O vento batia forte e a neve caia, estava um inverno rigoroso e Harry andava pelas ruas pensando nas palavras do amigo. É claro que poderia ter simplismente aparatado na rua de sua casa, não dentro porque tinha um feitiço anti-aparatação, mas preferiu ir andando, pensando em sua vida, ou pelo menos no que tinha sobrado dela. Chegou na frente de sua casa, era uma bonita casa de dois andares, era de um verde bem calmo, olhou e sorriu, era Gina que tinha escolhido tudo, desde a maçaneta até as portas e a cor da casa, sorriu mas ainda ao lembrar-se claramente do dia em que ela lhe disse que escolheria verde, pois amou essa cor desde o momento que havia olhado nos olhos dele. O terreno era muito grande, na frente tinha um pequeno jardim, mas não era nada se comparado ao jardim que tinha nos fundos, que Gina sempre fizera questão de cuidar, caminhou até o lugar onde ficava o jardim e passando por uma porta feita de vários tipos de flores entrou no lugar que sempre se sentia melhor, estava tudo como ela tinha deixado, ele trabalhara durante todos esses anos com tal ou maior afinco que ela cuidando do jardim, dizia para todos que era porque gostava do lugar, era verdade, ele gostava, mas na realidade ele cuidava do jardim para ela, era como se fosse em sua homenagem, afinal ela não tinha um túmulo, ele não tinha um lugar para visitar, um lugar em que ela estivesse, então ele próprio fez esse lugar, o lugar que tinha para visitar Gina era esse, era o lugar deles dois. Sentou-se em um banco que havia no meio do jardim, no qual costuma passar os fins de tarde disponíveis com ela, respirou profundamente e levantou-se, tinha que fazer alguma outra coisa na sua vida a não ser pensar em Gina, se não como Rony havia dito ele acabaria louco, sorriu ao pensar que era exatamente assim que os outros deviam o ver, como um louco que vive pensando que a mulher que morreu pode voltar. Caminhou decidido até a porta dos fundos da casa e abriu, não demorou muito para se lembrar que tinha uma outra razão para a sua existência, uma outra pessoa que o deixava muito feliz e tornava seus dia melhores, na verdade era por ela que ele achava ainda estar vivo.
-PAPAI!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
-Calma, assim vamos cair nós dois. - Falou Harry para a garotinha que tinha se jogado em seu pescoço de tal forma que ele teve que colocar um pé para trás para se equilibrar.
-O senhor chegou cedo pra brincar comigo? - Disse com sua voz fina.
-Foi, claro que foi. - Respondeu sorrindo para a filha.
-Que legal, vem. - Falou descendo de seus braços e puxando-o pela casa.
-Mel onde tá a Judith? - Perguntou referindo-se a senhora que tomava conta da filha.
-Ah... ela tá lá em cima. - Respondeu ficando vermelha.
-Mel o que você fez? - Parou e olhou para a filha que ficava a cada minuto mais vermelha.
-Bem... é que... ah papai ela é muito chata...
-Mel, me fale o que aconteceu. - Harry já estava começando a ficar preocupado, conhecia muito bem a filha e sabia que ela tinha aprontado uma das boas.
-Er... que... ela me irritou, então eu não sei como, mas ela foi parar lá no telhado. - Falou achando muito interessante os sapatos.
Harry não disse nada, saiu correndo em direção ao segundo andar, pegou sua vassoura e subiu até o telhado para pegar a mulher, foi muito difícil, pois ela era trouxa e estava muito assustada pelo fato de ter ido parar no telhado sem mas nem menos, e ainda levou um susto maior ao ver ele voando numa vassoura, mas ele aplicou um feitiço para que ela dormisse, a levou pra dentro e aplicou outro feitiço para apagar a memória da mulher.
-Judith, você tá bem? - Perguntou pra mulher que acabara de abrir os olhos.
-Ah, tô sim.
-Você escorregou e caiu. Pode ir pra casa por hoje.
-Ah... obrigada Sr. Potter. - Falou a mulher caminhando até a porta, mas parou antes e abaixou-se para a garotinha. - Tchau meu anjinho.
Mel apenas sorriu, quem visse a cena juraria que ela não tinha nada haver com o ocorrido.
Harry apenas olhou e esperou que a mulher fosse embora.
-Papai não fica bravo comigo, foi sem querer.
-Bravo? - Falou ele sorrindo.
-É... é que...
-Claro que eu não estou bravo com você. Vem cá. - Disse ele puxando a filha para seu colo. - Sabe o que significa isso?
-Não.
-Significa que você é uma bruxa. - Respondeu sorrindo.
-Mas... eu já sabia disso o senhor me disse quando...
-Escute, eu lhe disse que eu e sua mãe éramos bruxos, não disse sobre você.
-Mas se eu sou filha de bruxo tenho que ser bruxa. - Falou com cara de dúvida.
-Não é bem assim que funciona, o certo é isso que você falou, mas existem algumas pessoas que são filhas de bruxos mas não são bruxos, o nome que as pessoas dão para elas é aborto.
-Ah...
-Mel, agora me escute você tem que controlar seus poderes, não pode ficar fazendo esse tipo de coisa por ai, principalmente quando estiver na presença de trouxas.
-Mas eu não fiz por querer.
-Eu sei, mas tem que se controlar, quando você fica com raiva essas coisas acontecessem entende?
-Sei. Ah, mas também só é as pessoas não me irritarem. - Falou cruzando os braços e fazendo beiço.
-Mel...
-Tá bom, tá bom.
-Você tá com fome? - Perguntou ele sorrindo.
-Muita, muita, muita fome. - Falou lambendo os beiços.
-Então vou fazer alguma coisa pra gente comer. - Disse se encaminhando para a cozinha.
-O senhor tem certeza? - Falou ela com uma carinha de preocupada.
-Tá, sei que não cozinho bem. Então o que você sugere mocinha?
-Vamos pra casa da vovó.
-Não Mel, papai tá cansado...
-Poxa pai, por favor, por favor, por favor...
-Não Mel.
-Poxa vida, eu fico aqui o dia todinho e nem posso ver a vovó e...
-Tá bom. - Falou a contra-gosto, não gostava muito de ir a casa dos Weasley, ele gostava muito de todos, eram como sua família, mas a casa fazia ele lembrar muito de Gina e todos eram casados, tinham as suas mulheres e ele sempre se sentia como se estivesse sobrando.
-ehhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh – Ficou dando pulinhos no sofá.
-Vou pegar sua capa, temos que ir via pó de flu. - Falou sorrindo pela animação da filha.
De fato seria bom ir até a casa dos Weasley, fazia muito tempo que não ia lá, e a Senhora Weasley tinha razão de estar reclamando, ela gostava muito da Mel, era a única neta que tinha, os outros eram homens; o primeiro neto era filho de Gui e Fleur; o segundo era filho de Carlinhos e Laica, uma garota que ele conheceu na Romênia e casou-se com ela; o terceiro era filho de Jorge que tinha sido laçado como dizia Fred por Karine uma garota que trabalhava na loja dos gêmeos; e a quarta e última era justamente Mel, sua filha com Gina. Lembrava como se fosse hoje o dia em que terminou Hogwarts, começou a estudar e se preparar para ser auror, já namorava com Gina, tinha certeza que queria ficar com ela sempre, mas esperou até que ela também terminasse a escola para que assim pudessem se casar. Foi isso que aconteceu, casaram-se e depois de dois anos souberam a notícia que o fez a pessoa mas feliz do mundo, ia ser pai, sorriu ao lembrar do dia em que Gina lhe dera a notícia, demorou um tempo para que a ficha realmente caísse, Gina explicou que Mione tinha a examinado e que confirmou as suspeitas que tinha antes de lhe dar a notícia. Depois disso a felicidade do casal aumentou mas ainda, se é que isso era possível acontecer. Harry sorria com suas lembranças enquanto procurava um casaco para a filha. Lembrou-se por fim que Gina na verdade, curtira pouco o fato de ser mãe, pois quando a filha tinha ainda um ano aconteceu a tragédia e ele ficara sozinho com Mel.
-PAI, O SENHOR AINDA VAI DEMORAR MUITO? PORQUE TO MORRENDO DE FOME.
Harry despertou de suas lembranças ao ouvir o grito da filha que vinha lá de baixo.
-Mel, quantas vezes já disse pra você não gritar e... - Falou descendo as escadas mas parou ao ver a garotinha debruçada sobre o sofá com o porta-retrato em que tinha a foto de Gina nas mãos.
-Ela era linda. - Disse Mel passando a mão pelo retrato.
-Era sim, assim como você. - Harry viu quando a garotinha abriu um sorriso enorme.
-Eu sou parecida com ela mesmo?
-Claro que é meu amor. - Harry sentou-se do lado da filha e abraçou-a. - Tá vendo esses cabelos cor-de-fogo? Não são igualzinhos aos seus? - Mel apenas confirmou com a cabeça. - E o rosto, parece muito com você...
-Mas os olhos não são iguais aos meus. - Afirmou a garota.
Harry sorriu, pegou no rostinho da filha e levantou fazendo ela encará-lo.
-Viu de quem são seus olhos?
A menina abriu um sorriso enorme.
-Agora vamos, daqui a pouco fica tarde e não vai dar mas pra ir pra casa da sua avó. - Falou se levantando, pegou um pouco de pó de flu e colocou nas mãos da filha – Você já sabe fale claramente.
-Tá. - Disse ela pegando e gritou bem alto - A TOCA!!!!
-Não precisava ser alto, apenas claro. - Falou Harry para ele mesmo sorrindo e logo em seguida fez o mesmo que a filha. - A toca.
--------------------
Victória apoiou as mãos na pia, baixou a cabeça por um instante, mas logo depois levantou-a para fitar-se no espelho. Devia fazer horas que estava ali, olhando-se, se analisando, ou talvez tentando novamente fazer com que surgissem lembranças em sua cabeça, como se isso fosse possível, sorriu por ser tão boba, ou talvez por sentir raiva, ou talvez por se achar... se achar... nada, era exatamente isso que ela se achava às vezes, ela se acha nada. Bateu com força na pia do banheiro demonstrando toda a raiva que sentia de si, da vida, do mundo, não sabia porque sentia aquilo, pois no fim as coisas até que tinham dado bastante certo. Ouviu um barulho estridente de vidro se partindo e olhou desesperada em direção.
-Vick, o que aconteceu?
-Eu... não... sei... - Respondeu olhando para o rapaz que encontrava-se na porta do banheiro.
-Mas... você deve ter jogado alguma coisa no vidro pra ele ter se partido assim. - Falou o rapaz apontando para a janela que agora estava sem vidro e tinha cacos espalhados por todo o banheiro.
-Eu já disse que não fiz nada. - Respondeu alterando a voz, estava farta, ela não sabia porque, mas sempre aconteciam essas coisas esquisitas com ela.
-Tudo bem, tudo bem, não precisa se alterar, deve ter sido algum moleque que jogou alguma coisa, vamos, amanhã peço pra Clarice limpar essa sujeira. - Falou ele abraçando-a e levando-a para fora do banheiro.
-Clarck eu sei me cuidar sozinha, e pode deixar que eu peço pra Clarice limpar essa sujeira. - Sentou-se na cama.
-Vick o que você tem hoje? - Disse, mas vendo que não teria resposta continuou. - Não precisa responder eu já sei. Está pensando novamente na sua vida anterior, quem você era e coisa desse tipo, você tem que parar com isso...
-Pra você é fácil falar, não sente o que eu sinto.
-E o que você sente?
-Você não entenderia. - Respondeu desanimada, Clarck sempre fora muito bom com ela, desde quando saira do hospital ele nunca a abandonou, sempre esteve ao seu lado, até a ajudou a conseguir um emprego no jornal, no qual hoje era a editora chefe, de fato, tudo o que conseguira ele tinha tido uma participação importante, mas ele não entendia a preocupação que afligia seu coração.
-Meu amor, eu apenas não quero que você fique sofrendo por coisas que já passaram...
-Tudo bem, já vai passar, não se preocupe. - Respondeu em um meio sorriso.
-Assim está melhor. - Pegou em sua mão, a puxou e abraçou.
Victória não gostava muito desse jeito dele, as vezes se sentia como uma criança que fizera uma traquinagem, mas resolveu não discutir, queria descansar. Muitas vezes se pegou pensando se o que sentia por ele de fato era amor, gostava sim muito dele, mas não sabia definir seus sentimentos. Sentiu as mãos dele percorrer toda a extensão de suas costas em um gesto de carinho e consolo.
-Bom, tenho que ir.
-Mas já? Você vai me deixar aqui sozinha? - Falou olhando nos olhos azuis dele.
-Amor você sabe que eu passei aqui só pra te dar um beijo, hoje eu tenho plantão. - Disse com um sorriso encantador.
-Você dizendo isso e sorrindo dessa forma fica bem mas difícil de eu deixar você ir embora. - Falou sorrindo igualmente.
-E você sorrindo dessa forma e me olhando com esses olhos cor de mel que me encantaram desde o momento que eu os vi no hospital, não vai me deixar ir embora também. - Falou olhando diretamente para os olhos dela.
Victória passou a mão por seu rosto e ele sorriu. Sentiu ele segurar firme em sua nuca e a puxar para um beijo doce e delicado, ela passava a mão por seus cabelos castanhos que eram bastante arrumados, fazendo eles ficarem um pouco bagunçados, não sabia porque, mas adorava quando eles ficavam assim.
-Vick, não faz isso. - Disse ele separando-se e arrumando os cabelos no espelho. - Agora é sério tenho que ir.
-Tchau então. - Falou sacudindo os ombros.
-Tchau até amanhã.
Victória ficou olhando para a porta que a pouco tinha sido fechada por ele, respirou profundamente. Tinha ficado sozinha e agora estava novamente com seus pensamentos. Foi até a janela do seu apartamento para ver Clarck entrando em seu carro e saindo, ficou olhando a rua, vendo as pessoas lá embaixo andando e os carros passando, apesar de já ser noite o fluxo de pessoas ainda era enorme.
--------
-Harry, mas como você está magro. - Falou a Senhora Weasley assim que o viu saindo da lareira.
-Que é isso Senhora Weasley, daqui a pouco eu viro um elefante.
-E olhe para a Mel. - Disse examinando a menina de cima a baixo e continuou. - Minha querida aquela mulher pavorosa que seu pai arranjou pra cuidar de você tá te alimentando direito?
-Não vovó. - Falou a garota sorrindo.
-Mel fale a verdade, você está dizendo isso apenas pra ficar aqui na casa da sua avó. - Disse Harry firmemente.
-Tá, mas não é a mesma coisa que a comida da vovó. - Disse a garota pulando nos braços da avó.
-Viu? Não sei porque você insiste em deixar essa mulher cuidando da minha neta. Poderia muito bem deixa-la aqui comigo, afinal, todos me abandonaram.
-Não fale isso mamãe!!! - Disseram duas vozes familiares que acabavam de surgir da lareira.
-Ah, meus amores, eu não acredito, finalmente resolveram me visitar. - Falou a Senhora Weasley virando-se para os gemêos, que vinham acompanhados de Karine e Gustavo filho de Jorge.
Harry viu o mesmo ritual que se seguiu com ele se repetir com os gemêos, sorriu ao ver Fred fazer caretas constantes aos comentários da mãe de que ele devia se casar, mas logo viu que o negócio chegaria nele.
-E você também Harry querido, devia se casar novamente, Rony me falou que...
-Ah... Senhora Weasley não é um bom momento sabe? - Falou olhando para a filha e fazendo uma nota mental para matar Rony quando o encontra-se.
-Claro, claro... vamos comer, porque vejo que vocês não andam se alimentando direito.
Todos seguiram para a cozinha onde a Senhora Weasley continuou a reclamar da magreza dos filhos, netos, enfim todos. Até que o Senhor Weasley chegou.
-Arthur querido, sente-se. - Falou a mulher, fazendo um prato voar para a mesa, no que o marido sentou-se.
-VOVÔ!!! - Gritou Mel sentado-se no colo do Senhor Weasley.
-Mel, não grite. - Ralhou Harry.
-Ora, deixe a menina. Como vai a garotinha do vovô heim? - Disse ele fazendo cocegas na garota.
-E eu? - Falou Gustavo olhando emburrado para a cena.
-Você também, tem lugar para os dois. - Falou o Senhor Weasley colocando Mel em uma perna e Gustavo em outra.
-Tá bom, já chega é melhor vocês saírem para deixar o avô de vocês comer. - Disse a Senhora Weasley tirando os dois do colo do marido. - Já terminaram?
-Sim vovó. - Falaram os dois.
-Então vão pra sala. - Disse a mulher sorrindo, no que os dois saíram da cozinha.
Depois de um tempo todos conversavam e riam das piadas de Fred e Jorge que apesar de mais velhos não tinham mudado em nada. Harry olhou para o relógio e viu que já passava da hora de ir embora.
-Bem, acho que já está na hora de ir. - Falou pegando na mão da filha.
-Ah pai.
-Harry ainda é cedo. - Disse a Senhora Weasley.
-Amanhã tenho que ir trabalhar, e a senhorita aqui, tem aula. - Falou apontando para Mel.
-Mas que droga, eu não gosto daquela escola, eu quero ir pra Hoguiartis.
Todos riram.
-Mel não é Hoguiartis é Hogwarts. - Disse Harry fazendo a filha cruzar os braços irritada.
-O que for, mas eu quero ir pra escola de magia e não escola de trouxa.
-Eu já lhe expliquei que quando você completar onze anos você vai para Hogwarts, e como ainda faltam cinco anos para que isso aconteça, você vai ficar na escola de trouxa mesmo. - Disse em tom que não aceitava replicas.
Lembrou-se de um assunto que queria conversar com o Senhor Weasley e voltou-se em direção ao sogro.
-Senhor Weasley, eu poderia conversar com o senhor um instante? - Perguntou chamando-o para um canto mas reservado na sala.
-Claro. - Falou acompanhando-o.
-Bem, o senhor ouviu falar em alguma coisa diferente pelo Ministério? Digo, em relação ao traidor?
-Bem... na verdade, a única coisa que eu sei é que o Ministério trabalha com um traidor a anos e nós não sabemos quem é.
-Sim, disso eu sei. Mas... o senhor desconfia de alguém?
-Não tenho a mínima idéia.
-Hum...
-Mas porque? Você ouviu alguma coisa sobre o assunto? - Perguntou erguendo a sobrancelha.
-Não... eu não, é que... bem... sei que isso não é correto, mas estava passando pela sala do Pretick e acabei ouvindo uma conversa dele, não sei com quem, porque ele estava ao telefone.
-Pretick? O Chefe do Departamento de Mistérios? - Perguntou o Senhor Weasley.
-Sim, esse mesmo, era o chefe da Gina. Ele parecia bastante zangado, disse que as coisas já tinham dado errado uma vez e que não poderiam errar novamente, que dessa vez ele não poderia consertar o erro dos outros.
-Hum... ele pode apenas estar se referindo ao trabalho, na verdade acho que isso não significa muita coisa Harry.
-Não sei, pra falar a verdade eu sempre desconfiei dele, sempre achei muito esquisito o jeito com que ele conduzia as coisas. Gina sempre me disse que ele era um velho ranzinza que mandava nos outros sem o menor pudor, não tinha papas na língua sabe? Ele nunca me explicou direito o que aconteceu no dia da morte da Gina e...
-Harry você não tem que levar pra esse lado, eu sabia que você ia acabar pensando nisso, não esqueça que o trabalho da Gina era estritamente sigiloso.
-Mas Senhor Weasley, eu sou do Ministério, trabalho lá, ele poderia ter me dito alguma coisa, mas a unica coisa que ele soube me dizer é que foi uma explosão...
-Harry você está com isso na cabeça, nem tudo que diz respeito ao Pretick tem haver com a Gina.
-Tudo bem, vou descobrir sozinho.
-Harry você tem que tirar isso da sua cabeça, você tá obcecado pra descobrir alguma coisa sobre isso, mas nada do que você descobrir vai fazer a Gina voltar.
-Eu... eu... não é isso, eu apenas quero saber a verdade. - Falou saindo e pegando a filha para voltarem para casa, mas uma idéia fixa estava na sua cabeça, tinha alguma coisa errada nessa história e ele ia descobrir.
------------------
E ai gostaram???? COMENTEM PELO AMOR DE MERLIM!!!!! Aff... agora tenho que correr pra atualizar minhas outras fics, putz onde eu tava com a cabeça tô escrevendo três fics ninguém merece isso kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk MAS AMO OS COMENTÁRIOS, POR ISSO SE QUEREM O PRÓXIMO CAP. COMENTEM MUUUUUUUUUUUUUUUUUUUITO heheheheehehe.
Ah, vou fazer uns agradecimentos pra quem comentou:
Lauriane Black - obrigada por comentar.
Tina Snape - Será que ela morreu???? Bem, tem a Vick né, acho que isso nem é mas suspense hauahauahauhauahauha...
Lauriane Potter - Postei em tempo record né?
PRISCI SNAPE - Queria que vc tivesse palavras kkkkkkkkkkkkk... to brincando, obrigada por comentar.
Sally Owens - Obrigada por acompanhar as minhas fics e olha eu achie a sua fic simplismente d+, recomendo pra todo mundo, tá muito bem bolada mesmo!!!
leleu - Obrigada por ter gostado.
Adaellen - que bom que gostou rssssssssssss.
Miaka-ELA - que bom que vc tá acompanhando essa fic também, gosto muito dos seus comentários.
Gabi W. - Obrigada pelos dois elogios hehehehehehehe!!!!
BOM, OBRIGADA A TODOS E QUERO COMENTÁRIOS HEIM???? Não sejam malvados rssssssssssssssss!!!! BEIJO E ATÉ A PRÓXIMA FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII
|