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53. Capitulo 53


Fic: A Caricia do Vento. - Concluida - Dramione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Aloha, pessoas! Tudo bem com voces? 
finalmente aqui está o primeiro capitulo do ano... há muito ja passamos do meio da história, mas ainda não tenho muita ideia de quando ela ira postar! A unica coisa que eu sei, é que eu ja tenho outro livro em vista e sera a proxima adaptação. =) hehehe. Definitivamente, não irei deixar as adaptações de lado. hehehe. Bem, agora vamos responder aos reviews. ^.~

Janaina Adriande de morais - Bem, eu demorei para postar né!? Me desculpe... eu meio que ja previra isso! Mas aqui está o capitulo novo e espero que voce goste. hehehe. Acredito que eu não irei demorar muito para postar o proximo, é bem provavel que semana que vem eu coloque um novo capitulo on line. hehehe. Beijos. 

Tamara J. Potter - Ahhh que bom que voce gostou do capitulo anterior e espero que goste desse aqui também! *--* Bem, nem precisa me falar o quanto o Draco é lindo! Eu sou totalmente apaixonada por ele... acho que ja deu para perceber não é? Espero que goste desse novo capitulo ;) Beijos. 

Pamy Debastiani - É muito ruim mesmo quando um autor larga uma fic, por isso que eu posso deixar de postar durante um tempo, mas terminar uma fic é questão de honra sabe!? É muito chato deixar uma fic em hiatus, me sinto mal... é um trabalho incompleto! O proximo capitulo não vai demorar muito tempo, provavelmente semana que vem eu ja esteja postado. ;) Ah sim, lembrando que a fic não é minha, eu estou adaptando essa história! hehehe... Beijos. 

Mayara T. - Quanto tempo voce demorou para ler todos os capitulos? voce não ficou um pouco intimidade com o tanto de capitulo postado? Bem, pelo jeito não... hehehe, isso me deixa muito feliz! =) Espero que continue acompanhando a fic até o final, não vai demorar muito... apesar de não ter ideia de quando terminarei de posta-la. Beijos. 

Caroline Guterrez - Nossa! Quanta pergunta... pena que eu não posso responder... todas elas vão ser respondidas com o passar da fic! hehehe. Acredite em mim. =P O proximo capitulo não vai demorar muito, assim espero. hehehe. Beijos. 

Undiscovered - voce leu tudo em uma unica noite??? voce é totalmente louca... prometo que o proximo capitulo não vai demorar muito mais. Espero que continue acompanhando a fic até o final... ja que passamos há um BOM tempo do meio. hehehe. Beijos

Quem tiver interesse, pode me seguir no twitter e me perguntar as coisas! Eu respondo! =) 

@da_ni_ribeiro

Espero que gostem do capitulo e que deixem muito reviews para que eu possa responder. hehehe. 
Beijos =**
Angel_S

--**--
Devem ter achado o carro e o corpo de Ronald, concluiu. Quem sabe os pais dela haviam notificado as autoridades para procurá-la, quando não retornara com Ronald, como havia prometido.


 


Cerca de uma hora mais tarde, três cavaleiros apareceram na entrada do desfiladeiro, os cavalos trotando serenamente pela encosta até o nível do chão. As esperanças de Hermione viraram pó.


 


Abandonou o posto de vigília e entrou na casa. Permaneceu no quarto quando Malfoy e Potter entraram na casa, pouco depois. Já não havia mais nada seu no quarto. Malfoy supervisionara a mudança dos seus poucos pertences para o quarto dele, de manhã.


 


Um punhado de homens entrou na casa de tijolo cru, depois da volta de Malfoy. Deitada no pequeno catre, Hermione fitava o teto, escutando as vozes em espanhol na sala. Cada vez que Malfoy falava, ela imediatamente reconhecia o timbre baixo da sua voz.


 


Fechou os olhos com força, tentando bloquear a nitidez com que percebia tudo a respeito dele. Mas era inútil.


 


Quando o jantar ficou pronto, preparado pela mulher de Neville, Malfoy chamou Hermione para a sala.


 


Os homens permaneceram, recusando a oferta de comida, mas aceitando café de Luna. Hermione mal conseguiu comer, dolorosamente consciente dos olhares dos homens. Sentia os olhares penetrantes que Malfoy lhe lançava, mas não retribuiu nenhum, mantendo a cabeça baixa enquanto empurrava a comida no prato, de um lado para outro.


 


Quis voltar de novo para seu quarto, mas Malfoy mandou que ficasse. Seu orgulho quase fez que recuperasse, mas Hermione se deu conta de que ele não toleraria nenhum atrevimento na frente dos seus homens. Calada, ajudou Luna a lavar os pratos, e ficou sentada ao lado de Malfoy.


 


A discussão era evidentemente sobre algo de grande importância, considerando-se a expressão séria no rosto de todos os presentes. Mas Hermione não entendia uma só palavra. Malfoy tomava notas em folhas de papel amarelo, mas também escrevia em espanhol.


 


Dois bules de café tinham sido consumidos e a lua já ia alta no céu quando a reunião foi dada por encerrada e os homens se retiraram. Potter foi o último, demorando-se mais alguns minutos para conversar com Malfoy a sós, depois fazendo um gesto de cabeça de boa-noite para Hermione. Enquanto Malfoy examinava as suas anotações, acrescentando novas, Hermione tirou as canecas de café da mesa.


 


A seguir, tentou sair silenciosamente da sala, planejando estar dormindo quando ele chegasse. Mas foi detida antes de dar três passos para fora do cômodo.


 


- Aonde vai? - perguntou Malfoy, erguendo os olhos.


- Para a cama. Para onde mais? - respondeu Hermione, na defensiva.


- Espere - ordenou. - Só vou demorar alguns minutos.


- Estou cansada e quero dormir. - Não ia ceder sem discutir. - Não vejo motivo para esperar por você.


- Não gostaria de perturbar o seu sono, mais tarde.


 


Ela teve uma explosão de mau gênio, ao perceber suas intenções nas entrelinhas da resposta.


 


- Meu Deus - arquejou Hermione -, uma vez por dia não chega para você! Tenho que suportar tudo de novo!


 


Usando uma perna de trás da cadeira como ponto de apoio, ele girou-a de lado. Com um braço jogado negligentemente nas costas da cadeira, o seu olhar velado encontrou o ressentimento vivo nos olhos faiscantes dela.


 


- Venha cá. - O primeiro impulso de Hermione foi ignorar a ordem e sair da sala. Malfoy interpretou a causa da sua indecisão momentânea e repetiu a ordem. - Venha cá.


 


Ela cerrou as mãos, as unhas ferindo a pele sensível das palmas. Hermione foi até a cadeira, um desafio rígido em cada nervo tenso, embora obedecesse à ordem. A mão dele agarrou o braço que ela mantinha grudado ao corpo e puxou-a mais para perto da cadeira.


 


- Suporta o meu contacto, não é? - falou, zombando, em voz baixa.


- É! - sibilou Hermione, por sua vez, mas lá sentia uma pulsação na garganta, ante a proximidade perturbadora.


- E acha que fazer amor uma vez por dia é o bastante, não é? - continuou Malfoy a escarnecer dela, os olhos escuros brilhantes e enigmáticos, o controle presente nas feições taciturnas.


- É demais!


- Acha que não ia gostar, hein?


- Sei que não ia!


 


No entanto, os seus sentidos já tornavam uma mentira à negativa.


 


Com uma torção brusca do pulso dela, ele puxou-a contra a cadeira, as pernas dela roçando numa coxa musculosa. Hermione forçou-se a ignorar o contacto ardente. O aperto no pulso fez que se inclinasse de leve para diminuir a dor.


 


Perdeu o fôlego quando o olhar dele passou do seu rosto para os seios, que forçavam o tecido fino da blusa e o nó que mantinha a frente fechada. A mão livre dele ergueu-se até o rego entre os seios.


 


O fogo grego se espalhou pelas veias de Hermione quando os dedos magros do homem se enfiaram dentro da blusa e foram tocar-lhe o seio, afastando a fazenda para deixar à mostra a sua rotundidade suave. Quando a boca tocou o mamilo rosado, Hermione soltou uma exclamação abafada de protesto e deleite. Fechando com força os olhos, tentou ignorar o modo como ele lambia o seu mamilo até deixá-lo duro como pedra.


 


Era uma tortura exótica resistir ao chupar excitante do seu seio. Hermione conseguiu não ceder às ondas de desejo que mexiam com seus sentidos, até que a mão dele desceu pelo estômago e foi enfiar-se intimamente entre as suas coxas.


 


Seus joelhos tremeram como geléia, e soube que estava perdida. Como uma pessoa que se afoga, sucumbindo a uma ressaca, Hermione deixou-se puxar para o colo dele. Malfoy despiu-a com lentidão deliberada antes de levá-la para o quarto, com as mãos entrelaçadas ao redor do pescoço dele e os lábios cativos desejosos da sua boca dominadora.


 


Foi um ciclo de sedução que se repetiu ao longo das duas semanas seguintes com mudanças de abertura, cenário e diálogos. Hermione tentava controlar os sentidos, às vezes dominando por algum tempo seus desejos traiçoeiros, mas sempre - inevitavelmente, ao que parecia - Malfoy obtinha a reação que buscava.


 


Cada ensaio da cena melhorava o final culminante, deixando a Hermione pouca coisa a que se agarrar, salvo o orgulho. Todo o resto Malfoy havia tirado, pouco a pouco.


 


A sua vida antes de ser trazida para o desfiladeiro parecia ter acontecido á tanto tempo que era como se não tivesse existido. Era freqüente Hermione acordar durante a noite fria e descobrir-se enroscada junto a Malfoy, aproveitando o calor do seu corpo.


 


Naqueles momentos de sono parecia-lhe tão natural estar deitada ao lado dele! Era como se nunca tivesse dormido sozinha.


 


Hermione mexeu-se, inquieta, no catre, sem gostar dos pensamentos que perturbavam a sua sonolência. Uma mão tocou o seu braço e ela se desviou, precisando reafirmar o seu orgulho.


 


- Não.


 


Lançou um protesto tíbio contra o contacto leve de Malfoy, e a exigência que imaginava ele lhe fazia.


 


- Não tenho tempo de mudá-lo para "sim” esta manhã. - A voz baixa dele, com leve sotaque, estava carregada de um divertimento tranqüilo, confiante a sua capacidade de mudar a resposta dela, assim o quisesse. - Vamos. Tem que acordar e vestir.


 


Franzindo o cenho, Hermione abriu os olhos. A chama de uma lamparina lançava um círculo de luz no centro do quarto, mas através das cortinas da janela podia ver que o céu ainda estava escuro, que era noite. Confusa, olhou para Malfoy, completamente vestido, sentado na beira da cama, calçando as botas.


 


Certificando-se de que o cobertor ainda ocultava a sua nudez, Hermione apoiou-se nos cotovelos.


 


- Ainda não amanheceu.


 


O seu olhar escuro percorreu-a brevemente.


 


- Logo amanhecerá. - Calçou a outra bota. - Luna está preparando o café.


 


Hermione prestou atenção e ouviu os ruídos que confirmavam a presença de mais alguém na casa.


 


- Mas por que tão cedo? - insistiu.


 


Malfoy se levantou da cama e olhou para ela.


 


- Vou partir ao alvorecer.


 


- Partir? - As palavras dele surpreenderam Hermione. Sentou-se na cama, trazendo consigo o cobertor agarrado junto ao peito. - Não falou nada ontem sobre partir. Aonde vai? Por quê?


 


A sua boca se retorceu com um divertimento cínico.


 


- Aonde vai? O que vai fazer? Quando vai voltar? - Malfoy escarneceu das suas perguntas. - Parece uma esposa interrogando o marido. Não sabia que se preocupava tanto com o que faço e aonde vou.


 


Hermione se arrependeu imediatamente das suas perguntas impulsivas.


 


- Estou me lixando para o que você faz! - falou bruscamente, e jogou as pernas para fora da cama.


 


- Agora, sim, está parecendo mais a minha leoa. - Ele riu baixinho. - Mordendo e arranhando quando não está ronronando nos meus braços.


 


Hermione arrancou o cobertor dos pés da cama e enrolou-se nele antes de se levantar e caminhar empertigada até a cômoda. O cobertor lhe caía nas costas, chegando quase à cintura, o cabelo mechado pelo sol, em ondas soltas, tocando-lhe as omoplatas. Enquanto pegava a blusa e as calças, ouviu Malfoy, que se aproximava por trás dela.


 


- Por que insiste em se enrolar nesse cobertor? - falou. - Acha que já não conheço de cor cada centímetro de você!


- Não tenho vontade de desfilar nua na sua frente.


 


Hermione retirou-se, quando as mãos moveram-se para pousar nos seus ombros.


Afastou o cabelo da nuca da moça para deixar o calor ardente da sua boca explorar a área sensível.


 


Hermione sentiu-se derreter com a carícia perturbadora, e sabia muito bem que as suas defesas não agüentariam se não o distraísse, e logo.


 


- Imagino que vá partir para tirar algum criminoso da cadeia - disse, com a dureza de uma acusação.


 


O seu objetivo foi alcançado quando ele ergueu a cabeça, encontrando o reflexo do olhar dela no espelho quadrado que encimava a cômoda. Uma sobrancelha escura arqueava-se, intrigada, o olhar vivo cheio de interrogação.


 


- Por que está dizendo isso? - A voz dele era quase serena demais.


- Potter me contou que é o que vocês fazem. - E Hermione ficou se perguntando se não era para ela saber. - Imagino que vocês atacam, montados nos seus cavalos, e pegam os guardas de surpresa.


- Os cavalos nos levam das montanhas e nos trazem de volta... nada mais. - Malfoy afastou-se. - Do lado de fora das Sierras, temos que usar outros meios de transporte.


 


Hermione se deu conta de que ele não admitira nem negara que o seu destino era uma prisão.


 


- É para lá que você vai? - perguntou de novo.


 


Ele a olhou de esguelha, por um momento.


 


- Vamos ver se é possível, e, se for, verificar a melhor hora para fazê-lo. Ficaremos ausentes três, talvez quatro dias, no máximo.


- O que vai fazer comigo enquanto estiver fora? - perguntou ela, com planejada indiferença. - Vai me trancar num quarto e deixar um guarda na porta?


- É necessário? - retrucou Malfoy.


- Não sei. - Hermione deu de ombros. - Acha que é?


 


A boca dele se estreitou ante a evasiva dela.


 


- Luna virá diariamente cozinhar para você. Poderá sair de casa somente com Neville. Ele será responsável por você. Deixei ordens para que a detenham caso passe da porta, a não ser que Neville esteja junto de você. Haverá sempre alguém de guarda, quer Neville esteja aqui, quer não - terminou, num tom seco e autoritário.


- O que está querendo dizer é que não confia em mim?


- É - concordou Malfoy, friamente. - Não confio em você. - Deu meia-volta serenamente e dirigiu-se para o corredor. - Vista-se para podermos tomar o café que Luna preparou.


- Não estou com fome - murmurou ela, Obstinadamente.


 


Malfoy parou à porta, a boca retorcida cínica e zombeteiramente, aprofundando os vincos dos cantos.


 


- Pobre Hermione. Em quem vai afiar as garras quando eu estiver ausente? Talvez até sinta saudades minhas.


- Nunca! - sibilou ela, como uma gatinha pateticamente vulnerável.


 


Havia um brilho de riso nos olhos claros dele, antes de se dirigir para o corredor, deixando Hermione a vestir-se sozinha.

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