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17. Profecia.


Fic: A mesma história,outro desfecho - HG


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Contar para a família Weasley da gravidez da Gina não foi tão ruim como Harry imaginara, ao chegarem à cozinha, os Weasley estavam reunidos, menos Arthur que estava no ministério trabalhando.


Harry segurou firme a mão tremula de Gina que sentia seu rosto queimando de vergonha, era idiotice dela, mas agora todos ali saberiam que ela tinha transado com o Harry, ela queria um buraco bem enorme para enfiar a cabeça e ficar lá para sempre.


A Sra. Molly estava sentada, com uma xicara de chá fumegante na sua frente.


Harry sentou-se de fronte à futura sogra complacente com a confusão que ele tinha certeza que estava se passando em sua cabeça naquele momento.


Hermione fez um gesto indicando que não tinha contado nada para a Sra. Molly, Harry sentiu as pernas amolecerem.


Fred e Jorge estavam encostados no lado direito da cozinha, com os braços cruzados e uma cara de poucos amigos, aquilo não estava ajudando Harry em nada. Mas para compensar os seus melhores amigos estavam com um sorriso enorme nos lábios dando-lhe força.


Rony foi até a irmã e a abraçou dando-lhe um beijo no Rosto.


- Quero ser o padrinho – ele sussurrou em seu ouvido.


Gina sorriu nervosamente.


Harry pegou uma das mãos da Sra. Weasley que estava repousada em cima da mesa.


- Creio que você terá que mandar colocar mais dois nomes ali no relógio da família – Harry disse apontando para o famoso relógio dos weasley na parede.


A Sra. Molly deixou escorreu algumas lágrimas dos olhos.


- O meu – Harry continuou – que serei mais que seu genro, serei oficialmente um filho.


Harry respirou profundamente para não chorar também, porque ao que parece todos na cozinha estavam aos prantos.


- E o outro do seu neto ou neta, que vai nascer daqui a alguns meses.


Fêz-se um silencio sepulcral na cozinha.


A Sra. Weasley não sabia o que falar, ela não estava com raiva e nem poderia, ela simplesmente nunca esperou por isso, na verdade isso nunca lhe passou pela cabeça, ela levantou e foi até a sua filha abraçando-a com ternura.


- Porque escondeu isso de mim Gina? – ela perguntou enxugando as lágrimas do rosto da filha.


-Acho que foi por medo – Gina disse num tom quase inaudível.


Todos vieram abraçar a Gina e o Harry e lhes dar os parabéns. Se Gina soubesse que seria assim teria contado há muito tempo.


- Obrigado por tudo amiga – ela disse abraçando Hermione.


Quando Arthur chegou do ministério Harry logo o chamou na sala e contou-lhe tudo, ele conseguiu ficar ainda mais emocionado do que a esposa.


- Gina quer esperar essa guerra acabar para nos casarmos – Harry disse.


- Concordo com ela – Arthur respondeu – Vai que o juiz que casar vocês está sobre efeito da maldição Imperius.


Harry e Arthur deram altas gargalhadas com essa colocação.


 


Os preparativos para o Natal estavam a todo vapor na Toca, todo o desanimo de antes para a data tinha se esvaído e agora havia muita empolgação, a Sra. Weasley convidou todos os seus amigos e a cada coruja que chegava confirmando presença ela ficava mais feliz.


Hermione tinha convencido Gina a ir a um obstetra para fazerem um ultrassom e descobrirem o sexo do bebê.


- Quero só ver - Gina dizia incrédula – Como eles podem saber o sexo do bebê se eles nem usam magia?


Hermione apenas ria da amiga.


Gina não tinha contado ao Harry, primeiro porque ela achava que não ia dar em nada, que aquilo era maluquice da Hermione e segundo, que se não fosse maluquice ela faria uma surpresa para ele.


Gina chorou de emoção ao ouvir o coração do seu filho martelando tão rápido dentro do seu ventre e quase explodiu de alegria quando o médico disse:


 - Menino!


Gina deixou para contar a novidade para o Harry no dia seguinte, véspera de natal.


 


O dia de natal amanheceu glorioso, Gina espreguiçou- se e seus sentidos já lhe lembraram que Harry estava ao seu lado, seu perfume único a invadia e ela se sentia sem a menor sombra de dúvidas a bruxa mais feliz do mundo. Ela se virou de lado e abraçou o “namorido” afundando seu rosto na clavícula dele e inspirou ainda mais profundamente aquele cheiro, que não vinha de nenhum perfume, emanava da pele do Harry e que ela tanto amava.


- Que maneira maravilhosa de ser despertado – Harry disse dando-lhe um beijo na testa.


Gina queria bem mais do que um beijo na testa, mas desde que descobriu que ela estava grávida Harry estava a tratando com respeito demais, mas hoje era véspera de natal e ela não queria quebrar o clima festivo com cobranças e insinuações.


Harry pousou a mão sobre a sua barriga.


- Como está nosso bebê? – ele perguntou para ela.


Gina levantou um pouco o rosto para pode encarar Harry, mesmo depois de tanto tempo ela ainda perdia a linha de raciocínio ao encarar aqueles profundos olhos verdes.


- O nosso bebê é um menino amor – ela disse com ternura – Hermione me levou num médico trouxa que viu em uma máquina.


Harry na hora soube que se tratava de um aparelho de Ultrassom.


Harry ficou extasiado com a notícia, ele nunca tinha pensado muito no sexo do bebê, mas um menino seria muito legal.


- Eu tomei a liberdade de escolher o nome, se você não se importa.


- Não me importo – ele respondeu.


- Então a partir de hoje, não pergunta mais como vai o nosso bebê, pergunte-me como vai o Tiago, Tiago Potter.


Harry perdeu momentaneamente os sentidos, era como se seus ossos estivessem se dissolvendo, ele ainda olhava fixamente os olhos de Gina, que estavam marejados assim como os seus.


- Você é simplesmente maravilhosa – ele disse.


Depois disso ele fechou os olhos e buscou a boca dela com desejo, ele afundou os dedos em seus cabelos deixando que o perfume que emanava deles o inebriasse ainda mais, como ela podia fazer com que ele a amasse ainda mais, quando ele mesmo acreditava que esse amor já tinha atingido seu ponto máximo de expansão?


O dia passou muito rápido, devido aos afazeres que a Sra. Molly delegou a cada um deles, Harry fizera questão de contar a todos o nome do seu filho, a muito tempo que ele não ficava tão feliz.


Já eram mais de sete horas quando Gina e Hermione começaram a se arrumar para a ceia de Natal, Gina estava inconformada dos seus vestidos estarem tão apertados.


Hermione fez um feitiço para que o próximo vestido que Gina experimentasse servisse.


- Até que enfim – Gina disse aliviada – Não estou tão gorda assim.


- Claro que não – Mione disse inocente – você está perfeita.


Gina vestia um vestido rosa na altura dos joelhos, tinha o bojo em formato de coração e era mais solto na barriga, nem parecia que ela estava grávida. Hermione estava vestida para matar o Rony do coração, ela estava com um vestido preto um pouco acima do joelho que olhando de frente era normal, mas olhando de trás... Deixava toda a sua costa nua. Era maravilhoso.


Assim que Gina desceu as escadas Harry veio falar com ela.


- Devia ser proibido alguém ser tão linda – ele lhe disse ao pé do ouvido.


Gina estremeceu com a proximidade dele.


Hermione vinha logo atrás da Gina e quando Rony parou os olhos nela ele tremeu. Rony puxou a namorada para junto de si e a beijou de um jeito que deixou Harry e Gina envergonhados.


- Você está absurdamente linda e atraente – ele disse, deixando Mione vermelha.


A festa já estava a todo o vapor no jardim, os bruxos chegavam andando, os feitiços de proteção os impediam de aparatar dentro da Toca. Harry cumprimentou Gui Weasley que estava numa mesa ao seu lado com sua esposa Fleur Delacour, mas a frente Harry viu alguns bruxos do ministério, mas o que chamou a atenção do Harry foram duas bruxas muito queridas que estavam em uma mesa no canto esquerdo do jardim da Toca, eram a Profª Minerva McGonagall e  profª Sibila Trelawney.


Harry que estava de mãos dadas com a Gina praticamente correu pelo gramado para falar com elas, ele não gostava muito de runas antigas, mas gostava da Prof Sibila e a Prof Minerva tinha o ajudado muito durante os anos que ele passou em Hogwarts.


Assim que eles se aproximaram da mesa algo estranho aconteceu, a Prof Sibilia os encarou de uma forma assustadora, seus olhos vidrados pararam de piscar e ela tomou uma forma quase petrificada, ela começou a falar com uma voz extremamente grave e fantasmagórica.


Há dezesseis anos ele sobreviveu e a profecia aconteceu, um sem o outro não pode viver, um pela mão do outro deve morrer. A profecia mudou, a Horcruxes procriou, para que um viva deve ser evitado que outro bebê sobreviva.”


Gina sentia como se alguém tivesse lhe roubado o ar, não podia ser, outra profecia?


Harry estava inerte, como assim a Horcruxes procriou... A profecia mudou... Nada disso fazia sentido.


Hermione que estava logo atrás deles escutara toda a profecia e para ela fazia todo o sentido, Harry era a Horcruxes que procriara, para que Voldemort viva terá que matar não só o Harry, mas também o filho dele.


Rony só conseguia pensar em uma coisa: Voldemort ia ter que lutar muito para encostar um dedo imundo dele na sua irmã ou no seu sobrinho.


Segundos depois a prof. Sibila voltou a si, balançou a cabeça e disse.


- Olá Harry, quer dizer que você será pai hein, eu já sabia, vi na borra de café! – ela disse casualmente.


 


O restante da festa foi tenso para Harry, Gina, Rony e Hermione, eles queriam conversar sobre a profecia, mas a cada minuto vinha uma pessoa para lhes cumprimentar, conversar ou apresenta-los para alguém.


A meia noite uma infinidade de fogos das Gemialidades Weasley explodiram no jardim da Toca, enquanto todos estavam entretidos os quatro amigos saíram rumo ao quarto de Rony.


- Harry, você é uma Horcuxes – Mione disse exasperada – Faz todo o sentido, quando aquele que não deve ser nomeado tentou te matar algo mágico aconteceu e você ficou com um pedaço da alma dele, por isso a ligação entre vocês dois, só que agora o seu sangue corre nas veias do seu filho.


- Meu filho é uma Horcruxes? – Harry perguntou confuso.


- Eu acredito que é como se fosse, é um pedaço de você Harry.


Gina estava branca como cera, ela não ligava de morrer, ela saberia que se o Harry morresse a sua vida ia acabar, mas imaginar algo de ruim acontecendo com o seu filho superava todas as outras dores.


- Tudo bem Gina? – Harry perguntou a abraçando.


Gina não respondeu.


- O que você está sentindo – Rony perguntou se ajoelhando de frente para a irmã.


- Provavelmente a última coisa que a mãe do Harry sentiu antes de morrer por ele. – ela disse em meio a seus pensamentos.


Harry sabia que ela quis dizer, que se fosse preciso morreria pelo seu filho.


- Nada de ruim vai acontecer com você e nem com o Tiago meu amor, eu prometo – Harry disse com a voz embargada.


Os quatro nem voltaram mais para a festa, Mione ficou deitada com o Rony fazendo várias especulações e criando planos mirabolantes para acabar com Voldemort.


Harry e Gina também foram se deitar, ela não estava passando muito bem. Harry a aconchegou em seus braços e a abraçou, não demorou muito até que eles adormecessem.


De repente Harry estava em uma sala bem grande, com várias portas, iluminada apenas por velas, várias cadeiras antigas, douradas e com estofados vermelhos de veludo faziam um circulo ao centro da sala, no meio desse círculo, em pé, andando de um lado para o outro estava Voldemort. Numa das portas na outra extremidade da sala Harry viu a silhueta de uma menina que lhe pareceu ser a Gina. Nesse momento entrou um homem de meia idade, vestido de terno que Harry reconheceu ser um dos ministros da magia que estavam na ceia de Natal há poucas horas atrás.


- Mestre – ele disse se ajoelhando aos pés de Voldemort.


Voldemort sibilou.


- Creio que não te darei uma boa notícia, me perdoe por isso, mas Harry Potter será pai, a Sra. Sibila fez uma nova profecia hoje, dizendo que para o senhor viver tem que impedir outro bebê de sobreviver.


Voldemort urrou de ódio, não podia ser, outra criança no seu caminho? Mas com essa seria diferente ele não daria chance para ela sobreviver, ele nem ao menos a deixaria nascer para não correr o risco de ser vítima de outro feitiço do amor.


- Quem carrega meu inimigo no ventre – Voldemort perguntou.


- É uma Weasley senhor, Gina Weasley!


Harry e Gina acordaram juntos e gritando, todos da família estavam no quarto olhando para eles.


Harry e Gina fecharam os olhos e respiraram fundo esperando que a raiva se dissipasse, Harry levou a mão na testa e esfregou sua cicatriz que ardia muito, Gina levou as mãos na barriga.


- Ele já sabe – ela disse.


- Ele vai tentar te matar – ele disse olhando para Gina.


- Eu sei, eu vi.


- Precisamos de um plano – ele disse.


- Eu tenho um – Hermione respondeu do canto do quarto – Mas a Gina terá que ser muito corajosa e nós não poderemos errar, teremos apenas uma chance de acabar com o cara de cobra de uma vez. 

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Gostaria de agradecer aos que estão comentando e votando... muito obrigado e continuem escrevendo o que estão achando, comentários me ajudam a escrever e me animam...

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Comentários: 1

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Enviado por soso horvath em 29/06/2011

eu adorei esse capitulo você é muito talentosa!!!!!!!elojios te ajudam?pode acreditar que isso não faltará!

Nota: 5

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