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0. Prólogo


Fic: Azkaban - desvendando Sirius Black. - 2 Capítulos novos!


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Prólogo

Ele estava com pressa, tinha acabado de receber a informação de que seria naquela noite. Correndo, ele desceu as escadas, o chaveiro tilintando em seu bolso, as feições contraídas. Estava preocupado com o que poderia acontecer.

Sem se preocupar se esbarrava com alguém e sem parar para responder as perguntas de “aonde você vai?”, ele escancarou a porta e avançou rumo a sua motocicleta. Ele encaixou a chave na ignição e deu a partida, com um ronco forte de motor, Sirius Black ganhou os céus.

Enquanto voava, pensamentos confusos passavam por sua cabeça. O que estaria acontecendo naquele momento? Ele conseguiria impedir Vold... melhor não pensar naquilo e se concentrar em acelerar.

Alguns minutos depois ele sobrevoava o local onde ele sabia que estava a casa, uma casa que poucos podiam ver devido ao feitiço do Fiel Segredo. Sirius conhecia o segredo, mas agora alguém indesejado também conhecia.

Finalmente, após longos minutos de angústia que o consumiram, ele pousou na frente da casa dos Potter.

Ao desmontar, percebeu que seus piores pressentimentos haviam se confirmado: Voldemort estivera ali.

Sirius não pôde evitar o calafrio que lhe percorreu a espinha ao encarar os escombros do que havia sido a casa de seu melhor amigo. No meio de toda aquela destruição, ele reconheceu Rúbeo Hagrid, abaixado sobre alguma coisa.

-“Ha-Hagrid!” – chamou ele, surpreendendo-se ao notar como sua voz estava rouca.

Uma grande massa coberta por uma cabeleira desgrenhada virou-se para ele.

-“Sirius!” – exclamou o gigante levantando-se e caminhando na direção de Black.

Foi naquele momento que ele viu o pacotinho que Hagrid carregava. Era um pacotinho comprido e branco, que parecia se mexer um pouquinho.

-“Você.... você-sabe-quem esteve...” – começou o gigante.

-“Eu sei.” – interrompe-o Sirius.

Hagrid arregalou os olhos para ele. Sirius avançou alguns passos, um tanto trêmulo.

-“Harry...” – murmurou ele, espiando o pacotinho que Hagrid trazia.

De dentro dele, Harry encarou o padrinho com seus grandes olhos verdes. Não parecia estar transtornado, tampouco estava calmo. A atitude de Harry, talvez inconsciente, talvez não, era semelhante à de quem assiste a um filme de suspense, atento ao menor movimento.

Ao observar o garoto, Sirius notou a cicatriz em sua testa e sentiu pena. O fato de que o menino tinha acabado de tornar-se órfão penetrava em sua mente e em seu coração como uma agulha extremamente pontiaguda.

-“O coitadinho estava bem assustado quando cheguei,” – começou Hagrid – “mas felizmente consegui acalma-lo.”

-“Que bom, Hagrid, que bom.”

Afastando-se, Sirius deu uma boa olhada no local – não sobrara quase nada.

-“Vai haver muita comemoração por aí, pode apostar!” – disse o gigante, tentando parecer animado – “Parece que, de alguma forma, o Harry derrotou você-sabe-quem!”

Mas Tiago e Lílian estavam mortos. Sirius chutou um montinho de entulho e soltou um grito forte, que lembrava um uivo. A dor dentro dele era latente.

-“Me dá o Harry, Hagrid.” – começou ele, virando-se para o gigante, que tinha os olhos arregalados – “Sou o padrinho dele, vou cuidar dele...”

-“Eu... eu... recebi ordens expressas de Dumbledore...”

-“Não me interessam as ordens de Dumbledore!”

-“...para levar o Harry...”

-“Harry fica comigo!” – gritou Sirius, aproximando-se novamente de Hagrid com uma expressão doentia no rosto.

-“...para a casa de seus tios.”

-“HARRY FICA COMIGO!” – ele avançou para o pacotinho, mas Hagrid o protegeu com o corpo.

-“NÃO VAI NÃO!” – berrou o gigante, baixando o tom de voz logo em seguida – “Desculpe, Sirius, sei que você está chocado com o que aconteceu, mas eu vou cumprir as ordens de Dumbledore!”

Sirius respirava rápido, estava pálido e confuso, mas procurou acalmar-se.

-“Está bem, Dumbledore deve mesmo saber o que é melhor.” – disse, ao que Hagrid notou um tom de ironia em sua voz - “Leve-o na minha moto,” – atirou a chave ao gigante – “não vou precisar mais dela.”


* * *


Ele não sabia ao certo o que aconteceria depois, só sabia que não se importava com as conseqüências. Decidido, ele andava pela rua movimentada, a varinha escondida no casaco de trouxa que vestia.

Sirius caminhava sem se importar com os olhares assustados que as pessoas lhe lançavam, embora estivesse consciente de que sua cara de quem não dormira deveria estar mesmo horrível. Porém, só o que lhe interessava era encontrá-lo, encontrar Pedro Pettigrew e infringir-lhe o máximo de dor que conseguisse.

Por fim, ele o avistou. Acelerando o passo, ele praticamente correu ao encontro do traidor. Pedro, por sua vez, ao ver que Sirius vinha transtornado em sua direção, começou a tremer e a suar frio.

-“Peguei você!” – disse Sirius, aproximando-se e sacando a varinha sem se importar com quem estivesse olhando.

-“Si-Sirius, meu velho colega!”

-“Não me venha com essa de velho colega! Você matou Lílian e Tiago, achou que eu não fosse reparar, foi?”

Percebendo que o perigo era maior do que ele imaginava, Pedro também sacou sua varinha. Antes que Sirius pudesse reagir, ele cortou um pedaço do próprio dedo.

-“O que você...?”

-“PORQUE VOCÊ TRAIU LÍLIAN E TIAGO? PORQUE?” – gritou Pedro, choramingando.

Atônito, Sirius ficou sem reação. Num instante, o outro lançou um feitiço que fez a rua inteira explodir. Como tinha reflexos rápidos, Sirius executou um feitiço escudo e conseguiu escapar ileso. Porém, quando a poeira baixou, Pedro não estava mais lá.

Ao olhar o caos que se instalara ao seu redor, Sirius compreendeu o que havia acontecido. Sem conseguir se controlar, ele começou a rir.

Ria como um maníaco. Ria por ter sido passado para trás. Ria de humilhação. Ria de dor.

Pouco tempo depois, ele foi preso. Alguns dias depois, foi julgado. E menos de uma semana depois da morte dos Potter e da queda de Voldemort, Sirius Black foi trancafiado em Azkaban.



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