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4. Operação Caos


Fic: Breaking Away atualizada em 15.09.11


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Capítulo 4 Operação Caos


 


Harry se decidiu a começar o que ele chamou de “Operação Caos” ainda naquela noite. O jantar seria a hora perfeita para começar a assustar Guida Dursley. E que alvo melhor para começar a operação do que Estripador, o cachorro favorito dela?


 


Harry, infelizmente, não poderia fazer nada muito perceptível, se o resultado de uma das poções feitas por ele desse muita bandeira de ter sido feito por magia, ele com certeza se encrencaria com o ministério, afinal, trouxas não estão acostumados a ver alguem com a pele mudando de cor a cada cinco segundos. Mas isso não significava que ele não poderia fazer o que bem entendesse, desde que o resultado não saísse da casa.


 


Com essa ideia em mente, Harry pegou a primeira das poções que ele usaria, feita especialmente para trazer um pouquinho de anormalidade para a casa perfeitamente normal de Petúnia e Válter Dursley.


 


Toda a família estava reunida na cozinha, onde tia Petúnia servia a mesa para a janta.


 


-Já era hora de você aparecer, moleque. - disse Guida – você não é nenhum rei ou lorde para esperar que alguém leve a seu jantar no seu quarto.


 


-Eu não estava esperando por isso, tia Guida. Estava apenas terminando de arrumar algumas coisas lá em cima.


 


-Desculpas! Seu insolente! - continuou gritando Guida.


 


Enquanto os olhos de Válter, Petúnia e Duda passavam de Harry para Guida, como se estivessem assistindo uma partida de tênis, Harry se aproveitou da distração da maior parte da família para derramar a poção que estava em um vidrinho em sua mão esquerda, na comida de Estripador.


 


Harry se sentou à mesa, fingindo não ouvir os insultos que Guida jogava na direção dele. O moreno comia em silêncio, observando furtivamente o cachorro que era parte do pesadelo de ter Guida em casa.


 


No momento em que Harry tentou se levantar, para voltar para o andar de cima da casa, Estripador resolveu que era hora de se fazer presente, começando a latir e rosnar para Harry. Para o grande susto de todos os que estavam na cozinha, depois de alguns segundos latindo e rosnando, o imenso cachorro começou a miar, ronronar e se esfregar nas pernas de Harry, como um gato faria.


 


Guida desmaiou. Válter se levantou de um pulo, pronto para esganar Harry. Petúnia gritou de horror. E Duda, para o assombro de Harry, começou a rir descontroladamente.


 


Foi a risada de Duda que fez Válter se distrair por tempo o suficiente para que Harry corresse da cozinha, se trancando em no segundo quarto de Duda, e utilizar rapidamente a chave dos deuses para fugir dali, e da surra que Válter com certeza iria querer lhe dar.


 


Se jogando em sua cama, Harry começou a rir descontroladamente. Edwiges e Errol olhavam para ele indignados.


 


Depois de cerca de dez minutos de risada, Harry conseguiu se controlar e se levantou, voltando para o laboratório de poções. Uma ideia havia surgido em sua mente, uma ideia que impediria Válter de querer matá-lo a cada minuto.


 


Harry passou várias horas no laboratório, preparando poções. Várias delas precisaram ser feitas mais de uma vez, mas quando Harry se deitou em sua cama para dormir, tinha tudo o que precisaria no dia seguinte preparado.


 


A manhã seguinte encontrou Harry de pé logo cedo. O jeito mais fácil de seguir com o plano seria se Harry preparasse o café da manhã, e tio Válter e tia Petúnia provavelmente veriam isso como um pedido de desculpas.


 


Meia hora e três poções espalhadas depois, os quatro Dursleys entraram na cozinha. A mesa estava posta, o café da manhã servido com torradas, bacon, ovos, sucos, frutas e chá.


 


Válter olhou para tudo com desconfiança, mas Duda não se fez de rogado e logo estava se empanturrando, sem que nada de estranho acontecesse com ele, o que fez diminuir a desconfiança de Válter. Guida e Petúnia logo seguiram o exemplo deles e começaram a comer.


 


Lá pela metade da refeição, os castanhos cabelos de tia Petúnia começaram a clarear, se tornando ruivos. A principio um ruivo escuro, como o que Lily Potter um dia tivera, depois mais claro, até parar de mudar, quando atingira um tom de laranja digno do uniforme dos Chuddley Cannons, time de Quadribol preferido de Ron.


 


Ao mesmo tempo, Válter sentia seus bigodes crescerem desmesuradamente, uma barba também crescia no rosto dele, ficando cada vez mais longas, parando somente quando rivalizavam em comprimento com as de Albus Dumbledore.


 


Guida olhava aterrorizada o que acontecia com seu irmão e sua cunhada, enquanto Duda não via nada além de seu programa matinal preferido na televisão. Guida começou a gritar horrorizada, mas o grito dela foi cortado pela metade, se transformando em um bramido de elefante. Usando as mãos, Guida apalpou sua cabeça, ou o que deveria ser sua cabeça. Imensas orelhas foram sentidas, e uma imensa tromba havia crescido do que antes era o nariz dela. Duda finalmente percebera que algo estava errado, e ao olhar para os pais e a tia, saiu correndo da cozinha, gritando desesperadamente.


 


Cerca de quinze minutos depois, todos haviam voltado ao normal. E após alguns goles de brandy ou chá (devidamente temperados por Harry) Petúnia, Válter e Guida estavam tranquilamente sentados na sala de televisão. Ansiosos, como se alguma coisa estranha estivesse para acontecer, mas sem se lembrar exatamente porque esperavam por isso.


 


O que acontecia com elas era o efeito final das poções que Harry havia colocado na comida e bebida deles. O moreno tinha certeza de que o tio iria espancá-lo até quase a morte, se lembrasse de tudo o que tinha acontecido naquele café da manhã, por isso Harry tinha temperado o brandy da casa, bebida favorita de Válter e Guida, com uma poção leve de esquecimento. Eles não lembravam exatamente o que tinha acontecido, apenas sabiam que a qualquer momento algo de estranho poderia acontecer.


 


E foi assim por toda a semana. Harry mudou a cor de cabelo, olhos e pele dos três adultos da casa. Fez Estripador miar, piar e cantar, além de ter transformado ele em uma cadela por todo um dia. Até Duda recebeu algumas poções, fazendo-o dizer “por favor” a cada duas palavras (tia Petúnia chorou de se acabar depois de Duda pedir educadamente a Harry que saísse da frente dele), ou fazendo um rabo de porco aparecer e sumir de cinco em cinco minutos.


 


Logicamente, no fim de cada dia nenhum dos habitantes da casa se lembrava do que exatamente havia acontecido, lembravam-se apenas de que deveriam tomar cuidado com o que falavam, bebiam, comiam e até mesmo respiravam.


 


Harry ria de se acabar em sua cama. No dia seguinte Guida Dursley iria embora da rua dos Alfeneiros, e pela primeira vez, nem Harry nem os pais dele haviam sido insultados por ela.


 


O dia seguinte era ainda mais especial para Harry. Sirius já estava pelos arredores da rua dos Alfeneiros, se ele se lembrava corretamente, e rever o padrinho era a coisa que Harry mais queria, desde que as deusas tinham mandado ele de volta no tempo.


 


As coisas seguiam normalmente no ultimo dia de vista de Guida. Harry decidira fazer uma trégua, e por isso o café da manhã não tinha sido interrompido nenhuma vez. O almoço também foi tranquilo. E quanto mais tranquilo o dia seguia para Harry, mais irritada Guida parecia. O medo que perseguira a todos durante aquela semana não fazia mais sentido naquele dia, por isso ela estava em seu humor mais irritável, durante o jantar. Falando mal de tudo e de todos, como não pudera fazer durante a semana.


 


No fim do jantar, Válter apanhou uma garrafa de conhaque.


 


-Posso lhe oferecer essa tentação, Guida?


 


Apesar dela já ter passado da conta no vinho, durante o jantar, Guida aceitou uma grande porção da bebida, Duda comia a torta de sobremesa, e Harry tinha a ligeira sensação de que alguma coisa daria muito errada para ele no fim daquele dia.


 


-Aah – exclamou tia Guida, estalando os lábios e pousando o cálice de conhaque. - um senhor jantar, Petúnia. Normalmente só como alguma coisinha rápida à noite, com uma dúzia de cachorros para cuidar... - ela soltou um gostoso arrota e deu umas palmadinhas na grande barriga coberta de tweed – me desculpem. Mas gosto de ver um menino de tamanho saudável – continuou ela, dando uma piscadela para Duda – você vai ter tamanho de homem, Dudoca, como seu pai. Sim, senho, acho que vou querer mais um pouquinho de conhaque, Válter...


 


-Agora esse outro aí... - continuou ela indicando Harry com a cabeça – esse aí tem um jeito ruim, mirrado. A gente vê isso nos cachorros. Pedi ao coronel Fubster para afogar um no ano passado. Era um ratinho. Fraco. Subnutrido.


 


Harry teve um dejà vu. Tia Guida inchando e subindo pelo ar como um balão de gás hélio. Isso não poderia acontecer de novo. Não se ele queria ajudar Sirius sem que ninguém no mundo mágico suspeitasse de alguma coisa.


 


-A coisa toda está ligada ao sangue, como eu ia dizendo ainda outro dia. O sangue ruim acaba aflorando. Mas não estou dizendo nada contra a sua família, Petúnia, mas sua irmã não era flor que se cheirasse. Isso acontece nas melhores famílias. Depois, fugiu com aquele imprestável e aí está o resultado, bem diante dos olhos da gente.


 


Não vou fazer nada. Não vou fazer nada. Repetia Harry em sua mente. Tenho que ajudar Sirius, tenho que continuar aqui por mais alguns dias, pelo menos. Não posso fazer nada. Não posso ter o ministro atrás de mim.


 


-Esse Potter – continuou Guida, a voz ainda mais alta – você nunca me contou o que ele fazia.


 


Válter e Petúnia não sabiam o que dizer. Harry começara a murmurar não vou fazer nada como um mantra.


 


-Ele... não trabalhava – disse tio Válter afinal – desempregado.


 


-Era o que eu esperava – disse Guida.


 


Não faça nada. Pense em Sirius. Não fala nada. Continuou murmurando Harry.


 


-Um parasita preguiçoso, imprestável, sem eira nem beira que...


 


-CHEGA!! - gritou Harry – eu não admito que falem assim dos meus pais!


 


-Mais respeito moleque! - disse Guida.


 


Harry havia se levantado da cadeira, o ar em volta dele vibrava e estalava. Mas Guida continuava como sempre fora, nem um milimetro mais inflada.


 


-Eu vou começar a respeitar você quando você começar a me respeitar, e a respeitar a memória dos meus pais. Ele morreram pra me salvar, sua... sua bruxa velha.


 


E dizendo isso, Harry correu para o quarto, deixando para trás quatro Dursleys chocados.


 


-É por sua causa Sirius. Pra poder cuidar de você. É só por isso que eu continuo aqui.


 


E com isso em mente, Harry pôs a chave prateada na fechadura da porta, abrindo o portal que o levaria de volta para casa. Ele tinha um cachorro para salvar, de preferencia ainda naquela noite.


 


 


N/a, de novo: Então? Gostaram? Não? Sim? Talvez? Bom.. Sirius aparece no próximo!! e ele com certeza vai causar alguma confusão na rua dos Alfeneiros...


Até o proximo cap! E, se alguém quiser deixar um comentário vai fazer de mim uma autora feliz!! 

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