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4. Desejos feitos...


Fic: Além do véu, by Rê Malfoy AVISO ON


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Por Merlin!!! – foram as palavras do moreno assim que vira Dean e Hermione saindo do véu – Já faz dezoito dias! Onde diabos vocês... – mas fora arremessado longe por um soco dado em seu estômago por Hermione.


 


Atordoado, caído no chão, as roupas sujas, o rapaz observou Zachary Grings sair do véu, seguido por Draco Malfoy e o filho dele, Damian, no colo. Sarah Piccoli saíra atrás deles.


 


Um arrepio percorreu sua espinha. Aquilo não era para estar acontecendo...


 


- Vocês voltaram!!! – disse, reerguendo-se, um sorriso afetado nos lábios – Que bom, que bom! – exclamou, batendo as palmas uma nas outras, tirando a terra de suas mãos.


 


- Mentiroso, filho da p... – mas Zach fora arremessado longe por um aceno de varinha.


 


Harry escondera o artefato bruxo na manga de sua jaqueta...


 


Feitiços por todos os lados. Luzes coloridas tomaram conta da clareira.


 


Draco correu para se esconder com o filho entre as rochas da colina. Levara um susto ao sentir uma mão em suas costas, mas era apenas Dean, que disparava feitiços e azarações em direção à clareira.


 


Não estavam soznhos.  Klaus Barikkov e Liam Reapper, do Ministério da Magia de Sófia, cumpriram seu papel e mantiveram guarda naquela clareira. Eles e mais cinco vampiros, amigos de Dean. Lupin também estava lá, com alguns lobos.


 


Harry, porém, levara um grupo de pessoas do Ministério de Londres, seguidores seus. A batalhava estava travada.


 


Mais ágeis e com uma estratégia melhor, os amigos de Dean rapidamente incapacitaram os seguidores de Potter. Alguns ainda lutavam, porém, desorganizadamente, lançando feitiços em todas as direções.


 


Hermione travava uma batalha particular com Potter. Maldições imperdoáveis eram lançadas e repelidas... Aquilo parecia não ter fim...


 


Dean correu para a floresta, pois um dos companheiros de Potter conseguira se desvencilhar e tentava fugir, apesar de mancar de uma das pernas.


 


Os olhos de Draco permaneciam a um canto do local, onde Hermione e Harry lutavam. A morena estava sendo valente, mas Potter não se daria por vencido tão facilmente.


 


- Fique aqui e abaixado. – disse para o filho, que assentiu com um aceno de cabeça.


 


Saiu correndo em socorro da grifinória.


 


Fora atingido nas pernas por um dos bruxos inimigos, que ficara desacordado segundos depois ao receber um chute na face de Sarah. Olhou para frente, prendeu a respiração...


 


Hermione estava desarmada, caída no chão. Harry aproximava-se lentamente dela, um sorriso debochado nos lábios.


 


- Sempre fui melhor em um duelo que você. – disse, satisfeito – É uma pena que tenha que terminar assim, Mione. Tudo poderia ser tão mais fácil se você simplesmente me entregasse a pedra...


 


A morena cuspiu na direção dele, gritando que não havia pedra alguma. O moreno ficara vermelho de raiva.


 


- Você, realmente, consegue ser inconveniente quando quer. – ele murmurou, secamente – É uma pena, mas eu realmente gostava de você...


 


- Não! – Damian saiu correndo na direção da morena, gritando – Não faz isso, seu malvado! Papai, não deixa, papai!!!


 


Um jorro de luz verde. Draco e Hermione gritaram juntos.


 


O pequenino caíra com um baque surdo, completamente morto.


 


Draco correu para perto do corpo do filho, desesperado. Sacudiu-o, gritou. Suas lágrimas escorriam de seus olhos, não conseguia ver direito.


 


Perdera o filho. Perdera Damian pela segunda vez...


 


Harry estava sorrindo da desgraça do sonserino que sequer notou quando Hermione avançou sobre si. Num flash de segundo, a morena quebrara-lhe o pescoço, enfiando os caninos em sua jugular. Sangue jorrava pelo corte, mas ela não bebia. Queria apenas destruí-lo. Vingar a morte de Damian...


 


Foram precisos três vampiros para afastar Hermione do corpo desfigurado de Harry Potter. A morena ainda se debatia quando teve o rosto seguro pelas mãos de Dean. Custou para que se acalmasse. Quando conseguiu, desabou nos braços dele, chorando sem parar...


 


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Lupin alertara o Ministério sobre o acontecido. Kingsley Shacklebolt aparatou no lugar, levando sua guarda pessoal consigo. Os apoiadores de Harry foram levados para Azkaban preventivamente, onde aguardariam julgamento por seus atos. Dementadores cuidaram do transporte juntamente com os vampiros e os lobisomens.


 


Dean agradeceu aos amigos, Klaus e Liam. Os dois e sua equipe voltaram para Sófia, onde teriam que fazer um relatório sobre o que houvera na clareira para o primeiro ministro búlgaro.


 


Hermione jazia a um canto, sofrendo, vendo Draco permanecer agarrado ao corpo do filho, chorando copiosamente.


 


Levantou-se rapidamente. Olhou em volta. Cruzou a clareira numa fração de segundo, abriu sua mochila.


 


Respirou fundo. Voltou-se para Draco. Sentiu o olhar de Dean sobre si. Ele a conhecia bem demais...


 


Meneou a cabeça, sorriu baixinho. Pediu desculpas ao vento. À voz que lhe atraíra para o jardim de Merlin.


 


Lembrou-se do que o mago lhes dissera antes de partirem. ‘As coisas são do jeito que são por um motivo.’. Engoliu o choro, levou o fruto dourado à boca...


 


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- Tá me esmagando, tá me esmagando!!! – Draco se afastou assim que ouviu a voz do filho.


 


Piscou diversas vezes. Damian estava vivo. Vivo!


 


- Tá me esmagando, papai, tá me esmagando!!! – o pequenino disse, por entre os braços do loiro – Por Merlin, papai! Tá me esmagando de verdade!!!


 


O loiro não conseguiu acreditar. Segurou o filho pelos braços, analisando-o por inteiro. Ele estava vivo. Exatamente como o trouxera quando atravessaram o véu.


 


- Merlin? – perguntou, pensando consigo mesmo, passando as mãos pelos cabelos do menino.


 


- Não. – Damian respondeu, olhando para o lado – Foi a voz dela que eu ouvi me chamando.


 


Os olhos de Draco caíram sobre Hermione. Viu a mochila aberta nas mãos da morena. Compreensão e espanto estampou sua face...


 


Pôs-se de pé, puxou o filho pela mão. Segurou a morena pelo cotovelo, incrédulo.


 


- Por que? – perguntou, sem acreditar – Damian não é nada seu... Você tinha seu próprio sonho. Seu filho! – exclamou, inconsciente de que balançava a morena para frente e para trás – Por que, Granger, por que???


 


- Eu sinto falta de algo que nunca tive. – Hermione explicou, passando uma mão nos cabelos de Damian, sorrindo, tristemente – Você, pelo contrário... – suas íris prenderam as do loiro – Não podia deixar que o perdesse de novo. – disse, suspirando – Seria muito injusto, Malfoy.


 


Damian soltou a mão do pai e abraçou a morena pela cintura, aonde alcançava.


 


- Obrigado! – disse, alegremente – Você cuidou do papai, como eu pedi. Obrigado!


 


Hermione se ajoelhou e sorriu. Abraçou o menino, tendo o cuidar de não usar toda a sua força.


 


Percebeu que não precisava disso. Afastou-o alguns centímetros, confusa. Olhou para si, não viu nada de diferente além dos cortes que adquirira durante a batalha com Potter. Mas estava diferente. Sentia-se diferente...


 


Olhou em volta, seu queixo caiu.


 


Dean sorria, a mochila aos seus pés aberta.


 


Correu para o vampiro, jogou-se nos braços dele. Chorou intensamente...


 


- Não poderemos mais morar juntos. – ele murmurou, a voz embargada – Já imaginou se você se corta? Uhm... – sorriu, brincando – Seu sangue é por demais apelativo para que eu deixasse passar...


 


Hermione segurou o pescoço do rapaz com ambas as mãos, encostando sua fronte na dele. Tinha uma dívida eterna com o vampiro. Sempre teria...


 


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Quase um ano já havia se passado desde aquela noite na clareira. Hermione ainda sonhava com aquela cena constantemente...


 


Fora os pesadelos, sua vida voltara praticamente ao que era antes.


 


No início, houve todo o assédio da imprensa, que perseguira a todos que estiveram na clareira aquela noite. Mas, com o tempo, o assédio diminuiu até desaparecer. Molly Weasley fora grande responsável por isso ao ameaçar os jornalistas do Profeta Diário e de outros jornais de lançar-lhes uma maldição que criaria furúnculos em locais indesejáveis e incômodos do corpo caso eles não desaparecessem do apartamento de Hermione e Dean.


 


A morena passou um tempo na Toca até encontrar um lugar para ficar. Dean decidira vender o apartamento, dando metade do valor para Hermione, a outra metade usando em sua viagem ao redor do mundo. O vampiro decidira acompanhar Sarah Piccoli em sua empreitada.


 


- Não sou de me apegar, você sabe. – dissera para Hermione em uma noite – Mas, venhamos e convenhamos... O que é aquela licantropa? – um sorriso debochado nos lábios – E na cama? Merlin amado...


 


Zach entrara para escola de Curandeirismo como desejara. Estava imensamente feliz por conseguir fazer o curso que sempre desejara...


 


Draco queria abandonar seu trabalho no Ministério da Magia, mas Damian não deixara. Lupin conversou com Shacklebolt e Draco passou a ser assessor do Ministro da Magia. Como seu cargo era de um burocrata, conseguia fazer a maior parte de seu trabalho em casa, indo para o Ministério apenas no horário em que o filho freqüentava a escola.


 


O novo apartamento de Hermione fora escolhido... por Damian. O pequenino a ajudara a escolher um apartamento que fosse bem próximo à sua casa, pois queria ficar perto da morena sempre que possível. Assim sendo, Hermione passou a freqüentar constantemente a casa de Draco e o loiro, a sua.


 


Os três passaram a ser vistos constantemente, indo ao parque, ao cinema, ao beco diagonal...


 


Hermione começara a trabalhar na loja de Fred e Jorge Weasley. Depois, prestara concurso e fora aceita para trabalhar no Escritório Internacional de Direito em Magia. Seu caminho e o de Draco passaram a se cruzar mais vezes. Damian adorou saber disso...


 


Seguindo um conselho do próprio filho, Draco chamara Hermione para sair na véspera do aniversário da morena. Mal sabia ele que o filho e Molly Weasley estavam programando uma festa surpresa para a grifinória...


 


Jantaram em um restaurante fino, voltaram a pé para casa. Beberam um pouco mais de vinho na casa da morena, beijaram-se.


 


Draco levara uma bandeja com o café da manhã, uma rosa vermelha e uma caixinha de presente.


 


Hermione ficara encantada com o par de brincos de esmeralda...


 


Passaram mais tempo juntos na festa realizada na Toca. Hermione finalmente conseguira retomar sua vida. Seus amigos. Tudo estava entrando nos eixos...


 


Duas semanas depois saíra com Draco de uma festa organizada pelo Escritório onde trabalhava. Fora a primeira vez que dormiram juntos. O fato se repetiu pela semana inteira. Damian adorara o fato de encontrara a morena todo o dia à mesa do café...


 


Hermione fora uma das madrinhas do casamento de Dean com Sarah. A morena pegara o buquê, recebendo um beijo no pescoço do loiro que a segurava pela cintura. Damian estava radiante de pajem...


 


Zach cuidou do primeiro braço quebrado de Damian, fruto de uma briga mal sucedida com um coleguinha de escola por conta de um baralho de snap explosivo. Mais tarde, naquele mesmo dia, Draco pegara Hermione ensinando ao filho como ele deveria fazer para se defender de um ataque como o que sofrera...


 


No aniversário de Damian, a morena recebera o resultado de seus exames. Recordou-se da voz que ouvira nas ruínas do Paraíso. Chorou de alegria ao saber que estava grávida.


 


Damian pulou de alegria ao saber que Hermione estava esperando um bebê. “Um irmãozinho!” exclamara, alegre. Draco fez o convite que ansiava há tempos. Hermione mudou-se para seu apartamento...


 


Dean nasceu de sete meses, apressado como só ele. O nome era uma homenagem ao vampiro que tornara aquele sonho possível.


 


Hermione e Draco viveram felizes para sempre, pois eles sabiam que o sempre agora existia. Paraíso ou inferno. Tártaro ou jardins suspensos... Não pensavam mais nisso.  Pensavam em viver o agora, pois como o sábio dissera... ‘não há Paraíso que valha mais que uma vida bem vivida...’...


 


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Comentários: 1

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Enviado por Byanca em 25/01/2012

nossa , nossa , nossa , que lindo ... Parabéns *-*

Nota: 5

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