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6. Capítulo 6


Fic: prostituto JL


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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"A beleza é a única


coisa preciosa na vida.


É difícil encontrá-la


- mas quem consegue


descobre tudo."


- Charles Chaplin




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Capítulo 6




Quem merda eu estou fazendo? Nunca foi do meu feitio fugir, nunca abandonei um trabalho, nunca desisti de algo importante, assim como eu nunca me apaixonei. Não sei o que aquela mulher tem de tão especial, mas só com a sua presença o meu coração bate forte. Eu nunca me senti assim, nunca. Não estou exagerando, eu sou uma pessoa cética, realista, talvez seja por isso que as mulheres confiam em mim tão rapidamente. Eu falo a verdade, por mais que essa não seja a que a pessoa quer ouvir. Toda a mulher tem a capacidade de ser poderosa, a única coisa que faço é a pessoa ver isso com clareza. Lily... Ah Lily. Eu estava a caminho do aeroporto nesse momento, com o carro de Remus, não me ocorreu em como eu iria devolver o conversível para ele. Passei pela igreja onde iria ocorrer o casamento e não pude deixar de olhar. Dirigi mais um pouco e parei o carro no acostamento.


Que diabos eu estou fazendo? Eu sou de desistir agora? Não, eu não podia fazer isso. Encarar o fato que eu realmente estava apaixonado por essa ruiva, não era fácil, nem simples para mim. Claro que eu já senti atração por outras clientes, é claro que já fui pago várias vezes por sexo e eu aproveitei mais do que devia. O sentimento que persistia em meu peito por Lily era inédito, nunca tinha sentido isso por uma mulher, eu sei, estou repetindo isso demais. Então porque diabos eu estava fugindo? Claro que eu fiquei bravo com o que ela falou ontem, na verdade decepcionado, mas nada explica essa minha fuga. Sem uma última conversa, nem que seja para ela dizer que me odeia.


- SEU FILHO DA PUTA! – ouvi um grito atrás de mim, era o Remus. Olhei para o lado e vi Fred correndo como se fosse salvar a mãe da cruz. Pelo jeito Remus ficou sabendo de toda a história. – Oi James.


- ELA TE AMA CARA. – gritou Fred, quase tropeçando, ele estava em uma grande vantagem, Remus não iria conseguir pegar ele. Liguei o carro e o acompanhei a corrida.


- Eu estou fazendo tudo errado não? – pediu Remus, ofegante correndo ao meu lado, eu sorri. Gostava de Remus, ele era... decente.


- Sim. – eu respondi sinceramente, Remus foi parando de correr aos poucos. – Entra, ele já deve estar na França, correndo desse jeito.


- Eu confiava nela. – ele falou tirando seu terno, estacionei o carro novamente no acostamento. – Eu confiava neles.


- Eu sei. – eu falei, era óbvio que ele confiava nos dois.


- Sabe, eu senti pena de você ontem a noite. Eu fiquei pensando em como eu era sortudo e pode me chamar de egoísta, mas fiquei feliz por isso não acontecer comigo e a Dorcas. – Remus começou a falar. – Eu a perdoei quando soube que tinha dormido com outro durante a nossa separação, mas não sabia que o outro era o idiota do Fred... – Ele suspirou antes de continuar, coitado. - ... Eu a coloquei em um pedestal e sempre a considerei perfeita. Não me importava em fazer seus caprichos, eu até gostava disso, mas agora...


- A coisa mais difícil é amar alguém e não ter a coragem de dizer que a ama. – eu falei, não sei se falei isso pra ele ou pra mim. – Mas se você a ama e ela te ama e no final do dia você ainda preferir ficar com ela, apesar de tudo... Eu acho que você deveria considerar.


- Eu realmente a amo. – ele falou por fim, sorri.


- Então o que estamos fazendo aqui? – pedi, tentando o animar um pouco. – E pensa o lado bom, você saber se o sexo depois de uma briga é bom ou não.


Remus começou a rir, ele acenou e eu liguei o carro, dando meia volta para a igreja. No final eu realmente sabia o que falar em momentos delicados. Minha mãe, que na realidade era psicóloga, me ajudou com isso. Ela sempre tentava me analisar, vai ver é por isso eu presto mais atenção nas reações das pessoas. A única coisa ruim é que ela me analisava mais do que seus clientes. A igreja estava um caos, os convidados estavam preocupados se haveria ou não casamento, certo que estavam apenas interessados pela boca livre depois.


- Aleluia irmãos! – gritou Sirius quando viu Remus, ele estava sério, nunca o tinha visto com tanta seriedade. – Marlene está lá dentro com Lily e Dorcas, vai lá Remus. James!


- Sirius! – eu sorri apertando sua mão. Eu tenho a impressão que depois quando voltarmos a rotina normal continuarei amigo de Sirius. Meu coração estava apressado, não sabia exatamente o que falar com a Lily. Talvez na hora eu invente, até parece, inventar o que eu já estou sentindo? Se existe não preciso inventar. Parabéns James, sempre chegando a conclusões óbvias. Olhei para o corredor onde Remus tinha corrido e vi meu anjo ruivo, não sabia se sorria, mas assim que ela sorriu, eu correspondi. Ela fez um sinal com a cabeça para nos encontrarmos lá fora, meu coração deu um pulo dentro de meu peito. Sirius riu do meu jeito abobado e praticamente me empurrou para a saída.




Narrado por Lily Evans


James estava lindo, calça social e camisa pólo, mesmo sendo informal para um casamento, ele estava lindo. Não pude deixar de sorrir para ele. Eu ansiava por esse momento, meus planos já eram de largar o casamento e correr para o aeroporto, mas como sempre não consigo largar alguém que precisa de mim. Dorcas não tinha parado de chorar desde que Remus saiu da salinha, minha mãe não parava de falar besteiras, falava do reembolso do casamento, da lua de mel... Ela conseguia ser inconveniente. Eu não conseguia odiar alguém por muito tempo, principalmente alguém da minha família. Pelo menos aquele sentimento reprimido que pesava o meu coração saiu. Adeus Fred, adeus Lily submissa. Se a vida amorosa somos nós quem escolhemos, eu quero é mais ser feliz.


- Lily... – Começou James a falar, não o deixei continuar, coloquei meu dedo sobre seus lábios o fazendo se calar. Ele beijo a palma de minha mão e a segurou, entendendo o recado. Era a minha vez de falar.


- James, você tinha razão. – Eu comecei a falar, ele me deixou, sem me interromper, sem reações. – Desde o começo você teve razão. Eu tive o que mereci, estava tão obcecada em ser perfeita para a minha família, de causar ciúmes no Fred que esqueci qualquer princípio que já tive um dia e isso foi a melhor coisa que me aconteceu em anos. Eu me libertei, me tirei do caminho, para ser feliz. E quem eu quero é... você.


- Desde que eu ouvi sua voz eu percebi que você tinha algo a mais. – ele sorriu, sentia as lágrimas nos meus olhos. – E eu não ia conseguir te esquecer facilmente, nem que dormisse com todas as mulheres, você é a única que eu quero. Que eu preciso. - Seus lábios tocaram os meus e eu pude sentir uma felicidade explodir dentro do meu peito. Ele era perfeito, perfeito com seus defeitos, perfeito para mim. O beijo era doce, delicado, algo que eu não queria que nunca acabasse. Suas mãos apertavam minha cintura, terminando com qualquer distância entre nós. Essa era eu, essa era eu procurando a minha felicidade.


- Vamos... – eu disse, segurei sua mão, sorrindo e juntos entramos na igreja. Marlene e Sirius estavam abraçados no altar, os dois sorriram ao ver nós dois, meu pai piscou para mim, enquanto falava com algum parente irritante nosso.


- Os dois já saíram de lá? – pedi preocupada. Marlene fez que não com a cabeça. Minha mãe veio correndo e minha direção, parecia desesperada.


- Lily, meu amor, por favor vai ver como está sua irmã! – ela disse desesperada, eu iria lá interromper os dois? Será que isso era bom? James apertou minha mão de leve, passando confiança, assenti e fui em direção onde eles estavam.


- Dorcas? Remus? – chamei batendo na porta, esperei um minuto e abri devagar a porta, os dois estavam se beijando, eu sorri, pigarreando. – Mamãe está desesperada para saber como os dois estão...


- Estamos ótimos! – Remus respondeu, rindo. Um alívio tomou conta do meu corpo. Eles se mereciam.


- Que ótimo! – falei abraçando os dois ao mesmo tempo. – Posso pedir para o padre voltar e...


- Não Lily, não vai mais ter casamento. – Falou Dorcas e riu. Arregalei meus olhos, como assim? Mamãe iria ficar possessa. – Eu e o Remus decidimos adiar esses planos, primeiro iremos para a lua de mel, depois...


- Depois é depois, o que importa é que estaremos juntos. – Completou Remus, sorrindo. Aposto que iria sobrar para eu dar o aviso a todos os familiares.


- Lily será que... – começou a pedir Remus, mas Dorcas o interrompeu.


- Não, eu faço isso. – Ela me olhou sorrindo, parecia diferente. – Já está mais do que na hora de eu começar a arcar com as consequências.


Sem falar mais nada abracei minha irmã, nunca tinha sentido tanto orgulho dela. E continuando sem falar sai da sala com Remus e Dorcas atrás. Fui para o lado de James e ele me abraçou de lado.


- Senhoras, senhores, senhoritas e afins... – chamou atenção Sirius, fazendo algumas pessoas rirem. Ele virou e deixou Dorcas falar.


- Primeiramente, obrigado a todos por virem... – ela começou a falar, suspirou antes de continuar. – Não vai mais haver casamento hoje...


- O QUÊ? – gritou minha mãe, antes de desmaiar para cima de Sirius, Dorcas sorriu antes de continuar.


- Terá a festa, terá a lua de mel, mas o casamento... – Remus começou a falar, por incrível que pareça, todos pareceram aliviados ao saber que teria a festa ainda. Em vez de ficarem aliviados que os dois estão bem juntos. Junto com James e o resto dos convidados nós fomos para o salão de festas, era lindo, o teto era de vidro, e havia ainda um espaço aberto. Minha mãe continuava a murmurar algo como reembolso, maldição da Lily, coisas assim, tive que me segurar pra não rir disso. A única coisa que deveria importar é que as duas filhas não perderam os seus grandes amores, mas isso seria demais para ela admitir. Marlene me puxou para um canto, enquanto James ria das piadas de Sirius.


- Então, você e o Sr. Gostosão... – ela começou a falar, eu sorri.


- Nós meio que nos entendemos. – respondi, realmente foi isso que aconteceu, nós não falamos de futuro, apenas do presente e isso não me deixava aterrorizada. Ela me abraçou, sem falar nada. – E você e o Sirius?


- Ele me pediu em namoro ontem a noite... – ela falou, com os olhos brilhando. Eu fiquei sem reação por um tempo, eles não se conheciam não fazia nem uma semana, mentira, nem três dias!


- Nossa... – eu ia falar, mas ela começou a rir.


- Lily, não é como se eu estivesse grávida dele ou algo assim! – ela falou encolhendo o ombro. – A vida é curta, se eu sinto que gosto dele, não vou deixar ele escapar assim e depois...


- E depois, nada que uma tequila, sorvete e filmes de terror que não resolvam. – eu completei a frase e ela assentiu, era o jeito dela de superar qualquer incidente amoroso. – Eu estou tão feliz por ti, Le!


- MULHER! – Ouvi Sirius gritando, chamando Marlene, não pude deixar de rir. Vi James dançando com Dorcas e antes que pudesse me aproximar Remus me puxou para dançar, eu estava tão feliz por ele.


- Então... – ele começou a falar enquanto tentava de uma maneira muito desastrada a me conduzir. – Obrigado, se não fosse você...


- E não foi Remus. – eu sorri, ficando vermelha, odeio quando me elogiam, eu nunca sei como reagir certo. – Mas, de nada.


- E... – ele começou a falar, mas pareceu medir suas palavras. - ... Quando você ia nos contar que o James era um prostituto?


- Você sabe... – E agora? O Remus sabe? Como?


- Sim... Uma coisa que me orgulho, não deveria, mas me orgulho, é que nunca esqueço das coisas quando bebo. – ele disse sorrindo, fiquei confusa. – O James me contou, na despedida de solteiro, provavelmente sem se importar se eu iria me lembrar.


- E o que...


- Você gosta dele? – ele me pediu, arqueando a sobrancelha, sorri.


- Sim... – eu respondi, sorrindo e para o meu alívio Remus começou a rir.


- Então eu espero que ele mude de profissão. – ele falou por fim e eu ri junto. James apareceu do nosso lado e Remus me “entregou” para ele.


- Então, ele se lembra. – falou James, sorrindo. – Sirius acabou de me pedir quanto eu cobro por hora...


- E você? – pedi, praticamente parando de dançar, estávamos apenas abraçados.


- Disse que no momento eu estou fora dessa profissão. – Ele respondeu, passando a mão em meu rosto, acariciando.


- Então, quando vai ser o nosso primeiro encontro? – eu pedi e ele sorriu, me dando um selinho. Daqui a pouco eu iria ficar viciada em seus beijos, só o toque dele me arrepiava.


- Que tal agora? – Não precisei responder, James me arrastou para fora do salão e fomos para casa de Remus. Lá James pegou um vinho e dois copos e fomos para a varanda, minha parte era pegar um cobertor, sentamos na varanda e começamos a conversar. Conversamos até o amanhecer, James me contou tudo sobre a sua vida, falou de seus pais, sua infância, sua comida preferida, de como havia sido a faculdade e no seu maior sonho: ser professor de literatura. A cada minuto que ele falava eu ia me surpreendendo, eu não o conhecia realmente e quanto mais eu o conhecia, mais eu estava me apaixonando. Eu contei para ele sobre a minha vida, a morte de meu pai, o meu cachorrinho de infância, minha paixão secreta por filmes antigos. Depois de tanto falarmos, finalmente ficamos em silêncio, enquanto o sol nascia, adormeci em seus braços. Não dormia tão tranquilamente há anos, a presença de James me fazia bem e esse foi o primeiro mais proveitoso.


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Sorria, sorria que a vida é boa. Sorria só porque lhe deu vontade, sorria mesmo que a vida esteja uma merda, sorria, pois com toda certeza tem pessoas piores que você, meu amigo. Os últimos meses foram incríveis, chegamos em Londres e passava praticamente o tempo todo com James, o tempo em que não estava com ele, pensava nele. Podem me chamar de apressada, de idiota apaixonada, mas eu realmente amo aquele homem. Nesse momento eu estava em um restaurante esperando Stella Jones, iríamos almoçar juntas.


- Lily minha querida! – Stella me cumprimentou, vestia um terninho brega, roxo, ela era loira e beirava os quarenta anos. Chegava a sentir pena daquela mulher, ganhava sua vida contando a desgraça dos outros. – Ouvi dizer que está namorando, quem é o felizardo?


- James Potter. – respondi, sorrindo enquanto ela sentava. Ela começou a rir escandalosamente, aquela mulher só o fato de respirar me irritava.


- Quanto está pagando por hora, querida? – Foi a minha vez de rir.


- Ora, querida, não preciso pagar ao James. – respondi triunfante. – Mas se pagasse você iria lembrar o preço que já pagou, não?


- Como você sabe? – ela me pediu, arregalando os olhos, comecei a rir mais ainda. Não, eu não sabia, James não me contava sobre suas antigas clientes, mas quando por acaso vi uma foto dele com Stella em uma Premiére, foi meio óbvio. E cá entre nós, ele cobrou a mais porque a mulher cheirava a naftalina.


- Ora, Stella, minha querida, não foi muito difícil de descobrir, você não fez muita questão de esconder. – eu falei rindo, o embaraço dela estava me divertindo, mas muito. - Então vamos aos negócios.


- Sim... Sim... o que tem de tanto importância que não poderia me falar por telefone? – ela pediu, bebendo um gole de sua água, tentando parar de ficar vermelha.


- É que eu gostaria de ver a sua feição assim que eu falasse isso para você... – eu respondi, sorrindo. – A matéria que você fez sobre Ben Carter, meu cliente, o acusando de adultério, drogas e ainda por cima de assaltar uma loja...


- Linda, não? – ela falou desdenhosa.


- Poderia descrever por várias palavras, mas linda seria a última. – respondi, sem sorrir. – Meu cliente está lhe processando por danos morais e materiais, aquilo tudo era pura mentira. Sem contar que conversei com a Karen, conhece? – pedi, enquanto Stella ficava branca. – Sim, Karen, sua chefe, ela me pediu para lhe entregar essa carta de demissão. E aposto que depois desse escândalo, nenhuma revista irá lhe querer. Para falar a verdade, eu tive uma participação especial nisso, mas vamos deixar os créditos para depois.


- Mas isso é... – ela começou a falar, sem saber formar as palavras. Sorri com satisfação, há anos queria por essa mulher no lugar. Levantei-me e peguei minha bolsa e sai a deixando ali, com o rosto estupefato.


Eu mudei, mudei e muito. Ultimamente as pessoas vêm me notado, eu não estou passando tão despercebida, submissa como antes. Sim, eu sei, parece um monte de balelas eu falando isso, mas eu realmente mudei e pra melhor. No trabalho conseguimos mais cinco clientes e quatro foram por minha causa, com minha mãe eu consegui finalmente fazê-la entender o porque foi certo Remus e Dorcas não se casarem. Com James, bom, com James eu já falei que estou nas nuvens. Remus e Dorcas voltaram ontem de lua de mel, os dois juntos são muito lindos e de acordo com Dorcas, eles brigam todo o dia por causa do sexo depois. Foi meio perturbador saber disso, mas depois de um tempo eu ri. Estava indo para a escola onde James estava trabalhando, não foi difícil para ele arranjar um emprego com todo aquele charme. Sim, ele é inteligente não é só charme! Já fui algumas vezes buscar ele no trabalho e não foi nada surpreendente em saber que todas as alunas (e até mesmo alguns alunos) estavam apaixonadas por ele.


- O Byronismo é a minha época preferida do Romantismo... – James falava dentro da sala de aula, sentado na mesa. Ele parecia outra pessoa, esse era o sonho dele. Já estava sorrindo antes, só de pensar que iria encontrar ele. - ... É voltado para o estilo boêmio, para vícios, bebida, fumo e... sexo.


Ouvi algumas risadas dos estudantes, típico quando falavam de algo anormal na sala de aula. Ou pensavam que era anormal, até parece que eles não sabem o que era sexo. O sinal começou a tocar e começaram os murmurinhos, James estava arrumando sua pasta e eu entrei e o abracei por trás, o beijando na nuca.


- Eu realmente espero que seja a Lily. – ele falou rindo se virando para mim, não pude deixar de rir. – Oi!


- Oi! – eu respondi o dando um selinho, um dos alunos que estavam saindo começou a rir.


- O professor, arranja um quarto! Eu sei que como o Byron te inspira... – falou o aluno, James começou a rir enquanto eu ficava vermelha, o aluno já tinha ido embora, antes que pudéssemos responder algo.


- Pelo menos ele presta atenção na sua aula... – eu falei sorrindo, o ajudando guardar seus materiais. – Vamos almoçar?


- Mas e o seu almoço com a Stella? – ele me pediu, pegando em minha mão. Eu estava morrendo de fome, não eu muito bem para chamar aquilo de almoço. Expliquei tudo para James e no final ele me recompensou, levando-me para sua casa e fazendo o almoço para nós dois. É claro que eu o ajudei, James é perfeito e tudo mais, mas quando se trata de cozinha definitivamente precisa de alguém por perto para não queimar tudo. James me contou sobre o seu dia, pelo o que eu havia entendido ele era o professor legal da escola, na verdade, além de legal, gostoso, mas não falei isso pra ele. Ele iria ficar convencido. Nós terminamos de comer, lavamos a louça e nos sentamos no sofá. Hoje eu não iria trabalhar e ele iria passar a tarde toda corrigindo trabalhos. É claro, o trabalho de ser professor era grande, o salário não era lá essas belezas, mas James não se preocupava com isso. Pelo o que eu tinha entendido ele havia economizado bastante nesses últimos anos, sendo prostituto. Eu deveria me irritar ao pensar nele como um objeto usado pelas mulheres, mas por incrível que pareça o fato de EU ter contratado ele me ajudou a entender.


- JAMES, LILY! ABRAM A PORTA! – gritou uma mulher, enlouquecida do lado de fora, era Marlene. Marlene, Sirius, Dorcas e Remus já sabiam que James fora prostituto, a reação deles por incrível que pareça foi muito boa. Todos entenderam que no fim, se eu estava feliz, eles também estavam. James levantou e abriu a porta e Lene, puxando Sirius entrou correndo, mostrando seu dedo. – EU ESTOU NOIVA!


- O que? – Eu fiquei de boca aberta, James também pareceu surpreso, Sirius e Lene estavam com os maiores sorrisos, parados na nossa frente. – Meu Deus... Parabéns!


- É, parabéns! – James pareceu que acordou do transe junto comigo e abraçou Sirius, enquanto eu abraçava Marlene. Esses dois são realmente rápidos, estilo o Ashton Kutcher e a Brittany Murphy em Recém Casados, mas realmente espero que eles não passem tudo o que os dois passaram no filme. Os dois estavam realmente bem, começaram a namorar no dia antes do casamento e estavam praticamente morando juntos, quero dizer, Sirius não saia da casa de Marlene. E agora... eles iam casar!


- Como foi? – eu pedi, sentando no colo de James, enquanto Sirius e Lene se acomodavam no outro sofá.


- Eu treinei um papagaio por dois meses para pedir a Lene em casamento no momento certo! – falou Sirius, sorrindo, eu arregalei os olhos.


- Sério? – pedi, fazendo os dois rirem.


- Não... – Sirius falou rindo, eu comecei a ficar vermelha como sempre, mas no final ri. - ... Foi simples, eu a convidei para almoçar, fechei o restaurante para isso e...


- Ele se ajoelhou e propôs. – Lene falou, sem se aguentar. – Foi a coisa mais romântica que já fizeram por mim.


- Eu não iria por na taça de champagne, não duvido que Lene beberia tudo de uma vez sem ver o anel... – falou Sirius, dando um beijo estalado em Lene que sorria, ainda abobada.


- E se colocasse na comida então... – James falou e eu não pude deixar de rir da expressão de falsa ofendida da Marlene. Pelo jeito teríamos mais um casamento, mas nesse eu não teria que contratar alguém para ir comigo...


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nota da autora:


oi gente! eu acabei percebendo que escrever essa fic, ou as minhas outras, foi mais uma terapia pra esquecer tudo o que tá acontecendo comigo. eu falei no recado sobre os meus amigos, bom, encontraram o rapaz ontem, hoje foi o enterro dele e a menina ainda está desaparecida no rio. foda a vida, foda a morte, ainda mais com desastres da natureza. eu estou chocada ainda, não caiu a ficha, aconteceu na reserva da família lima em dois irmãos, aqui no rs, os jovens eram de caxias do sul, minha cidade. tenso, tenso demais, meu irmão era pra ter ido junto, mas graças a Deus ele desistiu de última hora. enfim... life goes on. E confesso que conheci o Lucas Lima sabe, o marido da Sandy e bem, ele é fofo pessoalmente, foi muito querido com todos.


queria agradecer de coração a Samira Espósito, Camila W. Potter, Louyse Malfoy e Caroline Black Malfoy; brigada meninas, mesmo, de coração.


e também queria agradecer, nath krein, Nina H., Carolzinha Gregol, Fê Black Potter, Cecília Potter, Poly_Malfoy, Hilary Juno Lestrange.


Galera, falando da fic, esse é o penúltimo capítulo, postarei o epílogo logo, logo! espero que tenham gostado, vou deixar os agradecimentos da fic no epilogo, com um lindo texto de agradecimento hehe. Eu irei postar antes stupid girls e depois postarei essa fic. Estou começando a escrever uma nova, o nome provavelmente vai ser friends será uma sirius/marlene e totalmente baseada na minha vida e no que eu to passando agora (calma, vai ser interessante, prometo.) então fiquem ligados!


ok o nome vai ser friends http://fanfic.potterish.com/menufic.php?id=39233


 


bejokkks, dominique.





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Comentários: 3

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Enviado por Lana Silva em 11/02/2013

Awwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwww *-* Seguindo a linha das meninas. Porque eu não tenho um professor de literatura desses ? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk serio, muito bom \o/ Amei o capitulo e ri bastante aqui. Que bom que tudo ficou bem *-*

BJoos! 

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por Prado Soares em 22/03/2011

caraca nick, eu qro um professor de literatura desse tb usahuashusahusahusah e pod contar cmg smp... bejooz

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por camila prongs. em 06/03/2011
OMG que coisa fofa Lily e James *-* professor de literatura? PORQUE EU NÃO TENHO O JAMES DE PROFESSOR DE LITERATURA? ¬¬

Fiquei muito feliz com a Marlene e o Sirius, e ri do jeito que ela chegou e falou (LILY! JAMES! ABREM A PORTA! ESTOU NOIVA)

Nota: 5

Páginas:[1]
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