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5. Crises


Fic: De amigos a amantes


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–        Olá Sra. Weasley! Olá garotas! – disse Hermione chegando à Toca com Rony e a filha numa sexta feira à noite.


–        Hermione! Você está con uma carrra horrível – comentou Fleur.


–        Ela tem trabalhado demais! – respondeu a Sra. Weasley.


–         Gina e Harry não chegaram? – perguntou Hermione colocando a filha no chão.


–        Ainda não – respondeu Audrey mulher de Percy. Audrey também trabalhava no ministério.


–        Passei na sua sala hoje duas vezes e você não estava. Não sabia que tinha tanto trabalho externo.


–        Tem dias que não tenho tempo para nada.


–        Você tem que pegar mais leve; Fleur tem razão você parece muito cansada.


Hermione teve vontade de dizer à cunhada que entre o trabalho, a filha e dois homens não lhe sobrava muito tempo. Raramente conseguia sair para almoçar e realmente almoçar. O tempo do marido e de Harry eram cronometrados inclusive nos fins de semana. Provavelmente o motivo que fazia Audrey se intrometer na vida dela e das outras cunhadas era o fato de Percy, segundo comentários da ex-namorada Penélope, ser a exceção da família em questão de “tamanho”.  Felizmente Rony e Harry eram muito bem favorecidos no assunto pensou intimamente feliz.


A demora de Harry a estava preocupando. Não quis perguntar novamente se alguém sabia de alguma coisa. Gina chegou com James e Albus tarde da noite. Ela e Harry haviam brigado. Gina o tinha visto conversar com uma mulher desconhecida. Hermione a consolou dizendo que provavelmente não era nada, mas por dento sentia tanta raiva quanto a amiga.  Na manha seguinte Harry chegou e disse que tinha sido um mal entendido, era uma daquelas fãs loucas que sempre teve. Nem Gina e nem Hermione lhe deram confiança o fim de semana todo e Harry sentiu pela primeira vez como era difícil administrar o ciúme de duas mulheres.


Hermione trabalhava numa ampla sala no andar acima da sala de Harry e Rony; nenhum dos dois a visitavam com freqüência. Todos levavam o trabalho muito a sério e o ministério era enfeitiçado para impedir encontros amorosos entre os funcionários. Harry foi vê-la antes de ir para casa.


–        Sabe como detesto essas garotas Hermione!


–        Eu sei. Fizeram as pazes?


–        Ainda não, mas faremos... e nós? Tenho a tarde livre.


–        Vá para casa Harry e fique um pouco lá!


–        Podemos fazer alguma coisa agora?


Harry se aproximou e a beijou. Colocou a mão de Hermione sobre sua calça.


–        Minha porta não é enfeitiçada pode entrar alguém a qualquer minuto.


–        E mais tarde?


–        É serio Harry pode entrar alguém.


Harry abriu a calça e colocou o pênis para fora, mas se curvou o segurando com as duas mãos.


–        O que...


–        Eu disse que havia um feitiço! Coloque de volta! – disse Hermione rindo.


–        Como é que se sabe que alguém colocou pra fora? Está ardendo como nunca! Isso não é justo – disse rindo fechando o zíper.


A porta se abriu e ele colocou a pasta na frente do membro ainda duro. Era Audrey.


–        Olá Hermione... oi Harry – disse surpresa em encontrá-lo ali.


–        Oi – respondeu Harry – já estou de saída... obrigado por tudo Hermione... até mais.


Sem pensar Harry beijou Hermione no rosto e parou de frente a Audrey; o jeito foi beijá-la também. Saiu de lado apressado segurando pasta escondendo a ereção.


Hermione segurou a vontade de rir, mas reparou que Audrey parecia ter gostado. Provavelmente Harry nunca a beijara antes.


–        Vai se mudar para a sala ao lado não? – perguntou Hermione só para “cortar o barato” de Audrey – É uma ótima sala.


–        É! É sim...


Rony entrou na sala e sorriu para ela antes de beijar Hermione. Por um segundo Hermione achou que Audrey desejou que Rony a beijasse também.


Quando a cunhada saiu Hermione bateu a porta.


–        O que foi? – perguntou Rony.


–        Harry a beijou no rosto. Acho que ela ficou meio surpresa, mas muito feliz. Tão feliz que estava olhando para você também! Na minha cara!


–        Talvez seja virgem ainda; você sabe por causa do... pequeno de Percy.


–        As garotas sempre comentaram que ela é meio puritana – disse Hermione zangada – quem ela pensa que é?


Rony começou a rir.


–        Deixa pra lá Hermione; ela foi para a sala nova se masturbar pensando em mim e Harry.


–        Pare!


–        Você não é puritana... – disse Rony sentando Hermione em sua mesa e colocando as mãos entre as pernas dela. Puxou a meia calça e a calcinha.


–        Pare... Rony!  Não...


–        Ahhhh!


–        O coloque para dentro... o feitiço esqueceu? Quantas vezes já lhe... pobrezinho...


Harry e Rony se encontram no elevador. Os dois numa desconfortável situação, mas Rony tinha a calcinha da mulher no bolso.


–        Como está Gina?


–        Mesma coisa. Já disse foi um mal entendido!


–        Acontece.


–        Não está zangado?


–        Por que devia estar? Gina sabe se virar. Se você a trair ela quebra seu braço e Hermione o seu pescoço.


Harry não respondeu; sentiu um calafrio como se Rony fosse dizer em seguida “pensa que eu não sei? Pensa que nunca percebi como você come minha mulher com os olhos?”


–        Ter uma amante não deve ser fácil – continuou Rony


–        Não tenho idéia.


–        Pergunte a Dino Thomas, Seamus...Todos eles têm. Eles não têm a sorte que nós temos.


–        O que?


–        Você sabe! Gina é uma boa esposa não é?


–        Boa mãe também.


–        Não é por ser minha irmã, mas ela é bem bonita! Você não tem do que se queixar.


–        Não...


Rony saiu do elevador e Harry o odiou naquele momento. Ele tinha razão.


–        Cuidado com Audrey. Você sabe a historia sobre Percy... às vezes ela pode querer alguma coisa um pouquinho maior.


–        Terei cuidado obrigado – respondeu Harry não segurando o riso.


No dia seguinte Rony se barbeava em frente ao espelho. Hermione o observava; ele nunca fora o mais bonito dos rapazes de Hogwarts, mas tinha alguma coisa que a atraia. O corpo nem musculoso e nem magro demais, quase sem pêlos. Além disso, era muito carinhoso com ela e a filha e, principalmente, a fazia rir. Eram muito diferentes no modo de agir, mas talvez fosse o principal motivo de se gostarem tanto. Ela se perguntava há muito tempo porque amava Harry também e por que não conseguia ficar longe de nenhum dos dois.


Hermione o abraçou e o puxou para fora do banheiro. Rony a fez sentar de costas sobre ele.


Quando Hermione abriu os olhos achou que estava delirando. Harry estava na porta do quarto parado de olhos arregalados. Obviamente tinham perdido a hora. Rony aumentava o ritmo, puxou Hermione e a colocou numa nova posição. Ela perdeu Harry de vista; ele devia ter se escondido ou ido embora. O viu dentro do guarda roupa se masturbando olhando os dois pela porta entre aberta.  A cena deixou Hermione mais excitada.


–        Mais forte – pediu


–        Você que manda! – disse Rony a colocando de quatro. Hermione desejou que Harry saísse daquele guarda roupa e os dois revezassem.


Harry não conseguiu evitar e gozou nas roupas do casal.


Mal Rony entrou na lareira para ir trabalhar Harry já estava transando com Hermione. Após horas de sexo ininterrupto Hermione estava exausta. Harry estava calado.


–        Me avise se Audrey der em cima de você. Só me faltava essa agora.


–        Ok.


–        Transaria com ela?


–        Talvez...


–        O que?


–        Talvez Percy descobrisse e tentasse me matar e eu iria embora.


–        Que está dizendo Harry?


–        Bobagens eu sei... é que às vezes quero ir embora com você pra bem longe. De volta à Austrália.


–        Não veria seus filhos de novo. Gina não permitiria.


–        Devíamos ter transado naquela barraca. Eu devia ter dito a Rony que sim a horcrux estava certa! Que ele devia tratar de arrumar outra mulher! Mas não fizemos isso e você pulou no pescoço dele e o beijou. Acabou com todas as chances ali...


–        Eu sempre gostei de Rony! Nunca menti pra você!


–        Você disse que eu era desejável.


–        Você é?


–        É. Audrey deve achar também. Talvez ela largue o marido para fugir comigo.


–        Já conversamos sobre isso várias vezes.


–        É mais agora eu sei por que você não quer largá-lo.


–        Você gostou do que viu...


–        Nem que fosse pra dividir você com ele. – disse Harry sentando na cama – Só quero ficar com mais com você. Talvez Gina continue zangada comigo... não me importo mais! Eu te amo Hermione.


–        Eu também te amo Harry.


Harry se levantou zangado aquelas palavras não bastavam mais.


No ministério encontrou com Audrey. Trocaram algumas palavras ela o convidou para conhecer sua nova sala.


–        Eu irei – respondeu Harry simpático.


Talvez ela quisesse mesmo alguma coisa com ele porque o procurou varias vezes nos dias seguintes. No fim de semana na Toca; Harry e Gina chegaram cedo e os meninos dispararam a brincar pelo jardim. Percy e Audrey já estavam por lá e por onde Harry andava parecia que a cunhada aparecia ao seu lado. Não demorou muito para Hermione perceber e ficar muito zangada. Com a casa lotada não podia dizer nada e Harry começou a provocá-la; gostava da atenção e dos olhares enciumados dela.


Certo que Hermione daria um jeito de procurá-lo Harry saiu para o quintal e acabou ficando muito tempo por lá brincando com os filhos. Viu Rony abrir a janela do quarto. O amigo acenou e deu um ligeiro pulo; Harry conhecia aquela expressão. Hermione estava lá com ele! Provavelmente agachada entre suas pernas...


Rony colocou Hermione sentada numa cômoda; se apoiou com as mãos e começou a se mexer. A cômoda caiu com os dois.


–        Eu arrumo isso – disse Rony olhando em volta – cadê minha varinha?


–        Você é doido! – disse Hermione rindo muito.


Os dois deitaram no chão Hermione.


–        Estive pensando Hermione... Rose já vai completar dois anos... Ela é linda! Puxou você ainda bem. Não acha que podíamos...


–        Outro filho?


–        Se você quiser é claro.


–        Se eu quiser? É claro que quero!


–        Assim que eu puder andar de novo... podemos começar a tentar.


–        Não se preocupe! – disse Hermione sentando sobre ele.


–        Você é linda sabia? – disse Rony segurando os seios dela.


Durante a noite Harry não estava exatamente se masturbando; mexia no membro para um lado e para o outro embaixo do pijama.


–        James tem essa mesma mania – murmurou Gina.


–        Achei que estava dormindo desculpe...


–        Ele fica se tocando toda hora; já mandei parar de fazer isso pelo menos em publico. Ele deve ter visto você fazer; você faz toda hora. Que adianta o mandar parar se o pai não consegue.


–        Não faço isso em publico.


–        Basta achar que alguém não está vendo.


–        Não farei mais.


–        Fará sim.


–        É gostoso ficar mexendo... – disse Harry rindo – não quer aproveitar?


Gina se virou e Harry a beijou.


–        Está bem – ela suspirou. Abaixou a parte de baixo do pijama e Harry se deitou em sobre dela. Sentiu uma certa resistência.


–        Ai Harry!


–        Desculpe. Acho que...


Harry a beijou e começou a tirar a parte de cima do pijama.


–        Harry!


–        O que Gina?


–        Devagar!


–        Mas...


Gina sentiu Harry sentiu que ejacular sobre ela.


–        Desculpe... foi automático. Já fazia tempo que estava mexendo nele...


–        Bom pelo menos um de nós se divertiu! – disse Gina tornando a se virar.


–        Gina! Vamos começar de novo!


–        Você parece um adolescente!


–        Você parece uma virgem! – disse Harry se levantando. Desceu ate a sala da Toca zangado e de repente tomou uma decisão. Foi ate o quarto de Rony e bateu na porta varias vezes.


–        Sou eu.


–        Ei! estamos tentando fazer um bebe aqui! – disse Rony.


–        Preciso falar com você!


Harry ouviu barulho; demorou alguns minutos para Rony abrir a porta enrolado num lençol.


–        Aconteceu alguma coisa?


–        Briguei com Gina e...


Rony bateu a porta na cara dele. Harry ainda ficou parado alguns minutos; ouvia Hermione falar. Rony tornou abrir a porta.


–        Vamos lá pra baixo!


Harry viu Hermione enrolada em outro lençol e seu olhar de preocupação o fez mudar de idéia.


–        Deixa pra lá... sinto muito não é problema seu.


–        Vamos descer! – mandou Rony.


Entraram na cozinha; Rony o puxando o lençol.


–        Você brigou com Gina e daí?


–        Acho que ela não gosta mais de mim.


–        Ela gosta. Só que você não tem correspondido à altura.


–        Faz muito tempo que não sou o homem que ela conheceu... o garoto que ela conheceu.


–        Você passou por muita; coisa eu também passei! Se não gosta mais de Gina saia da vida dela. Voldemort já se foi! Agora os demônios estão só nessa sua cabeça dura.


–        Tenho inveja de você. – disse Harry de repente sendo sincero.


–        Eu sou só o amigo babaca que ta sempre em segundo plano.


–        Está errado! É o melhor amigo babaca que ta sempre em segundo plano! Desculpe cara. Melhor voltar para sua mulher; se alguém nos ver aqui... Você nesse estado vão pensar bobagem.


–        Tudo bem se eu não te abraçar então...


–        De um beijo em Hermione por mim. Diga a ela que tudo está bem e que me desculpe.


No dia seguinte Harry pegou o filho para conversarem.


–        Se alguma vez você me viu fazendo isso eu estava errado entendeu James?


Atrás deles Gina ouviu toda a conversa. O garoto ouviu o pai e saiu para brincar.


–        Obrigada.


–        Desculpe Gina... de tudo queria ensinar meu filho... – Harry parou de falar e a abraçou.


Foram levar os meninos para um passeio de vassoura. Porém a decisão de Harry em se afastar de Hermione durou apenas o tempo de deixarem a Toca.


 

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