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15. É melhor estar morta.


Fic: A Revolução dos bichos


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Andavam rumo a entrada da floresta assim que chegaram a borda. A trilha de terra em que andavam havia desaparecido. Se via apenas , verde. Árvores desfolhadas tornavam uma aparência macabra. Quanto mais andavam, mais grandes ficavam. A única, direção deles é de uma bússola mágica que George levava pendurado em seu pescoço. Alguns raios de luz penetrava pelos buracos das árvores, mas o fato é que quanto mais se aproximavam de Tirania, menos luzes e mais escuridão. A primeira impressão, com ramos negros escuros desapareceu ao entrar nela. Uma vez dentro, a floresta era estranhamente bonita. As árvores eram enormes, e os corvos voavam de galho em galho. Apesar do sombria, era linda. Luna parecia apreciar tudo isso. E enquanto caminhava, a loira olhava para todos os lados sorrindo inocentemente. Ron percebeu, e embora ele saiba que Luna estava estranha desde manhã, não pôde deixar de notar o quanto estava linda.


- "Então, qual é o plano?"- pergunou Gina quebrando o olhar de Ron.
"O plano é chegar a cidade de Halt Mich .- disse Fred ao lado de George. - Cidade das bruxas e magos medievais. É a primeira cidade de nosso caminho. Nós usaremos cavalos, servirão de guia nesta floresta infeitiçada.


E Luna? - Ron perguntou assustado, percebendo que a loira não estava mais ao lado dele.
Todos pararam e olharam para trás. A loira estava a poucos metros, abraçando o tronco de uma árvore, com o seu ouvido atento.
-O que há de errado? - Disse George.
"Shhhiii! ... - disse Luna à distância. Sua orelha esquerda estava colado ao tronco, e as pequenas mãos brancas começaram a alisar a madeira, como se estivesse acariciando-a.
Gina se aproximou dela e falou em voz macia.
"Luna, que está acontecendo?
"Eu ouço .- respondeu.
-O que você está ouvindo? - Disse a ruiva que não entendia nada.
"Os gritos.
O rosto de Fred, George, Ron e Harry ficaram assustados e confusos em uníssono. Eles caminharam até onde as duas estavam e tentou separar Luna da árvore.
"Não! - Disse ela. - Elas querem me dizer alguma coisa ..
-Quem! Não há ninguém aqui luna! Á não ser nós.- Fred disse.
"As vozes querem me dizer algo .- disse a loira de olhos fechados, colocar os lábios em seu dedo indicador como um sinal de que tudo está quieto.
Ninguém sabia porquê, mas todos ficaram em silêncio. Assistindo Luna, que tinha os dedos presos no tronco. Seus cabelos loiros caiam pelas costas desta vez sem o vento, por isso não se movia. Após alguns segundos, ela se separou do tronco. Ninguém disse nada até que ela se virou e, com seus olhos azuis claros e intensos, olhou para eles.
"Eles dizem que nos afastarmos do tronco de algumas árvores. ´Há seres maléficos em algumas, seres perigosos e sanguinários.
Todos olharam confusos.
"Luna que diabos é isso? Você realmente, está conseguindo me encucar... - Fred começou, mas algumas gotas de chuva cairam sobre seu rosto e em seguida pisou em milhares de gotas bem forte batendo no chão.-gritou ferozmente - Merlim!
"Está chovendo .- George disse olhando para todos  atordoado.
"Sim, está. Qual o problema disso? - disse Fred olhando seu irmão gêmeo.
"Eu disse Harry. Havia dito a vocês que choveria em Tirania. Luna ..- que fixou seus olhos nele. -
"A inundação mortal ..- disse Gina olhando para o sua amiga. - disse diretamente para Luna ...
Todos olharam confusos. Mas Luna não parecia perturbada com isso. Estava calma demais.
"Vamos encontrar um lugar para nos abrigar.- disse a loira andando.
"Luna o que está acontecendo? Devemos temer esta tempestade? - Ron indagou forçando-a parar. Ela se virou e olhou para ele inocentemente.
"Não...- disse. - Está tudo bem.
E continuou andando. Todos se entreolharam, mas vendo que Harry decidiu continuar andando, outros o fizeram também. Eles não pararam para pensar no que tinha acontecido. Talvez Luna realmente soubesse o que estava dizendo.


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Uma forte tempestade estava castigando céu à terra. Brena e Hermione olhara através do vidro. Seu treino já havia acabado. Mas os escravos de niveis superiores ainda estavam nos jardins, debaixo da imensa chuva. Além de serem tratados como animais eles pareciam fracos, pois, só haviam comido uma vez. - Não é justo. Brenda estava indignada.
Uma das guerreiras desmaiou de fome e cansaço. Caiu no chão inerte. Quando o servo caminhou em sua direção para castigal-lhe, Hermione se interpôs entre ela e o servo. Não suportaria ver além dos atos desumanos, uma covardia tamanha de bater em uma pessoas desmaiada. Uma pessoa que trabalha dia inteiro sem recuperar a sua energia não tinham defesa contra fatores debilitantes como essa. Hermione parecia pouco capaz de respirar a cena dolorosa de mais de sessenta mulheres a treinar com o rosto pálido e frio corpos trêmulos.
"Tudo tem um limite, e você não vai machucá-la! Você não é superior a nós! Somos pessoas e não animais. Elas precisam comer para treinar. Como pode ser tão cruel."- disse Niobe se abaixando para ajudá-la, o que era completamente contra as regras.



Niobe, não! - Brena disse observando a amiga, já correndo em sua direção. Gotas de chuva gelada caiam sobre os corpos ali presentes. Ela se ajoelhou no chão, segurando a cabeça da escrava que cedera ao tempo. Tocou ligeiramente na bochecha desbotada, mas ela não reagiu. Outras guerreiras também pararam para observar. O treinador caminhou em direção a Hermione com raiva.
- Vá para dentro do castelo! - Disse aos gritos. Os pingos de chuva distorciam suas feições.
"Não! Eu não vou! O que vocês fazem é desumano! Nenhum deles aguenta mais! - a castanha gritou sem sair de onde estava.
- Como você se atreve a levantar a sua voz asquerosa para mim sangue-ruim! - o homem gritou, puxando a varinha e apontando para ela. - Ela será castigada por ser uma fraca. E você não devia estar aqui.



- Eu não vou sem ela! - Hermione gritou e chorou. A fúria em seus olhos brilhavam com intensidade. Ela não poderia tolerar a injustiça.
- Crucio! - Ele gritou e da varinha mágica saiu o feitiço que teria acertado Niobe se não fosse Brenda entrar em sua frente.


"Não! - Brena gritou.
Hermione viu sua amiga gritar em voz alta caindo no chão contorcendo-se de dor. Ela não aguentaria nem mais um segundo.

Pansy observava desde o começo o que aconteceu, logo correu para dentro do castelo e pegou um corredor que dava à biblioteca.
Draco não aprovou quando sua namorada entrou na sala abruptamente. Ela tinha um pouco de ar antes explicado.
Granger, Draco ... foi um incidente .- disse recuperando o ar de correr para chegar lá.
O loiro não esperou para mais detalhes. Automaticamente se levantou e deixou a biblioteca, saindo correndo para os jardins. Ele não tinha idéia do que estava acontecendo, mas podia sentir a gravidade da situação. Ele empurrou as portas de vidro para invadir o jardim e, em seguida, ele viu.
Uma escrava no chão, completamente fraca na chuva, Brena se contorcendo de dor e Hermione, ameaçando o técnico com sua espada. Ao lado dele estava sua varinha quebrada.
-" A magia não se destina a tortura, e não é feita para matar, se você quiser atacar lute de igual para igual seu safado! Venha e lute como um covarde que é. Use as duas mãos, bastardo! Vem, deixar eu cortar essa sua carne podre! Pansy ficou amedrontada com o tom de voz da castanha. Estava inreconhecível. Parecia um...,- antes que concluísse o pensamento , uma voz grossa e rouca se fez ouvir:




"Basta!" - Gritou o loiro. Seus olhos cinzentos ascendiam chamas de fúria. Em seguida explodiu.
Hermione não sabia como nem quando, mas de repente ela estava soltando sua espada e caindo no chão enquanto gritava de dor. Foi a mordida do dragão. Em suas costas era como pontas, dentes e rasgando sua pele, e seus ossos estavam sendo moídos. Claro, isso não aconteceu realmente, mas a sensação era como se estivesse realmente. Gritou como certamente nunca ninguém gritaria, mesmo com o feitiço Crucio.
Pansy congelou com os gritos quando viu à cena. Seu cabelo preto brilhante cobriu sua pele quente, e grandes olhos negros observava o olhar namorado para a castanha e transmitiam todo o ódio que estava contido, enquanto ela se contorcia no chão.
A chuva era incomum. Draco estava completamente encharcado, os fios loiros caiam sobre a testa cheia de gotas de água clara. Ele caminhou para a cena, aparentemente sem lançamentos do dado por Hermione, que ainda estava gritando quando ele pregou dedos na grama.


"Eu posso saber o que está acontecendo aqui, caramba! - Draco explodiu furiosamente.
"Meu senhor, uma escrava desmaiou e Niobe tentou intervir. Eu disse a ela para sair, não era seu problema, mas não escutava. Então eu estendi a varinha para aplicar-lhe o castigo e Brenda tomou o corretivo em seu lugar. Ela levantou a voz para mim meu senhor! Ela é muito e insolente! O resto pôde ver por si só.


Draco virou-se e pôs os olhos sobre a bela figura de Brenda, que permaneceu fraca no chão, o rosto estava vermelho e sua pele extremamente branca. Seu cabelo preto estava espalhado na grama como um cobertor.
"Brenda sempre foi obediente .- acrescentou o treinador assistindo-a. - É a influência da novata ...
Hermione estava chorando, não conseguiu suportar e acabou desmaiando. Draco olhou para ela, aparentemente, sua raiva havia sido controlada. Libertou-a do feitiço. Agora ela estava incosciente.
Brenda  deve ir para seu quarto. Precisará estar saudável para o castigo que irei aplicar-lhe .- disse o loiro, e o sangue de todas as guerreiras que estavam assistindo ao evento ficaram definitivamente congelado. Os olhos cinzentos pareciam mais mortal do que nunca, quando fixados em Hermione. - Ela, quero em meu quarto. Amarrada a minha cama.
"Draco  eu acho que é suficiente .- Pansy disse que se deslocando a sua frente. - O Granger já até desmaiou de dor! Pretende, torturá-la a noite toda? Você é um maluco obsecado!



Os olhos frios de seu namorado estavam agora sobre ela.
- Desde quando você se importa o que aconteça ou não a sangue ruim?
"Desde que ela chegou, eu te vejo sempre agindo por instinto."


- a morena disse falando baixo, mas com força. Ela não queria que os outros ouvissem. - "Você está se aproveitando da situação para puní-la sem razão aparente. Apenas para atender suas próprias necessidades. Que até agora não estão tão claras para você. Mas para mim sim. Você pode até ter sentido prazer em vê-la sofrendo, mas também não pode negar que a quer sempre por perto."- Pansy dizia de uma forma tão convincente que o loiro, se irritou por dentro. Sabia que sua namorada dizia a verdade.


E tem mais.Você sabe que o plano não é esse.Se quiser matá-la, terá que esperar. Lúcio deixou claro que devemos mantê-la viva e intacta. Ele tem planos para ela.



Draco tomou uma expressão terrível, tal como refletido em seus olhos. Ele foi até Pansy. Parou a centimetros dela. Ela fechou os olhos. Tinha muito medo de Draco.



- "Eu sei o que tenho que fazer, Pansy. Entendeu? Niobe é minha! Minha! Nunca mais, está me ouvindo? Nunca mais, me diga o que fazer. Dá próxima vez, que fizer isso, eu acabo com você! Ok?
E com isso ele caminhou em direção ao castelo ainda com muita raiva pelas palavras dela.

Hermione acordou lentamente, abrindo os olhos. Seus longos cílios se moviam como borboletas ao tentar ver onde estava. No mesmo instante veio a mente as imagens anteriores. A dor, chuva gelada, Brenda se contorcendo no chão e...-" Meu Merlim! O que será de mim agora?


A enviou imagens do que aconteceu, a dor, e chuva gelada. Mas agora não sentia nada, mas um cansaço terrível. Não sentia frio.. Tudo estava quente. Ela moveu as pernas e sentiu a maciez do cobertor contra sua pele. Ela tentou esfregar os olhos para ver claramente onde estava ...
Foi ai que notou.
Seus pulsos estavam acorrentados com algemas, presas diretamente à cabeceira da cama. Tentou se soltar, mas tudo que sentia era a dor. Observou que não estava em seu quarto. Então, as imagens se tornaram mais claras. Os cobertores eram de prata, e muito mais suave do que o seu quarto. As arestas que apoiaram o colchão eram negras, com dragões e figuras mitológicas fora delas. Sim, ela reconheceu de quem era a cama.
E não era dela.
Era de Draco Malfoy.
Ela tentou se sentar, mas as correntes impediram, e caiu na cama, se contorcendo, tentando se libertar. Seus olhos castanhos estavam cheios de lágrimas e gritos de frustração saiam de sua garganta. Ela ainda se lembrava da dor da mordida nas costas, e lembrou também das palavras do loiro, quando ele disse que só sentiria dor se o desobedecesse. E o fizesse ficar com raiva. -" Como fui burra! Eu o deixei sedento de ódio. Pude ver em seus olhos. Brenda..., desculpe minha amiga!"- exclamou em pensamento.



Ele olhou para a frente, e pelo vidro da janela podia ver como a chuva continuava a cair, mas o dia acabou, e agora já era noite. Quanto tempo ela tinha ficado inconsciente? Talvez quatro horas, disse a si mesma.
A porta do quarto, se abriu e um homem alto e esbelto entrou por ela esvoaçando sua capa negra. Por onde estava, visualizou a figura imponente. O Comensal da Morte loiro fechava a porta atrás de si. E enquanto fechando a porta atrás de si. Hermione estremeceu. Sabia o que viria.


Os olhos frios de Draco pousaram à figura presa da castanha.


A dor da mordida do dragão voltou à sua mente, e temia sim, ela temia, virou a cabeça para o outro lado e continuou se contorcendo enquanto eu puxei as cordas.


"Eu vejo que você  acordou .- disse secamente enquanto caminhava até o armário e pendurando o casaco. Sua camisa branca estava aberta, e desalinhada. Sua pele estava mais pálida do que nunca.


-" Melhor, eu quero que você consciente.
A respiração de Hermione tornou-se agitada. Ele queria que ela estivesse ciente porquê "para torturá-la? Ela fechou os olhos, tentando descobrir como sairia desta situação terrível. Pedia inconscientemente que não recebesse outra mordida daquela. Preferiria ser torturada. Como poderia ser tão cruel?


Draco estava encostado na parede ao lado da janela todo o tempo, sem deixar de encará-la.


O luar iluminava seu rosto pálido e deu um novo brilho em seus olhos castanhos. Draco podia sentir seu medo. Ela exalava medo. Seu cabelo castanho, cheio de ondulações, foi espalhado como folhas nos lençois, negros. Suas pernas estavam a mostra, estava completamente despida da cintura para baixo. A blusa preta justa acentuava ainda mais esse corpo invejável. Ele ficou estático com a visão. Ela tinha entendido que não poderia se libertar. Sorriu vitoriosamente e inteiramente, e ele podia fazer o que quisesse com ela... e o pior, é que ele queria. E queria desesperadamente tê-la. Só não tinha se dado conta disso. O que não tardaria acontecer.



O desejo foi aumentado cada vez mais quando ele a viu. Naquela noite ele tinha gostado de torturá-la com a mordida do dragão. Sua satisfação foi tão grande e agradável, que todos os seus sentidos explodiram de adrenalina, estava completamente dominado. E ainda ... não era o suficiente. Sabia que estava deixando-se vencer por seus instintos, e seus desejos mais intensos. Draco tinha raiva de Hermione, por ser relativamente perfeita e intocada. Por ser uma mulher linda, gostosa por sinal. Mas principalmente por ser proibida para ele. Ele não entendia o que era essa obsessão. Ou pelo ao menos achava que não. No mesmo momento, ele não sentia vontade torturá-la naquele momento. Mas a castanha nunca saberia disso.


"Abra os olhos .- o loiro disse friamente. - Eu quero vê-lo enquanto falo com você.
Hermione abriu os olhos lentamente, os cílios não paravam de acariciar a pele rosa mostrando a grandeza dos brilhantes olhos castanhos. Ela olhou para ele, em súplica. E um medo apoderou-se do seu ser. Ele nunca esteve tão lindo como agora.Draco Malfoy parecia um anjo do mal. Seus traços eram perfeitos, e ainda havia algo obscuro. Mas não havia piedade ali.



"Você quebrou minhas regras .- disse ele sem sair de onde estava. - Você sabe o quão me deixa irritado quando isso acontece? O que acha que farei com você?
Hermione respirou fundo e voz temerosa, mas firme, respondeu:
-Não sei.- respondeu a castanha.
"Draco deu um meio sorriso irónico. Não há nada que eu queira mais do que isso, Granger." Eu só não sei por quer ainda não o  fiz.- pensou melancolicamente.

-Não. Morta não me serve para nada.Pelo menos por enquanto. 
Hermione fechou seus olhos novamente, para respirar. Merlim! Vou ser mordida novamente?- Niobe se desmanchou em lágrimas.




"Então me faz um favor mestre?"- disse humildemente a Draco.


- Você ainda se atreve me pedir um favor?- o loiro estava indignado.


" Esse talvez o senhor goste!"- afirmou a castanha.


- A é, e qual seria Niobe?- Falou Draco vitorioso e sorrindente. Ela pediria clemência. Se humilharia!- Vou ouvi-la


" Me mate."


O sorriso de Draco desapareceu no mesmo momento.




 

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Comentários: 1

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Enviado por Carla Balsinha em 30/11/2011

´Boa noite Nana!
Estou no 15ºcapítulo da sua história e confesso que estou confusa,pois para mim dá a sensação que estou numa sala de cinema a assistir a um filme daqueles que nos enche as medidas!confesso que imagino muito mais a hermione com o severus,mas digo-lhe muito sinceramente,ela não ter ficado com o ron,acho que não t~em nada a ver um o com o outro,mas é meramente a minha opinião...
Fique ciente,que vou continuar a acompanhar esta sua história...aquela cena da camisola(aqui é camisa de dormir),imaginei aquela lindissima que a julia roberts vestiu no filme "sonho de mulher",eh!!eh!!coitado do draco,eh!!eh!!
Fique bem
Carla Cascão

Nota: 1

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