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39. Epílogo


Fic: I Need You -Pos Hog


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O céu estava limpo. O sol irradiava sua luz tornando o dia perfeito.


 


       A casa como sempre estava cheia, caras novas, caras velhas e caras ausentes. O movimento era intenso, mas as vozes eram caladas. Os corações suspiravam, os olhos sorriam e choravam, mais uma vez.


 


       Rose, uma linda mulher, estava sentada na cama, onde anos atrás fora de seu pai, Ronald Weasley.


       Rose observava cada canto do quarto, parando sempre, por um tempo maior, nas fotografias que marcavam cada momento dos pais. Suas mãos alisaram a antiga colcha e a apertou em suas mãos como se dali fosse absorver os anos passados de sua vida. Ergueu o olhar novamente e se deparou com seu próprio rosto e o do irmão. Estavam em um cartaz, ambos em cima de  suas respectivas vassouras e vibrando. Fora a primeira vitória, depois de um longo período apagado dos Chudley Cannons. Sorriu ao lembrar da alegria de seu pai, gritando e comemorando em meio aos jogadores. Era sua paixão, assim como para Rose e Hugo. Lembrou que Ronald Weasley não perdia um só jogo, feliz com a volta brilhante do time favorito e ainda mais feliz por seus filhos fazerem parte disso.  Sua mãe, Hermione Weasley, ria do marido e dizia aos risos: “Você não mudou nada!” . E ele em resposta dizia orgulhoso: “Eu sempre dizia que os Chudley iriam voltar a tona, Mione. E eu estou aqui vendo com os meu próprios olhos. Eles só estavam esperando Rose e Hugo!”


       Hermione quando ia aos jogos, estava sempre preocupada e tensa. E quando o jogo terminva, abraçava os filhos com tanta força que os deixava sem ar. “Mães!”, dizia Hugo após o sufocante aperto.


 


       Rose riu com as lembranças, mas o sorriso deu lugar às lágrimas e aos soluços. Seu coração estava em um grande dilema. Era um misto de sensações. Mas não havia nada que pudesse fazer. As lembranças boas rodavam em sua mente como flashs, o que fazia seu coração se aliviar pouco a pouco.


 


        Ouviu a porta se abrir e encontrou a face que anciava em ver. Correu até o homem formado que entrava. Correu até Hugo, um lindo homem, cabelos castanhos, que batiam um pouco acima dos ombros e revoltos. Corpo atlético e personalidade parecida com o do pai. Mas os traços da irmã estavam nele, como os dele nela, denunciando o parentesco entre os irmãos.  


 


       Hugo apertou a irmã em seu peito. Sentia seus próprios olhos derramarem lágrimas e o coração bater descompassado.


 


-Shiii... –falava com a voz baixa alisando os cabelos da irmã. –Está tudo bem, Rose. Tudo ficará bem. –falava com a voz embargada, e Rose em resposta, confirmava com um aceno, com a face ainda escondida no peito do irmão, impossibilitada de falar.


 


      Hugo estava um tanto hipinotizado. Aquele quarto lhe trazia tantas lembraças! Mas tudo a partir daquele momento lhe traria lembraças. O nó na garganta aumentava, tentando conter o que temia ser solto. Tentava se controlar ao máximo.


 


       Rose, parecendo adivinhar o estado do irmão, olhou-o com a face vermelha e inchada.


 


-Solta, Hugo. –falou entre as lágrimas. –Solta isso que está dentro de você. Você não precisa ser sempre um jogador. –Hugo olhava para a irmã sem dizer uma palavra. Como se conheciam! Instantaneamente seu choro explodiu, agarrou-se mais à irmã e deitou-se puxando-a para seu peito. Para Hugo foi como se uma tampa fosse tirada e assim pudesse liberar tudo de uma só vez.


 


       O choro demorou a cessar. E mesmo quando se entregaram ao silêncio abosoluto, continuaram abraçados e olhavam fixamente para o teto. Ficaram um longo tempo dessa maneira. Cada um envolvido em seus pensamentos. Até que Hugo teve necessidade de o quebrar.


 


-Apesar de tudo, no fundo estou feliz. Foi da maneira que desejavam. –sua voz era rouca, porém mais viva.


 


       Rose sentou-se e sorriu.


 


-Eu também me sinto assim.


 


       Hugo sorriu e deu um salto da cama. Saiu andando pelo pequeno quarto, sendo observado pela irmã. Tantas lembranças faziam as lágrimas retornarem aos seus olhos. Tentava afugenta-las, mas eram muitas e não tinha controle. Encostou-se no parapeito da janela e viu sua filha e afilhado correndo pelo jardim e logo pararam de encontro a casa, o que o possibilitava ouvi-los.


 


-Rony, isso não está certo. –Hermione falava com a voz abafada.


 


-Porque não, Mione?


 


-Nós somos primos! –exclamou chorosa. –E hoje não é dia para isso. –deixou seu corpo escorregar pela parede. A dor pesava. Rony beijou sua testa e entrelaçou suas mãos.


 


-Não quero falar sobre nada agora, Mione. Só quero estar com você.–falou alisando-lhe a face. – E saiba que sempre estarei com você. E se for nosso destino, ficaremos juntos.- Hermione ficou a adimira-lo e então o abraçou. Abraçou forte. Precisava de Rony, precisava de sua presença ali naquele momento.


 


-Não me deixa. Fica aqui comigo. –pedia aos prantos.


 


-Não vou deixar. –falava deixando as lágrimas rolarem.


 


       Hugo olhou para a irmã que agora estava ao seu lado. Estava confuso.


 


-Você sabia disso? –perguntou com a voz fraca.


 


-Desconfiava. –confessou.


 


-Estou surpreso.. Nunca pensei...-parou para refletir. -O que vamos fazer?


 


- É uma situação difícil. Temos que conversar com eles primeiro. Mamãe sempre soube, e eu era cética, não acreditava. Ela dizia que se fosse para dar certo ou não, eles descobririam sozinhos. E sinceramente, é o que eu penso também.


 


-Eles são primos. –falou atordoado.


 


-Eu sei. E pode não ser fácil, mas como prever o amor, mesmo que passageiro? –ambos ficaram em silêncio, refletindo. -Parece que não foi uma boa escolha os nomes. –Rose brincou e instantaneamente cairam na risada. Aos poucos as respirações iam se acalmando e a risada cessando. Hugo suspirou.


 


-Você está certa. –sorriu para a irmã. – Depois conversamos com eles. –Rose assentiu.-Você tem os olhos dela. –falou sério.


 


-E você os dele. –alisou o rosto do irmão e foi nesse momento que lembrou de algo. –Hugo?


 


-Sim...


 


-Lembra uma vez que estavamos aqui na Toca, o dia que comecei a namorar o Chris?


 


-Eu devia ter uns doze anos... –Hugo procurou em sua mente as lembranças. –Lembro de algumas coisas sim. Porque?


 


-Naquele dia, mamãe e papai me contaram algo que você ainda não sabe. Você era novo, e eles deixaram para que eu contasse. Mas ao longo dos anos acabei me esquecendo.


 


-O que é? –Rose sentou com irmão e contou toda a história, todos os detalhes que tinha conhecimento de quando ela, Rose, viera ao mundo pela primeira vez. A reação do irmão foi de pura surpresa e pesar.


 


-Desculpe não ter contado antes. Eu fiquei em choque por um tempo, e depois, foi como eu disse, me esqueci.


 


-Não se preocupe com isso. –abraçou-a. –Essa história é impressionante. –falou pensativo. –Imagino como deve ter sido... perder um filho... –Deixou o resto da fala no ar. Olhou para o relógio e pareceu despertar. -Está na hora. –Rose concordou. –Você está bem?


 


-Estou. Não se preocupe. E você?


 


-Também.


 


      Respiravam juntos. Tentavam adiar aquele momento, mas era impossível. Levantaram-se sem dizer uma palavra e deram uma última olhada no quarto para em seguida deixa-lo.


 


       Na sala encontraram o casal Potter e seus filhos. Ambos abraçaram os primos e em seguida os tios.


 


-Como vocês estão? –perguntou Gina à afilhada e ao sobrinho.


 


-Bem. –respondeu Hugo.


 


       Harry estava sentado no sofá, pensativo. Rose se agachou e sorriu para o tio.


 


-Como é parecida com seu pai! –falou Harry sorrindo. –Mas...


 


-Os olhos da minha mãe! –revirou os olhos. –Como pode falar uma coisa dessas!?!? –brincou com padrinho.


 


-Esqueceu do complemento, tio Harry:  “E Hugo os olhos do pai!” –brincou e sorriu para o tio. –Tem certeza de que quer fazer isso? –perguntou sério.


 


-Absoluta. Não se preocupem comigo. E o minímo que posso fazer. –falou com a voz embargada.


 


      Rose beijou a testa do padrinho e se levantou. Caminhou até Chris que entrava na sala acompanhado de Kassy, sua cunhada.


 


       Hugo sorriu para a esposa, e ambos os caisais sairam para os jardins seguidos de James, Alvo e Lily.


 


       Gina caminhou até Harry e sentou-se ao seu lado, ficando em silêncio por um tempo.


 


-Está pronto? –perguntou Gina. Seus lábios tremiam e as lágrimas desceram juntando-se ao sorriso formado em seus lábios. Alisou o rosto do marido. Harry poderia não ser mais aquela cara jovem de antes. A pele enrugada marcava o tempo que passara, mas os olhos... Ah! Aqueles olhos nunca mudariam. Demonstravam a mesma força e vida de antes. Harry sorriu em resposta.


 


-Estou pronto. –falou erguendo-se e seguiu com Gina para os jardins.


 


       Quando Harry e Gina apareceram no jardim, todos se viraram para olha-los. Adultos, crianças, adolescentes, idosos.


 


       Harry observou o espaço com todos aqueles rostos conhecidos. E todos, assim como ele, partilhavam o mesmo branco nas roupas.


 


       O silêncio era interrompido apenas por pássaros que hora ou outra esvoaçavam pelo céu. Harry seguia-os com o olhar, e quando os perdia de vista, observava o céu. Lindo, era a palavra que definia aquele azul.


 


       Desceu o olhar e viu Rose e Hugo um pouco mais a frente, separados do aglomerado de pessoas por duas mesas de pedra. Era para onde deveria seguir.


 


       A passos curtos, caminhou com Gina a pequena distância que o levava ao seu posto. E enquanto seus pés produziam aquele barulho tão comum em atrito com a grama, Harry pensava que aquele momento nunca passara por sua mente. Pensava e questionava se realmente deveria estar ali e no que dizer. Mas por mais que essas dúvidas passassem por sua cabeça, ele sabia que aquele era o lugar que deveria ocupar. Mas não como obrigação e sim por desejo, por amor. As palavras viriam sem que precisasse de algo escrito com antecedencia que seria lido e extremante automático. Eles mereciam muito além disso. Mereciam suas palavras, sua amizade.


 


       Harry chegou ao lado dos sobrinhos evitando olhar, o que concerteza, o faria acordar e ver que realmente aquilo tudo estava acontecendo. Evitava olhar para a imagem que o traria de volta a realidade.


 


       Harry suspirou e ergueu o olhar para todos a sua frente, todos a espera de suas palavras.


 


-Tio...-Hugo ainda tentou, mas foi interrompido pelo sorrido de Harry o confortando de que estava tudo bem.


 


        Harry não alongou mais e começou com seus dizeres.


 


 -Hoje é um dia triste... e não poderia ser diferente. Não mesmo. –falou o último num sussurro mais para si mesmo. -Mas posso dizer com absoluta certeza, digo por mim e por mais alguns... –olhou diretamente para alguns membros da família. -...que não há raiva, não há desespero e não há aquela pergunta que sempre fazemos quando alguém nos deixa: Porque? –lembrou de todos que passaram por sua vida e insistentemente fazia a mesma pergunta.


 


- Hoje, não é dia de luto... –sua voz começou a tremer.-... e por isso, representamos com nossas vestes brancas... –falou olhando para o jardim inundado pelo branco. -...o ponto principal desse dia... a paz. –parou e suspirou. –A paz e eternidade de Rony e Hermione. –a voz de Harry saira como uma linha fina prestes a arrebentar e as pernas fraquejaram ao dizer o nome dos amigos. E no exato momento que dissera seus nomes, olhou para as duas mesas de pedra. Ali estavam Rony e Hermione deitados, um do lado do outro vestidos igualmente de branco. Harry não conseguiu controlar a emoção à primeira imagem dos corpos dos amigo. Precisou de alguns minutos sendo amparado por Hugo que se encarregou de trazer uma cadeira onde o tio sentou-se, por alguns minutos, tapando a face com uma das mãos e se entregando ao desabafo consigo mesmo.


 


-Papai. –Lílian falou preocupada igualmente com lágrimas marcando a face. Harry apenas levantou a mão desocupada, como se dissesse que estava tudo bem, que apenas precisava de um tempo.


 


Harry observou os dois corpos ali, pálidos, mas as feições eram tranquilas, e os lábios pareciam formar um leve sorriso. Pareciam dormir e sonhar com coisas alegres. Fora uma morte tranquila, pensou. Tocou-os de leve sentindo a pele fria e morta. Sim, morta. Mas para Harry eles estavam mais que vivos. Vivos na memória, no coração, nas lembranças. Suspirou mais um vez e se recompos. Ficou de pé novamente, sem se preocupar com os olhos aflitos ao seu lado, e voltou a falar.


 


-Sempre pensei que eu estaria no lugar deles, tendo o privilégio de ouvi-los falar com seus modos peculiares, sobre mim. –sorriu. –Mas não... eles foram primeiro e aqui estou eu, com muito orgulho e amor falando de duas pessoas que me mostraram o que é amizade, o que é o amor... que me deram uma família de verdade. –Todos os presentes ao enterro de Rony e Hermione ouviam Harry com extrema atenção e choravam copiosamente. Familiares, amigos, partilhavam a saudade e se emocionavam com as palavras do amigo.


 


-Partilhamos tantos momentos juntos... dor, brincadeiras, amores... –sorriu mais uma vez. –E por mais que as coisas acontecessem, ficamos juntos até o fim. Esse casal que vocês veem aqui, podem representar para muitos apenas “os amigos de  Harry Potter que derrotaram Voldemort”, mas eles são além, muito além disso. São pessoas com sentimentos. E desses sentimentos nasceu um casal, nasceu um amor que nem todos tem o privilégio de partilhar. Um casal que enfrentou de tudo e que foram corajosos ao resistir à todas as situações negativas que a vida lhes impôs. Os meus amigos, meus irmãos, antes adolescentes com incertezas da vida, se tornaram um casal. Um casal feliz, com filhos, netos...-olhou para Rose e Hugo. -... tudo o que antes era um sonho. E como se diz na hora dos votos do casamento, “até que a morte nos separe”, digo a vocês e principalmente para a alegria deles, que esses votos não se concretizaram, pois nem a morte os separou. Morreram juntos, como desejavam, pois a vida de um sem o outro não era suportável . Morreram com alma de heróis, alma de vitímas, alma de eternos jovens. Passaram por tudo o que tinham que passar, mas no final a alma de ambos está em paz. E é por isso que a alegria substituiu o desespero,  a dor. Viveram tudo o que tiveram que viver, realizaram seus sonhos e agora descansam deixando sua marca, deixando sua história. Eles foram e são Rony e Hermione... Eternos Rony e Hermione.


 


       Harry terminou com um sorriso nos lábios se misturando ás lágrimas. Não choraria mais. Estava feliz. Sentia o coração leve e um onda de emoção reconfortante o invadir. Olhou para o céu e petálas de rosas brancas começaram a cair, fazendo uma linda chuva sobre todos eles.  Olhou para Gina, os filhos, sobrinho e afilhada, todos com um sorriso misturado às lágrimas, e ele sabia que todos partilhavam da mesma sensação de leveza e felicidade.


 


       Uma brisa fraca bateu em suas costas e Harry se virou. Seus olhos não viam, mas duas pessoas sorriam felizes. As feições jovens e o corpo irradiando uma luz, como se fossem anjos, estavam em paz, tranquilos e agradecidos pelo amor e momentos vividos em todos aqueles anos. As mãos unidas demonstrava a união forte, e lágrimas a emoção e o amor aos entes queridos.


 


       Harry ficou olhando para o vazio. E de repente sorriu. Não podia vê-los, mas sentia a presença dos amigos.


 


-Vão em paz. Eu amo vocês e sempre amarei...Meus irmãos. –Harry falou baixinho com um sorriso no rosto. Sentiu um arrepio e ficou um instante parado até virar-se novamente para a esposa e admirar a chuva de rosas.


 


       Rony e Hermione beijaram a testa de Harry e se afastaram. Deram as mãos e caminharam juntos, sabendo que tudo ficaria bem, certos do amor que nem o céu pode separar.


 


 


N/A: O céu nesse sentido representa a morte que não pode separá-los.


                      

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