FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

4. Fica comigo!


Fic: Eu sou seu destino - Tiago&Lílian. - Concluida.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Meninas escrevi esse capítulo na primeira pessoa, espero que gostem.


Patrícia Prongs e Fê Black Potter, esse capítulo é para vocês!!!!


 


LÍLIAN.


Ao passar pelo quadro me deparei com um ambiente escuro e com cheiro de mofo, logo coloquei minha varinha em - Lumus - Tiago que estava ao meu lado fez o mesmo, o ambiente era apertado, quase uma caverna, mas tinha uma trilha a perder de vista.


- Para onde essa trilha leva? – o questionei.


- Está perguntando como monitora Evans? – ele rebateu.


- Não Tiago, só perguntei por curiosidade. – Aquele Evans me machucava tanto!


Ele piscou atônito.


- Você me chamou de Tiago? – Sua voz era perplexa – Você está muito estranha, vai me dizer o que está acontecendo?


Eu estava acovardada, eu desejava aquele menino mais do que tudo na vida, mas me faltava coragem, e o mais engraçado era que ele me passava segurança!


- Não sei por onde começar – confessei temerosa.


- Que tal do começo – ele disse brincalhão – Você me disse que queria me pedir uma coisa.


Coragem Lílian, respira, inspira, respira, inspira.


Eu prendi minha varinha entre as pedras na parede, a luz era fraca, mas eu via perfeitamente o rosto do Tiago, então dei dois passos na sua direção que já foram o suficiente para quase colar meu corpo ao dele.


Eu busquei coragem na minha própria dor, nas noites que eu passei em claro pensando nele, nas imagens dele jogando Quadribol, e quem diria, naquela vaca da Laís alisando o MEU Tiago. Eu encarei minhas mãos.


- Fica comigo – eu disse num tom inaudível.


- O quê? – ele perguntou – Não ouvi nada.


Eu respirei fundo, meu coração saltava dentro do peito fazendo com que o sangue passasse à milhão dentro das minhas veias levando sangue demais para o meu cérebro, me fazendo perder a linha de raciocínio.


Então eu o encarei, permiti fixar meus olhos no seu olhar.


- Fica comigo – disse num tom alto e numa dicção clara.


Ele me encarou por um segundo que pareceu uma hora.


- Não teve graça Evans – ele disse andando para longe de mim encostando-se à parede do lado inverso ao que eu estava – Aliás, tirar sarro das pessoas nunca foi do seu feitio.


- Que bom que não teve graça Tiago, essa não era minha intenção.


- Porque você quis vir para um lugar mais reservado? Não seria mais engraçado me “imitar” na frente de todos? E porque raios você está me chamando de Tiago?


Ele estava transtornado, quase gritando, eu não entendia o porquê de tanta agressividade.


Ele estava apertando tanto a sua varinha que os nós dos dedos estavam embranquecendo. Ele estava com raiva, era isso, visivelmente com raiva.


- Você está com raiva de mim – eu perguntei.


Ele não respondeu.


-Me desculpa. – eu disse sem nem saber o porquê – Não queria te deixar nervoso, eu só estava fazendo o que me disse para fazer.


- Como assim?


- Você me disse que eu podia vir requerer o que era meu das mãos daquele “peguete” que é a Laís.


Ele sorriu finalmente, não o meu sorriso favorito, mas um sorriso lindo e tímido.


- Você não tem ideia do quanto está sendo difícil para mim aguentar o seu desprezo. – confessei.


- Eu não te desprezo – Disse franzindo a sobrancelha.


- Ah,não? – Bom dia EVANS – O imitei.


Agora sim ele sorriu de um jeito que fez meus ossos amolecerem.


- Achei que você gostasse de ser chamada de Evans.


- Não por você.


Ele agora me encarava com fervor, novamente eu fui até ele e me permiti fazer uma coisa que eu sempre quis – passar a mão em seus cabelos – ele fechou os olhos com o meu gesto.


- Não estou te imitando – eu disse baixinho – Você disse que nunca mais pediria para ficar comigo, e eu quero, eu preciso ficar com você, fica comigo vai, por favor.



THIAGO.


Eu não estava entendendo nada, eu achei que agora que eu tinha dado paz para a Lílian ela nunca mais olharia na minha direção, porque era sempre eu que a perseguia e que me humilhava aos seus pés.


Ao entrarmos na trilha ela deixou sua varinha em - Lumus – eu não me importo com o escuro, mas acendi a minha também caso a Lílian estivesse intimidada com a escuridão.


Então ela me perguntou para onde a trilha levava, ora já era de se esperar, uma vez monitora sempre monitora, só para depois ferrar com os marotos, eu despistei e não falei, foi quando ela me chamou de Tiago. Em dois anos ela nunca – NUNCA –me chamou de Tiago, nem pelas costas, ouvir meu nome sendo pronunciado pelo timbre da sua voz foi fantástico, por quantos anos eu sonhei com aquilo, com o dia que ela me chamaria pelo nome, justo agora que eu havia desistido meu sonho se realizava.


Lílian estava muito estranha, não parava de se mexer e parecia extremamente tímida.


– Você está muito estranha, vai me dizer o que está acontecendo? – A questionei.


Mesmo com a luz fraca das varinhas eu pude vê-la corar. Então ela disse que não sabia por onde começar, ela estava espirituosa, eu nunca a tinha visto daquele jeito. Eu a lembrei que ela queria me pedir uma coisa.


Nesse momento ela prendeu sua varinha na parede, entre as pedras e se aproximou de mim, meu coração disparou na mesma hora, minhas mãos tremeram, se eu já não tivesse desistido pediria para ficar com ela – como sempre.


Ela ficou mais vermelha ainda e disse algo ininteligível, eu pedi que ela repetisse então ela fixou o seu olhar nos meus olhos, se ela soubesse o quanto eu sou louco por aqueles olhos verdes ela não faria aquilo.


- Fica comigo – ela pediu da mesma forma que eu pedira mais de mil vezes a ela.


Ela estava me avacalhando, como ela podia me humilhar ainda mais, me levar ali só para tirar uma com a minha cara, até parece que a Lílian pediria para ficar comigo, nem nos meus sonhos mais felizes.


- Não teve graça Evans – Eu a repreendi e lembrei que tirar sarro das pessoas nunca foi do seu feitio.


- Que bom que não teve graça Tiago, essa não era minha intenção. – Mais uma vez meu coração acelerou ouvindo o meu nome ser pronunciado por ela.


- Porque você quis vir para um lugar mais reservado? Não seria mais engraçado me “imitar” na frente de todos? E porque raios você está me chamando de Tiago? – Eu explodi de ódio.


Senti a raiva fluir por mim, raiva de ser tão idiota, raiva de amar tanto essa garota que nunca me deu à mínima e ainda por cima adorava me humilhar.


- Você está com raiva de mim? – Escutei ela perguntar.


Eu não respondi, não queria ter que dizer a ela que por mais que quisesse eu nunca conseguiria sentir raiva dela, não a amando tanto como eu a amo.


Foi ai que ela me pediu desculpas, aquele realmente estava sendo um dia atípico, Lílian Evans me pedindo desculpas e com uma voz tão doce e suave.


– Não queria te deixar nervoso, eu só estava fazendo o que me disse para fazer. – ela disse me deixando confuso, eu dizia para ela fazer tantas coisas.


- Como assim? – Perguntei a ela.


- Você me disse que eu podia vir requerer o que era meu das mãos daquele “peguete” que é a Laís.


Eu ri, a raiva se esvaecendo, Lílian e seu temperamento explosivo! “peguete” essa eu nunca tinha ouvido. Ou eu estava muito enganado ou havia ciúmes naqueles olhos verdes, muito ciúme.


- Você não tem ideia do quanto está sendo difícil para eu aguentar o seu desprezo. – Sua voz soou triste


- Eu não te desprezo – A respondi de pronto, como eu poderia desprezá-la, eu só estou me protegendo dela mesma.


- Ah,não? – Bom dia EVANS – Disse fazendo uma péssima imitação minha.


Nessa hora eu não resisti e dei uma alta gargalhada, eu nunca pensei que o fato de eu parar de chamá-la de princesa para chamá-la pelo sobrenome a afetaria de alguma maneira.


Será que ela sentia o mesmo que eu? Porque para mim tinha uma absurda diferença quando ela me chamava de Potter e agora quando ela me chama de Tiago.


- Achei que você gostasse de ser chamada de Evans. – A provoquei


- Não por você. – Eu podia jurar que havia tristeza em sua voz, minha vontade foi de ir ao seu encontro e a abraçar forte. Será que ela gostava de mim e tinha percebido isso agora? Será que eu finalmente ficaria com ela?


Eu a encarei sentindo meus ossos amolecerem, ela veio caminhando na minha direção e meu coração martelou dentro do peito, aquele ambiente apertado já estava impregnado com o cheiro dela e quanto mais perto ela chegava mais inebriado eu ficava.


Ela ficou a centímetros de mim e passou as mãos pelos meus cabelos, eu fechei os olhos ao seu toque, eu sempre sonhei com o dia em que ela me faria um carinho e lá estava ela com suas mãos pequenas e delicadas tentando arrumar o bagunçado do meu cabelo.


- Não estou te imitando – ela sussurrou – Você disse que nunca mais pediria para ficar comigo, e eu quero, eu preciso ficar com você, fica comigo vai, por favor.


Será que eu ouvi direito? Aquilo estava além dos meus sonhos, minha imaginação nunca chegou a tanto.



LÍLIAN.


Foi tudo tão rápido, num momento eu estava pedindo e no outro seus lábios estavam pressionados nos meus e eu pude ouvir a sua varinha caindo no chão. Ele passou suas mãos grandes pela minha cintura e me puxou com força, extinguindo o mínimo espaço que ainda tinha entre nossos corpos, subiu suas mãos pelas minhas costas até a minha nuca e as prendeu em meus cabelos, sua boca se abriu e eu fui invadida pela sua língua e pelo seu doce hálito, ele me beijou com um desejo que homem nenhum beijou e eu não fiquei muito atrás.


Quando ele me puxou e meu corpo se moldou ao dele eu não era mais Lílian Evans, eu não era nada, eu era apenas instinto, o mundo podia acabar ali naquele momento que as únicas coisas que importavam eram o cheiro, o gosto e o toque do Tiago.


Eu passei minhas mãos por dentro da camiseta dele levando uma das mãos até suas costas largas e macias, e a outra deixei no seu abdômen. Ele parou de me beijar e sorriu nos meus lábios, nossas respirações aos arquejos, então ele começou a beijar meu pescoço – eu não contive um gemido baixo de satisfação – ele riu novamente, mais alto dessa vez.


- Minha princesa – ele disse ainda beijando o meu pescoço.


Seus lábios foram subindo, passaram pela minha bochecha, na ponta do meu nariz, meu queixo e novamente encontrou minha boca.


Dessa vez o beijo foi mais devagar, mas foi mais intenso, sua língua entrava mais fundo na minha boca, e eu podia sentir perfeitamente a ereção do Tiago pressionada acima do meu ventre. De primeiro minha vontade foi de ficar nas pontas dos pés para senti-la no meio das minhas pernas, mas com muita persistência eu separei meus lábios dos dele.


- Acho melhor agente ir agora – eu disse com a respiração entrecortada.


Ele me abraçou bem forte.


- Ah não princesa, não quero me soltar de você nunca mais. – ele disse manhoso.


Eu ri.


- Amanhã – eu quase disse amor – E você ainda tem que terminar com a sua “peguete”, antes que eu azare a cara dela.


Ele gargalhou tão gostoso que eu quase desisti de ir embora. Ele pegou a sua varinha que estava no chão, depois pegou na minha mão, era incrível como meu coração acelerava ao menor toque dele.



TIAGO.


Eu simplesmente perdi a linha de raciocínio, quando eu ouvi a minha princesa dizendo que precisava ficar comigo, para eu, por favor, ficar com ela eu saí de mim, eu a puxei para perto do meu corpo e colei meus lábios nos dela, seus lábios tem o gosto mais maravilhoso que eu já provei, quando minha língua encontrou a dela eu achei que fosse explodir de tanto desejo, quando ela passou suas mãos macias pelas minhas costas eu desejei que o tempo parasse ali para sempre.


Eu não tenho muito que falar desse momento, só que foi o mais feliz da minha vida, eu nunca beijei mulher nenhuma como eu a beijei e eu queria muito mais que beijar, eu queria pegar ela nos meus braços e fazer dela minha mulher ali mesmo, tamanho o desejo que ela desperta em mim, mas ao que parece ela se assustou um pouco quando eu pressionei minha ereção contra ela para que soubesse exatamente o estado que me deixava. Cedo demais ela pediu para ir embora, e eu sei melhor do que ninguém de que não se deve pressionar Lílian Evans, até porque ela me lembrou que eu tinha que terminar com a minha “peguete” – “Peguete” só a minha princesa mesmo.
:)

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.