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1. Inveja


Fic: Inveja


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- Inveja -


 


 


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Eu quero te roubar pra mim
Eu que não sei pedir nada
Meu caminho é meio perdido
Mas que perder seja o melhor destino
Agora não vou mais mudar
Minha procura por si só
Já era o que eu queria achar¹

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É claro que eu não te amava. Não era amor. Eu só gostava de te ver passar e decorar o modo como agia e a maneira como arrumava o cabelo atrás das orelhas quando fica nervosa. Gostava também das covinhas em sua bochecha quando sorria. Era quando eu percebia que você estava sendo sincera. Não era um simples riso.


 


Era a evidência de que algo te deixou verdadeiramente feliz.


 


Você sempre sorria pra ele. E eu só podia perceber de longe. Não que eu ache que o estúpido do Weasley diga algo que realmente desperte graça. Você sorria com os olhos para ele. Provavelmente você o ama de modo tão voraz que não consegue conter seus sentimentos. Sorrisos, olhares, toques. Ora, você o toca com delicadeza. Geralmente suas mãos puxam aqueles cabelos ruivos pela nuca. Às vezes segura os braços dele firmemente. Eu gostava de te observar. Não sei precisar exatamente a partir de quando. Mas sempre que podia te olhar eu olhava.


 


Infelizmente, na maioria das vezes, você estava nos braços dele.


 


Eu te odiava. Óbvio. Além de Grifinória era uma sangue ruim imunda. Depois te odiei ainda mais por ser tão inteligente, por ter tantos amigos, por ser respeitada, por – mesmo com esses cabelos esvoaçantes – ser bela. Não era a garota mais bonita da escola. Isso ficava entre mim e muitas outras da Corvinal. Você era uma Grifinoriazinha cheia de atitude e era isso que sobressaia mais do que qualquer outra coisa. Eu te invejava. Não queria ser você, veja bem.


 


Queria ser alguém como você para que tu pudesses prestar atenção em mim.


 


Eu te desejava. Ponto. Desejei pela primeira vez no Baile de Inverno no quarto ano. Foi ali que te vi como mulher. Foi ali que percebi que tinha mais características sonserinas em você do que gostaria de admitir. Ir ao baile com o Krum? Uau, você me surpreendeu, garota! Quis a noite toda te dizer que era sua fã por ser capaz de surpreender uma Hogwarts inteira. Surpreender primeiro por não ter ido com o Weasley; segundo pelo fato de ir com o melhor apanhador da temporada e campeão do Tribruxo; e em terceiro por ter conseguido ficar divinamente linda aquela noite. A partir dali eu passei a te ver com outros olhos. Passei a te querer.


 


Passei a invejar tudo e todos que estavam perto de você.


 


Nunca tomei uma atitude. Sabia que você não gostava de garotas. Além do que, eu era uma sonserina. A sonserina que você mais odiava. Portanto, nunca cheguei a me aproximar de fato.


 


Você habitava meus sonhos e delírios.


 


Provavelmente você não se lembra da vez em que eu segurei sua mão “por engano” na aula de Herbologia, quando na verdade eu “quis” pegar a tesoura de jardim. Você também não tem ciência do feitiço de levitação que lancei sobre você quando o retardado do Longbottom te derrubou com uma azaração as cegas na aula de Defesa Contra as Artes das Trevas. E quando você chorava e dizia coisas sem sentido sobre o Weasley e aquela vadia da Brown em um box do banheiro da Murta Que Geme... Bem, você não tinha idéia que eu estava ao lado desejando que percebesse que o babaca por quem você chorava era uma babaca.


 


Eu estava o tempo todo com você, mesmo que não me visse.


 


 


Sim, já pensei em poção do amor. Simples e indolor. Já cheguei a encomendar Amortentia daquele pobretão Weasley que sobrou. Jorge, acho. Por 3 galeões e 5 sicles você seria minha. Passei um tempo decidindo se valeria a pena te ver apaixonada por mim. Por fim, me dei conta de que eu não queria só o seu corpo. Eu queria que você me desejasse como eu te desejava.


 


E isso eu nunca teria.


 


Pensei em Felix Felices também. Era só roubar um pouco do gordo do Slugorn. Não ia ser difícil. Entretanto... tive medo. Medo de descobrir que minha sorte não me levasse até você. Imperius? Ta, isso soa idiota e é a coisa menos sonserina que já fiz. O objetivo era conseguir estar contigo e não importava os meios. Só que eu queria que você me olhasse com esse estúpido brilho nos olhos. Do mesmo modo como você olha pra ele. Foi então que me veio uma idéia absurda. Absurda e depravadamente louca. Era o único jeito de, uma vez que fosse, me sentir completa. Eu queria que você se entregasse a mim da mesma forma que se entregaria a ele.


 


Não era a quantidade de vezes que isso poderia ocorrer e sim a intensidade dela.


 


 


 


 


 


Puta que pariu, Granger! Essa porra de Poção Polissuco é foda de se fazer. Um mês! E onde eu vou conseguir ararambóia? Ok, ok. Vai valer a pena. Tudo o que preciso está no armário do velhote... e tenho que arrumar um jeito de sumir com o Weasley sem que ninguém perceba. É, vai dar um pouco de trabalho.


 


 


 


Conseguir o cabelo do seu namoradinho não foi nada fácil. Tive que azará-lo no vestiário da Grifinória depois do jogo contra a Lufa-Lufa. Estava quase tudo pronto. Poção, cabelo, plano pra matar o Weasley... Há, há... Calma, só um ‘sossega leão’ - que irônico. Uma boa dose de poção do sono pra derrubá-lo por uma noite. E eu ainda teria que planejar um encontro com você. Essa, com certeza, seria a parte mais difícil.


 


Eu caminhava a esmo pelo corredor do terceiro andar. Precisava oxigenar meu cérebro e resolver esses últimos detalhes. Ainda tinha o fato de ter que agir como aquele mongol. E foi com esses pensamentos que desviei minha atenção para alguns ruídos em uma sala de aula vazia. Já passava das 11 da noite e a perspectiva de dar detenções a alunos fora do salão comunal me animava. Fui chegando perto sorrateiramente e os ruídos se transformavam em vozes e gemidos. Ora veja, era você e aquele ruivo no maior amasso.


 


 


- Não, Ron. Agora não.


 


- Ahn...?


 


- Aqui não.


 


- Ah, ok. Ok. – ele disse meio decepcionado.


 


- Olha, sábado... me encontra na sala precisa.


 


- O que vamos fazer lá?


 


 


Porra, Weasley, você é mais tapado do que supõe nossa vã filosofia!


 


 


- Vamos ficar juntos. – Você respondeu corada.


 


 


 


 


Era de uma oportunidade dessas que eu precisava. Não sei se foi sorte ou o quê. Mas sábado não seria o Weasley traidor do sangue que teria Hermione nos braços. Bem, ao menos não o verdadeiro.


 


 


Contei os dias para que chegasse o fim de semana. Eu estava mais e mais apreensiva. Não só teria que agir como um homem, mas possuiria a inspiração de todos os meus sonhos em meus braços. Quando a noite caiu, tive que me manter próximo a vocês dois. Notei que você se levantou primeiro e deixou o salão principal. Provavelmente, detalhista como é, abriria a sala precisa e prepararia tudo para essa noite. Fato que duvido que seu namoradinho perceberia. Vinte minutos depois o Weasley deixou o salão e me dei conta de que era esse o momento de agir. Eu o segui até o banheiro masculino, ele estava se olhando no espelho com as mãos apoiadas na pia. Estava nervoso por algum motivo. Não tive tempo pra pensar em mais nada.


 


- Hey, isso é um banheiro de garot...


 


- Estupefaça! – O acertei bem no peito e ele caiu desmaiado.


 


 


Levitei-o até o último cubículo, o pus sentado no vaso sanitário e o fiz beber toda a poção do sono que mantinha em um frasco. Se tudo desse certo, ele só acordaria ao meio dia de domingo. Lancei um feitiço de memória para que ele esquecesse os últimos dez minutos e o tranquei com um colloportus antes de sair.


 


No cubículo ao lado tirei minhas vestes e tomei a poção polissuco. Ela ficou cor de beterraba com os cabelos dele e em poucos minutos eu comecei a crescer. Meu cabelo diminuiu, músculos se pronunciaram e... UOU, Weasley, nada mau!


 


Transfigurei minhas roupas para que elas entrassem nesse corpo completamente enorme. A gravata também deveria ficar vermelha. Nunca reconheci, até agora, o trabalho que faz a professora McGonagall em Transfiguração. Alguns minutos depois deixei o banheiro. Já passava das 10 e você provavelmente estaria apreensiva.


 


Quando cheguei ao corredor do sétimo andar, vi que em um dos trasgos, na estátua do Barnabás, o Amalucado, tinha um pequeno pergaminho. Provavelmente era o tal lugar que eu deveria imaginar pra ter acesso à sala precisa:


 


Pense em chalé na praia.


 


Ok, chalé na praia. Você é bem romântica, né? Não me surpreendeu. Agradeci mentalmente por não ser algo do tipo: pense no lugar onde fizemos amor pela primeira vez. Eu estaria bem fodida. Enfim, fui até a extremidade da parede onde deveria ficar a sala e andei três vezes de uma ponta a outra até uma porta se materializar para mim.


 


Há sempre um momento, um pequeno instante, antes que façamos uma grande merda, em que podemos decidir voltar atrás ou ir adiante. Uma pequena e infinitesimal e torturante situação em que temos a liberdade de decidir. E esse momento era agora. Era aqui que eu deveria decidir acabar com essa história ou continuar nela. Não haveria como voltar atrás depois que eu abrisse essa maldita porta...


 


Foda-se. Eu vim aqui pra isso. Por anos sonhei com esse instante. Foda-se. Se der merda terá valido a pena. Abri a porta de uma vez e dei de cara com uma casa feita de madeira e pedra. Pela janela ao fundo entrava uma brisa marítima. Era uma sala não muito grande, tinha uma lareira acesa, um sofá pastel em frente e uma mulher linda tomando vinho em cima dele.


 


- Você demorou. – Você disse se levantando e me recebendo com um imenso sorriso. Um sorriso daqueles verdadeiros que você só lançava pra ele.


 


- Eu... –


 


- Shh. – me calou com seu dedo indicador e aproximou os lábios dos meus.


 


Eu podia sentir tudo explodindo no meu peito. Eu queria te abraçar, te beijar e fazer tantas coisas ao mesmo tempo que mal pude decidir o que começar a fazer. Você me beijou. Seu toque era tão macio. Seus lábios quentes me envolviam e o gosto de vinho deixava tudo ainda mais instigante. Você enlaçou meu pescoço como sempre fazia com ele e puxou de leve meus cabelos agora ruivos. Nossa, você o desejava mesmo. Não sei se eu te beijava do jeito certo. Tentava dar tudo de mim pra tentar beijar como o Weasley, te envolvia em meus braços como se você pudesse fugir. Em seguida me lembrei que você jamais fugiria dele.


 


 


- Quer beber um pouco? – Você ofereceu.


 


- Cla-claro.


 


 


Recebi uma taça de vinho tinto. Era doce. Ao contrário do que eu estava acostumada e gostava de beber. Eu preferia os secos. Você pegou a varinha e maneou-a fazendo com que um velho rádio tocasse uma música lenta. Não faço idéia se aquela música fazia algum sentido para vocês como um casal, mas gostei de qualquer forma. Você veio até mim e colados começamos a nos embalar no ritmo daquela melodia.


 


 


There's still a little bit of your taste in my mouth


Ainda há um pouco de seu gosto em minha boca 


There's still a little bit of you laced with my doubt


Ainda há um pouco de você amarrada a minha dúvida


It's still a little hard to say what's going on


Ainda é um pouco difícil de dizer o que está acontecendo²


 


 


Eu a beijei. Beijei mesmo. Com desejo. A segurei forte, apertei sua cintura, seus ombros, fui até seus cabelos e puxei levemente. Tu deixaste teu pescoço a mostra e eu não pude resistir a não beijá-lo. Explorei bem ali, pois percebi que você gostava e soltava pequenos gemidos contidos. Eu comecei a sentir um volume incomum em minhas calças. Sim, eu tava excitada. Você deve ter percebido isso também pelo sorriso tímido que me lançou. As carícias logo foram transformadas em gestos ousados e ali, naquele tapete branco, nos deitamos. Eu por cima a beijava e deixava cada parte de nossos corpos em contato. Você tirou minha gravata e minha capa. Eu apertava suas coxas enquanto beijava seu pescoço e já descia para o colo.


 


 


- Vamos lá para dentro. – me pediu com a voz falhando.


 


 


Eu me levantei e peguei a garrafa do vinho enquanto você se erguia também. Bebi alguma quantidade de uma vez e isso me deixou meio tonta. O vinho iria ajudar. Eu sorri antes de pegá-la nos braços e levá-la no colo até o quarto. Ser homem tem suas vantagens e eu sempre imaginei essa cena. Você deu uma gostosa risada quando o fiz.


 


Deitei-te na cama e terminei de me livrar da blusa branca. O Weasley tem um belo corpo se quer saber. Voltei a beijá-la e a desabotoar calmamente sua camisa. Você deixou a mostra belos seios por trás de um soutien de renda preto que logo em seguida foi lançado para fora da cama de dossel. Eu a beijava com calma mesmo que algo pulsasse dolorosamente em meu baixo ventre. Agora consigo entender porque homens pensam logo em sexo e em penetração. Mas eu tinha que fazer essa noite durar mais. Beijei-lhe primeiro o seio esquerdo e em resposta você arqueou o corpo. Eu sabia que chupar não faria muito efeito, oras, eu sou mulher. Então comecei a brincar com minha língua em seu mamilo. Em movimentos rápidos vi você fechar os olhos e gemer mais forte. Estava ficando tão excitada quanto eu. Parei de lhe beijar por um segundo e olhei em seus olhos. Aquele estranho brilho estava lá me dando permissão pra continuar.


 


Eu tirei sua saia deixando-a agora só de calcinha. Era preta. Aquilo era tentador. Seu corpo era alvo e tinha algumas sardas no colo. Você veio até meu cinto e o abriu. Em seguida desabotoou minha calça e desceu meu zíper esbarrando de leve em meu... Como deveria chamá-lo? Aquilo me levou a loucura. Tirei minha calça e minhas meias. A cueca estava parecendo apertada agora.


 


Novamente por cima, beijei-lhe os lábios. Enquanto você tentava tirar sem sucesso a minha última peça de roupa. Após me livrar finalmente desta e você da sua, pude ver que você delirou quando nossos sexos apenas se tocaram. Lançou-me um olhar apreensivo.


 


- Ron,


 


- Hm? – Eu disse em meio aos beijos.


 


- ... é minha primeira vez.


 


- Hã?


 


 


Caralho. Puta que o pariu. Fodeu!


 


 


- É minha primeira vez, Ron.


 


- Mas e o Wea... e o Krum?


 


- Não aconteceu.


 


 


Eu fiquei assustada. Lógico. Se isso assusta um cara, imagina a mim? Eu tiraria a virgindade de Hermione Granger? Nossa. Isso não estava em meus planos. Mas não havia mesmo como voltar atrás. Weasley, você é um completo frouxo!


 


 


- Isso é um problema pra você? – Você perguntou.


 


- Não, Mione. Claro que não. – sorri. - Sabe, também é a minha primeira vez.


 


 


Você me encarou com espanto. É claro que eu não fazia a menor idéia se isso era verdade ou não. Mas era do Weasley de quem estávamos falando, então... Mil galeões como ele era tão virgem quanto a Murta Que Geme.


 


Voltei a beijá-la. Esse papo de virgindade era demais pra minha cabeça. Concentrei-me em seus lábios. Desci por seu pescoço, colo, seios, me demorei por algum tempo em sua barriga, virilha e, finalmente, em seu sexo. Uau, você estava muito molhada. Ao menos isso eu saberia fazer. Comecei a beijá-la e seguir o ritmo de seus gemidos. Quem te via em uma sala de aula e ali, completamente entregue, dificilmente acreditaria que era a mesma pessoa. Você me apertava, gemia e arqueava o corpo de uma forma que me deixava louca. Por Merlin, Parecia que eu ia gozar só em vê-la sentir prazer! Após alguns minutos ali em baixo você me puxou de volta e me beijou vorazmente. Pôs-se em cima de mim e pegou de não sei onde uma camisinha. Eu a tomei de suas mãos e pus... bem, lá. Nem havia me lembrado disso. Já pensou Hermione grávida de mim? Seria tão estranho. Inverti as posições e te encarei. Tentei te passar tudo o que aquilo estava significando pra mim só com meu olhar. Não sei se você foi capaz de entender. Devagar a penetrei e pude vê-la fechando os olhos. Provavelmente devia estar machucando um pouco, mas aquilo era insano. Investia calmamente até que você se acostumasse.


 


- Você ta bem? – perguntei por entre suspiros realmente preocupada. Você fez que sim com a cabeça.


 


Passado alguns minutos nessa torturante brincadeira, percebi que você estava curtindo aquilo, foi quando aumentei a velocidade. Tu gemias em meu ouvido, me arranhava as costas, apertava meus braços. Eu procurava sempre te beijar. Você mordia meus lábios.  Pelo visto eu estava indo bem.


 


O fato de estarmos em um ritmo mais acelerado contribuiu diretamente para que eu quase perdesse o controle. Eu tinha que me segurar. Tinha que vê-la sentir o prazer maior junto comigo. E quando percebi que você é quem estava desesperadamente descontrolada foi que fechei meus olhos e me entreguei de corpo e alma naquela dança de corpos. Você prendeu suas pernas nas minhas para aumentar o contato e juntas chegamos onde, desde o começo, sabíamos querer chegar. Juntas. Talvez alguns segundos de diferença para mais ou para menos. Mas, nós duas, ou melhor, nós dois, ao mesmo tempo, respiramos aceleradamente. Você beijou meus lábios antes de deitar em meu peito e eu a abracei afagando-lhe os cabelos. Estávamos cansados, suados e com um estranho sorriso nos lábios.


 


- Ron...


 


- Mione...?


 


- Eu te amo. – Você me sussurrou antes de adormecer.


 


 


Eu fiquei ali. Olhando cada detalhe de seu corpo, ouvindo sua respiração e revivendo todos os segundos daquela noite. Sei que você passou a noite com o Weasley. Que se entregou pra ele. Sei que não foi a mim quem desejou. Sei que aquele ‘eu te amo’ jamais seria direcionado a quem eu sou de fato. Sei também que nunca mais a teria novamente como tive naqueles momentos.


 


 


 


Eu só sabia de uma coisa dali em diante: eu não mais invejava o Weasley.


 


 


 


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¹ Encostar na tua, Ana Carolina


² Cannonball, Damien Rice.


 




 

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