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9. Capitulo 9 - Cócegas?!!!


Fic: Lágrimas de uma Grifinória


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Cócegas?!!!
 
   Quando Hermione acordou notou que nos jardins do castelo a neve rodopiava como se estivesse dançando ao som de uma musica inaudível para humanos e que somente ela, a neve conhecia. E dominava cada nota e acorde tocada por seu parceiro, o vento, em raras ocasiões, este, cantarolava como se quisesse deixar cientes os humanos de sua musica mágico, ou talvez, como apenas um amante que de tão apaixonado e envolvido cantarolava sua canção ao ouvido da amante.
   Hermione se levantou e se dirigiu até a janela para observar mais de perto esta dança, à janela lhe propiciava uma vista da Floresta Proibida, ficou a observá-la em silencio por um tempo e por um momento lhe pareceu familiar, quase como se uma memória estivesse tentando vir à tona, mas vinha esgueirando-se pelos cantos, quase vindo à tona, quase sendo vista e então se escondendo novamente como que brincando de esconde-esconde com ela. Ela se concentrou mais um pouco tentando agarrar a memória, como quem tenta agarrar uma borboleta, arisca, delicada e frágil.
   Finalmente a memória parecia vir à tona, era nublada e difícil de entender, mas tinha algo que se sobressaia naquela imagem. Olhos. Olhos verdes e tristes e decididos. Ela não sabia o porquê, mas sabia que estava triste naquele dia, ele, o dono dos olhos, também estava não conseguia se lembrar dos motivos ou das conversas que tiveram, não conseguia sequer se lembrar se tinha mais alguém ali com eles, embora tivesse a sensação de que sim, tinha também a sensação de perda, perda de alguém querido, mas também não sabia de quem.  A única certeza de que tinha naquela memória é de que confiava no dono dos olhos e que foi olhando nos olhos dele naquele dia que tomou uma importante decisão. E tinha a sensação de que foi essa decisão que a trouxera até aquele momento.
   Snape, ao entrar no quarto, a encontrou encostada ao vidro gelado da janela, ainda encarando, sem enxergar, o mesmo lugar há quase uma hora. Estava tão absorta em tentar entender aquela memória confusa, liquida e contorcida, que não o ouviu entrar ou seus passos ao se aproximar dela. Snape foi cuidadosamente se aproximando, não queria assustá-la, gentilmente ele encostou a mão no ombro dela se preparando para uma reação explosiva e assustada dela e se surpreendeu quando ela virou o rosto para ele e então calmamente de volta para a janela sem se incomodar com o toque dele.
   —Você conhece todos os meus amigos, não é? —Perguntou ela reflexiva e soando distante enquanto levantava a mão para colocar uma mecha do cabelo que caia em seu rosto atrás da orelha e acabou por tocar levemente a mão dele que continuava em seu ombro, por algum motivo que nem mesmo ele sabia, ele pode senti-la tremer levemente e, achando que ela estava com medo, retirou rapidamente a mão. Sem saber por que ela se sentiu um pouco desapontada quando ele tirou a mão e agradeceu por estar de costas e assim ser mais fácil disfarçar isso.
   — Sim, por quê? — Perguntou ele curioso tentando fingir que nada havia acontecido embora sua mão formigasse onde ela havia encostado tão minimamente.
   — Você sabe se algum deles tem olhos verdes? — Perguntou virando-se para ele e percebendo quão perto estavam. A respiração dele batia no topo da cabeça dela devido à diferença de altura, o tórax deles quase se encostavam quando respiravam e as respirações deles estavam descompassadas. Eles se encaravam olho no olho aproximando seus rostos, mas então ele parou, fechou os olhos e respirou fundo.
    — O Potter tem olhos verdes. — falou ele dando alguns passos para trás e andando pela sala continuou: — Por quê? Você se lembrou de algo?
    — Eu não sei, é tudo muito confuso... Quase liquido... Eu só me lembro dos olhos... Do Harry... — falou a ultima parte em tom de duvida.
   — Você viu alguma coisa a mais? Ouviu algo?
   — Não, mas eu confiava nos olhos dele... Eu não tive medo... Era normal, natural... — Ela falou, mas soava como se estivesse apenas refletindo,pensando em voz alta, ela virou-se novamente para a janela encarando a neve. — Será que isso é bom? Quer dizer, será que isso significa que eu não teria medo dele se o visse?
   — Não sei, Hermione. Mas nós podemos descobrir. — Ele falou pensativo e ela se virou para ele com uma expressão confusa como se perguntasse o que ele queria dizer com aquilo. — Nós poderíamos pedir que ele viesse te ver, eu tenho certeza de que ele não se incomodaria...
   — Você... Você fica aqui? Quando ele chegar? — Perguntou ela com a voz tremida, uma sombra de medo no fundo de seus olhos, as mãos tremendo, os lábios apertados.
   — Se é o que você quer, eu fico, mas o Potter não vai gostar nem um pouco de me ter por perto. — Ele falou se sentando na cama dela.
   — Eu não me importo se ele não gostar. — Ela falou se dirigindo até ele e sentando-se do lado dele na cama. — Eu preciso ter você aqui quando ele chegar. — Continuou e sua mão, num gesto impensado, instintivo e rápido, segurou a mão dele procurando por conforto. Snape olhou assustado para baixo ao sentir suas mãos se unirem e Hermione ficou com medo que ele ficasse bravo devido ao seu atrevimento, mas ao invés disso ele apertou a mão dela na sua e deu um sorriso de canto de boca a fazendo sorrir abertamente.
   — É melhor você tomar seu café enquanto eu vou falar com a McGonagall para que ela envie uma coruja dizendo para o Potter vir até Hogwarts hoje. — Ele falou ainda segurando a mão dela, mas se levantando.
   — Ainda sobrou alguma coruja em Hogwarts, depois de ontem? — Ela perguntou rindo e também se levantando, indo com ele até a saída da enfermaria.
   — Uma ou duas... — Ele disse abrindo um sorriso, um sorriso verdadeiro e completo, diferente dos sorrisos irônicos e de canto que ele costumava dar. Ela deu risada e um beijo na bochecha dele logo se virando para o canto da enfermaria onde uma mesa tinha sido posta para ela com um farto café da manhã.
 
~*~
 
   — Snape?! O que faz aqui tão cedo? — Perguntou McGonagall, que tinha acabado de acordar e nem sequer tinha tomado café da manhã ainda afinal, eram só oito e meia de um dia de férias. — Aconteceu alguma coisa? — continuou ela deixando-o entrar no seu escritório, o escritório de Dumbledore, ele não pode deixar de pensar.
    —Na verdade sim, mas é uma coisa boa. — Ele falou sentando-se na cadeira em frente à mesa de McGonagall. — É sobre Hermione, ela parece estar se lembrando de alguma coisa, ainda não foi nada concreto apenas uma memória embaçada de quando ela estava com o Potter. Ela acha que esta pronta para vê-lo. Ela quer vê-lo, se possível hoje... — Ele tentou explicar sem detalhar muito os sentimentos que a garota compartilhara com ele, não achava certo.
   — Ora, mas, será que ela está mesmo pronta para isso? Quer dizer isso seria muito bom, mas será que não é muito cedo? —Perguntou ela preocupada e Snape jurava ter visto uma preocupação maternal no fundo dos olhos da sempre severa McGonagall. O que Hermione fazia com as pessoas? Que tipo de poder era esse que fazia as pessoas mudarem seus métodos, seus comportamentos de uma vida após apenas alguns minutos com ela? Perguntava-se Snape em pensamento.
   — Eu não acho, até por que logo os alunos estarão de volta ao castelo e o único método de impedi-la de chegar perto de todos os garotos será trancando-a no dormitório feminino da Grifinória. — Ele falou um pouco mais seco dessa vez, mais irônico. —É melhor agora que nós podemos controlar melhor o ambiente, podemos controlá-la melhor, nós não podemos esperar muito tempo, McGonagall. Tem que ser hoje.
   — Você tem razão, Snape, eu vou mandar uma coruja para ele imediatamente... Você acha que devemos chamar o Weasley também? — Perguntou McGonagall começando a escrever em um pedaço de pergaminho.
   —Talvez, mas não acho que seja uma boa idéia ela ver os dois ao mesmo tempo... E é melhor você avisar o Potter para ele não pirar... — Quando viu a indagação no rosto dela explicou: — Ela pediu para eu ficar com ela...
   —Ok, eu entendo. Eu vou tentar explicar a situação a eles... Embora eu ache que seja melhor fazer isso em pessoa... — Ela falou a ultima parte como se estivesse apenas pensando em voz alta enquanto a pena deslizava no pergaminho a sua frente. — Vá avisar Hermione, afinal não há duvidas de que eles virão...
   — Tudo bem. — Falou ele se levantando e saindo da sala.
   Ao terminar de descer as escadas que levavam a sala da Diretora, Snape começou a se dirigir a enfermaria, mas na metade do caminho seus pensamentos se voltaram para o modo como Hermione segurou sua mão quando conversavam, enquanto se lembrava sua mão voltou a formigar como se ela ainda a segurasse. Ele se virou para a janela perto da qual tinha parado sem se dar conta, encarou a neve que cobria os jardins, as nuvens que cobriam a luz gelada do Sol, fechou os olhos quando sentiu o vento gelado cortando seu rosto, mas durante todo o tempo tudo em que podia se concentrar era em Hermione, sua frágil Hermione... Sua? Ora, agora ele estava perdendo a cabeça, cortou os pensamentos balançando a cabeça, afinal, Hermione não era nem nunca seria sua... Espera ai! Por que raios ele queria que ela fosse sua? O que?! Mas ele não queria! Então, porque ele havia cogitado a idéia? Não ele não tinha! Snape bufou, chacoalhou a cabeça com violência numa tentativa desesperada de acabar com aqueles pensamentos e retomou seu caminho apressado.
   Ao chegar à enfermaria encontrou Hermione encolhida em uma confortável poltrona perto da mesma janela em frente a qual a encontrará aquela manhã, só que ao invés de encarar a paisagem com um olhar perdido seus olhos estavam fixos e ela estava bem concentrada em um grosso livro apoiado em seu colo, suas pernas estavam encolhidas embaixo dela e um grosso cobertor envolvia suas costas e ela enrolava metodicamente uma mecha de cabelo, enquanto mordia o lábio inferior levada pela emoção do livro de vez em quando franzia a testa murmurava algo e então voltava a morder o lábio. Sem perceber Snape se encostou à parede e ficou apenas observando Hermione ler, quando ela sorriu por causa de algo na história sem perceber ele sorriu também, e quando ela murmurou muito irritada um “Garoto idiota”, ele não conseguiu evitar perguntar:
   — Quem?
   — Snape?! — Falou ela quase caindo da cadeira, tamanho o susto que levara. — Droga! Você me assustou! Há quanto tempo você está ai?
   — Acabei de chegar. — Ele mentiu. — Você não respondeu: quem é idiota?
   — Matthew, ele é o personagem principal dessa história, ele acreditou na mentira da Pandora que ele já sabia que não prestava, ao invés de confiar na Elizabeth que ele diz amar! Ele é muito idiota! — Falou ela um pouco irritada.
   — Você sabe que isso é um livro, certo? — Ele perguntou arqueando uma sobrancelha.
   — Claro que sei! Mas isso não muda o fato de que ele é um idiota! — Ela falou no mesmo tom irritado enquanto se levantava colocava o livro na mesa ao lado de sua cama e começando a dobrar o cobertor o que fez Snape bufar e fazer o cobertor se dobrar com um aceno de varinha. — Obrigada! Céus eu preciso lembrar como se fazem esses feitiços! — Ela falou começando agradecida e terminando estressada se jogando na cama. — Você não vai sentar? — Perguntou após um minuto apontando para a cadeira na qual estivera sentada.
   — Eu falei com a McGonagall. — Ele falou se sentando enfrente a ela. — Ela enviou uma carta para o Potter, eles devem estar aqui logo.
   — Eles? — ela perguntou com a voz tremida e um olhar meio assustado.
   — O Potter e o Weasley. Não se preocupe você só vai ver o Weasley se achar que está pronta para isso, está bem?
   — Ok. Você vai ficar aqui comigo, né?
  — Na verdade não... — Ele falou vendo-a arregalar os olhos e então continuou no mesmo tom dando um sorrisinho irônico de canto. — Nós vamos ficar no Salão de Entrada.
   — O que?! — perguntou ela e ao se dar conta de que ele estava mexendo com ela jogou as cobertas nele dizendo: — Idiota!
   — Serio Hermione você tem que parar de jogar as coisas em mim! — ele falou em tom ameaçador.
   — Ah, é? Senão o que? — Perguntou ela provocativa.
   — Ah, não sei eu posso querer fazer... — A cada palavra ele chegava mais perto da garota, que começou a se encolher na cama, segurando o riso. — Isso! — Ele falou fazendo cócegas nela que se contorcia de tanto rir, ele descobriu que ela era muito sensível a isso.
   — Para! ... Snape !... Para!... — Ela falava entre gargalhadas enquanto tentava se proteger das mãos dele que sem perceber também ria. — Severus... por favor... Para... Para!!!
   — O que está acontecendo aqui?! — Perguntou McGonagall espantada ao entrar na enfermaria.
   — Cócegas? — Respondeu Hermione inocentemente ainda deitada, enquanto Snape se levantava arrumando suas roupas, ele quase riu da resposta da garota.
   — Cócegas?! — Perguntou McGonagall exasperada ao que a garota simplesmente acenou com a cabeça em resposta. — De qualquer forma, — falou ela respirando fundo tentando recompor-se, — eles chegaram.
   — Tudo bem, nós já estamos indo, Minerva. — Falou Snape calmo e controlado como sempre, como se nada tivesse acontecido.
  — Sejam rápidos. — Falou Minerva sem tirar os olhos de Snape até sair da enfermaria.
   — Eu juro que eu vi fumaça saindo da cabeça dela... — Falou Hermione franzindo a testa sem desviar o olhar da porta até ouvir Snape bufando atrás dela.
   — Venha é melhor nós descermos antes dela voltar... — Falou Snape estendendo a mão para ajudar Hermione a se levantar da cama.
   Eles desceram as escadas em direção ao Salão de Entrada onde um garoto alto de cabelos pretos arrepiados estava de costas para eles andando agitadamente de um lado para o outro. Hermione se encolheu um pouco na escada sua mão buscando instintivamente pela de Snape que estava ao seu lado. Ela olhou para cima por um momento seus olhos estavam cheios de medo e quando seus olhos encontraram os de Snape ela encontrou a coragem que precisava para fazer isso.
   — Harry? — Ela chamou a voz tremia um pouco enquanto um pensamento cruzava sua mente “Snape não vai deixar nada me acontecer.”
   — Oi, Mione. — Falou Harry enquanto se virava prendendo a respiração esperando por um ataque da amiga e deixando o queixo cair quando viu quem estava do lado dela. Bom, a professora McGonagall tinha avisado que no momento Hermione só confiava em um homem em toda a escola e que ele estaria presente a pedido da garota que se sentia mais segura com ele por perto, mas... TINHA QUE SER O SNAPE?!!!!!!! E PORQUE RAIOS ELES ESTAVAM DE MÃOS DADAS?!!!!!!!!!!!!!!!!!!! E PORQUE TINHA QUE SER O SNAPE????!!!!!!!!!!!!!!!! JUSTO SNAPE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Harry estava tão perdido em seus pensamentos contra Snape que mal percebeu que apesar de Hermione ter se inclinado um pouco mais na direção de Snape ela não tinha tido uma crise e estava agora descendo o ultimo degrau da escada vindo mais para perto dele. Tudo que ele conseguia pensar era que ELA NÃO DEVERIA ESTAR ASSIM TÃO PERTO DELE E MUITO MENOS TÃO CONFORTAVEL PERTO DELE!!!!
   — Sabe, Potter, você deveria fechar a boca sua cara fica muito menos suportável quando você está deste jeito. — Falou Snape com um sorriso irônico e Hermione revirou os olhos e deu um sorrisinho de canto quando Harry finalmente saiu de seu transe.
   — O que você ta fazendo aqui? — Perguntou Harry de forma rude dando um passo a frente diminuindo a distancia entre eles.
   — Estou perdendo meu tempo tendo que aturar as suas criancices enquanto poderia estar utilizando meu tempo de formas muito mais produtivas, como por exemplo limpando meu escritório.
   — Então por que você não vai e nos poupa da sua presença.
   — Com prazer. — Falou Snape se virando para sair, mas Hermione o puxou pelo braço.
   — Você não vai a lugar nenhum! E você Harry da pra parar de bancar o idiota e cooperar?! — Falou ela colocando as mãos na cintura parecendo a Sra. Weasley, quando nenhum dos dois falou nada e simplesmente ficaram olhando para ela, Hermione continuou: — O que? Tem alguma coisa atrás de mim?
   — Bom, tem eu... — falou uma voz vinda de trás de Hermione a fazendo dar um pulo se virando.
    — RONALD BÍLIUS WEASLEY QUANTAS VEZES EU JÁ TE FALEI PARA VOCÊ NÃO FAZER ISSO? — Gritou Hermione.
   — Bem vinda de volta, Hermione. Embora eu tivesse preferido conservar minha audição. — Falou Snape de forma sarcástica.
   — Hermione? Você se lembra da gente? —Perguntou Harry e em seu entusiasmo acabou por encostar-se ao braço de Hermione o que fez todos prenderem a respiração, mas apesar de ela ter se encolhido um pouco para longe dele ela não teve uma crise.
   — Bom... Eu... Eu sei que eu conheço vocês... Sei que posso confiar em vocês... E bom... Acho que sei o nome de vocês... Mas é só... Não tem nenhuma memória concreta... — Ela terminou falando de uma forma distante como se estivesse apenas pensando em voz alta. — Bom, pelo menos eu lembro o nome de vocês... Eu acho...
   — Se for julgar pelo meu nome você lembra os nossos nomes perfeitamente... Agora o que eu gostaria de saber é o que ele esta fazendo aqui! — Falou Rony apontando em direção ao Snape.
   — Não é da sua conta, Weasley. — Respondeu Snape seco.
   — Porque eu pedi! E vocês três poderiam ser um pouquinho mais cordiais uns com os outros! Será que isso é pedir muito? — Perguntou Hermione olhando de um para o outro.
   — Ela perde a memória, mas não perde a mania pelas palavras difíceis... — Resmungou Rony.
    — Cordial é o mesmo que ser gentil ou educado para com outra pessoa. E você saberia disso se realmente lesse algum livro nessa sua vida. — Falou Snape de modo cortante.
   — E isso que você esta fazendo é exatamente o contrario! Droga! Neste exato momento vocês são os únicos homens em quem em confio em toda a droga de castelo então um pouco de colaboração seria bem vinda!!! — Falou Hermione ficando tão vermelha quanto os cabelos de Rony.
   — Ok. — Falaram os três juntos um pouco assustado com a reação de Hermione.
   O restante do dia passou de forma relativamente calma e sem maiores conflitos entre nenhum dos três homens, enquanto a tarde se estendia Harry e Rony contavam trechos de suas aventuras para que se ela não pudesse se lembrar pelo menos pudesse fingir para os outros alunos. Snape passou a maior parte do tempo encostado em uma janela no canto da sala tentando passar despercebido pelos garotos, mas próximo o suficiente de Hermione para passar-lhe segurança, quando os garotos foram embora ele foi surpreendido por abraço da garota que vibrava e cantarolava repetidamente “eu consegui, eu consegui” ele não conseguiu segurar um sorriso genuíno nem mesmo quando horas depois ele revivia os acontecimentos do dia em seus aposentos.

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