FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

10. A praia


Fic: Diario De Uma Paixão - Escrito por Rosa Weasley - CAP. 13 ON


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Rosa parou e analisou a pessoa por alguns instantes.


“Não é Alvo. Alvo é muito mais alto.” Pensou, “Não é o Malfoy. Ele é muito mais cabeludo.”


A pessoa só estava alguns passos dela. Então parou. Não se aproximou, sua respiração era pesada, como se aquele tempo fosse novo para ele. Um capuz tampava seu rosto, ele estava com uma capa preta de viagem.


- Quem é você? – perguntou Rosa em um sussurro quase inaudível.


A pessoa pensou um pouco, mas não respondeu.


Rosa então continuou andando assustada, voltando em direção a casa.


- Rosa! – chamou. Rosa olhou para trás, a pessoa havia se virado em sua direção. Sua voz era grossa, mas lembrava a de alguém que ela não conseguia lembrar.


Ela esperou. Então se virou mais uma vez, com os passos mais rápidos.


- Rosa. – repetiu.


Rosa se virou, achava aquilo tudo muito estranho. Como ela saberia seu nome?


- Quem é você? – perguntou Rosa, agora quase gritando.


Ele não respondeu. Então Rosa se virou mais uma vez. Estava começando a ficar com medo.


- Rosa.


- EU SEI QUE MEU NOME É ROSA. – gritara ela, se aproximando alguns passos. – Quem é você? – disse entre dentes.


- Você não ia querer saber. – respondeu educadamente.


- Como sabe meu nome?


A pessoa respirou fundo.


- Me trás boas lembranças... mas não é sobre isso que quero falar.


- BOAS LEMBRANÇAS? – gritou Rosa indignada. – De quê?


- Quero lhe pedir uma coisa... – disse ignorando o ultimo comentário de Rosa. – Mas você me jurará que irá cumprir.


Rosa olhou incrédula para a pessoa. “Cumprir o que?” pensou


- Mas eu nem sei quem é você... – começara.


- Você me conhece melhor do que eu mesmo. – disse. – Eu não... Eu sou seu passado, presente e futuro. Eu sempre estive com você, mas nunca presente. Sempre te ajudei, mas nunca aconselhei. Sempre te protegi, mas nunca defendi.


- Ué, mas ai você não fez nada. Não foi presente, não me aconselhou e nem me defendeu? Quem é você meu Santo Merlin?


- Você sofre Rosa, hoje e futuramente, por aquele que te ama.


- O QUE? – gritara Rosa. – Sofro? Por quem? Quem me ama?


- Aquele que sempre amou.


Rosa olhou para a pessoa em sua frente, ela teve a leve impressão que conversava com ninguém, como se aquela pessoa fosse apenas uma sombra.


“Peço que faça aquilo que você não quer fazer.” Continuou.


- O QUE EU NÃO QUERO FAZER?


- Você sabe.


- Sei o que?


- O que seu coração diz?


- “QUEM É VOCÊ?” – disse Rosa metaforicamente. – Eu estou assustada.


- Acredito que sim.


Rosa respirou fundo.


- Porque você não vai embora, e pare de me deixar confusa?


- Porque seu futuro é sombrio. Mas ele só é por causa de você.


- O QUE TEM MEU FUTURO? – perguntou Rosa. – Como você sabe? Você é vidente?


- Não.


- Mas.. mas então, o que eu vou ter que fazer?


- Fazer aquilo que você não quer fazer, ora. – disse ele como se a verdade estivesse em uma placa brilhosa.


- Quem é você?


A pessoa deu um uma passo para frente. A luz da casa iluminou sua capa, mas seu rosto ainda era oculto pelo capuz. A pessoa respirou fundo então retirou lentamente o capuz. Rosa deu alguns passos para trás. Não porque a imagem a assustava, mas porque a pessoa era estranhamente conhecida. Seu coração se apertou. E seus olhos arderam. Ela arfou por alguns instantes. A pessoa se afastou.


Seus cabelos eram ruivos e os olhos cor âmbar. Tinha marcas profundas no rosto, marcas do tempo. Parecia uma pessoa sofrida, como se viver não valesse mais a pena. Era alguns palmos mais alto do que Rosa.


Rosa se aproximou.


- H-Hugo? – perguntou com a voz embargada pelo espanto. Ele concordou friamente. – M-mas, porque? O que aconteceu? A CULPA FOI MINHA NÃO FOI? HUGO, EU SEMPRE ESTIVE COM VOCÊ, VOCÊ SEMPRE ESTEVE COMIGO... EU NÃO ENTENDO, O QUE EU FIZ?


Ela gritava, mas sua voz era fraca, dos seus olhos escorriam grossas lagrimas.


- Não foi sua culpa, Rosie. – disse ele arrependido. – Mas dele.


- DELE? DELE QUEM?


Hugo não respondeu.


- Hugo, por favor. O QUE ESTA ACONTECENDO? Como você veio?


- No futuro há vários meios de voltar, mas as pessoas evitam. Pode ser muito pior tentar concertar um erro.


- Mas eu não entendo, porque não esteve presente, não me aconselhou, nem me defendeu?


- Rosie eu sempre estive com você, mas nunca lhe ajudei. Sempre te achei muito forte. Muito sábia, muito... você. Você não precisava de mim. Mas eu estava enganado.


Rosa olhou para ele. Sempre achou Hugo um porre, mas naquele momento ela sabia que ele estava assim por causa dela, amava seu irmão.


- Espero que faça o que aconselhei. – disse ele sorrindo. – Nada deve ser pior do que aconteceu.


- O QUE ACONTECEU?


Mas quando Rosa olhou, ele já havia ido, na mesma velocidade em que chegou. Ele desapareceu como uma nuvem de poeira. Ela olhou para os lados, não havia nada ali. Nada. Só ela. Assustada, voltou rapidamente para a casa.


 


 


Decidiu não contar nada sobre a noite passada com ninguém. Poderiam ficar preocupados. Mas sua língua coçava. Queria conversar com Alvo, mas ele parecia muito entretido com Escórpio, para poder dar atenção ao que aconteceu. E Hugo? Queria ir conversar com ele. E dizer que amava ele apesar de tudo. TUDO. Mas no fundo Rosa achava que fora um sonho. Não parecia ser real.


Desceu a escada lentamente, sua cabeça doía. E suas pálpebras estavam pesadas. Parecia que todos já haviam levantado, a idéia de ser a ultima a chegar na mesa não lhe agradava.


Acertou. Todos estavam na mesa, e parecia que o destino queria que ela sentasse perto de Escórpio justamente perto dele. Havia um numero certo de cadeiras, e a única sobrando era a do lado dele.


- BOM DIA FLOR DO DIA! – gritou Ron levantando-se para dar um beijo na cabeça da filha.


- Bom dia pai – disse preguiçosamente. – BOM DIA GENTE.


- Bom Dia. – disseram em uníssono.


Rosa se direcionou para a cadeira reservada para ela, Escórpio sorria. Como se fosse o Rei Sol, como se a alegria emanassem dele. Rosa fechou a cara e se sentou emburrada na cadeira.


- O dia está lindo. – comentou Escórpio.


- Uhum. – respondeu Rosa, enquanto passava a geléia na torrada.


Escórpio se calou por alguns instantes, então disse:


- O Sol, o mar... quer algo mais perfeito do que isso?


Todos conversavam na mesa, somente Escorpio, Rosa e Alvo não participavam da conversa.


Alvo ria silenciosamente.


- Será que a água do mar está quente?


Rosa olhou enraivecida para ele.


- Você quer que eu te jogue na água? Quem sabe você consiga ver se está quente. – disse Rosa em um sussurro que somente Alvo e ele poderiam ouvir. – Não enche tá legal? Me deixe em paz.


Escórpio olhou para Alvo, como pedindo alguma ajuda. Alvo moveu os lábios, de uma maneira que só Escórpio poderia entender: “Não adianta cara. Desiste.”


Rosa revirou os olhos.


- Passa a manteiga Rosie?


Era Escórpio.


Rosa olhou para ele, seus olhos demonstravam fúria e seus lábios tremiam. Ela bateu com força na mesa. Todos calaram.


- Rosie? ROSIE? – gritou ela. – Desde quando, eu te dei esse direito? ME DIGA MALFOY? ME ESQUEÇE OK? VOCÊ ERROU UMA VEZ. CANSEI DE VOCÊ E SEUS MEIOS DE ME PERSUADIR. O QUE VOCÊ FEZ FOI IDIOTA E IMORAL, NÃO TEM VOLTA. NÃO TEM.


Ela disse tão rápido que a sala prendeu a respiração.


Todos olhavam de Escórpio para Rosa, sem nem ao menos entender o que aconteceu.


Rosa se levantou jogando a sua cadeira para trás, e se direcionou para a porta que levava para a praia.


- WOW. – comentou Ron, logo depois que ela saiu. – O que você fez mini-Draco?


- N-Nada. – disse Escórpio timidamente.


Ele baixou os olhos para seu prato. Se arrependeu imediatamente por ter enchido ela. Alvo olhou para ele, com aquele olhar: “Eu te avisei”.


 


Rosa estava sentada na areia da praia em frente a casa. Seus olhos ardiam e sua garganta queimava. Mas dessa vez ela não iria chorar. Não por ele.


- Quer conversar? – alguém parado logo atrás dela se sentou ao seu lado.


Rosa olhou para ele rapidamente. Hugo sorriu.


- Sei que sou burro e retardado, mas posso ser legal. – disse ele rindo. - Talvez seja só porque eu bati a cabeça na trave.


Rosa olhou para ele. A imagem do Hugo velho veio em sua cabeça. Ela baixou os olhos.


- O que foi aquilo? – perguntou.


- Desequilíbrio emocional.


Hugo riu alto.


- Uma Weasley com desequilíbrio emocional? Muito me admira.


- Você não é burro nem retardado. – disse Rosa. – Você é meu irmão.


- Você roubou toda a inteligência da mamãe só me sobrou a burrice do papai.


Rosa olhou assustada para ele.


- Papai não é burro, Hugo. Ele é bastante inteligente. Foi goleiro do time da Grifinória, casou-se com a mamãe, seu melhor amigo é o Harry Potter, soube abrir a câmara secreta (sem mesmo seu ofidioglota), ele é um auror de renome no Ministério... Quer que diga mais alguma coisa?


Hugo olhou para Rosa, mas desviou o olhar rapidamente.


- Alvo queria vir, mas eu não deixei. Na verdade algo não deixou. A irmã é minha e não dele.- disse Hugo olhando para o mar. – Eu sempre me senti culpado por não estar presente na sua vida, como Alvo é.


“Eu sempre estive com você, mas nunca presente.” Lembrou Rosa, ela tremeu com o pensamento.


- Você sempre foi mais novo, por um momento, nossos interesses eram diferentes.


Hugo concordou com a cabeça.


- Mas Rosie... – ele pensou por um instante. – O Escórpio é um bundão né?


Rosa riu.


- Porque Hugo?


- Poxa, você é inteligente, legal, engraçada e uma das mais bonitas da escola.


- Aaah, obrigada Huginho. – disse Rosa abraçando ele. – Pera aí? Uma das?


- É Rosie, você só perde para a Fernanda Connor da Sonserina. Aquela ali... putz.


E dizendo isso ele levantou e voltou para dentro de casa. Rosa riu consigo mesma. Hugo era de mais. Não conseguia imaginar como ele conseguiu ficar daquele jeito como ontem à noite.


 


 


- Você ainda gosta dela, cara. – disse Alvo. – Não adianta negar.


Escórpio mexia em sua mala. Estava procurando os shorts de banho, não estava achando. Isso já estava irritando ele.


- Não gosto não. – mentiu ele.


- Por que terminou? – disse Alvo que estava jogando um joguinho no celular de Tiago.


- Porque... porque eu não gostava dela, e ela sim. – respondeu ele sorrindo, havia achado o short. – Não queria a ver sofrendo. Ela é legal e engraçada, mas... – disse ele se virando para o amigo. – ela é legal de mais para mim.


Dizendo isso ele saiu e se direcionou para o banheiro.


Fechou a porta e virou a chave. Tirou as calças do pijama e vestiu o short. Estava calor e preferia não dormir de camisa. Ele riu consigo mesmo, lembrando do olhar de raiva da Rosa quando viu a cadeira vazia ao seu lado.


Olhou para o espelho. Seus cabelos estavam em pé e seus olhos mais claros. Mais cinzas. Abriu a torneira, lavou o rosto e passou as mãos molhadas para concertar os cabelos.


“Você me ama?” Viu o sorriso de Rosa desaparecer. “Nada para você, não te quero mais Weasley.” Escórpio olhou mais uma vez para o espelho. Ele não era mais o mesmo. Não era o mesmo, com Rosa ele era muito melhor. Ele se arrependia de tudo daquele dia. Fez pelo bem de seu nome. Pelos Malfoy. Preferiu deixar aquela que amava pro causa de seu orgulho e honra.


Mas ele pensou antes. Não fez de livre e espontânea vontade. Ele podia muito bem ter dito: “Não pai eu amo ela, não vou deixa-la porque você QUER”, mas não disse por medo de seu pai ou seu avô poder fazer algo contra ela. Mas logo depois ele percebeu que ela esta sofrendo muito mais com tudo isso. Mas ele também percebeu, que tanto seu pai quanto o dela não aceitariam o namoro.


Escórpio olhou para o espelho, tentou sorrir. Mas não havia motivos para faze-lo.


Virou a chave e abriu a porta.


A janela do corredor se abria para a praia. Rosa estava sentada na areia. Se coração perdeu o ritmo e uma lagrima escapou de seus olhos.


 

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.