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12. this is the last time


Fic: Intenção Cruel - Scorpius e Rose - COMPLETA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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obrigada a  Brenda TribuzyCecília Potter , dominique. e Luanna Matos pelos últimos comentários *o*


Capítulo 12





EPÍLOGO


This is the last time


Erros. Nada mais do que erros. É esse significado da vida. Você pode achar que estou dizendo isso porque cometi os meus, mas a verdade é que eu aprendi com as outras pessoas.


Quando meu pai descobriu que eu começaria a trabalhar no Hospital St. Mungus, ele ficou muito surpreso.


– Céus, achei que você era péssimo em poções.


Eu nunca fui péssimo em poções. Eu apenas tirava notas baixas, porque estudar era perca de tempo. E eu nunca havia feito nada de errado na poção que usei contra Ethan. O que quase o matou Clair Hale ter trocado o frasco por um veneno para, assim, fazer-me achar que eu havia envenenado ele todo aquele tempo.


Quer saber o que aconteceu com Clair? Bem, então sinto muito. Nunca mais a vi em minha vida. Meus antigos colegas diziam que ela estava trabalhando como garçonete em um bar depois que sua família rica faliu. Mas são apenas boatos. Eu achava que ela estava pior. E às vezes sonhava com sua prisão em Azkaban.


Todo mundo achava que era um boato essa história de que Scorpius Malfoy viraria um médico bruxo. Mas, acredite, isso aconteceu mesmo.


Pela primeira vez na minha vida, eu me preocupava com o que acontecia às pessoas que apareciam para serem examinadas. A maioria dos machucados e das perdas eram resultados de erros e isso me intrigava.


E o mais irônico ainda? Ethan estava trabalhando comigo. E viramos amigos. Não dos melhores, mas ele confiava em mim apesar de tudo. Era um cara sem ressentimentos e que queria aproveitar a vida, cuidando das de outras pessoas. Ele me ajudou a ter um emprego, e alguém com quem conversar durante aquele trabalho tão sério de salvar as pessoas.


– Então ela realmente acabou com tudo – contava Ethan enquanto andávamos até a sala de emergência. – E eu ainda não entendo. Mas, vai saber, mulheres são estranhas.


– Você só tem que entendê-las – respondi.


– É, mas eu nunca entendo. Qual é a situação? – Ethan perguntou ao medibruxo que estava com a testa franzida quando viu que estávamos falando de um assunto muito aleatório.


– Tentativa de maldição imperdoável em um auror – contou o sr. Flak. – É melhor vocês se apressarem. E parem de falar sobre mulheres pelo menos enquanto estão trabalhando. A situação é grave.


Eu entrei na sala e quase exclamei "Cacete" quando vi Albus Severus inconsciente, deitado na cama. Eu não o via há mais de dois anos, mal acreditei que o veria assim.


– Ele está morto? – perguntou Ethan.


– Não – falei. – Não. Bem, pelo menos o trouxeram a tempo.


O sr. Flak, que era o mais foda dos médicos, se virou para mim.


– Malfoy, avise a família de que vai ficar tudo bem e que basta apenas esperarem algumas horas para os efeitos das poções darem certo.


– Mas esse não é o meu trabalho – argumentei. – Eu não tenho tato o suficiente para...


– Tudo bem – Ethan suspirou. – Eu vou. Scorpius é insensível.


– Não. – Eu mudei de idéia. – Não. Eu vou. Quero dizer, posso tentar.


– Se você diz...


Ultrapassei alguns corredores longos até chegar à grande sala de espera. Havia uma moça de vinte anos, de cabelos longos, encaracolados e ruivos, de costas para mim, andando para lá e para cá, agitada. Passei as mãos no meu cabelo, ao notar que eu estava certo quanto ao meu pressentimento.


Eu me aproximei dela.


– Albus vai ficar bem – falei.


Ela se virou tão abruptamente que derrubou o copo de água em minha roupa.


– Desculpe – ela pediu desesperada. – Desculpe, eu não...


– Não faz mal.


Rose Weasley tirou a franja dos olhos e colocou atrás da orelha.


– Então... Albus está bem mesmo?


– As poções estão fazendo efeito. Apenas espere.


– Ah que bom. Eu estava tão preocupada...


Ela me encarava como se quisesse ler alguma coisa na minha testa.


– Então é mesmo verdade que está trabalhando aqui – comentou.


– É, mas só estou começando. Estranho, não? – falei, baixinho. E então era verdade que ela ainda continuava linda do mesmo jeito. Eu sorri. – Quer outro copo de água?


– Não precisa, eu mesmo pego.


– Recusando cavalheirismo?


Ao ouvir aquilo, ela parou. Não respondeu "estamos no século vinte e um!" como na última vez há alguns anos. Ao em vez disso, abanou a cabeça.


– Você provavelmente deve estar muito ocupado.


– Não – eu disse, virando-me para o bebedouro. Enchi outro copo de água para ela. – Na verdade não.


Ela deu um pequeno sorriso em agradecimento quando eu o entreguei. Bebeu um gole e sentou-se na cadeira. Eu sentei ao seu lado.


– O que aconteceu? – perguntei.


– O quê? Ah, com Albus? Ele estava trabalhando. Meu pai sempre aparecia machucado quando voltava de alguma "missão" como auror.


– Você já deve estar acostumada a isso, então.


– Sim, um pouco. Mas, mesmo assim, fico preocupada.


– Ei, Malfoy! – chamou a sra. Kurtes que trabalhava com secretária. Achei que ela ia dar bronca em mim por eu estar conversando durante o trabalho, mas quando me virei para ela, fiquei surpreso: – Você tem apenas meia-hora para o almoço!


– Claro, sra. Kurtes. Valeu por avisar! Cara, alguém tem que dizer para essa mulher falar baixo.


Nós rimos como se nos víssemos todos os dias.


– Escute, Rose...


De repente, foi ela que me interrompeu:


– Você quer almoçar comigo? Eu estou aqui há um tempão e estou morrendo de fome, e agora que sei que Albus ficará bem, acho que não tem problema eu... sair um pouco.


– Claro – eu respondi, mal acreditando nisso. – Claro. Mas você vai me encher o saco com suas histórias entediantes?


– Vou – ela falou com uma voz ironicamente sofrida.


– Então estamos demorando. Eu só tenho meia hora para ouvi-la.


No entanto, quando chegamos a um restaurante e sentamos um de frente para o outro, não conseguimos dizer muita coisa. Ela ficou calada o almoço inteiro. Eu não podia deixar de lembrar em como ela havia me conquistado e mudado a minha vida. Eu não podia deixar de não entender porque não estávamos juntos.


Eu comia o último pedaço do frango no momento em que ela finalmente quebrou o silêncio:


– Scorpius, eu li a sua carta.


– Hum?


– A sua carta. Eu li.


Ela não precisava dizer qual carta que era.


– Faz tempo – comentei.


– Nem tanto assim.


– Por que nunca respondeu?


– Eu respondi. Apenas... não mandei.


– Por quê?


– Porque... – ela mordeu os lábios. – Eu cometi um erro.


– Olha, eu sei que você cometeu um erro quando aceitou ficar comigo. Eu a fiz cometer esse erro, mas...


– Não é disso que estou falando. Eu cometi um erro por não confiar em você. Eu sei que você mudou, Scorpius, desde o momento em que você se preocupou comigo. E não era em você que eu não confiava. Era em mim. Mas quando percebi, era tarde demais para mudar.


– Você sofreu?


– Nós precisávamos continuar a vida.


– É, eu sei. Sentia sua falta, Rose.


– Droga, eu me sinto patética dizendo essas coisas, mas agora... olhando para você, não parece que nos separamos. Mas você provavelmente deve estar saindo com outra pessoa.


– Não – eu respondi. – Você está?


– Não.


Ficamos nos olhando. Eu sorri e falei:


– Eu leio sua coluna no Pasquim. Você escreve bem.


– Você o quê? – ela arregalou os olhos. – Não acredito! Lendo revista?


– Não concordo com nada do que você escreve, mas acho bem interessante sua percepção dos fatos.


– Ah, fala sério, nunca concordamos com alguma coisa – ela riu. – Nunca. Eu não estou surpresa.


– Na verdade, há algo que concordamos. Eu vou te convidar para sair de novo. Nós queremos isso.


– Como parece ter tanta certeza?


– Porque eu disse que o faria. Na carta, lembra? – Olhei para o relógio e meu tempo já havia acabado o meu tempo de folga. – Bem, eu devo voltar.


– Claro, estou ocupando demais o seu tempo e...


– Rose – eu me aproximei dela quando nos levantamos. – Esperava você para ocupar o meu tempo. Não reclame disso.


Ela sorriu. E eu soube que estávamos começando tudo de novo.


Voltamos a nos reencontrar todos os dias depois que Albus se recuperou dos machucados. Bem, nem todos os dias. Pois éramos ocupados demais com nossos respectivos trabalhos. Ela trabalhava nas revistas mais lidas do mundo. No entanto, quando nos encontrávamos era como se o tempo nunca tivesse passado e que estávamos tentando concertar um erro.


Durante uma tarde de domingo enquanto nós passeávamos pela rua do beco diagonal, eu envolvi meu braço em seu ombro e disse:


– Quero conhecer seus pais.


Rose engasgou tanto que quase deixou o sorvete cair no chão.


– Você está brincando, certo?


– Não. Vai ser interessante. Eles vão me amar só de ouvir onde eu trabalho.


– Céus, eles vão te odiar antes. Porque você vai dizer o seu sobrenome primeiro. Sem chances.


– Quer realmente saber o que eu vou dizer a eles então?


Eu a encostei na parede de uma construção e beijei levemente seu rosto até chegar aos seus lábios quentes. Não pensei que ela ficaria tão entretida naquele beijo, por isso quase esqueci o que eu ia dizer. Rose afastou-me um pouquinho e riu.


– O que você vai dizer a eles?


– Isso vai parecer patético no começo. Mas eu direi que minhas intenções com a filha dele são extremamente boas. E completarei com um senhor no final.


– Acha que eles vão acreditar nisso?


– Você acredita?


Ela segurou meu rosto, gentilmente.


– Sim. Eu acredito.


– Então não importa mais nada.


Voltamos a andar e eu devo acrescentar que estávamos de mãos dadas, algo que não faria com outra pessoa senão ela. Num momento Rose parou e tirou da bolsa uma carta.


– Estou te devendo isso. Não leia agora.


Assenti, embora estivesse muito curioso. Quando voltei para casa, portanto, a primeira coisa que fiz foi ler o que Rose escrevera em resposta a minha carta:


Querido Scorpius,


Você não poderia ter sido mais romântico. Mas você não aceitaria esse rótulo, eu sei. Sua carta me fez pensar no que dissemos antes da formatura e eu sinto que fui injusta. Na verdade, me sinto confusa com tudo isso. Não conheço provas de amor, mas você insistiu que ia me provar a verdade. Sempre desconfiei de você, Scorpius, já que nunca nos falamos até aquela tarde estranha quando você se ofereceu para carregar meus livros. Não sabe o quanto é esquisito de repente receber olhares daquele garoto que eu secretamente sempre estive apaixonada. Mas quando decidi correr o risco, fui decepcionada. Acho então que lhe devo uma explicação porque devemos começar tudo de novo. Nunca quis depender de um amor, Scorpius, e fui treinada a reprimir meus desejos, porque eu sempre soube que você era inalcançável. Nossas vidas vão se separar e seguiremos caminhos diferentes! Eu sei que eu o reconheceria com os olhos fechados se o encontrar daqui dez anos. Mas eu espero que seja o mais cedo possível, pelo menos até toda essa confusão se dissolver. Pelo menos até estarmos maduros o suficiente para concertar esse erro... que acidentalmente o tornou tão alcançável para mim.


Não sei o que vai acontecer no futuro... mas eu também quero que saiba que, caso nos encontrarmos, eu vou ceder. Pelo menos um pouco. Pelo menos até meu coração decidir a hora definitiva de acabar com isso.


E eu sempre te amei,
Rose 
Weasley.


Ao final da carta, eu percebi que eu acreditava em amor. Acho que todo mundo, independente de como age para viver, tem o direito de passar por isso. Vai ser difícil, vai ser patético, vai machucar, vai magoar. Porque o amor é cruel. Mas ele também pode ser verdadeiro.


FIM




Como quando acaba uma fic, a vida deve continuar! Espero vocês no movimento: TODO MUNDO ODEIA CLAIR. HAUAHAUHAU


Obrigada a todos que comentaram até o fim, que leram até o fim e que favoritaram até fim! Amei vocês :D E obrigada ao filme CRUEL INTENTIONS, que foi uma grande fonte de inspiração para essa fic!
Vou sentir falta, mas estou escrevendo outra fic. Espero que dêem uma olhada, mesmo que o shipper não seja muito famoso. É Money Honey, sobre a vida dos pais de Scorpius na visão da Astoria Greengrass!



Um grande abraço a todos!


Pokerwell. 8D

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Comentários: 7

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Enviado por Karine em 19/12/2011

Sem palavras. Uma das melhores Rose/Scorpius que eu já li. Comecei a ler hoje e não parei até terminar. É uma fic realmente mágica. Parabéns por tanto talento! ps:quero esse Scorpius pra mim.

Nota: 5

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Enviado por Nikki W. Malfoy em 30/11/2011

uhull...
sei que to meio atrasada na fic
mas eu só achei ela hoje, e já li tudo!
ta... eu amo as suas fics, ela são incríveis!
Rose e Scorpius forever!!!

Nota: 1

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Enviado por Luciana Liboni em 25/10/2011

De boa ja Odiei ela Logo no Começo da Fic, se eu n entrar no Movimento " TODO MUNDO ODEIA A CLAIR" Ia ser idiotisse -kk. Ficou mt show, o Scorpius esta extremamente parecido com Draco em relação a tudo, esta Fantástico, Parabens !!!

Nota: 5

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Enviado por Weasley.Malfoy em 21/09/2011

Senti uma risada maléfica na nota final : " todo mundo odeia a clair muahahhahahaaa " kkkk to rindo que nem uma idiota! Essa fic é tipo.. simplesmente demais! Já deve ser a 5763478995456472349 vez que eu releio.. kkkk.. é a melhor rose/scorpius que eu já li! 

Nota: 5

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Enviado por Lays Mary em 10/09/2011
ameiii a fic,otima parabéns pena que acabou T.T
Nota: 5

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Enviado por Annabel Evers em 09/09/2011

Tenho uma palavra que define sua fic: FANTÁSTICA! *-*

Você escreve mto bem e descreveu um Scorpius do jeito que seempre imaginei.

P.S.: Apresento-me para o movimento "Todo mundo odeia a Clair". kkkkkk'

 

Nota: 5

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Enviado por Mohrod em 07/09/2011

aaah, meu coração parooou! *-* ameei essa fic. amo o jeito que você escreve! hueheu parabéns

Nota: 5

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