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1. Capítulo Único


Fic: Com Você Naty L. Potter


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Nome: Com você
Autor: Naty L. Potter
Categoria: 1º Challenge HP – “Armario de vassouras” – UA – Romance
Advertencias: Contém cenas de sexo.
Classificação: NC-17
Capítulos: One-Shot
Completa: [x]Yes [ ]No
Resumo: Após quase um ano separados pela guerra, eles finalmente têm um reencontro. Como vai ser?


 


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— Neville, você viu a Gina por aí? — Harry perguntou esbaforido. Fazia meia hora que procurava pela garota e não a achava em canto nenhum de Hogwarts!

— Hoje não. A última vez que a vi foi ontem, pouco antes de ir dormir.

Harry não a via desde que a batalha terminara. Reservara alguns momentos para si. Precisava pensar, descansar, colocar tudo em ordem. E o que mais lhe aliviava é saber que Gina seria a pessoa que mais entenderia e apoiaria isso.

— Ok então, obrigado Neville. — Enviou um breve aceno com a mão e se foi.

— Mas onde é que essa garota se meteu?! — Resmungou depois de alguns minutos vagando pelos jardins.

— Procurando por alguém em especial? — A voz de Charlie soou as suas costas.

Virou-se de supetão. Um irmão de Gina não era exatamente o que ele esperava encontrar.

— Err... — Coçou de leve a cabeça. — Na verdade que só queria...

— Ver a Gina, certo? — Um sorriso estranho se formou no rosto de Charlie.

— Bem, sim. Você a viu?

— A última vez que a encontrei ela estava no quarto andar, ajudando na limpeza. Sabe como é, ‘ta tudo destruído.

— Oh, obrigado. Vou lá ver se a encontro. — Procurou sair a passos rápidos, mas Charlie o seguiu por alguns segundos e disse.

— Não sei se agora você vai ter algum problema em namorar a Gina, Harry. Talvez Jorge arrume alguma encrenca, ou então Rony, mas eu acho que ela não precisa mais de tanto cuidado. Só espero que você saiba o que é certo, e o que não é.

Harry engoliu em seco.

— Agradeço por isso Charlie. E pode deixar que eu vou cuidar bem dela.

— Fico feliz em saber. — E então ele se foi.

Harry continuou com seus passos largos até o quarto andar, e chegou lá com tanta rapidez que suspeitou que tivesse aparatado sem perceber.

Seus olhos buscavam por Gina em todos os cantos, mas ele não a via em lugar nenhum. Encontrou com o pessoal que estava fazendo a limpeza do local, mas ela não estava lá.

Parou de repente, e respirou fundo. Estava tão apressado que até tremia um pouco. Precisava se acalmar para procurá-la direito.

E foi aí, nesses segundos de silencio, que ele ouviu. Parecia distante, mas estava apenas abafado pela enorme porta que havia entre eles. Um choro. Um choro fraco vindo de dentro do... armário de vassouras? Quem estaria dentro de um armário de vassouras, chorando?

Aproximou-se devagar e abriu a porta lentamente. A cena que viu cortou seu coração em mil pedaços. Lá estava Gina, sentada no frio e sujo chão daquele minúsculo aposento, com lágrimas nos olhos.

Entrou no armário com rapidez e abaixou-se ao lado dela, abraçando-a.

Ela nem sequer abriu os olhos. Aceitou o abraço e enfiou a cara no pescoço de Harry. Ficaram assim por vários minutos, enquanto o choro de Gina ia sumindo aos poucos, até não haver nada além de alguns soluços de vez em quando.

— Você está melhor? — Harry perguntou afastando-se de Gina apenas o suficiente para encará-la nos olhos.

Ela afirmou com a cabeça e secou os olhos com as mãos. Respirou fundo e falou:

— Obrigada. Não sei o que aconteceu comigo, eu não sou assim...

— Shiii, não precisa dizer mais nada. Eu entendo perfeitamente Gi, e você sabe que o meu ombro vai sempre estar aqui pra você.

— Eu é que deveria estar te oferecendo um ombro, e não o contrario.

— Teremos o resto de nossas vidas pra isso, Gi.

E então o silencio tomou conta do aposento. A porta estava fechada, pois ela era velha e não ficava aberta se ninguém a segurasse. A escuridão tomava conta do armário, salvo alguns pontos de luz que entravam por brechas na porta.

— Então... você pretende ter um futuro assim?

— Assim como? — Perguntou incerto.

— Com... comigo. — Ela disse encarando em seus olhos.

Ele sorriu levemente. Pegou uma das mãos dela e beijou levemente.

— Bom, isso não é uma pretensão nem um planejamento, é um fato decidido. Receio ter que te raptar caso você não aceite isso.

Ela riu, e isso lavou todo o reflexo da tristeza que havia ali.

Os olhos de ambos percorriam pelo rosto um do outro, como que se certificando de que estava tudo bem.

Sem conseguir pensar, Gina colocou ambas as mãos no rosto de Harry e o beijou. Beijou com vontade, paixão e amor. Queria passar por ali toda a saudade que sentira, toda a tristeza que percorrera seu ser ao imaginá-lo morto... tudo. Queria demonstrar tudo pra ele.

Ele retribuiu o beijo da mesma forma intensa com que o recebia. Todo o medo que sentira nessa guerra, a nostalgia, o desespero... Ele queria que tudo fosse embora, e ali, com Gina, tudo estava realmente indo.

Quando eles estavam juntos, nada mais existia. Quando eles se beijavam, nenhum sentimento ruim tomava conta deles.

Separaram-se ofegantes, pouco tempo depois.

Idéias e sensações misturavam-se em suas cabeças, e os pensamentos estavam muito confusos, talvez pelo tempo sem se ver nem se tocar...

— Eu te amo... — Gina murmurou, desejando que ele entendesse aquilo do jeito que ela queria.

Ele a encarou por um tempo. Era a primeira vez que a ouvia dizer isso, e se sentia extremamente feliz, mas algo nos olhos dela... parecia uma mensagem subliminar, como se ela quisesse dizer algo mais.

E então ele compreendeu.

— Eu também te amo, Gi. — Respondeu antes de beijá-la novamente com toda a vontade que sentia.

O beijo foi se intensificando e a medida que a respiração de ambos ia ficando mais fraca e os corações mais acelerados, o raciocínio fugia com mais e mais rapidez.

De repente eles não eram mais Harry e Gina, eles eram uma união de corpos. Uma mistura de mãos, braços e bocas, sedentas pelo toque do outro.

A saudade os consumia de tal forma que o sentimento que falava mais alto era o desejo. Ansiaram tanto por rever um ao outro, que agora eles queriam demonstrar e superar a isso com algo muito mais forte.

Eles queriam provar que amavam um ao outro, que pertenciam um ao outro.

E então os beijos e carícias se tornaram mais intensos. Os lábios de Harry já percorriam o pescoço de Gina, beijando cada pedaço que via pela frente, fazendo-a murmurar coisas que ele não entendia, mas que pareciam ser agradáveis.

Com o tempo, eles perceberam que a quantidade enorme de roupa que eles usaram era extremamente dispensável. Peça por peça um despiu ao outro, desejo e vontade pulsando na veia de ambos.

E então lá estavam eles, sem roupa, fervilhando em prazer, o delírio dominando o ambiente.

Harry a olhou nos olhos com um resquício de sanidade.

— você tem certeza do que estamos fazendo?

— Mais do que você imagina. — E então o beijou, não restando dúvidas de que o que eles estavam prestes a fazer nada tinha de errado, mas sim era um ato que provava e intensificava o forte sentimento que os ligava.

E então Harry a penetrou. Ela gemeu, um grito ao fundo, mas Harry iniciou seus movimentos com cautela.

Com o tempo Gina murmurava frases que pediam que ele fosse mais rápido, e ele obedecia de bom grado. Os movimentos suaves foram tornando-se fortes e o amor transformou-se em pura paixão.

Um arco-íris de emoções os perseguiam e nada mais fazia sentido, apenas eles, ali, juntos, se entregando um ao outro da forma mais forte que poderia acontecer.

E então, um baque! Uma mistura de emoções e pensamentos os preencheu, alegria e felicidades pulsando em seus corpos. Espasmos os deliravam quando o ápice chegou.

E então eles se calaram. Ainda ofegantes se encararam e se beijaram de forma apaixonada.

— Está feliz? — Harry perguntou, assim que se separaram.

— Muito mais do que eu podia imaginar.

— Nunca mais quero me separar de você, Gi. Por nada. E eu não vou deixar que nada nos separe.

— Essa é uma promessa em que quero acreditar. — Ela disse, sorrindo singelamente.

Ele fez menção de se mexer, mas ela puxou-o para mais perto de si e murmurou.

— Vamos ficar aqui.

— É um armário de vassouras, Gi.

— Estando com você, parece um palácio.

E lá eles ficaram por horas, matando as saudades que sentiam.

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