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29. Cap 29


Fic: NC-16 OBCECADO POR VOCÊ.LandaMS. Epílogo postado.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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No dia seguinte eu fiz um tour com ela, primeiro pela casa e depois pela ilha. Ela se espantou por saber que a ilha não era deserta e se espantou ainda mais por descobrir que a casa se parecia muito com a que ela morava na Londres trouxa. Expliquei a ela que existia uma vila de pescadores com no mínimo vinte famílias no vilarejo e que a ilha ficava na parte trouxa dos Estados Unidos. Algumas dessas pessoas trabalhavam na casa principal e que naquela manhã não havia ninguém na casa por que era final de semana no local devido ao fuso horário. Mas como eu tinha mandado preparar a casa para nos receber, Judith, a governanta tinha mandado dar uma limpeza e abastecido os armários para nossa chegada. Também expliquei que apenas Judith sabia sobre nossa condição de bruxo. Que meu pai deixou bem claro quando comprou a ilha e a contratou, já que seria estranho ter criaturas domésticas circulando por ali. Ela não se espantou nenhum pouco quando descobriu, pois sempre fora uma pessoa com mente aberta para “informações devidamente inexplicáveis”. Também tinha explicado que havia enviado as malas no sábado de manhã para que ela pudesse guardar tudo no closet da suíte principal quando Hermione me perguntou onde ela ia arrumar roupas para vestir quando saímos do banheiro naquela manhã ensolarada.


Andamos pela ilha de mãos dadas o tempo todo e a todo o instante eu parava para mostrar ou explicar alguma coisa que Hermione me perguntava. Ela como boa ouvinte e estudiosa ouvia a tudo com a maior atenção. Às vezes ela que dava uma de professora e me dizia para que servia cada coisa que os homens usavam para pescar, já que eu não ligava para nada disso quando estava ali para descansar da escola e as vezes da carranca de Lucio e das brigas que ele tinha com minha mãe. Ia sempre ao ancoradouro ficar olhando o mar para ver se não ficava pensando nos problemas.


_Aqui é realmente muito lindo. – Murmurou ela olhando o horizonte.


 Estávamos os dois sentados na toalha de piquenique que havíamos levado para o desjejum daquela manhã. A sombra de uma árvore fora o local escolhido. Ela tivera a idéia de tomar café da manhã num lugar diferente.


_Eu também acho – respondi olhando diretamente para ela, não dando a mínima para o lugar onde estávamos. Afinal eu já conhecia aquele lugar há tempos.


O dia claro, o céu azul e a brisa refrescante batendo no cabelo castanho dela a deixava cada vez mais deslumbrante e isso para mim era muito mais lindo do qualquer outra coisa. E o vestido branco que ela usava a deixava parecendo um anjo que caíra do céu para perturbar meus sentidos.


Sem notar o que eu estava fazendo ela continuou falando e elogiando o lugar e a cada palavra eu me aproximava mais.


_Eu achei aquele lugar muito bonito para tirarmos uma foto e... – Ela se calou quando virou o rosto na minha direção.


 Eu estava tão perto que ela quase se assustou com a proximidade.


_Eu acho esse lugar muito bonito – disse passando a mão pelo queixo dela e a trazendo para mais perto – mas certamente ele não se compara a sua beleza.


Seus olhos foram se fechando aos poucos quando eu terminava de encobrir a distancia que faltava para nossas bocas se encostarem.


Beijei-a calidamente e ela retribuiu, mas como Hermione tinha o poder de me tirar da órbita procurei aprofundar o beijo que aos poucos deixou meu corpo pegando fogo.


Passei a mão do outro lado de seu corpo e forçando um pouco fiz com que Hermione fosse sucumbindo a minha vontade. Deitei-a na toalha aberta sobre a areia sem parar de beijá-la e me deitei delicadamente por cima, quase que sem tocá-la com meu corpo.


Hermione virou o rosto quando notou que eu já direcionava meus lábios para seu pescoço.


Com um joelho apoiado do seu lado direito e o outro entre suas pernas, tive apoio para me sustentar apenas com um braço enquanto espalmava a mão no joelho dela que por instinto ela dobrou num ângulo de cinqüenta graus mais ou menos.


_Draco...  – chamou-me tentando me tirar a atenção. – Amor?


Respondi por instinto.


_Hum? – Agora minha boca já passeava por todo seu colo, voltava para o pescoço e dirigia-se brevemente para boca de novo.


_Alguém pode nos ver... – Disse num momento em que sua boca não estava sendo ocupada pela minha.


_E isso não te excita? – Sussurrei sensualmente em seu ouvido antes de morder o lóbulo. – O medo de ser pega ou ser observada não te deixa excitada? – Perguntei me lembrando da primeira vez que fiz amor com ela no vestiário. Naquele dia Hermione chegou a ficar toda arrepiada antes mesmo de eu tocar nela.


Ela gemeu baixinho quando pressionei meu quadril, que já se encontrava entre suas pernas.


Entretanto, não a deixei responder, ocupei sua boca novamente fazendo-a esquecer aquela pequena conversa.


A mão que eu tinha depositado em seu joelho foi escorregando em direção a sua coxa e erguendo o vestido que ela usava de modo a revelar aos meus dedos sua peça intima. Ela depositou a mão sobre a minha como se quisesse me parar, e eu me detive ali acariciando sua pele de modo a fazê-la esquecer onde estávamos.


Hermione se entregou mais ainda ao beijo que trocávamos e num lapso de consciência seus dedos voaram para os botões da minha camisa, abrindo-os desesperadamente sem que nossas bocas se separassem. De vez em quando soltávamos gemidos por entre nossos lábios de modo a nos excitar cada vez mais.


Quando eu tive “autorização” para que sua coxa fosse mais acarinhada perto da lingerie eu fui interrompido pela mão firme dela.


_Draco – ela me chamou firmemente. – Eu ouvi vozes.


Porém minha boca estava em seu pescoço de modo possessivo.


_É só sua imaginação – tentei argumentar para ver se fazia Hermione deixar que eu continuasse o que eu estava fazendo.


_Não amor. – Falou me empurrando e fazendo com que eu saísse de cima dela quebrando todo o clima de sedução que eu tinha criado. – Eu ouvi de verdade, estavam bem perto.


Eu olhei em volta e não vi ninguém. Ela olhou também e depois de confirmado que ela tinha se enganado ela me fitou.


_Viu? Não era ninguém. – Falei tentando beijá-la de novo. Ela retribuiu de maneira tímida quando tentei aprofundar o beijo ela relutou, mas cedeu.


 E quando o clima voltava a ficar morno outra vez fomos interrompidos por mais vozes. Só que dessa vez eram por pessoas reais e que vinham num grupo de três perto dos barcos ancorados na água.


Hermione me empurrou rapidamente e eu me frustrei com a interrupção. Os caras realmente acabaram com meu barato. O rosto dela se tingiu de vermelho e ela foi incapaz de olhar para eles por um tempo. Suas mãos trabalharam rápido para arrumar o vestido que eu tentei tirar um minuto atrás. As três pessoas vieram em nossa direção e pareciam não terem notado nada. Só quando estavam bem próximos é que ela os olhou de relance.


A garota loira era bem bonita e os dois caras que estavam com ela tinham o meu porte físico. A menina usava uma espécie de sutiã cheio de conchinhas na cor do céu e em volta da sua cintura um tecido todo florido que escondia a calcinha que ela devia estar usando. Pelo menos era o que eu estava achando. Desde que me conhecia por gente, nunca tinha visto nenhuma garota usando roupas como aquelas. E mesmo quando vinha para cá nas férias também não tinha visto. Talvez por que nunca entrava em contato com os moradores da ilha. Por isso não conhecia ninguém que morava ali, além de Judith é claro. Ela parecia estar nua e ao mesmo tempo vestida. Sua pele tinha uma tonalidade diferente da minha e da Hermione. Parecia estar queimada de algo que eu não soube identificar naquele momento. Os rapazes também tinham o mesmo tom de pele que a dela e quando nos viram seus sorrisos morreram nos lábios. Mas a aparência simpática não. A garota foi a primeira a falar:


_Oh, não sabia que já tinha gente aqui. – Falou sorrindo para mim. Hermione não gostou muito.


– Oi. Prazer, eu sou Lizzie. Esse é Luck, e esse é Josh – terminou apontando para cada um dos seus acompanhantes.Para não deixar a garota sem graça eu a cumprimentei.


_Prazer, Draco Malfoy. Essa é Hermione Malfoy, minha esposa. – Disse fitando o cara do lado esquerdo da garota que não tirava os olhos da Hermione.


_Oi. – Hermione respondeu tímida.


O tal Josh parecia querer engoli-la com os olhos. Mesmo dizendo que ela era casada ele não tirou os olhos dela.


_Malfoy?... Hum! – observou Lizzie de modo pensativo – Espera! Você é o filho do dono da ilha, não é? – ela disse um pouco espantada. – Minha madrinha sempre falou de você. – Na hora fiquei curioso para saber quem era madrinha dela, mas ela não me deu margens para fazer a pergunta, continuou falando. – Vocês parecem tão jovens para serem casados. – Lizzie comentou olhando agora para o outro do seu lado direito. – Não é amor? – Falou com ele como se quisesse que Luck confirmasse seu comentário.


_Com certeza. – Disse o cara abraçando-a pela cintura.


Com certeza Hermione já notara que não precisava ter mais ciúmes de mim. Já eu não podia dizer o mesmo dela, pois o tal de Josh não parava de olhar um minuto sequer para ela desde que chegou ali.


_Na verdade nosso casamento foi um arranjo – Hermione dissera de modo firme. – Eu sou francesa e precisava ser casada para morar em Londres. Então quando me apaixonei pelo Draco, ele quis que eu fosse morar na cidade dele, mas como a burocracia não permitia, resolvemos nos casar de uma vez.


Ela sabia exatamente o que dizia, embora eu não soubesse bulhufas do que ela estava falando. Mas se foi uma maneira que Hermione achou de esconder quem éramos eu acataria sem discutir. Ela devia saber sobre o que estava dizendo, portanto eu diria a mesma coisa, depois eu me informaria melhor sobre esse assunto.


_Mas você fala nossa língua tão bem. Só vejo um pequeno sotaque francês. – Observou Luck.


_É que...


_É que aprendo bem rápido – falou Hermione me interrompendo. – Por isso falo sua língua tão bem. – Terminou ela de modo a encerrar o assunto. – Não é amor?


_É sim. – Respondi fitando o cara que não parava de olhar para ela. Ele estava pedindo para apanhar.


_Bom. E estão casados há muito tempo? – Lizzie perguntou se interessando pelo assunto.


_Na verdade casamos ontem à tarde. Pegamos um avião até o Havaí, depois viemos de iate até aqui.


Lizzie abriu a boca em espanto outra vez.


_Estão em lua-de-mel?


Hermione afirmou com a cabeça.


Eu não estava entendendo nada do que Hermione estava dizendo.Resolvi ficar calado, pois imaginei que se abrisse a boca cometeria uma gafe daquelas.


Depois conversaria melhor com Hermione sobre qualquer coisa que fossemos dizer a respeito do nosso casamento relâmpago. Afinal fora em duas semanas. E confesso que foram as duas semanas mais longas da minha vida. Exceto todo o tempo que fiquei afastado dela. Essas com certeza foram um martírio sem fim.


Só estou reclamando porque minha mãe e a dela quase que não deixavam Hermione a sós comigo. Sempre existia uma ou outra coisa do casamento a ser resolvida. Por isso que na noite passada eu fui à forra.  Não deixei Hermione dormir um minuto sequer. Queria aproveitar cada minuto que a poção nos permitia. E quando ela me disse que tinha alterado a fórmula para fazer com que ficasse forte o suficiente para nos proteger o tempo que fossemos ficar na ilha eu queria transar com ela em qualquer lugar em que estávamos. Iríamos fazer isso ali mesmo, naquele instante, se não fosse o fato do trio chegar para atrapalhar nosso lance.


_E qual iate é o de vocês? – Pela primeira vez Josh se pronunciou.


Hermione olhou para ele e depois para o ancoradouro. Havia alguns barcos e canoas amarrados no píer, mas por causa do silêncio que Hermione fez, deduzi que não havia nada ali que parecesse com esse tal de iate.


_Mandamos de volta ao Havaí. – Ela disse de modo a concluir aquele assunto. – O iate faz parte da frota que leva turistas para passear no litoral, então achei que não havia necessidade de termos um a nossa disposição, tendo em conta que não iremos sair da ilha por três semanas, não é amor? – Ela terminou sua explicação sorrindo para mim.


_É claro, linda – fiz um carinho em seu rosto e percebi que Josh ficou inquieto.


_Então, já que vão ficar por várias semanas, – explanou Luck ainda abraçado a namorada. – Vocês não gostariam de ir ao Lual na nossa casa amanhã a noite?


_Lual? – Perguntei tentando compreender do que ele falava.


_Oh, seria legal – respondeu Hermione toda contente.


_Moramos no lado sul da ilha, é só seguir por ali – apontou ele na direção correta. – Virar à esquerda e atravessar a ponte de madeira, vão saber onde fica assim que ouvirem a música e verem as luzes. A vila toda vai estar por lá. Comida e bebida são por nossa conta.


_Eu não sei se isso é uma boa idéia. – falei tentando ao máximo não estragar a animação deles, mas parece que quem se magoou mais foi Hermione.


 _Ah Draco, vamos – disse de modo manhoso. Ela sempre conseguia as coisas quando falava assim comigo. – Vai ser legal.


Na hora eu fiquei imaginando se toda aquela animação tinha outro motivo.


Calma Malfoy. Ela gosta de você. Não vai ser nenhum babaca que vai tirar ela de você tão fácil assim. Controle-se.


_Pode contar com agente. – respondi olhando o casal e de relance observei a reação de Josh e confesso que o sorriso que ele deu não me agradou nada. Foi um sorriso tímido – quase imperceptível –, mas que revelava muita coisa.


Ele tinha um brilho diferente no olhar e isso me aborreceu. Por breves minutos me desliguei da conversa e entrei na mente dele...


Uma gata dessas, com um idiota desses. Se fosse eu estaria com ela agora mesmo trancado em um quarto a fazendo gritar como uma vadia.


Não agüentei ficar lendo aquilo e logo sai da mente dele. Hermione fora a única que percebera minha alteração de humor, mas não disse nada.


Levantei-me da toalha e comecei a arrumar as coisas para tirá-la dali.


_Vamos Hermione – chamei-a meio rude. Mas só percebi quando ela perguntou o por que no mesmo tom.


_Depois eu te falo, agora temos que ir.


Ela meio sem graça levantou e começou a me ajudar.


Quando tínhamos empacotado toda a comida eu me virei para eles e falei:


 _ O Lual será amanhã à noite, certo?


_Sim. Lá pelas sete.


_Estaremos lá.


_Estaremos esperando – Respondeu Josh de um modo que quase me fez voar no pescoço dele.


Ele estava cobiçando minha Moranguinho na maior cara de pau do mundo.


Ah, mas se ele pensa que vai continuar com isso, está redondamente enganado. Hermione é minha e ninguém vai tirá-la de mim. Ou não me chamo Draco Lucius Malfoy.


 (...)


 Quando chegamos em casa fui direto para a cozinha com a cesta. Coloquei o objeto em cima do balcão e apoiei os braços no mármore. Abaixei a cabeça e suspirei pesadamente. Hermione veio e me abraçou pelas costas.


_O que foi amor? Por que ficou tão nervoso de repente? – Ela perguntou com o rosto apoiado nas minhas costas.


_Tem certeza que não sabe? – Fui sarcástico, afinal Hermione era a garota mais inteligente que conhecia, e tinha certeza que ela percebera.


_ Talvez eu saiba sim e...


_ E você gostou? Gostou dele? – Perguntei me virando fazendo ela se afastar um pouco de mim.


Entretanto foi rápida ao responder-me:


_É claro que não. – Voltou a se aproximar e a me abraçar fitando meus olhos. – Eu amo você. Somente você. – terminou minha angustia e raiva com dois selinhos.


_Eu também te amo. – Murmurei aumentando a intensidade dos beijos. – Mas é que ver aquele cara cobiçando você na minha frente... – Disse depois de parar e me afastar alguns centímetros.


_Não se preocupe – falou se aproximando novamente. – Ele não tem nenhuma chance.


E me beijou de novo. Aos poucos não se sabia onde começava o corpo dela e onde terminava o meu.


Eu a abraçava pela cintura com força e ela envolvia meu pescoço com vontade.Porém quem tomou a iniciativa de se afastar foi ela.Fizera isso apenas para retirar minha camisa que foi parar no chão.Ela se virou para facilitar que eu desabotoasse a carreira de botões em suas costas e eu aproveitei para virá-la de frente para o balcão que acabara de colocar a cesta. Ela apoiou as mãos e deixou que eu fizesse o trabalho de despi-la.


Tirei sua veste pelos pés e joguei-a junto com minha camisa e mesmo antes de me erguer aproveitei para deixá-la completamente nua. Livrei-me também de sua calcinha. Ergui-me segurando firme em seu quadril e pressionei-o ao meu. Eu me esfreguei nela, mostrando o quanto ela me deixava excitado.


_Você vê?... – Perguntei depois de fazê-la se curvar um pouco na minha direção. Minha voz estava rouca e sensual e pude perceber o quanto ela ficara arrepiada. – Vê o quanto me deixa excitado? – Antes mesmo de terminar minha frase, minha mão já tinha escorregado para seu ponto mais sensível. Eu me surpreendi quando há encontrei um pouco úmida. Ela gemeu com meu toque.


Terminei de prepará-la enquanto deixava mais marcas em suas costas macias.


_Draco – suspirou implorando. – Por favor...


Eu não disse nada, apenas me afastei o suficiente para me livrar da bermuda que eu usava, deixando-a cair nos meus tornozelos.


Puxei os quadris dela para trás, fazendo-a se inclinar para frente, e segurando a base do meu pênis eu a penetrei devagar. Sentido os músculos dela dilatarem.


Quando cada polegada já estava dentro dela eu comecei a me mover. Sentia com uma leve dormência as nádegas dela se chocarem com meu quadril. Eu procurava alternar os movimentos fazendo ela implorar mudamente para que eu fosse mais rápido. Ela movia os quadris, eu impedia, impondo meu ritmo particular.


Queria prolongar nosso momento, por isso saí de dentro dela e a virei de frente para mim, porém não imaginei que ela fosse se abaixar e abocanhar meu sexo. Tive que me apoiar no balcão para não ir ao chão com o gesto. Aproveitei para me livrar da bermuda. Adorava quando ela fazia isso. Ela tinha a boca tão macia e precisa que eu poderia viver daquele jeito para o resto da vida.


Gemi alto quando ela colocou-o todo na boca e sugou com força. Quase gozei com o gesto.


Quando olhei para baixo para apreciar o que ela fazia ela me sorriu de modo sacana e o colocou na boca de novo. Peguei suas mãos que estavam em minhas coxas e a puxei para cima. Ela veio obediente, mas antes quase me fez gozar de novo quando deixou que meu órgão escorregasse por seus lábios até em cima.


Abracei-a pela cintura de novo e por instinto ela abraçou minha cintura com as pernas e meu pescoço com os braços. Passei os braços por debaixo de suas pernas e me encaixei nela de modo preciso.


Caminhei com ela até uma parede e a prensei ali. Envolvi sua cintura com um braço para ter maior sustentação e arremeti fortemente contra ela.Ela jogou a cabeça contra a parede e gemeu alto.Vendo que não conseguiria ficar naquele ritmo por mais tempo, resolvi ir mais devagar prolongando ainda mais o tão esperado momento.Ela olhou nos meus olhos quando diminui o ritmo e o clima de sensualidade voltou a nos envolver.Sua boca entreaberta, gemendo baixinho, jogando seu hálito quente na região da minha boca só me fez querer beijá-la. Foi o que fiz.Quando nos separamos estávamos ainda mais cansados.Não existia nada que me impedisse de provocá-la.


_Quer que eu termine? – Me enterrei profundamente nela.


_Aaah! – Gemeu ela agoniada.


_Responda meu amor... – me movi de novo não a deixando responder.


Gemeu de novo.


_Diga...


Só que dessa vez ela conseguiu reunir as poucas forças que lhe restavam para dizer:


_Sim, por favor.


Coloquei minhas duas mãos nas partes traseiras de suas coxas e forcei rapidamente contra ela. Ela liberou vários gemidos e quando notei que ela gozaria eu sai de dentro dela e voltei com mais intensidade ainda, gozando junto com ela.


Seu corpo tremeu todo e o meu acompanhou seu tremores.


Ela me apertava como um punho de aço e eu me sentia esgotado. Ela apoiou o corpo na parede e eu descansei a cabeça em seu ombro. Coloquei-a no chão com cuidado, mas permanecemos abraçados até que tivéssemos forças para nos mover.


Alguns minutos depois ela se desvencilhou de mim e caminhou até as roupas caídas no chão abaixou-se de modo provocativo e sem se vestir saiu caminhando para o andar de cima sem dizer uma palavra.


Fui até minhas roupas, peguei-as e a segui. Quando estava com o pé no primeiro degrau sua voz doce me chamou atenção:


_Vou tomar um banho, mas vou deixar a porta aberta... – sorriu de maneira sedutora.


Deixou a frase inacabada, mas eu sabia reconhecer quando era algo sugestivo.


E confesso alegremente que adorei a sugestão...


 (...)


 Como havia imaginado. Ter comparecido aquele Lual foi apenas para me fazer passar raiva. Lizzie quis nos apresentar para quase todo mundo que estava lá. E como eu estava tentando mudar meu jeito por causa da Hermione tive que aturar aquele monte de marmanjo babando em cima da minha mulher. Mas de todos eles o primo do Luck ganhava disparado. Desde que chegamos ele não tirou os olhos dela e isso já estava me dando nos nervos.


Hermione logo percebeu minha mudança de estado e já tentou me acalmar com carinhos. Chamou-me até para dançar, e eu obediente, fui. Abracei-a bem firme, como se não quisesse deixá-la mais ir a lugar nenhum e hora e outra trocávamos selinhos ou até beijos mais calietes. Mas de vez em quando eu buscava com o olhar o local onde Josh estava e admito que a vontade de ir até onde ele estava e lhe dar um soco nas fuças era bem grande. Tão grande que acabei verbalizando meu pensamento no ouvido de Hermione.


_Tenho vontade de quebrar a cara dele.


Hermione parou de dançar na hora em que pronunciei as palavras.


_O que disse?


_Josh – pronunciei o nome com desgosto. – o infeliz não tira os olhos da gente, ou melhor de você.


_Por favor, Draco. Não vai começar uma briga por causa de ciúmes bobos. – Ela alertou-me. Parei de me mover na hora e olhei para ela.


_Ciúmes bobos? – Resmunguei ácidamente para ela.


Ela me olhou estranhamente como se eu tivesse me transformado no Voldermort.


_Ciúmes bobos, sim. Eu nem estou dando bola para ele e você fica aí, todo resmungão...


_Ah, agora eu sou resmungão? – Reclamei alteando a voz. – Você pensa que é fácil ver todo mundo olhando pra você como se quisessem te devorar, Hermione?


_Ninguém estava olhando até agora – retrucou ela no mesmo tom que eu. – Mas parece que você adora chamar a atenção, não é mesmo?


Olhei ao redor e todos os presentes haviam parado de fazer suas atividades para apreciar o showzinho do casal parado no meio da pista improvisada na areia. Embora todos soubessem quem nos éramos não tínhamos intimidade com nenhum deles. Eu era dono da ilha, mas não morava ali. Aquele lugar era apenas um refugio distante. Um lugar aonde eu ia com meus pais para tirar férias da escola e dos problemas. E agora para passar a lua-de-mel com ela. Mas no terceiro dia eu já estava me indispondo com ela na frente de um monte de estranhos. Esse meu gênio um dia ainda ia acabar comigo. Mas ela também não facilitava muito as coisas. Sempre se vestia de modo a chamar a atenção dos outros. Ou era para chamar minha atenção? Não. Não só minha atenção que ela queria chamar. Se fosse, nenhum desses babacas iriam estar olhando para ela como lobisomens em busca da presa fácil.


Mérlin! O que eu estou pensando! Hermione me ama. Ela jamais me deixaria por causa daquele cara, ou de qualquer outro. Mas porque então ela deu esse chilique só porque falei em bater nele? Não. Ela não deu chilique por causa dele, ela ficou assim porque eu comecei a duvidar de sua moral.


Mérlin! O ciúme é um mau conselheiro mesmo.


_Ai minha santa Morgana... Como é difícil ser apaixonado por mulher bonita. – resmunguei em pensamento, mas nunca tinha pensado em verbalizar esse pensamento em voz alta, porém ele saiu entes que eu pudesse evitar.


Hermione ficou me encarando, e antes que eu pudesse prever seus movimentos ela me pegou pelo braço e saiu me arrastando para longe de todos. Alguns ficaram nos olhando até sumirmos de vista...


 (...)


 Ela andava na minha frente e seus gestos demonstravam claramente que estava com muita raiva. Entretanto eu não me abalei por que estava com raiva também e tudo indicava que teríamos uma briga daquelas.


Fiquei pensando em tudo que diria a ela. Estava divagando nos meus pensamentos quando notei que ela parara de repente quase me fazendo trombar no corpo dela.


Ela se virou tão rapidamente na minha direção que minha reação foi ficar encarando seus olhos. Podia ver o rosto dela porque a lua cheia estava fazendo aquela noite parecer um dia de sol.


_Muito bem – pronunciou nada cortês. – Ou você controla esse seu ciúme idiota, ou terei que tomar atitudes drásticas.


_Ciúme idiota? – retruquei no mesmo tom. – Eu não estou com “ciúme idiota”, aquele cara não tira os olhos de você; e você ainda quer que eu fique quieto?


_Ele só fica olhando e olhar não arranca pedaço...


_Ah, já entendi tudo – cortei-a no meio da frase. – Você está gostando, não é? Por isso o perfume novo, os vestidos provocantes, a boca sempre pintada com essa porcaria de batom...


_Você está me ofendendo... Eu não estou gostando de nada. – Gritou ela com a voz embargada.


Draco seu idiota. Quer calar essa sua boca maldita! Está fazendo o amor da sua vida chorar. Gritou minha consciência sábia.


Nessa hora percebi que mexi numa parte de Hermione que jamais permitira que a ofendessem.


Honra.


Hermione era uma mulher muito honrada e extremamente orgulhosa.Duas coisas que tínhamos em comum. Mas vê-la chorar – principalmente por minha causa – me deixava totalmente vulnerável.


Fechei os olhos e passei as mãos pelos cabelos em desespero.


_Ai Mérlin... Me perdoa. – Falei me aproximando e a abraçando. Ela não se moveu, apenas secou as lágrimas do rosto e deixou-se abraçar – Me perdoa amor. Eu não quis dizer essas coisas... Só que saber que você desperta desejo em outros homens estraçalha meu coração. Eu te amo demais e a possibilidade de saber que eles podem ter uma chance com você me deixa pirado.


Ela pareceu mais calma e também me abraçou.


Enquanto a abraçava eu tinha uma visão de toda a mata atrás da gente. Ao longe – entre algumas árvores e arbustos viam-se as luzes da festa. Estávamos longe, mas a música alcançava os nossos ouvidos bem baixinho. Ao contrário deles que não podia ouvir nada de onde estávamos.


Continuei olhando por cima do ombro dela e algo me chamou atenção.


Fechei o semblante tentando enxergar melhor o vulto atrás de um arbusto. O vulto pareceu perceber que eu o observava e tentou se esconder rapidamente, porém seu movimento só fez com que minhas suspeitas fossem confirmadas. O cretino do primo do Luck havia nos seguido e se escondido próximo a nós só para poder escutar nossa discussão.


Então é isso? Você acha que está com o caminho livre seu idiota? Pois vou lhe mostrar que não.  – Pensei, mas dessa vez guardei meus pensamentos só para mim.


Afastei-me de Hermione minimamente apenas para olhar em seus olhos.


 _Estou perdoado? – disse com cara de cachorro que caiu da mudança.


Ela com certeza pensou a mesma coisa, pois riu com gosto da minha cara de pidão.


_Sim, senhor Ciúmento. – disse ainda rindo da careta que eu fiz com o apelido que ela me dera. – Está sim. Agora vamos pra casa...


Quando ela começou a se afastar eu a impedi:


_Espera – falei voltando a apertá-la em meus braços. – Eu te amo.


Ela ficou me encarando por alguns segundos antes de dizer que me amava também. Nessa hora eu quase não a deixei terminar de falar. Fui logo capturando seus lábios para um beijo. Ela retribuiu de maneira intensa. Enquanto a beijava, posicionei a cabeça de modo que eu pudesse olhar atrás dela. Josh ainda continuava escondido nas sombras dos arbustos nos observando.


Aquele otário vai ver uma coisa. – Pensei.


Envolvi minhas mãos ao redor da cintura de Hermione e a tirei do chão alguns centímetros – apenas o suficiente para andar com ela até uma palmeira que se encontrava perto do esconderijo dele.


Posicionei-a de uma maneira que só eu tivesse a visão dos arbustos e ele só tivesse uma pequena parte do corpo dela em foco como, por exemplo: os cabelos e parte das pernas. O resto ficaria escondido atrás da palmeira. Hermione não protestou, apenas me puxou para mais perto e continuou me beijando. Aprofundei nosso beijo enquanto minhas mãos passeavam pelo corpo, já quente dela. Com um impulso tirei sua perna esquerda do solo e atei a minha cintura. Minha boca estava em seu pescoço nessa hora, então pude ver o vulto se mexer outra vez.


Olhei a boca dela e o batom rosa já estava quase todo borrado. Sorri percebendo que meu rosto deveria estar no mesmo estado, afinal nossos beijos causaram um estrago...


Voltei rapidamente meus lábios para os dela, antes que algo tomasse de assalto seu pudor. Hermione me barraria na hora se soubesse que estávamos sendo observados, e eu queria – além de realizar mais essa fantasia – mostrar para aquele idiota que ele não tinha nenhuma chance com ela. Hermione era minha e sempre seria. Minha mão ergueu seu vestido a procura do elástico da calcinha e ela pôs a mão por cima da minha para me impedir.


_Aqui não... – disse tentando olhar ao redor para ver se tinha alguém , mas eu não permiti.


_Aqui sim. Sei que quer isso tanto quanto eu – disse beijando-a no pescoço e perto da orelha. – Seu corpo está pedindo isso, posso sentir o cheiro do seu prazer meu amor.  E sei que pode sentir o quanto eu te quero também. – Nessa hora eu fiz questão de pressionar meu quadril entre suas pernas só para mostrar o quanto eu estava excitado com a situação. – sei que se vestiu assim porque sabia... Melhor dizendo: porque queria que isso acontecesse aqui e agora. – Esfreguei-me nela de novo, só para ver sua reação, e não poderia ter sido melhor. Ela gemeu baixinho. – Negue Moranguinho. Negue que não teve a intenção de criar essa situação. Situação essa que tinha muito mais haver com ela do que com o fato de estarmos sendo observados. Isso ajudava um pouco, mas não tanto quanto o fato dela ter se arrumado daquele jeito tão provocante.


O vestido azul frente única, os cabelos presos com uma flor rosa e o batom – que eu já havia comido tudo – da mesma cor... Como o caminho da festa era todo de areia branca estávamos os dois descalço e isso deixava tudo muito mais luxuriante.


_Eu não... Aaah!


Eu sorri de lado, pois sabia que ela não conseguiria responder tendo meu dedo lhe fazendo caricias ousadas. Quando ela tentou responder de novo eu movimentei o dedo mais uma vez fazendo-a gemer mais alto.


E antes que ela recuperasse o fôlego eu a beijei, roubando o ultimo vestígio de ar que lhe restava.Ela gemeu na minha boca quando simulei o sexo com dois dedos introduzidos nela. Meus dedos se lubrificaram em minutos e seu copo tremeu um pouco. Mas antes mesmo que ela dissesse alguma coisa, abri o velcro do meu short, e afastando um pouco mais sua peça íntima me introduzi no seu canal quente, apertado e úmido.


Olhei rapidamente para o esconderijo do imbecil e vi que ele ainda continuava lá, parado feito uma estátua de pedra. Voltei a me concentrar nela. Se ele queria assistir eu deixaria, mas depois eu teria uma conversa de homem para homem com aquele palhaço.


Aos poucos fui me introduzindo nela. Hermione fechou os olhos e arqueou um pouco o corpo quando estava quase todo dentro dela. Sua perna atada a minha cintura quase foi ao chão, mas com outro impulso eu a trouxe de volta e a prendi bem firme dessa vez.


_Você se vestiu assim pra mim, não foi? – perguntei tentando fazer o outro ouvir a resposta dela.


_Sim. – A resposta veio mais rápido do que eu esperava. – Só pra você.


_Eu adorei.  – respondi e voltei a beijá-la enquanto mantinha os movimentos ritmados


Quando aumentei o ritmo dos quadris Hermione gemeu alto. E quando alcançamos o clímax. Hermione abafou um grito na minha boca e eu fiz o mesmo com ela.


Sustentei-a no ar por alguns segundos até ela ter forças suficientes para se manter de pé. Aos poucos nossas respirações foram voltando ao normal e eu deixei que ela se recomposse.


_Mérlim, o que eu faço com você? – Resmungou amarrando as tiras do vestido de volta ao pescoço e escondendo os seios. Ajeitou a lingerie no lugar e me olhou. Eu já tinha fechado o zíper do short.


Eu a encostei de novo no tronco da palmeira e lhe dei outro beijo antes de responder:


_Apenas me ame muito. – respondi de maneira divertida, mas sincera. – Assim como eu amo você.


Ela soltou um riso abafado e me abraçou pelo pescoço.


_Mas eu te amo, mais que minha própria vida. Te amo tanto, que não consigo nem medir...


_Fala de novo.


Ela ficou muda por segundos.


_Como?


_Fala que me ama de novo.


Dessa vez ela sorriu mais abertamente.


_Eu te amo...


Não sei precisar exatamente como aconteceu, apenas sei que num instante eu a encostava na árvore e logo em seguida eu rodopiava com ela pelo espaço livre da praia enquanto ela gritava aos quatro ventos que me amava loucamente.


A essa altura nosso observador já nem era mais lembrado por mim. Mas quando ele voltou a minha mente sabia que ele tinha visto e ouvido cada palavra dita ali. Abaixei-a com cuidado. Rente ao meu corpo. Quando ela estava no chão ficou abraçada a mim e me fitava com paixão.


_Vou ficar “perdida” toda vez que estiver sozinha com o senhor, senhor Malfoy. – Brincou passando a mão no meu peito.


_Não se preocupe. Vou adorar fazê-la se “perder” quando estiver sozinha comigo, senhora Malfoy. – Respondi de maneira também brincalhona e a beijei de novo.


_Convencido. Ralhou de maneira divertida.


_Eu sei. Faz parte do meu charme.


_Bobo... – E antes que eu dissesse mais alguma coisa ela me beijou de novo.


Quando ia aprofundar o beijo ela se esquivou e me arrastou pela mão de volta para casa. Ficou alerta para qualquer investida mais aprofundada da minha parte. Eu a acompanhei, mas antes de sumir de vista, eu olhei para trás e vi o vulto de Josh, sumir entre as árvores mais distantes.


Aquele lá não era mais preocupação, mas mesmo assim eu ainda teria uma conversinha com ele. Deixaria bem claro a quem Hermione pertencia. E ele que se colocasse no seu lugar. Abracei Hermione pelo ombro e segui o caminho de volta para a casa principal. Aquela noite já tinha dado o que tinha que dar.


 (...)


 Chegamos a casa e Hermione fora logo para a cozinha preparar um lanche para nós dois. Aproveitei para ir até o escritório pegar a correspondência da tarde.


Antes de ir até a mesa, fui até a janela fechá-la (deixava aberta para que as corujas pudessem deixar as mensagens e depois partirem). Voltei-me para a mesa e percebi que chegara mais correspondência do que o normal.


Duas cartas e um embrulho maior. Peguei as cartas e vi o endereço dos remetentes.


 Narcisa Malfoy.


Sorri quando vi a letra curvilínea da minha mãe. Mas o sorriso desapareceu imediatamente quando olhei o outro nome.


 Harry Potter.


 Achei estranho ele ter enviado uma carta para aquele lugar. Apenas minha mãe sabia onde nós estávamos.


 _O que será que esta acontecendo? – perguntei em voz alta para mim mesmo.


 Deixei a carta da minha mãe na mesa e abri a do Potter imediatamente.


“Malfoy,


Vocês precisam voltar o mais depressa possível. Precisamos conversar. É urgente.


Harry Potter.”


 Ergui as sobrancelhas em questionamento. A mensagem não dizia mais nada além disso. E pelo recado rápido algo me dizia que alguma coisa muito grave estaria acontecendo.


 Deixei a carta dele de lado e me dirigi para a que minha mãe tinha escrito, mas parei no meio do caminho quando o meu próprio nome chamou minha atenção para o embrulho maior.


 Peguei e desenrolei o papel que o envolvia. Notei que era um jornal. Melhor dizendo, não era um jornal qualquer, era o Profeta Diário.


 Abri na primeira página e me deparei com uma foto que ocupava quase toda a primeira página. A legenda com letras garrafais saltavam aos olhos como um luminoso de neon:


 “A Plebéia e o Príncipe”


 O texto abaixo ilustrava um pouco do que ia se encontrar nas próximas páginas.


 “Finalmente o mundo bruxo está em paz. Tanto que no ultimo sábado, dia 14, o garoto mais rico do nosso mundo bruxo, Draco Lucio Malfoy (17) casou-se com a nascida trouxa, Hermione Jane Granger (também 17) numa cerimônia muito íntima, no jardim de sua mansão no bairro mais luxuoso da cidade onde mora coma mãe, Narcisa Malfoy (47).


A festa estava repleta de convidados especiais, entre eles o garoto-que-sobreviveu, Harry Thiago Potter padrinho do casal.”


 Veja pág: B3.


 Fui até a pagina indicada e lá estava mais algumas fotos do meu casamento e dos meus convidados. Fiquei ruminando a minha raiva. Aquele maldito fotógrafo ia me pagar. Ia-lhe meter um processo assim que entrasse em contato com alguns conhecidos. Fechei o jornal com força e o joguei em cima da mesa. Mas quando ia dando um passo para longe da mesa, outra coisa teve minha total atenção.


A foto na página principal estava marcada com algo muito vermelho. Cheguei mais perto e observei o final da frase se formar no jornal...


 A sua hora vai chegar Malfoy. Eu vou matar você e aquela sangue-ruim maldita vai voltar a ser minha escrava.


Pisquei para ver se o que eu tinha lido era realmente verdade. Sim. Estava ali. Um feitiço muito bem feito que fora ativado assim que abri o jornal.


Alguém havia me enviado um jornal com uma ameaça. E essa pessoa só poderia ser quem eu estava pensando.


Será que tinha alguma coisa haver com o bilhete que Potter me mandara?Entretanto, minha mente não pode processar mais nenhum tipo de informação. Um barulho vindo atrás de mim me fez virar rapidamente.Hermione estava ali, tão pálida quanto o leite que  estava espalhado pelo chão, ao qual ela tinha deixado cair.


Na hora entendi perfeitamente o porquê.


Ela tinha lido a mensagem junto comigo e deduzira a mesma coisa que eu.


_Hermione? – chamei-a enquanto me aproximava.


Ela não respondeu, estava em pânico.Chamei-a de novo e ela me olhou com os olhos rasos de lágrimas. Seu corpo todo tremia quando a abracei.


_Draco... - Falou meu nome quase que como um sussurro trêmulo.


Eu a apertei em meus braços e ela começou a chorar mesmo.


_Shiii. Calma eu estou aqui. Não vou deixar que nada de ruim te aconteça. Eu vou cuidar de você meu amor. Ele não vai chegar perto de você outra vez, eu prometo. Ela me abraçou  eu beijei sua testa como forma de mostrar que eu jamais deixaria que algo de ruim acontecesse com ela de novo.


Zabini jamais chegará perto novamente, ou não me chamo Draco Malfoy. Olhei o jornal em cima da mesa novamente e as mesmas letras continuavam aparecendo a cada minuto.


 


Continua...


 N/A: Gente mais um cap. Espero que curtam ler e me deixem muitos comentários.



Respondendo:  Karla Dumbledore... Quanto a sua pergunta querida, pretendo dedicar uma parte da fic só para esse assunto, mas por enquanto temos que eliminar fios soltos que ainda precisam ser amarrados. Mas obrigado por seu comentário, ele me fez lembrar de algo importante que já ia me esquecendo a respeito da fic.

Recado da Moderadora par todos os leitores...

Então, vim aqui hoje na esperança de esclarecer algumas dúvidas. Primeiro, as fics que estão travando do nada. Pessoal, quero pedia a atenção de TODOS os usuários da FeB agora. Eu, bem como todos os moderadores estamos tendo MUITA dificuldade de controlar as fics por que,  O CAMPO DE DENUNCIA E O CAMPO DE COMENTÁRIOS foi TROCADO. O que significa que você, usuário tão antigo e feliz da FeB, que está acostumado a terminar de ler uma fic, descer a página correndo e já comentar no primeiro campo, está na verdade cometendo um grande erro por pura distração. Os moderadores estão recebendo quase dez emails por dia com denúncias, sendo que na maior parte das vezes o que aparece para nós é só um comentário de um leitor na fic, coisas comuns como por exemplo: "oooooi comecei a seguir a fic agora, muito boa, continua."
entendem? por isso tem uma pá de fixs travando. por que quando uma fic é denunciada ela fic travada até um moderador ir lá investigar.
Por favor leitores, chequem onde exatamente vocês estão comentando, por que essa é a razão pela qual autores estão sem acesso ás suas fics.
bem, acho que era só isso que eu queria informar. Beijos ;*

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Comentários: 1

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Enviado por Lisa Granger em 15/08/2011

você tá de parabéeens! sua fic é maravilhosaaa

fiquei tão viciada q li tudo em 2 dias!!

gnt qndo a Mione souber o q o Draco fez...mas não faz ela ficar muito brava afinal eles formam um casal lindo *.*

e pq o Zabine tinha q voltar pra acabar com a felicidade dos dois???! ele tem que sumir...

 

posta logooo! e eu vou continuar acompanhando as suas outras fics tbm!! atualiza elas tbm!!!

;D

 

Nota: 5

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