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4. Pétalas de Luto


Fic: CONECTADOS - O horror está on-line - Atualizada!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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“Não é bom ouvir certas coisas quando as sombras caem sobre o mundo”.


(Senhor dos Anéis)


 


 


O segundo maior erro que Ronald Weasley cometeu em sua vida ocorreu há dezessete dias ao permitir que Hermione Granger abrisse a porta do alojamento do ex-namorado e encontrasse o corpo inerte de Draco Malfoy. A expressão de desespero e culpa que preencheram o rosto da jovem eram como punhaladas em sua própria carne. Felizmente, a amiga havia perdido os sentidos no mesmo instante em que ele ascendera as luzes do cômodo e tiveram a real percepção da tragédia a frente. O suicida parecia ter lhe amaldiçoado, pois mesmo a sete palmos continuava a ser o maior empecilho para a volta com Hermione. Há dezessete dias, ela não respondia suas chamadas e nem atendia as constantes visitas em seu dormitório. Hermione Granger estava incomunicável desde que encontrara o namorado enforcado.


 


A notícia se espalhou mais rápido do que rastilho de pólvora e antes das cinco horas da manhã, o baile de Dias das Bruxas estava suspenso e a banda Anti-Cristão apontada como antro de perdição e vicio por toda a faculdade. A dúvida rondava a cabeça do idealizador Dino Thomas se deveria lamentar pela morte do comparsa ou pelo fim prematuro do grupo musical, que dava sinais de entrar em uma fase mais limpa. A opção foi reunir os companheiros musicais e decidir interromper ou retomar secretamente as atividades. O luto pelo amigo não ocorreu, se Draco preferiu cheirar até queimar o último neurônio não era problema seu. E ele não perderia mais tempo em função do maldito suicida.


 


Diante da dimensão que a segunda morte envolvendo componentes da Anti-Cristo tomou era inevitável contar com algumas desistências. Assustado pelo rumo da banda, Cedrico não apareceu no ensaio e cortou completamente o contato com o excêntrico vocalista. Com a titularidade no time de futebol universitário e a camaradagem com o capitão, modificou totalmente seus relacionamentos nos campus se fartando em noitadas e relacionamentos passageiros.


 


A notícia abalou a jovem estudante de Psicologia que tentou encontrar respostas nos livros de famosos doutores. Apesar do esforço, a explicação que soou mais razoável partiu do namorado Harry Potter. Gina concordou com a possibilidade de que o promissor jornalista dava amostras de estar alheio a realidade consumido alucinógenos descontroladamente. O ato de colocar fim a própria vida não possuía motivos racionais. O capitão não estava disposto a perder tempo debatendo sobre assuntos tão mórbidos com as sucessivas vitórias da equipe e a aproximação da época mais festiva do campus. O bom humor do atual namorado era o balanço perfeito para que Gina conduzisse a estadia na faculdade sem se afundar em teorias complexas e perdesse o sentido de desfrutar da juventude. Efeito totalmente contrário ao antigo e conturbado relacionamento com o vocalista da banda mais polêmica da universidade.


 


Com a persistência de Hermione em ignorá-lo, Ron se aprofunda na investigação com o calouro mais promissor do campus mesmo com pouco avanço. De algum modo, Draco parecia ter trancafiado o acesso aos seus arquivos mais pessoais antes de acabar com a própria existência. Era como se estivesse ciente de que alguém tentaria refazer os seus passos na internet. A única significativa descoberta era a ligação incontestável entre Dino e Draco. O que estivessem articulando era feito em conjunto.


 


Parvati não costumava assistir nada informativo na televisão a não ser suas séries preferidas e alguns filmes escolhidos pelo namorado. Escondida entre livros e seqüências de exercícios para uma complicada prova no dia seguinte, o televisor permanece ligado a esmo e o noticiário inicia de maneira alarmante. Uma epidemia de algum lugar desconhecido da Ásia estava infectando a população e provocara quase mil mortes, uma onda de depressão nos Estados Unidos impulsionada pelas redes sociais levara mais de trinta e dois jovens a cometerem suicídio nas últimas semanas e países da América Latina sofriam com tempestades e fenômenos naturais. Nenhuma notícia interessante. Depois de ler o parágrafo pela quarta vez sem sucesso, ela desliga o aparelho. O caso no mundo poderia esperar.


 


Repentinamente, fazer o download de músicas tornou se um exercício de paciência. A conexão de 2 mega oferecida pela universidade para os acadêmicos não era capaz de baixar uma canção em menos de 20 minutos. O baterista estava furioso. Aos berros solicita a presença do irmão geek para tentar resolver o problema e se impressiona com a transformação na face do gêmeo. Neville balbucia palavras desconexas e se retira do alojamento. Cedrico bufa irritado e cancela o download partindo, imediatamente, para o treino de futebol. Mais tarde a conexão deveria voltar ao normal.


 


Ela não estava na faculdade há exatos 16 dias. Desde o funesto encontro com o cadáver de seu antigo namorado, Hermione não conseguiu repousar a cabeça no travesseiro e acumular mais do que cinco minutos de sono tranqüilo. A cena se repetia sucessivamente em sua mente e o remorso por ter abandonado o rapaz em um estado deplorável contribuía para o aumento do suplicio. Ela se culpava. Simplesmente, havia se condenado pela desistência do atormentado Draco e se penitenciava diariamente visitando o respectivo túmulo. Narcisa Malfoy provocou um escândalo e a expulsão da jovem do enterro. Desta forma, Hermione se compadecia do sofrimento da mulher pela partida prematura do único filho. Na décima quinta vez em que a morena compareceu ao cemitério da pequena cidade natal estranhou a presença de uma mulher ruiva chorando diante de uma sepultura. Molly Weasley estava irreconhecível. Desde o rompimento com Ronald, Hermione nunca mais havia obtido contato com a adorável mulher.


 


A acadêmica se mostra descrente diante dos fatos que abalaram a família do amigo de infância na época mais fatídica do relacionamento. E o sentimento de traição cresceu extraordinariamente ao descobrir a verdade por trás do que ocasionou a explosão no laboratório de informática e condenou ao termino o namoro. Em pouco tempo, ela tinha arrumado as malas e partido de volta para o campus. A primeira meta era encostar de uma vez por todas o antigo namorado na parede e obter dele a confirmação dos fatos.


 


A batida frenética na porta do alojamento e a expressão de raiva de Hermione preocuparam o jovem antes que qualquer palavra fosse dita. Ele conhecia a amiga como ninguém e nem mesmo o silêncio por parte dela poderia enganá-lo. Ronald Weasley estava em sérios apuros.


 


_ Por que você não me contou a verdade sobre o Fred? – dispara Hermione.


_ Você soube do que aconteceu, eu só... Você ficou sabendo da morte mesmo assim!


_ É, semanas depois do enterro. Eu conhecia o seu irmão! – grita _ Você não tinha o direito de me esconder algo assim!


_ Eu estava devastado, está bem? Você não tem qualquer direito de me cobrar isso depois de todo este tempo! E... Como você ficou sabendo? Que droga, Hermione... Onde você estava? – esbraveja o ruivo.


_ Fui para a casa, não agüentava estar ou sequer o ar desta faculdade... Mas, parece que eu fui à única a lamentar a morte do Draco.


_ O Malfoy tava fora de controle e afastou todo mundo! Não foi culpa sua, Hermione. Ele estava muito alheio a realidade para cometer uma loucura assim! – diz Ron.


_ Loucura como a do seu irmão? – provoca a jovem.


_ O meu irmão não era um maldito drogado como o seu namorado! Há muita coisa ainda sem explicação sobre a morte do Fred e não ouse comparar o meu irmão com aquele desgraçado do Malfoy! – o rapaz se descontrola, a jovem se assusta.


_ Então, me conta o que aconteceu naquela maldita noite! Acaba de vez com esse mistério que só ta afastando a gente!


_ O meu irmão entrou em colapso com a morte da namorada, a Angelina, em um acidente de carro. Nós achávamos que era relativamente normal esse período de luto... Mas, as coisas se agravaram e ele não saia mais de dentro do quarto... Não dava ouvidos para ninguém nem mesmo para o George. E dias depois, eu recebi uma ligação do meu pai contando que ele havia se enforcado... – revela o ruivo.


_ As semanas que você ficou ausente... – ela começa a entender.


_ É... O George encontrou o corpo do Fred na frente do computador com uma página do Orkut aberta... Algum desgraçado... Criou um perfil se passando pela Angelina com dezenas de fotos dela viva e do cadáver... E fez questão de deixar um depoimento acusando o meu irmão de ser o responsável pela morte... Havia dezenas de depoimentos... Ele não agüentou... No dia do acidente... Eu... Estava no laboratório instalando alguns equipamentos e... E alguém me adicionou no Orkut... Eu... Eu recebi um convite de um perfil fake do Fred... E no momento em que eu aceitei... Me enviaram um link... Com... Com... Um link de um vídeo mostrando a morte do meu irmão... Eu não... Eu não faço idéia... De como isso é impossível... Eu surtei no mesmo instante... – ele deixa-se cair no chão.


_ Eu não acredito... Eu... Ron... Eu sinto... – a fala para diante do horror da afirmação.


 


A única ação que a jovem é capaz de tomar é sentar ao lado do ruivo e tentar conforta-lo com um simples abraço. Bastam poucos instantes para que as lágrimas rolem livremente e o ruivo tenta retomar a narração em meio ao pranto.


 


_ Eu perdi o controle... Simplesmente, eu... Eu não... Conseguia raciocinar... Eu arrebentei fios de energia... E a...A situação saiu totalmente do meu controle... Eu puxei tomadas e... Começaram a sair faíscas e quando eu vi alguma coisa... Já estava um mundaréu de fogo infestando o laboratório... Eu não sei como o acidente tomou aquela proporção... Eu nunca contei isso para ninguém...


 


Finalmente, Hermione tem a precisa noção da tragédia que a distanciou do melhor amigo por um tempo longo demais. Inesperadamente, o raciocínio da jovem parece voltar a funcionar e a remete a lembranças torturantes daquela época. Os fatos pareciam, enfim, se encaixar. A recusa de Ron para sequer dialogar com ela, a sutil aproximação de Draco, o conforto que ela encontrou nas palavras do amigo de infância, a exatidão milimetrica das palavras de Draco Malfoy lhe tiravam o fôlego. Então, a inacreditável habilidade dele em praticamente antecipar seus pensamentos era humanamente crível e cruelmente inaceitável. Draco deveria ser o responsável por aquela monstruosidade! Ela se recosta na parede devastada. O ruivo nota o distanciamento do corpo dela para com o seu e reclama com o olhar. Ela torna a recostar a cabeça no ombro sem ter coragem para compartilhar suas suspeitas. E de uma maneira ainda mais assustadora, Ron parecia adivinhar sua conclusão.


 


_ Honestamente, eu acho que Draco Malfoy teve o fim que mereceu.


_ Eu estou começando a pensar nesta possibilidade. – o ruivo lhe encara surpreso _ Você tentou descobrir quem fez isso?


_ Você quer saber se eu suspeito do Malfoy? Eu não consigo pensar em outra pessoa.


_ Eu não acredito nisso... É inaceitável, é impossível que alguém seja... Tenha a coragem de tramar algo assim. – a jovem se desespera _ Se isso for verdade... Meu Deus! – ela reforça o abraço ao ruivo _ Eu... Eu fui capaz de abandonar você... E... Ficar com ele... Eu deixei que ele tocasse em mim... Que... Que ele...Se aproximasse... Eu não acredito que permite que aquele maldito ocupasse o seu lugar, Rony. – ela se afasta do ruivo e abraça as próprias pernas.


 


O rapaz fica chocado com a reação da antiga namorada e demora em processar o peso real da confissão. O estado de Ron é lastimável e pouco eficaz para tentar confortar a jovem ao seu lado. Os braços dele repousam sobre os ombros dela e a conexão é insuficiente para apagar ou, pelo menos, reduzir o impacto das descobertas e de seus respectivos erros. A infelicidade é ainda maior ao perceberem que o autor de toda a diabólica operação estava inatingível e livre das conseqüências. Para bem ou para o mal, a forca facilitou que Draco encontrasse a saída mais fácil e indolor para os seus atos terrenos.


 


A culpa então deveria recair totalmente sobre os ombros do comparsa, certo? Pois bem, mesmo o inexplicável tem sua lógica e por mais que Dino Thomas tentasse arquitetar planos para se libertar do lado obscuro da força que lhe foi apresentado pelo falecido mentor era tarde demais. Infelizmente, a data de validade para a salvação do mundo inteiro estava expirada.


 


Enquanto, Ronald e Hermione se lamentavam inutilmente pelos enganos pretéritos, o celular do rapaz vibrava insistentemente a poucos metros de distancia. Angustiado, Neville estava há mais de duas horas tentando contata-lo para dividir as últimas informações obtidas. “A internet da faculdade inteira está sendo direcionada para um único ponto no campus: o antigo quarto de Draco Malfoy”, era a resposta encontrada pelo gênio para a estranha lentidão nos downloads das músicas desejadas por seu irmão. Não havia mais escapatória. O terror estava on-line.


 


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Inicialmente, o meu pedido é de desculpas pela tremenda demora em postar, mas, como eu contei em alguns comentários aqui mesmo passei por problemas de saúde que me fizeram até mesmo largar um emprego. Mas, agora estou me recuperando e retomando a fanfic. Agradeço demais pela paciência e os comentários que me animaram a reformular e reativar essa história. Falando da trama, agora as coisas vão começar a sair de controle e se tornarem reais. Espero pela opinião de vocês!"


Agora, quem curtir Glee eu convido para ler a minha Fanfic - Voce vai lembrar de mim com um brasileiro incluido na primeira temporada de Glee. Confiram: http://migre.me/4paAp


 


 


Capítulo 5 - Martirio Surreal


"A cada dia um outro tormento
Uma nova visão do mundo que eu mesmo criei
agora parece ser tão real como o perfume do vento
começo a entender aonde eu pequei"


Trecho do último poema escrito por Draco Malfoy

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