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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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16. Cap 13 - Passado, presente...F


Fic: Intimidade - FANFIC FINALIZADA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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“A distinção entre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão teimosamente persistente”.


Musica da Cena - I want you - KOL





 


Era difícil decidir o que estava sentindo... Era difícil descrever com as palavras certas o que estava tomando conta dela.

Quando Gina saiu daquele banheiro, estava tão brava quanto satisfeita, o que a deixava ainda mais brava, era como a terceira lei de Newton, Toda ação causa uma reação, só que no caso dela, era um ciclo contínuo... As ações eram as mesmas e resultavam sempre nas mesmas reações.

Independente da filosofia que ela aplicasse, a realidade era uma só.

Harry Potter continuava em sua vida e exercendo um poder assustador.


Ela caminhava apressadamente pelos corredores do tribunal. O dia tinha sido tenso. Àquela altura do campeonato, quase todos já tinham deixado o local, mas ela tinha se escondido numa sala privativa.

Não queria encontrar Harry, não queria encontrar ninguém.

O Julgamento mal tinha se despedido do primeiro dia e Harry estava afundado até o pescoço em acusações e protestos.

Uma dúzia de testemunhas apareceu com as mais diversas histórias sobre o “Homem do ano”.

Gina não conseguia estar satisfeita. Deveria. Com certeza. Ganhar aquele caso seria como subir degraus de ouro em sua carreira, mas ela não conseguia evitar sentir-se incomodada.

“você não sabe o que eu sei, nem você, nem ninguém conhecem Harry de verdade”.

A voz de Rony ecoou em sua cabeça.

Quem era Harry Potter de verdade então?


Ela não tinha certeza absoluta se queria descobrir.

Na verdade, naquele instante, ela só queria ir para casa. Estava faminta. Por mais nervosa que estivesse, o episódio com Harry no banheiro, lhe abriu o apetite monstruosamente.

- Gin...

Ela ouviu a voz de Mike e seu coração quase saltou.

“Afaste o Corner, se quiser que ele fique inteiro”.


Ela não queria ter medo das ameaças de Harry, mas não conseguia duvidar daquelas palavras.

- Mike...

- Vamos almoçar juntos?


- Ah... Não Mike... Já são cinco da tarde e eu quero...


- Ah... Não Mike... Já são cinco da tarde e eu quero...

- Por favor Gina... Nós nem tomamos o café da manhã juntos. Estou com saudade de você. Poxa, nem parece que somos mais amigos, você nem conversa mais comigo.

- Eu... Eu...

Não havia o que dizer, ela estava distante.

- Por favor Gin... Que mal há?

Ela suspirou. De fato, que mal havia?


...

Não havia mais como ser igual a antes.

Gina não conseguia ficar mais à vontade, nem ser espontânea na presença de Michael.

Ela sequer conseguia apreciar a companhia dele
Era o mesmo Mike de sempre. Que em outro tempo, divertia, prendia sua atenção.

Michael não havia mudado. Mas Harry havia aparecido. Havia apagado qualquer pequena chama que houvesse entre eles.

Michael falou o que pareceram horas, tudo parecia interminável.

“Espero você hoje a noite, na minha suíte. Não me faça ir buscá-la, por que eu vou Ginevra”.

Ele ia. 

Ela sabia.

- Gina?

- Oi?

Ela saiu do transe.

- Está ouvindo?

- Estou. Estou... continue.


- Há quanto tempo não fazemos isso?

- Tem um bom tempo Mike.

- sabe… Uma das coisas que eu mais gostava quando namorávamos, eram as manhãs em que você acordava comigo e tomávamos café da manhã juntos.

Gina não soube o que responder e permaneceu calada, apenas olhando-o.

- Desejam mais alguma coisa senhores? – O Garçom que havia aproximado-se da mesa perguntou e Michael respondeu com um gesto, como se houvesse um pedido pronto, depois que o homem saiu e ele voltou a encará-la.

- Cafés da manha ao seu lado são momentos importantes para mim, e embora este aqui, não tenha começado exatamente como os outros costumavam começar, ainda é especial.
- Mike…

- Gin, apenas me escuta, por favor.

O garçom havia novamente reaproximado-se e colocado uma pequena bandeja coberta em cima da mesa, bandeja essa de onde Mike tirou uma caixa.


- Há algum tempo atrás quando terminamos, você disse que precisávamos de novos caminhos e que se o nosso destino se cruzasse de novo e nós ainda sentíssemos o que sentíamos antes, ficaríamos juntos… Pois bem, eu me sinto como antes, sinto que é mais forte. Preciso de você Gina, mesmo que não sinta o mesmo, preciso de você. Casa comigo?

- Michael...

Ela soltou o garfo, fazendo um barulho alto – O que?

- Eu sei... eu sei... de repente não é? Mas... Eu... Eu pensei muito Gina, eu acho que nós... daríamos certo... eu...

- Mike...

- Olha, você não precisa responder agora...

- Não. Mike... Eu... Mike ouça...

- Gina pensa pelo menos. Por favor... Você me deve isso. Por tudo o que a gente passou, não trate como se isso fosse qualquer coisa. Me dê pelo menos o benefício de pensar na proposta.

- Oh meu Deus.

- Eu sei que foi de repente, eu sei que... Por favor... Só pensa.
Gina passou a mão rápido no rosto.

- Eu vou ok? Eu...


O telefone a interrompeu.

Era Harry.

Ela tremeu ao aceitar a chamada.

- Gina weasley?

- Muito sexy... Muito sexy mesmo o jeito como você atende o telefone Gina.

- Algum problema? 

Ela tentou parecer despreocupada.

- Ah não realmente, estou ligando para saber o que vai ser?

- Como assim?

- Você vem ou eu vou te buscar...


- Não posso.

Ela deu um meio sorriso quando Michael a olhou interrogativamente.

- Então eu vou te buscar. Pode esperar ai mesmo no restaurante, eu chego em dez minutos.

- NÃO!

Ela literalmente se sobressaltou.

Michael franziu o cenho.

- Problemas?


- Diga ele Gina...

Harry Sussurrou no telefone e ela tossiu.

- Não Mike... Só um segundo – voltou-se para o telefone – Estou indo, ok?

- Boa garota.

- Vou fatiar você.

- Com as unhas? Por que se for com elas eu vou até gostar.

- Estou indo. Tchau - Ela desligou o telefone com violência – Preciso ir Mike.

- O que houve?

- Ah... é... Astoria... Precisa de ajuda, com Draco.

- Mas Gina...

- É importante... Mike. Eu sinto muito... Tenho mesmo que ir. Eu vou pensar, tá? E a gente fala sobre isso, tá bem?

- Ok.

Ela disse já saindo do restaurante apressada, deixando Michael desolado para trás.

 



...

Mal chegou na rua e viu Harry, do outro lado, encostado no carro...Olhando-a como um predador.

- Eu disse que estava indo.

Ela sibilou entredentes quando chegou perto o bastante.

- Eu sei.

- O que faz aqui?

- Vem comigo Gina.

- estou cansada de joguinhos.

- Sem mais jogos.

- posso confiar em você?

- Entra no carro Gina.

- Eu posso?


- Apenas entre no carro Gina.

- Responde, Caralho!

- Seu amigo está saindo do restaurante. Deseja que ele nos veja? Por que por mim, tudo bem...

- Desgraçado!

Ela praguejou e cedeu. Entrou no carro e subiu o vidro da janela.

Harry entrou em seguida e sem uma palavra, ligou o motor.

- Quero ir para casa. – ela disse irritada.

- Nós vamos.

- Para MINHA casa.

- relaxe Gina..

- Por que você... Tem que ser tão... Idiota? Arrogante, Prepotente, Imbecil, Estúpido, controlador e irritante?

- Por que se eu não fosse assim, você não me amaria.





Ele dirigiu como se ela não estivesse ali. Um silencio constrangedor se seguiu por quase 20 minutos. Gina parecia totalmente absorta... Mas só até perceber que estava mesmo chegando na casa de Harry.

- Eu disse que queria ir para casa Harry Potter.

- Estamos em casa.

- Chega! Absolutamente chega, pare o carro. Você não vai ficar controlando minha vida como se tivesse o direito de fazer isso.

- Deixe de ser histérica.

- Histérica é... Me deixe sair deste carro Harry.

- Me deixa ir!

- Não vai adiantar tentar fugir de mim Gina. Eu ja estou impregnado em você. Como um veneno.





- Não me importo com o quanto você esteja grudado em mim, eu posso tirar você da minha cabeça.

- Por quê?

- Por que o que?

- Por que você deseja que eu saia da sua cabeça? Vamos lá Gina, admita, você nunca se sentiu assim. Não estou sendo arrogante, nem prepotente, estou sendo realista. Eu fodi com a sua cabeça, não tem mais volta.

- Meu Deus... Você beira o ridículo da falta de modéstia.

- Já disse que não estou sendo arrogante. Estou sendo realista, eu sei que é assim, por que eu também estou sentindo isso.


- Você... Eu não posso... Ah meu Deus, você não entende que eu posso perder tudo?

- Tudo o que?

- Minha carreira Harry, tudo o que eu batalhei pra construir... Tudo. Você é um criminoso...

Ele baixou os olhos. Foi a primeira vez que Gina o viu vulnerável.

- Viu? Você é um estelionatário e um...

- Nunca roubei um centavo de ninguém, o dinheiro sempre foi meu...

- Você está sendo acusado de...

- Nunca violentei, nem assediei ninguém. Nunca dormi com crianças, nunca roubei e nem arruinei ninguém...

- Então por que está sendo acusado?

- Por que seu namoradinho não tem nada melhor para fazer.


- E as provas...

- Eles não tem provas Gina, seu namorado não vai vencer essa.

- Você não desmentiu quando eu te chamei de criminoso.

- O crime está nos olhos de quem vê, vocês... Nós... Julgamos de acordo com o nosso caráter, o que pode ser crime pra você, pode ser legitima defesa para outras pessoas.

- Leg-gítima defesa? - Ele apenas desviou os olhos – defesa do que?

- Não quero falar sobre isso.

- Mas vai. Rony vive me dizendo que eu não te conheço, e sim ele tem razão, eu não sei nada sobre você. E não vou continuar transando com um cara de quem eu não sei nada.

- Gina...

- Ou me diz... Ou me deixa ir.


O peito dele ardeu. Apesar de toda a crosta criada em torno de si mesmo, ainda doía.



- Eu...



- Se você não consegue sequer falar da sua vida comigo, o que eu tô fazendo aqui afinal? Papel de boneca inflável?

- Que é isso Gina... Você não parece uma boneca inflável, é mais quente e mais gostosa e grita muito pra ser uma.

Ele tentou, mas ela não caiu.

- Não desvie do assunto.

- O que você quer saber?

- Sua infância, me fale dela.

- Não há muito o que dizer, ela foi... vazia.

- Seja mais específico.

- Eu não quero Gina... Que saco!

- Então me deixe ir!

- Eu também não quero que vá! Eu adoraria deixa-la ir e me sentir ótimo com isso, mas eu não consigo... Cresci sozinho… Nunca precisei de ninguém e isso foi bom… Foi bom pra mim por que eu aprendi a ser forte… Aprendi que devemos ferrar com a vida antes que ela ferre conosco. Não ter laços significa ser forte… Resistente, e eu aprendi a ser resistente a tudo… Mas hoje…Hoje eu me sinto fraco… Hoje, eu preciso de você…





- Então por que não fala comigo?

- Por que... Eu... Por que precisamos falar? Por que não podemos simplesmente deixar estas coisas de lado e ir lá pra dentro, transar até secar?

- Por que não quero dividir a cama com um homem que só tem o pau pra me oferecer.

- Tá me chamando de prostituto?

- Idiota.

Ela não conseguiu não rir.

- Eu divido com você, mais do que já dividi com qualquer outra... É isso... Tem que ser assim, por hora, não posso dar mais que isso, nem vou deixar você em paz.

- Isso não é justo.

- Por que você não tenta, só... relaxar e curtir?

- Por que... Eu não sei...

- Olha pra mim. Eu preciso de você... Isso não conta?

Ela suspirou.

- Fique quieto Potter.

- Por que?

- Por que quero te dar um beijo que não fique marcas ou voem fios de cabelo, pra variar.




Musica da cena:Romeo and Juliet








...

Draco estava muito concentrado nas notas da nova composição, mas isso não o impediu de ouvir o barulho do carro em frente a sua nova casa.

Ele reconheceria aquele barulho em qualquer lugar.

Parecia um moleque pela maneira como soltou o violão e correu para a porta de entrada, ansioso.

Astoria desceu do carro e andou apressada quase jogando-se nos braços dele, pareciam estar separados há meses.

- Você demorou.

- Eu sei… Desculpe… Muita gente.

- Que saudade.

- Ta com saudade?

- Muita, pequena.

- Então cala a boca e me beija. 



- Que saudade Tori…

- Desculpe meu amor… Meus pais… Me seguraram até agora. 



- Você estava em casa?

- Estava... por que?

- Eu te liguei... e... Bom, acho que eu devo ter ligado errado, por que sua mãe disse que você não estava em casa... Pelo menos eu acho que era sua mãe.

Astoria suspirou forte, afastando-se um pouco dele. Sua expressão mudou na mesma hora. Ela esfregou o rosto e virou de costas.

- Você não ligou errado.

- Não?

- Não. 

- Então você não estava em casa?

- Estava.

- Eu tô confuso.

- Draco... Eu... Precisamos conversar.

- Aconteceu alguma coisa?

- Vem aqui.

Ela o puxou para o sofá.

- Tori... Não me deixa nervoso.

- Calma homem... Me deixa falar. Senta.

- Não, eu tô bem assim.

- Não fode Draco! Senta!

Draco obedeceu.

- Que foi amor?

- Dray... Talvez tenhamos, um problema ou dois.

- Como assim? 

Draco obedeceu.



- Que foi amor?

- Dray... Talvez tenhamos, um problema ou dois.

- Como assim?

- Meus pais.. Eles... Nós tivemos uma briga. Eles acham que você... Eles acham um erro nosso namoro.

- Por que?

- É... Dray, eu não sei exatamente como dizer isso, por que me envergonha que meus pais pensem deste jeito.

- Pensem o que? O que eu fiz?

- Nada amor... Nada, não é você o problema e sim, o tipo de pensamento que eles... Enfim... Eles... Meus pais acham ridículo que eu namore outro musico, disseram que você não tem futuro algum.


Draco abriu a boca, mas fechou em seguida sem saber o que dizer. Sem saber se ria ou se ficava bravo.

O que ele podia fazer? Olhá-la e dizer, “Ah, não se preocupa, sou herdeiro dos Malfoys?
Não podia. Principalmente depois de tudo.

- Então...

- Então eles não te aceitam... E...estão tentando dificultar pra nós.
Draco esfregou o rosto.

- E... Nós... Quero dizer... O quanto isto nos afeta?


- Não nos afeta! O que você pensa? Que eu concordo com eles?

- Não Tori... Eu só... Eles são seus pais...

- Dray... Isso não importa. Quero dizer, sim eles são meus pais, eu os amo, mas... 
Não significa que eu concorde com essa baboseira e muito menos que vou ficar longe de você por isso. Eu te amo Draco.

Ele a encarou alguns segundos e a abraçou.

- Como faremos então?

- Vamos apenas ter que ir com mais calma Dray... Só isso. Eu ainda moro com mais pais, ainda...Lhes devo algum respeito, só... nós podemos... Poderíamos... Eles não precisam saber por enquanto.

- Namorar escondido? – Ele perguntou de cenho franzido

- É. – Ela respondeu cautelosa

- Como Romeu e Julieta? – Ele riu de lado.

- É... tipo isso.

Eles sorriram juntos.

- Te amo Tori. Tudo bem pra mim.

- Tive medo que se magoasse e... e... terminasse comigo.

- Não seja boba Astoria Greengrass. Eu amo você.

- Muito?

- Muito. E pra sempre.

- Ah... Eu também tenho uma boa notícia.

- É? Qual?

- Bom... Eu disse pra eles que não precisam esperam por mim, por que eu dormiria na casa da Gina... Mas eu não vou dormir na casa da Gina então...

Os olhos dele brilharam.

- Vai passar a noite comigo?

- A noite toda, meu loirinho.


Rony estava sentado no sofá rabiscando um bloco de desenhos. Não tinha ido trabalhar naquele dia e apesar de apreciar o dia de descanso, sentia falta de ver Hermione.

Eles já haviam criado uma rotina, sem intimidades, mas cheia de frases e atos subtendidos. Olhares, sorrisos que só eles sabiam o que queriam dizer. 

Além das mensagens e recadinhos deixados a esmo, sem assinatura, mas que eles sabiam que era um do outro.

Um minuto atrás havia chegado uma sms dela, ele ainda estava sorrindo por isso, quando a campainha tocou.


“Deve ser Harry... Aquele pentelho”.

Ele sibilou.

Mas ao abrir a porta o choque foi tão grande que ele ficou estático por longos segundos.

- Katherine?

A mulher o mediu de cima abaixo com um olhar gelado antes de falar entre dentes.

- Vai me deixar aqui parada?

- Por... Por favor... entre.


Katherine entrou medindo o ambiente da mesma forma que julgou Rony. Com um ar de desgosto. Quase nojo.

Eles se encararam por um tempo, o ambiente ficou visivelmente pesado.

- Posso lhe ajudar em alguma coisa Katherine?

- Não. Nunca pôde, não pode agora. Você sabe por que eu estou aqui.

- Não eu realmente não sei.

- Não se faça de desentendido. Estou aqui por que quero que assine estes papeis.

- Acho que já falamos sobre isso. O assunto está encerrado.

- Não. Não está. Depois de tudo o que você fez, minha filha merece a liberdade. 

Assine isso.

- Não vou assinar Katherine.


- Seu petulante. Depois de tudo o que você fez, depois de todo sofrimento que impôs a minha família ainda quer continuar nos assombrando? Pra que? O que você ganha com isso?

- Eu não espero ganhar nada. E você? O que ganha com este teatro? Que diferença fará remover meu nome?

- Para minha família será como se livrar de um fardo. Você destruiu a vida da Lavender. Amaldiçoo o dia em que entrou na vida dela.

- Só você vê maldade do que Lilá e eu tivemos. 

- Eu vejo maldade onde tem, você acabou com ela.

- Você e essa sua mania odiosa de me culpar por tudo.

- POR QUE VOCÊ... É O CULPADO! 

- Você iludiu minha filha!

- Eu não iludi ninguém, eu amava Lilá.

- Você enlouqueceu minha filha!

- Não! Eu não fiz nada!




 - Lavender era doce... Era um anjo... Você... Seu desgraçado, você... Acabou com tudo isso!

- Quando éramos só nós e nossa preocupação era apenas com o próximo encontro, tudo parecia perfeito. Eu pensei que era para sempre, mas o nosso sempre morreu quando ela se tornou obcecada por ser mãe.

 

- Ser mãe é um ato divino e não uma obsessão. Minha filha não era culpada da sua incapacidade de ser pai.

- EU NÃO ERA INCAPAZ DE SER PAI SUA COBRA, EU TINHA 19 ANOS! EU QUERIA CRESCER, ME ESTABILIZAR, PODER DAR UMA VIDA DE VERDADE AO NOSSO FILHO E NÃO A VIDA QUE TIVE.

- Que desculpa absurda...

- CHEGA! Já chega Katherine! É suficiente. Saia da minha casa e saia agora ou eu vou chamar a polícia.

- Assine logo esta droga e eu saio da sua vida!

- NÃO VOU ASSINAR PORRA NENHUMA. 

- Um dia você vai querer se casar de novo não vai?

- Você não sabe nada sobre o que eu quero. Nada! Fora daqui. Agora!

- Eu levarei isto a justiça Ronald.

- Faça o que quiser Katherine, mas entre em contato com meu advogado, não vai ser mais recebida em minha casa.

A mulher caminhou a passos duros até a porta.

- Vai ter noticias minhas em breve.

- Espero que não tão breve.

Então ela saiu.

Rony arriou no sofá, sentindo um peso muito grande nas costas, como se o mundo acabasse de arriar sobre ele.

Fechou os olhos e tapou o rosto com as mãos.

As cenas voltaram a aparecer, realistas demais para meras lembranças.

 

- Lilá! O que houve?

- Um pesadelo! Um pesadelo terrível Rony!

- Outro?

- Eu sonhei que nosso filho morreu.

- Lilá…

- Você não imagina o alívio que eu senti quando acordei e vi que era só um sonho amor… Até senti nosso filho se mexer, você quer sentir?

- Lilá, nosso filho não se mexeu, por que ele não existe mais… Pare com isso.

- PARE COM ISSO VOCÊ! POR QUE É TÃO CRUEL COMIGO? POR QUE? NOSSO FILHO SE MEXEU!

- Deus do céu eu não suporto mais isso. Vou ligar para sua mãe, ela vai vir ficar com você.

- Onde você vai?

- Vou sair, vou... Não sei, vou em algum lugar.

- Não me abandona Rony. Você não quer nosso filho? Por que você não quer nosso bebê?

- Pelo amor de Deus Lavender! Chega!

- Você é um fraco e me abandona por isso!

...

Ele voltou a si. Uma lagrima escorreu pelo seu rosto.

- Eu não fiz nada... Não fiz isso com você... Não fiz...

Astoria acordou com o barulho da chuva na janela e o frio incomum. A falta de Draco na cama lhe explicou este frio. Ela sentou e o observou parado, com os olhos fixos na janela e o semblante triste.

Sem fazer barulho saiu da cama e se aproximou, abraçando-o na cintura.

Ele virou-se e só a encarou. Não precisava de mais do que isso pra se fazer entender.

- Me deixa tirar esta tristeza de você.

- Fica aqui pertinho. Com você aqui tudo fica melhor.



- Vem aqui Dray... Me beija.

Ele se virou e a beijou, era para ser lento, mas o ritmo mudou quando ela agarrou a barra da sua camisa e a tirou.

- Hummm... que gostoso... sentir sua pele livre das roupas...

Ela disse passando a mão por seu peito e subindo para enlaça-la em seu pescoço.
- Deixa eu sentir também.

Ele tirou a blusa dela.

- Tori… Está chovendo…

- Está…

- Adoro chuva…

- Adoro… Também.

- Chuva… você… Seu calor…



- Eu... eu também... 

Ele desceu as mãos e apertou sua cintura com força. A quantidade de força que ela reconhecia como sinal do seu desejo.

- Pensei que você estava triste...

Ela sibilou com ironia.

- É... Eu também pensei... Mas... estava enganado.

- Seu tarado.

Ele riu entre o beijo, sem largar sua boca.

- Só por você...

- Me leva pra cama Draco...

Ela disse ofegante.

- Seu desejo... é uma ordem... Minha rainha.

Ele a levou para a cama, cobrindo o corpo dela completamente.

- Eu te amo... 

Sussurrou em seu ouvido antes de mergulhar o rosto em seu pescoço e ataca-lo com a língua.

Astoria retorceu.


Ele subiu com mordidas leves pela sua mandíbula, até chegar na boca e invadi-la, entrelaçando suas línguas.

- Você... Me... esquenta… Em segundos...

Como resposta ela o trouxe mais para si e encaixou-o no meio das pernas, fazendo seus corpos roçarem.

- Ahhh caralho Astoria...

- Adoro quando você chama meu nome...



- Não desejo mais ninguém... Só você minha ninfa...

Ele desceu os beijos para o pescoço, ora lambendo, ora raspando os dentes, enquanto fazia um caminho de vai e vem e em seguida voltou para o seu ouvido.

- Sabe o que eu quero?

Ela retorceu a face.

- O que?

- Quero consumir você...

- Dray...

- Quero... Provar... Você... Seu corpo todo... inteiro... – ele desceu a língua até próximo ao mamilo dela – Quero te lamber... Te chupar...

- Ai... Porra Draco!

- Tá doendo morena? É? Onde? Me mostra onde?

- Você... sabe...

- Seu gosto… seu gosto… eu amo…

- hummm…

- Eu amo seu corpo.

- Meu corpo ama sua boca.



Ele lambeu, em seguido chupou rapidamente seu mamilo e desceu a boca, aplicando-lhe leves beijos pelo corpo, enquanto seguia o caminho desejado.

Astoria arfou quando ele beijou sua virilha, não sabia exatamente se desejava que ele continuasse beijando-lhe o corpo ou que fosse direto ao ponto, a única coisa que sabia era que o orgasmo já estava assustadoramente próximo, e ele ainda nem havia lhe tocado o sexo.

- Mais...Mais...

- Mais? Mais onde? Aqui? – E ele beijou mais pra baixo da sua virilha.

- Porra Draco! Mais pra baixo?

Ele desceu alguns pouquíssimos centímentros e beijou de novo.

- Aqui?

- Mais... Mais... Não brinca... Por favor... Não brinca...

- Me pede...

- Dray...

- Pede Tori...

- Dray, mais pra baixo...

- Mais pra baixo pra fazer o que?

- Mooor... PORRA DRACO, BEIJA... MAIS PRA BAIXO...

Ele riu baixo, mas por pouco tempo... Segundos antes de tocá-la com a língua.

Foi um toque leve... delicado... com a ponta da língua na ponta do clitóris... Mas isso foi só o primeiro toque... Só provocação... Antes mesmo que ela reclamasse, ele atacou seu sexo com uma fome que desconhecia.

Astoria arqueou completamente na cama e gritou.



Draco literalmente abocanhou seu sexo... foi como se chupasse uma fruta. A boca aberta, pegando o que podia, e fechando-se em torno do sumo tentando consumir o máximo que podia, terminando a prova com uma lambida longa e lenta.

Em seguida ele atormentou seu clitóris com beijos de língua e chupões fortes.

- Meu Deus... Meu...D-De...us...

Ele segurou suas pernas e as apertou.

Astoria se ergueu na cama e agarrou em seu cabelo, desesperada por mais.

- Cacete... Draco... Eu... Pára... Eu vou ... Gozar... - Ele diminuiu um pouco o ritmo, a intenção era de dizer que queria que ela gozasse, mas não conseguiu, assim que afastou um pouco a cabeça, sentiu as unhas dela fincarem nos seus cabelos, levando-o de volta, gritando coisas incoerentes. - Não! Não para... Não para... puta que pariu...

- Goza na minha boca. Na minha língua...

Ele disse e sentiu os fios do cabelo se retorcendo entre os dedos dela. Um puxão mais forte anunciou que o orgasmo chegara, reforçado pelas pulsações da vagina, o gemido longo e entrecortado e o liquido quente e salgado que descera pela sua língua.


- Dray... ahhhhhhh D-Draaay....

Ela tremeu... por longos segundos. O corpo sacudiu desesperado algumas vezes, os cabelos dele sentiram o quanto o orgasmo tinha sido intenso.

Ele continuou movimentando a língua delicadamente em torno dos grandes e pequenos lábios, tocando a uretra com um pouco de pressão, deslizando até o períneo e voltando numa lambida única em seguida até o clitóris...

- Draco...

- Hummm...?

- Vem aqui...

- Não... – Ele disse com abafado – Tá bom aqui...

- AGORA DRACO!

Ele riu.

Draco subiu pelo corpo dela como uma serpente maliciosa, disposta a cravar as presas em sua pele e destilar um veneno perigoso.

Astoria só conseguia tremer.

Ele estava tenso. O corpo completamente endurecido, completamente mesmo.
O sexo pulsava visivelmente de tesão. A lubrificação escorria pela glande. Mas era tão prazeroso ver a loucura nos olhos dela que ele tentava ser forte.

- Dray... vem...

Ela o abraçou com as pernas, ainda excitada, apesar do orgasmo explosivo que acabara de ter, mas tudo o que recebeu foi um leve contato entre os sexos, ele se manteve afastado e sorriu sarcasticamente.

- O que você quer?

- Que você entre...

- Não... não... assim não... Me diga, com todas as letras, me diga alto, o que você quer?

- Draco Pára!

- Diga! Se quer tem que dizer, diga...

- Me fode! Quero que você me penetre, me fode inteira.

Ele a penetrou no segundo seguinte. Sem demora, sem enrolação, sem preparação, sem que ela nem ao menos esperasse.

Aquilo foi intenso, desesperador e delicioso, ela quase gozou na primeira estocada.

Sem suportar mais o peso do próprio corpo, Draco arriou sobre ela, colando seus corpos.
Ela se prendeu em seu corpo como um naufrago em busca de algo para salvar sua vida, a penetração se tornou mais funda e mais gostosa.

Draco sibilou um palavrão e gemeu abafado. Sentiu seu pênis latejar, inchar e aquecer. Continuou penetrando-a.

Não eram movimentos rápidos, mas eram intensos. Não eram desesperados, mas eram intensos.

A chuva... o barulho da chuva... O calor do sexo contrastando com o frio do ambiente.
Os barulho emanado do choque dos corpos...

- Eu ... vou...

- Vem comigo... Vem...




 - Ahh caralho, Tori...

- isso, isso, me chama, me chama...

- Ai, ai cacete Astoria eu...

Ele não terminou a frase. A sucessão de atos desencadeados o fez parar. Primeiro ela o mordeu, muito forte no ombro, depois gemeu, enquanto ele sentia a força dos abalos orgásticos em torno do seu pênis, foi suficiente... Ele gozou muito forte.

Foi um orgasmo tão intenso que ele sentiu escorrer. Tão forte que as pulsações continuaram mesmo quando não havia mais nada para expulsar do corpo.

Ele não conseguiu parar de penetrá-la por quase dois minutos após o gozo, até que arriou exausto.

Ela o abraçou, deixou-o esconder o rosto em seus pescoço e tentar recuperar o ar.

- Te amo...

Ela sibilou em seu ouvido.

- Também te amo, pequena... – ele bocejou e virou de lado, com o restinho de forças que tinha, ela se aconchegou em seu peito – Te amo demais... Sempre foi você.
Astoria sorriu.

Ela não sabia exatamente que nome dar a sensação que se apossou do seu coração, mas sabia que não havia nenhum outro lugar no mundo que quisesse estar, senão ali.

...


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N/A: Então... Cap 13 :) Tô conseguindo cumprir a meta e postar um capítulo por semana. Espero que gostem desse aqui. Os próximos dois caps teram apenas pequenas menções dos outros casais, eles vão ser totalmente concentrados no ciclo "Rony-Hermione-Joey".

Obrigado a quem tá lendo. 

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Comentários: 2

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Enviado por Lana Silva em 04/07/2011

Nossa eu tô passada muito bom tudo foi bom perfeito nossa nem acredino que o Ron é casado!

Nota: 5

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Enviado por Ananda Honorato em 07/05/2011

Joeyyyy,não creio que o Rony é casada e não quer se separar...

Ai como eu to doida que a Mione descubra que ele tá numa situação pior que ela!!! UHASUASHSAUHSAU

Posto mais estou anciosissima!

Nota: 5

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