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14. Um dia comum.


Fic: Harry Potter e o filho do herdeiro.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Foi marcada para o dia 25 de dezembro !  - Informou Hermione,  relendo  mais uma vez a  carta que recebera,  do  conselho internacional de segurança e magia.
-  Mas  isso  e dia  natal ! – Exclamou  Rony exaurido.
- Exatamente – Concordou  Hermione,  virando-se na cadeira para encarar Magnus.
- Onde vai  ser ?  -  Perguntou o ministro, que girava a varinha lentamente na mesa, sem encarar Rony  ou Hermione.
- Não  revelam o local, Duque Calazans colocara  o  mesmo sobre o  feitiço do fidelius, e as cartas  indicando o local, serão  entregue por bruxos ,  do próprio departamento americano.
-  Inteligentes,  mas  totalmente tolos !Colocaram o pretexto do  dia  25, na suposta intenção  de  que os mentores desses ataques, respeite pelo menos esse dia ?  – Indagou  Magnus, se levantando, indo  ate  o imenso mapa, que  havia  na parede  do escritório. – Onde está  potter ? -  Indagou ,  após alguns segundos olhando o mapa.
- Cuidado do funeral  de  ginevra ! -  Falou Hermione com  um peso  na voz.
- E  Molly,  Ronald como  vai ? – Indagou o ministro ainda de  costas. Rony respirou fundo e comentou.
- Desesperada, não acredita  no  que aconteceu, Carlinhos e  Guilherme  estão lá  em casa, mas  nada muda  a rotina  dela de ficar no  quarto de  giny,chorando em cima de  sua cama ... Nem os netos  parecem distrai - lá  ! -  Falou  Rony, por fim  baixando a cabeça.
-  Compreensível,Gina era  sua  única  filha mulher ,  uma excelente profissional, e um exemplo  de bruxa surpreendente ... ! -  Falou Magnus  , virando-se por  fim , olhando  Rony e  Hermione.
-  Hermione decrete  o recesso de  natal a partir das dezoito horas  de hoje  sim, com volta para o  dia , 26, de dezembro. -  Falou Magnus.
-  Ministro ? -  chamou  Hermione.
-  Estive conversando com uma amiga minha Thais valderneck  que e auror , nos estados unidos, e ela  me disse  que o  novo ministro de lá, Ian Malbeck, pretendo levar  um guarda especial, junto com  ele.
- Guarda ? – Magnus encarou Hermione  demoradamente. – Para  que ? Se defender ? – Debochou o  ministro. -  Será que  já  não esta bastante claro, para nós, servidores do  povo mágico, que uma varinha a mais ou  a menos, não deterá os filhos das trevas, uma vez se  eles quiserem  nos  matar ? – Falou o  ministro  por fim.
- Esse filhos das trevas , são piores que  os comensais ! – Começou Rony  - Ele  matam  sem  nem  pensar, destroem, e executam  tudo  em uma  perfeição, que  chega a ser suspeito -  terminou por fim,.  Hermione concordou com Rony , em um aceno  de cabeça e prosseguiu.
- Ele  não será o único, parece  que  haverá  um consenso geral, de levar uma  guarda particular, para  resguardar a vida  do ministro. -  Prosseguiu Hermione.
- Você  acha isso necessário  Hermione ? – Indagou Magnus,  olhando a mesma.
-  Precaução nunca e demais  ministro ! – Afirmou a  bruxa.
- Enfim, cuide da  minha guarda, se todos levam, eu também levarei...  Faço  questão de  você,  Hermione, Rony,e  a Potter de um descanso. Sei que  você vai escolher  os  melhores. -  Falou dando um sorriso por fim.
-  Será que teremos esse dia para nos  organizar. ?  - Indagou Rony, olhando o ministro – Sem ataques, ou gigantes ?
- Não  sei Ronald, e impossível saber onde será o próximo ataque, mas creio que hoje poderemos por  fim,  começar a  colocar as coisas  em ordem – Terminou  o ministro de falar.
Hermione concordou com outro sorriso, saiu da sala com Rony, pouco tempo depois, Magnus  voltou a sua escrivaninha,  pegou a varinha, e saiu  pelo ministério.O  restante da tarde se  passou. No final da tarde Magnus recebeu O  curandeiro  chefe do  santus  mungus,  que veio lhe agradecer pessoalmente, pela colaboração do ministério, para os  avanços medicinais , doando o  corpo do gigante.  Perto da seis da tarde, Magnus voltou a seu escritório, tudo estava  correto, lacrando a porta com  a varinha,  ele voltou a caminhar pelo corredor. Não  chegou a metade  do mesmo,  e  com um giro dos calcanhares, desaparatou.
- Isso e  um absurdo,  um monstro nina,  em  nosso jardim ? Mal posso  sair de casa agora ... Não acredito que ele fez isso... Como ele ...- Mark interrompeu a discussão com Sabrina na hora que ouviu  o estalido de  Magnus aparatando no hall de  entrada da mansão.
- Como você  pode fazer  isso pai ? COMo? – Exigiu Mark, correndo ate  o pai, encarando-o .-  Colocar um basilisco em nosso jardim, como animal de estimação ?  Qual será o  próximo, Dragão,quimera , dementadores ? – Esbravejou o  jovem.
Magnus encarou o filho demoradamente, e em silencio, foi ate  a sala, cumprimentar a esposa.
- Hey não me ignore,  eu tenho o direito de saber  o por  que de  tudo isso, ou  você vai me  negar essas respostas também ?  - Perguntou Mark, voltando correndo a sala ,  olhando  o pai que se sentava, com uma ironia distinta na  face. Magnus respirou fundo e fechou  os  olhos.
-  Ahh e tem  mais , nina estava me  contando q eu você  colocou  nossa  mansão sobre o fidelius ...   PARA QUE  TUDO ISSO ? ESTAMOS NOS  ESCONDENDO DE ALGUEM ?  -  Gritou Mark,  escandalizado, observando o pai de olhos  fechados.
Sabrina tinha um rosto aflito, e Ignus o elfo da  família, apertava as mãos com força uma na outra,  tamanho medo de toda aquela discussão.
-  VOCÊ VAI FICAR AI DEITADO! ME  IGNORANDO COMO SEMPRE, ME RESPONDE MAGNUS ,  ME RESPONDE  , SE NÃO...
- Se não o que Mark  strangel ? - Falou Magnus se levantando,  elevando os olhos azuis  para o filho , encarando-o com total  ferocidade que fez o mesmo recuar alguns passos. –Se não o  que moleque,  vai fugir, vai tentar a vida de aventureiro. Sempre  tive muito orgulho de você  Mark, mas você está agindo como  um completo ser, desprovido de cérebro,  ou da  capacidade de pensar. ! -  Alfinetou Magnus,  ainda encarando o filho.
Mark engoliu seco o  que o pai dissera, e respirando fundo, tentando se controlar, indagou com a voz baixa .
-  Então você vai me contar ?  ! – Perguntou  o menino , jogando-se em uma das poltronas da sala, sua  mão tremia levemente, e seu rosto  branco estava vermelho.
- Não tenho nada a responder,  já esta tudo respondido. !  - Falou  Magnus, tornando-se a sentar,  Sabrina sentando-se  ao  seu lado.
Mark encarou o  pai  perplexo.E  por fim disse.
- Onde estão  essas  respostas que só você enxerga, pai ?  -  Ironizou  o jovem bruxo.
-  Você anda  lendo o profeta  diário Mark ? – Perguntou Magnus, cruzando  as  pernas, voltando sua atenção para o  rapaz.
- Não  muito, só um pouco,  só o  que acho que é importante.  ! -  Falou  o rapaz, atingindo um tom vermelho  intenso na face.
- E se eu não estou enganado, o que é importante para você, e quando começa a temporada de quadribol,  alem  de novas tendências da moda bruxo certo ? – Indagou  Magnus, com um tom de deboche  , ecoando pela sala.
Ele  viu o filho ficar mais vermelho,do que era possível imaginar, e usufruindo aquela  cena por alguns minutos,  disse.
- Se você lesse  o profeta  diário, saberia que falta muito pouco,muito pouco  mesmo    para ser declarada a terceira guerra  bruxa  - Ele  parou, enquanto Sabrina , mexia-se desconfortavelmente ao seu  lado. – Alem de, termos  totalizados ate  hoje ,  nove ministros de  magia,  mortos, espalhados pelo  mundo, e sem  contar nos ataques ao mundo  trouxa, e é claro, da destruição de dois  vilarejos totalmente  bruxos,. -  Terminou  por fim.
Mark  parecia que havia  sido esbofeteado,seu queixo  cairá tamanha sua  surpresa  com tantas  noticias, encarava  o pai sem  conseguir,  nem ao menos piscar.
- Ai você  vem , aborrece Sabrina, grita comigo,exigindo saber por que tem um basilisco em nosso jardim, alem de nossa  casa está protegida  pelo feitiço  de proteção mais poderoso de  todos  os tempos...   Não seria  pelo simples fato de  eu ser  ministro da magia, ou seria ?  - Ironizou Magnus, fechando  novamente os olhos.
- Eu...  eu não  sei  o que falar pai , e  que tudo ..
- E que nada garoto ! – Falou Magnus , recostando a cabeça  no sofá. – Você deve admitir que lhe  faltou Bon senso.
Falou o  bruxo por fim se levantando.
- Onde está Malfoy ? – Perguntou olhando Sabrina.Evitando  assim,  um Mark extremamente envergonhado.
-  Foi em casa pegar algumas coisas, seus  pais permitiram de ele  passar o natal  com a gente, alis iremos passar com papai Magnus.- Informou  Sabrina.
-  Não  sei se poderei ir,  tenho uma reunião do  conselho internacional de segurança e magia, no dia 25, e  o  melhor , e  que não sei, onde  vai ser. ! – Falou Magnus, indo ate a janela, observando  o  belo  jardim.
-  Dia 25, que absurdo Magnus, e natal  ,uma época de  estar  com a família, de estar em ..
-Sabrina  você deve  entender que  os  lideres mundiais, não tem  um  pouco de sossego  com tudo que está  acontecendo! Eles precisam  se unir para tentar a controlar a situação e  você ...
-  E eu tenho que entender não e Magnus! – falou  ela interrompendo o marido, usando um tom  irritado, se  levantando ,  dirigindo-se a escada que dava ao segundo andar.
- Sim  minha querida, você tem que entender 1 – Falou o bruxo em um  sussurro  inaudível, enquanto seus olhos percorriam o jardim coberto pela neve  muito branca,  que servia como uma  perfeita camuflagem para a basilisca albina que rondava pelos terrenos da mansão.  

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