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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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10. Almoço de família e a missão


Fic: SEPARADOS PELO DESTINO, UNIDOS PELO CORAÇÃO


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Uma sensação de carinho, proteção e amor, amor como nunca imaginara sentir em sua vida envolvia todo o seu ser. Nunca sentira nada parecido, devia ser um sonho muito bom que estava tendo, não se lembrava de uma noite em que havia dormido tão bem quanto esta. Abriu os olhos lentamente, avistou a mesinha de cabeceira com o retrato dos quatro jovens acenando, ela estava deitada de lado na cama, continuava sentindo aquela sensação inexplicável, sem ao menos se mexer inclinou os olhos para a esquerda e viu um rosto calmo e sereno deitado bem próximo ao seu, podia sentir a respiração dele, olhou para a sua cintura e viu um braço forte que estava a abraçando, outro braço passava por debaixo de sua nuca, constatou no mesmo instante a forma que havia passado a noite.

Victória sentia seu corpo arrepiar-se por completo sentindo o contado do corpo do moreno ao seu, eles estavam em um abraço apertado, ambos de lado. Não sabia como, não sabia porque, não sabia de nada, apenas queria continuar daquela forma. Uma parte sua dizia que isso era errado, mas ela preferia não dar ouvidos a essa voz, preferia ficar ali daquela forma, afinal, porque isso era errado? Ainda sentia-se zonza com tudo que estava acontecendo em sua vida, mas não queria pensar naquele momento, queria apenas continuar sentindo aquele perfume, aquelas sensações em seu corpo... Interrompeu seus pensamentos ao sentir o moreno mexer-se, percebeu que ele havia acordado e em uma reação rápida fechou os olhos.

Harry sentia sua forças revigoradas, uma onda de alegria se expandia por seu corpo, nunca havia dormido tão bem desde a última vez que tivera Gina em seus braços, ele sabia, sabia que só dormiria bem novamente quando estivesse junto dela. Abriu os olhos e não se mexeu, deparou-se com uma chama de cabelos ruivos a sua frente, podia sentir o perfume floral, o perfume que emanava do corpo dela, dela e somente dela, era impressionante como nunca havia sentido esse cheiro em ninguém que não fosse em sua ruiva, era como se fosse algo natural, um cheiro que fosse produzido pela sua essência. Respirou por mais alguns minutos e depois entregou-se a sensação de sentir o corpo dela junto ao seu, seguiu com o olhar e viu seu braço passando pela cintura dela. Inclinou a cabeça para a frente e constatou que a ruiva ainda dormia, levantou o braço que estava na cintura dela e passou por seu rosto.

Depois de algum tempo Victória sentiu a mão de Harry deslizar por seu rosto de uma forma lenta e carinhosa, se antes sentia seu corpo reagir apenas por estar perto dele, agora as coisas estavam bem mais difíceis, podia sentir a respiração dele de encontro ao seu pescoço e a mão dele passeava por seus cabelos.

Harry olhava carinhosamente para a ruiva que dormia, sentia-se culpado, como se estivesse aproveitando dela, o que ela iria pensar se acordasse? Mas ele não estava fazendo nada demais, apenas passava a mão por seus cabelos. Harry tentava se convencer de que era apenas isso.

Victória sentiu quando a ponta dos dedos dele passearam por seu ombro causando uma série de arrepios que cresciam por seu corpo a medida que ela sentia ele mais e mais. Decidiu que era hora de parar com aquilo, não sabia porque, mas era hora. Mexeu-se um pouco na cama para sinalizar que estava acordando.

Harry viu a ruiva mexer-se e tirou a mão de seu rosto, porém o outro braço continuava passando pela nuca dela e isso não havia como evitar.

Victória levantou-se rapidamente, caminhou até a porta do banheiro sem olhar para o moreno, não tinha coragem para isso.

-Bom-dia. - Disse Harry notando o silêncio constrangedor. Será que ela havia percebido algo?

-Bom-dia. - Respondeu Victória meio sem jeito e entrou no banheiro.


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-Endria!!! - Fred gritava batendo na porta do quarto pela milésima vez e nada da loira aparecer.

O ruivo resolveu abrir a porta para ver o que estava acontecendo, talvez ela estivesse se trocando e se isso estivesse acontecendo apesar de temer por sua vida, abriria a porta com o maior prazer. Procurando fazer o mínimo de barulho possível ele entrou no quarto da loira.

-Não, já disse que não. Tenho que descer agora. Eu sei, sei que ela não deveria estar aqui mas...

Fred apurou os ouvidos mas viu que Endria permanecia calada, ela estava de costas para a porta, olhando alguma coisa pela janela e estava falando no mesmo aparelho trouxa que falara com o chefe delas no hotel.

-Tudo bem tenho que ir agora. Até mais. - Endria desligou o telefone e virou-se encarando surpresa o ruivo que a olhava próximo a porta do quarto.

Fred olhou melhor para a loira e não se enganou ao pensar que ela ia trocar de roupa, pois ela estava enrolada apenas em uma toalha e com o cabelo preso em um coque com diversos fios caindo por seu rosto.

-O que... o que você tá fazendo aqui? - Perguntou a loira irritada.

-Eu vim ti chamar pro jantar, acho que a Gina e o Harry devem estar chegando. Com quem você tava falando? - Perguntou Fred.

-Isso não ti interessa, mas eu vou responder, era com o meu chefe. - Disse Endria sem se alterar.

-Hum... precisa de ajuda pra se arrumar? - Perguntou Fred sorrindo malicioso e mudando de assunto.

-E você precisa levar outro chute daquele? - Perguntou Endria.

-Na verdade acho melhor assim. - Disse Fred chegando perto da loira e a enlaçando pela cintura.

Endria fez menção de levantar a perna para atacar o ruivo, mas dessa vez ele foi mas esperto, derrubou a loira na cama e prendeu as pernas dela com as suas.

-E agora o que pretende? - Ele perguntou sorrindo.

-Vai me soltar por bem ou vou ter que arrancar um pedaço seu antes? - Perguntou ela sorrindo maquiavélica.

Fred não respondeu apenas colocou seus lábios aos dela, continuava segurando os braço da mulher firmemente e a beijava de forma voraz.

Endria sentia o corpo do ruivo totalmente colado ao seu e ele definitivamente sabia como beijar uma mulher, inesperadamente o quarto ficou quente e já era insuportável ficar ali, sentiu ele deslizar as mãos por seu braço e por mais que estivesse gostando preferia não assumir, com a mão livre empurrou o ruivo para o chão.

-Nunca mais entendeu? Não chegue perto de mim. - Disse totalmente fora do controle.

-Mas... foi apenas um beijo não faça dramas. - Fred tentou amenizar as coisas.

-Um beijo que eu não queria. - Ela quase gritava.

-Não foi o que pareceu. - Ele sorriu vitorioso.

-Nada do que parece é. Entenda essa frase nos dois sentidos, você não me conhece. - Disse ela e antes que ele pudesse protestar continuou. - Sai agora.

Fred olhou um pouco surpreso para a loira e saiu do quarto. Aquela mulher só podia ser louca, que amiga Gina havia arrumado, que amiga.

Endria fechou a porta por onde o ruivo havia passado com raiva, quem ele pensava que era para chegar, agarrá-la e beijá-la sem o seu consentimento? Que ódio, que ódio, que ódio... ela falava mentalmente procurando por roupa na sua mala que pegara no hotel. Pior era que mesmo sem querer admitir ele havia soltado um monstro que a muito tempo ela havia aprisionado dentro dela, um monstro que a muito tempo não sentia, pensava até que ele havia morrido.


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-Está pronta? - Perguntou ele encarando a ruiva.

Victória apenas sorriu nervosa e segurou a mão de Mel.

-Puxa vou aparatar de novo? - Mel perguntou feliz.

-Vai sim meu amor. - Respondeu Victória carinhosamente.

-Então vamos, já que estamos todos prontos. - Falou o moreno estendendo o braço.


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Todos na Toca aguardavam ansiosamente a chegada de Gina, Harry e Mel. Todos os Weasley se faziam presentes e conversavam animadamente quando um craque os chamou a atenção.

-São eles!!! - Exclamou feliz a senhora Weasley. - Gina querida.

Victória viu a mulher andar apressada em sua direção e abraçá-la carinhosamente, estava começando a se acostumar com todo aquele carinho. Logo depois recebeu um abraço de todos os presentes que ela não conhecia.

-Querida venha aqui, vamos primeiro comer depois faremos as apresentações e poderemos conversar melhor. - Disse o senhor Weasley conduzindo-a até a mesa.

Harry apenas observava a situação, era visível a felicidade de todos os presentes.

Mel não saia de perto da mãe, para onde ela ia a garotinha ia atrás.

Victória olhou para um canto e viu Endria , sorriu para a amiga que sorriu para ela também. Sentou-se na mesa onde Mel sentou-se de um lado e Harry de outro. Todos começaram a comer, muitos olhavam para ela com curiosidade o que a deixava envergonhada. Lembrou-se das palavras do amigo de Endria no bar, ele havia dito que a família Weasley era bem grande. E como era, pensou.

Harry olhava para a senhora Weasley que insistia para que Gina comesse mais, apesar da ruiva negar educadamente, podia ver o desapontamento da senhora. Harry olhou para ela e sorriu.

Victória encontrou o olhar do moreno e retribuiu o sorriso que ele lhe dava, era incrível como em tão pouco tempo ela sabia o que ele queria dizer, sabia que um mero sorriso dele estava lhe dando força, pois não podia negar que estava nervosa.

-Bem, acho que agora podemos ir para a sala. - Falou o senhor Weasley depois de um longo tempo.

Todos na mesa começaram a movimentar-se e Victória acompanhou Harry e a filha até a sala. Acomodaram-se como puderam na sala que já era pequena para o número de pessoas da família.

-Gustavo, Leandro, Victor e Mel para cima. - Disse o senhor Weasley.

-Ah vôvô... - Reclamaram os quatro.

-Sem reclamações podem ir os quatro. - A voz da senhora Weasley ordenou.

-Mas mãe... - Mel tentou argumentar olhando para Gina.

-Conversa de adultos querida, é melhor você obedecer seus avós. - Falou Victória sorrindo da cara que a menina fazia.

Mel saiu do colo da mãe com cara de poucos amigos e caminhou até a escada com os braços cruzados, resmungando algo muito parecido com: “é sempre assim, na melhor parte a gente tem que sair”.

-Bem, todos nós sabemos o motivo que nos trouxe aqui. - O patriarca fez uma pausa e percorreu a sala com o olhar. - Além de comemorar a volta de nossa querida filha, temos que esclarecer alguns pontos dessa história, mas acho que primeiro devemos nos apresentar, já que Gina não lembra. - Dizendo isso o senhor Weasley levantou e foi caminhando por cada um na sala apontando para cada pessoa. - Este é o Rony seu irmão – Rony deu um sorriso meio torto. - ... esta é Hermione esposa dele – Hermione sorriu. Estes são Gui seu irmão e Fleur esposa dele... - O senhor Weasley continuou a andar pela sala e falar o nome de todas as pessoas presentes.

Victória olhava atentamente para cada pessoa apresentada, mas tinha que concordar que era bem difícil gravar o nome de todos assim tão rápido. Depois da longa apresentação, o senhor Weasley sentou-se novamente na poltrona da sala e encarou carinhosamente o rosto da ruiva a sua frente, sentiu as mãos da senhora Weasley fecharem-se sobre as suas e lançou um olhar carinhoso para a mulher.

-Gina querida, você pode nos contar tudo o que aconteceu nesses cinco anos em que esteve fora? - Perguntou a senhora Weasley.

Victória sentiu o olhar de todos recair sobre ela, era incrível como mesmo sabendo seu nome verdadeiro, mesmo ouvindo todos a chamarem de Gina, não conseguia se sentir como “Gina”, para ela seu nome era Victória, foi assim que desde que lembra da sua vida lhe chamam, era extremamente confuso ouvir as pessoas lhe chamarem por um nome que ela não considerava ser seu. Olhou por alguns instantes para as diversas pessoas na sala, instintivamente olhou para o moreno ao seu lado e recebendo um leve aceno de cabeça dele juntamente com um sorriso ela resolveu começar. Contou o dia em que se lembrava ser o primeiro dia de sua vida, aquele onde acordara no hospital.

-Quer dizer que você acordou e não lembrava de nada? - Interrompeu Jorge.

-Isso, eu não lembrava de nada e... - Victória parou um pouco e olhou para o moreno ao seu lado. - ... e um médico que estava cuidando de mim acabou me ajudando muito... comecei então a procurar alguém que me conhecesse, ele me acompanhou, me ajudou a procurar... mas não encontramos nada, nada que pudesse dizer como eu fui parar na Austrália...

-Na Austrália? - Perguntou Rony surpreso.

-Vamos deixar a Gina contar tudo sem interrupções, depois perguntamos. - Sentenciou o senhor Weasley.

-Sim, eu moro na Austrália. Depois que não consegui descobrir nada sobre minhas origens eu resolvi seguir a minha vida, consegui um emprego em um jornal, eu era ajudante... - Victória resolveu não mencionar o Clarck. - ... fiz faculdade de comunicação social e jornalismo, depois de um tempo fui promovida a editora chefe do jornal. - Victória pôde ver uns rostos surpresos a olhando. - E é só isso, não tem muita coisa, foi no jornal que conheci a Endria. - Finalizou sorrindo para a amiga.

-Mas porque vocês vieram para Londres? - Perguntou o senhor Weasley.

-Viemos para um Congresso de Comunicação, nosso chefe nos mandou. - Falou Endria.

-Mas como nos acharam? - Perguntou Hermione inclinando-se para frente.

-Bem, eu sempre me incomodei bastante com o fato de não saber realmente quem eu era, apesar do Clarck sempre me dizer que...

-Clarck? - Foi a vez de Harry perguntar.

-É... o médico que estava comigo no hospital... - Falou sem dar muita ênfase, mas sentindo um ligeiro constrangimento. - Ele sempre me disse que isso não tinha importância, mas eu continuava a procurar por minha família e quando vim para Londres senti que era esse o lugar, não sei como, só sei que senti. Me lembro que depois de um dia de Congresso, que a Endria não tinha ido porque tava com dor de cabeça, eu fui até um bar, bebi alguma coisa, eu comecei a girar o copo na mesa e formou um símbolo esquisito, uma coisa que me fez lembrar algo, mas eu não conseguia lembrar exatamente o quê, aquilo apenas me era familiar. - Victória olhou para os outros, podia sentir toda a atenção voltada para ela. - Andei pelas ruas não sei ao certo por onde, só sei que depois disso minha mente apagou e acordei um mês depois no hospital com a Endria ao meu lado.

Victória olhou em direção a amiga e viu que ela estava de cabeça baixa.

-A Vick ficou um mês em coma, falava coisas sem sentido o tempo todo, eu e o Clarck ficamos preocupados. Quando ela acordou estava apenas eu no quarto, ela me pressionou...

-Eu ainda lembrava de algumas coisas, me lembrei de uma conversa dela e do Clarck, eles conversavam sobre mim e minha família, diziam que eu não poderia saber e tudo mais.

-Então quando ela acordou me pressionou e eu acabei contando... contando que eu sabia... eu sabia... sabia sobre a família dela o tempo todo eu sabia. - Endria havia levantado a cabeça e encarava todos com o olhar firme e ao mesmo tempo triste.

-Você... você sabia e não contou nada? - Perguntou Fred indignado.

-Espera, a Endria me ajudou a encontrar vocês depois e...

-Grande coisa, depois de ter encoberto durante cinco anos. - Desdenhou Rony.

-Não foram cinco anos, eu soube depois, foi o Clarck que me pressionou... eu não podia contar, ele disse que era para o bem dela e...

-Isso já passou, não interessa mais, eu confio na Endria e pronto. - Afirmou Victória.

-Mas... - Rony começou mais foi interrompido.

-Se a Gina diz que confia isso não deve mais ser discutido. - Sentenciou o senhor Weasley, fazendo todos na sala voltarem a se calar.

-Acho que não podemos falar que a Gina está viva para ninguém. - Pronunciou-se Harry.

-Porque? - Muitos perguntaram na sala.

-Eu sempre disse que havia uma coisa muito estranha nessa história da morte da Gina, nunca acreditei, e agora, depois de tudo que ela nos contou, tenho certeza que existe algo de muito maior por trás disso. - Harry olhava com uma expressão determinada para todos na sala.

-Harry tem razão, é melhor que pelo menos por enquanto ninguém saiba sobre a Gina, essa história tá estranha, vamos descobrir o que realmente aconteceu. - Concordou Hermione lembrando-se da pasta com o critos.


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-Isso é muito, muito, muito feio. - Disse Mel para os primos que estavam usando uma das orelhas esquisitas que os Tios faziam.

Gustavo colocou o dedo na boca em sinal para que a prima cala-se a boca.

-Cala a boca Mel, até parece que você não tá ouvindo também. - Argumentou Victor.

-Tô ouvindo porque não tem jeito. - A garotinha falou sacudindo os ombros mais muito atenta a conversa.

-Quer dizer que a Tia Gina não lembra de nada? - Questionou Leandro.

-Claro que lembra, ela lembra de mim. - Mel respondeu apontando para si mesma.

-Não seja tonta, não tá vendo que o vovô apresentou todo mundo pra ela. - Disse Victor fechando o punho e batendo na própria testa em sinal de desdém.

-Mas a mamãe lembra de mim sim. - Mel disse chateada.

-Ah tá bom, mesmo que lembrasse você tinha só um ano quando ela sumiu. - Falou Leandro continuando a prestar atenção na conversa.

-Eu... eu... isso não interessa, a minha... – Mel apontou para si mesma. - ...mãe lembra de mim, isso é apenas porque ela é especial, por isso estão apresentando os outros pra ela, porque ela passou muito tempo fora, tem gente que ela não lembra. - A garota estreitou os olhos, sorriu e apontou para si mesma. - Mas de mim e do papai ela nunca esqueceu.

-A Mel tá certa. - Disse Gustavo defendendo a prima.

-Vamos rápido, eles estão subindo. - Victor entregou as orelhas a Gustavo e os quatro saíram correndo pelo corredor.


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-Me passe um garfo querido.

-Tá mãe.

-Fred não! - Exclamou a senhora Weasley.

-Tarde demais. - Falou Carlinhos rindo.

-Ai! Olha o que você fez!!! - Gritou Rony irritado, passando a mão na cabeça onde o garfo havia caído.

-Sua cabeça é dura, não vai rachar assim tão fácil, Roniquinho. - Disse Jorge entrando na bagunça.

-Victor sente direito! - Ordenou Laica.

-Deixe ele. - Falou Carlinhos.

-Fred, tome cuidado com essa colher para não acertar... - O senhor Weasley havia começado a falar mais foi em vão.

Um barulho e mais uma reclamação, mais alguém havia sido atingido por uma colher. As pessoas na mesa pararam para observar o que se passava e depois de registrar o acontecimento, voltaram a comer como se nada tivesse acontecido. Aquele era mais um almoço de domingo na Toca.

Victória olhou ao redor e viu Endria sentada em um canto da mesa, sorriu para a amiga, logo em seguida olhou para Harry e sorriu também, era a primeira vez que participava de algo assim, pelo menos a primeira vez que se lembrava de algo assim. Não tinha como negar que a família era grande e portanto cheia de pequenas confusões, mais isso era apenas mais um atrativo para ela.

-E então, o que tá achando do almoço de domingo da família Weasley? - Perguntou Harry apenas para que Gina escutasse, e com a bagunça na mesa, com certeza ninguém mais escutaria.

-Relativamente animado. - Respondeu ela fingindo pensar.

-Pode ter certeza que você ainda não viu nada. - O moreno sorriu.

Victória ficou algum tempo observando aquele sorriso, e que sorriso. Pegou-se suspirando algum tempo e corou, voltou sua atenção para o prato. Que coisa! Estava parecendo uma garotinha, uma adolescente. Brincou durante algum tempo com a comida e sem conseguir evitar lembrou-se da noite anterior. As mãos dele passando por seu rosto, do rosto para o pescoço, do pescoço para os braços, dos braços para a cintura... Ai Deus! Ela estava deixando isso ir longe demais, sempre fingia que estava dormindo quando esses pequenos carinhos começavam, ela gostava, gostava mais não queria admitir. Seus pensamentos foram interrompidos por um gritinho.

-Quero mais mãe! - Gritou Victor.

-Você já repetiu o prato três vezes. - Falou Laica.

-Mas eu quero mais! - O garoto continuou gritando.

-Ah deixe o menino, querida, ele gosta. - Disse a senhora Weasley carinhosamente, se tinha uma coisa que ela adorava era alguém que comesse bem.

-Molly, ele já comeu demais.

A senhora Weasley apenas deu de ombros.

-O Victor é um porco, o Victor é um porco. Um porcão! – Gustavo começou a gritar a plenos pulmões e logo em seguida Leandro se juntou ao coro.

Victor fez beiço e puxou a manga de sua mãe.

-Manhê! Eles tão me chamando de porco!

-Gustavo e Leandro parem agora! - Ordenou Laica.

-Porcão! Porcão! - Continuaram os dois.

-Gustavo! - Brigou karine.

-Manhêê! - Voltou a gritar Victor.

-Non grite en meu ouvido! - Reclamou Fleur para o filho.

Victória olhava a confusão que se formava. De repente viu quando Mel se levantou e foi até Gustavo e Leandro, colocou as duas mãos em cada boca, tampando seus gritos de “Porcão”.

-Ai! – Mel gritou segundos depois. – Vocês me morderam!

-Porcão! Porcão! - Continuaram os dois a aperrear Victor que chorava.

-Façam alguma coisa! - Disse Carlinhos.

Karine e Fleur cutucaram os maridos para que controlassem os filhos, Gui até que tentava, mas Jorge parecia incentivar Gustavo.

-Manhê! Eu não sou um porco! - Gritava Victor.

-Jorge e Guilherme! - O senhor Weasley repreendia os filhos.

Victória olhou para Harry e cochichou em seu ouvido.

-Tem certeza que quer se meter nisso? - Perguntou ele rindo.

-Já nos metemos. - Disse ela apontando para Mel que tentava calar a boca dos primos.

Harry conjurou duas caixas vermelhas como a ruiva havia pedido e entregou para ela.

Victória levantou de sua cadeira e caminhou lentamente até onde a confusão estava instalada, mas exatamente onde Gustavo e Leandro estavam sentados. Fleur olhava com desdém para a confusão, Karine e Laica brigavam com seus maridos para que eles tentassem parar os filhos ao invés de rir, Rony demonstrava que estava prestes a gargalhar e Hermione além de dar cutucões no marido balançava a cabeça negativamente, e o resto das pessoas seguravam seus pratos, pois se a mesa virasse e a comida fosse junto os pratos estavam a salvos.

Victória olhou para Mel que logo entendeu a mãe e largou a boca dos primos. Agachou-se ao lado dos dois e começou.

-Leandro... Gustavo... Titia tem um presente pra vocês.

No mesmo instante os dois pararam de gritar, levantaram do banco em que estavam sentados e estenderam as mãos, ansiosos para ganharem os presentes.

-Mas vocês tem que brincar longe daqui, ok? – chegou mais perto e murmurou para eles. – Porque é nosso segredinho, isso explode. - Victória pôde ver os olhos dos dois se iluminarem.

Logo os dois acreditaram que estavam participando de algo muito travesso, Victória entregou uma caixinha para cada um, e observou os dois saírem correndo para o jardim da Toca, onde as únicas vítimas que eles teriam eram os gnomos.

-O que você deu para eles? – Perguntou Laica temerosa.

-Fogos de artifícios. – Respondeu Victória andando de volta para seu lugar.

-Ai meu Merlim!!! – Exclamou Karine levantando-se. – Eles têm fogos de artifício agora? Estamos perdidos!

-Calma. Não são de verdade – Victória riu. – Mas acho que isso vai mantê-los ocupados durante um bom tempo.

Victória conhecia pouco a família, mas pelo pouco que conhecia, não se surpreenderia se tivesse sido Jorge que incentivara Gustavo a começar a gritaria. Sentou-se ao lado de Harry que continuava rindo da confusão.

-Você gosta de ver o circo pegar fogo né? - Perguntou assim que encarou o moreno, todos na mesa voltaram a comer e não prestavam atenção na conversa dos dois.

-Eu? - Respondeu com falsa indignação. - Digamos que me acostumei com isso.

-Nossa, imagino. - Victória riu.

-Não imagina não, isso não foi nada. - Mel meteu-se na conversa.

-E a senhorita tava nos ouvindo é? - Perguntou Victória afagando o cabelo da filha.

-Claro, mas isso de hoje não foi nada comparado aos outros dias. Né pai? - Mel sorria marotamente.

-Isso é verdade, mas nas outras vezes acho que você teve uma participação santinha. - Harry respondeu rindo.

-Não me diga? - Victória viu a filha corar um pouco.

-No meu aniversário não foi culpa minha, foi o Tio Jorge que soltou fogos dentro de casa e...

-Você ajudou. - Completou Harry.

-É mas... - Mel parou e encarou a mãe. - mas no dia do carrinho do Gustavo que ia atropelando o Victor eu...

-Você estava no banco do carrinho junto com o Gustavo. - Harry completou novamente.

-Hum... - Mel parecia fazer um esforço para lembrar de alguma confusão de que não tinha participado, mas parecia não ter muito sucesso. - Hoje eu não fiz nada. - Concluiu vitoriosa.

-É isso é verdade. - Concordou Victória olhando para Harry e rindo.

-É verdade mesmo, talvez a mocinha estivesse com vergonha de participar do coro de gritos junto com Gustavo e Leandro. - Harry olhou para Victória e piscou. - Porque se eu não me engano quem sempre faz confusão é você e o Gustavo.

-Eu não faço confusão, eu apenas... apenas... ah, sei lá. - Mel não sabia o que falar.

Victória inclinou-se e beijou a filha que sorriu e continuou a comer. Olhou para o canto da mesa onde Endria estava sentada e viu a amiga conversar animadamente com uma mulher de cabelos castanhos e cheios. Fazia algum tempo que não conversavam, sua vida havia mudado muito, mas mesmo assim sentia um carinho muito grande pela amiga.

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Victória dormia sentindo aquela mesma sensação que sempre tinha desde que chegara naquela casa, naquele quarto, naquela vida. De repente ouviu um barulho e abriu os olhos.

-O que... - Olhou para a frente e viu Harry trocando-se rapidamente, ele estava de cueca na sua frente, parou e mesmo que tentasse evitar examinou cuidadosamente o corpo do moreno que estava de costas para ela.

Harry virou-se já com uma calça e com a blusa nas mãos, os cabelos estavam arrepiados e o olhar sonolento.

-O que aconteceu? - Victória levantou-se.

-Um chamado do trabalho, tenho que ir urgente, é a mesma situação que ti contei naquele dia, novos ataques. - Harry saia apressado pelo corredor vestindo a blusa, enquanto Victória o seguia.

Chegou na frente da lareira e antes de pegar o pó-de-flu parou e fitou a ruiva.

-Tenha cuidado, seria melhor você ir pra toca, você já sabe usar o pó-de-flu... - Parou e respirou fundo. - Isso é perigoso...

-Sei que é, vi como você chegou da última vez e...

-Não estou falando de mim, estou falando de você. - Harry passou a mão pelo rosto da ruiva. - Estou falando de você ficar aqui sozinha sem saber usar magia.

-Não se preocupe, eu sei me defender. - A ruiva sorriu.

-Você não tem noção de como isso é perigoso, por mais que nós estejamos tentando descobrir a verdade dessa história ainda não conseguimos e...

Victória colocou o dedo nos lábios do moreno.

-Não se preocupe, você tá perdendo tempo, existem pessoas morrendo agora, vá, eu vou conseguir me cuidar.

Harry olhou carinhosamente para a mulher a sua frente, não haveria problema, ela estava segura, qualquer coisa poderia ir para a Toca, ela estava certa, pessoas estavam morrendo e ele precisava ajudar. Segurou o rosto dela com as duas mãos, não conseguiu evitar, estava tentando se controlar fazia muito tempo, agora não conseguia mais. Aproximou-se lentamente, fechou os olhos e encostou os lábios nos dela calmamente.

Victória sentiu os lábios dele nos seus, não espera por aquilo, ficou estática, mas logo depois correspondeu. Os lábios se abriram instintivamente e ela sentiu a língua dele entrar, era uma dança lenta e embriagante. Sentiu as mãos dele saírem de seu rosto e postarem-se em sua nuca a levando para mais perto.

Harry parou, levemente ofegante, e se separou de Gina. Levou algum tempo até abrir os olhos. Não queria que aquela sensação fosse embora, não queria acordar do que parecia ser um sonho. Uma das suas mãos estavam na nuca e outra permanecia no rosto dela, sentiu as mãos de Gina se fecharem em sua camisa, apertando o tecido entre os dedos.

Victória finalmente abriu os olhos, percebeu ele fazendo o mesmo que ela, um segundo depois. Encararam-se por um tempo indefinido, até que Harry sumiu. Victória demorou algum tempo para compreender que o moreno havia ido embora, ele estava com pressa. Sem olhar para trás para certificar-se de que ali havia um sofá e com o olhar ainda estático, ela jogou-se sobre o sofá e passou os dedos nos os lábios, agora vermelhos. Enfim sentira, sentira aquela sensação que havia conversado com Endria, sentira aquele frio na barriga, ouviu os barulhos dos fogos de artifício... coisa de adolescente ou não, ela havia sentido.

Depois de um longo tempo resolveu que deveria voltar para o quarto e dormir, ainda estava escuro, o dia demoraria para nascer, mas duvidava muito que depois disso conseguiria dormi, levando-se em consideração que tudo naquele quarto tinha o cheiro dele.


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-Se o senhor quiser pode nos demitir, eu não posso voltar agora. - Victória dizia ao telefone. - Eu sei que tenho responsabilidades ai, mas as minhas responsabilidades aqui são mais importantes no momento. - Andava de um lado para o outro da cozinha enquanto Mel a acompanhava com a cabeça, virando hora para um lado, hora para outro. - Não posso dizer onde estou. Tudo bem, vou encontrar uma maneira de resolver os problemas do jornal por aqui mesmo não se preocupe. - Fez um gesto impaciente com as mãos. - Já disse que vou tentar. Retorno a ligação mais tarde. - Fechou o telefone bruscamente.

Victória virou-se e encarou a filha que a olhava espantada.

-Coma meu amor. - Falou sentando-se na mesa.

-Quem era? - Perguntou a garotinha.

-Coisas de trabalho. - Respondeu Victória.

-Hum... papai também foi resolver coisas de trabalho? - Mel encarou a mãe curiosa.

-Foi sim, daqui a pouco ele volta.

-Acho que ele vai demorar, ele sempre demora quando sai assim de madrugada. - Mel comentou.

Victória apenas fitou a filha por uns instantes e seu pensamento voltou para o moreno, para o beijo, para...


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Harry andava cautelosamente em um corredor escuro, a varinha estava em punho e o vento soprava sobre seus ouvidos fazendo os pelos de sua nuca se arrepiarem. Havia ido a uma missão urgente com Rony e Marjore novamente, eles estavam responsáveis por esse caso e tinham que descobrir os causadores do que estava acontecendo. Assim que chegaram separaram-se, cada um foi por um corredor a fim de não perderem o responsável por toda a confusão naquela pequena cidade.

Ouviu uma voz ao longe ecoar, andou mais cautelosamente, viu uma luz ao fim, pôde ver diversas pessoas ao redor de alguma coisa, não podia reconhecer nenhuma das pessoas, pois elas usavam uma espécie de túnica que lhe cobriam os rostos. Escorou-se na parede do corredor estreito e olhou para o outro lado da sala circular, pôde ver Rony escorado em outro túnel, olhou para outro lado e viu Marjore. Qualquer caminho que tivessem tomado levaria para a mesma sala, ali era o centro.

Surgiu rapidamente no centro uma enorme coluna de fogo escarlate, rodopiante, bravejante. Estava cercada por outras quatro das cores verde, azul, dourada e prateada, cada qual tendo inscrições que ele não conseguia distinguir. A coluna de fogo bailava entre os pilares. Harry ouviu uma voz ecoar no meio dos outros.

-Eu reúno espíritos puros e os tranco em minha veste flamejante. Eu sugo a vida dos homens e suas almas reluzem no meu olhar. Eu sou o poderoso feiticeiro, a voluptuosidade do espírito. Pelo meu bailar eu reúno, em nome da minha mãe Nuit, as cabeças de todos batizados nas águas da vida. Eu sou a voluptuosidade do espírito devorador da alma do homem. Eu apresto a festa para os adeptos e aqueles que dela participam verão Deus.

Harry entendeu pouca coisa do que o homem dissera, não fazia muito sentido, aquilo devia ser algum ritual. Logo depois viu uma das luzes ir em sua direção e arrastá-lo até o centro. Olhou para os lado e viu Rony e Marjore na mesma situação. Merlim, estavam perdidos.

-Vejo que temos convidados. - O homem que conduzia o estranho ritual olhava falsamente encantado para os três intrusos. - Não pensem que vocês podem se meter aqui e não notarmos suas presenças.

-Estamos aqui a serviço do ministério, vocês não podem estar realizando... - Rony tentou argumentar.

-Você não está em condições de dizer o que podemos ou não fazer. - Retrucou o homem fazendo os outros rirem.

Harry permanecia em silêncio sabia que discutir não os ajudaria a sair dali, precisava pensar em algo. Precisava fazer eles se distraírem, se tivesse sorte poderia até atingir algum deles. Olhou para o lado procurando algo que o ajudasse, procurando algo que pudesse usar como isca, qualquer coisa, qualquer coisa, vamos lá...

-E você? Acha que devemos fazer o que? - O homem dirigiu-se a Harry.

-Não sei, acho que se quisessem nos matar já teriam feito. - Disse insolente, sabia que aquilo daria muita discussão, portanto, tempo para ele pensar em algo.

Rony olhou incrédulo para o amigo.

-Nossa, temos um corajoso aqui. - O homem soltou uma risada grotesca. - Vamos ver se é tão corajoso quanto pensamos.

Harry viu o homem fazer menção para pegar a varinha e no mesmo instante ergueu a sua.

-Hum... você é rápido rapaz. - Esnobou o homem. - Jogue isso no chão.

Harry olhou para os lados e viu todas as outras pessoas presentes apontando a varinha para ele, não tinha outra alternativa, eles era muitos. Abaixou-se e colocou a varinha no chão.

-Vocês também. - Ordenou para Marjore e Rony.

-Agora vamos ver se você é corajoso mesmo. Crucius!!!

Foi tudo muito rápido, o homem sacou a varinha antes mesmo que ele percebesse. Sentiu seu corpo arder, arder em chamas, depois parecia que diversas facas eram enfiadas em todas as partes de seu corpo. Não sabia se gritava, não sabia se saia algum som de sua boca, só via dor, dor, muita dor. De repente tudo parou, mas seu corpo permanecia dolorido.

-Vejo que não é tão corajoso assim, nada que uma boa crucius não resolva. - O homem riu e os outros o acompanharam.

Harry estava no chão, encarava as pedras que estavam no chão batido, seu corpo ardia terrivelmente. Viu sua varinha bem próxima, precisava apenas de uma pequena distração, apenas uma.

Rony olhou para Harry e viu um discreto aceno de cabeça para um objeto que estava no centro da mesa ao seu lado, viu que o objeto parecia algo importante, como uma santa em uma igreja, em um altar. Não sabia o que aquilo era, mas com certeza representava algo importante para eles. Entendeu imediatamente as intenções do amigo e rapidamente ergueu o braço e pegou o objeto, antes que alguém pudesse fazer qualquer coisa ele arremessou o objeto para longe.

O ato causou um grande alvoroço entre todos, uma correria geral em direção ao objeto e Harry viu a oportunidade perfeita. Pegou a varinha, assim como Rony e Marjore. Não pretendia lutar contra todas aquelas pessoas, seria burrice, no momento pensava apenas em salvar a pele dele e dos amigos. Sem pensar em mais nada viu a única solução.

-BOMBARDA!!! - Gritou apontando a varinha para cima e começou a correr. - VAMOS!!! - Gritou em meio a confusão para Rony e Marjore que já corriam atrás dele.

Podiam ouvir o teto desabando atrás deles. Correram, mas logo ouviram alguns passos os seguindo.

-DROGA!!! ELES ESTÃO VINDO!!! - Rony dizia desesperado. - WADDINWASI!!! – Gritou em direção a uma pedra enorme que foi arremessada para trás.

Harry não olhou para trás, mas pela barulho Rony havia conseguido derrubar alguns.

-AONDE TÁ A DROGA DA CHAVE DE PORTAL? - Harry procurou desesperado assim que saiu do templo.

-ALI!!! - Gritou Marjore.

Os três saíram em disparada, Marjore foi a primeira a chegar na chave mais aguardou os outros dois. Viu quando alguns homens saiam de dentro do templo e corriam em sua direção.

-VAMOS LOGO!!! - Gritou desesperada.

Rony chegou e acenava freneticamente para Harry que estava bem próximo.

-DIFFINDO!

Harry ouviu um dos homens gritar e antes que pudesse desviar, o feitiço atingiu sua perna. Logo um corte enorme surgiu no local, cada vez que ele fazia esforço o corte parecia abrir ainda mais. Aquilo doía, e como doía... ele tinha que chegar, tinha que chegar até a chave de portal. Ele estava bem próximo.

Rony alcançou a mão de Harry antes que ele chegasse até a chave e com a outra mão segurou no velho guarda-chuva.

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-Mãe a Nati quer papinha. - Disse Mel para Victória que parecia distraída. - MÃE!!!

-Ah oi... - Respondeu aérea.

-A Nati quer papinha. Poxa a gente tava brincando de boneca esqueceu? - Reclamou Mel que segurava sua boneca enquanto Victória havia largado a sua no parapeito da janela.

-Ah... sim querida. A gente pode continuar essa brincadeira daqui a pouco. - Victória olhava para a filha, seu pensamento estava bem distante dali, estava preocupada, já era noite e Harry ainda não havia voltado. Onde ele se meteu?

-Mãe não se preocupe, o papai já vai voltar, ele sempre volta. - Mel falou sorrindo.

-Claro querida, claro que ele vai voltar. - Victória abraçou a filha, era ela quem devia estar tranquilizando a garotinha e no entanto era a menina que a tranqüilizava.

Victória ouviu um barulho na sala e saiu do quarto correndo. Era ele, tinha que ser ele. Assim que desceu as escadas deparou-se com uma cena não muito animadora, ali estavam Rony com alguns cortes e arranhões como da primeira vez que o vira, ao lado dele estava uma mulher em condições parecidas, mas Victória não se deteve a olhar os dois, seu olhar logo se desviou para um moreno pálido e muito pior que os amigos, notou que ele se segurava em Rony. Sentiu seu coração falhar e correu em direção ao moreno.









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Oi gente!!!! A primeira coisa que eu queria falar é sobre o nome da gina, eu quero dizer que continuo chamando ela de Victória pq como vcs devem ter notado em uma parte do capítulo e no decorrer da fic, ela não se sente como Gina, pra ela o nome dela é Victória, então não teria muita lógica eu colocar nos pensamentos dela como Gina, podem ver que no do Harry e no dos outros eles tratam ela como Gina, isso é apenas pra esclarecer, pq algumas pessoas me perguntaram sobre isso, resumindo, é como ela se sente, ela se sente como Victória.

Em relação ao capítulo, espero que vocês gostem realmente dele, desculpem por deixar vcs esperando por tanto tempo é que tô muito ocupada, mas prometo que vou tentar postar logo o próximo (sempre falo isso) hauahuahauhau... mas eu tento mesmo!!! vamos aos agrdecimentos:

Gabi W. - PRIMAAAAAAAAAAAAAAAA... que bom que gostou do capítulo e ontem vc e o primo me deixaram boiando no msn viu??? TÔ de mal com vcs!!! hauahauhauahu...

Tonks & Lupin - Obrigada pelo comentário e incentivo!!!

Miaka-ELA - Obrigada por sempre comentar, isso me deixa muito feliz!!!

Ellessar - Vamos ver o que vai acontecer né??? talvez ela lembre logo!!! rsssssssssss... obrigada pelo comentário.

Ana Paula Nascimento - Obrigada por sempre passar por aqui e pedir atualizações isso me deixa feliz, pelo menos alguém tá ancioso pra ler rsssssssssssssss...

MarciaM - As coisas estão esquentando mesmo, será que vc tem uma bola de cristal??? ahuahauhauahu...

Doug Potter - Vc heim??? Só esperando as coisas pegarem fogo rsssssssssssss... não se preocupe isso não vai demorar hauhauahuahua... eu tb adoro ver as coisas pegando fogo!!!

Sally Owens - rsssssssssssssss... se declarou totalmente pra fic hauhauahauh... mas vc viu que eu fiz isso lá na MY GIRL né??? estamos quites!!! Mas olha mana isso é verdade, eu amo romance e fiquei louca pela sua fic, muito bem escrita, assim como a outra claro!!!! Sabe que acho que por isso que meu capítulo demorou? Fiquei desanimada, vc escreve tão bem que eu fiquei com vergonha de escrever hauhauahauhauahuah... BEIJOS PRA VC E POSTA LOGO O CAPÍTULO!!!

Nicole Evans - PRIMA COMO ASSIM??? Vc não leu a cena da primeira vez do Harry e da Gina não??? Eu coloquei nas lembranças dela, ai Merlim!!! (autora chorando) VC NÃO LEU TODOS OS CAPÍTULO DA MINHA FIC!!!! DEVIA TÁ MUITO CHATA NÉ??? buaaaaaaaaaaaaaaaaa... Vc ainda pergunta se vai ser mais família!!! Já teve cena picante até da Mione e do Rony, mas foi mas leve né??? Não contei até os finalmentes!!! Mas claro que eu vou escrever nos mínimos detalhes quando a Gina e o Harry finalmente se acertarem!!!! BEIJOS NA BUNDA!!!

Leo Potter - Oi, acho que respondi lá em cima sobre chamar a Gina de Victória, é pq é assim que ela se sente!!! Beijos!!!

Nana Black - Obrigada pelo elogio e quando a Gina voltar pra Austrália eu não sei hauahuahauhaau... sou perversa rsssssssssssssss...

Lenne Potter - Obrigada por comentar e pelo beijo rsssssssss... outro pra vc!!!

Ahavene - Obrigada e acho que esse teve mais ação né??? Espero que tenha gostado BEIJOS!!!

Osmar Fogaça - Desculpe por ter demorado um pouco BEIJOS e obrigada pelo comentário!!!

Mérope Slytherin Houghton - Não seja má, vc queria matar a coruja!!! hauahuahauahu... se vc imaginou o Harry de pijamas imagina eu, aquelas gotinhas de água na barriga (autora se abanando) rssssssss... acho que vc descreveu exatamente o que eu penso, a Gina pensa isso de: EU TE CONHEÇO??? qualquer pessoa na situação dela ficava com medo!!! Obrigada pelo comentário!!! BEIJO GRANDE E ATUALIZA A SUA FIC LOGO!!! Viu como eu sou uma menina bem mandada??? Já passei lá na sua fic!!! Muito 10!!!!!!!!!! Poxa obrigada por sempre passar aqui e comentar e votar!!! BEIJOS GRANDE PRA VC!!!AH, adorei o recadinho pra mim no final da fic!!!

Molly - Que bom que vc gostou e entendeu meus motivos para eles não ficarem juntos logo, é isso mesmo!!! BEIJO GRANDE!!!

Eleonora - iiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... acho que não foi bem assim né??? Eles se beijaram mais ela não lembrou, mas veja talvez tenha um feitiço muito poderoso impedindo que ela lembre!!!! Vou explicar isso rsssssssssss... por enquanto já falei demais!!!

Barbara Michele - Que bom que gosta das minhas humildes fics!!! Obrigada por comentar BEIJO GRANDE!!!

Clarice- Que bom que gostou do trailer e da fic!!! Continue comentando viu??? Beijos!!!

Bruna Mendonca - Que bom que gostou e desculpe pela demora nas atualizações!!!

Ana Karynne - Obrigada pelo comentário!!! BEIJOS!!!

Mary Silva - Que bom que gostou e em relação ao amor dos dois não se preocupe eu não gosto de deixar as coisas pro fim!!! Acho que vc deve ter visto pq eu fiz eles se encontrarem logo!!!BEIJOS!!!

Victor Farias - Adorei sua fic viu??? Que bom que continua gostando da minha fico feliz!!! Em relação ao msn eu ti adicionei mais vc nunca entra rssssssssssssss... meu orkut é: Paty Olanda!!! E eu não faço maldades viu??? Sou uma menina muito boazinha rsssssssssssssss... e em relação ao Clarck me aguarde (autora com olhar maquiavélico) hauahauhau... ah, gostei do momento Tom Ridle hauahuahauah...

Claudio Souza - Obrigada por gostar da minha fic e não se preocupe assim que eu conseguir eu passo na sua fic, é pq não tenho muito tempo, viu como demorei pra postar??? Mas prometo que passo!!! BEIJOS!!!

kika - Que bom que tá gostando!!! (autora pulando de alegria) e pode pressionar viu??? Quem sabe assim eu posto logo!!! hauhauhauah... é sempre bom saber que tem gente querendo ler a nossa fic!!!

Srtª Lara =D - FICO MUIIIIIIIIIIIIIIIIIIITO FELIZ QUE VC TENHA GOSTADO!!! Continue passando por aqui viu??? Se não eu mando uma CRUCIUS pra vc!!! hauahuahauhauh...

Dora - Obrigada pelo comentário, vc realmente falou bonito hauhauahauhauah...

Ana Carolina Guimaraes - Que bom que gostou do capítulo, espero que goste desse tb... ah, e a Mel!!! A Mel é a menina dos meus olhos hauhauahuah...

tati - QUE COISA FEIA!!!! Vc esqueceu da minha fic!!! Tinha parado no capítulo 2!!!! Vou fingir que esqueci isso hauhauahauhauh... obrigada por passar aqui e não se preocupe já começei a fazer o cap. 26 da outra fic!!!

Pamela Marul - Fico tão feliz que vc tenha gostado da minha fic e acho que vou alugar a Mel!!!! ahuahauhauah... brincadeira!!! O Harry é um fofo né??? rsssssssssss... e viu como eu sou bem mandada? Vc pediu um aviso e eu fiz!!! ahuahauahua... não fique preocupada, eu adoro comentário pedindo atualização é isso que faz um autor escrever!!! BEIJOS!!! Ah, em relação a minha outra fic Harry e Gina o link é: http://www.floreioseborroes.com.br/menufic.php?id=6042, A do Tiago e da Lily é: http://www.floreioseborroes.com.br/menufic.php?id=6315, espero que vc leia e goste!!!

Yuhuji - Obrigada por ter comentado e estar lendo a fic!!!

Jaline Gilioti - Que bom que gostou da fic, e as crianças são assim mesmo né??? Pelo menos eu acho, não tenho filhos ainda, mas tenho vários primos e um afilhado, amo crianças, acho que misturei todos eles pra fazer a Mel!!! Beijos!!!

Assogue - PRIMOOOOOOOOOOOOOOOOOO... sei que vc gosta mais dessa fic!!! Espero que esse capítulo tenha atingido suas expectativas!!! BEIJOS PRA VC!!!


Bem gente é isso, peço apenas que me compreendam pelo atraso!!!! E quem tá pensando que eu esqueci do Clarck está muito enganado (autor com um sorriso no canto dos lábios)... bem não vou falar sobre isso, aguardem o próximo capítulo!!! BEIJOS NA BUNDA DE TODOS!!! hauahuahauahu... E NÃO ESQUEÇAM DE VOTAR E COMENTAR SE NÃO EU NÃO POSTO!!!

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