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Visualizando o capítulo:

19. Colocando o plano em prática 1


Fic: A mesma história,outro desfecho - HG


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Gente, eu estou tento muita matéria na facul então está meio complicado para eu escrever e não quero fazer as coisas mal feitas, peço desculpas pela demora a quem está acompanhando a fic ok. Eu dividi esse capitulo em dois justamente para não demorar mais para postar alguma coisa, mas prometo não demorar mais do que uma semana para postar a part. 2. 


Queria agradecer a Elane Black, porque eu comecei a escrever essa fic no ano passado, ai meio que desisti, num dia do nada eu resolvo entrar na floreios e vejo dois pedidos dela de meses distintos pedindo para eu continuar, axo que minha fic devia ter 4 ou 5 cap ainda, ai por ela eu resolvi dar continuidade a história, pq eu fico pu* quando uma autora larga uma fic que eu estou gostando, pois bem, esse ultimo cap que eu postei teve muitos acessos mas nenhum comentário, ai eu pensei, putz ninguém tá gostando, axo que nem vou escrever mais, deu uma desanimada sabe, ai novamente eu entro e tem uma mensagem dela que nunca mais tinha deixado comentário e que eu até achei que tinha deixado de ler a fic pedindo para eu postar mais, resumindo... Elane essa fic é inteiramente para você viu!!!  rsrsrsr


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Harry estava sentado no jardim da Toca olhando para o nada a mais de uma hora, Gina estava dormindo tranquilamente em seu quarto desde após o banho que tomaram juntos, a sensação de saber que ela estava bem era reconfortante para ele, porém ele estava aflito, desde que ele descobriu os planos de Voldemort que a angústia fez no seu peito sua morada, ele nunca se sentiu assim, nunca teve tanto medo de perder alguém na vida, nunca temeu tanto, nem por si próprio. Grossas lágrimas escaparam dos seus olhos, era irônico, pois quando ele era mais novo por muitas vezes questionou o porque dos seus pais não terem deixado ele morrer junto com eles, e hoje ele tinha a absoluta certeza que morreria dez vezes se fosse possível para que seu filho tivesse a chance de sobreviver.


Inesperadamente Rony e Hermione aparataram nos jardins da Toca, Hermione com os cabelos mais armados do que o habitual e Rony com uma cara fechada, ao avistarem Harry correram ao seu encontro. Por mais coisas ruins que os três já tivessem passado juntos Hermione ainda não estava acostumada a ver Harry chorando, ela sentou-se ao lado do amigo e o abraçou.


- Eu tentei de tudo para protegê-la Harry, eu fui dar minha ultima cartada, mas não deu certo. – Hermione disse com os olhos marejados.


- Do que você está falando? – Harry perguntou para ela se afastando um pouco dos braços da amiga para não causar um ciúme desnecessário em Rony.


- Eu e o Ron fomos até Hogwarts escondidos, e depois no beco diagonal para ver se conseguíamos uma poção polissuco, mas não obtivemos êxito – ela disse desolada.


- Por Merlin – Harry exclamou – Eu não tinha pensado nisso.


- Eu ia me fazer passar por ela – Rony afirmou.


Harry sentiu um nó na garganta, ele podia não ter os pais, mas tinha amigos que eram mais do que irmãos, sem pensar ele se levantou e abraçou o Rony.


- Obrigado – ele disse – Eu não podia esperar outra coisa de você!


- Ai como o amor é lindo – disse Gina que acabara de chegar à porta.


Harry riu.


- Sei que é estranho, mas acho que realmente amo esse cara. – Harry brincou com ela.


Rony ficou mais vermelho que seus cabelos, suas orelhas flamejando.


- Eu hein, sai pra lá – Rony respondeu indo para abraçar Hermione.


Todos riram juntos, sentindo-se felizes por estarem unidos.


Os quatro estavam conversando no quarto do Rony. A Sra. e o Sr. Weasley estavam demorando mais do que o habitual para voltarem, Rony já estava aflito achando que algo de ruim tinha acontecido com seus pais.


- Calma Rony – disse-lhe Hermione – Não vai tardar até que eles cheguem.


Mas nem ela própria acreditou nas suas palavras, algo de errado estava acontecendo! Já tinha se passado uma hora desde que Rony tinha falado de suas suspeitas, a tarde estava quase no fim quando Harry levantou-se da cama e disse:


- Já chega, tem algo errado acontecendo.


Gina sentiu seu coração apertar, Rony olhou angustiado para Hermione.


- Claro! – Exclamou Hermione – Porque não pensei nisso antes?


- No quê? – Harry quis saber.


- Vamos ver o relógio na cozinha! – Hermione disse correndo para lá, seguida dos outros três.


Ninguém disse uma só palavra, as pernas bambearam ao constatarem pelo ponteiro do relógio que todos os integrantes da família estavam correndo um perigo mortal.


- O que isso quer dizer? – Rony foi o primeiro a quebrar o silêncio.


- Exatamente o que está dizendo. – Hermione rebateu.


Instintivamente Harry empunhou sua varinha na mão direita e com a mão esquerda empurrou a Gina que estava ao seu lado para detrás dele num movimento protetor.


- Você acha que ele vem hoje? – Hermione perguntou ao Harry.


- Tenho certeza – ele respondeu com a voz entrecortada pelo medo.


 


Já estava tudo combinado, Gina ficaria no quarto até Voldemort chegar, mas assim que ele entrasse no cômodo ela desaparataria para a casa do Gui, deixando que Harry, Ron e Mione lutasse com ele.


- Não é justo – Gina reclamava – No plano original tinha o papai e a mamãe para ajudar, não posso deixar apenas vocês três contra aquele cara de cobra.


Harry revirou os olhos, como ela era linda fazendo biquinho.


- A prioridade é nosso filho – ele disse duramente – Não tem discussão, é isso ou vamos todos desaparatar para a casa do Gui agora.


Gina concordou com o plano, afinal essa era a melhor oportunidade que teriam, eles não podiam ficar a mercê de Voldemort, vivendo angustiados esperando o dia que ele iria atacar novamente, o elemento surpresa era fator fundamental nessa disputa.


Rony e Hermione desceram até os jardins da Toca para escondidos ver o momento que Voldemort chegaria; eles não sabiam se o Sr. Weasley chegou a dar o recado para o delator Sr. Fábio, porque se Voldemort pensasse que Gina está sozinha em casa era bem provável que fosse sozinho acabar com a vida dela, mas se ele estivesse pensando que encontraria a casa cheia com certeza viria com vários comensais da morte.


Harry estava sozinho com a Gina no quarto, o medo de que algo ruim acontecesse a ela estava o dominando, ele sabia que simplesmente não existiria mais vida para ele se ela partisse.


Harry a abraçou com ternura, afundando seu rosto na sua clavícula, inspirando o aroma maravilhoso que emanava daquele pedaço da sua pele – Eu te amo – ele disse, e essas palavras lhe causaram uma forte dor, quase física. – Também te amo – Gina respondeu o abraçando forte, ela não queria pensar no pior, porque se o fizesse não teria forças para continuar, se ela parasse para pensar na ideia de perder o Harry ela enlouqueceria no mesmo instante.


Nesse momento Harry escuta uma voz estranha muito distante.


Pegar... Matar... Pegar... Matar...


O coração do Harry disparou dentro do peito, suas pernas de repente não sustentavam mais o peso do seu corpo.


- Você ouviu isso? – ele perguntou para a Gina se soltando dos seus braços.


- Não Harry – ela disse assustada – Não escutei nada.


Sangue... Matar...


- Ouviu? – Harry perguntou novamente empunhando a sua varinha.


- Calma Harry – Gina disse aflita – É só na sua cabeça.


- Quem me dera se fosse. Eu já vi esse filme Gina, se só eu posso ouvir essa voz estranha isso quer dizer que é uma cobra e eu não sei por que, mas acho que sei o nome da nossa visitante.


- Nagini – Gina sussurrou com a voz fraca pelo pavor que tomara conta dela.


- Exatamente – Harry disse encarando a porta, apenas esperando ela entrar para lhe destruir.


***************** 


Ron e Hermione estavam no jardim da Toca, escondidos atrás de uma grande árvore ao lado da casa, Hermione olhava atentamente para todos os lados, mas não conseguia ficar totalmente alheia ao fato de que Rony estava bem atrás dela, respirando no seu pescoço. Ela virou-se abruptamente, fitando o par de olhos azuis que eram o seu mundo.


- Ron, eu quero que saiba...


- Não Mione – ele a interrompeu colocando o indicador nos seus lábios – Não faz isso, não se despeça, por favor.


Então ele a beijou com paixão, como se aquela fosse à última vez que seus lábios se tocariam.


– Te amo mais do que você possa imaginar – ela disse olhando nos olhos dele. Rony sorriu. – Eu te amo muito mais, eu te amo desde sempre e para sempre – ele disse arrancando um sorriso dos lábios de Hermione.


De repente Hermione percebeu que baixou a guarda, então voltou a dar as costas para o Rony e varreu o jardim com os olhos – nem sinal de Voldemort – mas ela teve a impressão de ver um vulto na extremidade do jardim.


- Rony, você está vendo algo no fim do jardim – ela questionou.


Rony apertou os olhos para conseguir enxergar melhor e viu claramente um vulto se movimentando na direção dos dois, imediatamente tomou a frente de Hermione e empunhou sua varinha.


- Acho que isso foi um sim. – Hermione concluiu.


Depois disso tudo aconteceu muito rápido, Nagini sentiu o calor humano e rastejou velozmente na direção dos dois que nem tiveram tempo de pensar, quando Hermione a viu ela já estava dando o bote no Rony, um pulo de mais de dois metros, a boca aberta com a mandíbula totalmente deslocada mostrando as presas e os olhos negros vidrados. Rony tentou pensar num feitiço, mas nenhum vinha na sua cabeça, Hermione não teve escolha, faltando uns dez centímetros para que as presas da Nagini varassem o pescoço do Rony ela apontou sua varinha e disse convicta: - Avada Kedavra! – Uma luz verde saiu da sua varinha, indo de encontro à cobra, fazendo com que ela caísse estatelada no chão.


Rony ainda tremia, ele pode sentir uma gota de suor escorrendo pelas suas costas.


- Mione, você a matou? – ele perguntou orgulhoso.


- Antes ela do que você – ela respondeu sorrindo.


Mas o sorriso não durou nem um milésimo porque quatro comensais da morte desaparataram naquele momento nos jardins da Toca.


******************** 


Harry e Gina caíram no chão tamanho à dor que sentiram. Harry na sua cicatriz e Gina na lateral da barriga, eles puderam ver Voldemort furioso ao presumir que sua cobra havia morrido, ele esmurrava a parede, urrava de ódio e jurava matar Harry Potter e Gina Weasley a qualquer custo. Num rompante Voldemort seguiu até uma sala ao lado, onde tinham oito comensais da morte, então apontou para quatro deles e disse-lhes: - Agora é com vocês, eles são apenas crianças então não me decepcionem.


Os quatro comensais se levantaram, fizeram uma longa reverencia para Voldemort e aparataram.


Harry estava sem ar, o ódio tomava conta de todo o seu ser, ele fechou os olhos apertando as pálpebras com força e aos poucos foi voltando ao normal, Gina também sentia o ódio inflamando dentro do seu peito, mas se recuperou primeiro, empunhando a sua varinha rapidamente e indo ficar na frente do Harry, protegendo-o.


**********************


Hermione encarou o Rony que não tinha mais medo em seu semblante, talvez as cobras os assustassem mais do que os bruxos.


- No três – ele sussurrou em seu ouvido – um, dois, três...


Os dois saíram detrás da árvore, pulando os restos mortais da Nagini e gritaram – ESTUPEFAÇA – raios de luz vermelha saíram de suas varinhas acertando em cheio dois comensais da morte que voaram a metros de distância.


- Crucios – Um comensal disse apontando sua varinha para Rony, mas Hermione foi mais rápida - Salvio Hexia- ela disse mirando sua varinha no Rony antes que o feitiço chegasse nele, criando assim uma barreira de proteção como um escudo, quando o feitiço bateu na barreira Rony desarmou o conesal que tentou atingi-lo - Expelliarmus A varinha do comensal caiu para um lado e o próprio para outro lado, desacordado.


- Ron, está faltando um – Mione disse aflita.


Rony procurou por todos os cantos onde sua visão alcançava, mas não havia vestígio do ultimo comensal, a porta da cozinha estava fechada sem sinais de arrombamento, o que o levou a crer que o comensal não entrou na casa.


- Vai ver fugiu – Rony concluiu.


Rony colocou os tres comensais juntos em um canto do jardim da Toca e lançou o feitiço Petrificus Totalus.


Vem Rony – Hermione o chamou, levando-o pela mão novamente para detrás da árvore onde eles estavam escondidos. Hermione andava de um lado a outro com a varinha levantada dizendo: – Cave Inimucum – para que o comensal não conseguisse ve-los escondidos caso ainda estivesse no local.


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Mal Harry se recuperou e uma nova pontada de dor na cicatriz o fez perder o rumo, a dor foi tão intensa que ele desmaiou. Ele se viu na mesma sala onde Voldemort tinha esmurrado as paredes, mas ele era Voldemort, andando de um lado para o outro quando de repente um dos comensais que ele havia mandado atrás do Harry entra correndo no comodo se prostando de joelho.


- Perdão Milord, mas eles atacaram e desarmaram os outros três, eu não teria a menor chance, então resdolvi voltar para te contar o que aconteceu – sua voz beirava a histeria.


- MALDIÇÃO – Voldemort gritou – Ergueu sua varinha e sem pensar duas vezes conjurou – AVADA KEDAVRA – o feiche de luz verde atingiu o peito do comesal, fazendo-o cair de lado, sem vida apesar de ainda ter os olhos abertos.


- Se quer bem feito faça você mesmo – Volmort disse, saindo para outro cômodo.


*******


Gina chorava copiosamente, apesar de sentir dor era visivel que a dor do Harry era muito maior do que a sua e ela ainda tinha forças para bloquear os pensamentos, mas ele não. Ela via o Harry desacordado, suando frio, gritando de dor e não podia fazer nada.


- Harry, acorda meu amor, por favor – ela pedia, secando o suor da testa dele com as mãos.


Harry acordou, mas ficou alguns segundos de olhos fechados esperando a raiva atenuar, depois abriu os olhos para alívio de Ginna.


- Você está bem? – ela perguntou.


- Tem como não estar bem com você por perto? – ele disse com sinceridade.


Gina levantou-se com a varinha em punho apontada para a porta.


- Eu vi o começo da cena, mas bloqueei o final – ela disse – Ron e Mione estão fazendo um ótomo trabalho.


- Tudo que aqueles dois fazem juntos dá certo – Harry afirmou levantando-se do chão e empunhando a sua varinha também.


- Ele está vindo – Gina disse olhando para Harry.


- Pois que venha – Harry disse convicto.


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Belatrix - Voldemort chamou – Sim Milord – ela respondeu indo ao seu encontro. – Você me daria à honra da sua companhia no assassinato de quatro crianças enxeridas.


Belatrix gargalhou – Claro Milord – Quatro crianças e um bebê HáháHáháHá, você deixaria eu matar algumas?


- Eu faço questão apenas do Potter, mas para garantir vou matar eu mesmo a sua namoradinha grávida.


Dito isso Voldemort estendeu a mão para Belatrix que a segurou com força, nisso ambos aparataram para o jardim da Toca.


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Obrigado a todos que estão comentando viu, de coração...
espero que gostem não sou boa escrevendo aventura rs

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Comentários: 2

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Enviado por soso horvath em 29/06/2011

que é isso você é ótima escrevendo aventuras!não se subestime nunca isso sempre não será bom!tenha isso em mente!

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Myli_Carvalho em 07/04/2011

Obrigada por me convidar a ler sua fic

Ela é maravilhosa

Vc me tirou do tédio

e realmente amo o Harry e a Gina juntos óbvio

posta rápido por favor

para me dar as boas vindas

POST

Nota: 5

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