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4. Recomeço


Fic: De amigos a amantes


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Durante algum tempo passou pela cabeça de Harry o que disse a Rony quando o amigo destruiu a horcrux.  Será que o objeto percebia só o medo de Rony? Será que pressentia alguma coisa no intimo de Harry? Continuamente ele repassava a imagem de Hermione e Rony transando no pomar. Queria buscar o inicio de seu desejo por ela; um desejo que teve a sorte de ser realizado. Talvez fosse só isso. De início manter as aparências perto de Hermione era horrível; na companhia de outras pessoas eram os amigos de sempre, mas evitavam ficar sozinhos ou até mesmo próximos um do outro.


Quando Harry e Gina transaram pela primeira vez a barreira que Harry havia erguido entre os dois e contra todos ao seu redor começou a ceder.  O objetivo de Harry voltou a ser Auror e no final de um longo período de estudos finalmente conseguiu. E ele e Rony passaram a trabalhar lado a lado. Apesar de se sentir culpado Harry via o amigo mais do que feliz ao lado de Hermione e isso, de alguma forma, o animava.


Gina e Harry se casaram num belo sábado à tarde na Toca. Hermione e Rony foram padrinhos e alguns meses depois também subiram ao altar.


Não demorou muito para Gina engravidar e Harry pediu para Hermione e Rony serem padrinhos do menino. O casal passou a visitá-los com maior freqüência por causa disso. Numa tarde Harry levou James para brincar na casa dos padrinhos; Victorie já estava lá.


–        Vai precisar de ajuda com os dois aqui – disse Harry colocando o filho no chão.


–        Preciso dar conta! Preciso praticar! – respondeu Hermione.


–        Você está grávida?


–        Não ainda, mas estou planejando para o ano que vem. Já é hora de uma criança nessa casa.


–        Tia Hermione posso ver seus vestidos? – perguntou Victorie.


–        Claro.


Victorie tirou os vestidos de Hermione para experimentar; se meteu no meio do guarda roupa e achou uma caixa de fotos.  Sentou com James para ver. Havia fotos de Hermione com Rony nas viagens que fizeram e de quando eram crianças.


–        Rony era muito feio – disse Harry provocando Hermione.


–        Não era não! – respondeu Hermione rindo.


Hermione recolheu as fotos e as roupas; as arrumou de volta no guarda roupa. Escondido sob muitas caixas Harry viu um envelope e o entregou a Hermione.


–        Aposto que nem deve se lembrar o que tem aí. A gente guarda um monte de coisas e...


Dentro do envelope Hermione tirou o cartão que Harry deixara para ela na Austrália, mas não havia nada escrito. Ele se lembrava de cada palavra que escrevera.


–        Você... esqueceu? – perguntou Hermione.


–        Se eu esqueci? Não é justo você me perguntar isso! Foi você que disse que tínhamos que voltar!


Hermione tocou o cartão com a varinha e uma a uma as palavras apareceram.


–        Dormi com esse cartão embaixo do travesseiro por muito tempo. Eu lia e o colocava de volta. Sofri tanto quanto você, mas escolhemos nossos caminhos muito antes dessa viagem.


–        Você está certa... desculpe.


–        Fizemos o certo Harry; você está com Gina e tem esse lindo garotinho! Sou feliz com Rony.


–        Ele melhorou o desempenho pelo menos?


–        Muito.


As crianças voltaram a fazer barulho e Hermione saiu para o jardim.  Harry se sentia mais leve; era bom saber que Hermione sentiu sua falta.


Naquela tarde antes de ir embora Harry a abraçou com força. Durante o abraço Hermione encostou a cabeça em seu peito. Começou a uma nova fase para os dois. A liberdade, espontaneidade de quando se conheceram estava de volta.


Hermione ficou grávida na mesma época da segunda gravidez de Gina. Quando Albus nasceu ela deu a luz a uma menina.  Rony quase enlouqueceu de alegria; andava com o bebê para cima e pra baixo; a garotinha tinha cabelo vermelho, mas os olhos e as feições da mãe.


As famílias passaram a viajar muito juntas.  Passavam temporadas na Toca que a cada ano se enchia mais de crianças.


Numa manha de sábado Gina se preparava para um compromisso profissional; ficaria fora por dois dias e insistia pra Harry ficar na Toca.


–        Acabamos de voltar de lá sua mãe deve estar exausta! Posso ficar com James e Albus aqui! São só dois dias Gina!


–        Vou levar Albus!


–        Ele é muito pequeno e você vai estar ocupada!. Deixe-o comigo. Sou um Auror posso dar conta de duas crianças.


–        Ok! Não diga que não avisei.


Logo nas primeiras horas depois da partida de Gina o Auror Harry Potter já tinha se arrependido de sua decisão. James não parava quieto e Albus chorava sem parar querendo a mãe. Harry juntou os dois e os levou para casa de Rony e Hermione. O amigo estava fora na loja do irmão.


–        Obrigado – disse a Hermione enquanto ela dava um copo de leite a James.


Rose dormia tranqüila em seu carrinho; Hermione pegou Albus no colo e o fez parar de chorar. Ela cuidou dos dois meninos que acabaram dormindo. A imagem de Hermione com seu filho no colo não era novidade, mas alguma coisa mexeu com Harry. Os dois sentaram no sofá e Harry a abraçou. Ficaram em silencio por algum tempo até que Harry a beijou no rosto... e do rosto desceu para o pescoço. Começaram a se beijar e Harry começou a passar a mão nos seios de Hermione por cima da blusa. Ela olhava para ele com carinho e levantou a blusa e puxou o sutiã para cima. Harry começou a lamber seus mamilos e se lembrou que quando ficava excitada ela sempre sorria. Murmurou para subiram para o quarto de hospedes. O corpo de Hermione estava mais bonito; os pêlos que eram fartos agora eram bem ralos. Provavelmente Rony preferia daquele jeito.


Harry abriu caminho entre as pernas dela e a penetrou. Diminuía o ritmo quando sentia que estava próximo de gozar; queria que aquele momento durasse o máximo possível. Só pararam porque ouviram as crianças Hermione se vestiu e saiu do quarto, mas Harry ficou deitado.


Depois de alguns minutos Hermione veio avisá-lo que Rony estava pra chegar da loja e ele se vestiu o mais rápido que pode. Voltou no dia seguinte e a beijou na cozinha; parecia que estavam casados e cuidavam da própria família. James brincava com Rose no carrinho a Hermione ficava com Albus no colo; Harry a abraçava e ficavam conversando de mãos dadas. Quando as crianças pegaram no sono na sala Harry correu para cozinha onde Hermione guardava as coisa e abraçou por trás. Desceu a mão entre as pernas dela e mesmo sobre a calça jeans sabia que ela estava gostando.  Sobre a bancada ela abriu bem as pernas e passou um bom tempo com o rosto de Harry metido entre elas. Harry enfiou pênis sem nenhuma cerimônia; Hermione sentou e os dois se beijavam. O beijo de Hermione era delicioso e Harry não conseguia ficar longe de sua boca muito tempo; ela se deitou e ele acabou gozando fartamente sobre a barriga dela.


Durante as semana seguintes em qualquer reunião os dois davam um jeito de pelo menos se tocarem. Um beijo rápido ou ele a tocava de leve nos seios. Harry adorava esse joguinhos de sedução enquanto jogavam cartas sentia a mão dela sobre sua perna. Discretamente ele a colocou sobre o membro duro.


–        Foi-se o tempo que você sabia jogar cartas Harry! – comentou Jorge.


Harry riu sem graça. Ninguém ao redor imaginava que havia acabado de gozar e nem conseguia falar de tão boa a sensação. Combinaram de se encontrar pelo menos uma vez por semana em um hotel trouxa. Os encontros eram na maioria à tarde e às vezes era possível apenas uma transa. Harry adorava quando ficavam deitados na cama conversando sobre banalidades como um casal normal. Só precisava estar perto dela e beijá-la; só precisava ouvir que ela o amava. Para não chamar atenção continuavam suas vidas com seus respectivos companheiros e Harry achava que não podia ser mais sortudo. Transava com Gina e Hermione e às vezes fantasiava com as duas se beijando e disputando seu o corpo. Hermione contou a Harry numa tarde que Rony e ela haviam transado a manha toda. Rony a pegou de bruços e a deixou louca de tanto tesão dizendo como ela era gostosa em seu ouvido. Ao mesmo que isso deixava Harry louco de ciúme o excitava mais ainda; a ponto dele querer saber todos os detalhes enquanto transavam.


–        Queria vocês dois – disse Hermione numa manha deitada sobre Harry na banheira.


Harry a beijou no pescoço e espalhou mais espuma sobre seu corpo.


–        Queria que vivêssemos todos juntos. Queria transar com você e Gina.


–        Está pedindo demais. Ela nunca ficaria com uma mulher eu também não.


–        Eu nunca ficaria na mesma cama com Rony e aquele mastro que ele tem. Já o vi de excitado uma vez.


–        É enorme mesmo. Não imagina a dor que senti na primeira vez; por sorte na segunda já estava mais relaxada. Tinha mais experiência.


–        Eu já tinha dado uma ajuda.


–        Uma ajuda deliciosa. Todos os dias desde a primeira noite que passamos juntos.


–        Todos os dias mais de uma vez!


–        É!


–        Se fosse possível vivermos todos juntos você aceitaria?


–        Sim. Adoraria acordar com você, preparar seu café, arrumar sua coisas...


–        Você me acha melhor que Rony?


–        Vocês dois são tão diferentes! Nem imaginam quanto! -


–        Tem alguma coisa que faz com ele que nunca fez comigo?


–        Filhos? Brincadeira.  Acho que não.


–        Você nunca se interessou em saber sobre Gina e eu. Não sente ciúmes?


–        Ela é sua mulher! Mesmo que sentisse o que eu poderia fazer?


–        Você pensa em mim quando está com Rony?


–        Harry... já lhe disse! Amo vocês dois. Há momentos que tenho que ficar com Rony, mas se o satisfaz Harry Potter eu morro de ciúmes de você. Não só com Gina, mas com qualquer mulher que olhe para você. Eu sou louca por você! Estou sentindo...


–        O quanto eu sou louco por você? – sussurrou Harry se encaixando entre as pernas de Hermione.


Nesse período algumas coisas abalaram o casal. Situações que os fariam decidir o futuro como amantes e a até como amigos.


 

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