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6. Hells Bells


Fic: Garota Infernal


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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"Não há escape, então me mantenha segura. Nada vem fácil, preencha meu vazio. Nada é como foi, transforme meu luto em graça. Nada vem fácil, nada pode me trazer paz. Eu só quero sentir seu abraço. Eu te amo."


6. Hells Bells


- Não, Draco, temos que fazer alguma coisa!
- Não há nada que a gente possa fazer, Gina.
- Eu certamente não vou simplesmente deixar ela morrer. Se não levarmos ela pro hospital, quando o demônio sair dela, ela vai morrer!
- Não, Gina, ela não vai morrer! Simplesmente porque ela não está possuída por um demônio, ela é um demônio. Se tirarmos a lâmina, ela vai curar, e nos matar.
- Ela... é?
- Sim.
Isso me pegou de surpresa. Eu achei que o tal ritual mal sucedido fazia com que um demônio se apossasse do corpo da vítima, mas não era isso o que acontecia. A vítima tornava-se um demônio legítimo. E era exatamente por isso que Draco bradava que devíamos apenas pôr um fim na vida de Hermione de uma vez. Eu, é claro, era completamente contra e por isso estávamos discutindo as nossas opções.
- Pelas caracterizações, ela é o terceiro tipo de súcubo. Ela é um demônio. Ao contrário dos corpos humanos possuídos por demônios que se ferem, ela vai poder se curar se pararmos o que está ferindo.
- Se não pararmos, ela morre.
- Você não está entendendo, Gina. Ela tem que morrer.
- O quê?
- Olha, eu sei que ela é sua amiga de infância, mas é só que... ela não é mais ela. A Hermione que você conheceu está morta, morreu no instante em que ela se tornou uma súcubo.
- Não, você está errado! Tem que ter um outro jeito. Eu não vou desistir dela.
- Ótimo. Tire a lâmina. Só que vamos ter que matá-la de qualquer jeito.
E, em um movimento rápido, ele chegou até Hermione – que ainda agonizava a lâmina no rim – preparado para arrancar o objeto de prata e estacá-lo em seu coração. Por sorte, eu também era rápida e assim que suas mãos tocaram o ornamentado e lustroso cabo de prata, eu segurei seu pulso firmemente.
- Você não pode.
- Olha, - disse ele em um tom gentil pouco utilizado entre nós. - ela não é mais a Mione, entende? Não é, é só o corpo dela. Gi, quantas vezes vemos casos assim? Com criaturas do inferno usando o corpo de entes queridos para brincar com o psicológico de caçadores? Ela não é a sua Hermione, não mais.
Eu suspirei e baixei a cabeça por um momento. Hermione havia acabado de desmaiar, o que significava que se não parassemos o ferimento logo, ela não conseguiria se curar e em pouco tempo estaria morta.
- Sinto muito. - murmurei. - Não vou te deixar matá-la.
Ele respirou fundo, decepcionado.
- Sou eu quem sinto muito, então. Eu não tenho outra escolha a não ser -
- Morrer. - a voz de Hermione Granger soou atrás de nós interrompendo nossa argumentação. Matar Mione ou não, agora era questão de sorte. - O que realmente, - disse ela arrancando a ensanguentada lâmina manchando todo seu carpete acizentado. - é uma pena, já que eu tinha decidido não fazer nada contra você por causa da Gina. Mas...
Para meu desespero, a ferida na barriga de Mione se curou completamente antes mesmo que ela terminasse de nos ameaçar, e assim que ela o fez, veio para cima de nós. Ou melhor, de Draco. Passando por mim sem fazer absolutamente nada, ela agarrou Draco pelo colarinho da camiseta e lançou-o dolorosamente contra a parede. Assim que ele perdeu o ar pelo impacto contra suas costas, Hermione pareceu querer acelerar esse efeito agarrando seu pescoço.
- HERMIONE! O que você está fazendo?
- Gina... não se preocupe. Não vai acontecer nada com você ou com a Jennifer. Eu prometo.
- Como você é a súcubo? - gritei não sei se por real curiosidade ou para dar tempo a Draco de se recuperar do golpe.
- Bem... eu também não sei. Eu só... acordei um dia e era. Gina, - ela disse afrouxando o aperto na garganta de Draco. - pode parecer horrível, mas não é tão ruim assim. - ela se aproximou de mim um pouco mais ainda sem soltar Draco.
- Não me toque. - ordenei. - Eu sei o que o seu toque pode fazer.
- Gina... você sabe que eu... nunca... nunca compeliria você.
- Que romântica ela, não? - disse Draco conseguindo virar o braço de Hermione de um jeito que deve ter realmente doído, e, é claro, libertado-o de seu sufocamento.
E aí fodeu tudo. Se ela realmente tinha algum tipo de intenção de deixar algum de nós vivo, isso foi embora no momento em que Draco a atacou. O mais difícil, no entanto, era que eu não podia lutar ao lado de Draco para destruir Hermione - Tinha que ter um jeito. - e também não podia me juntar à Hermione para destruir Draco, por razões óbvias. Eu estava contra e a favor de ambos. Eu estava sozinha.
O fato de que Draco e Hermione concentraram-se em destruir um ao outro me deu um minuto para me dar ao luxo de não saber o que fazer. Eu queria manter Jenny e Draco seguros. E eu queria manter Hermione segura. Meu coração de um giro quando vi o rosto dela ser atingido com um soco que eu sabia conter toda a força que um cara poderia usar para bater, e, loucamente, desejei que ela tivesse um super poder de cura bastante eficiente.
Para minha felicidade e infelicidade, ela tinha, e em instantes ela estava em perfeita forma novamente. Hermione, é claro, nunca aprendera a lutar e apesar de ter a força e a agilidade de um demônio, ela não sabia como usar essas ferramentas corretamente, e isso deixava Draco com uma pequena vantagem. O grande problema era que se ela conseguisse chegar perto o suficiente para sugar a energia vital dele, ele se tornaria completamente inútil.
Até esse pesadelo ter fim, eu teria que mudar constantemente de lado, e naquele momento minha prioridade era Draco. Juntei-me à ele na luta física contra uma Hermione que havia decidido apenas esquivar-se até ter chance de paralizá-lo sugando sua energia vital. Ela ainda era esperta e inteligente, e tinha sacado que suas habilidades sobrenaturais a permitiriam escapar com facilidade, mas sua falta de conhecimento teórico só a atrapalharia caso tentasse atacar.
Percebendo minha participação na luta, ela virou sua atenção para mim.
- Você escolheu o lado errado, Gi.
- Pensei que você só machucasse garotos.
- Curto os dois.
Ela sabia que eu tinha tanta experiência em embates físicos quanto Draco, mas sabia também que eu era ainda mais fraca que ele, por isso tentou algumas investidas menos defensivas e mais agressivas. Ela me acertou algumas vezes, mas eu estava acostumada com coisa pior e em um dado momento consegui dar uma semi-chave-de-braço bastante ruim nela. Eu só segurava seus ombros e um braço para trás. De fato, fora um golpe tão mal sucedido que ela conseguiu mover o pescoço para trás, para mim.
Os olhos azuis – a única feição demoníaca que ela assumira assim que curara o ferimento no rim. - dela brilharam e de repente não pareciam terríveis e assustadores, mas completa e absurdamente lindos. Ela parecia sexy extremamente sexy e eu poderia me jogar de um penhasco por causa dela naquele mesmo instante. Sem que eu nem percebesse ela aproximou os lábios dos meus e eu, bobamente, entreabri os meus também. Eu sabia que tinha que parar, que tinha que continuar a batalha, mas eu só... queria beijá-la.
E aí tudo passou, e tudo que eu sentia era uma fraqueza terrível, mas não caí. Olhando ao meu redor eu percebi o que havia acontecido. Hermione estava usando o poder súcubo em mim e, claro, estava fazendo efeito. No meio da briga nós tínhamos quebrado uma mesa, e Draco tinha aproveitado a distração dela para apanhar um pedaço e atingi-la. Agora ele estava me apoiando para não cair.
- Temos que sair daqui. Temos que levar Jennifer. - eu disse tentando ir em direção à porta.
- Não podemos deixar ela assim. Ela vai matar inocentes!
- Você não pode matá-la.
- Ela estava te matando!
- Ela só estava me enfraquecendo. Vamo embora e depois a gente vê, Draco.
- Tão cedo? - como em meu pior pesadelo, Hermione estava completamente recuperada atrás de Draco novamente. - Eu não gosto de visitas rápidas.
Assim que Hermione puxou Draco pelo braço e o atirou para o chão, ela me deu um olhar aparentemente decepcionado e me empurrou para o chão também. Eu caí de mal jeito sobre minha própria mão e uma dor alucinante percorreu meu pulso até o cotovelo.
Ainda através da dor, eu a vi abaixar-se sobre Draco e beijá-lo, sugando um tipo de luz branca e brilhante. A energia vital, suponho. Era o que ela tinha feito comigo há pouco. Mas acho que mais forte, porque eu só ficara tonta algum tempo depois. Draco já mal mantinha os olhos abertos.
Eu sabia que não tinha descolado ou quebrado meu braço, mas a dor aguda ainda estava ali. O caso é que naquele momento ela não importava, então vencendo também a tontura, eu me arrastei até a lâmina ensanguentada ainda caída perto de mim e fiz meu caminho cambaleante até eles dois.
- Você quer parar de ser idiota? - ela vociferou virando-se para mim. - Você não tem que morrer!
- Se ele morre, - eu disse com dificuldade. - é a mesma coisa.
Hermione olhou nos meus olhos, mas não me tocou, não me compeliu. Ela me deu a chance. Eu apreciei isso. Ela estava entre Draco e eu e ele não parecia nada bem, pelo contrário, mal estava respirando e os olhos já estavam totalmente fechados.
A ponta afiada da minha lâmina estava pressionando a bonita pele do colo desnudo de Hermione, a ponto de fazer um furo. E então ela me olhou quase suplicante.
- Escolha. - intimou. - Escolha. Quem você vai salvar? Eu ou ele?
Se você me perguntasse, eu diria que meu nível de adrenalina e meus batimentos cardíacos estavam no máximo já há algum tempo, mas, contra toda a minha imaginação, eu senti meu coração acelerar quase que dolorosamente e minha respiração pesar ainda mais. Eu olhei de Hermione para Draco e dele para ela mais uma vez. Eu não sabia quais eram os limites de cura de uma súcubo, mas eu torcia para que fossem além do que eu esperava.
- Sinto muito. - sussurrei tristemente antes de descer a lâmina para o estômago em vez de coração e perfurá-la o mais profundamente que consegui.
Ela caiu convulsionando, e eu corri para verificar se Draco ainda estava respirando. Para meu alívio, ele ainda estava inconsciente, mas estava vivo. Corri de volta à Hermione e retirei a lâmina de seu estômago. A convulsão parou na hora, mas antes que o processo de cura do ferimento se iniciasse, eu conjurei cordas que a amarraram firmemente.
- Rápido, me arranja sal! - gritei para Jennifer, que apesar de assustada estava louca para ajudar.
Demônios não podem passar por sal ou ferro, mas pelo corpo de Hermione ser livre, ela tinha menos limitações do que demônios comuns e isso poderia se revelar um problema. Por sorte, havia um símbolo antigo parecido com o pentagrama que todo caçador sabia de cor que certamente poderia aprisionar qualquer tipo de demônio, e com apenas dois acenos de varinha eu o cravei no teto.
Assim que Hermione estava perfeitamente presa, eu levitei Draco até o sofá, verificando seu pulso e respiração mais uma vez. Ele estava fraco, mas bem.
Eu precisava pensar em como resolver tudo aquilo, ou seja, precisava de mais pesquisa. Dei permissão à Jennifer para usar qualquer coisa que ela precisasse da cozinha para preparar algo para todos nós comermos. Admito que tenho algo da minha mãe... um prato quente de sopa pode melhorar muita coisa. Enquanto todos tinham suas devidas ocupações, eu tive alguns minutos para usar o computador antes que Hermione acordasse mais uma vez.
- Você sabe que eu ainda posso fazer magia.
- Você não tem mais sua varinha.
- Eu posso quebrar isso aqui.
- Você não pode deixar o círculo.
- Sal? Sério? Você achou nosso jantar mal temperado? Que droga.
Merda, é claro que ela era imune à sal.
- Bem, seu corpo não tem as mesmas alergias que um corpo possuído tem, mas você ainda é um demônio. Você não pode passar pela aquela marca ali.
- Gi... não me chama assim... ainda sou eu... Hermione. A mesma que você conheceu.
Isso me irritou. Eu me levantei e fui até ela. Rocei meus lábios em sua orelha levemente e tenho certeza que ela conseguiu sentir a raiva que saíram das minhas palavras.
- Nem fodendo você é a Hermione que eu conheço.
- Você tem sentimentos por mim. - ela disse com um sorriso vitorioso quando eu me afastei e voltei ao computador.
- Você é minha amiga. - frizei a palavra “amiga” – e eu estou tentando arrumar uma cura pra você.
- Eu consigo sentir todo esse tipo de energia. Eu sei quando alguém ama, está apaixonado... sente tesão em alguém. - infelizmente não consegui deixar de sentir um leve arrepio ao ouvir o jeito que ela pronunciou essas palavras. Merda de poder sexual literalmente do inferno. - Eu consigo sentir que você tem sentimentos por mim, Gi. Eu também tenho por você.
Eu a ignorei, então ela continuou.
- Você não sabia se ia me matar, não é? Como você pode ter corrido o risco de matar a mulher que você ama?
- Você está dormindo. - eu disse repentinamente quebrando todo o jogo dela, surpreendendo-a.
- Quê?
- Súcubos são demônios do sexo que agem através dos sonhos.
- Você não está me vendo acordada?
Eu me aproximei dela novamente.
- É como a maldição dos lobos. Você é uma pessoa perfeitamente normal, e com todas as características psicológicas de antes de adquirir a maldição, enquanto está acordada. Quando você dorme, a parte monstruosa sai. Como a parte mosntruosa dos lobos sai na lua cheia.
- Isso não faz o menor sentido.
- Claro que faz, Hermione. Você ainda é inteligente, você ainda gosta de Transfiguração, você ainda... é você. Só que não é. Confuso, mas perfeitamente possível. E é provável que você, acordada nem saiba direito o que houve, o que fez.
- Acho que temos um problema até o amanhecer então. - ela deu um sorriso debochado.
- Não. Você não está dormindo, você está desmaiada, pela dor e pelo ferimento no rim.
- Então você vai usar um Ennervate. Parabéns, Ginny, eu gosto de quando você soluciona as coisas com a mente, não com o corpo. - disse de modo indecente. - Me excita. - completou com um sussurro.
- Bem, - eu disse no ouvido dela imitando seu tom. - você é Hermione, mas certamente não é. Posso te assegurar uma coisa: ela não vai dormir mais até você ter ido, e eu não vou descansar enquanto não encontrar uma cura. Eu quero minha Hermione de volta. ENNERVATE!
Ela fechou os olhos, pendeu a cabeça, e em seguida acordou. Hermione, assustada, me encarou com os olhos tão castanhos quanto deveriam ser. Suspirei, aliviada.
- Gina! - ela exclamou no mais tom Hermionesco possível. - Você devia ter me deixado morrer, devia! Não somos duas pessoas diferentes, ela e eu, só somos... com necessidades e moral diferentes. Eu sou ela, ela sou eu. Não sei como isso aconteceu, mas eu preciso acabar com isso. Me mate. Por favor, é a única maneira. Eu não posso machucar mais ninguém. Você viu o que eu fiz! Quase -
Eu me aproximei de Hermione e tomei seu rosto carinhosamente em minhas mãos enquanto ela ainda tagarelava.
- Cale a boca, Granger. Eu não vou desistir de você.
- Gina... Olha o que eu fiz, todas aquelas crianças que eu matei, que eu devorei! É horrível demais. Eu não sabia... eu nem sequer lembrava...
- Como isso aconteceu, Mione?
- Eu não sei! Eu não sei... um dia eu comecei a ter pesadelos. Quero dizer, eu dormia, e acordava com cenas difusas que eu julgava ser pesadelos na cabeça. Pesadelos horríveis... mas eu nunca desconfiei de nada. Até que... foram se intensificando. E ultimamente ficaram terríveis. Quando Draco veio aqui... quando ele me explicou com que tipo de criatura vocês estavam lidando, algo clicou... pesquisei... li... e então me lembrei de tudo, de todas as coisas horríveis, de quem eu sou. Agora eu me lembro perfeitamente de tudo, inclusive de hoje à noite.
- Você não é uma pessoa terrível. - eu disse firmemente. - Você não tem culpa. Como eu expliquei, é algo bastante parecido com a maldição de um lobisomem.
- Eu sou um demônio!
- Nós vamos mudar isso. Eu prometo.
- Você não vai soltá-la, não é? Você ainda não se convenceu de que temos que matá-la?
Draco estava acordado.
- Não temos que matá-la. - eu disse a ele. - No caso da Hermione, tudo não passa de um acidente. A parte da maldição súcubo só toma conta dela quando ela dorme, através do sonho, como um lobisomem em lua cheia. Tem que haver uma cura.
- Gina...
- Olhe pra ela, Draco.
E ele olhou.
- Você é inocente, não é, Granger? - Ela acenou a cabeça. - É claro, não poderia facilitar, tinha que ser uma pedra no meu sapato. - ele suspirou. - Ok, o que fazemos com a inocente Garota demônio?
- Mantemos ela acordada. E achamos uma cura.
- E se não tiver uma cura?
- Eu não sei... mantemos ela sob efeito da Poção Para Dormir Sem Sonhos.
Ele balançou a cabeça negativamente.
- Não podemos arriscar.
- Eu vou dar um jeito. Como você está?
- Não muito bem.
- E é exatamente por isso que você vai comer essa delícia de sopa que a Jenny tá trazendo.
- Você tá brincando, né?
- Não seja um bebê, Malfoy. Além disso, - eu disse baixando a voz. - olhe para sua enfermeira.
Ele me ouviu. Jenny pousou a bandeja com sopa, pão e água no sofá, e Draco seguiu a comida imediatamente.
- Nenem, - disse ele aproximando-se dela. - tomo a sopa que você quiser.
Sentei-me ao computador novamente e sorri ao ver Jenny começar a tratar Draco à pão-de-ló. Hermione sorriu de volta.
- Parece que alguém vai se divertir, hein? - ela disse.
- É. - murmurei. - Olha, eu posso ter achado algo, mas precisarei checar. Não sei o que fazer. Jenny não entende nada disso e Draco está fraco demais.
- Eu tenho um armário com poções. Talvez alguma lá sirva...
Fui até o armário de Hermione. A poção, felizmente, estava lá e ela não deu trabalho nenhum para tomar. Deus sabe que ela precisava de um sono decente há tempos.
Hermione pediu para tomar um banho e eu permiti, não antes de desenhar mais uma da marca no teto do banheiro. Enquanto ela se lavava, eu conjurei uma espécie mais confortável de divã na sala e desenhei uma nova marca rapidamente. Deixei que ela se acomodasse e depois coloquei uma algema de ferro prendendo-a ao divã.
- Eu espero que você não acorde como... súcubo, mas pode acontecer. Nesse caso a marca vai evitar que você saia ou utilize qualquer um do seus poderes.
- Eles estão seguros então? - perguntou olhando para Draco e Jenny, ambos adormecidos no sofá.
- Sim, completamente.
- Bom. Ótimo.
- Eu vou te salvar.
- E se você não conseguir?
- Eu vou conseguir.
- Gina... Você me promete uma coisa?
- O quê?
- Se você não conseguir me salvar... eu quero que você mesma acabe com isso. Eu preciso que você me mate. Você promete?
Suspirei.
- Prometo.
- Obrigada. - ela disse abaixando o rosto, onde duas lágrimas escorreram. - Só pode ser você.
- Hey, - eu disse levantando o queixo dela para que olhasse para mim. - Eu vou salvar você.
Ela limitou-se a intensificar o choro.
- O que eu disse... - ela murmurou. - sobre eu ter sentimentos por você...
- Você não precisa explicar, não se preocupe.
- Era verdade. Eu... posso sentir essas coisas e eu vi... sentimentos em você por mim. E eu os tenho por você. Sei que realmente é a hora errada para falar disso, mas -
- Os momentos que passamos desde que eu cheguei... era você, você ou a demoníaca você?
- Eu. Tudo que falamos e fizemos fui eu quem quis, não a maldição.
- Hermione... você realmente não sabe como se tornou uma súcubo?
- Não.
- E por que você só mata caras? 
- Bem... eu não tive nenhuma garota na minha vida esses meses, então não sei se não foi apenas coincidência. Aquele dia, no sofá, eu parei porque eu senti ela vindo. Eu sei que só tinha acontecido comigo dormindo até então, mas, não sei, eu me senti tirando sua energia vital. Eu me senti... fazendo algo... eu não sei explicar o quê, mas eu senti que algo estava errado. Por isso eu parei.
- Não tenho realmente certeza se isso é bom ou ruim.
- Nem eu. Meio que significa que eu posso aprender a controlar, não é?
- Não acho.
- Ah... bem, então eu tenho direito a um último pedido?
- Não. - eu disse com dureza. - Ao menos não enquanto não houver outra opção.
- Ok. - ela reformulou. - Se não tiver mesmo outra opção, vou ter direito a um último desejo?
- É... acho que sim. O que você vai querer?
- Não sei.
- Então por que perguntou?
- Mecanismo de defesa contra a depressão pré-morte?
- Você não vai morrer.
- Você vai me salvar.
- É.
- O sol se levantou...
- Eu já posso sair. Você deve dormir até eu voltar. 
Ela deitou-se mais aconchegada no divã. Eu me aproximei, verifiquei se a algema estava ok, a cobri e dei-lhe um beijo de boa noite. Foi bastante recíproco quando nos beijamos. Foi demorado, provavelmente o beijo sem interrupção mais longo que eu já dera, e quando eu a soltei, antes mesmo de eu chegar a Draco ela já havia dormido.
- Draco. Como você tá?
- Melhor.
- Descanse, mas... tem água benta na cozinha.
- Quê?
- Benzi o encanamento.
- Como?
- Tinha tipo uma medalhinha do Papa e -
- Parabéns pela criatividade, ruiva.
- Eu tô indo. Volto logo.
E eu fui.
A Floresta Proibida ainda era um lugar tão sombrio quanto nas minhas épocas de Hogwarts. Andar por lá não era seguro, especialmente para uma humana procurando por centauros. Uma humana procurando pedir um favor para um centauro. Centauros são criaturas poderosas e de fibra, além de conhecimento e sabedoria inimagináveis, se havia uma cura, certamente eram eles que sabiam.
Caminhei por longos minutos ou horas, não tinha como saber, e então sentei-me à um tronco, no meio da floresta. Sentando ali eu percebi o quanto estava com fome, e não tinha comido nada. O quanto estava com sede, e não tinha bebido nada. O quanto estava cansada e com sono, e não tinha pregado o olho a noite toda. E, para minha total revolta, o quanto eu estava de ressaca.
O corpo é uma máquina perfeita, todos sabem. Quando se trata de sobreviver – como tratou-se essa madrugada – ele bloqueia qualquer coisa que possa atrapalhar. Sono, dor, cansaço, ressaca... tudo isso é contido para que você tenha uma chance de lutar e sobreviver. Mas não vem de graça, tudo tem seu preço. Essas coisas vêm, e vêm com muito mais força depois, quando você já passou pelo perigo imediato. Aparentemente meu cérebro julgava que eu já estava em segurança agora.
- O que está procurando, humana?
Suspirei e levantei os olhos. Ao menos a primeira parte do plano tinha dado certo. Dois belos centauros tinham seu arco e flecha apontados para mim. Na verdade, eu fiquei bem feliz em vê-los.
- Olá. - eu disse educadamente levantando-me. - Meu nome é Gina Weas -
- Eu sei quem você é. Sei também o que você quer aqui. - disse o centauro loiro, o mais velho. - Eu posso ver a escuridão aproximando-se de você.
- Não é por isso que estou aqui. - disse rapidamente.
- Não? - finalmente pegara um centauro surpreso.
- Não.
- É claro que não. - o sorriso formou-se em seus lábios. 
- Eu sei que os Centauros não devem nenhum favor aos humanos, e que quanto mais longe estivermos, melhor. Por isso estou contando com sua compaixão aqui.
- Nossa compaixão? - vociferou o centauro mais jovem. - Não é tão arrogante quanto achar que centauros estão à serviço de humanos achar que devemos ter compaixão por vocês?
- Calma. - o loiro tornou a falar. - Estou curioso. O que uma Weasley – que há mais de dez anos não pisa em nossas terras. - quer aqui? Qual o motivo de se arriscar tanto?
- Sua fama de conhecimento e adivinhação não é curta. Eu gostaria de pedir uma informação.
- O que as estrelas nos contam não cabe a nós fofocar para vocês humanos. - disse ele pacientemente.
- Não, não é isso. - expliquei depressa. - Eu gostaria de saber sobre... uma cura.
- Uma cura? Para sua escuridão?
- Não, não para mim. Para alguém que foi transformado contra sua própria vontade em um monstro.
- O demônio? O demônio que fez isso a você? - perguntou ele, espantado.
- Sim. - engoli em seco.
- Por que você iria querer redenção para o demônio que lhe fez isso?
- Porque não é culpa dela.
- Exige sacrifício.
- Então há uma cura? - perguntei dando um passo entusiasmado à frente arrependendo-me instantaneamente.
- Sim, há.
- E qual é?
- Eu não disse que te ajudaria.
- Senhor. - eu disse sem pensar duas vezes ao deixar meus joelhos irem ao chão. - Eu lhe peço. Eu lhe imploro.
- Levante-se! - ele ordenou, furioso. - Um humano não deve se prostrar diante de um centauro! Ora pois, não somos passíveis de compra por orgulho e vaidade. Um humano humilhar-se diante de nós não prova que têm humildade, mas astúcia.
- Desculpe-me.
- Você já tem tudo o que precisa para sua cura, Weasley.
- Tenho?
- A sua raça fez do sexo um ato puramente prazeroso. É desse tipo de energia que um demônio como a sua se alimenta.
- Não... entendi.
- Ela precisa de uma noite de amor verdadeiro.
- Ela precisa de uma o quê? - o esforço para não demonstrar o quão ridícula eu achava que a idéia era não foi muito bom.
- Já ouvi falar no poder de um "beijo de amor"?
Eu tive que engolir uma risada amarga. Ele estava falando de contos de fada. Em meio a tudo isso, a todo esse inferno, alguém estava falando de contos de fada. Aliás, não era irônico que há pouco tempo atrás eu tivesse resolvido o caso mais horrível do mundo e que ele fosse exatamente sobre contos de fada?
- Eu... só isso pode curá-la? Não tem nenhum tipo de ritual maluco com igredientes raríssimos?
- Isso é um ritual com igredientes raríssimos.
- É só que... está facil demais.
- Fácil demais? Se ela amar alguém que não a ame, ou o inverso acontecer, ela nunca vai quebrar a maldição.
- Ok. Eu vou dar um jeito.
- Tenho certeza que irá, senhorita.
- Eu posso fazer mais uma pergunta? - como ele não respondeu, eu continuei. - O que quis dizer com "Você já tem tudo o que precisa para sua cura "?
- Você veio até aqui, arriscando sua própria vida por algo completamente incerto, apenas porque havia a chance de descobrir algo que poderia salvá-la. Você faria qualquer coisa, qualquer preço para salvá-la, não é?
- Bem... sim.
- Então você já tem sua resposta, Weasley.
Tanta coisa passou pela minha cabeça enquanto eu voltava pra casa que assim que entrei, eu não me lembrava de mais nenhuma delas. Tantos pensamentos, sentimentos e sensações ao mesmo tempo me deixaram tão confusa e assustada, que eu até fiquei calma.
Todos ainda dormiam, e eu me perguntei quanto tempo tinha se passado desde que eu saíra. Draco estava abraçando Jenny e eu, mais uma vez, me perguntei se eles não tinham feito alguma coisa inapropriada.
Ele era o tipo de cara que tinha um misto estranho tanto na aparência quanto no comportamento. Ao mesmo tempo que parecia um bebê precisando de colo, parecia a mais cachorra das criaturas na face da Terra. Independentemente disso, eu amava Draco. Não sei se como amigo, como irmão, como amante, não sei, mas eu certamente o amava. Eu defendera Hermione de tudo e todos, protegera a vida dela dela até quando pude, mas quando eu precisei decidir entre a vida dele e a dela... bem, eu esfaqueei Hermione.
Suspirei, estava morta de cansada. Bebida, cigarro, pegação, noite sem dormir, combate físico, caminhada. É... preciso dizer que isso realmente pode deixar uma garota exausta. Fui até a cozinha e bebi quantos litros de água consegui. Tentei engolir um prato da sopa de Jennifer, mas, apesar da fome, nada desceu.
Ainda sentada na mesa sem saber direito o que fazer, eu vi Hermione se mexer e abrir os olhos em seu cativeiro na sala. Levantei-me e fui até ela.
- Encontrei uma saída. - disse-lhe.
- Eu não sei como te agradecer.
- Apenas não foda tudo.
- Como?
- Vem comigo.

Libertei Hermione e seguimos para o quarto. Ele era como o resto da casa: uma mistura perfeita entre o clássico e o aconchegante. Tranquei a porta atrás de nós e me virei para uma Hermione curiosa.
- Vai doer? - ela perguntou.
- Como é o lugar mais bonito do mundo?
- Quê? Ahn... Eu não sei... tem sol... e flores... algo assim.
- Não podemos deixar Jenny e Draco aqui, mas podemos transfigurar algumas coisas. - disse devolvendo sua varinha.
- Gina – ok, podemos.
- O teto. Como faço pra ele parecer ensolarado e azul?
Ela sorriu. Com apenas um movimento de varinha, um sol brilhante, nuvens grandes e fofas, e um céu azul profundo estendia-se acima de nós.
- Tá bom assim?
- Tá lindo. - disse com um sorriso. - E o chão? Como o chão pode ficar num misto de grama, folhas e flores?
E assim um lindo jardim em tons de amarelo, laranja e vermelho foi surgindo. A cama, aliás, virou um belo lago. Eu me perguntei se eu ficaria molhada ao entrar nele. As flores e folhas sobre o chão verde faziam um contraste bonito. Algumas pedras ornamentais foram espalhadas pelo lugar. E, um tempo depois, tínhamos algo entre o jardim do filme E Se Fosse Verdade e do clipe Brick By Boring Brick. Era com certeza o lugar mais lindo do mundo.
- Então... qual é a da coisa? Realizar um último desejo? Deixar o monstro morrer num lugar bonito? O que é? - sorriu.
- Não. - eu disse me aproximando mais. - Eu vou te salvar aqui.
- Como?

E aí eu a beijei.
Eu não tenho idéia se fiz o serviço direito, porque depois que nossos lábios se tocaram, deixou completamente de ser um serviço. Eu nem me lembrava mais que aquele supostamente era para ser o ritual de resgate de Hermione. Eu só queria tê-la em meus braços.

Então, eu descobri, que não estava ali porque queria salvá-la. Estava ali porque a queria. E não era da parte sexual da coisa que eu estava falando, eu queria tê-la por completo em meus braços. Seu coração, sua mente, seu toque, seus beijos, não apenas seu corpo. Supostamente era para ser um sacrifício, o que me fez ponderar se iria funcionar, mas ter uma noite romântica com Hermione não era sacrifício algum para mim.
Enquanto íamos devagar e silenciosamente, eu podia ver os cachos castanhos de Hermione brilhando contra o bonito cenario que havíamos criado. Eu não quis perguntar se ela estivera com outra mulher como súcubo ou como ela mesma, mas ela certamente sabia o que estava fazendo. Apesar disso, e ao contrário da outra vez, as coisas estavam mais calmas e doces. Infelizmente havia um “q” de tristeza também. Provavelmente por conta do sacrifício.

Nenhuma das coisas que eu pensei que talvez fossemos precisar dizer para fazer funcionar foi necessária. As coisas fluíram de modo espetacular e natural. E, honestamente, não pareceu nem um pouco obceno quando nossos sussurros e gemidos preencheram o lugar, não pareceu nada obceno quando, lentamente, minhas unhas arranharam cada pedaço das costas dela.

Dormimos juntas em meio as flores e folhas por algum tempo, mas eu não sei quanto. Quando acordei, vesti-me lentamente sem tirar os olhos dela. Uma tristeza, um vazio, uma sensação estranha – que eu tentara manter longe todo o tempo que estivemos juntas – deu sinais de estar tomando conta do meu peito. Então deixei o quarto, não sem antes lançar um olhar triste à Hermione.
Draco já estava acordado, enquanto que Jennifer ainda dormia. Assim que ele me viu, sentou-se no sofá pronto para me bombardear de perguntas.
- O que aconteceu? Você achou uma cura?
- Sim, achei.
- E então, o que era? Deu certo?
- Ahn, eu sei o quão estúpido isso soa, mas era... uma noite de amor verdadeiro.
Ele gargalhou. Cara, ele gargalhou. Muito. Eu esperava alguma reação do tipo, mas não nessa escala. Eu não ri de volta, então ele parou, sem graça.
- Você está falando sério?
- Sim.
- Mas que porra é essa?
- Bem...
- Então isso... isso significa que você, argh, ama a Sangue-Ruim?
- Acho... acho que sim.
- Cara, essa é a coisa mais nojenta e doentia que eu já ouvi.
Sorri.

- Bem, então o que vamos fazer agora?
- Bem, você vai encerrar o caso. E eu... vou embora.
- Quê? Mas você não acabou de dizer que -
- Você leu o que acontece com pessoas que dormem com súcubos?
- São drenadas e devoradas?
- Não, nãos as presas... as outras, as que sobrevivem.
- Não, não li. O que acontece?
- Elas vão para o inferno.
Ele riu.

- Bem, você não tinha extamente o comportamento de uma garota que iria para o céu sem escalas, não é mesmo? Além do mais, você não acredita nessas babaquices.
- Não, Draco, elas não vão para o inferno por pecados quando morrem. Elas literalmente vão para o inferno.
Ele parou de rir e me encarou, chocado.
- Como assim literalmente?
- Com corpo e tudo. Logo. Todo ritual envolve sacrifício.

- Mas que porra...? Gina! O que nós vamos fazer?
Eu dei um sorriso debochado.
- Nós não vamos fazer nada. Eu? Eu vou arrumar as malas. Afinal, não queremos que a viagem se torne um inferno, não é?
- Não é engraçado.
- Eu não disse que seria. - me aproximei mais de Draco e preguei um beijo em seu rosto. - Se cuida.
Então eu saí da casa e desaparatei antes que ele pudesse fazer qualquer coisa. Eu não tinha tempo para tomar banho ou trocar de roupa, então isso ficaria para mais tarde, quando eu estivesse longe o suficiente para parar em um motel sem o risco de ser encontrada. Então em poucos segundos minhas coisas estavam devidamente empacotadas e acomodadas no meu lindo bebê – um Chevy Impala 67 preto *-*.

Coloquei meus óculos escuros após ajustar o retrovisor e passei a mão pelo meu longo cabelo deixando o meu rosto livre para o vento das duas janelas abertas. Girei o botão do rádio – que fora trocado para tocar CDs – e, ironicamente, foi minha música favorita que começou a tocar. Aliás, não era irônico que justamente aquela fosse a minha música favorita?
Era como se o destino estivesse me dando um sorriso debochado e irônico para retribuir todos aqueles que eu já tinha dado para outros. Eu sabia que em algum momento as coisas ficariam tensas e meus sentimentos obscuros, mas por hora, eu iria apenas dirigir aproveitando a voz do meu ídolo e sorrir de volta para ele - o destino. Afinal, eu estava, literalmente, na minha auto-estrada para o inferno.


the end.


N/A: oi *-*
então menines, vocês me ameaçaram de morte e panz por causa da morte da Hermione e eu deixei ela viva. sem mais ameaças de morte, ok? *foge dos feitiços*
bem, eu sei que deixei algumas perguntas sem respostas e tal, mas ainda temos o epílogo, uma outra n/a e tudo fará sentido. ou não. muahahaha -q
ah, eu tenho que falar das minhas referências, lógico.
eu sempre uso muita coisa de Grey's Anatomy, embora nessa fic só tenha usado a cena do resumo - que já tirei, mas era a Gina tentando fazer a Hermione abrir a porta, e dizer que era o satã num vestido vermelho mas que ainda era o amor da vida dela, a Hermione abrir a porta e a Gina não pensar no que dizer e levar porta na cara de novo - que é uma mistura entre duas cenas, ambas da segunda temporada se eu não me engano, de Grey's Anatomy. ah, o trecho de música no começo do cap é soundtrack de ga também. grace, da kate havnevik *-*

garota infernal. a fic leva o título e a trama principal - uma garota tranformada em súcubo devido a um ritual que deu errado e começa a devorar os garotos de uma escola. - e a personagem Jennifer Check (não, eu não errei o nome da Jenny de TLW :D), mas as semelhanças param por aí. aliás, quero demonstrar aqui minha revolta. só vejo gente falando mal de garota infernal. porra, gente! o filme é uma graça. se vc quer ver uma comédia escancarada ou um terror pra dar medinha, veja um filme que se proponha a isso. gi não é nem um, nem outro. o filme é leve e limds. isso sem nem contar que o melhor beijo gay ever está nele *-*

supernatural. UIEHIEUHEIHEIU bem... de supernatural eu tirei todo o mundo das macumbas (detector de atividade sobrenatural, sal, símbolos, etc, etc),  o chevy, o capítulo dos contos de fadas macabros, e o lance de ir pro inferno, embora por motivos diferentes e panz. 

enfim, fico muito feliz depois de tantos momentos tensos durante essa fic - que foi super curta, eu sei - eu ter conseguido terminá-la do jeito que eu queria *-* espero que vcs tenham gostado, esperem o epílogo, comentem e blá blá blá. :D

mil beijinhos sangrentos pra quem leu essa n/a gingatesca até o fim ~~ ninguém ~~  e -q

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Comentários: 1

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Enviado por Lai Prince Slytherin em 06/11/2011

a jenny de TLW é Jennifer Schecter HAUAUHAHUAHUA

final foda, bells, demais *-* vou lá ver o epílogo.

 

 

ps.: eu quero um demônio desses pra mim, na moral

Nota: 1

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