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16. Eu a seguirei até no inferno.


Fic: A Revolução dos bichos


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capítulo 16

O quê?O que você disse?Não, pode estar me pedindo isso.- Draco ficou pálido. Não sabia explicar, mas quando falava em matá-la, ele sempre estava movido pelo ódio. Nunca demonstrou sentimentos algum, a não ser este. Pois, era o único que conhecia literalmente. Mas ao ouvi-la implorar por sua morte, sentiu seu mundo rodar.
- "Mestre, acha mesmo que almejo viver desse jeito? Acredita realmente que tenho motivos para isso?"- a cada palavra dita, Draco sentia-se mal. Sabe senhor? Eu achava que descobrindo meu passado eu teria um motivo para seguir em frente. Hoje, já não importa mais. Não quero sentir aquela dor de novo. O senhor sempre arranjará um jeito de me castigar. Seu olhar conta, eu leio as palavras escondidas em seus lábios, e neles sempre vejo ódio, rancor. Acredito que se pudesse já teria me matado. Só ainda não o fez não sei por quê. Então, senhor, por quê não aproveita sua chance e mate-me de uma vez, e aplaque toda sua raiva que talvez eu a tenho provocado em meu passado. Pois, somente isso justificaria esse ódio que o senhor tem por mim. Acho que pelo menos uma morte justa eu mereça ter. Ou talvez eu seja bastante corajosa para tirá-la."- isso foi o bastante para o loiro desencostar as pressas da parede e correr em direção a cama da castanha, a ponto de pular em cima dela e prendê-la colocando as pernas em volta de cintura sem força-la e pegando seu pescoço. Seus olhos transmitiam...
Merlim!- exclamou Hermione em pensamento. O coração dela batia acelerado. Não acreditava no que via. Ele não estava com raiva agora e sim..., não pode ser! Era desespero! Merlim, era desespero!
- "Nunca. Nunca mais, ouviu? Nunca mais ouse dizer que vai tirar sua vida!
. "Você não tem esse direito. Só eu tenho!" Draco falava tão desesperado que a castanha sentiu mais medo ainda. Seus olhos estavam vermelhos, sua face também. "Ninguém tira o que é meu. Você é minha!" Ele falava com ela sacudindo-a, como se fosse uma boneca. "Não se atreva a se matar. Por que se fizer isso, eu irei atrás de você até no inferno! E nem o demônio, me impediria! Ouviu bem?" - o loiro estava fora de si. Enquanto gritava, não tirava os olhos da castanha. Ela nunca o havia visto assim. "E tem mais, eu mataria toda sua familia quando descobrisse quem eram, mataria seus amigos se você tivesse algum, começando por Brenda e não me importaria de morrer só para poder ir ao inferno, para lhe atormentar! Você nunca se livraria de mim. Em nenhum destes dois lugares eu a deixaria em paz! 


 

Hermione nunca tinha ficado tão assustada em sua vida. Pelo menos que se lembrasse.Sabia que ele falava sério. Ele cumpriria sua promessa, mesmo não entendendo sua reação.
- Entendeu Niobe? Entendeu?- Draco dizia agora mais calmo.
Hermione apenas assentiu com a cabeça, afirmamente. Em seguida, ele fez a coisa mais improvável do mundo. Era como se tivesse entrado em transe. Draco levou seus dedos a face da castanha e a acariciou. Ele passava os dedos, como se a venerasse. A olhava com uma profunda paixão que a castanha não pode ver, pois, já havia fechado os olhos, com a carícia. Seu corpo todo ardia em chamas e sabia que não era de medo. Mas no mesmo momento como se tivesse acordado de um sonho, o loiro se levantou e sentou-se ao lado da morena olhando-a profundamente. Com sua voz fria falou em uma voz branda, calma e  deliberada e que assustava mais.
"Eu tentei fazer-lhe uma exceção, tratá-la como privilégios sobre as outras escravas. Mas tudo o que você faz é desobedecer-me e me irritar .- disse ele, e com a mão direita acariciando a bochecha de Hermione. Ela tremia com o contato. Ele descia com maestria para seu pescoço, como se tivesse afagando um animal de estimação. Hermione estava tremendo, e não de medo, mas algo maior que ela não sabia o que era. Seus olhos cinzentos que outrora mostrava-se em tremendo desespero, agora transparecia um vazio, bem confuso.Como se ele lutasse contra todo o tipo de sentimento.
- Draco resolveu chantageá-la, usando aquilo que ele sabia que a imperdiria de fazer qualquer besteira.
" Não castigarei você. Mais as outras escravas, não perdoarei."- O sangue de Hermione congelou. Ele mataria Brenda.
- "Não! Por favor! Castigue à mim. Por favor! Tenha piedade! Ela não fez nada! Senhor, faço qualquer coisa. Qualquer coisa!- gritou."- a castanha chorava desesperada, e olhava-o com humildade.Ele ao invés de sentir asco e sentiu um imenso prazer. Ele havia conseguido o que queria. Ela estava acabada e derrotada. Ele estava satisfeito. Mas não pelo pedido de piedade. E sim por que ela havia entendido que não poderia morrer.E, ele também entendeu naquele momento que precisava dela para viver. E agora daria a cartada final.
- Você faria qualquer coisa, para que eu poupasse a vida deles?- ele disse com os olhos vibrando de um sentimento que ele desconhecia. Felicidade.

"Vou fazer o que quiser é tudo o que posso oferecer.- a castanha disse chorando. 
Um fogo interno invadiu o peito de Draco ao ouvir aquelas palavras. Ele não podia acreditar na satisfação que encontrara nas palavras simples daquela castanha.
"Qualquer coisa? Você está prometendo muito .- disse com uma voz suave, quase sedutora.
"Eu sei .- ela disse, colocando seus olhos castanhos em cima dele.
Hermione olhou para ele suplicante. "Pode pedir o que quiser. Que eu o farei. Pode confiar em mim. Hoje agi por impulso. Achei desumano as escravas treinarem sem comida naquela tempestade. Promento não fazer outra vez.
- "Niobe? Quem diz que Comensais são de ter atitudes de humanidade." Draco voltou alisar a pele de Hermione. Seu olhar acompanhava os movimentos de seu dedo. Hermione sentia-se tremendamente espantada com tamanho ato de carinho. Alguma coisa estava errada. Sabia disso.
Ao contrário do loiro que se sentia totalmente encantado com tanta maciez. De todas as mulheres que havia tocado, nenhuma possuia tanta delicadeza. O perfume dela era inebriante, de enlouquecer. Draco estava ficando louco e insano. Havia gostado e muito de tocá-la. No momento acreditou que era apenas posse. Mas segundos depois viu que não. Ele a manteria ao seu lado. Nem que fosse como escrava. E não a mataria e tão pouco a deixaria sair de perto de si. Ela era dele. Somente dele.
-" Primeiro quero que promenta-me que não tentará nada contra sua própria vida. Pois já sabe o que aconteceria. Promenta-me! Agora!"- disse o loiro com sua voz arrastada e firme.
Hermione encheu seus olhos de lágrimas. Fechou-os e respondeu-lhe.
"Sim, mestre. Eu promento-lhe:"
Draco não hesitou em fechar os olhos em sinal de alívio.
-" Em segundo, quero que me obedeça sem hesitar. Fará tudo que eu mandar. Diga que honrará essa tatuagem que está em suas costas. E nunca a machucarei."
Ele olhava para ela como se fosse um objeto precioso, sua obsessão, sua escrava, sua mulher, sua posse.O sentimento que crescia em seu peito agora vinha a galope. Sabia que alguma coisa dentro de si aumentava gradativamente em forma desesperadora.

"Eu prometo que não vai acontecer novamente ..- ela falou baixinho. - Eu fiz uma promessa e vou cumprir. Eu vou obedecê-lo sempre, sempre ..
Essas palavras provocaram forte sentimento crescente no seio do loiro.
"Então diga que o fará, por que você é minha escrava. Somente minha e de mais ninguém.
"Eu sou sua. E só obedecerei a você meu senhor.- disse ela.
" Então está certo. Perdoarei suas amigas. E para você desde já quero dizer que farei tudo para ajudá-la. Farei tudo por você Niobe, tudo."
Mal sabia Draco que faria muito mais que isso. Faria o impossível por ela. E definitivamente não a deixaria ir de forma alguma. Machucaria, mataria por ela.  Preferiria matá-la e morrer depois, do que entregá-la a quem quer que seja.
 
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Comentários: 1

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Enviado por Landa MS em 13/08/2011

Vc esqueceu de complementar o texto. Como ela pode se ajoelhar aos pés dele se ela estava algemada na cama? Só se eu pulei essa parte, mas eu tenho certeza que não vi nenuma passagem falando que ele a libertou naquele momento.

Nota: 1

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