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21. O fim da inocência


Fic: A Revolução dos bichos


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Draco chegou a um bar completamente vazio, exceto pela presença de outro Comensal da morte bêbado no canto. Brenda soltou um grito quando viu um garçom morto no chão. Draco se dirigiu para onde outros Comensais estavam. Brena ao seu lado esquerdo, e Hermione à sua direita. O loiro puxou o capuz, e alguns cabelos caíram em seu rosto angelical. Suas feições eram tão fina e fria, os olhos de forma incansável. Hermione estava hipnotizada olhando para ele, sentindo-se incapaz de compreender como alguém tão perfeito podia ser um assassino. Quantas vidas foram tiradas por aquelas mãos pálidas e a mesmo tempo tão quente. Aquelas mãos queimavam como brasas. Hermione se arrepiava apenas com a lembrança das mão daquele homem a tocando.

"Foi necessário trazer suas escravas? -o  Comensal perguntou. As duas escravas puderam ver que era um lindo jovem também.- E estava enojado com a presença de ambas.

"Bem, tenho que confessar .- Draco disse com leviandade. - Estamos falando de tempo difíceis. E não devo satisfações a ninguém. Trago quem que quiser e na hora que quiser."

O Brenda e Hermione sentiu o olhar mortal do outro Comensal. Era muito mais que desprezo ali. Havia instinto assassino. Se ele pudesse já teria matado.

"O Lord das Trevas quer vê-lo .- disse ele sério.

"Pois ele vai ter que esperar." -disse Draco agressivamente .

Hermione balançou. "Como ele poderia ser arrogante até com o próprio Lord dele? Ele não se abaixava para ninguém. Que diabos ele era? Seria tão arrogante a ponto de nem sequer reverenciar o seu mestre? Será que tinha tanto ou mais poder do que eu pensava?"- a mente da castanha trabalhava sem parar. Olhava-o, admirada. "Como podia sentir-se tão atraída por ele, mesmo sabendo que ele não valia nada? Sim. Confessou a si mesma." Eu estou fascinada por ele! Que Merlim me ajude a esquecer isso, mas estou...oh, não! Estou ardendo por ele. Será desejo, ou algo assim?- os pensamentos da castanha foram interrompidos pelo comentário indignado do outro Comensal.

"Você está provocando a ira de nosso mestre! Não abuse só por que é o preferido dele.

"Eu não dou a minima se sou o seu preferido ou não! Se me escolheu foi porque quis, não tenho que me sujeitar a ir aos seus chamados sempre que ele quer. Tenho mais o que fazer.- Draco respondeu. - Ele e eu fizemos um acordo, eu me juntei aos Comensais da Morte, porque ambos estavamos procurando o mesmo objetivo: o poder, e eliminação dos sangues ruins. E não vai ser por isso que terá em mim um bajulador. Deixo isso para os ratos como vocês.



- As duas escravas estremeceram ao ouvir Draco dizer" eliminação dos sangues ruins." Hermione sentiu uma mágoa tão grande que não conseguiu conter a pequena lágrima que saiu de seus olhos, mas que ficou oculta pela máscara.

"Enfim .- disse um outro Comensal da Morte. - Quando decidir falar com ele, nos avise. Por enquanto, é para você convencer os lobisomens a aderir à revolução. Será fácil, basta conversar com eles na floresta e na festa de sangue que vamos oferecer usando os impuros.

A respiração de Hermione tornou-se pesada.- Será que vai sacrificar todos os sangues impuros, tudo para alimentar os bichos da floresta. Isso a incluiria?


E então, incrivelmente, a verdade se abateu sobre ela. Aquele dia no quarto o desespero era por isso. Ele queria ela viva para ter o prazer de vê-la morta depois, pela forma mais horrenda. Ele usaria e a jogaria para a floresta, assim como Brenda.


" Talvez eu morra antes." Pensou. E ele não precise me lançar aos animais."- Hermione pensava melancolicamente. " Só fico triste pela minha irmã. Eu não quero viver para vê-la morrer na minha frente. E Brenda..., suspirou.


O que a castanha não percebeu é que nesse momento de distração de sua parte, Draco percebeu seu afobamento e entrou em sua mente.


"Não. Eu não deixarei que isso aconteça. Não morrerei nas mãos desses covardes. Eu preferiria tirar a minha própria vida antes e...


" Nem pense nisso!"- Niobe ficou, desnorteada. Nem em sua mente ele a deixava em paz. - Draco estava possesso só de pensar na possibilidade de perdê-la. " Não se atreva a isso. Você me fez uma promessa, e deve cumpri-la. Ou já sabe!" Eu não a deixarei em paz. Não se engane, as escravas pessoais não entrarão nessa carnificina. Não às minhas.- Draco olhava intensamente para os olhos da castanha deixando bem claro que ele falava sério. Ela incrivelmente suspirou em alívio. No fundo sabia que ele falava a verdade.


Draco desviou seus olhos para o outro Comensal.

- Eu vou cuidar do Lobisomens .- disse Draco. - E dos elfos negros também.

- Você já sabia sobre sua prima, Malina.

- Eu sempre soube. Ao contrário de alguns da minha família eu sempre procuro me interar dos fatos.



"- Não sei como você consegue andar com essas coisas ruins como suas guarda-costas!" -disse o Comensal bêbado olhando diretamente para Hermione.- Draco sentiu, um imenso ódio por aquele homem. Como se atrevera a insultá-la. Somente ele poderia fazer isso, e não exitou em dar a ordem. Draco olhou para o velho decrépito, e depois colocou os olhos como punhais em Brenda.

"Mate-o .- ordenou.

Brenda não hesitou, mas Hermione podia ver que enquanto caminhava em direção ao homem velho, uma lágrima corria por sua face. A morena em um único golpe deferido, cravou a correntes pesadas no pescoço, do Comensal, o sangue jorrou por entre as paredes e se espalhando rapidamente pelo chão. Brenda limpou sua arma em suas vestes e voltou para perto de seu mestre de cabeça baixa.

Draco pôs os olhos cinzas sobre os Comensais da Morte que estavam à mesa com um sorriso frio nos lábios.

"É para isso que servem essas coisas desagradáveis!- exclamou um dos Comensais. No que foi cutucado rapidamente pelo colega do lado. Mas já era tarde. Draco já havia ouvido e mais um corpo jazia no chão.Os outros ficaram calados. Já sabiam do código de condulta dos Malfoys, ninguém brincava com seus brinquedos.

O loiro saiu do bar e desceu várias ruas até o ponto de partida. As duas sempre o seguindo de perto, e desta vez sem dizer nada. Ele chegaram ao mesmo lugar onde entraram, Brenda seguiu na frente passando pelo buraco escuro do velho tronco, quando Niobe passou, sentiu um braço rodiando-a pela cintura e a pressionando contra a parede da árvore.O local estava escuro, mas os olhos cinzentos de Draco brilharam muito perto dela, e ela podia sentir sua respiração, era uma mistura inebriante com sua própria respiração. Draco bateu com mais força contra o tronco, e ela deixou escapar um leve gemido.

Ele roçou seus lábios pelo pescoço da castanha, sentindo primeiro o aroma da pele dela. Fechou seus olhos, seu corpo queimava e sentia um tremendo ódio por isso, mas continuou percorrendo do pescoço até a ponta do nariz da castanha.



"O que Brenda fez hoje, você fará um dia por mim.- ele disse, e embora ela não tenha tentado se mover, ele apertou-se mais ainda mais contra a cintura dela.

"Eu sei." - Hermione disse fechando os olhos inebriada, pois ele roçava seu nariz no dela como um afago.Por isso não havia visto que ele também estava de olhos fechados. Ela sentia que suas pernas fraquejariam a qualquer hora.


-"Não sei porque, mas ficar perto dele estava se tornando doloroso. Uma vontade imensa cresce em mim quando ele me toca. É como se desejasse que ele fizesse isso o tempo todo. Como seria, se ele me beijasse. Que gosto teria seus labios tão venenosos e ao mesmo tempo tão tentador? Estou ficando louca! Se eu não sair desta prisão eu vou enlouquecer por ele.


No mesmo momento como se acordasse de um pesadelo Hermione lembrou-se que ele poderia entrar em sua mente de novo. Não sabia como, mas conseguiu fechá-la. Ela ficou desesperada, com medo que ele pudesse entrar nela de novo. E nessa hora de uma coisa ela teve certeza, bruxa ela era.

Draco, despertou imediatamente ao perceber o que estava fazendo. Ele estava perdendo o controle de si mesmo. Estava excitado de tal forma que achou que seu membro furaria sua calça só para alcançá-la. Sentiu nojo de si. Ele não podia sentir isso por ela. " Ela é uma sangue ruim. Não vale nada. Lembre-se por que ela está aqui." Tentou parecer frio, que para a castanha ele soube passar muito bem.

"Pois bem. Que bom que tenha entendido."

Com isso, ele a soltou e deixou-a encostada no tronco. Hermione caminhou lentamente para fora. A Dríade olhou curiosamente para a Niobe, mas não disse nada quando os viu partir. Brenda deu-lhe um olhar de curiosidade e medo. As Dríades eram conhecidas por serem sábias e terem o poder de ver o futuro das pessoas. E Brenda pôde perceber um leve sorriso no rosto daquela ali. Alguma coisa ela sabia. E era sobre Niobe.

Draco montou em seu cavalo negro e galopou para um lugar diferente, nada que havia cruzado no momento anterior. Hermione olhou preocupada para Brenda, e ela compreendeu imediatamente.

"Não se preocupe. É que a floresta, às vezes muda as formas para nos confundir. Draco sabe o que faz, nós estaremos no castelo antes que espere.

"Ele parece saber tudo sobre coisas macabras e que tenha a ver com as trevas." - Hermione disse enquanto galopava ao lado de Brenda.

"Você não tem idéia..."- concluída.

Seguiam o loiro de perto, mas não foram rápidas. Draco estava descendo a toda a velocidade, até que de repente ele parou abruptamente. Brenda puxou as rédeas de seu cavalo para parar a tempo. Hermione fez o mesmo e o cavalo branco levantou suas pernas no ar. Os animais se agitaram. Draco ficou em silêncio e imóvel, os olhos cinzentos vagava, sem olhar para suas escravas. Mesmo de costas, falou com frieza.

"Nós não estamos sozinhos."

Hermione sentiu seu coração palpitar com força imparável. "Como era possível que ele fosse tão sensitível assim? O mal só pode ser sentido por aqueles que pertenciam a ele? Por isso ele tinha essa alma tão corrompida? Porque eu não podia alcançar seu inimigo sentir ..."

Alguns ramos foram quebrados por um som alto.

Era o sinal.

Brenda andou para frente de seu mestre, Draco estava atento a qualquer movimento.Foi então que Hermione lembrou, que era guerreira de Malfoy, e seu trabalho era protegê-lo como podia. Ficou de pé atrás do loiro e tirou a espada e começou a inspecionar ao redor. Ela tinha que descobrir o que é que estava escondido na floresta, tinha que fazer o certo, seu extinto estava aguçado. Ela devia obediência a ele. Mas alguma coisa está errada.

No entanto, Draco pareceu nada assustado. Como ele era frio e calculista? Seus olhos cinzentos permaneceram calmo, com paz quase demoníaca. Suas características permaneceram as mesmas, inexpressivo como sempre, e havia trevas em si. Ela viu que ele estava com sua varinha.

Então, de repente a castanha sentiu o movimento do lado esquerdo. Antes mesmo que entendesse o que estava acontecendo, por percepção e instinto pegou sua espada e lançou diretamente, sem nem ver ao certo, em direção ao tronco da qual tinham vindo o movimento. Brenda e Draco se viraram, e viram uma Hidra com 7 cabeças, ela estava presa na árvore pela espada de Niobe. Estava sangrando e dava urros assustando os animais que estavam ali perto. 

"Que rapidez!- Brenda disse sorrindo.

Mas Draco lhe lançou um olhar feroz que apagou seu sorriso na mesma hora. A escrava abaixou a cabeça em sinal de entendimento. O loiro olhou para Hermione e falou ansiosamente:

"Onde aprendeu a fazer isso? - perguntou fazendo-se de indiferente. Por dentro era puro ódio.

Eu não sei... Mas sei que tenho facilidade com armas.- ela respondeu, olhando para baixo.

Draco não disse mais nada. Sentiu uma raiva interior e precisava transferí-la para alguém. Então lançou um Avada Kedrava na Hidra de Lerna. O ciúme dos tempos da escola voltaram. E o fato de que Hermione Granger, apanhou mais depressa a criatura do que ele, o enfureceu.
Sempre, todos os anos da sua adolescência e juventude, Hermione Granger esfregou involuntariamente em sua cara sua suposta perfeição. Mesmo tendo aquele sangue ruim que ele tanto desprezava, não cometia um erro sequer em sua miserável existência estúpida e patética. Ele pensou que tendo ela em suas mãos seria suficiente para aplacar sua ira, mas não era, e agora entendia o porquê:


Ela apesar da sua inferioridade, era insuportavelmente perfeita em todos os sentidos, em cada uma de suas partes, para compensar a imperfeição de seu sangue . O que mais o irritava além de sua excelência em todas as matérias, era essa paixão proibida que sentia calado por ela. Desde o terceiro ano que não conseguia aplacar a vontade tomá-la em seus braços a força. Sentimento que se converteu em ódio e vingança quando a viu nos braços de Krum e depois do Wesley. Naquele momento ele convenceu-se que não sentia absolutamente nada a não ser ódio. E jurou que um dia a faria pagar por todo esse sentimento que ela ousou despertar nele.


Agora ela estava ali em suas mãos como escrava e nem assim deixou de ser a melhor, a perfeita. Ele estava tão descontrolado de raiva que temeu torturá-la. Nesses momentos ele esquecia toda a atração que sentia por ela. E a vontade de matá-la voltava com toda força em seu ser. -"É melhor eu não falar com essa maldita mulher se não eu a mato aqui."- o que Draco não percebia é que ele estava arrumando argumentos para odiá-la, e esconder de si mesmo as sensações fortes que estava sentindo por ela. Seria sempre assim, ele nunca aceitaria, era orgulhoso de mais.



- Que é isso? - Hermione perguntou olhando para o cadáver do monstro de sete cabeças.

"É uma Hidra de Lerna, Brenda disse.- Não me pergunte como eu sei, com certeza na minha vida passada eu encontrei alguma.

Draco continuou sem olhar para elas, e galopou em torno do monstro, mantendo uma distância adequada.

"Você já tinha matado mais alguém .- Hermione disse de repente, em voz baixa.

Brenda não olhou para a castanha, ela mantinha os olhos vagos à frente.

"Sim, é isso que somos agora Niobe, assassinas.

Hermione não disse nada o resto do caminho, mas houve um momento em que parou de uma vez o cavalo, e pôde jurar que ouvira aquela voz de criança de novo, no meio dos arbustos. Depois de alguns segundos seguiu seu caminho ignorando a voz da pequena que insistia em chegar aos seus ouvidos.

"1, 2, 3 ... vamos brincar na floresta .." 
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George andou a frente junto com Fred, seguindo a bússola e mapa de magia. Harry estava logo atrás deles, e alguns metros de Gina. Ron estava ao lado de Luna. A luz da tarde estava ficando mais fraca, algumas sombras começavam a se formar de acordo com o escurecer. Era a sombra das grandes árvores. Ninguém falou uma palavra desde o incidente com os duendes e talvez fosse melhor assim. Rony se virou e viu uma pequena lágrima escorrendo pelo rosto de Luna.

"Há algo de errado? - Perguntou.

"Eu me sinto terrível .- ela disse suavemente.

"Está com dor? O que você sente Luna? Onde dói?

Ela olhou para ele, com uma profunda mágoa e tristeza. Mas, respondeu. " Eu sinto dor sim, Rony. E nesse lugar infelizmente talvez não tenha cura."- Rony não entendeu e insistiu na pergunta. E a loira finalmente respondeu.

" A minha dor é na alma Ron. É na alma.


"Por que dói a alma? - O ruivo perguntou, sentindo algo estúpido para repetir essas palavras para ele não fazia sentido.

"Eu não sei, mas eu sinto ela tão pesada, tão pesada.- disse quase num sussurro. - Você viu. Eu fiquei insensível a morte daquelas pessoas. Como pude sorrir diante de todos os corpos no chão?

E Ron compreendeu imediatamente.

- Luna, eu estava chateado, não queria dizer aquilo.-disse ele sorrindo. - Fui um estúpido, não se sinta mal com isso.

- Não Rony eu sou a única estúpida .- disse ela. - Eu sou leviana.

- Luna, você está se autoflagelando. Pare com isso. Você é a pessoa mais pura e inocente da terra, e às vezes é a mesma inocência que lhe permite ver algumas situações.

Luna limpou as lágrimas, mas sua expressão não mudou. Ela continuou olhando o ruivo com seus tremendos olhos, agora vermelhos de lágrimas.

"Eu sei que sou inocente às vezes, e ela cresce mais e mais, dentro de mim, é o que faz meu coração tão pesado. Mas Ron, até o maior dos inocentes pode se tornar o mais perigoso e por que não o próprio mal.

Ron olhou para ela interrogativamente..

"Luna o que aconteceu naquele dia em ordem?

Luna olhou brevemente para o nada e depois voltou seu olhar diretamente para o ruivo.

"Naquele dia, eles colocaram o peso na minha alma.

Rony queria dizer algo, mas depois viu Jorge, Fred, Harry e Gina parando em frente a um muro de pedras brancas, cobertas por trepadeiras. Ficaram ali, observando a grandiosidade de suas paredes. Um sorriso cruzou o rosto de George.

"Amigos, sejam bem vindos a Halt Mich, a cidade medieval de bruxas e bruxos.




 


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Olá, galera!
E aí estão gostando?
Tha, Brenda e Carol, Arthemis e Morgana. A coisa agora vai começar a pegar. O Draco já começou a perder o controle. Vou judiar mais um pouquinho de vcs viu. Ele tá tentando resistir a nossa querida Mione. Mas vai ficar cada vez mais difícil controlar esse sentimento tão contraditório. 
Mas enfim, ele tá lindo de morrer nessa fic, não canso de falar isso, mas esse maldito sonserino gostoso faz isso com agente né? Tem que dá um desconto para essa mulher aqui não é pessoal?

 Beijão! Vou tentar postar 5 capitulos hoje! Vou tentar! Quem sabe hoje sai a NC... Than...than...




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Olá, galera!
E aí estão gostando?
Tha, Brenda e Carol, Arthemis e Morgana. A coisa agora vai começar a pegar. O Draco já começou a perder o controle. Vou judiar mais um pouquinho de vcs viu. Ele tá tentando resistir a nossa querida Mione. Mas vai ficar cada vez mais difícil controlar esse sentimento tão contraditório. 
Mas enfim, ele tá lindo de morrer nessa fic, não canso de falar isso, mas esse maldito sonserino gostoso faz isso com agente né? Tem que dá um desconto para essa mulher aqui não é pessoal?

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Comentários: 1

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Enviado por Landa MS em 17/08/2011

Então quer dizer que o Draco já gostava de Mione desde criança? Bomba, bomba, bomba!!! E agora? Acho que vou descobrir nos próximos caps.

Nota: 1

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