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9. this love


Fic: Intenção Cruel - Scorpius e Rose - COMPLETA


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Eu não entrei na casa, mas fui até lá. Era grande e bonita, com um jardim vasto e uma piscina. Alguns arbustos atrapalhavam a visão da cozinha através da janela, mas eu pude vê-los jantando. Quis ir embora, mas quando pensei nisso Rose se levantou e disse que ia para o quarto. Um minuto depois uma janela do segundo andar se acendeu. Eu vi uma escada colada à parede externa e a escalei, sabendo que eu estava louco o suficiente para fazer isso. Entrei na sacada e quando Rose me viu ela abafou um grito.


– O que diabos está fazendo aqui? – sussurrou urgentemente, indo de encontro a janela.


Sorri e disse com ironia:


– Sou um vampiro. Preciso de permissão para entrar.


Ela abriu a janela e se afastou como se eu fosse um ladrão ou algo assim.


– Você vai ser morto, sabia? – ela disse, nervosa. – Meu pai costuma matar caras que entram aqui durante a noite.


– Ruiva, eu sabia dos riscos – assegurei – quando aparatei aqui. Não posso desejar feliz Natal pessoalmente?


Ela correu trancar a porta.


– Ah, duvido muito que veio aqui só para...


Eu a interrompi, beijando rapidamente seus lábios.


– Feliz Natal, Weasley.


– Feliz Natal, Malfoy. Pronto. Tempo de visita acabado.


– É assim que você trata seus namorados quando eles vêm te visitar?


Enquanto ela ficava estupefata, eu dei uma olhada ao redor de seu quarto. Havia muitos livros. Alguns pôsteres de Quadribol. Era um lugar aconchegante e bem "Rose Weasley."


– Você... hum... Eu estou surpresa, Scorpius. Não esperava sua visita.


– Eu queria te surpreender.


– Bem, conseguiu.


Ouvimos o pai dela gritando lá embaixo:


– Rose, vamos comprar alguns presentes para o Hugo. Você quer ir também?


Ela hesitou um instante e nos encaramos.


– Scorpius – sussurrou: – você não precisava ter vindo.


– Eu sei, eu sei. Desculpe, mas eu preciso conversar com você.


– Não dava para esperar as aulas começarem?


– Não. Sinceramente.


Ela suspirou. Abriu a porta do quarto e gritou: – Pai, vou ficar aqui mesmo!


Depois que ouvimos o carro saindo da casa, Rose olhou para mim e pediu:


– Pode se sentar.


– Era o que eu ia fazer – falei, dirigindo-me a margem da janela como um garoto comportado. Rose sentou em sua cama e ficamos nos encaramos.


– Então... o que queria me dizer que é tão urgente assim?


Passei a mão no meu cabelo, despenteando-os nervosamente.


– Você provavelmente não vai mais querer estar comigo, mas isso iria acontecer de um jeito ou de outro – comecei. Ela não disse nada, estava ouvindo. – Escute, eu... antes de conhecer você melhor, eu era um completo idiota. Talvez eu ainda seja, mas agora eu sinto que preciso fazer alguma coisa certa.


– Sim, você era um completo idiota.


– Deixe-me explicar – falei, indo sentar ao seu lado na cama. – O que eu sinto... por você... Quero dizer, não sei lidar com isso.


– Não precisa explicar o que você sente por mim, Scorpius. Você... demonstrou mais do que imaginei que seria capaz.


– Você acredita em mim?


– Acredito. E o que eu sinto por você é estranho também, mas não é ruim. Nós podemos lidar com isso, juntos.


– Parece uma boa idéia – comentei.


Ergui minha mão e toquei seu cabelo, passando o dedo numa mecha de sua franja. Aquele gesto não foi intencional, mas ao sentir que ela ficou paralisada e não disse nada, eu não me afastei.


Ela tirou minha mão do seu rosto, para segurá-la.


– Rose – perguntei depois dos segundos silenciosos, olhando para nossas mãos juntas. – Tem algo que eu preciso te contar.


Enquanto eu pensava em tudo o que estava acontecendo e se havia alguma maneira de dizer a verdade sem magoá-la, Rose entrelaçou nossos dedos.


– Posso dizer uma coisa primeiro? – ela perguntou.


– Claro.


– Acho que estou me apaixonando por você.


Com isso, ela virou a cabeça para me dar um beijo. Assim que afastou os lábios, sorriu fraquinho. Eu não soube o que fazer.


– Você não ia me dizer alguma coisa?


– Sim – olhei para ela e toda a conversa se desajustou. Eu havia esquecido o que queria dizer. Eu sabia que estava lá para contar toda a verdade. E eu contei, bem, outra verdade: – Estou apaixonado por você, Rose.


Não deu tempo de dizer mais nada nos próximos dez minutos. Eu a beijei outra vez e nossas línguas se chocaram. No começo, foi lento e sem pressa, como se estivéssemos nos conhecendo de um jeito calmo outra vez, mas no momento seguinte, os movimentos dos lábios ficaram urgentes e ferozes, como se estivéssemos famintos.


Ela permitiu que a deitasse e ficasse sobre ela. Senti meu corpo ficar quente, e essa sensação passou pelo corpo de Rose como uma corrente elétrica mesmo que estivéssemos com roupa de inverno. Segurava meu rosto com as duas mãos, fazendo cada movimento de nossas línguas agirem com maestria.


Ela ficou sobre mim dessa vez, seu corpo reagindo quando minha mão direita em suas costas entrou no suéter de lã vermelho dela. Ela arquejou em meio ao beijo que se tornou mais intenso. O toque de minha mão deslizava em sua coluna, analisando e conhecendo toda a extensão da pele macia e sensível dela. A outra estava agarrados em seu cabelo ruivo e solto.


Desejei-a tanto que perdi o fôlego. Ela parou de me beijar, então. Levantou, sentando com as duas pernas de cada lado da cama. Segurei sua cintura firmemente, acariciando suas coxas. Respirávamos pesadamente. Nos encaramos. Ia acontecer.


Ao pensar naquilo fiquei sentado e a agarrei para mais um beijo, um beijo que nunca demos. Dessa vez forte, energético, quente como whisky de fogo. Rose pareceu gostar da novidade de me ver tão faminto por ela. Ela tirou com rapidez meu casaco e depois levantou minha blusa, tirando-a e arremessando em algum lugar do quarto.


Fiquei em cima de novo. Ela me envolveu com os dois braços, procurando sentir cada espaço das minhas costas. Beijei seu pescoço. Na realidade, suguei sua pele, provavelmente ficaria marcado. Sorri com o pensamento. Já estava toda arrepiada quando coloquei as duas mãos dentro do suéter dela outra vez. Rocei as palmas na barriga dela, e subi até alcançar os seios dela.


Não escondeu o prazer que sentiu.


– Scorpius...


Eu levantei seu suéter. Se o corpo dela já expelia volúpia por trás do suéter, fiquei excitado pelo curioso desejo de saber o que me aguardava por trás daquele lingerie que ela usava para cobrir os seios tão bem definidos.


Ciente de que ela tinha toda a minha atenção, consegui ficar entre suas pernas. Um contato quente e significativo.


Não estávamos mais conscientes para poder parar.


Ela me ajudou a abrir a calça. Eu tirava o tecido, enquanto beijava sua coxa. Ela agarrou meu cabelo, quando arranquei sua calcinha com os dentes. Eu sabia que se os pais dela voltassem, estaríamos completamente ferrados. Mas não havia mais como controlar, principalmente quando ela gemeu com força no momento que adentrei minha língua em seu clitóris.


A maneira como ela estremecia, me fez entender que nunca havia sido tocada dessa forma. Arrastei meus lábios até seus seios já despidos, e me livrei do resto de minha roupa. Ela me apertou contra si. Tirei a camisinha do bolso da calça, para vesti-la. Beijei Rose, enquanto me encaixava subitamente contra sua vagina. Eu estava duro, excitado, e precisava mais disso do que qualquer outra coisa. Mas eu tive paciência, quando ela grunhiu com a dor e me arranhou.


– Está tudo bem? – ofeguei, saindo dentro dela e entrando o mais cautelosamente possível. Ela segurou meu rosto, assentindo. Achei um tanto estranho quando ela abriu um sorrisinho. – Que foi...?


– Você... – eu a penetrei outra vez, e dessa vez o gemido que ela soltou foi de prazer – preocupado comigo.


Beijava seu pescoço à medida que ela se acostumava com as minhas investidas. Eu estava mesmo preocupado com ela. Fiz com que ela ficasse mais exposta, então levantei suas pernas que se entrelaçaram no meu quadril. Ela fez esforço para não gritar, quando atingi seu ponto fraco, e eu tive certeza de que agora ela era completamente minha.


Ela sincronizou o movimento rápido de nossos corpos suados e apertou meu rosto outra vez com as duas mãos para que meus olhos nunca se desviassem do dela no momento que eu a fazia atingir o orgasmo.


Por mais que eu tenha feito aquilo outras vezes com outras garotas, eu não me sentia tão exausto depois de gozar. Mas agora meu coração disparava como se estivesse tirando minhas forças e eu deitei minha cabeça, relaxando, abraçado a ela, que também estava sem fôlego.


– Não acredito que... fizemos isso... aqui... – Rose comentou, baixinho, acariciando meu cabelo.


– Você já fez isso? – perguntei.


– Bem... – ela hesitou. – Houve uma vez... mas eu não cheguei a sentir... tanto prazer como... agora. Mas você agiu... como se essa tivesse sido a minha primeira vez. Isso significa muito.


Ficamos um tempo em silêncio, recuperando o fôlego. Até que eu disse:


– Eu queria passar a noite aqui, e acordar com você. Mas seus pais não vão ficar mui-


Ela me empurrou de cima dela quase berrando:


– Oh meu Deus, meus pais! – exclamou procurando suas roupas. – Eles... estão chegando! Droga... Scorpius, você obviamente tem que ir embora, agora.


Jogou minha calça no meu rosto e eu me segurei para não rir. Vesti-me rapidamente, para não deixá-la maluca. Rose foi até a janela, colocando o suéter e disse:


– Sinto muito por te enxotar dessa maneira, mas depois de tudo seria um desperdício te ver morto, o que provavelmente vai acontecer se meu pai...


Olhamos pela janela e havia um carro estacionando.


– Isso é irônico. Eu estou tomando do meu próprio remédio – comentei. – Agora entendo como aquelas garotas se sentiam quando eu as expulsava do meu quarto. Nos vemos em Hogwarts...


Eu lhe dei um último beijo antes de aparatar.






 


Cena do próximo capítulo:


"A bebida estava forte. Meus pensamentos sumiram. Era como se eu estivesse perdendo minha consciência. Olhei para Clair e me senti vidrado em seus olhos hostis. De repente, sem explicação alguma, comecei a desejá-la terrivelmente. Eu estava... envenenado. Eu sabia disso, mas não me importava."O que será que sua namoradinha vai pensar disso, hein, Scorpius?", ela sussurrou no meu ouvido antes de me beijar na frente da sala comunal inteira. E eu, como se estivesse sendo controlado por outra pessoa, correspondi."

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