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7. Perto


Fic: De amigos a amantes


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Um alerta tomou conta do ministério e os Aurores foram chamados pra conter uma manifestação de simpatizantes de comensais da morte. Quando Harry chegou encontrou Rony ferido.


– Harry cuidado! Estão atrás de você!


Harry se colocou na frente do amigo e quase foi atingido; arrastou Rony para um lugar seguro. Rony desmaiou antes de desaparatarem para o St. Mungus. Entre a vida  e a morte Rony foi atendido pelos curandeiros; Harry segurou a mão do amigo e trocou as alianças.


– Me perdoe cara! Me perdoe!– sussurrou


Foram os piores dias na vida de Harry depois de muito tempo. Rony quase tinha morrido e a imagem de Hermione debruçada sobre ele desesperada não o deixou dormir por semanas. O visitou no St. Mungus apenas uma vez; não conseguia vê-lo, não conseguiu ver Hermione sofrer por ele. Harry se isolou e ninguém conseguia tira-lo de seu mundo de revolta e culpa. Nem a noticia que Rony ficaria bem e da gravidez de Gina o moveu do quarto escuro. Na noite que caia uma tempestade a única pessoa que podia lhe tirar daquela situação foi vê-lo: Hermione.


Harry levantou a cabeça para vê-la. Estava abatida e mesmo assim a achou linda. Queria abraçá-la e dizer um monte de coisas.


– Você precisa sair Harry.


– Nada esta bem Hermione – disse rouco. Não falava com ninguém há dias.


– Sei que está sofrendo eu também estou.


– E quase fomos descobertos. Eu tive o sangue frio de trocar as alianças com ele caído... alterei a memória de Audrey naquele dia.


– Pouco me importo com Audrey! Você o trouxe para mim e Rose...


– Por que está aqui afinal de contas?


– Primeiro porque te amo! E você tem dois filhos e mais um a caminho. Sei que não sente nada agora, mas vai acabar sentindo!


– Você está grávida também. A Sra. Weasley me disse...


– Sim.


– Existe a possibilidade de...


– Não. Continuei a me prevenir mesmo depois de eu e Rony concordarmos em ter outro filho.


– Não deu certo.


– Aconteceu!


– Existe a possibilidade! Você sabe que existe!


– Não! Harry você tem seu próprio filho a caminho! Eu e Rony vamos viajar; ficar com meus pais por um tempo. Faça o mesmo.


– Sempre tem alguma coisa nos separando...


– Somos amigos nada nos separará... Quero que saia desse quarto!


– Não.


– Então se acabe na sua culpa! Eu vou tentar amenizar a minha sendo feliz com meu marido! Você foi a pior coisa que me aconteceu!


Harry se levantando de repente e a beijou. Se abraçaram com força e começaram a chorar.


– Adeus! – disse Hermione o empurrando.


Gina e Hermione trocavam cartas e fotos. Harry via as fotos só de relance; não demonstrava outro interesse que não fosse a volta ao trabalho e os meninos. Numa tarde a salvadora de Harry nasceu; ruiva como a mãe e toda tristeza o deixou como se alguém a desligasse. O bebê de Hermione nasceu prematuro e Harry só pode vê-lo no natal quando o casal retornou.


– Ele não é feio como eu? – disse Rony com o menino dormindo em seus braços.


– Seria difícil! – respondeu Harry dando um longo abraço no amigo.


O bebê tinha cabelo ruivo e olhos azuis. Quando tinha oportunidade Harry o pegava no colo e o examinava; não via nada no garoto que lembrasse a ele.


Quando Hugo completou dois anos sofreu um acidente na Toca e a Sra. Weasley o socorreu. Harry estava lá e Albus contou ao pai que Hugo subiu numa árvore e deu um passo em falso. Para a avó e Harry o menino mencionou uma tontura.


– Vou levá-lo ao St. Mungus – disse Harry.


– Hermione vai ficar desesperada! Ela protege esse menino de tudo!


O curandeiro que cuidava das crianças examinou Hugo e depois foi falar com Harry.


– Não tem nada. Ele está saudável.


Harry o puxou para longe do menino e da Sra. Weasley.


– Ele mencionou tontura. Há a possibilidade dele não ter enxergado o lugar certo de por o pé?


– Examinei os olhos dele. Ainda é cedo para dizer, mas acho que ele terá que usar óculos cedo ou tarde. Vou contar a Hermione quando ela chegar...


– Cure-o!


– Harry...


– Faça o feitiço e o livre desse problema!


– Isso é antiético não posso usar feitiços para isso.


– Faça. Eu pago. Não quero o menino passando por essa situação.


– Está se precipitando Harry... – disse o curandeiro baixinho – Arthur e Percy têm problemas de visão! A família de Hermione também tem um histórico...


– Hermione chegou alguma vez a dizer alguma coisa sobre o menino?


– Ele nasceu prematuro por isso ela sempre teve excesso de cuidados. Desde que o pegou no colo pela primeira vez me mandou examiná-lo por inteiro; perguntou várias vezes se os olhos mudariam de cor.


– Ela estava em duvida... – murmurou Harry.


– Harry...


– Faça o feitiço! Eu pagarei.


– Eu farei Sr. Potter, mas como já disse está se precipitando! Não precisa me pagar nada! O autorizo alterar minha memória; não quero me lembrar que tivemos essa conversa.


Hugo saiu do hospital sonolento e foi direto para casa.


– Obrigada por trazê-lo! – disse Hermione nervosa.


– Antes de mim ou de Rony ele é seu. E eu amo tudo em você...


Harry nunca contou a Hermione sobre o feitiço que curou a visão de Hugo. Às vezes achava que Hermione podia ter feito algum feitiço para o menino se parecer com Rony. Depois achava tudo inútil. E daí se ele fosse seu filho? Não podia arrancá-lo de Rony; não poderia exigir que o menino e Hermione viessem viver com ele.


Era inútil também desejar que Rony ficasse feio e barrigudo quando ao invés disso ele cada vez mais se parecia com o irmão mais velho Gui; cada dia mais bonitão. Enquanto ele estava magro, com olheiras e pálido.


Parado em frente ao espelho Harry se lembrou de Hermione no pomar com Rony. Desejou muitas vezes não ter visto os dois; depois se arrependia e repassava cada momento que esteve com Hermione. O cheiro, o peso do corpo dela sobre o seu...


Hermione foi promovida e Rony resolveu fazer uma festa surpresa. Ficou por conta de Harry levar Hermione para algum lugar. Ela não podia voltar para casa tão cedo. Em outros tempos Harry ficaria excitado de passar horas com ela, mas como ela não demonstrava nenhum interesse por ele; Harry não estava nenhum pouco entusiasmado. No horário combinado os dois se encontraram.


– Oi – disse ela.


– Vamos tomar alguma coisa?


– Não sei; quanto tempo você deve me distrair? Quanto tempo até todo mundo chegar a minha casa?


– Você não devia saber sobre a festa.


– Eu apenas sei. E sei que você não queria sair comigo.


– Não é verdade...


Era estranho estarem ali juntos.


– Como estão você é Rony?


– Bem.


– Alguma novidade?


– Você quer saber qual é preferência dele agora? Lingeries.


Harry riu.


– Eu sempre gostei das suas lingeries.


– Até demais. Obrigada pelas flores.


– Você ganhou um monte.


– As suas são especiais. – disse Hermione procurando a mão dele.


– Mesmo?


Harry a beijou no rosto.


Durante a festa; Hermione foi cumprimentada por todos. Rony a vigiava sem perceber que Harry também mantinha os olhos em todos os abraços e beijos. Notou Audrey olhando para Rony; a infeliz ainda se matava de tesão pelo cunhado. Sofreria a vida toda por não realizar seus desejos. Harry tirou Hermione para dançar.


– Você entende que nossas famílias vêm em primeiro lugar?


– Sim.


– Vai ficar cada dia mais difícil com as crianças crescendo.


– Sim.


– E não podemos nos encontrar mais um na casa do outro.


– Certo. Como é andar pela sua festa sem calcinha?


– É uma delicia principalmente sabendo que ela está com você.


– A quer de volta?


– Como você vai devolvê-la?


– Do mesmo jeito que a tirei. Com a boca.


– Eu te amo Harry Potter.


Os encontros recomeçaram.


James foi para Hogwarts depois Albus e Rose.


No embarque de Hugo e Lilian. Rony disse a Harry que em breve ele e Hermione iriam viajar.


– Nova lua de mel?


– É.


– Ótimo. Muito bom mesmo...


Horas mais tarde Hermione se vestia de costas para Harry deitado na cama.


– Combinamos que família vinha em primeiro lugar.


– Devíamos ter combinado que o amor viria em primeiro lugar... – disse ele.


– Mas vem. Você ama sua família, não?


– É. Tem razão. Tenha uma boa viagem para o lugar que escolherem.


Hermione o beijou ainda deitado olhando para teto e saiu.


Um mês depois em um almoço animado na Toca Harry propôs a Gina uma viagem.


– Precisamos de um tempo fora o que diz?


– Pra onde?


– Vou pensar... um lugar quente.


– É, é uma boa idéia.


Harry tirou do bolso o cartão que escrevera para Hermione na Austrália; tocou a varinha e suas palavras tornaram a aparecer. Sentiu o coração disparar; ela havia deixado o cartão sobre a cama antes de sair. Ela lhe deixou uma pista para onde estava indo. Só precisava dar um tempo e segui-la.


– Que tal Austrália?


Gina concordou e começou a arrumar as coisas; partiriam no máximo em três dias


Talvez um dia a felicidade de Harry e Hermione fosse completa, mas Harry não se importava mais. Sempre amaria sua melhor amiga e, como sempre, só bastava estar perto dela.


 


FIM

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