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10. O aniversário de Gina - P II


Fic: Ex-grifinória: A história de Gina Weasley


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Mais comentérios das minhas leitors lindas e maravilhosas!Ana Slytherin e barbara aguiar azevedo  eu amo vocês! E você que também lê mais não comenta: obrigada por ler e por favor comente e faça uma autora mais feliz =D
Aqui vai mais uma parte do aniversário da Gina, que ainda terá mais duas partes, eu acho. Espero que gostem!


 


***


O aniversário de Gina - Parte II






Sumi em direção a casa, adentrando a cozinha, que há muito tempo se tornara um terreno desconhecido para mim. Não só porque minha mãe dominava aquele lugar e nos mantinha tão longe dali quanto o possível, mas porque depois da guerra eu tinha passado a maior parte do tempo dentro do meu quarto, ou fora da casa.


Revirando as gavetas finalmente achei as toalhas de mesa, mas foi quando as puxei que um pequeno frasco caiu no chão. Me abaixei para pega-lo e me deparei com algo que me fez o largar imediatamente, tamanho o choque.


-Gina! – A voz da minha mãe me fez pular – O que está fazendo aqui?!


Me virei rápido, o suficiente para ver os resquícios de choro em seu rosto, antes que tudo sumisse como num passe de mágica, o que considerando o fato da minha ser uma bruxa, devia mesmo ter sido um passe de mágica.


-Mãe – Eu falei com a voz tremula – O que é isso?


Ergui o frasco e mostrei-o a ela. Ela observou o frasco sem expressão nenhuma no rosto e isso aumentou a raiva e o choque que se uniam dentro de mim.


-É para o Jorge – Ela disse simplesmente.


-Mãe, por favor – Eu pedi cansada – Tem o seu nome aqui, e as chances do Jorge aparecer aqui na cozinha são de menos infinito.


-Eu não quero falar a respeito Ginevra, vá lá para fora aproveitar sua festa e esqueça disso.


-Não! – Eu gritei irritada – Que quero que você me explique isso!


-Explique o que Ginevra?! – Minha mãe explodiu me fazendo encolher de medo e choque – Que eu não estou exatamente feliz por ter perdido um filho?! Que eu estou sofrendo miseravelmente a cada segundo dos meus dias, mas que não posso ficar dando chiliques por ai para ajudar vocês ao invés de dar mais trabalho? – As lágrimas surgiram inundando o rosto de minha mãe enquanto ela teve que parar de falar. Ela se apoiou na bancada da cozinha, levou a mão ao coração e com a cabeça baixa e os cabelos caindo do coque em que os tinha arrumado, minha mãe chorou doloridamente – É isso que você quer que eu te diga? – Ela perguntou infeliz no meio das lágrimas – Que eu tenho que me entupir de remédios para parecer uma mulher normal e feliz ao invés de aceitar que meu filho nunca mais vai voltar?! – Ela já não tinha capacidade de falar em meio as lágrimas que jorravam.


Aquela foi a primeira vez que eu vi minha ame desmoronar daquela forma na minha frente.


Eu não sabia mais o que fazer então fiquei lá parada com as lágrimas escorrendo pelo meu rosto sem que eu tivesse consciência.


-Vai Ginevra – Minha mãe disse ainda na mesma posição quando as lágrimas deram espaço a sua voz – Eu só vou lavar o meu rosto e já me junto a vocês.


Eu tremula peguei as toalhas de mesa e sai da casa com elas entregando-as a Carlinhos, antes que ele tivesse a oportunidade de olhar para mim e sumi da vista de todos, me encolhendo debaixo de uma arvore a alguns metros dali.


Eu apoiei a minha cabeça contra o tronco da arvore, eu não sabia sequer o que pensar, como agir. Eu deveria ignorar? Chorar? Tentar ajudar minha mãe? Falar para alguém? Me sentir culpada? Eu não sabia sequer como eu me sentia a respeito de tudo aquilo.


-Gina... – Uma voz apareceu ao meu lado.


Abri os olhos e me virei para observar o dono da voz, mesmo já sabendo que veria cabelos negros e rebeldes e os olhos verdes que eu mais amava nesse mundo.


-Está tudo bem? – Ele perguntou com cuidado.


-Não – Eu respondi com um suspiro – Nada está bem.


-O que aconteceu? – A preocupação em seus olhos era demais para mim.


-Eu descobri que minha mãe tem que se entupir de remédios para suportar a morte de Fred e enquanto isso eu passei a maior parte do tempo dando escândalos sobre a minha tola e insignificante dor – Eu disse olhando para a frente e me encolhendo quando a  verdade de minhas palavras me atingiram.


-Gina... – Ele sussurrou passando o braço ao redor dos meus ombros.


Eu me encolhi nele, tentando achar algum consolo para minha dor em vão.


-Gina... Sua mãe vai ficar bem... Acredite – Ele disse me abraçando com mais força.


Eu o abracei com mais força ainda, desejando que alguma parte da minha dor e confusão fosse embora.


-Eu não sei o que fazer Harry... – Eu disse entre os braços dele.


 -Não tem nada que você possa fazer Gina, por mais que você queira, é a dor da sua mãe e ela já decidiu que quer enfrentá-la sozinha. Tudo o que você pode fazer é esperar e respeitar o espaço dela, uma hora ela vai superar. E não se sinta culpada por ter sofrido, era a sua dor e era do seu direito demonstrá-la como queria.


-Por isso você não foi atrás de mim quando eu chorava? – Eu perguntei olhando para ele surpresa.


Ele deu de ombros.


-Também... Mas eu também tinha medo de falar a coisa errada, eu nunca sei o que falar nessas horas...


-Sabe Harry – Eu sorri – Mais do que você pensa.


-Eu te amo – Ele disse se inclinando para me beijar.


-Eu sei... – Sorri feliz beijando-o de volta.


-HUM HUM – Uma voz nada discreta nos interrompeu.


-Hum... – Disse Harry tão logo olhou para cima – Acho que vou deixar vocês a sós...


Ele sumiu de vista antes que eu tivesse tempo de ver quem é que havia nos interrompido. Tamanha foi minha surpresa ao me deparar com três meninas que eu esperava não ver tão cedo.


-Vocês... – Eu rosnei ao vê-las – O que estão fazendo aqui?!


-Sua mãe convidou a gente ta? – Disse Lydia irritada.


-Maldita desgraçada da Molly... – Eu praguejei baixinho me afastando, totalmente esquecida de toda pena que havia sentido de minha mãe segundos atrás.


-Gina... – Lauren me segurou pela mão – A gente queria falar com você...


-Ah é? Sobre o que? – Eu perguntei agressiva.


-Viemos pedir desculpas – Disse Lydia a contragosto – Na verdade, essas duas vieram e me obrigaram a vir junto.


-Desculpas? – Eu perguntei ainda em dúvida.


-É – Suspirou Ivy – Pelo que te dissemos ontem, a gente não tinha o direito de ter dito o que disse...


-Especialmente com a Ivy sendo a prima da Cho... – Concordou Lydia.


-MAS EU FUI A MAIS IMPARCIAL! – Protestou exasperada Ivy.


-Não interessa... – Disse Lydia sabiamente – Uma vez prima da Cho...


-ARGH! – Ela se irritou preparando uma resposta quando eu as interrompi.


-Estamos aqui pelas desculpas... Lembram?


-Ah... É mesmo – Elas concordaram.


-Bem Gi... – começou Lauren usando o diminutivo do meu apelido, que ela só usava quando queria me derreter – É que... A gente falou aquilo tudo meio sem pensar... E...


-A gente estava com ciúmes – Cortou Lydia.


-Ciúmes?! – Eu duvidava de minha própria audição.


-Gina, quando a gente te conheceu – Disse Ivy com cuidado – Você estava sozinha, com o coração partido e totalmente carente. A gente tinha você total e exclusivamente para nós mesmas...


-E não gostamos de ter que dividir você – Completou Lydia – Especialmente com a pessoa que te fez sofrer durante um ano INTEIRO.


-A gente viu o que você passava por causa dele e sofremos junto – Disse Lauren.


-Então logicamente imaginamos que quando o babaca voltasse ou você ia cansar de sofrer e mandá-lo pastar ou ia se tornar a pessoa mais feliz do mundo ao lado dele. Mas NÃO FOI ISSO O QUE A GENTE VIU! – Lydia estourou meus tímpanos.


-A gente só não queria que você continuasse sofrendo como antes... – Ivy disse sincera.


-Eu não estou sofrendo – Eu queria rir.


-Medindo suas palavras, insegura em relação a ele... – Enumerou Lydia.


-Estamos bem agora! – Eu disse sem querer ouvir mais nada.


-A gente percebeu isso e por isso estamos aqui pedindo desculpas – Disse Ivy.


-Também depois daquele agarra-agarra e melosidade toda... – Resmungou Lydia.


-Perdoa a gente Gi... – Choramingou Lauren com os olhos brilhando.


-Eu odeio vocês! – Declarei abraçando-as.


-A gente sabe disso – Lydia me espremeu até que eu ficasse sem ar – Mas deixa o “Romeo” te machucar que eu juro que mato ele, aos pouquinhos...


Um sorriso sinistro passou pelo rosto de Lydia, me fazendo arrepiar e desejar nunca passar, nem de longe, por sua lista negra.


-E então! – Disse Lauren animada – Não tem alguns priminhos interessantes para apresentar?


Eu tive que rir da expressão sonhadora de Lauren.


-E deixar a Ivy e a Lydia segurando vela? – Eu a repreendi de brincadeira.


-Não me inclua nessa! – Lydia disse rápido – Eu estou disponível para os seus primos também... E para os seus irmãos falando nisso... – Ela acrescentou pensativa.


-Nossa Lydia – Eu disse espantada – Ficou disponível tão rápido assim?


-Meu bem – Ela olhou sorrindo – Eu sempre estive disponível! 


-Mesmo namorando o Daniel? – Provocou Lauren de brincadeira antes de perceber a besteira que tinha dito.


-Mesmo naquela época – Ela respondeu sem se abalar – E então... Vamos?


Não havia outro remédio e fui até a tenda principal com elas.


-Darwin! – Chamei o menino – Essas três aqui querem conhecer os meus primos mais bonitos e legais...


-Pois não madames? – Ele sorriu, da forma como ele pensou ser sedutora, para as três.


Elas começaram a rir quando Brandon veio tomar satisfações.


-Não dêem atenção aquele babaca – Ele disse sussurrando a Lydia – Uma dama como você merece companhia infinitamente melhor...


-Amigas da Gina! – Jaime sorriu de orelha a orelha – Estão precisando de companhia?


Aquela altura as três já choravam de rir e Cohen e Henry ainda estavam apenas se aproximando delas. Eu observava a cena quando notei uma senhora muito ranzinza e solitária do outro lado da tenda. Suspirei e fui lá cumprir meu papel de sobrinha-neta merecedora de herança.


 


Continua...


 

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Comentários: 3

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Enviado por vritupotter em 11/05/2020
Hahahaha incríves cenários novamente. Primeiro a revelação sobre a Molly, achei que seria um capítulo pra comentar "[sad reactions only]". Daí ela foi sofrer na árvore e eu pensei "Harry Potter não faz nadaaaa", e o que acontece? Ele aparece no mesmo instante, rs. E daí chegam essas três amigas simplesmente ótima (péssimas amigas, ótimas personagens) e somos levados num outro balanço de emoções. Esse capítulo foi top.
Nota: 0

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Enviado por Ana Slytherin em 01/04/2011

Esse amo comentra essa fic 
Uma vez prima da Cho.. kkk 
Beijos

Nota: 5

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Enviado por barbara aguiar azevedo em 01/04/2011
Queriida autoraaa, como sempre, sua fic está ótiiima!
Terei um fds mais alegre devido a ela!!! =DD
é um prazer comentar!!!! =))
Beijo
Nota: 5

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