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2. St. Mungus


Fic: Fantasias


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Estamos adorando seus comentários, pedimos que continuem indicando quem é a autora e falando o motivo, é uma justificativa mais interessante que a outra! Ah, cadê as sugestões de NC pro cap 4?



Hermione acabara de chegar do trabalho quando encontra Rony descendo apressadamente as escadas do apartamento e indo até ela.


-Eu acabei de receber essa carta do St. Mungus! Harry está internado lá, parece que a missão deu errado ou coisa assim. –Rony fala pegando o casaco e deixando Hermione assustada.


-Como assim, é grave? –pergunta sentindo seu coração acelerar loucamente, não seria justo que logo agora que se acertaram, um “perdesse” o outro.


-Não sei, estou indo ao hospital ver. –ao ouvir o amigo falar, Hermione prontamente o seguiu e ambos se dirigiram rapidamente até o hospital.


Chegando lá haviam perguntado o número do quarto do Harry, mas a atendente disse que as visitas estavam proibidas, então Hermione foi obrigada a usar de sua “autoridade” como auror para “convencer” a bruxa a lhe dar a informação. No entanto, os dois se depararam com dois aurores do gabinete do ministro bloqueando a passagem para o quarto e com ordens de não deixar ninguém, fora os médicos entrarem.


-Maldição, não tem jeito! Vamos atacar esses dois. –Rony fala já furioso com a situação.


-Nós derrubamos eles e uma outra dezena chega e nos prende! Até parece que você não conhece as frescuras do ministro em relação ao Harry. –Hermione fala emburrada, mas vendo que não haveria muita alternativa.


-Eu vou ver se consigo alguma permissão através do Percy, afinal ter o assessor pessoal do ministro como irmão tem que adiantar para alguma coisa. –Rony fala tentando achar uma saída “diplomática”.


-Tudo bem, eu vou ficar e esperar por algum médico. –Hermione fala conformada e os dois se despedem.


Meia hora se passou e Hermione não achou nenhum medi-bruxo com quem pudesse conversar sobre Harry, seu coração estava cada vez mais apertado e apreensivo, até que teve uma idéia digna de Hermione Granger. A jovem foi rapidamente até o banheiro e lá começou a transfigurar suas roupas, transformando a calça jeans em uma saia branca e o casaco em um jaleco branco, prendeu os cabelos em um coque bem feito, transfigurou o batom em um óculos e a bolsa em uma prancheta.


- “Perfeito! Duvido que aqueles idiotas não me deixem entrar” . –pensa sorrindo confiante ao se olhar no espelho por alguns segundos antes de sair.


Atravessou os corredores sem falar com ninguém, fingindo estar entretida com algo escrito na prancheta. Ao chegar perto dos dois seguranças respirou fundo e fez sua melhor cara de tédio e cansaço.


-Olá, vocês viram um enfermeiro sair daqui com uns exames de sangue e amostras? Eu pedi já tem mais de uma hora. –ela pergunta aos dois que se entreolham parecendo desconfiados.


-Não, não veio nenhum enfermeiro aqui. –um deles fala observando-a atentamente e tentando olhar a prancheta, que espertamente ela abaixara.


-Eu não acredito, não dá pra confiar nesses estagiários! Agora eu mesma vou ter que encarar esse chato. –ela fala aborrecida, mas parecendo falar mais para ela que para os dois.


-Sabemos como deve estar se sentindo, todos os medi-bruxos comentam da estrelinha. –o outro auror fala debochado.


-Realmente, esse cara pode ser um ótimo caçador de comensais, mas é o pior paciente que já tive! Às vezes acho que precisaremos acorrentá-lo a cama. –fala levemente irritada. Sabia que Harry era muito chato quando ficava doente, tinha mania de se fazer de forte e detestava ficar no hospital, então era fácil presumir como os médicos deviam falar dele.


-Só podemos lhe desejar sorte! –o primeiro que falara, diz abrindo a porta, pela qual ela entra apressadamente, mas sem sair do papel.


-Ah não! Outro médico não! –Harry fala furioso ao ver uma figura de branco entrar em seu quarto iluminado apenas pelo abajur a seu lado.


-Sou eu! –Hermione, que acabara de por um feitiço de imperturbabilidade na porta, se vira para ele e se aproxima da luz. –Mandaram uma carta avisando que você estava aqui, mas não quiseram deixar eu ou Rony entrar, então tive que me disfarçar para passar pelos guardas que estão na porta. –fala sentando-se numa cadeira ao lado dele. –Como está se sentindo e o que você tem? –pergunta preocupada e acariciando o rosto dele gentilmente.


-Eu só lembro de iniciar uma operação de busca e apreensão em uma mina abandonada, depois é tudo branco, mas seja lá o que houve, me deixou um corte na minha perna direita que não fecha e um braço quase que totalmente queimado. É uma queimadura negra que além de doer de forma insuportável, também não quer cicatrizar. Os medi-bruxos estão tentando fazer de tudo, mas até agora só conseguiram anestesiar meu braço de um jeito que eu nem o sinto, ou seja, também não posso mexê-lo. –fala em tom normal, mas vendo a cara de preocupação de Hermione. Sorriu docemente mudando o tom. –Mas nada disso importa agora que você está aqui! Estava morrendo de saudades. –fala a puxando devagar, mas indicando que ela se aproximasse. Hermione então se curva sobre ele e o beija carinhosamente.


-Eu também senti sua falta, mal consegui dormir sem você esses dois meses. –fala segurando a mão dele e beijando. –O mais difícil foi despistar Rony, que às vezes perguntava o porquê de eu estar tão triste e pelos cantos.


-Eu também acho que nesses três meses de namoro desaprendi a dormir sozinho... –Harry fala a observando e faz uma pausa repentina, seus olhos percorrendo o corpo da namorada e um sorriso maroto se formando em seus lábios.


-No que está pensando, Harry? –Hermione pergunta já sabendo que ele estava pensando em aprontar algo.


-Já brincou de médico, Mione? –pergunta sustentando o sorriso e erguendo uma sobrancelha.


-Não! Aliás no que você está pensando... não, não me diga no que é. –fala se levantando e começando a se afastar, mas sem sucesso, já que ele a segurara com uma das mãos.


-Eu também nunca brinquei, mas parece ser interessante, não acha? –pergunta a puxando e se levantando, de modo a ficar sentado e fazê-la se sentar a sua frente.


-Não, não acho, além do que estamos em um hospital e você está doente... –fala de modo responsável e lhe lançando seu olhar McGonagall.


-Eu estou ferido e não preciso do braço esquerdo pra nada! –argumenta a olhando nos olhos e fazendo o rosto dela se aproximar do seu ao passar seu braço pelas costas dela. –Além do que eu aposto que com seu tratamento especial eu teria uma grande melhora, Dra. Granger . -sussurra perto dos lábios dela, falando de modo bem sensual o “Dra. Granger”.


-Ok, você venceu, mas se eu ver que você está se prejudicando nós vamos parar... –ela começa a falar nervosamente, parecendo relutante, mas Harry a puxa pela roupa e beija de modo urgente.


-Pronta pra começar a consulta, Dra. Granger? –pergunta com um sorriso malicioso, que a faz estremecer.


-Sim, eu vou tentar. –ela responde se levantando e se recompondo. –Então, Sr. Potter, como está se sentindo hoje, alguma dor ou sintoma diferente? –pergunta de modo profissional, enquanto ele se deita fazendo cara de doente.


-Sim, eu vi uma manchinha vermelha no meu abdômen hoje, quando me troquei a tarde. –Harry fala com a voz fraca como se estivesse com dificuldade em falar.


-Certo, eu vou ver então. –fala se aproximando dele e começando a abrir a camisa do pijama. –Hum, não vejo nenhuma manchinha aqui. –ela fala observando o tronco nu e forte, tocando-lhe suavemente o abdômen com uma carícia suave e provocante.


-Talvez tenha sido a luz ou algo assim. –fala se segurando para não agarrá-la.


-O Sr. parece ser um homem muito saudável, costuma fazer muito exercício? –pergunta usando o tom sério e profissional que mantinha desde o início do jogo.


-Sim, eu inclusive queria falar sobre isso. –fala tentando não sorrir ao perceber uma forma de esquentar o jogo. -As enfermeiras não têm me feito nenhum exercício fisioterápico e nem massagens, então acho que por isso ando sentindo meu corpo dormente e dolorido, o que você acha? –pergunta do modo mais inocente que consegue.


-Acho que tem toda razão. Está se sentindo dolorido agora? –ela pergunta e ele acena que sim com a cabeça. –Nesse caso, onde está mais dormente? –pergunta esperando que ele conduza o jogo.


-Nos pés, principalmente o esquerdo. –fala observando a reação surpresa da namorada, que não esperava algo tão “simples”.


-Ok, eu vou dar um jeitinho nisso. –fala pegando o pé e iniciando uma massagem.


-Nossa, a massagem está ótima, mas estou sentindo a dormência passar para a perna agora. –fala após uns dois minutos.


-Na panturrilha? –pergunta tentando provocá-lo.


-Também, porque estou sentindo umas fisgadas na coxa, sabe? –fala casualmente, mas satisfeito com o resultado, pois Hermione acabara de perceber que teria de tirar a calça dele, já que esta não poderia ser dobrada até a coxa, pelas pernas fortes do rapaz.


Percebendo o que ele queria, Hermione apenas se limitou a retirar a calça dele, não se surpreendendo ao ver que não havia nenhuma roupa de baixo. Depois, mantendo o tom sério e profissional, começou a massagear toda a extensão da panturrilha à coxa, arrancando vez ou outra alguns gemidos baixos dele, que suportou a “indiferença” dela por cerca de cinco minutos.


-Dra. Granger! –ele a chamou com a voz mais rouca, fazendo Hermione pensar que se ele quisesse poderia tentar a carreira artística.


-Sim, está precisando de algo? –pergunta se aproximando para poder ouvi-lo, já que este parecia que ia continuar falando bem baixinho.


-Não, eu só queria agradece-la pelos cuidados, a senhorita está sendo tão atenciosa que infelizmente vou acabar melhorando logo. –sussurra roucamente, segurando a mão que ela tinha sobre seu peito com a sua mão direita.


-Infelizmente? –pergunta fingindo surpresa, mas não evitando sorrir.


-Sim, pois dá até vontade de ficar aqui pra sempre, só pra receber os seus cuidados. –Harry fala de modo charmoso, mas sem mudar o tom sussurrante de sua voz.


-É o que todos dizem! –Hermione fala se afastando e virando de costas para ele, sorrindo de modo triunfante.


-Então você costuma tratar todos assim? –fala fazendo cara de coitadinho. –E eu que achei que estava recebendo um tratamento especial. –comenta com um tom magoado em sua voz, apesar dela saber que era apenas fingimento.


-Não fica assim não, se você quiser eu aplico em você um tratamento muito especial e que eu aposto que vai te fazer ficar bom bem rápido. –fala de modo insinuante, voltando a se sentar ao lado dele. –Você quer tentar?


-Claro, confio plenamente nas suas escolhas. –responde não evitando um sorriso malicioso, principalmente ao vê-la se deitar a seu lado.


-Bom, é um tratamento de... contato, então vou ter que contar seu apoio, tudo bem? –ela pergunta enquanto tira o óculos e põe sobre a cabeceira da cama.


-Claro, vou colaborar o máximo que puder. –ele responde em expectativa.


Sem mais demora, Hermione o beija longamente, usando a mão esquerda para acariciar o tronco dele, enquanto ele com a direita soltava os cabelos dela, depois movendo a mão para a nuca da morena e trazendo o rosto dela mais para perto do seu.


-E então, está se sentindo melhor? –Hermione pergunta calmamente.


-Sim, mas só um pouco, acho que você vai ter que caprichar um pouquinho mais. –fala sem conseguir desviar os olhos dos lábios dela.


Hermione apenas voltou a beijá-lo, desta vez se posicionando sobre ele e retirando seu jaleco com a ajuda dele. Calmamente abandou os lábios do moreno e trilhou um caminho até o pescoço, onde tentou provocá-lo com beijos molhados e mordidinhas, chegando ao tórax desceu apenas roçando a ponta do nariz na pele agora quente, até chegar ao abdômen, local onde o beijou mais intensamente, mas com cuidado para não deixar marcas, já que não queria levantar nenhuma suspeita. Pouco tempo depois já sentia a respiração dele mudar, seu membro já começava a se enrijecer, então ela se dirigiu aos mamilos dele, beijando-os enquanto massageava o membro com a mão esquerda, a direita usava para dar apoio, evitando por muito peso sobre Harry, que se entretinha com os botões da camisa dela, os quais eram complicados de abrir apenas com a mão direita. Assim que conseguiu abrir a camisa por completo, Hermione ajudou-o a retirá-la, e então ele passou a saia e depois ao sutiã.


-Calma, espera um minuto. –Harry fala interrompendo o beijo.


-O que foi, te machuquei? –pergunta preocupada.


-Não, mas eu queria inverter as posições, afinal eu também quero me divertir um pouco. –Harry fala com ar travesso, mas Hermione parece hesitar.


-E sua perna? –pergunta olhando a faixa que cobria parte da coxa direita dele.


-Vai ficar bem, eu apoio na outra perna, não se preocupe. –ele fala parecendo confiante, então ela aceita e se move pro lado, para que ele pudesse virar e ficar sobre ela.


Se apoiando no braço direito, Harry começa beijando a namorada de modo sensual, depois passando para o pescoço onde tentou morde-la, mas ela o afastou rapidamente.


-Ficou louco? Se você deixar marcas vão desconfiar, não acha? Quer que eu arranje um namorado para disfarçar? –Hermione fala primeiro cautelosa e depois provocando-o.


-Pode tentar me provocar, mas eu tenho certeza que você não consegue nem olhar para outros. –fala confiante, beijando-a brevemente e depois voltando ao seu caminho. Hermione apenas riu da reação dele.


Passou pelo pescoço, o vale entre os seios, a barriga até chegar à calcinha, a qual tirou com a ajuda da boca, já que não podia usar o braço esquerdo. Hermione ria divertindo-se com as peripécias de Harry, quando este voltou a beijar-lhe na perna direita, subindo devagar, a sua mão acariciando e massageando a outra perna.


-Desgraçado! –Hermione reclama ao senti-lo morder sua coxa. –Isso tudo é pra eu ficar andando de calça, não é? –ela pergunta e ele apenas sorri maroto, antes de voltar a subir, beijando-lhe a boca para fazê-la parar de reclamar.


Depois de uma sessão quente de beijos, ele volta a descer, indo até um dos seios dela, beijando-o e sugando-o de um modo que sabia que a faria esquecer tudo, seu único problema era não poder usar a mão, já que tinha que usar o braço para se apoiar. Passou de um seio a outro e depois voltou a beijar o corpo dela até conseguir se posicionar de lado, arranjando um jeito de se apoiar na perna e liberar a mão a qual levou ao sexo dela, enquanto a beijava de modo sensual, tentando excitá-la o máximo possível.


Não demorou muito e Harry já se posicionava sobre ela de novo, pronto para penetrá-la, o que fez bem devagar, era como se ele tivesse medo de machucá-la, principalmente por estar com boa parte do peso do corpo sobre ela, devido à falta de apoio.


-Eu estou bem, não se preocupe meu amor. –ele fala ao ver o olhar de preocupação dela.


-Tudo bem, só não se esforce muito. –ela pede ainda preocupada, ao que ele apenas sorri e toca sua testa na dela, antes de começar a se movimentar lentamente.


Os dois começam a se mover lentamente e de modo sincronizado, apesar do pouco tempo juntos, já se conheciam muito bem, às vezes se espantavam com como era fácil descobrir os pontos fracos um do outro. Geralmente ambos procuravam experimentar posições novas e coisas afins, mas desta vez simplesmente queriam sentir o outro, o cheiro, o calor, a pele, a respiração, o gosto, enfim saborear cada sensação sem pressa, como se isso fosse recuperar um pouco dos dois meses que passaram longe um do outro.


À medida que o clímax se aproximava, os movimentos ficavam mais intensos, no entanto Hermione reparara que isto estava fazendo com que ele usasse a outra perna para se equilibrar e apoiar. Quando num movimento mais agressivo do quadril dele, ela viu sangue na atadura que cobria o ferimento da coxa, parou imediatamente.


-O que foi, te machuquei? –pergunta preocupado.


-Não, se machucou, você não sentiu? –pergunta espantada com a reação dele, que até se assustou quando viu o sangue na atadura.


-Eu não estou exatamente preocupado com isso! –fala como se fosse óbvio o porquê dele não ter sentido dor.


-Não adianta discutir, apenas se deite. –ela fala sem querer começar uma briga.


-Ah, não! Você não vai parar agora, não é? –Harry pergunta entre frustrado e irritado.


-Não, se você me prometer, que vai ficar deitadinho e com essa perna paradinha. –fala entre beijinhos enquanto o faz se deitar na cama.


-Eu prometo! –fala com um dos maiores sorrisos que ela já vira nele. –Não se preocupe que eu serei o melhor paciente que já teve, Dra. Granger. –fala a provocando.


Hermione apenas ri com o jeito dele, enquanto se posiciona. Imediatamente, ela começa uma massagem nos ombros e tórax dele no mesmo ritmo com o qual move os quadris, começando lentamente e de modo instigante para que ambos recuperem o ritmo de antes.


Depois de vários minutos dançando aquela música marcada pelas respirações e gemidos dos dois amantes, ambos chegam ao clímax, deitando exaustos.


-Eu tenho que ir. –Hermione fala preguiçosamente, erguendo a cabeça e dando um selinho dele.


-Gostaria que pudesse ficar. –fala com um olhar que fazia qualquer resistência desmoronar.


-Eu também queria ficar, mas sabe que eu não posso. –fala já pegando suas roupas e começando a se vestir. –Demos muita sorte de estar de noite e nenhum medi-bruxo querer vir aqui te examinar.


-É, mas valeu a pena ou vai dizer que não? –fala com um sorriso safado que não combinava com o Harry que ela conhecera durante boa parte da sua vida.


-Valeu é claro, mas ainda assim foi uma insanidade, das que só você consegue me fazer cometer. –ela fala indo até ele com a camisa e a calça dele.


-E eu posso contar com você amanhã a noite? –pergunta esperançoso.


-Só se me deixarem te ver, mas não crie esperanças que ficar com você de novo só lá em casa, quando você puder usar essas mãozinhas maravilhosas que você tem. –ela fala com um sorriso maroto e ele tenta responder, mas ela não deixa, beijando-o enquanto fecha os botões da camisa dele.


-Você é muito má, mas tudo bem, eu vou ter uma recuperação em tempo recorde! –os dois riem do modo “sério” com que ele fala.


Ao sair do quarto, Hermione mais uma vez dera sorte, a guarda havia mudado e aparentemente os que ali estavam não tinham noção do quanto sua “consulta” havia sido longa.

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