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2. Contando segredos


Fic: Magia e sedução ... Completo


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Agora você vai me contar aonde pretende me levar? - pedi enquanto caminhávamos em direção ao carro.


-Eu te conto! - respondeu em seguida – Não estou querendo te matar de curiosidade no dia do seu aniversário.


Revirei os olhos e ele começou a rir.


- Então começa a falar! - cruzei os braços e parei de andar.


- Vamos para a minha casa – colocou uma mecha de cabelo atrás da minha orelha – Esse é a melhor maneira de terminarmos a nossa noite.


- Mas e os seus pais? - perguntei preocupada – Eles não vão achar ruim de você estar me levando para a sua casa. Está meio tarde para uma visita.


- Pode ficar tranqüila, meus pais estão viajando, só vão voltar no domingo – Além disso – chegou os lábios bem perto do meu ouvido – Essa não vai ser bem uma visita.


Senti um arrepio na minha espinha. Apesar de estarmos namorando há, quase, dois anos, eu e Harry ainda não tínhamos passado para a próxima fase da nossa relação. Na verdade, nós nunca conversamos sobre isso e eu não sei se já estou preparada.


- E então? - ele continuava a me olhar sério.


- Claro! - concordei antes de voltarmos a andar.


Suspirei pesadamente antes de entrar no carro. Eu deixarei as coisas rolarem hoje a noite, se eu ficar muito apreensiva peço para ele parar, tenho certeza de que Harry vai me entender e não vai me forçar a nada.


Demorou dez minutos para chegarmos a casa da família Potter. Eles moram em uma mansão de três andares na saída da cidade, eu sempre fico impressionada quando chego aqui.


- Aqui estamos! - ofereceu a mão quando abriu a porta para mim.


- Obrigada! - sorri segurando a mão dele.


Fomos caminhando até a entrada da casa. Ele colocou a chave na fechadura e, depois, me pegou no colo.


- O que você está fazendo Harry? - disse começando a rir.


- Quero fazer isso direito – me deu um beijo leve antes de girar a maçaneta.


Entramos pela sala, Harry me colocou no chão e, em seguida, me puxou para mais perto e me beijou. Só nos separamos por que precisávamos de ar.


- Quer beber alguma coisa? - perguntou enquanto passava a mão pela minha bochecha.


- Só um copo de água! - pedi – Acho que estou com um pouco de sede.


Fomos até a cozinha. Ele me entregou um copo cheio de água, eu bebi até metade e devolvi.


- O que acha de irmos até o meu quarto? - sugeriu logo em seguida – Assim nós ficamos mais confortáveis.


- Claro! - concordei, já podia sentir o meu estomago revirando.


 


Música: One on a Million - Hahhan Montana


Assim que Harry abriu a porta, começou a me beijar. Fomos andando, sem interromper o contato e caímos juntos na cama. No momento em que ele começou a passar a mão na minha perna e por dentro do meu vestido, senti que era hora de afastá-lo.


- O que foi? - me perguntou um pouco confuso.


- Harry! - comecei a sentir as minhas bochechas ficarem vermelhas, mas eu precisava terminar isso – Essa vai ser a minha primeira vez, e eu estou com um pouco de medo.


- Você não precisa ter medo Mione, eu estou aqui com você – me acalmou passando a mão pelo meu cabelo – Aliais, essa também é a minha primeira vez.


- Sério? - me espantei. Não que eu já o tivesse visto com alguma namorada antes de começarmos a sair, mas isso não quer dizer nada – Você está parecendo tão confiante de tudo.


- É só aparência, por dentro eu estou com tanto medo quanto você – pegou minha mão e colocou sobre o seu peito, pude sentir as batidas aceleradas do seu coração – E quer saber como eu consigo isso?


- É claro que sim! - respondi sorrindo.


- Por que eu estou com você! - sussurrou bem perto do meu ouvido – E eu tenho certeza de que vai ser tudo maravilhoso.


- Eu também sei disso! - completei – Não vai mais ter medo.


Nós voltamos a nosa beijar, Harry começou a passar a mão pelas minhas costas até achar o zíper do meu vestido e abri-lo. Depois de retirá-lo pelo alto da minha cabeça, foi a vez do sutiã, eu deveria estar completamento vermelha nesse momento, mas eu não estava mais com medo.


Voltou a beijar os meus lábios, mas não demorou muito para descer até o meu pescoço. Passou entre o vale entre meus seios até chegar ao meu umbigo e ficou contornando ele com a língua.


- Isso faz cocegas – disse sem conseguir parar de rir.


- Mione! - ele se levantou para me olhar melhor – Só você mesma para sentir cocegas em um momento como esse?


- Eu não posso evitar – dei de ombros – Você sabe que eu sinto cocegas. Deveria ter pensando nisso.


- Você tem razão! - revirou os olhos – Vou tentar ser mais cuidadoso da próxima vez.


Ele voltou a me beijar, então foi abaixando as mãos até o elástico da minha calcinha e a tirou. Agora eu estava completamente sem roupa.


- Você vai mesmo continuar assim? - perguntei o olhando de cima a baixo, estava totalmente vestido – Estou me sentindo desconfortável sendo a única assim;


- Pode deixar! - começou a desabotoar a camisa.


- Deixa que eu te ajudo! - enquanto ele abria os botões da parte de cima e abria os da parte de baixo da blusa.


Assim que me livrei dessa peça, fui para a calça e a cueca dele. Puxei Harry pelo pescoço voltando a beijá-lo.


- Você está pronta? - ele sussurrou no meu ouvido.


- Um pouco! - respondi um pouco inserta.


Podia sentir o quanto ele estava “animado” e isso me deixou um pouco tensa, mas também, ao mesmo tempo, estava empolgada.


- Você tem que relaxar! - pediu.


- Eu vou relaxar! - disse calmamente – É só começar que eu vou estar ótima.


Ele já estava se posicionando em cima de mim quando o empurrei. Estávamos esquecendo de uma coisa essencial.


- O que foi dessa vez? - vi que ele soltou um suspiro de frustração.


- A camisinha Harry! - lembrei – Você não quer que aconteça um acidente aqui não é? Ainda não estou preparada para ter um bebê. Até por que, meu pai mata a nós dois.


- Tem razão! - concordou enquanto ia até a sua mesa e voltava com uma embalagem na mão – Quer me ajudar a colocar?


- Tenho medo de fazer errado – respondi – É melhor você fazer isso. Quem sabe da próxima vez.


Não pude deixar de olhar enquanto ele colocava a camisinha. Harry não teve nenhuma objeção contra isso.


- Agora sim! - voltou para a mesma posição de antes.


Eu o senti me penetrando devagar, no inicio eu senti um pouco de dor, mas logo foi substituído somente por prazer. Ele começou a se movimentar e o único som que ouvíamos no quarto era de nossos gemidos. Harry começou a beijar o meu pescoço e coloquei as mãos e seu cabelo o bagunçando.


Olhei para o teto e vi que algumas coisas no quarto estava flutuando. Era só o que me faltava, espero que meu namorado não repare nisso ou vou ter alguns problemas. Precisava fazer alguma coisa, comecei a passar a unha pelas costas de Harry, deixando-as levemente arranhadas, enquanto pensava em uma solução.


- Eu gosto disso! - sussurrou bem perto da minha boca – Pode continuar com isso.


Ele aumentou a velocidade dos movimentos e comecei a sentir a cama flutuando. Agora eu estava mesmo encrencada.


- Parece que estamos flutuando! - colou a testa na minha – Isso é mesmo incrível.


Não demorou muito para chegarmos ao ápice juntos, eu senti todo o meu corpo todo tremer. Quando nos separamos, todas as coisas no quarto voltaram ao normal. Ele me puxou para perto de si e eu encostei a cabeça em seu peito nu.


- Foi maravilhoso! - começou a falar depois de beijar o topo da minha cabeça – Confesso que não me sinto tão bem assim há muito tempo.


- Eu também não! - sorri – Agora eu posso dizer, com toda certeza, de que esse foi o melhor aniversário da minha vida. E nenhum outro vai superar esse.


- Eu não diria isso se fosse você – começou a rir – Posso te surpreender no ano que vem.


- Vou ficar esperando! - disse – Mas, por enquanto, esse foi o melhor.


- Mas acho que eu estou tenho uma palavra para descrever tudo que aconteceu aqui essa noite – colocou a mão no queixo pensativo – Mágica. Foi tudo magico.


- Mágico? - engoli em seco – Acho que você está exagerando um pouco.


- É claro que não estou exagerando. Todos os momentos ao seu lado são mágicos – depositou um beijo na ponta do meu nariz e outro na minha boca – Posso até dizer que se existisse um mundo secreto, você seria a minha bruxinha.


- Acho que você bateu com a cabeça em algum lugar – passei a mão pelo seu rosto – Essas coisas não existem.


- É claro que não! - começou a rir.


Voltamos a nos beijar. Estava passando a mão pelas minhas costas nuas, quando, de repente, parou e ficou me olhando.


- Mione! - segurou a minha mão – Você e a minha primeira namorada e espero que seja a única.


- Eu também espero isso – concordei – Acho que eu não conseguiria viver sem você por perto.


- E agora nós estamos em uma nova fase do nosso relacionamento – continuou – Uma fase em que não podemos mais esconder segredos um do outro.


Um nó se formou na minha garganta. Estava indo tão bem, ele tinha mesmo que falar sobre segredos agora.


- É por isso que eu quero te contar uma coisa – começou a enrolar uma mecha de meu cabelo com o dedo – Uma coisa que eu nunca contei para ninguém.


- Pode falar! - minha voz estava saindo meio falhada, espero que ele não tenha percebido isso – Estou aqui ouvindo.


- Você sabe que eu tenho dois irmãos mais velhos – balancei a cabeça afirmativamente.


Passei o último natal junto com a família Potter e tive a oportunidade de conhecer Herny e Lizzie. Ele tem 23 anos e acabou de se formar e educação física em Nova York, já ela esta com 20 anos e cursa biologia em Dartmouth. Ele era muito legais e me receberam muito bem, principalmente o Herny, ele é muito engraçado.


- Herny estava sempre ocupada com os jogos de futebol e como meus pais estavam trabalhando eu passava o dia inteiro em casa com Lizzie – continuou bem sério – Ela gostava de brincar de casinha e gostava de me usar como filhinha dela.


- Filhinha? - olhei desconfiada para ele.


- Sim! Filha – suspirou pesadamente – Ela me vestia de menina e me chamava de Jully.


Não pude evitar começar a rir. A visão de Harry pequeno vestido de menina não saía da minha cabeça.


- Para de rir Mione! - deu um tapa de leve no meu braço – Eu estou falando sério. Esse é o meu maior trauma de infância.


- Tudo bem, já parei! - fiquei olhando séria para ele – Mas você estar me contando isso.


- Quer dizer que eu confio em você! - me deu um beijo na bochecha – E quero que você sabe que pode confiar em mim também.


- Sei disso! - disse sorrindo de leve – Mas agora eu estou com um pouco de sono.


- Eu imagino! - riu um pouco – Vamos dormir então. Boa noite meu amor!


- Boa noite meu amor! - disse antes de fechar os olhos em cair na inconsciência.


No meu sonho eu estava sentada na escada na frente do colégio, parecia ansiosa, como se estivesse esperando por alguma coisa.


De repente, eu vejo uma Mercedes atravessando o estacionamento e parando bem perto de onde eu estava. Harry saiu de dentro do carro com um enorme sorriso no rosto.


- Bom dia meu amor! - deu um beijo estalado no meu rosto.


- Harry! - segurei a mão dele – Eu preciso te contar uma coisa. E é muito importante.


- Pode falar! - ficou me olhando atentamente – Eu estou te ouvindo.


- Eu sou uma feiticeira! - disse bem rápido sem conseguir olhá-lo diretamente nos olhos.


Ele ficou apenas me encarando por vários minutos sem dizer nenhum palavra.


- Você não vai falar nada? - perguntei receosa.


- Quer dizer que você é uma feiticeira? - perguntou em seguida – Tipo, daquelas que fazem mágica e tudo mais?


- Não conheço nenhum outro tipo de feiticeira – dei um sorriso sem graça.


- Então você pode ter colocado algum feitiço em mim para eu meu apaixonar por você – colocou a mão no queixo pensativo.


- É claro que não. Nem sei se existem feitiços assim! - respondi – Até por que, eu evito usar muitos feitiços quando estou no mundo humano.


- Então me diga por que eu, de repente, te chamei para sair? - ele estava com um olhar de raiva sobre mim, nunca tinha visto isso.


- Eu não tenho idéia do por que você fez isso – dei de ombros – Antes de começarmos a namorar eu só te via passando pela escola, nunca imaginei que pudesse acontecer nada.


- Eu também nunca tinha olhado para você – começou a gritar – E quando eu te vi aquele dia senti um impulso de te chamar para sair.


- Sei que pode parecer que eu tenho culpa de alguma coisa – comecei a chorar – Mas eu não fiz nada. Você tem que acreditar em mim.


- Depois de tudo que você me contou ficar difícil – começou a caminhar em direção ao seu carro – Adeus! Hermione.


Ele acelerou com toda força me deixando parada no mesmo lugar em que eu estava.


Eu acordei respirando ofegante e suando frio, ainda bem que foi somente um sonho. Senti a mão fria do meu namorado nas minhas costas.


- Mione! - me chamou fazendo com que eu virasse para ele – O que aconteceu, meu amor.


- Não é nada! - disse voltando a me deitar – Foi somente um sonho ruim. Mas já passou.


- Eu posso cantar até você dormir novamente -disse me abraçando e me trazendo para mais perto de si.


- Não precisa! - comecei a rir – Você está parecendo até a minha mãe. Acho que todas aquelas brincadeiras de casinha com a sua irmã ativaram o seu lado feminino.


- Está bem filhinha – revirou os olhos enquanto brincava com uma mecha do meu cabelo – O que você quer fazer agora que estamos, os dois, acordados.


- Você podia me contar uma história – disse – De como você acabou me chamando para sair aquele dia.


Não que estivesse desconfiada de que fiz alguma coisa involuntariamente, mas aquele sonho me deixou curiosa a respeito disso.


- Você quer mesmo saber essa história? - percebi que ele tinha ficado vermelho, era a primeira vez que eu tinha presenciado essa cena.


- Quero saber sim! - insisti.


- Tudo bem! - suspirou pesadamente – Eu vou te contar tudo.


 


*Flash back*


(ponto de vista do Harry)


 


Música: I wanna know you - Hannah Montana e David Archuleta


Toda turma saiu da sala de espanhol. A professora passou um trabalho valendo nota para entregarmos na semana que vem e liberou todo mundo logo em seguida.


- O que vamos fazer agora? - Rony, meu melhor amigo, perguntou enquanto caminhávamos pelo corredor – Ainda está muito cedo, a lanchonete ainda não está aberta.


- Então vamos lá para sala – sugeri – Deve ter alguma turma fazendo Educação física. Vamos ficar assistindo.


Quando chegamos a arquibancada, tinha uma turma do primeiro ano jogando softball.


Foi então que eu a vi sentada no banco de reservas, Hermione Granger. Ela foi uma das primeiras pessoas que eu vi andando pelas ruas da cidade junto com o seu pai há três anos, quando me mudei com minha família para Little Whinging. Desde esse momento em que pus meus olhos nela tive certeza de que queria passar o resto da minha vida ao seu lado, mas nunca tive coragem de ir falar com ela.


- Você está olhando de novo para a Mione? - vi que meu amigo estava me observando – Por que você não vai logo falar com ela e chamá-la para sair?


- Você fala isso como se fosse a coisa mais fácil do mundo – revirei os olhos.


- E é fácil – completou – Mas, não estou com vontade de discutir isso. Vamos assistir o jogo.


A partida estava bem divertida. Já tinha quase meia hora que estávamos lá e Mione continuava no banco, dava para ver que ela não era muito de esportes.


- Brow, descanse um pouco – o treinador disse para a menina que estava rebatendo – Granger. Entre no lugar dela.


- Mas treinador! - ela se levantou totalmente indignada – Sabe que eu não sou muito boa no softball, posso machucar alguém .


- Vamos ter que arriscar – a empurrou até a beirada do campo – Tenho certeza de que vai fazer bem para você se exercitar um pouco.


Tudo aconteceu muito rápido. Lançaram a bola em direção a Mione, ela tentou rebater, mas, em vez disso, acertou, diretamente a testa Mione.


- Você está bem Granger? - o treinador se aproximou dela.


- Acho que sim! - colocou a mão aonde tinha sido atingida – A minha cabeça só está doendo um pouco.


- Potter! - foi uma grande surpresa saber que o treinador estava me enxergando na arquibancada – Pode levá-la até a enfermaria?


- Está bem! - me levantei e fui até onde eles estavam.


- Não precisa se incomodar! - Neville Longboton disse colocando a mão no ombro dela – Eu posso levar a Mione até a enfermaria.


- Volte para o jogo Longboton! - o professor gritou com ele, tive vontade de rir da situação.


Ajudei Mione a se levantar e coloquei seu braço em volta do meu ombro.


- Consegue andar? - perguntei logo em seguida.


- Acho que a bola atingiu a minha cabeça, não as minhas pernas – pelo visto, a pancada não afetou o seu senso de humor.


- É que você pode estar se sentindo tonta – expliquei calmamente – Isso pode afetar o seu equilíbrio.


- Eu estou bem! - ela sorriu sem graça – Obrigada por se preocupar.


Fomos caminhando em direção a entrada da escola. Já estávamos perto da escada quando ela parou de andar.


- Será que nós podemos sentar um pouco aqui – pediu – Acho que eu só preciso de um pouco de ar.


- Está bem! - concordei enquanto caminhávamos até o banco – Tem certeza de que não quer ir até enfermaria?


- Eu não estou sentindo nada, é sério – disse – Acho que a minha cabeça já está acostumada com as pancadas que eu recebo. Sou um verdadeiro desastre.


Passei a mão pela testa dela. Tinha ficado uma pequena bola vermelha no local que foi atingido.


- Talvez fique um galo – falei em seguida – Mas deve sumir em algumas semanas.


- Não sabia que você era médico – ficou me encarando profundamente.


- O meu pai é médico – respondi – Eu até pensei em fazer medicina, mas não tenho nenhuma vocação para isso.


- Você esta cuidando muito bem de mim! - completou enquanto se aproximava lentamente de mim.


- O Longboton é seu namorado? - mudei de assunto antes que fizesse algumas besteira. Mas não sei se quero ouvir a resposta dela.


- É claro que não, somos somente amigos – respondeu achando aquilo um absurdo – Talvez nem isso. Acho que somos colegas de classe.


- É que eu sempre vejo ele junto com você – dei de ombros tentando parecer indiferente.


- Ele esta sempre dando em cima de mim, desde que tínhamos sete anos – revirou os olhos – Mas eu não ligo para ele, ainda não achei aquele alguém especial.


- Ótimo! - disse segurando o rosto dela.


Fomos nos aproximando ainda mais, fechei os a medida que chegávamos mais perto um do outro. Nossos lábios estavam quase encostando quando eu resolvi me afastar.


- Acho melhor eu ir! - ela disse sorrindo sem graça – Já esta quase na hora do almoço.


- Espera Mione! - segurei o braço dela – Será que você gostaria de sair comigo?


- Sairmos juntos? - pareceu um pouco surpresa – Tipo, um encontro?


- É! - respondi dando de ombros – Podemos ir ao cinema e, depois, comer alguma coisa.


- Eu vou adorar! - respondeu por fim – Que tal no sábado.


- No sábado para mim esta ótimo - concordei – Eu te busco em casa.


- Claro! - me entregou um papel com o endereço da casa dela.


Ela já estava saindo. Mas, logo depois, voltou.


- Esqueci uma coisa – completou sorrindo.


Ela se aproximou mais de mim e me deu um selinho.


- Até sexta – seus lábios ainda estavam perto dos meus.


Eu a observei caminhando até as escadas. Continuei sentando lá com cara de bobo até que o sinal do intervalo tocou.


*Fim do flash back*


 


- Quer dizer que você se interessou por mim desde a primeira vez em que me viu? - eu me senti muito emocionada por ouvir isso.


- É claro que sim! - passou a mão pelo meu rosto – Você é a garota mais linda que eu já vi. Eu me senti atraído por você na primeira vez que eu vi.


- Como mágica? - me assustei.


- Não diria que foi como mágica – explicou – Foi mais como, amor a primeira vista.


- Amor a primeira vista? - comecei a rir – Nunca imaginei que você poderia acreditar em amor a primeira vista.


- Eu não acreditava! - explicou – Até que eu te vi e isso acabou. Passei a acreditar em tudo.


Eu não consegui dizer mais nada, só comecei a chorar. Harry me puxou para perto de si, me fazendo encostar em seu ombro.


- O que houve Mione? - segurou o meu rosto fazendo com que olhasse para ele – Você não precisa chorar mais, meu amor.


- É que, desde que eu era pequena, me achava mais feia do que as outras garotas – comecei enquanto limpava as lágrimas no meu rosto – Nunca imaginei que alguém como você poderia se interessar por mim.


- Não entendo como você pode se achar feia – começou a rir.


- Você é meu namorado, não pode me achar feia – lembrei – Mas te garanto que o resto do colégio pensa assim.


- Pois eu tenho certeza de que ninguém pensa que você é feia – respondeu – Você realmente acha que eu só o único que se interessou por você?


- Se você esta falando do Neville, ele não conta – revirei os olhos – Já disse que ele é obcecado por mim desde a primeira série.


- Eu não estou falando do Longboton – balançou a cabeça negativamente – Se quiser eu posso fazer uma lista para você.


- Não precisa! - falei.


- Mas eu estou falando sério – completou – A sorte é que eu não leio mentes, se não eu quebraria a cara de todos esses garotos por estarem pensando isso da minha namorada.


- Uau! - dei um sorriso malicioso para ele – Não conhecia o lado ciumento de Harry Potter.


- Eu só penso assim por que eu te amo! - disse sorrindo.


- E você deveria saber que eu te amo também – fui me aproximando lentamente da boca dele – E também devia saber que eu sou só sua e de mais ninguém. Nunca vou olhar para outro garoto.


Ele encurtou ainda mais o espaço entre nós e me beijou, eu correspondi sem nem pensar duas vezes. Harry foi me deitando na cama e começou a afastar o lençol do meu corpo.


- Acho melhor pararmos por aqui – segurei o rosto dele – Estou pretendendo acordar cedo amanhã.


- Certo! - concordou – Vamos dormir novamente.


Meu namorado me abraçou pela cintura e colocou o queixo no meu ombro. Não demorou muito para estarmos dormindo profundamente.


Quando acordei na manhã seguinte eu estava sozinha na cama, então senti um cheiro muito bom vindo da cozinha. Fui até o banheiro para fazer minha higiene pessoal e coloquei a minha roupa.


Cheguei no andar debaixo e Harry estava terminando de colocar os pratos na mesa. Assim que ela me viu abriu um enorme sorriso.


- Bom dia meu amor! - me deu um selinho – Eu já estava indo de acordar.


- Isso tudo é maravilhoso! - comentei enquanto ele afastava a cadeira para que eu sentasse – Não precisava ter todo esse trabalho por minha causa.


- Você merece tudo isso! - respondeu se sentando do outro lado da mesa


- Tomamos o nosso café em silêncio. Assim que acabamos eu o ajudei a lavar toda a louça.


- Eu acho melhor voltar logo para casa! - comentei – Daqui a pouco ele vai colocar toda a força policial de Little Whinging atrás da gente.


- Tem razão! - concordou rindo – Mas, o que você acha de eu te deixar em casa e, então, eu te busco de novo daqui a meia hora. Assim nós passamos o dia inteiro juntos.


- É mesmo uma oferta tentadora – coloquei os braços atrás do pescoço dele – Mas eu não posso, vou para casa da minha mãe hoje.


- Certo! - concordou parecendo frustrado – Você nunca me apresentou a sua mãe. Também não sei aonde ela mora.


- Ela não mora muito longe daqui – dei de ombros – E eu vou apresentar vocês dois. É que ela anda um pouco ocupada e não tem tempo de vir aqui.


- Então esta bem! - segurou a minha mãe – Acho que posso esperar um pouco para conhecer a minha sogra.


Não demorou muito para chegarmos a minha casa. Harry me acompanhou até a porta.


- Então é isso! - segurou as minhas duas mãos – Esta a salvo em casa, como eu tinha prometido para o seu pai.


- Exatamente! - concordei com a cabeça – Estou a salvo em casa.


Ele me deu um selinho antes de voltar para o carro. Fiquei observando até ele desaparecer na curva do final da rua.


Entrei em casa bem devagar para meu pai não perceber que eu estou em casa, sei que já deve estar muito bravo comigo. Vi que ele estava assistindo televisão, então fui caminhando em direção as escadas.


- Bom dia Mione! - disse sem nem olhar para trás – Antes tarde do que nunca.


- Eu sinto pai! - comecei a falar rápido demais – Eu não pretendia passar a noite fora, mas, simplesmente aconteceu. Sei que eu podia ter ligado, mas...


- Calma Mione! - percebi que ele estava rindo de mim – Não vou brigar com você por ter passado a noite fora. Já é grande o suficiente para tomar as suas próprias decisões.


- Quer dizer que você não se importa de eu estar até agora junto com o Harry? - não estava acreditando no que estava ouvindo.


- Eu só preciso saber de uma coisa – me pediu – Vocês estão se cuidando. Por favor Mione, eu ainda não estou preparado para ser avô.


- Sei disso! - comecei a rir – Mas pode deixar, isso não vai acontecer tão cedo.


- Ótimo! - ficou balançando a cabeça.


- Eu vou para o meu quarto! - disse depois de um tempo - Tenho que me arrumar para ir ver a minha mãe.


- Espera Mione! - já estava na metade da escada quando ele me chamou – O Harry sabe que você é uma feiticeira?


- Não! - respondi – Ainda não.


- Não esperei para saber o que ele iria falar. Corri em direção ao meu quarto.

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Comentários: 1

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Enviado por rosana franco em 15/03/2011

Fazer papel de filhinha deixa qualquer um traumatizado tadinho dele,espero que ela não demore pra contar tudo pra ele.Que pai mais liberal não?

Nota: 5

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