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9. Epílogo


Fic: Just a Weasley CW-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Hermione... foi muito, muito tempo.


 


- Eu sei, Char... eu sei, meu amor...


 


Ele sorriu ao vê-la subir sobre si. As pernas ao lado do seu corpo. As cores do por-do-sol iluminavam a pele nua e ele tinha certeza que teria aquela imagem gravada para sempre em sua memória.


 


***


 


Flashback


Ron continuava gritando exaustivamente pelo nome de Hermione. No andar de cima, ela sentia a dor percorrer seu corpo incontáveis vezes. Draco olhava para o vazio. A voz de Hermione causava-lhe arrepios. Nunca pensou que se sentiria dessa forma. Nas palavras... era tão fácil xinga-la, humilha-la. Seu pai já o havia castigado com aquela maldição. A dor de ambos era a mesma.


 


- Sujeitinha de sangue-ruim! Por que não fala a verdade?


 


- Estou falando! Estou falando a verdade!!!


 


Bellatrix Lestrange respirou com raiva.


 


- Cisa, chame Fenrir de volta – medo passou pelo rosto de Draco. Sua mãe vacilou antes de sair em busca do lobisomem.


 


- O que você vai fazer?


 


- Ou ela conta a verdade. Ou será entregue ao Lobo.


 


- Não... Não, por favor... Eu estou falando a verdade.


 


- Isso será divertido de assistir – disse Lucio sentando-se – Não acha, meu filho?


 


Draco não respondeu. Que loucura era aquela? Transformar alguém em lobisomem não parecia nada divertido. Ainda mais Fenrir... que era completamente insano.


 


- Draco... – ouviu a voz fraca e baixa de Hermione chamando – Por favor...


 


Ele ouviu seu pai rindo, mas ele estava tenso. Nervoso. Mal conseguira confirmar que era Potter... como poderia ver algo como aquilo e ficar impassível. Sua mãe chegou acompanhada de Greyback e falou:


 


- Bella, não precisamos disso. A moça está falando a verdade. Você já a torturou o suficiente.


 


Ignorando a irmã, Bellatrix dirigiu-se ao lobisomem.


 


- Quer mordê-la? – Draco viu os olhos de Fenrir brilharam de antecipação – Diga a verdade, sangue-ruim!


 


- Estou dizendo! A espada é falsa!


 


Greyback aproximou e respirou perto da pele de Hermione. Draco observava aquilo tudo enojado.


 


- Você deve ser saborosa, garota...


 


- Você pode provar – Bellatrix fez um corte na pele de Hermione e deu o pequeno punhal para que Greyback provasse o sangue.


 


- Bella... – Narcisa pediu novamente.


 


- É, talvez ela esteja falando a verdade, mas não vamos deixar nosso Lobo sem recompensa, não é? Rabicho, traga o duende.


 


Draco viu o medo nos olhos de Hermione. Viu também que Greyback mostrou seus dentes e, antes que pudesse tocar em Hermione, lançou um feitiço. Fenrir chocou-se contra a parede e desmaiou.


 


- Draco! – seu pai exclamou – O que você pensa que está fazendo?


 


Só que antes que pudesse responder, a sala foi invadida por Harry e Rony


 


Charles assistiu calado a lembrança de Hermione. Já havia se passado quase um mês desde a invasão de Greyback na Floresta Proibida. Hermione tinha decidido conversar com Draco e, por fim, perdoa-lo. Aquilo causou uma grande briga com o namorado.


 


- Eu sei que ele errou. Ele sabe também, senão não teria me contado.


 


- Só que é algo que você precisa fazer? Por ele ter te ajudado... ter te salvado.


 


- É algo que eu quero fazer – o ruivo olhou nervoso para a paisagem que se estendia a sua frente. Estavam na sacada da casa dele – Mas, eu entendo você. Venha comigo.


 


- Não posso ser amigo dele, Hermione.


 


- Não estou pedindo isso. Ele parte amanhã para o cruzeiro e ficará fora por meses. Apenas não quero que ele vá sem saber que eu o perdoei.


 


O ruivo assentiu calado. No fim daquela tarde, Hermione e Charles aproximaram-se da mansão Malfoy e foram recebidos por Monstro. Pouco tempo depois, Draco apareceu. A última vez que ambos se viram foi no Hospital. Draco estava abatido, a barba por fazer. A roupa amassada. Ele era sempre tão impecável.


- Hermione...


 


- Oi, Draco – ele sorriu e aproximou-se cauteloso. Soltando a mão de Charles, ela percorreu a distância que os separava e o abraçou – Nunca mais faça algo assim.


 


- Nunca vou cansar de pedir perdão – ele falou no ouvido dela. Lutando contra a vontade de beija-la, afastou-a de si – Weasley – ele falou e cumprimentou rapidamente o outro homem.


 


- Malfoy. Passamos aqui apenas para Hermione dizer que perdoa a merda que você aprontou. Eu não posso dizer o mesmo.


 


Draco deu de ombros.


 


- Minhas desculpas são para ela e não para você.


 


Hermione olhou para os dois e achou melhor ir embora.


***


Charles andava pelos terrenos observando seus primeiros dragões. Ele já havia contratado três tratadores, mas ainda havia muito que ser feito. Funcionários do Ministério ainda compareciam semanalmente para verificar a segurança do local.


 


Muito curiosos apareciam e Charles cobrava uma entrada simbólica. Hermione o ajudava sempre que podia, ajudando na seleção de candidatos, revisando relatórios e feitiços de proteção.


 


Meses depois, ela já havia se mudado definitivamente para a casa de Charles. Toda manhã ela encontrava o ruivo observando o horizonte de sua sacada. Era uma manhã fria e Hermione levantou-se enrolada na cobertas, caminhou até lá e o envolveu em um abraço.


- Você parece mais pensativo hoje – ela falou com a cabeça apoiada às costas dele.


 


Charles virou-se ficando de frente para ela. Os dois envolvidos pelo cobertor. Uma brisa leve e os primeiros raios de sol começavam a banhar a planície esverdeada.


 


- Case-se comigo.


 


Ela sorriu.


 


- Case-se comigo. Mês que vem. Nada extravagante. Minha família e alguns amigos. Case-se comigo, Hermione.


 


Não era uma pergunta. Ele não precisava de resposta. Sorrindo, ela o beijou-o.


 


***


Alguns anos depois


 


Usando toda sua força, Keith levantou o banco e levou até onde queria. Depois subiu com  cuidado e apoiou-se na grade precisando ficar na ponta do pé para ver dentro do berço.


 


Charles observava tudo da porta, apoiado no batente, braços cruzados e um sorriso no rosto. Depois de um tempo aproximou-se do filho.


 


- O que veio fazer aqui? – perguntou baixinho para Keith.


 


- Ela não vai morar no hospital? – o pequeno perguntou imitando a voz baixa do pai. Charles riu.


 


- Claro que não! Por que acha que sua irmã iria morar no hospital?


 


- Ela dormiu lá.


 


- Quando você era um bebê você também dormiu no hospital. Todos bebês dormem – ele olhou desconfiado para o pai.


 


- Ela não tem dente. Ela vai ficar banguela? – Charles riu novamente.


 


- Todo bebê é banguela.


 


- Por que ela é minha irmã?


 


- Porque nós somos seus pais e pais dela também – ele voltou a observar o bebê no berço e Charles fez o mesmo. Nenhum dos dois notando que agora era Hermione quem os observava.


 


- Acho que você não é pai dela.


 


- E por que não?


 


- Ela não tem cabelo vermelho. Eu tenho cabelo vermelho e meus primos também tem cabelo vermelho.


 


- Sirius não tem cabelo vermelho. E sua irmã tem o cabelo que nem da sua mãe.


 


- Então a mamãe não é minha mamãe? Eu não tenho cabelo marrom.


 


Charles riu e beijou seu filho.


 


- Você tem os olhos da sua mãe. Às vezes acontece isso, os filhos têm olhos da mãe, cabelos do pai,...


 


O menino ficou pensativo olhando para o pai, para a irmã, para o pai e para irmã.


 


- E por que isso acontece?


 


Charles engasgou com a pergunta.


 


- Por quê? Ahn, bem... é que quando você é bem pequenino e está na barriga na mamãe, você vai crescendo... e bem... você é um pouco de cada. Mistura um pouco de cada.... É... um pouco do papai... um pouco da mamãe...


 


- Não entendi. Como eu vou parar na barriga da mamãe pra fazer essa mistura?


 


Hermione não conseguiu conter a risada e Charles olhou para ela. O rosto vermelho.


 


- Que tal continuarmos essa conversa lá embaixo para não acordamos a Amy? Tem bolo para você, meu pequeno.


 


Keith pulou do colo do pai e desceu correndo.


 


- Há quanto tempo você está aí?


 


- Alguns minutos... – ela riu e encostou um pouco a porta.


 


- Mione, como vamos explicar... Podemos fugir da pergunta, que tal? – ela o olhou e Charles começou a descer os degraus lentamente. Era impossível deixar de responder uma pergunta a Keith.


 


- Vamos responder, oras. Não tem nada de mais.


 


- Nada de mais?


 


- tenho certeza que será muito mais difícil para você quando for a vez de Amy – ela riu da expressão que ele fez.


 


- Decidido. Amy terá aulas em casa. Só sairá depois dos 17 anos – hermione o olhou com a expressão brava.


 


- Machista – Charles a puxou e desceu alguns degraus para ficarem da mesma altura.


 


- Estou brincando, Hermione... – ele a beijou.


 


- Ahh papai para com isso, credo! Vocês não iam responder como faz a mistura de bebê na barriga da mamãe?


 


Eles sorriram e sentaram-se com o filho. A lareira iluminando a sala.


 


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Bom, fic chegando ao final. Epílogo curtinho!!! Eu sei... Para quem gostou dessa, estou ideia para uma outra deles, mas será mais tensa....


Adorei escrever e muito obrigada pelos comentários e apoio! Difícil escrever uma fic com um shipper que saia um pouco do esperado!


Beijosss

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Comentários: 3

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Enviado por Marione em 03/11/2012

Artemis, minha linda, sua fic é preciosa! Adorei esta história. Eu gosto do seu modo de escrever, sabe é mais maduro, quero dizer o relacionamento entre os personagens. Suas NCs também são ótimas! Enfim, espero que em breve tenha outras histórias com este ship! Beijocas e parabéns.

Nota: 5

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Enviado por GabriielaMalfoy em 01/08/2012

eeeeeeeeeu queeeeeeeeeero continuaaaçãaaaaao pelo amoooooooooooor de meeeeeerlin *--*

Nota: 1

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Enviado por Rosie Bolger em 21/03/2012

Fic maravilhosa, mas fiquei triste por Draco... por mais q ele merece-se não consigo sentir raiva dele. No final ele só queria um amor q nunca tinha recebido, o q não justifica o seu comportamento mais como se pode entender um coração q nunca recebeu amor?!

Nota: 5

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