou com uma garota qualquer na frente dela, para Pansy se tocar e parar de incomodá-lo, na hora pareceu que tinha funcionado. Mas no dia seguinte Pansy já estava em sua porta. Inconveniência. Uma grande inconveniência em sua vida era aquela garota.


Respirou fundo e terminou de se arrumar. Decidiu a partir dali não ter mais relacionamentos sérios. Isso só trazia problemas. Ele, Draco Malfoy, não era um homem que pretendesse se casar e formar uma família. Estava muito bem sozinho.


Então tudo se resume a solidão. Draco, um homem solitário. Solitário desde a infância e que se acostumou assim. Afinal a solidão não era tão ruim assim, até que tinha seus benefícios.


(...)


Sentou-se em sua nova cadeira, suspirou. Estava arrumando as suas pastas quando Melaine Sparks, sua chefe, apareceu.


- Bom dia Dr. Malfoy. – falou cordialmente


- Stra. Sparks. –cumprimentou.


- Trouxe as fichas de suas pacientes. São rápidos relatos, as pastas com todos os dados serão encaminhadas ainda hoje. – falou colocando as fichas que trouxera consigo em cima da mesa. – Tenha um bom dia. – falou se retirando da sala.


- Vamos lá então. Ao trabalho Draco. – sussurrou para si mesmo olhando de relance todas as fichas.


Porém uma ficha lhe chamou atenção. A pegou não acreditando em seus próprios olhos. Hermione Jane Granger. Então esse foi o fim da aluna mais aplicada de Hogwarts? Loucura. Ele soltou uma risada irônica.


Mesmo sendo famosa, poucos sabiam do que aconteceu a Hermione Jane Granger. Ás vezes era vista na rua, raramente isso acontecia. Ela vivia mais entre os trouxas, onde ninguém a conhecia.


Abriu a ficha da Granger, e o que havia ali escrito lhe chamou muita atenção.


Dados principais da paciente:


Hermione Jane Granger. Divorciada. 25 anos. Perdas familiares: seus pais e seu namorado Harry Potter, além de amigos. Considerada vítima pós-guerra. Começou a apresentar problemas mentais e depressão, depois de Harry Potter morrer, e o filho que esperava dele nascer morto. Foi internada pela primeira vez, após, tentar o suicídio; nesse meio tempo se separou de seu marido Ronald Weasley. Foi internada novamente depois de um ano, após encontrar casualmente o comensal que matou os seus pais, o matou durante o ato sexual e depois tentou o suicídio pela segunda vez. Ficou onze meses na clínica de reabilitação, apresenta acompanhamento médico.


Ora, quem diria Hermione Jane Granger uma louca assassina. Rio maliciosamente, Ronald Weasley e aquela raçinha do ministério conseguiram esconder bem a vida da sua queridinha.  Isso seria muito interessante. Oh se seria.


(...)


- Olá Granger. – disse se virando para fitá-la. - Quanto tempo não? –completou com um sorriso irônico.


- Não tanto quanto eu gostaria. – respondeu amarga. Mas que grande ironia de merda era aquela? Hermione riu da sua própria infelicidade, de todas as pessoas do mundo o seu novo médico era ninguém menos que Draco Malfoy.


- Oh, nem um oi? Assim você me faz pensar que não ficou com saudades. – fala irônico se sentando em sua cadeira e gesticulando para que Hermione fizesse o mesmo.


- Morrendo de saudades, você nem imagina. – falou igualmente irônica sentando-se. Draco riu.


- Então, Srta. Granger vamos falar de você. – disse analisando-a. Era impressionante o quanto ela estava bela, ela o atraio de mediato. Ou talvez seja a sua mente, ele desejava desvendar o que se passava na mente de Hermione Granger. A garota certinha de Hogwarts, agora precisando de ajuda psiquiátrica.


- E quem disse que vou falar algo sobre mim Sr. Malfoy? – fala o fitando. Estressada com o rumo que a conversa iria dar, ela pega um cigarro e o acende.


- Não é permitido fumar aqui dentro  Srta. Granger. – disse a admirando enquanto tragava o cigarro. Como era ousada.


- E daí? - falou assoprando a fumaça na face do loiro.


- Como eu disse Granger, não é permitido fumar aqui dentro. – falou calmamente. O que a irritou, bufando ela jogou o cigarro no lixeiro.


- Satisfeito? – o olha de modo entediante.


- Um pouco. Então Granger? Me fale um pouco sobre você. – disse atento a todos os movimentos e expressões da morena.


- Falar o que? Que a minha vida é uma droga e que todos acham que eu sou louca? – disse revirando os olhos.


- Podemos começar pelo início, fala-me sobre a sua infância. – disse ignorando o deboche da morena.


Hermione soltou uma leve risada.


- Por a risada Granger? – falou arqueando uma sobrancelha.


- Sempre pela infância. Vocês sempre começam pela infância. – disse dando de ombros.


- Sim, sempre pelo começo. Então, algum trauma infatil? – perguntou tentando fazer o seu trabalho. Oh sua vontade, era de matá-la pela aquela arrogância. Afinal quem aquela mulher era para zombar Draco Malfoy?


- Não. Minha família era atenciosa e carinhosa. – disse olhando para a janela. Lembranças lhe viam a mente, como queria voltar ao tempo, era tudo tão melhor.


- Me conte um pouco sobre ele. – incentivou.


- Eles era dentistas, sempre me davam uma bronca quando não escovava os dentes. As balas eram controladas, teve uma vez que peguei minha mochila e disse que fugiria de casa. Fugiria para uma fábrica de doces, comeria balas sem escovar os dentes. Aquilo me rendeu um bom castigo e tapas na bunda. – falou com um sorriso nos lábios, que logo se desfez. – Mas isso não importa não é?


 - Tudo importa Granger, continue.


Com um suspiro demorado, ela continuou a contar as lembranças de sua infância.


- Minha mãe tinha os cabelos loiros, eram lindos. Totalmente diferentes do meu, eu queria ser como ela quando crescesse. Era a mulher mais bela que já conheci. Ela me contava histórias antes de dormir. Mas uma vez ela ficou doente, eu peguei um livrinho de histórias infantis, fui ao seu quarto e comecei a lhe contar histórias. – parou um momento para se endireitar na cadeira.


- Eu amava meus pais, mais que tudo. Quando recebi a carta de Hogwarts, eles ficaram temerosos. Não queriam perder a sua princesinha, tinham medo que algo me acontecesse. Mas eles foram tão compreensíveis. Meu mundo não era ali, e sim onde a magia acontecesse. Nunca fui normal, como as crianças do meu bairro. Quando recebi a carta, uma esperança de me encontrar em algum lugar acendeu em minha alma infantil. Eles entenderam isso e me deixaram partir.


- Você se arrepende de ter partido. – concluiu Malfoy. Não foi uma pergunta, mas mesmo assim ela acenou em concordância.


- Ainda me lembro quando os vi mortos, por minha culpa...


Era primavera. Minhas primaveras sempre foram doces, mas aquela não. Remo Lupin veio exaltado em minha direção, eu sabia que algo tinha acontecido.


Estava com um pressentimento ruim desde que acordara. Bem... Na verdade tal sentimento me aflorava todas as manhãs desde que a maldita guerra começou. E bem, aquele era mais um dia.


- O que aconteceu? – perguntei, sua face demonstrava espanto, pânico.


- Estão atacando novamente Srat. Granger, já mandei uma equipe minha, mas tudo indica que nada poderá ser feito. Lamento... – começou a falar olhando piedosamente para mim.


- Lamenta? Lamenta o que? Eu... Eu não entendo. – falei simplesmente. Lágrimas me subiam aos olhos, oh, eu estava tãp cansada daquela maldita guerra.


- Seus pais Granger, encontraram seus pais na Austrália.


Meus pais? Como? Desmoronei no chão. Chorei compulsivamente, mas me reergui. Pedi, ordenei para que me levassem até onde os meus pais estavam.


- Eu quero vê-los. Me leve até eles. – falei desesperada, tentando recuperar ao ar, me manter sana.


- Não, isso não será possível...


- ME LEVE ATÉ ELES AGORA! – gritei, jogando todos os objetos que via pela frente contra a parede – AGORA LUPIN, ME LEVE ATÉ ELES AGORA!


Ele ficou tão desesperado pelo estado em que eu me encontrava que cedeu.


- Tudo bem. – sibilou, me pegou pelo braço e aparatamos.


Rostos conhecidos da ordem estavam interditando e trabalhando o local, o quarto de hotel. Todos me olhavam com pena, afinal aqueles eram os pais daquela garota, a amiguinha de Harry Potter.


Os móveis estavam revirados, cacos de vidro se espalhavam pelo chão. E ali, perto da cama se encontrava o corpo do meu pai, e um pouco mais na frente, em frente à janela, o de minha mãe. Os mataram com avada kedavra. Supinha que minha mãe tentou fugir pela janela, mas não deu tempo.


Mais lágrimas brotaram em meus olhos, escorreram pela minha face. Nada mais poderia ser feito. Eles morreram, morreram por minha culpa, exclusivamente minha culpa.


Hermione parou por um momento, seus olhos ainda vidrados num ponto fixo perto da janela, pararam em Malfoy.


- E sabe o que é pior? – continuou o olhando fixamente. – É que eles morreram não sabendo da minha existência, eu tinha feito um feitiço que me apagaria de suas lembranças, pensei que os salvaria. Mas não adiantou, eles morreram sem saber que tinham uma filha. – suspirou profundamente.


- Não foi sua culpa Granger. – disse Malfoy. Nada lhe vinha a mente, de certa forma se sensibilizou com a história de Hermione. Ela tinha abaixado suas defesas lhe contando algo tão pessoal. E ele, simplesmente não sabia o que lhe falar.


- Não finja uma pena que não existe. Você deve estar rindo de mim isso sim. Afinal você é Draco Malfoy, não é? – disse recuperando sua compostura, voltando ao sarcasmo e arrogância, que juntos formam sua única defesa para com o mundo.


Draco a olhou fixamente. Sim ele era Draco Malfoy, arrogante e estúpido; mas não era tão frígido como todos pensavam que ele era. Sentia pela dor dos outros, raras às vezes, mas sentia.


- Você está certa, sou Draco Malfoy. Mas não sou esse mostro que você pensa que eu sou Granger. Ao decorrer das nossas consultas perceberá isso. – falou com um sorriso de lado.


- Oh obrigada por me lembrar dessa dádiva, afinal ter que te ver três vezes por semana só pode ser uma dádiva. – falou ironicamente.


Draco soltou uma sonora gargalhada.


- Sua ironia me fascina. Vejo vamos nos dar muito bem querida paciente. – disse piscando para ela.


- Muito querido doutor. – disse esboçando um leve sorriso. – Bem, creio que minha consulta já tenha terminado, vou deixá-lo com seus pensamentos. – completou se levantando.


- Tenha uma boa noite Granger. Até a próxima consulta. – falou se despedindo com um aceno de cabeça. – Ah Granger!


Hermione estava abrindo a porta quando Malfoy a chamou. Com a porta entreaberta, ela se voltou para trás.


- Lamento pelo Potter. – disse o loiro sem saber o porquê.


Ela fitou os olhos azuis acinzentados do loiro por um momento, e saio porta a fora. Ele sabia que hoje seria o aniversário de Harry Potter. Mas ela não entendia o motivo dele ter lamentado por isso.


Saiu do prédio, ainda meio atordoada.


Chegou em casa, tirou sua roupa e se colocou debaixo do cobertor. Estava escurecendo, ela não ligou a luz, apenas pegou um retrato q estava dentro da sua cômoda e voltou para a cama.


Encolhida, nua debaixo do lençol ela abraçou aquele retrato com força. Uma lágrima caio de seus olhos, enquanto mais uma vez olhava a imagem de Harry Potter.


(...)


Inglaterra. Londres, 19h55min


Ele abriu a porta do apartamento com um pouco de força. Estava cansado, exausto. Seu corpo pedia por um banho demorado.


Tirou o paletó o jogando no sofá da sala. Foi até a cozinha e se sérvio de um copo de uísque, que tomou em só gole. Seus pensamentos estavam voltados para ela, tudo o fazia pensar nela.


Mas que droga, o que ela tinha de especial? Nada, era apenas uma louca. Mas não tinha como negar, o corpo e a mente de Hermione o fascinavam. Aquele corpo perfeito, ela era uma das mulheres mais sexy que já conheceu. E aquela mente tão intrigante, ele iria desvendar Hermione Granger. Faria de tudo para isso.


Despiu-se e foi para o toalete tomar um bom banho. Enquanto seu corpo afundava na água do banheiro, ele ainda pensava nela, Hermione Granger, sua mais nova obsessão.


(...)


Estados Unidos. Brooklyn, 22h40min


Ela segurou a bolsa com um pouco mais de força, odiava aquele lugar. Não era para ela estar ali, mas seu maldito ‘trabalho extra’ a atrapalhava. Suspirou profundamente, aquilo ainda lhe renderia muitos frutos.  Daqui a um ano ou dois ela estaria em um cruzeiro por Bahamas, com o bolso cheio de dólares.


Mas até lá teria que agüentar viver nesse inferno de lugar. Entrou no apartamento velho e acabado. Deu um falso sorrisinho para a vizinha, uma senhora de setenta e poucos anos que tinha um ninho de gatos em sua casa, e entrou no seu apartamento.


Ligou as luzes e trancou a porta. Jogou a bolsa no lado, sentou no sofá despojada. Seu trabalho no supermercado a deixava um caco, ligou a televisão. Em imagens ruins assistiu um jornal qualquer.


Fechou os olhos e quando os abriu um garoto estava a sua frente. Soltou um grito agudo, tamanho era o susto.


- Não faça mais isso, quase me matou de susto. – falou reconhecendo o menino, respirou fundo tentando se acalmar.


- Eu ouvi você chegar, e vim vê-la. – disse o menino que não demonstrara surpresa ao vê-la se assustar.


- Tudo bem garoto, comeu o que deixei para jantar? – perguntou ríspida se levantando e indo até a cozinha. Abriu a geladeira, tirou uma marmita e colocou no microondas.


- Sim Sarah. – disse pegando um copo da AGU e o bebendo.


- Mãe. Me chame de mãe, você sabe que não gosto quando me chama pelo nome. – disse pelo que parecia pela milésima vez, isso sempre se repetia.


- Desculpe mãe. – se retratou o menino, ele a olhou nos seus olhos. Sarah sempre sentia um calafrio quando o filho a olhava tão profundamente, os olhos verdes inexpressivos a assustava.


- Tudo bem. – disse tirando a marmita do microondas.


- Posso dormir com a senhora essa noite? – perguntou receoso. Ela suspirou.


- Você tem seu quarto e sua cama, está grandinho demais para dormir comigo. – disse dando uma garfada na sua comida.


- Mas... Os meus pesadelos me aterrorizam. – sussurrou Peter.


Sarah deixou a comida de lado, deu um beijo na testa do filho.


- Isso é só coisa da sua cabeça. Agora vá dormir. – disse se separando do filho, jogou a comida no lixo, havia perdido a fome. Quando se virou ele não estava mais lá.


Peter partiu para o seu quarto, se embrenhou debaixo das cobertas. Às vezes queria tanto que sua mãe o amasse pelo menos um pouco, mas ela nunca deu qualquer indicio quanto a isso.


Fechou os olhos com medo de dormir. Sempre quando pegava no sono tinha pesadelos horríveis, pesadelos cruéis, que o atemorizavam. O sono finalmente o venceu, e mais uma vez se afundou no meio de mais um de seus pesadelos.


 


N/A: peço desculpas pela demora, realmente iria desistir de escrever fics, mas mudei de ideia. Espero que tenham gostado do capítulo.


Nana-morais Malfoy: ain nem sou má, sou um pouquinho kk' Desculpa a demora viu? Espero que tenha gostado. beijinhos ;*


Isah Malfoy: Com um médico desse qualquer um melhora rapidinho né amigaa? Sorry a demora, espero que tenha gostado. Beijinhos ;*


Srta. Rouge: os caps vão ficar maiores sim, cda vez maiores. Desculpa a demora flor, ai ai. Beijinhos ;*


Jaque Granger Malfoy: aaaaaah pode deixar, que no final os dois vão continuar juntos sim *-* Desculpe a demora, e não sei não, será que o filho dela morreu? kk' Beijinhos ;*


 

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