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13. Caos no mundo mágico.


Fic: Harry Potter e o filho do herdeiro.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Senhores, por favor ...  SENHORES !  - Gritou Magnus, tentando se sobrepor sobre o grande falatório que percorria, a sala d e reunião da suprema corte de bruxos.  Todos olhavam o  mesmo com uma face curiosa.
- Peço por gentileza, que se acalmem , ou caso contrario , terá sido inútil convocar essa reunião , precisamos aliar nossos pensamentos é  ..
- Aliar  nossos pensamentos ? – Indagou Markus se levantando. Magnus respirou fundo aborrecido, enquanto o velho ancião prosseguia.
- Um vilarejo bruxo milenar  foi destruído ontem a noite Magnus, uma inominável de nosso ministério teve  uma morte horrorosa,  e o que o ministério..
- Cuide bem de suas palavras Markus, uma  vez que lançadas não  terão retorno – Interrompeu o ministro do magia.  – Ontem , quando fomos ao vilarejo, estávamos em  uma reunião com um novo plano de proteção para os lugares  bruxos , mais povoados. Só que uma vez mais o destino nos pregou uma peça... – Falou o ministro encarando todos ali.
- Um absurdo ! – Uma lastima !  -  Resmungou markus.
-  talvez nosso querido amigo markus,  esteja pensando o que o ministério tal como seu ministro estavam  fazendo, quando  permitiram  , que  um vilarejo milenar, datado  de  lar de um dos maiores bruxos da  historia ,  fosse destruído ! ? – Magnus elevou os  olhos azuis para  markus e o encarou demoradamente. – Tem  acompanhado  o  jornal markus ? – Perguntou Magnus, após minutos de  silencio.
- O que ?  O que isso tem a ver ?-  Respondeu o ancião  , encarando o ministro, enquanto mexia-se desconfortavelmente.
- Tudo tem a ver meu caro, uma vez que se soubesse do que passa  no mundo afora,saberia , que eu, enquanto ministro da magia, tenho tantas  preocupações, que preciso  me manter atento  vinte  e quatro horas por  dia e noite, para ficar vivo.- Respondeu  Magnus azedamente.
-  Já  foram totalizados o assassinatos de nove ministro interinos de ministérios mágicos ! – Informou Magnus.
- Nove ? – Indagou minerva, com o  olhar preocupado,  observando o bruxo a  sua  frente.
-  Sim minerva, alem dos  ministros franceses e italianos, o corpo  do ministro brasileiro foi encontrado, a ministra búlgara foi assassinada,  alem  do  ministro  romeno,  russo, americano e espanhol;... – Um silencio absurdo pairou sobre todos  que absorviam as palavras do ministro.  -  As  cartas com essas  informações  estão  sobre minha mesa, chegaram hoje  de manha, alem  de Nurmegand  foi demolida ontem a noite, e o vilarejo de  Val Venosta , ao norte da Itália, também foi reduzido a  destroços.! – falou Magnus. – O que quero que todos  percebam, que o problema  que estamos passando , não e  somente conosco e sim com todo o mundo mágico.Ontem quando reuni o esquadrão de aurores,foi para  oficializar a  eles,  o  que eu já  tinha conversado  com Hermione Granger. -  Ele parou ,  olhou  Hermione e  prosseguiu.  – Quim de fato  estava certo, estamos vendo sim  , a ascensão de  um novo lorde das trevas, e dessa vez  com poderes muito maiores do  que  estamos  acostumado.Mal sabemos  quem ele  ou ela  é, e já enfrentamos  problemas que  só Voldemort nos causou no auge de seu poder .Vejam  o poder de distancia  que esse novo  lorde tem ... Calculem  a distância de um ataque  para o outro, e vejam a  tamanha perfeição  com que  acontecem... Sem denuncias, sem cadáveres. Sem nenhuma pista para qual possamos nos apegar. – Ele tornou a respirar fundo.- Em Val venosta, assim  como em godric hollow, somente um homem foi deixado vivo para contar o  que  acontecera, encontrado do mesmo jeito  que Ginevra estava. E  nesse vilarejo também, nenhum cadáver foi encontrado, alem do tal homem.  Ele  relatou  que um bruxo moreno,  bem aparentado,  apareceu lá, andou horas pelo vilarejo, e lançou os três feitiços anti-avisos, aparatação e transfiguração sobre  o  vilarejo, e logo outros  homens e mulheres de brancos, atacaram e mataram todos.
- Rony, me  contou que  Minha  filha falou ontem sobre algo  relacionado ao filho do herdeiro ? – Perguntou, Arthur weasley, Magnus elevou os olhos azuis para  o ultimo  ancião, seu rosto estava abatido, seus olhos  vermelhos e muito inchados, a figura  dotada de uma fragilidade nunca vista antes.
- Sim, ginevra falou que o  mundo  bruxo  estava prestes a enfrentar o filho do herdeiro,  e que  os filhos das  trevas iriam  reinar  sobre a  paz que lutamos tanto tempo para  conquistar! -  Afirmou Magnus
- Filho do herdeiro ? – Murmurou minerva. – No passado , somente  um bruxo usou tal  codinome..., o herdeiro de slytherin,... nome que usava  para atacar dentro da escola.! -  falou a  mulher.
- Exato minerva, exato! – Murmurou  Magnus,  parecendo excitado com a informação,  dada por minerva.
-  Você tem alguma teoria  Magnus ? – Indagou minerva  uma  vez mais.
- Sim ! – Respondeu  ele  praticamente,  seus olhos azuis  percorreram toda a sala e por  fim falou. – Creio  que tal menção ao filho  do herdeiro, se refere  ao um filho de  lorde Voldemort. – Murmúrios altos percorreram  o sala , Magnus prosseguiu  sem esperar silencio. – O enunciado aos  filhos das trevas, e somente um novo apelido aos comensais da morte... e ... o que  me  deixou  muito  curioso, e que em nenhum desses ataques , existem cadáveres.. Se de fatos esses homens e mulheres de branco, mataram todos,  onde esconderiam os  cadáveres e pra que ? Eu mesmo respondo, creio que esse novo  bruxo  das trevas , pretende criar um exercito de  inferi, assim  como  Voldemort  fizera logo no  começo  de  sua ascensão. – Finalizou  o ministro. 
Todos agora conversavam , uns com os medos preenchendo os olhos, outros calados, observando e analisando  todo  o acontecido.
- Creio minerva que  você deve reforçar a proteção de hogwarts, e  o ministério colocara em pratica , um novo plano  de proteção a comunidade bruxa. Não sabemos  com quem estamos lidando, e  precisamos prevenir todos  os locais – Falou  o ministro.
- Nunca  presenciei natal mais  cheio de sangue -  Falou Hermes, sentando  atrás de minerva, a cabeça virada a oposto  de Magnus,  os olhos cegos, encontrando  o nada.
- O Natal de fato se aproxima, daqui a três dias, espero que ate lá possamos descansar e reforçar nossa energia, permitindo também chorar a saudade  de nosso  mortos. – Magnus depositou o olhar em Harry, que  parecia ter envelhecido  da noite pro  dia . Profundas  olheiras haviam aparecidos, a barba estava crescendo, e  os cabelos  se  mais possíveis  ainda, bagunçados. Ele voltou sua  atenção para a corte a sua frente e  prosseguiu,.  – Sei que muito de vocês tinham parentes e  ente queridos em godric hollow, e perante essa corte reforço o meu compromisso de que  faremos de  tudo... -  Ele parou de  falar, na  hora que  um feitiço branco perolado  adentrou  a sala  de  reunião e assumiu a forma de um unicórnio.
- Ministro, precisamos de  ajuda.. A um gigante  na Londres trouxa, na praça do  big ben , muitos trouxas já morreram pisoteados ... Precisamos de ajuda,  ! – Magnus  ouviu a voz  de Teddy ecoar do patrono a sua frente. Milésimos de segundos se passaram quando todos pareceram e tender o  que  o patrono vinhera anunciar  .
- Hermione e Rony ! – Ele  olhou para o casal que estava atrás  do  mesmo. – Quando  chegarmos lá ,  quero ter a plena certeza, de que  nenhum trouxa, chegara perto da praça, ou  ouvira, ou verá alguma  coisa entenderam ? – Ele falou com uma voz calma, os olhos desfocados `` Um gigante na Londres trouxa ... `` - Hermione você sabe o que fazer .. Os demais me sigam ... e cuidado redobrado ! – Magnus firmou a varinha e ia girar  nos  calcanhares quando alguém berrou.
- Cuidado ministro ! - -  Magnus  olhou minerva, ele se encararam rapidamente e  o mesmo  disse .
- Pode ter certeza  que terei, e minerva cuide de Harry , sim ? – Indagou  o mesmo.
- Que ? Não; eu vou ...- começou Harry .
- Você  não vai senhor potter, não  está em condições .. – Começou  Magnus  a falar.
- Quem decidi  isso sou  eu Magnus e  eu  vou, e  está..
- Estupefaça.  – Um  raio vermelho saiu da varinha de  Magnus, a atingiu Harry no peito, fazendo o mesmo  cair  tombado no  chão,sem tempo  de reação.Magnus encarou  os muitos bruxos que o olhavam com um  olhar  assustado e disse ,  voltando sua atenção para minerva.
- Cuide dele ! – Lançando uma  piscadela a bruxa, Magnus girou nos calcanhares,vendo a sala sumir de sua visão, e a sensação de engolfamento ,  assumindo  seu corpo por inteiro.
Os pés de Magnus tocaram o chão rústico e milenar da velha praça, viu  Rony e Hermione olharem assustados  para  o  cenário, mas tomarem  direção  opostas, parando a muito metros a  frente, com a varinha em mãos murmurando  inúmeros feitiços.Magnus sentiu a magia domar o local, e seu olhar desfrutou do  que acontecia  ali.. Um  dos maiores gigantes que o mesmo já vira, encontrava-se no  meio da praça, dava para  chutar que o  mesmo deveria ter sete  metros de altura, os cabelos negros e  lisos caiam ate no meio das costas, a face medonha  do  gigante, estava cheio de cortes e arranhões... Trajava veste rasgadas em muita parte, e a boca  desgrenhada em cheia de dentes dava urros, toda vez  que o  gigante pisoteava os trouxas  que passavam gritando.Magnus observou, varias arvores  arrancadas pelo  tronco, tinha  sido jogadas  longe, muitos trouxas pisoteados, tinham  de seus órgãos espelhados pelo chão,uma morte realmente horrível. O gigante  dava urros  altos  que ecoavam os alicerces dos prédios próximos,  Magnus  observava Hermione e Rony, terminando de realizar  os feitiços.
Magnus elevou a varinha para o alto, segurou a mesma firme na mão e murmurou.
- Electrus! – Um raio  longo e grosso , saiu da ponta da varinha de Magnus, subiu no ar, e chegando no meio do céu, se subdividiu  em varias setas, que se subdividiram, tomando direções umas opostas as  outras. Magnus observou as flechas do feitiço  prateada romperem a gaiola de proteção que Rony e  Hermione estavam terminando, caminhando para a cidade trouxa que rodeava a praça.
- Dino! – Ele chamou, uns  passos apressados e Dino apareceu ao lado do ministro. – Mande um patrono ao ministério, e peça para os obliviadores virem para cá.!
- Certo ministro ! -  Respondeu o mesmo, saindo para realizar o  patrono.
- Teddy ! – Chamou o ministro.
-  Sim meu  - Magnus  lançou um  olhar furtivo a  Teddy e  o mesmo  contrapôs. -  Sim ministro! – falou o jovem, muito vermelho.
- Como isso veio para aqui ? – Indagou Magnus, observando o gigante que agora se diverti, destruindo  os bancos da praça.
- Eu estava  na minha hora de  almoço, e sempre  gosto de vir a Londres  trouxas, estava andando  quando ouvi um urro que me deixou de cabelo em pé, corri para cá e  logo Dino se  juntou  a  mim  ... Mas  ele e demasiado grande e  não  que  tentávamos surtia efeito, então...
- Repelio Ares! – Magnus  fez um gesto extremamente complicado com a  varinha, no mesmo tempo que o imenso pé  do gigante, era jogado para o grupo de bruxos. Uma tromba de ar invisível,  mais totalmente forte, acertaram todos os aurores e o próprio,  arremessando-os longe. Magnus caiu em pé, os  outros caíram sentados no chão, com um olhar impressionado para Magnus, ao mesmo tempo que o gigante enfiava o pé no local   onde, todos estavam segundos antes. 
-  Pronto Ministro ! – falou Hermione , correndo com Rony  ate Magnus. – Terminamos.
-  Ótimo.! – Falou o mesmo, olhando Hermione. Ele percebeu  o  olhar perplexo  de  Hermione se perder no  grandiosidade do gigante.
- O que faremos ? -  Perguntou  por fim Teddy, alisando o local onde a tromba de ar,  lhe acertara.
- Amaldiçoem! – Falou Magnus. Ele  percebeu o rosto de Teddy  ficar ultramente  pálido E  os olhos de Hermione se esbugalharem..
- matá-lo ? -  Indagou a mesma.
- Exatamente...Protego Horribilis!  - Magnus brandiu a varinha  amplamente,criando um imenso escudo em vota de todos, fazendo com que os destroços lançados pelo  gigante , não acertassem ninguém.
- Ele esta se  dirigindo ao relógio – Informou Rony.
Magnus  observou o gigante devotar sua atenção, para a única coisa que era mais alta que ele ... A torre do relógio londrino, um marco do reino unido.
O bruxo  ergueu a varinha, os olhos semicerrados e concentrados, brandiu a varinha  para os destroços de  quatro carros que haviam  sido pisoteados pelo gigante. Os quatro  carro se ergueram no ar, e com um aceno curto da varinha , voaram ate o gigante, voando em volta  de sua  cabeça.Retardando  o mesmo de seu novo alvo. O mesmo , tentou derrubar os carros no chão ...Magnus andou alguns  passos para trás. Os carros  recuaram e formaram  um fila indiana .
- Quando eu  terminar, lancem a maldição da morte  diretamente no  olho  ou boca dele entenderão ? – Indagou Magnus, fazendo os carros voavam em volto do gigante uma vez mais  .
-  Eu nunca lancei uma  maldição da morte !  - Informou um Teddy , mais pálido do que se era possível imaginar.
- Nem eu ! – Falou Hermione exasperada.
- Basta vocês quererem! -  Infirmou o  ministro.
-  Mais isso e contra a diretrizes do ministério,  poderíamos ser presos e ..
- Pelas barbas de merlim Hermione. – Falou um Magnus aborrecido – NOS somos o ministério , e eu o ministro  da magia lhe  autorizo a usar  uma maldição imperdoável , satisfeita ? – Indagou o mesmo. Observando uma Hermione ,que assentiu assustada  com  o  ministro.
Todos se calaram e observaram Magnus, ele fez outro gesto com a varinha e os  carros voltaram a formar uma  fila indiana,  direcionada na imensa barriga do  gigante ... O Gigante correu para pegar os carros, mas nessa hora Magnus brandiu a varinha, e  cada carro, um de cada vez , voou  com toda a força ,  sobre a barriga do gigante, fazendo o  mesmo  urrar  de  dor, a cada violento  golpe que recebia, reduzindo os carros a meras bolas de metais. O quarto carro  que  voou, não acertou a barriga do gigante, e sim  o local onde se encontrariam as partes intimas do mesmo, o  bicho  urrou de dor, e colocando  a mão sobre a parte atingida caiu  de joelho, gritando , olhando os bruxos  a sua frente,  brandindo as enormes mãos, tentando  pega-los.
-  AGORA  !  - Gritou Magnus. -  Avada Kedavra!
Um eco de mais de dozes vozes foram ouvidos  juntos, quando  idênticos raios verdes,  cortaram o ar e atingiram o gigante  pelo  rosto, uns acertando o  olho, outros a boca, um o nariz. O olhar  do  gigante vidrou , e a boca se escancarou em uma expressão de horror, quando a alma era  arrancada a  força pela maldição da  morte de seu  corpo, as mãos outrora agitadas, caíram levemente, e o enorme  gigante  sem vida, começou a despencar, sobre seus atacantes.
- Arestom mumentum ... ! – Enunciou Magnus,  apontando a varinha para  o gigante que despencava, sua velocidade se reduziu a extremo e o  mesmo, foi depositado no chão sem  vida, pelo auxilio da  varinha de Magnus.
Magnus respirou fundo, observando a criatura, morta  sem vida no chão.
- O que  faremos  com isso ? -  Foi a primeira  pergunta de  Teddy ... – O  que  faremos  com tudo isso ? – Indagou o mesmo  colocando-se ao lado de Magnus,  o mesmo observou que a mão que segurava a varinha de Teddy, tremia consideravelmente.
-  Creio que Santus  mungus, ficara satisfeito em  poder estudar um  corpo  de gigante ... São meio  raros  é  quase não se encontram  nenhum  morto  ...antes do estado  de decomposição! -  Informou Magnus.
- Mas  . não podemos  levá-lo simplesmente para o  santus  mungus  ..  Olha o tamanho  dele,  não podemos  aparatar , nem nada,  como vamos tira-lo daqui ? -  Perguntou uma Hermione chorosa.
- Chave de Portal. -  Falou Magnus. -  Mas de fato não podemos ir diretamente com  ele ao  santus mungus ...  Precisamos tirar ele  daqui ! – Infirmou o  ministro. – Precisamos de  um  local bem grande.
-  Pode ser no terreno da casa de meus pais – Falou Rony ... – Lá  e bem grande, e longe de trouxas,  e creio que mamãe ficara satisfeita  em  ajudar o ministério ! – Comentou Rony.
-  Ótima  idéia Ronald ... Levaremos para lá por enquanto,  enquanto isso  pessoal , temos muito trabalho a fazer. Se sub-dividam.  Alguns cuidam  dos mortos e feridos se houver, outros  das restauração da praça... – Falou  o mesmo. – Rony  liderara vocês,  uma vez que Potter está ausente. – falou o  ministro.
Todos assentiram, e  Rony  distanciou-se  com os outros  aurores.
- Magnus !  - Chamou Hermione.
- Sim ...  _ respondeu ele .
-  Que feitiço foi  aquele , que você lançou ? Um  prateado ? – Perguntou ela curiosa.
- Electrus ? – Falou Magnus .  – Uma  das minhas invenções... Quando criei a possibilidade de inventar esse feitiço,  foi  na probabilidade de  nunca ter que usá-lo.   O que , se mostrou errado  hoje. Electrus e uma  feitiço de energia fortíssima, tamanha e sua  carga,  que  nenhuma  outra  energia funcionara enquanto o  mesmo  estiver irradiando  por perto. Quando lancei  o mesmo, foi na intenção de queimar,  todos os aparelhos  de trouxas  que usam energia, para  garantir que nenhum dele,  tirasse fotos ou  filmasse entende ?  - Falou  Magnus , olhando Hermione. – Para garantir que tudo  o que aconteceu  aqui, ficara somente aqui.
- Muito inteligente de sua parte ministro!- Falou Hermione,  com uma nota alta de admiração na voz.
- Muito obrigado Hermione. ... Breve os obliviadores estarão chegando, temos  que garantir que nada escape a nossas mãos... Já  não basta os problemas que temos  no mundo  bruxo! – Falou o bruxo.
- E o pessoal do  departamento  mágico, terá algumas horas de trabalho, a mais, ate  concertar tudo que foi queimado dos  trouxas ! – Falou  o mesmo ... – Preciso causar uma pane, curto circuito  , e  como chamam ? – Perguntou o  mesmo, olhando  Hermione.
-  O  senhor, estudou o estudo dos  trouxas? – Perguntou Hermione.
-  Sim , por que ?  - Respondeu Magnus , encarando  Hermione.
- Nada  ... – disse ela sorrindo  - Curiosidade.
Magnus apontou a varinha para um poste , a alguns  metros do mesmo, um raio cinza escuro saiu de sua varinha e explodiu diversos fios do  poste.
-  Isso deve ser o suficiente ! – falou o ministro.
-  Hermione , vá ao santus  mungus, conte nossa intenção de levar o  corpo do gigante, se eles gostarem da idéia,  faremos isso hoje  mesmo, antes  do anoitecer ! -  Falou Magnus.-  Eu  vou  ficar por  aqui, tenho muito o que fazer.  !  - Terminou Magnus.
- Certo! -  respondeu Hermione, observando Rony chegar, junto dela e do ministro.
-  Ministro ! – Começou Rony .
- Sim ... – Respondeu o mesmo.
- Temos um total  de  124 trouxas  mortos ,  pisoteado,  e uma muito  ferida, que garanto-lhe que não sobrevivera,  se a levarmos ao santus mungus. – Informou Rony.
- Entendo ... Uma grande perda...  – Falou Magnus.- Essa trouxa que sobreviveu, que idade  aparenta? – Perguntou o ministro.
- trinta e alguma coisa  – respondeu Rony, uma  melancolia ecoando de sua voz. -  E está grávida! -  Terminou Rony.
Magnus respirou fundo , e disse .
- Me leve ate ela! – Rony assentiu caladamente, e  saiu andando,  Magnus girando a varinha em seus dedos, acompanhou  o mesmo , com um Hermione muito calada logo  atrás.
Eles  por fim chegaram  a um local perto do relógio, em uma posição estranha encontrava-se  uma mulher, no meio de uma  poça de sangue, suas costelas , haviam perfurado a pele e  estavam  expostas,  assim como o  osso o quadril. A Barriga estava , de quase oito  meses estava amassada, contra o chão  duro.Magnus ajoelhou-se e a  mulher de olhos negros ,  encarou  os muitos azuis de  Magnus.
- Como você se  chama querida ? – Perguntou Magnus.
- Katherine, ...  Katherine Taylor! – Informou a mulher tremendo violentamente. Parecia não  estar sentindo dor alguma, perante todos seus ferimentos , sua mão alisava a barriga achatada contra  o  chão ..
- Meu bebê  - Choramingou a  mesma.  – Salve  meu bebê – Pediu ela, com lagrimas caindo pela bochecha .
- Eu  vou salvar, e em breve  você não  sentira mais  dor nenhuma. – Falou Magnus , baixo, somente Rony e Hermione o escutando.
- Obrigado! -  Agradeceu a mulher.
Magnus levou a varinha ao peito arfante  da mulher, a  mesma encarou os  olhos muito  azuis de Magnus, enquanto a maldição da morte não dita, atravessa a varinha de Magnus, e entrava  a  `` queima  roupa  `` no corpo da mesma,  arrancando-lhe a alma, tirando por  fim a dor que a mesma sentia.Parecia que alem de Rony e Hermione , ninguém percebera o que o ministro fizera.
Magnus se levantou, Rony tinha lagrimas no  olhos, e  Hermione  soluçava novamente em seu ombro.
- A grandeza do homem, muitas  vezes  não está em  ajudar o próximo meus amigos, e sim poupar-lhe o  sofrimento! – falou  Magnus,  observando vários bruxos vestindo vestes prateadas, com a Letra `` O `` , em  dourado chegavam ao local.
- Hemione , não  esqueça do santus  mungus! – Falou o ministro se dirigindo aos obliviadores, e dali,  tomou  decisões , muitas decisões para uma única tarde, para um único homem, um único ministro.  

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