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2. Aceitando.


Fic: A Alma de DM - 2


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Bati na porta no quarto de Draco que por acaso era em frente ao meu, o era realmente bom já que tornava difícil pegarem a gente transitando um para o quarto do outro. E mesmo que nos pegassem de noite no corredor contávamos com o fato de que éramos monitores chefes e por isso não haveria punições.


 


Draco me atendeu com um sorriso lindo no rosto e eu entrei logo para que ele fechasse a porta atrás de mim. Virei-me para encará-lo.


 


- Vou com você, Draco – eu disse.


 


- Sério? – ele disse – Passar o natal na minha casa?


 


- Sim – respondi - Um dia teremos que enfrentar seus pais de qualquer maneira.


 


- Três vivas para a coragem grifinória – ele disse rindo.


 


E se antes eu achava que o sorriso dele não tinha como ser mais perfeito, eu estava enganada. Ele não disse nada, me puxou para perto e me beijou docemente, os beijos dele sempre tinham o poder de me deixar tonta, mas eu correspondi a ele. Logo o beijo inicialmente calmo foi ficando mais intenso como sempre acabava acontecendo. Draco me pressionou na parede colando seu corpo no meu, ansiando por contato. Começou a beijar meu pescoço com vontade, eu sabia que aquilo ia deixar marquinhas depois e agradeci a Marlin por ser uma bruxa e poder remover essas coisas. Logo Draco desceu um pouco mais pelo meu corpo chegando a parte superior dos meus seios, ele mordiscou de leve e abriu alguns botões da minha blusa. A essa altura eu já estava realmente ofegante. As mãos dele passeavam na minha barriga e na minhas costas por baixo da minha blusa numa tentativa de tirá-la. Pela primeira vez eu resolvi colaborar e puxei a minha blusa pela cabeça atirando a mesma no chão. Draco Malfoy abriu o fecho do meu sutiã com a maior facilidade e ele foi arrancado de mim tão rápido quanto a minha blusa. De repente ele parou e se afastou de mim com os olhos presos no meu corpo.


 


- Você é linda – ele disse num sussurro, não sei se mais pra ele mesmo ou para mim.


 


Eu senti minhas bochechas ficando vermelhas e ele se aproximou de mim novamente, cobrindo meus seios que se encaixavam perfeitamente em suas mão. Meus seios já estavam rígidos e eu não continha mais a minha própria excitação.


 


- Linda demais – ele disse com a voz fraca e os olhos fechados, sentindo o meu corpo. Como se não conseguisse se convencer de que eu era real.


 


Ele começou a beijar meu seio esquerdo, quando alcançou o mamilo eu achei que não fosse me aguentar em pé. Ele sugava gentilmente, com a boca habilidosa. Com a outra mão ele passava os dedos muito de leve pelo mamilo direito fazendo meu corpo arrepiar ainda mais. Começou a me sugar mais forte e as vezes mordia. Quando mordia eu tinha espasmos de satisfação por todo o corpo.


 


Draco começou a beijar a minha barriga e de repente achou a posição “Em Pé” um pouquinho inadequada para seus planos. Me levantou no colo com agilidade e me colocou deitada em sua cama. Voltou ao trabalho inicial, beijando a minha barriga e passando a mão pelas minhas pernas. Desceu um pouco mais e passou a beijar a parte interna da minha perna direita, perto da minha virilha. Separei um pouco mais as pernas, dando-lhe acesso e Draco pareceu realmente gostar disso.


 


Ele foi se aproximando cada vez mais da minha virilha, lambendo e mordiscando me fazendo ofegar. Senti os dedos dele afastando a minha calcinha já molhada de excitação. Eu ansiava pelo toque dele e então ele deu uma lambida no ponto de prazer onde eu mais necessitava. Não consegui conter um gemido. Ele arrancou a minha calcinha com rapidez. Voltou a passar a língua no meu clitóris e depois ergueu a cabeça me olhando safadamente. Eu não sabia como eu estava conseguindo encará-lo:


 


- Gosta disso, Mione? – ele perguntou e me lambeu mais uma vez.


 


- Uhum – foi só o que saiu da minha boca.


 


- Quer mais? – ele não ia se contentar com o meu uhum – Peça por mais.


 


Maldito sonserino! Mas eu queria mesmo, estava no auge da excitação e faria qualquer coisa por mais. Eu disse, meio ofegante:


 


- Não pare, Draco, eu quero mais – ele ainda me encarava, o sorriso malicioso ainda maior, mas mesmo assim ele não continuou, eu forcei o quadril para cima e pedi – Por favor.


 


Isso pareceu estimulá-lo, ele voltou a passar a língua por mim e logo estava chupando meu clitóris com vontade, seus lábios e sua língua eram extremamente hábeis e pareciam saber exatamente como me tocar da forma que me enlouquecesse mais. Me agarrei aos lençóis com força. Eu tinha os olhos fechados e mordia o lábio firmemente. Eu abria as pernas ainda mais, afim de oferecer ainda mais espaço para ele que logo me penetrou com um dedo, movimentando-o dentro de mim num ritimo delicioso de vai e vem. Senti o meu prazer chegando ao seu auge como se eu não conseguisse conte-lo em mim. Eu gemia e ofegava cada vez mais alto. Draco, percebendo isso, acelerou o movimento dos dedos juntamente ao movimento dos lábios. O prazer veio em ondas, senti me corpo todo contrair em espasmos e mergulhei no meu próprio gozo.


 


Draco deitou-se em cima de mim, beijando a minha boca, fazendo com que eu sentisse o meu próprio gosto tão presente em sua boca. Depois sussurrou em meu ouvido com sua voz sensualmente arrastada:


 


- Quero que você seja minha.


 


De repente, eu travei. Meu corpo inteiro ficou tenso e eu abri os olhos para encará-lo. Ele me olhou um pouco confuso e resolveu perguntar:


 


- Você não quer?


 


Eu não sabia o que responder, parte de mim queria e muito, eu havia descoberto quanto aquele menino conseguia me dar prazer e queria realmente que ele me desejasse. Ansiava por dar prazer a ele, ser dele, não uma vez nem duas, mas para sempre. Mas a outra parte de mim tremia só de pensar nisso. Será que doeria muito? O que as pessoas iriam pensar quando soubessem? E se um dia eu esquecesse a poção e engravidass? O que ia acontecer com a minha carreira? Essa criança seria aceita pela família de Draco? E o pior de tudo: será que Draco me deixaria? E se ele não me quisesse mais por eu não fosse boa o bastante? Ele já tinha alguma experiência...


 


- Você esta com medo? – Draco me tirou dos meus devaneios, percebendo que eu não responderia a sua pergunta.


 


- Não. – eu disse.


 


- Eu sei quando você mente, Hermione. – ele disse erguendo uma sobrancelha pra mim.


 


Nós ficamos deitados lado a lado e o silencio pairou por alguns minutos. Será que eu tinha magoado Draco?


 


- Você está ... – eu disse e me senti idiota – Chateado comigo?


 


Ele se virou para mim e viu toda a angustia no meu rosto.


 


- Isso que aconteceu hoje... você realmente queria? – ele disse.


 


- Lógico – eu me apressei a responder, sabendo que ele saberia que eu estava sendo sincera.


 


- Então – ele continuou – Você quer que seja comigo? Mesmo que não seja agora?


 


Eu entendi que ele não estava chateado comigo, ele estava inseguro e com medo de que eu o não quisesse. Com medo que eu desejasse que fosse com outra pessoa. Fiquei feliz por poder acalmá-lo com sinceridade.


 


- Mas é claro, Draco – eu disse e segurei forte a mão dele , beijando cada dedo – Só peço um pouco de paciência. Minha coragem grifinória falha às vezes.


 


- Vou esperar por você, Mione – ele disse e eu tive a certeza de que ele estava mais calmo – Embora paciência não seja exatamente uma característica sonserina.


 


- Não – eu disse concordando – É uma característica de Draco Malfoy. Draco Malfoy e sua bela alma.


 


Ele abriu um sorriso para mim. Eu depositei um beijo nos seus lábios e coloquei a mão em seu rosto afagando-o. Eu sabia que ele gostava quando eu falava assim porque tinha um certo medo de que eu o julgasse mal.


 


- Você tem que ir – ele disse – arrumar suas coisas para viajarmos amanha.


 


Apertei-me contra o corpo dele.


 


- Tem certeza? Achei que você ia gostar de dormir aqui comigo – eu disse – Acho que me enganei.


 


- Isso é tão injusto. – ele disse acompanhando a brincadeira – Como você consegue ser uma tentação tão grande? Pare de me enrolar Hermione, quero suas coisas arrumadas para ir para minha casa amanha cedinho.


 


Eu ri dele. Levantei e me vesti novamente.


 


- Até amanha, Draco.

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