Harry deixou a mesa e subiu as escadas. Era melhor ele arrumar isto antes de ir mais longe. As mulheres do futuro tinham as idéias mais estranhas sobre como tratar seus senhores. Já era tempo dele instruir Ginny nos finos propósitos da arte.
Ele entrou em seu quarto e parou imóvel. Ginny segurava sua adaga em uma das mãos. A visão era tão absurda, que ele quase riu. Assim era, que ele não podia conter seu sorriso.
— Pelos Santos, Ginny, o que você está fazendo?
— Eu estou indo proteger Joanne. — ela disse brevemente.
— Com o quê? Com palavras severas?
Ela segurou a adaga na frente dele.
N/a: Mais dois capitulos
COMENTEM POR FAVOR
— Você acha que eu não sei como usar isso?
Harry quase disse não, mas ele viu o dano que ela fez no nariz de Nolan.
— Eu acho, — disse Harry, lentamente, — que você pode saber como usar seus punhos. Mas, uma adaga? Nay, eu acredito que não.
— Aprenderei, não graças a você. — ela lhe deu um olhar tão frio, que ele vacilou. — Você é insensível, Harry Potter, por forçar uma criança a dormir em um salão cheio de homens. Eu estou bem familiarizada com o que seus homens são capazes de fazer.
Harry franziu o cenho. Ele não tinha resgatado ela naquela noite? E, pelos Santos, ela apenas veria Joanne instalada…
— Não importa. Cuidarei dela eu mesma. Posso ver que você não vai ser de nenhuma ajuda.
Ele dobrou os braços sobre o peito, seu orgulho poderosamente golpeado. Ele observou ela caminhar até a porta, abri-la e, então fechá-la atrás de si com um estrondo. Ele ficou meio tentado em segui-la e ver qual seria sua expressão quando ela percebesse seu engano. Mas não, ele provavelmente desfrutaria mais se ele apenas esperasse até ela retornar e pedir desculpas.
Ele permaneceu no mesmo lugar, esperando. Não demorou muito. Apenas um breve momento se passou antes da porta se abrir silenciosamente. Ginny entrou, sua expressão sombria.
— Eu sinto muito. — ela disse, suavemente, fechando a porta atrás dela.
Ele assentiu.
— Você deveria estar. Eu não sou o ogro que você pensa que sou.
— Eu sei.
Ele esperou. E quando ela não disse mais nada, ele franziu as sobrancelhas.
— Isso é tudo? Você precisa de lições na arte de pedir perdão, Ginny.
Ela atravessou o quarto até ele.
— Construir um quarto apenas para ela é muito mais do que eu mesma podia ter pedido. E foi um sacrifício para você ao renunciar a uma parte de seu quarto para que ela estivesse confortável agora. Você tem um coração muito generoso, Harry Potter.
Harry teve que concordar com ela. E, de alguma maneira, ele não podia fazer mais nada a respeito. Ele não gostava de se desculpar, e sem dúvida Ginny, tampouco. Ele a olhou por um momento ou dois com os lábios franzidos. Finalmente meneou sua cabeça.
— Perdoada. Eu também falei com meu filho, no caso de você estar se perguntado.
— E?
— Eu disse a ele para deixá-la em paz. Ele não a incomodará daquele modo, pelo menos por um ano ou dois.
— Obrigado, Harry.
Ele suspirou com resignação.
— É o último capricho seu que eu planejo atender, Ginny. Tenho coisas mais importantes para fazer. — sua voz endureceu, juntamente com sua expressão. — E não comece a exercer sua magia sobre meu filho. O que você fez com Joanne é seu assunto, mas não deixarei você alvoroçando em cima de James. O menino é meu para criar, e não quero nenhuma interferência de sua parte. Você pode manter suas opiniões e assuntos femininos para você mesma.
Ela se afastou dele, mas não antes dele ver o olhar magoado em seu rosto. Pelos Santos no céu, o que ele tinha dito agora?
— Ginny…
— Apenas me deixe em paz. — ela disse, cortante.
Harry sentiu um incontrolável desejo lançar suas mãos ao alto e abandonar sua câmara. Por todos os santos do céu, o que ele pensou ao deixar uma mulher entrar em sua vida? Elas não significavam nada mais que problemas, e ele sabia disso desde o começo. Elas certamente requeriam mais desculpas do que ele suspeitava. Só os santos sabiam o que mais seria exigido dele antes que esta história terminasse.
Ele caminhou para a lareira e sentou em seu banquinho, onde podia conseguir uma boa visão de Ginny. Claro, era um olhar para suas costas, já que no momento ele não podia ver seu rosto, ela se voltou de costas. Ele esfregou sua mandíbula pensativamente. Pelo menos Ginny não tinha fugido.
Ela o estava ignorando. Também ficou claro que ele disse algo que feriu seus sentimentos. Isso não fazia sentido. Ele estava rapidamente dando-se conta de que não gostava desse olhar em seus olhos. Melhor que ela estivesse gritando com ele que chorando.
— É óbvio que eu disse algo inadequado. — ele se aventurou em dizer.
Ela permaneceu em silêncio. Harry esfregou seu queixo uma ou duas vezes mais, então começou a esfregar a parte detrás de seu pescoço. Isso sempre lhe fornecia melhores respostas.
— Você se importaria de me dizer o que foi? — ele perguntou.
Suas costas estavam duras como uma tábua. Harry meneou sua cabeça em silenciosa admiração por sua teimosia. Aye, tinha encontrado uma parceira nisto.
— Ginny?
Ela se virou.
— Você realmente quer saber? — perguntou ela.
Julgando pelo olhar em seus olhos, Harry estava meio tentado a lhe dizer não. Mas ele não era covarde, então assentiu. Hesitante.
— Primeiro, — ela disse, levantando sua mão no ar como se pretendesse enumerar em seus dedos uma lista de censuras. — você se mandou daqui noutro dia como se não pudesse esperar para se afastar de mim. Você sabe como me senti?
Se mandou? Harry abriu sua boca para perguntar o significado daquilo, então a fechou ao ver o olhar de ira em seu rosto.
— Pensei que tinha descoberto uma autêntica veia de ternura debaixo de todas aquelas queixas depois que nós retornamos da floresta. Você foi tão maravilhoso! E então…
Ela engoliu de repente, duro, então endireitou seus ombros para trás.
— Você destruiu o romantismo com um sopro mortal. — ela disse com dureza. — Se isso não fosse suficiente ruim, agora você me diz que não quer que eu me meta com seu filho. Ah, e não vamos esquecer a parte sobre me ver e nem me ouvir. Logo, logo, você vai me transformar em uma Donna Reed, acorrentada ao fogão. Santo Deus, Harry, é a maior exibição de Neandhertalismo menos atrativa que eu já testemunhei!
Harry só podia olhar para ela, boquiaberto. Não tinha entendido metade do que ela tinha dito. Ela falava seu idioma muito bem, como uma regra, e geralmente ele podia decifrar as estranhas palavras que ela dizia ocasionalmente. Mas agora ela estava, obviamente, introduzindo muito mais que uma palavra ocasional em seu gaélico. Ele não tinha idéia do que ele feito, mas estava seguro que tinha sido exposto de uma maneira nada atrativa. Ele verificou seu plaid tão discretamente possível. Nay, tudo parecia estar bem coberto.
— E, além disso, Sr. Chauvinista, se você tivesse romantismo suficiente em sua alma para entender o conceito, você perceberia que o que eu realmente quero é ser consolada. Quero que me diga que não pode viver sem mim. Não quero que me diga que não tem tempo para atender meus caprichos. Eu nem sequer tenho caprichos! Sou uma mulher muito razoável!
Com isso, ela lhe lançou outro olhar descontente virou suas costas para ele novamente.
Harry fez uma pausa e refletiu sobre o último. Realmente, ela não era uma mulher de exageros. Ele provavelmente devia ter dedicado mais tempo para ela, mas, santos no céu, ele não se atrevia! Ele fazia o impossível para se manter afastado dela e não cair ainda mais sob seu feitiço.
Ele suspirou. Era muito tarde para isso. Quanto mais dias se passavam, mais ele gostava dela. Ela não era como nenhuma outra mulher que ele já conhecera. Ele se perguntou a princípio se era porque ela era do futuro. Agora ele começava a suspeitar que era só porque ela era Ginny.
Talvez fosse sensato acalmá-la um pouco. Ele pigarreou.
— Eu enchi o poço hoje. — ele anunciou.
Ela ficou em silêncio por um bom tempo. Então se girou e o enfrentou.
— Você tapou? — ela perguntou suavemente. — Por quê?
Ele encolheu os ombros.
— Eu não devia ter colocado você lá. — ele a olhou e encolheu os ombros outra vez. — Eu fiz isso como uma reparação, creio eu.
Ela sorriu. Era como um raio de sol depois de uma tempestade feroz. Harry se felicitou silenciosamente. Um pedido de desculpas era um preço pequeno a pagar por isso.
— Mas o que você fará com seus prisioneiros? — ela perguntou.
— Farei com que você os vigie com sua adaga, creio eu.
Ela riu suavemente.
— Oh, Harry. Você tem um maravilhoso senso de humor.
— Humor? O que têm os meus humores a ver com isso? Eu nunca fico doente.
Ela cruzou o quarto e se ajoelhou na frente dele.
— Eu quis dizer que você graceja muito bem.
— Ah, — ele disse sensatamente. — Realmente eu faço.
— Obrigada pela reparação. Creio que você tem mais cavalheirismo do que eu pensava. — ela se inclinou e o beijou na face.
Ele piscou, surpreso. Mas não estava tão surpreso para não reconhecer uma coisa agradável quando ele via uma.
— Faça isso outra vez. — ele ordenou.
— O quê? Dizer obrigada?
Ela brincava com ele. Ele reconheceu o brilho em seus olhos e resolveu colocá-lo lá com mais freqüência.
— Realmente, mas não com palavras. — ele apontou para sua face. — A outra.
Ela se inclinou para frente e o beijou outra vez, um beijo tão suave que ele mal sentiu.
— Outra vez.
Ele encontrou seus lábios desta vez. Então a puxou de volta lentamente e a olhou, tentando avaliar sua reação. Cavalheiresco ele poderia ter sido, e secretamente pensou que Ginny era muito sábia por notar aquela característica nele, mas ele não era versado em beijar. Se perguntou se Ginny notaria sua falta de habilidade, e esse pensamento o envergonhou.
— Não faça isso. — disse Ginny. — Não faça mais essa cara feia para mim hoje, Harry.
Ele não percebeu o que estava fazendo. Então ele tentou um sorriso. Não era seu melhor esforço, então ele se inclinou e beijou Ginny, com força e, em seguida se recostou na cadeira antes que seu orgulho pudesse sofrer mais golpes.
— Outra vez.
Ele encontrou seus olhos.
— Outra vez?
Ela sorriu. Sua suavidade quase o machucou.
— Outra vez.
Ele a levantou em seus braços e a sentou em seu colo. Ela pareceu muito surpresa, mas Harry ignorou. Não havia nenhuma razão para não ficar confortável, enquanto ele fazia seu trabalho.
Ele se inclinou e beijou Ginny outra vez, com firmeza. Ele viu seu estremecimento. O constrangimento o invadiu, por saber de repente que ele a machucou. O quarto ficou sufocante. Quando se tornou tão quente? Pelos santos no céu, ele desejou não tê-la beijado em primeiro lugar.
— Isso foi bom, — disse ela com suavidade, colocando seu braço ao redor de seu pescoço. — não foi?
Ele já tinha machucado sua boca. Misericordioso São Miguel, estava além de toda ajuda! Ele aventurou um olhar em seus olhos e nada viu além de confiança lá. Ele dificilmente poderia acreditar, mas não havia como negar o que via.
Então, ele tomou coragem e se inclinou novamente. Só que desta vez, ele mal tocou os lábios dela com os seus. Na verdade, seu beijo foi mais suave que um suspiro contra os lábios dela. Um calafrio a percorreu. Harry estava a ponto de lançá-la para fora de seu colo a fim de salvar seu orgulho, quando ela abriu os olhos e sorriu para ele.
— Oh, Harry.
O tom de sua voz disse tudo. Se ele pudesse se vangloriar enquanto estava sentado em uma cadeira, ele teria feito isso. Ele se inclinou novamente e a beijou, exatamente do mesmo modo. Os olhos dela se fecharam, e seu outro braço rodeou seu pescoço. Harry apenas se atrevia a respirar, temendo quebrar qualquer feitiço que estivesse ocorrendo. Ele estremeceu quando sentiu o dedo dela brincando com seus cabelos. Och, mas a moça podia fazer coisas terríveis para ele com um só toque.
E então um pensamento angustiante cruzou sua mente. E se ela aprendeu tais habilidades com outro homem? Talvez com um marido? Ele se afastou dela e a olhou, sentindo um frio terrível envolver seu coração.
— Ginny?
Ela abriu os olhos e sorriu para ele.
— Sim, Harry.
— Você está noiva? — até verbalizar a pergunta o afligia.
Seu sorriso mudou. Se tornou triste. Ou se tornou melancólico. Ele não se atreveu a especular.
— Mais ou menos.
— Mais ou menos?
— Neville Longbotom.
— Neville Longbotom? — ele repetiu. — O quê, pelo santificado nome de São Miguel é um Neville Longbotom?
Ela sorriu.
— Você parece o meu pai. Oh, Harry, — ela disse, com um suspiro, — ele teria gostado tanto de você.
Harry viu como ela voltava seu rosto e contemplava o fogo.
— Você sente muita falta deste Longbotom? — ele perguntou severamente, temendo sua resposta.
Ela meneou a cabeça, um sorriso lânguido em seus lábios.
— Eu só sinto falta de minha família.
Uma onda de alívio o invadiu. Talvez ele apenas lançasse o anel na floresta, e de alguma forma ele encontraria um jeito de voltar para Lorde Longbotom e isso seria o fim da história.
Sentir saudades de sua família era algo que ele podia entender. Seu pai morreu pela espada de um Malfoy quando Harry tinha dezesseis anos. Embora ele e seu pai nunca tinham sido particularmente próximos, tinha sido um golpe perder seu pai. Uma dor muito mais profunda tinha sido a perda de Patrick. Harry nunca lamentou, mas sabia que deveria tê-lo feito. Sua tristeza foi profunda, e ainda pesava fortemente sobre ele às vezes. Mas como aliviar a dor de Ginny? Talvez o único modo fosse enviá-la para casa. Ele quis fugir de tal pensamento, mas não podia. Quem era ele para aumentar sua dor, quando possivelmente podia ser aquele que o tirasse?
— Ginny, — ele disse lentamente. — eu posso tentar levá-la de volta a floresta, novamente, se você desejar.
— Então você quer que eu vá. — não era uma pergunta.
Harry a puxou para ele novamente e fechou os olhos. Pelo menos ela soava como se quisesse ficar.
— Claro que não. — ele disse, utilizando tanta aspereza quanto era possível. — Há várias razões pelas quais você deve ficar.
E ele não quis verbalizar nenhuma delas. Dizer a Ginny que ele queria mantê-la porque percebeu que estava se acostumando com ela, era algo que ele não podia admitir ainda.
— Joanne precisa de um banho, e me atrevo a dizer que ninguém mais pode convencê-la disso além de você.
— Claro.
— E você precisa de mim para ensiná-la como beijar. Este Longbotom era obviamente terrivelmente inexperiente. Espero que ele nunca a tenha levado para a cama.
Ele podia jurar que sentiu o calor subir por suas faces. Ele a olhou de esguelha e viu que ela realmente estava ruborizada.
— Ele não se deitou com você, não é?
— Nem sequer me beijou.
— Alguém mais o fez? Qualquer outra coisa?
— Harry, — ela exclamou. — isso não é da sua conta!
— Ah, entendo. — talvez ela fosse virgem. — Quantos anos você tem, Ginny?
— Vinte e quatro. — ela ergueu sua cabeça e o olhou zangada através de seu rubor. —Estou me guardando para o casamento, por isso não comece com nenhuma de suas grandes idéias, brutamonte.
Ali estava aquela palavra novamente. Pronuncia indistinta ou não, Harry não se importava. Ele estava simplesmente feliz de ver o fogo de volta em seus olhos. Ele se inclinou e a beijou tão gentilmente como o tinha feito antes. Ginny ficaria. De alguma maneira, aquele pensamento não era tão repulsivo. Ele lhe deu um sorriso, apenas para deixá-la saber onde seus pensamentos o levaram.
Ela se esticou e tocou sua face.
— Você tem uma covinha muito bonita, — disse ela.
Ele imediatamente franziu o cenho.
— Não tenho marcas.
— Não se trata de uma marca, Harry, é uma covinha. É uma gracinha.
— Gracinha? — repetiu ele, em tom de dúvida.
— Encantadora, — ela esclareceu. — Atraente. Sexy.
— Sexy? O que é sexy? — agora, isto soava como uma palavra do futuro que ele definitivamente deveria conhecer.
— Chega desta conversa. — disse ela rapidamente, afastando-se de seus braços. — Já é hora de ir para cama.
— Creio que é melhor ficar e ter você olhando para minha covinha sexy novamente. — disse ele, agarrando-a.
— E eu acho que seria realmente melhor ir dormir. Vá embora.
Harry brincou com a idéia de discutir, em seguida, decidiu que era melhor não. Haveria tempo suficiente para aprender todas as palavras do futuro de Ginny e encorajá-la para que lhe dissesse mais elogios como o que ela lhe disse essa noite.
Harry se levantou e foi buscar um cobertor em sua cama. Ele se virou enquanto Ginny se despia e rastejava para debaixo de seus cobertores. Ele se estirou no chão e se resignou a passar uma desconfortável noite de sono.
— Boa noite, Harry.
Ele grunhiu, tentando encontrar um modo confortável para mentir. Se forçou em não lembrar todos os solenes juramentos que ele fez sobre não deixá-la complicar sua vida.
Era muito tarde para isso agora.
— Uma pena que este seu Longbotom fosse tão tolo para deixar você ir. — disse ele.
— E por que você diz isso?
Harry grunhiu.
— Acha que eu a devolveria para ele agora? Depois de ter me causado pelo menos uma quinzena de aflição? Você perturbou completamente minha vida. Não vou deixar você sair tão facilmente.
— Oh, Harry.
Ele se amaldiçoou por estar no chão em vez de na cama ao lado dela, porque tinha a nítida sensação que teria outro beijo por aquele sentimentalismo tão floreado.
Ele suspirou e girou para o fogo. Aye, ela ia ficar. Ela ficaria, e ele faria o máximo esforço para não deitar-se com ela, apesar de si mesmo, já que casar estava fora de questão. Ele tinha um herdeiro, e certamente não queria uma esposa.
Mas ele tomaria uma mulher do futuro e de certa forma aprenderia a viver com ela.
Era uma visão, de longe, mas atraente do que aprender a viver sem ela.