Gina despertou naquela manhã muito feliz, afinal tinha tido uma noite tranquila de sono após três noites seguidas sonhando com Voldemort.
Espreguiçou-se na cama sem nenhuma vontade de se levantar, ultimamente a coisa que ela mais estava tendo era sono e ela podia ver pela janela que ainda era muito cedo, o sol nem aparecera, ela inspirou o ar profundamente e o perfume do Harry a inundou de um jeito que fez seu peito doer – Maldito seja o Fred, o Jorge e suas poções do amor – ela praguejou em pensamento.
Instintivamente ela levou as mãos até seu rosto tampando seus olhos, aquela situação estava ficando insustentável ela tinha absoluta certeza que ia acabar morrendo de tanta saudade. Lágrimas escorriam agora em sua face, essa era outra coisa estranha, Gina quase não chorava, mas agora tudo a fazia chorar, ela estava visivelmente mais emotiva.
- Posso saber por que você está chorando – Harry perguntou com a voz rouca de sono.
- Ah que ótimo, agora além do cheiro também ouvimos a voz do nosso amor, esses gêmeos me surpreendem a cada invenção – Gina disse com ar de deboche para si mesma.
Harry tirou lentamente as mãos de Gina do seu rosto e com as suas mãos secou o rosto da namorada que estava todo molhado por lágrimas.
Gina olhou para ele extasiada, ela não estava acreditando no que seus olhos estavam vendo, era mesmo o Harry ali sentado na sua cama? - Sim era ele, com os cabelos pretos ainda mais bagunçados, as bochechas rosadas de quem acabou de se levantar e os olhos tão verdes como uma esmeralda.
- Por que você está chorando? – Harry perguntou novamente.
Gina pegou a mão do Harry que ainda estava pousada no seu rosto e entrelaçou seus dedos nos dedos dele, foi incrível como esse simples gesto acalentou o seu coração, Harry sorriu para ela esperando por sua resposta, vê-la chorando daquela forma e sem saber o motivo estava o deixando aflito.
- Eu acordei e num rompante seu perfume me invadiu, a saudade bateu tão forte que não aguentei, eu não fazia ideia que você estava aqui.
Harry perdeu o chão, ele imaginara qualquer coisa menos que ela estaria chorando de saudades dele, aquela confissão o pegou de guarda baixa, ele se imaginou dois meses sem sua ruivinha e imediatamente entendeu a dor da namorada.
Tão rápido que Gina nem viu Harry pressionou seus lábios nos dela com paixão, ele queria fazer toda essa saudade sumir.
Harry abriu a boca lentamente deixando que o doce hálito da Gina o invadisse, sua língua procurava a dela com desejo, ele a sentia sugando seus lábios de uma forma que ela nunca fizera antes. Ela soltou a mão da sua e levou-as até seus cabelos, enroscando seus dedos na altura da nuca.
Sentir a Gina tão entregue ao seu beijo o fez ficar ainda mais excitado, ele queria o corpo dela mais perto do seu, então passou suas mãos pela coxa dela indo até seu quadril, levou as mãos para baixo apertando sua bunda e a puxou com firmeza para o seu colo, passando as pernas dela cada uma para um lado de sua cintura.
Harry tinha certeza que agora Gina estava sentindo a sua ereção e sua certeza se confirmou quando ela começou a rebolar em cima dele, Harry ficou louco de desejo, sua respiração já estava aos arquejos, Gina puxava levemente seus cabelos o fazendo arrepiar, quando Harry passou seus lábios no pescoço da Gina ela soltou um gemido baixo e Harry lembrou que ela gostava daquilo, ela puxou a camiseta do Harry arrancando-a passando suas mãos por todo o peito e braços do Harry.
Harry pesou seu corpo para frente fazendo-a deitar ainda com as pernas encaixadas em volta dele, o beijo agora era frenético, Harry fazia movimentos que imitavam a penetração e Gina estava quase implorando para ser realmente penetrada, num único movimento Harry tirou a camisola dela e jogou no chão, a perfeição do corpo da Gina só aumentava ainda mais o seu tesão, ele sugou cada um dos seus mamilos que se enrijeceram em sua boca, a cada chupada que ele dava ela cravava as unhas em suas costas.
Gina não estava mais aguentando, sua vagina latejava desejando ser preenchida pelo membro rijo do Harry, ela abriu a calça dele que a terminou de tirar, enquanto ele tirava as calças junto com a cueca ela arrancou a sua calcinha, Harry quase teve uma sincope quando a viu completamente nua, com as pernas abertas sorrindo para ele.
Harry deitou em cima dela colando seus lábios novamente, passou sua mão esquerda por detrás do cabelo da Gina puxando-o com força, foi beijando do seu pescoço até sua orelha, quando ele respirou ao pé do seu ouvido ela não aguentou e pediu:
- Enfia Harry, quero você dentro de mim.
Aquilo foi o suficiente para que ele perdesse o pouco de controle que ainda tinha, ele a penetrou com vontade preenchendo-a completamente, ela se virou invertendo a situação ficando por cima do Harry - ela queria estar no comando - Harry adorou a ideia quando ela voltou a rebolar em cima dele mais agora com seu pênis dentro dela. Enquanto ela ia para cima e para baixo em cima dele Harry acariciava seus seios que balançavam ao ritmo dela bem diante dos seus olhos, ele não tinha certeza por quanto tempo mais podia aguentar quando ela gemeu alto cravando suas unhas nos braços de Harry que vendo sua namorada gozando não aguentou, segurou o seu quadril e a penetrou em movimentos rápidos e profundos ejetando jatos quentes de esperma dentro dela.
Gina deitou ao lado de Harry que a abraçou forte e pousou sua cabeça em seus ombros, ela penteava os cabelos dele com as mãos enquanto Harry enrolava as pontas dos cabelos dela em seus dedos.
- Promete que não ficará mais tanto tempo longe de mim? – ela lhe pediu.
- isso vai depender da Hermione – ele respondeu curtindo uma piada interna.
Gina não entendeu nada. Harry levantou a cabeça ficando cara a cara com ela, Gina estava gloriosa, os olhos tinham um brilho único, as bochechas estavam muito vermelhas e seu rosto ainda estava úmido de suor.
- Isso eu não posso te prometer – ele disse - mas eu te prometo que vou te amar por toda a minha vida.
Dito isso ele a beijou calmamente tentando demonstrar naquele beijo todo o amor que ele sentia por ela, Gina teve vontade de chorar tamanha a intensidade do beijo que Harry lhe deu.
- Quando isso tudo acabar – ele disse em seus lábios – seremos apenas nós dois, todos os dias.
Gina concordou com a cabeça dando-lhe um leve sorriso, mas algo lhe dizia que mesmo que essa guerra acabasse bem, nunca mais seria apenas eles dois!