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6. Pacto de Sangue


Fic: Sweet Friend - femmeslash - Capítulo 10 Postado


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A:OPA! Você leu o bônus??? Não??? Por favor faça isso antes de ler este capítulo.
Já leu?? Have fun ;)



[b]ATENÇÂO[/b]: Capítulo com cena forte e altamente desconfortável (eu acho) se não gosta não leia. ^^



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Pacto de Sangue



Algumas pessoas são um mistério para mim. Por que elas nascem? Sabe, essas pessoas inúteis? Que só servem para manter a maldade viva no mundo? Agora, mais difícil ainda de entender é por que essas pessoas não morrem...


– Ora, Ora, Weasleyzinha... - Bellatrix Lestrange começou a me circular com um olhar repugnante que me relembrou imediatamente a vez anterior. Lembrou-me a boca dela em mim e o toque brutal de suas mãos. Tive ânsia de vômito. - Tentadora como sempre.


– Estupefaça! - gritou Hermione.


Bellatrix desviou com muita habilidade.


– Expelliarmus! - Poucas pessoas têm a capacidade de desarmar Hermione. Infelizmente Lestrange tinha essa capacidade. A varinha de Hermione voou, ricocheteou na parede e caiu inútil no canto da sala.


– Incarcerous! - Hermione caiu ao chão presa por meia dúzia de cordas.


– Maldita! Me solta! – resmungava ela enquanto Bellatrix gargalhava sonoramente. Ela apontou a varinha para o alto e as luzes se acenderam.


Eu não sou falsamente modesta. Sou muito boa em duelos, tão boa quanto Herms. Mas o olhar de Bellatrix fazia meu estômago se contorcer de uma forma dolorosa.


– Expelliarmus! – Ela gritou. Tchau varinha da Ginevra – Vem cá. – Ela se aproximou de mim. Eu dei três passos para trás. – Venha aqui. – Ela ordenou.


– Vá se fuder. – eu destilei.


– Eu vou fuder você... de novo... – ela sorriu maquiavélica.


Não pude evitar olhar nos olhos de Hermione. Havia uma mistura de confusão e medo neles. Lestrange apontou a varinha para mim. De repente se espalhou na minha mente uma vontade enorme de beijá-la. Eu dei um passo e uma sensação de paz se apossou de mim, e aquela vontade crescia.


Uma coisa os Carrow tiveram utilidade em Hogwarts: todos os membros da A.D. Aprenderam a resistir a Maldição Imperius. Eu forcei minha mente a dizer não, enquanto tentava me forçar a manter em mente Hermione amarrada no chão.


– Você não vai me controlar, infeliz! – eu falei entre os dentes.


– Ora, parece que você não é tão inútil assim. – disse ela me agarrando pelos cabelos. Eu não gritei. Não ia dar esse prazer à ela.


– Larga ela! – gritou Hermione.


– Quieta, sua sangue ruim imunda! – gritou Bellatrix apontando a varinha para Hermione e lançando uma Maldição Cruciatus silenciosa. Hermione se curvou o mais que as cordas permitiam enquanto gritava. Meu coração parecia em chamas. Um ódio incontrolável surgiu dele.


– Deixa ela em paz! Sua desgraçada! – Eu tentava atingir o máximo que podia de Bellatrix com minhas mãos. Cravei as unhas de minha mão direita na face esquerda dela. Puxei com força fazendo três cortes escorrerem sangue.


– Maldita! – gritou Bellatrix me arremessando na parede. Eu senti minha cabeça bater e tudo rodar. Tentei localizar as varinhas mas estavam muito longe.


Vi Bellatrix limpar o sangue do rosto, enfurecida, e constatei com uma fúria interna ter feito um bom estrago. Ela teria três boas cicatrizes.


– Sua traidora de sangue inútil! Está preocupada com ela é? Por quê? – ela olhou nos meus olhos. Nunca consegui aprender isso. Minhas lembranças começaram a ser sugadas de mim. Hermione no mar. nós duas na colina... ela dormindo...
Bellatrix gargalhou.


– Apaixonadas? – ela gargalhou mais. Hermione ainda arfava pela Maldição Cruciatus. – A sangue ruim e a traidora de sangue estão...apaixonadas? Parece que te ensinei bem, não é?


Aquela raiva tomou conta de mim de novo. Eu avancei na direção dela, mas caí ao chão. Agora também presa por cordas. Eu sabia que morreríamos, só queria garantir que não fosse tão longo e doloroso. Tentei me soltar, mas quanto mais força eu fazia, mais as cordas se apertavam, parecia rasgar minha carne.


Eu a vi se aproximar de Hermione e um pânico enorme se apoderou de mim. Eu precisava afasta-la dela. Eu devo ter parecido ensandecida. O sangue escorreu dos meus pulsos quando eu tentei me soltar novamente chamando o nome dela.


–  Se afaste dela! – eu ordenei.


–  Quieta Weasley. – ela falou enquanto apontava novamente a varinha para Hermione. Eu a vi se contorcer e gritar novamente. Bellatrix manteve a varinha por um bom tempo. Por mais que eu implorasse para que ela parasse. Quando por fim ela baixou a varinha Hermione ficou parada no chão, uma lágrima escorreu pela ponta do seu nariz. O nó na minha garganta apertou. Eu queria soluçar e implorar que alguém nos tirasse dali. Mas ninguém viria eu sabia. Eu tinha que fazer algo.


Entrementes Bellatrix soltou Hermione que continuou parada no chão ofegando.


–  Bom... – Bellatrix segurou Hermione pelos cabelos. As pernas dela tremiam visivelmente. – Ela eu já provei. – ela me indicou com a cabeça – Falta você.


–  Não! – eu gritei. Implorei mentalmente que alguém nos escutasse. – Solta ela, por favor, solta ela...
Bellatrix empurrou Hermione para a parede e a prendeu com o próprio corpo, a varinha apontada para a cabeça dela.


–  Um movimento em falso...e morrem as duas. – ela avisou.


Ela rasgou a camiseta de Hermione com a varinha. Expondo o sutiã rosa de rendas dela. Eu me senti rasgar por dentro enquanto Hermione lutava para se desvencilhar da bruxa. Bellatrix percorreu com a língua o colo de Hermione em um gesto obsceno e repugnante. Eu não conseguia suportar aquilo. Era horrível demais. Ela colou seus lábios nos de Herms.


–  Desgraçada! – eu gritei. O corte no meu pulso ficava cada vez mais fundo. Se você já ficou preso com “incarcerous”, sabe que as cordas parecem lâminas.


Ela rasgou com um puxão o sutiã de Hermione e o lançou longe. Hermione se debatia e chorava. Mas era inútil, Bellatrix a prendia com muita força. Ela desceu a boca aos seios de Hermione que soluçava e tentava empurrar a mulher com as pernas.


–  Quieta! – Bellatrix esbofeteou-a que chorou ainda mais. Eu chorava com ela. Eu não queria morrer assim, não queria que Hermione passasse por isso. Bellatrix apontou a varinha para Hermione. O gritou saiu estrangulado. Sem perceber eu gritava o nome dela junto. Quando a bruxa abaixou a varinha, Hermione parecia quase desfalecida. Só conseguia chorar. O rosto vermelho e marcado, os olhos quase mortos.
Bellatrix desabotoou a calça de Hermione e a baixou completamente, enquanto ia acompanhando o movimento com sua língua. Ela subiu novamente e mordeu com força o seio esquerdo de Hermione. Ela gritou. Cada grito dela cortava meu peito. O corte no meu pulso esquerdo parecia mais fundo, o sangue escorria. Eu tive uma idéia louca, mas faltou coragem. Ela rasgou a calcinha de Hermione. E foi então que eu parei de mexer, gritar e fazer qualquer coisa. A dor no meu peito foi insuportável, quando ela penetrou Hermione com brutalidade fazendo-a gritar. Eu conhecia aquela sensação, mas ver Hermione gritar daquela forma era horrível. Preferia que fosse eu a passar por isso novamente. Do que ver a garota que eu amava daquele jeito.


Bellatrix mordia com força seu pescoço enquanto penetrava ela de um jeito desumano, horrível. Eu vi os dedos dela se tingirem de sangue, sangue de Hermione. O sangue que escorria pela perna dela enquanto ela chorava sem forças. Eu tinha que fazer algo. E tinha que ser naquele segundo ou eu não ia ter coragem.
Forçando a corda com toda a força que tinha eu aprofundei o corte, o grito que eu ouvi ao fundo me deu mais coragem. Eu fiz um movimento brusco e a corda cortou toda a minha carne até chegar ao osso. Meu grito se confundiu com o de Hermione. O corte profundo afrouxou a corda. Mordendo meus lábios para conter outro grito eu retirei a corda de meu pulso e consegui me desenrolar. A quantidade de sangue que saia do corte me assustou, mas eu tinha outras preocupações. Alcancei minha varinha.


–  Estupefaça! – Bellatrix voou para a parede. Eu não tinha tempo de testar uma maldição da morte.
Corri até a varinha de Hermione, depois até ela, agarrei-a pelo pulso e aparatei.


Foi com um alivio imensurável que senti a areia da praia sob mim. Olhei para Herms, sangrando, marcada. A abracei e forte e comecei a chorar junto aos soluços dela. Estávamos salvas. O sangue que escorria do meu pulso pingou e se encontrou com o sangue nas pernas dela, como um mórbido e horroroso pacto de sangue.



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*se materializa um patrono em forma de gato*


N/A: Hi, people! Toda saudade do mundo! Agora vocês têm uma NA. rsrshua


Não me matem. Eu sei que o capítulo foi bizarro, mas era algo em minha mente. Algumas coisas desse capitulo serão melhor entendidas no próximo [que contará com a fodástica participação da Van ;)]. Esse capitulo me fez pensar no por que escritores adoram que seus personagens sofram. Isso em mim, e na Misyroff, pelo que eu percebi (fiquem sabendo que ela ajudou muito na composição da cena), é quase doentio. E parei para  pensar é um mal de escritores (alguém aí já leu Danielle Steel???? Merlin, aquela mulher adora destruir a vida de pobres meninas.) mas creio que a explicação seja bem simples...Gostamos de trabalhar com emoções. De preferência emoções exarcebadas. E essas só surgem em situações extremas. Enfim espero que tenham gostado ^^
Agradeço a quem continua lendo, o carinho e o apoio de vocês não tem preço.
Agradecimentos especiais àquelas que não mais fazem parte da minha vida, mas que são cada pedacinho dela: Mi e Van.


Amo todos vocês!


*patrono se desfaz*

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Comentários: 2

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Enviado por M. Weasley em 10/02/2013

Nossa, eu adorei esse! ficou mt bom... sério!  

Nota: 3

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Enviado por Manoela Tempting em 07/09/2012

putz....muito bizarro....mito emocinante.....muito...bom......adorei o capitulo...

Nota: 5

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