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8. Capítulo 08


Fic: Just a Weasley CW-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Alguns minutos se passaram. A pouca luz diminuindo aos poucos. Então, Firenze perguntou:


 


- Greyback... Ele já sentiu seu cheiro antes? – Hermione já estava em pé e com a varinha em punho antes de responder.


 


- Sim...


 


- Então, prepare-se para correr.


****************************************************************


Hermione não esperou para raciocinar, entender ou questionar. Ela correu. Imaginou que Hagrid e Firenze deveriam estar fazendo esforço para não correr. Ela desviava de galhos seguindo as indicações que o centauro dava, aprofundando-se cada vez mais na Floresta Proibida.


 


- Parem! – o centauro gritou e todos estancaram em seus lugares – Hagrid, coloque-a sobre mim – Todos ficaram calados. Se Firenze já era mal visto por seus amigos, aquilo só pioraria a situação – Vamos, Hagrid! Ele está se aproximando!


 


Hermione tentou objetar, mas o meio-gigante a levantou como se não pesasse nada e a colocou sobre o centauro.


 


- Vou voltar para Hogwarts e chamar ajuda.


 


- Faça isso... ele não está sozinho. Poderei despista-lo por um tempo. Segure-se, garota – e dizendo isso, embrenhou-se pela Floresta. Hagrid voltou por onde tinham vindo. Depois de correrem por cerca de 30 minutos pararam e Hermione desceu.


 


- Não precisava...


 


- Estamos em minoria, Hermione.


 


- Ele está com outros lobisomens?


 


- Sim... e acompanhado de outros seres... Não consegui identificar.


 


***


Charlie chegou correndo na orla da Floresta. Encontrou com seu irmão, Harry e outros aurores. Viu Draco e, antes que pudesse evitar, avançou sobre ele. Foram separados. O ruivo tinha raiva, o que fez Draco sorrir ainda mais.


 


- Não tenho culpa se trai sua namorada por aí, Weasley!


 


- Filho da puta! Eu sei que foi sua culpa! – ele tentou avançar, mas Ron e um outro auror o seguravam com força. Harry colocou-se na frente dele e disse firmemente:


 


- Agora não. Hermione está na Floresta com Firenze e Hagrid e temos a suspeita que Greyback está por aqui também. Depois vocês resolvem isso – Charles respirou fundo.


 


- Meus pais estão entrando em contato com os outros membros. Estarão aqui dentro de instantes. E a diretora?


 


- Cuidando para que todos os alunos estejam dentro de suas Salas Comunais. As aulas foram canceladas e o castelo está sendo revirado atrás de algum invasor. – Ron falou soltando o braço do seu irmão, mas depositando a mão sobre seu ombro.


 


- Nós não temos ideia de quantos são e que criaturas ele requisitou. Alguns elfos, percebendo nosso esforço, estão contando o que está havendo. Além das informações que Malfoy conseguiu dos nossos prisioneiros. O problema é que algo mais está acontecendo e ainda não sabemos exatamente o quê... – nesse momento Luna chegou correndo, carregando algo em suas mãos.


 


- Acho que eu descobri... É pior do que imaginávamos. Precisamos agir antes do anoitecer – ela olhou para o horizonte onde o sol estava se pondo. Antes que alguém pudesse perguntar algo, ela tirou um livro de seu bolso e fez um feitiço para que ele voltasse a ser do tamanho normal. Era um livro com aparência antiga, grosso e de capa marrom. Ela começou a procurar uma página determinada e leu um pequeno parágrafo em voz alta. Quando ela terminou Draco murmurou:


 


- Precisaremos de muitos mais reforços...


 


***


Hermione afastou a sensação de fome e medo. Lançou feitiços de proteção ao redor dos dois. Precisava de alguma forma fazer com que seus amigos soubessem onde estavam. Lembrou-se do colar. Não queria entrar em contato com Charles, mas ele era a única alternativa. A Floresta Proibida era enorme e, por mais que seus amigos soubesse que ela estava lá, achar a localidade precisava levaria muito tempo. Isso se conseguissem. Suspirando, tocou o colar esperando que Charles avisasse os outros.


 


- Esses feitiços não serão suficientes – ele disse. Firenze estava examinando a Floresta atentamente. Ele havia escolhido uma clareira e, após olhar à sua volta, começou a analisar as estrelas – Espero que os centauros nos ajudem.


 


- As estrelas dizem alguma coisa? – Hermione perguntou por perguntar, apesar que tinha um fio de esperança.


 


- Eles estão divididos. Suas palavras surtiram efeitos em alguns, outros ainda estão sobre a influência de Agouro. Não seria bom se o bando se separasse.


 


- Ele deveria ter sido morto anos atrás! – Hermione murmurou com raiva.


 


- Quem?


 


- Greyback.


 


- Talvez. No entanto, agora, ele será o menor de nossos problemas.


 


***


- Inferis? Como ele fez isso?


 


- Charles, Greyback fez uso da magia dos elfos – falou Ron – Agora precisamos nos concentrar em enc-


 


Ele foi interrompido por um barulho vindo da Floresta, todos ficaram a postos com suas varinhas apontadas para a origem do som.


 


- Hagrid! – exclamou Harry – Onde está Hermione?


 


- Com Firenze. Fui até um ponto com eles, mas agora... Firenze precisava despistar Greyback. Ele está atrás de Hermione.



Draco fechou o punho com raiva, o que não passou despercebido por Charles. Ainda tinha as palavras de Luna sobre o que ele havia feito na noite passada em sua cabeça, mas a prioridade agora era encontrar sua namorada.


 


- Onde eles estão? – Draco perguntou.


 


- Posso leva-los até o ponto onde nos separamos... depois disso... Não sei que caminho eles seguiram.


 


- E os outros centauros? – Luna perguntou.


 


- Eles ouviram Firenze e Hermione, mas nenhuma decisão foi tomada. Só que acho que vocês todos na Floresta, os centauros podem não gostar muito disso.


 


- Fodam-se os centauros! Vamos logo, grandalhão! – Draco disse.


 


- Espere... Vocês – Harry falou apontando para um grupo de três aurores – Fiquem aqui. Mandaremos um patrono com nossas coordenadas. Mandem os membros da Ordem assim que eles chegarem. Chamem reforços!


 


Eles começaram a caminhar entre as árvores quando foram interrompidos por Charles.


 


- O feitiço... – ele falou ao sentir o pergaminho em seu bolso vibrar. Abriu-o e a imagem da Floresta negra se estendeu entre eles. Um ponto apareceu e estava cerca de trinta quilômetros de distância. Sem falar nada, o ruivo tomou a frente do grupo e começou a guia-los pela Floresta sendo seguido de perto pelo seu irmão e Hagrid.


 


***


- Os feitiços vão mantê-los afastados por algum tempo.


 


- Inferis... Greyback convocou os Inferis. Os feitiços não os manterão afastados por muito tempo – disse Firenze olhando em volta.


 


- Precisamos correr – Hermione falou olhando ao redor sem saber de onde viria o ataque.


 


- Prepare-se para lutar. Estamos cercados.


 


Hermione só tinha ouvido falar sobre essas criaturas, mas ainda não tinha duelado com elas. Sabia o que fazer na teoria. E também sabia que ela e Firenze não dariam conta de lobisomens e uma horda de Inferis. Esperava, apenas, que a ajuda chegasse logo. Percebeu quando o feitiço foi desfeito. Olhou ao redor e o barulho foi ficando mais intenso. Ouviu a risada sonora, profunda e sinistra de Greyback. Pouco depois ele apareceu entre as folhagens.


 


- Então... nos encontramos novamente, senhorita Granger.


 


- Parece que sim, Greyback.


 


- Sentiu minha falta? – ele falou passando a língua pelos dentes – Sabe que há muito tempo venho procurando um modo de continuar o que ficou inacabado na Mansão Malfoy.


 


- Muita ousadia sua voltar aqui, Fenrir. Sabe que não é bem vindo. – o arco posicionado. O lobisomen grunhiu.


 


- Vocês, centauros, são piores que esses malditos bruxos. Não sou os únicos donos da Floresta. Outros seres têm direito sobre essa terra.


 


- Você e sua corja apenas destroem. Não me venha falar sobre direitos. Sei que estão aqui. Escondidos atrás das árvores e das moitas.


 


- Firenze, você foi rejeitado pelos seus iguais. Abandonou seus semelhantes para ajudar o tolo do Dumbledore. Não finja que se importa com o que acontece por aqui. Só que você, para variar, é um empecilho. Meu assunto é com a senhorita.


 


- Não temos nenhum assunto com você, Greyback. – ele deu um passo a frente e com um assobio fez com que seus comparsas aparecessem. Hermione disfarçou seu tremor. Ela girou com o corpo. Estavam cercados. Havia pelo menos mais uns 20 lobisomens semelhantes ao Lobo Greybeck. E, por atrás deles, criaturas rastejam pelo chão ou subiam pelas árvores. O local cada vez mais escuro. Firenze galopou no lugar. Suas patas batendo violentamente no chão.


 


- Que a Floresta possa nos perdoar – ele falou num murmúrio. Apontou seu arco e lançou uma flecha em direção ao peito de Fenrir que se desviou rapidamente. Os inferis começaram a rastejar pelo chão. Hermione lançou um forte raio de luz que os afastou temporariamente. O centauro lançou mais duas flechas, acertando seus alvos. Fenrir andava em círculos, esperando pelo melhor momento para poder atacar. Definitivamente, não passaria daquela noite. Há muito tempo esperava para morder Hermione Granger – Você precisa fazer um círculo de fogo, Hermione! Não teremos chance!


 


Sem pensar sobre o que acabara de ser pedido ela fez o que Firenze mandara. Era a única forma de se livrar dos inferis. A escuridão apenas os tornava mais fortes. No entanto, o fogo precisava ser enfeitiçado muitas vezes, já que alguns lobisomens apagavam os focos de incêndio que ela criava. Hermione ouviu Greybeck gritar que ela era dele. Sentiu um arrepio de medo percorrer seu corpo. Lançou um feitiço, mas sentiu uma mão fria agarrando seu tornozelo e foi ao chão. Um forte raio de luz surgiu de sua varinha afastando o inferi que começou a puxa-la, mas afastou com a luz forte.


 


Um lobisomem pulou sobre ela, antes que Hermione pudesse lançar um feitiço. Tudo pareceu rápido e devagar ao mesmo tempo, porém antes que a alcançasse viu que o corpo dele mudou de trajetória e atingiu as chamas. Levantou-se rapidamente e viu que os aurores haviam chagado. Sentia o calor envolver seu corpo. Precisava afastar-se daquele fogo. Achou um ponto de saída e correu para lá. Ouvia gritos e feitiços eram lançados.


 


- Temos contas a acertar, Granger.


 


- Immobilus! – ela gritou, mas Fenrir desviou o feitiço. Olhou para os lados e se viu cercada por inferis e outros lobisomens.


 


- Eu posso morrer lutando, mas você nunca mais chega perto de mim.


 


- Sinto medo em sua voz, sangue-ruim? Bellatriz prometeu que você seria minha e morreu sem cumprir a promessa.


 


- Fenrir... poderemos brincar com ela? – ela ouviu um deles dizer.


 


- Não, Gollock. Ela é minha. Sem dividir dessa vez – ouviu um grunhido de insatisfação. Só que não tirava os olhos de Greyback. Sabia que ele estava apenas provocando, queria vê-la com medo, com o sangue correndo mais rápido em suas veias. E ela sabia disso. Tentava, inutilmente, controlar sua respiração. Viu um raio verde passar ao seu lado e atingir um dos lobisomens que estava atrás de si. Abaixou instintivamente, depois ouviu a voz de Draco:


 


- Corra, Hermione! – ela virou-se e correu. O loiro não estava próximo, mas ao ver o que acontecia não pensou duas vezes em matar um dos lobisomens que cercava a auror. Viu que Fenrir começou a segui-la e apressou seu passo. O outro lobisomem, vendo que estavam em desvantagem sumiu entre as árvores.


 


A morena sentiu algo a atingindo nas costas e foi ao chão, sua varinha escapando de seus dedos. Antes que pudesse se recuperar e levantar, sentiu seu corpo sendo virado bruscamente e a respiração fétida e pesada de Greyback sobre seu rosto.


 


- Você não escapa, garota. – ele passou a mão pelo pescoço dela – Morderei você e será minha escrava, Granger. Já provei seu sangue e gostei. - Hermione tentava escapar e gritou quando sentiu a boca dele se aproximando do seu pescoço (N.A.: sei lá onde um lobisomem morde, mas vamos manter que é a veia de fácil acesso e por onde passa bastante sangue rsrs).


 


Charles viu tudo acontecer e lançou um feitiço, fazendo com que Fenrir fosse lançado longe. O ruivo correu até lá e colocou-se na frente de Hermione, que procurava por sua varinha.


 


- Afaste-se, traidor. Ela é minha – Charles lançou um feitiço, mas Fenrir estava preparado e defendeu-se, lançando um raio verde. O tratador de dragões logo conjurou um feitiço protetor entre ele e Hermione. Draco chegou e gritou:


 


- Weasley, essa é briga é minha – falou lançando um cruciatus sobre o corpo de Fenrir, que riu assim que se recuperou.


 


- Draco Malfoy. O sujeito que traiu a família em nome de uma sangue-ruim... O que seus ancestrais diriam disso, menino?


 


- Não sou um menino. E não ligo para merda nenhum do que meus ancestrais pensariam. Deveria ter te matado aquele dia.


 


- É, deveria – os dois olhavam-se com raiva. O fogo consumia toda a vegetação ao redor. Hermione e Charles estavam atentos à conversa e não perceberam o movimento atrás deles. De repente um dos lobisomens, que estava em cima de uma árvore pulou sobre o casal. Charles, instintivamente, cobriu o corpo de Hermione com o seu. A queda dele foi interrompida por um enxame de flechas. Agouro havia chegado com seu bando e estava eliminando todos lobisomens restantes. Com uma teia mágica e extremamente luminosa, aprisionavam os inferis que ainda tentavam atacar os bruxos.


 


- Saia daqui, Hermione – Draco gritou. Ela tentou aproximar-se, mas foi detida pelo braço de Charles – Vamos, Weasley! Tire-a daqui!


 


Greyback tentou alcançar Hermione mais uma vez, mas Draco colocou-se na frente dele. Charles ignorou os protestos da namorada e a afastou de lá. A varinha dela não tinha sido encontrada ainda.


 


- Tenho o cheiro e o sangue dela na minha memória, Malfoy.


 


- Você não sai vivo daqui hoje, Greyback – ele lançou um feitiço, que foi desviado pelo lobisomem. Draco viu um raio preto saiu da varinha de seu atacante e mentalizou o feitiço da morte. Mais ao longe, Luna via o que acontecia e murmurou um feitiço para evitar que o choque que Draco levasse fosse muito forte. Hermione gritou ao ver o corpo de Draco caindo e sangue escorrendo pelo corpo.


 


***


Charles estava no St Mungus. Hermione não havia deixado o leito de Draco e se recusava a vê-lo. Quando será que conseguiria se explicar? Já havia se passado duas semanas e Hermione recusara ouvir qualquer explicação. Harry, Gina, Ron,... todos haviam tentado explicar o que aconteceu naquela manhã. E ela permanecia ao lado do homem que foi o causador de toda confusão. Jamais entenderia a relação deles.


 


Estava no refeitório esperando que ela chegasse. Ela sempre saia para comer alguma coisa quando os medibruxos medicavam Draco.


 


Hermione saiu do quarto relutante como sempre. Apesar dos sinais de melhora ele ainda não tinha acordado. Assim que ela viu quem a esperava em uma das mesas. Pensou em dar meia volta, mas até quando evitaria aquela conversa? Sentou-se à mesa em silêncio.


 


- Charles, não tem como ser explicado o que eu vi.


 


- Hermione... – ele falou e tentou alcançar a mão dela sobre a mesa, que a puxou para o colo. O gesto machucou o ruivo que não conseguiu disfarçar o olhar ferido. – Sei que parece difícil, mas há uma explicação.


 


- Que não significou nada para você? Que se arrepende profundamente, mas que eu sou a mulher da vida, mas para isso precisou dormir com uma vagabunda para perceber? Qual desculpa esfarrapada vai usar?


 


- Não, não é nada disso...


 


- Sabe como em senti? Quando vi que você tinha novamente ido embora? Quando abro a porta do seu quarto... e ... – ele viu a dor nos olhos dela e sentiu seu estomago afundar de tristeza – Já imaginou o contrário? Encontrar Draco saindo com uma toalha enrolada no corpo? Imaginou como seria ter uma cena dessa gravada em sua memória?


 


- Não... Eu... Hermione, nem posso pensar em algo assim. Mas, eu juro, há uma explicação. Cinco minutos...


 


- Três – ela cruzou os braços. Ele respirou aliviado pela oportunidade.


 


- Eu não entendia o que tinha acontecido, porque, na minha cabeça, eu havia saído com você. Então, Luna aparec-


 


- Senhorita Granger – um medibruxo chegou e interrompeu a conversa. Charles murmurou um xingamento – o senhor Malfoy acabou de acordar – ele mal terminou de falar, ela já havia levantado e correu para o quarto. Charles a seguiu.


 


- Draco! – ele sorriu ao vê-la entrar. Logo atrás, Charles fez o mesmo e encostou-se à parede – Como você está? – ela falou inspecionando o rosto do loiro.


 


- Estou bem – Draco segurou sua mão – Apenas mais uma cicatriz de batalha. Deixarei as mulheres loucas, não? – ele riu de lado e ela o acompanhou. Então, percebeu que Charles estava ali e pela expressão dele Hermione ainda não o tinha o perdoado – Você já sabe?


 


- Que foi culpa sua? Sim, estou sabendo, Malfoy.


 


- Do quê estão falando? – Hermione perguntou olhando um para o outro.


 


- Por que não contou para ela?


 


- Ela não quer me ouvir. E com toda razão.


 


- Será que poderiam parar de conversar como se eu não estivesse aqui. – Hermione exigiu.


 


- Eu explico. É o mínimo que posso fazer. – Charles olhou com raiva para a mão de Hermione que ainda estava entre as mãos de Draco. Depois disso, saiu sem falar nada.


 


- Draco... Do que estavam falando?


 


- Hermione, eu fiz algo horrível e espero que possa me perdoar.


 


- Você nunca vai me amar como eu te amo. Não, por favor, não me interrompa. Não sei como, nem quando... acabei me apaixonando por você – Hermione respirou fundo – E fiz algo terrivelmente egoísta para ter você ao meu lado novamente.


 


- Draco... – ela falou como se antevendo algo – O que você fez?


 


- O Weasley não te traiu. Aquela noite... Astoria tomou a poção polissuco e se passou por você. Na casa dele, ela lançou um confundus e o fez beber uma poção do sono. Queria que você ficasse comigo... mesmo como... mesmo no acordo que tínhamos do que não ter você de forma alguma – ele sentiu ela puxando a mão da mão dele - Hermione... por favor...


 


- Eu preciso de um tempo, Draco... Como... como você pôde? Eu... sempre estive ao seu lado... Eu... – ela não conseguia organizar as ideias. Andou para fora do quarto ignorando os chamados dele. Fechou a porta atrás de si e encontrou Charles sentado. A cabeça repousando sobre as mãos. Os cotovelos sobre os joelhos. Ela sentou-se ao lado dele colocando levemente a mão sobre os ombros.


 


Charles sabia que era ela. Deixou o ar sair vagarosamente antes de olha-la.


 


- Desculpe por não ter te ouv- ele a interrompeu depositando um dedo sobre os lábios dela.


 


- Eu me coloquei no seu lugar. Entendo perfeitamente... Hermione... – ele levou sua mão para a nuca dela e a puxou para um beijo saudoso e apaixonado. A morena sentiu a língua dele de encontro com a sua e gemeu baixinho. Afastou-se milímetros e murmurou na orelha dele:


 


- Leve-me para sua casa – Charles sentiu seu corpo arrepiar e clamar por ela. Sorrindo, levantou-se, braços os braços na cintura dela e aparataram dali.


 


Chegaram ao quarto e o sol se punha banhando o ambiente com cores alaranjadas e vermelhas. Hermione sentiu seu corpo ser pressionado contra a parede. As mãos dele puxaram a camiseta que ela vestia, com pressa. Com desejo. Enquanto isso, ela desafivelava o cinto da calça de Charles. Eles despiam-se com sincronia. Um tirando rápida e avidamente a roupa do outro.


 


Hermione sentiu que era levantada e depois foi levada até a cama. O corpo dele caindo sobre o seu. A mão dele ao lado da cama, evitando que todo o peso fosse sobre ela. Ela inverteu a posição, beijando cada pedaço do corpo do namorado que gemia o nome dela.


- Hermione... foi muito, muito tempo.


 


- Eu sei, Char... eu sei, meu amor...


 


Ele sorriu ao vê-la subir sobre si. As pernas ao lado do seu corpo. As cores do por-do-sol iluminavam a pele nua e ele tinha certeza que teria aquela imagem gravada para sempre em sua memória.


 


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N.A.: O que acharam? Calma que ainda terá um epílogo!!! Sai ainda essa semana!


E agora Artemis Granger no facebook!!! Novidades, atualizações e spoilers! Entrem e confiram!!!


 


P.S.: Só procurar por Artemis Granger - rsrs


 


 


 

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