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52. Capitulo 52


Fic: A Caricia do Vento. - Concluida - Dramione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Demorei, mas finalmente aqui está o post. O proximo, provavelmente sai essa semana, porém, só irei postar se tiver reviews, caso contrario, só vou postar quando tiver comentários. ^^
Agora vamos as respostas dos reviews. ^^ (ADORO ESSA PARTE).


Tamara J. Potter - É. por mais que a Hermione esteja lutando ela está começando a sentir algo pelo Draco... e bem, quem não iria sentir algo por um homem maravilhoso como esse? hehehe. O proximo capitulo sai essa semana (caso haja reviews), espero que voce goste desse capitulo... ahhh sim, adoro ver voce comentando nas minhas fics. *-* hehehe. Beijos.


Aninha Snape - Espero que voce goste do capitulo a seguir. ;) Beijos.


Amélia Linton - Ow, quanto tempo eu não te vejo por aqui! Tudo bem com voce??? Voce viu a respota que eu dei para o seu ultimo review??? Beijos


Pamy Debastiani - Eu não vou abandonar a fic, pode ficar tranquila! Vou termina-la! =) Eu não gosto de deixar nada por terminar... e meo, eu como leitora sei o quanto é ruim voce ficar esperando por um post... e o pior, voce ta lendo uma fic e a autora resolve abandonar. Pouts, isso é uma porcaria. Por isso, pode ficar tranquila que eu não irei abandonar a fic não. =) Beijos


Ahhh sim, antes que eu esqueça, logo mais a baixo tem uma NC - 17.
Divirtam-se com o capitulo. ^.^


Beijos
Angel_S


--**--


Depois de pegar um sabonete e uma toalha na casa, foram para o lago formado pelo riacho. Hermione sabia que era inútil pedir a ele que se virasse enquanto ela se despia. Em lugar disso, deu as costas para ele, despindo-se com aparente pressa para poder cair nas águas do lago, onde a sua nudez ficaria oculta aos olhos avaliadores dele.


 


Um ruído chamou a atenção de Hermione. Olhou por sobre o ombro, os olhos se arredondando de surpresa. Malfoy estava sem as botas e a camisa, o tórax bronzeado brilhando nu à luz do sol.


 


- O que está fazendo? - perguntou ela, acusadoramente.


- Espera que eu tome banho vestido? - replicou Malfoy. Sem esperar resposta à sua pergunta retórica, começou a desabotoar as calças.


 


Hermione virou rapidamente a cabeça, as faces negras de raiva e vergonha. Houve um segundo em que ficou paralisada. Devia ter esperado por isso, disse com seus botões. Depois da noite passada, devia ter esperado qualquer coisa. Como uma boba, contudo, não o imaginara.


 


Estendeu a mão para suas roupas, que jaziam no chão junto aos seus pés.


 


- Só porque me forçou a dormir na sua cama não significa que vou tomar banho com você!


 


Antes que Hermione pudesse fazer o primeiro gesto para vestir as roupas, braços fortes a estavam levantando do chão. A nudez do seu quadril macio sentiu os músculos fortes do estômago dele, e o mamilo sentiu o contato da nuvem de pêlos claros do peito dele.


 


O seu grito de protesto abafado foi ignorado enquanto ele a segurava nos braços com firmeza.


 


Mantendo-se rígida, Hermione olhou, furiosa, para as feições implacáveis.


 


- Largue as suas roupas - ordenou Malfoy -, a não ser que queira que se molhem.


- Não sabe o quanto o desprezo! - sibilou Hermione, inutilmente.


- É por isso que sempre me desafia?


 


O brilho complacente dos olhos cinzas e frios era zombeteiro, quase um desafio a que ela se rebelasse.


 


Tentar lutar seria inútil. Malfoy simplesmente a levaria para dentro da água, com as roupas e tudo.


 


Quem sabe, o divertimento dele consistia em quebrar a resistência dela, pensou Hermione, com raiva. Se fosse, desta feita ela o desapontaria.


 


Formalmente, largou as roupas no chão, nem relaxando nos braços dele nem tentando se libertar.


 


Ele a levou para o lago, e só quando estava com água pela cintura retirou o braço forte das suas coxas, deixando-lhe os pés descerem até o fundo do lago.


Hermione sentiu um impulso infantil de jogar água fria em seu rosto aristocrático e arrogante, mas resistiu à tentação, sabendo que aquilo apenas provocaria um revide. E conhecia muito bem o tipo de revide dele.


 


Hermione era muitos centímetros mais baixa do que Malfoy, e a água fresca tocava a curva superior dos seus seios. O braço às suas costas foi retirado, a mão vindo à tona para oferecer-lhe o sabonete. Hermione olhou para ele durante alguns segundos tensos antes de pegá-lo, evitando cuidadosamente qualquer contato com a mão dele.


 


Malfoy virou-se dentro da água, dando-lhe as costas. Espantada, Hermione não compreendeu essa súbita rejeição, o fato de ele não tentar seduzi-la nesse cenário idílico, rústico. Nem por um só minuto acreditara que ele apenas queria tomar banho, e nada mais.


 


- Lave as minhas costas - ordenou ele, suavemente. A cabeça dela se moveu bruscamente, os olhos pareciam lançar punhais no espaço vulneráveis entre as omoplatas. Uma negativa veemente à ordem dele já estava na ponta da sua língua. Hermione mordeu o lábio inferior para silenciar uma réplica. Era isso o que Malfoy esperava, e ela sabia que iria adorar forçá-la a obedecer.


 


Abafando o seu ressentimento, começou metodicamente a ensaboar-lhe as costas, espalhando a espuma pelos músculos rijos de seus ombros e costas.


 


A espuma fazia a carne dura parecer sedosa. Tornava-se cada vez mais difícil permanecer indiferente enquanto o ensaboava.


 


Os dedos sensíveis sentiram o leve flexionar do bíceps enquanto movia as mãos pelo seu braço esquerdo. Hermione conhecia a força daqueles braços e mãos, força no castigo e no amor. Do último não podia esquecer, não com as marcas vermelhas nos ombros dele a lembrá-la.


 


Hermione passou para o braço direito para desviar o olhar do pior ferimento que lhe infligira. Os arranhões pareciam inflamados. Não pode deixar de pensar se o sabonete não estava provocando ardência.


 


Tentou convencer-se de que esperava que estivesse, mas a mente estava ocupada demais tentando controlar a crescente excitação dos seus sentidos para ser totalmente vingativa.


 


Virando-se dentro da água, Malfoy ficou de frente para ela, oferecendo aos seus cuidados o peito nu. A feição indiferente que ele ostentava fazia que ela se sentisse uma escrava lavando o amo.


 


A beleza máscula dele afastou qualquer outro pensamento da sua cabeça. O olhar ansiava por descer abaixo do nível da água, que ficava na cintura dele. Hermione tremia com o esforço para manter a atenção presa nos pelos do peito. E então Malfoy tirou o sabonete das mãos dela.


 


- É a minha vez - falou com voz suave, roucamente carinhosa.


Ela não tinha força de vontade, ao sentir as mãos dele tocarem a pele nua dos seus ombros. A espuma sendo espalhada pelo corpo macio era um estimulante erótico aos sentidos que já estavam excitados pela masculinidade dele.


 


Quando lhe segurou os seios, Hermione sentiu seus mamilos endurecerem na palma das suas mãos. A massagem feita pelos dedos fortes acendeu um fogo na sua genitália, um desejo incandescente de conhecer a posse integral por parte dele.


 


Uma das mãos deslizou pelas costas, abaixo da linha da água, enquanto a outra continuava a acariciar-lhe sensualmente o seio. A flutuabilidade da água fazia Hermione se sentir como se estivesse boiando, encostada nele. A mão desceu mais ainda, para se espalmar sobre as nádegas macias dela. Ao ser erguida contra o corpo dele, Hermione sentiu a rigidez máscula do seu desejo.


 


Uma leve resistência se manifestou, e ela apertou as mãos contra o peito dele. A boca do homem se abriu sobre seus lábios, saboreando ao máximo sua doçura. Ela sentiu um ronco nos ouvidos ante a perícia exigente do beijo. No entanto, de alguma maneira, Hermione conseguiu se agarrar à sua frágil resistência.


 


Enquanto os lábios se abriam sob as ordens da língua exploradora, manteve o resto do corpo rígido ao contacto dele. Podia sentir as batidas do coração dele sob suas mãos, e a rigidez dos músculos que poderiam tão facilmente dominá-la, mas não o fizeram.


 


- Não feche as pernas para mim, Hermione - sussurrou com voz rouca contra seus lábios.


 


Parecia tão sem energia, tão desligado de qualquer outra coisa que não fosse a sua paixão que Hermione teve que objetar ao que exigia dela.


 


- Não.


 


O protesto foi abafado pela posse incessante dos lábios másculos.


 


- Abra-as - ordenou Malfoy.


 


O braço que semi-envolvia as suas costas fez maior pressão e ela obedeceu de bom grado, e foi erguida para receber a arremetida dos seus quadris. O débil gemido de satisfação que soltou a contragosto foi bloqueado pela língua exploradora dele. A água batia contra a pele dela, mas não conseguia debelar o fogo da paixão deles, que agora ardia como uma só chama. Os dedos dela se enroscaram nos cabelos finos e loiros dele, enquanto tremores orgásticos percorriam o seu corpo. Era como afogar-se e depois vir à tona velozmente até novas e eletrizantes alturas.


 


Sem pensar em nada, sem ter consciência do tempo ou do local, Hermione deixou que ele a levasse aos píncaros desconhecidos do desejo. Parou de pensar em Malfoy como seu raptor implacável. Jamais sonhara poder entregar-se com tal abandono, nem querer receber com tanta ansiedade egoísta tudo o que lhe era dado.


 


Quando as chamas finalmente se extinguiram, Hermione levou diversos minutos até conseguir abrir caminho por entre a escuridão. Abrindo os olhos tontos de paixão, viu Malfoy observando-a preguiçosamente. Mentalmente, admitiu que ele era dono do seu corpo e alma, e se deu conta, com fatalismo, de que ninguém mais teria tanto poder sobre a sua carne e espírito.


 


Moveu a cabeça num protesto silencioso contra o destino e descobriu, sobressaltada, que estava deitada na grama. Não conseguia lembrar-se de Malfoy levando-a para terra. Assustava-a o modo como o toque dele podia fazê-la esquecer tudo.


 


Ele estava deitado de lado junto dela, a mão apoiada com intimidade em sua barriga, e Hermione percebeu a expressão ardente de satisfação nos olhos dele. Lembrava-lhe um felino selvagem que havia acabado de banquetear-se com a sua presa, e estava saciado.


 


- Odeio você - exclamou debilmente, sabendo que não era bem verdade.


 


Os dentes brancos de Malfoy apareceram num sorriso, enquanto ele se punha de pé.


 


- Gostaria que meus inimigos todos odiassem como você odeia, especialmente se se parecessem com você - ironizou ele, percorrendo brevemente com o olhar o corpo despido dela, antes de ir se vestir.


 


Irritava-a ver que ele achava as suas palavras divertidas, mas era pior saber que lhe havia dado amplos motivos para zombar dela. De lábios cerrados, vestiu-se apressadamente. Desesperada, Hermione teve vontade de jurar que jamais se trairia de novo, mas duvidava que esta fosse uma promessa que tivesse condições de cumprir.


 


Ouviu-se a voz de Potter chamando Malfoy, enquanto passos apressados se aproximavam do lago. Ambos viraram a cabeça a um só tempo, quando ele apareceu por entre as árvores.


 


Os olhos verdes de Potter desviaram-se momentaneamente para Hermione. Fios de água escorriam de suas têmporas e pescoço, por causa do cabelo castanho molhado. Ele segurava dois rifles. Jogou um deles para Malfoy com uma rápida explicação em espanhol. Com reflexos rápidos como um raio, Malfoy pegou o rifle e segurou-o com uma das mãos, enquanto agarrava Hermione pelo braço com a outra, empurrando-a para diante. Ela quase tropeçou e caiu de joelhos mas Malfoy levantou-a rapidamente e fê-la correr pela trilha.


 


- Pare de empurrar! - protestou Hermione, e tentou desvencilhar-se dele. Os sapatos tinham ficado junto ao lago. Era impossível caminhar com cuidado pelo terreno irregular, com ele a empurrá-la. - Não posso correr descalça!


 


Nem Potter nem Malfoy prestaram a menor atenção aos protestos dela. Um cavaleiro montado esperava diante da casa de adobe, segurando as rédeas de dois animais selados.


- Neville!


 


Malfoy deu um empurrão final em Hermione, na direção da casa e do guarda armado que estava à espera. Acrescentou uma ordem severa em espanhol, obviamente para que o guarda ficasse com Hermione.


 


Por um segundo de pavor, o nome Neville trouxe-lhe à mente a imagem do assassino de Brad, com o seu hálito fétido, dentes amarelados e olhares obscenos. Quando conseguiu deter o seu movimento para diante, impulsionada pelo empurrão, Hermione soltou uma exclamação de alívio ao ver o mexicano tranqüilo, vagamente respeitador que tomara o seu lugar. Era o homem do curral.


 


Tirando o cabelo molhado de cima dos olhos, fitou por sobre o ombro os três cavaleiros que esporeavam as suas montarias na direção da entrada do desfiladeiro. Ficou olhando para eles enquanto se afastavam, confusa e curiosa.


 


- O que está acontecendo? 


 


Distraída, murmurou em voz alta o seu pensamento.


 


- Não se preocupe, señora - confortou-a ele, num inglês muito carregado.


- O que houve? - Olhou para os cavaleiros, que diminuíam a velocidade ao se acercarem da garganta. - Para onde estão indo?


- Soldados. Aqui perto.


- Procurando por mim? - Hermione prendeu a respiração, o primeiro raio de esperança brilhando.


- Quien sabe? - O guarda sacudiu a cabeça.


- Esperamos.


- É, esperamos - suspirou ela, ansiosamente. Hesitando, Hermione lançou-lhe um olhar. - Seu nome é Neville? - Si señora - concordou, respeitosamente.


- Existe um outro chamado Neville, não é? - indagou, cautelosamente.


- Si... Neville Ortega. - Os olhos escuros se arregalaram expressivamente. - Ele é loco... mau.


 


Havia outros adjetivos mais fortes que Hermione poderia ter usado, mas ficou calada. Ao invés disso, concentrou todo o pensamento numa oração para que os soldados logo surgissem cavalgando pela entrada do desfiladeiro.

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