- Senhores, por favor ... SENHORES ! - Gritou Magnus, tentando se sobrepor sobre o grande falatório que percorria, a sala d e reunião da suprema corte de bruxos. Todos olhavam o mesmo com uma face curiosa.
- Peço por gentileza, que se acalmem , ou caso contrario , terá sido inútil convocar essa reunião , precisamos aliar nossos pensamentos é ..
- Aliar nossos pensamentos ? – Indagou Markus se levantando. Magnus respirou fundo aborrecido, enquanto o velho ancião prosseguia.
- Um vilarejo bruxo milenar foi destruído ontem a noite Magnus, uma inominável de nosso ministério teve uma morte horrorosa, e o que o ministério..
- Cuide bem de suas palavras Markus, uma vez que lançadas não terão retorno – Interrompeu o ministro do magia. – Ontem , quando fomos ao vilarejo, estávamos em uma reunião com um novo plano de proteção para os lugares bruxos , mais povoados. Só que uma vez mais o destino nos pregou uma peça... – Falou o ministro encarando todos ali.
- Um absurdo ! – Uma lastima ! - Resmungou markus.
- talvez nosso querido amigo markus, esteja pensando o que o ministério tal como seu ministro estavam fazendo, quando permitiram , que um vilarejo milenar, datado de lar de um dos maiores bruxos da historia , fosse destruído ! ? – Magnus elevou os olhos azuis para markus e o encarou demoradamente. – Tem acompanhado o jornal markus ? – Perguntou Magnus, após minutos de silencio.
- O que ? O que isso tem a ver ?- Respondeu o ancião , encarando o ministro, enquanto mexia-se desconfortavelmente.
- Tudo tem a ver meu caro, uma vez que se soubesse do que passa no mundo afora,saberia , que eu, enquanto ministro da magia, tenho tantas preocupações, que preciso me manter atento vinte e quatro horas por dia e noite, para ficar vivo.- Respondeu Magnus azedamente.
- Já foram totalizados o assassinatos de nove ministro interinos de ministérios mágicos ! – Informou Magnus.
- Nove ? – Indagou minerva, com o olhar preocupado, observando o bruxo a sua frente.
- Sim minerva, alem dos ministros franceses e italianos, o corpo do ministro brasileiro foi encontrado, a ministra búlgara foi assassinada, alem do ministro romeno, russo, americano e espanhol;... – Um silencio absurdo pairou sobre todos que absorviam as palavras do ministro. - As cartas com essas informações estão sobre minha mesa, chegaram hoje de manha, alem de Nurmegand foi demolida ontem a noite, e o vilarejo de Val Venosta , ao norte da Itália, também foi reduzido a destroços.! – falou Magnus. – O que quero que todos percebam, que o problema que estamos passando , não e somente conosco e sim com todo o mundo mágico.Ontem quando reuni o esquadrão de aurores,foi para oficializar a eles, o que eu já tinha conversado com Hermione Granger. - Ele parou , olhou Hermione e prosseguiu. – Quim de fato estava certo, estamos vendo sim , a ascensão de um novo lorde das trevas, e dessa vez com poderes muito maiores do que estamos acostumado.Mal sabemos quem ele ou ela é, e já enfrentamos problemas que só Voldemort nos causou no auge de seu poder .Vejam o poder de distancia que esse novo lorde tem ... Calculem a distância de um ataque para o outro, e vejam a tamanha perfeição com que acontecem... Sem denuncias, sem cadáveres. Sem nenhuma pista para qual possamos nos apegar. – Ele tornou a respirar fundo.- Em Val venosta, assim como em godric hollow, somente um homem foi deixado vivo para contar o que acontecera, encontrado do mesmo jeito que Ginevra estava. E nesse vilarejo também, nenhum cadáver foi encontrado, alem do tal homem. Ele relatou que um bruxo moreno, bem aparentado, apareceu lá, andou horas pelo vilarejo, e lançou os três feitiços anti-avisos, aparatação e transfiguração sobre o vilarejo, e logo outros homens e mulheres de brancos, atacaram e mataram todos.
- Rony, me contou que Minha filha falou ontem sobre algo relacionado ao filho do herdeiro ? – Perguntou, Arthur weasley, Magnus elevou os olhos azuis para o ultimo ancião, seu rosto estava abatido, seus olhos vermelhos e muito inchados, a figura dotada de uma fragilidade nunca vista antes.
- Sim, ginevra falou que o mundo bruxo estava prestes a enfrentar o filho do herdeiro, e que os filhos das trevas iriam reinar sobre a paz que lutamos tanto tempo para conquistar! - Afirmou Magnus
- Filho do herdeiro ? – Murmurou minerva. – No passado , somente um bruxo usou tal codinome..., o herdeiro de slytherin,... nome que usava para atacar dentro da escola.! - falou a mulher.
- Exato minerva, exato! – Murmurou Magnus, parecendo excitado com a informação, dada por minerva.
- Você tem alguma teoria Magnus ? – Indagou minerva uma vez mais.
- Sim ! – Respondeu ele praticamente, seus olhos azuis percorreram toda a sala e por fim falou. – Creio que tal menção ao filho do herdeiro, se refere ao um filho de lorde Voldemort. – Murmúrios altos percorreram o sala , Magnus prosseguiu sem esperar silencio. – O enunciado aos filhos das trevas, e somente um novo apelido aos comensais da morte... e ... o que me deixou muito curioso, e que em nenhum desses ataques , existem cadáveres.. Se de fatos esses homens e mulheres de branco, mataram todos, onde esconderiam os cadáveres e pra que ? Eu mesmo respondo, creio que esse novo bruxo das trevas , pretende criar um exercito de inferi, assim como Voldemort fizera logo no começo de sua ascensão. – Finalizou o ministro.
Todos agora conversavam , uns com os medos preenchendo os olhos, outros calados, observando e analisando todo o acontecido.
- Creio minerva que você deve reforçar a proteção de hogwarts, e o ministério colocara em pratica , um novo plano de proteção a comunidade bruxa. Não sabemos com quem estamos lidando, e precisamos prevenir todos os locais – Falou o ministro.
- Nunca presenciei natal mais cheio de sangue - Falou Hermes, sentando atrás de minerva, a cabeça virada a oposto de Magnus, os olhos cegos, encontrando o nada.
- O Natal de fato se aproxima, daqui a três dias, espero que ate lá possamos descansar e reforçar nossa energia, permitindo também chorar a saudade de nosso mortos. – Magnus depositou o olhar em Harry, que parecia ter envelhecido da noite pro dia . Profundas olheiras haviam aparecidos, a barba estava crescendo, e os cabelos se mais possíveis ainda, bagunçados. Ele voltou sua atenção para a corte a sua frente e prosseguiu,. – Sei que muito de vocês tinham parentes e ente queridos em godric hollow, e perante essa corte reforço o meu compromisso de que faremos de tudo... - Ele parou de falar, na hora que um feitiço branco perolado adentrou a sala de reunião e assumiu a forma de um unicórnio.
- Ministro, precisamos de ajuda.. A um gigante na Londres trouxa, na praça do big ben , muitos trouxas já morreram pisoteados ... Precisamos de ajuda, ! – Magnus ouviu a voz de Teddy ecoar do patrono a sua frente. Milésimos de segundos se passaram quando todos pareceram e tender o que o patrono vinhera anunciar .
- Hermione e Rony ! – Ele olhou para o casal que estava atrás do mesmo. – Quando chegarmos lá , quero ter a plena certeza, de que nenhum trouxa, chegara perto da praça, ou ouvira, ou verá alguma coisa entenderam ? – Ele falou com uma voz calma, os olhos desfocados `` Um gigante na Londres trouxa ... `` - Hermione você sabe o que fazer .. Os demais me sigam ... e cuidado redobrado ! – Magnus firmou a varinha e ia girar nos calcanhares quando alguém berrou.
- Cuidado ministro ! - - Magnus olhou minerva, ele se encararam rapidamente e o mesmo disse .
- Pode ter certeza que terei, e minerva cuide de Harry , sim ? – Indagou o mesmo.
- Que ? Não; eu vou ...- começou Harry .
- Você não vai senhor potter, não está em condições .. – Começou Magnus a falar.
- Quem decidi isso sou eu Magnus e eu vou, e está..
- Estupefaça. – Um raio vermelho saiu da varinha de Magnus, a atingiu Harry no peito, fazendo o mesmo cair tombado no chão,sem tempo de reação.Magnus encarou os muitos bruxos que o olhavam com um olhar assustado e disse , voltando sua atenção para minerva.
- Cuide dele ! – Lançando uma piscadela a bruxa, Magnus girou nos calcanhares,vendo a sala sumir de sua visão, e a sensação de engolfamento , assumindo seu corpo por inteiro.
Os pés de Magnus tocaram o chão rústico e milenar da velha praça, viu Rony e Hermione olharem assustados para o cenário, mas tomarem direção opostas, parando a muito metros a frente, com a varinha em mãos murmurando inúmeros feitiços.Magnus sentiu a magia domar o local, e seu olhar desfrutou do que acontecia ali.. Um dos maiores gigantes que o mesmo já vira, encontrava-se no meio da praça, dava para chutar que o mesmo deveria ter sete metros de altura, os cabelos negros e lisos caiam ate no meio das costas, a face medonha do gigante, estava cheio de cortes e arranhões... Trajava veste rasgadas em muita parte, e a boca desgrenhada em cheia de dentes dava urros, toda vez que o gigante pisoteava os trouxas que passavam gritando.Magnus observou, varias arvores arrancadas pelo tronco, tinha sido jogadas longe, muitos trouxas pisoteados, tinham de seus órgãos espelhados pelo chão,uma morte realmente horrível. O gigante dava urros altos que ecoavam os alicerces dos prédios próximos, Magnus observava Hermione e Rony, terminando de realizar os feitiços.
Magnus elevou a varinha para o alto, segurou a mesma firme na mão e murmurou.
- Electrus! – Um raio longo e grosso , saiu da ponta da varinha de Magnus, subiu no ar, e chegando no meio do céu, se subdividiu em varias setas, que se subdividiram, tomando direções umas opostas as outras. Magnus observou as flechas do feitiço prateada romperem a gaiola de proteção que Rony e Hermione estavam terminando, caminhando para a cidade trouxa que rodeava a praça.
- Dino! – Ele chamou, uns passos apressados e Dino apareceu ao lado do ministro. – Mande um patrono ao ministério, e peça para os obliviadores virem para cá.!
- Certo ministro ! - Respondeu o mesmo, saindo para realizar o patrono.
- Teddy ! – Chamou o ministro.
- Sim meu - Magnus lançou um olhar furtivo a Teddy e o mesmo contrapôs. - Sim ministro! – falou o jovem, muito vermelho.
- Como isso veio para aqui ? – Indagou Magnus, observando o gigante que agora se diverti, destruindo os bancos da praça.
- Eu estava na minha hora de almoço, e sempre gosto de vir a Londres trouxas, estava andando quando ouvi um urro que me deixou de cabelo em pé, corri para cá e logo Dino se juntou a mim ... Mas ele e demasiado grande e não que tentávamos surtia efeito, então...
- Repelio Ares! – Magnus fez um gesto extremamente complicado com a varinha, no mesmo tempo que o imenso pé do gigante, era jogado para o grupo de bruxos. Uma tromba de ar invisível, mais totalmente forte, acertaram todos os aurores e o próprio, arremessando-os longe. Magnus caiu em pé, os outros caíram sentados no chão, com um olhar impressionado para Magnus, ao mesmo tempo que o gigante enfiava o pé no local onde, todos estavam segundos antes.
- Pronto Ministro ! – falou Hermione , correndo com Rony ate Magnus. – Terminamos.
- Ótimo.! – Falou o mesmo, olhando Hermione. Ele percebeu o olhar perplexo de Hermione se perder no grandiosidade do gigante.
- O que faremos ? - Perguntou por fim Teddy, alisando o local onde a tromba de ar, lhe acertara.
- Amaldiçoem! – Falou Magnus. Ele percebeu o rosto de Teddy ficar ultramente pálido E os olhos de Hermione se esbugalharem..
- matá-lo ? - Indagou a mesma.
- Exatamente...Protego Horribilis! - Magnus brandiu a varinha amplamente,criando um imenso escudo em vota de todos, fazendo com que os destroços lançados pelo gigante , não acertassem ninguém.
- Ele esta se dirigindo ao relógio – Informou Rony.
Magnus observou o gigante devotar sua atenção, para a única coisa que era mais alta que ele ... A torre do relógio londrino, um marco do reino unido.
O bruxo ergueu a varinha, os olhos semicerrados e concentrados, brandiu a varinha para os destroços de quatro carros que haviam sido pisoteados pelo gigante. Os quatro carro se ergueram no ar, e com um aceno curto da varinha , voaram ate o gigante, voando em volta de sua cabeça.Retardando o mesmo de seu novo alvo. O mesmo , tentou derrubar os carros no chão ...Magnus andou alguns passos para trás. Os carros recuaram e formaram um fila indiana .
- Quando eu terminar, lancem a maldição da morte diretamente no olho ou boca dele entenderão ? – Indagou Magnus, fazendo os carros voavam em volto do gigante uma vez mais .
- Eu nunca lancei uma maldição da morte ! - Informou um Teddy , mais pálido do que se era possível imaginar.
- Nem eu ! – Falou Hermione exasperada.
- Basta vocês quererem! - Infirmou o ministro.
- Mais isso e contra a diretrizes do ministério, poderíamos ser presos e ..
- Pelas barbas de merlim Hermione. – Falou um Magnus aborrecido – NOS somos o ministério , e eu o ministro da magia lhe autorizo a usar uma maldição imperdoável , satisfeita ? – Indagou o mesmo. Observando uma Hermione ,que assentiu assustada com o ministro.
Todos se calaram e observaram Magnus, ele fez outro gesto com a varinha e os carros voltaram a formar uma fila indiana, direcionada na imensa barriga do gigante ... O Gigante correu para pegar os carros, mas nessa hora Magnus brandiu a varinha, e cada carro, um de cada vez , voou com toda a força , sobre a barriga do gigante, fazendo o mesmo urrar de dor, a cada violento golpe que recebia, reduzindo os carros a meras bolas de metais. O quarto carro que voou, não acertou a barriga do gigante, e sim o local onde se encontrariam as partes intimas do mesmo, o bicho urrou de dor, e colocando a mão sobre a parte atingida caiu de joelho, gritando , olhando os bruxos a sua frente, brandindo as enormes mãos, tentando pega-los.
- AGORA ! - Gritou Magnus. - Avada Kedavra!
Um eco de mais de dozes vozes foram ouvidos juntos, quando idênticos raios verdes, cortaram o ar e atingiram o gigante pelo rosto, uns acertando o olho, outros a boca, um o nariz. O olhar do gigante vidrou , e a boca se escancarou em uma expressão de horror, quando a alma era arrancada a força pela maldição da morte de seu corpo, as mãos outrora agitadas, caíram levemente, e o enorme gigante sem vida, começou a despencar, sobre seus atacantes.
- Arestom mumentum ... ! – Enunciou Magnus, apontando a varinha para o gigante que despencava, sua velocidade se reduziu a extremo e o mesmo, foi depositado no chão sem vida, pelo auxilio da varinha de Magnus.
Magnus respirou fundo, observando a criatura, morta sem vida no chão.
- O que faremos com isso ? - Foi a primeira pergunta de Teddy ... – O que faremos com tudo isso ? – Indagou o mesmo colocando-se ao lado de Magnus, o mesmo observou que a mão que segurava a varinha de Teddy, tremia consideravelmente.
- Creio que Santus mungus, ficara satisfeito em poder estudar um corpo de gigante ... São meio raros é quase não se encontram nenhum morto ...antes do estado de decomposição! - Informou Magnus.
- Mas . não podemos levá-lo simplesmente para o santus mungus .. Olha o tamanho dele, não podemos aparatar , nem nada, como vamos tira-lo daqui ? - Perguntou uma Hermione chorosa.
- Chave de Portal. - Falou Magnus. - Mas de fato não podemos ir diretamente com ele ao santus mungus ... Precisamos tirar ele daqui ! – Infirmou o ministro. – Precisamos de um local bem grande.
- Pode ser no terreno da casa de meus pais – Falou Rony ... – Lá e bem grande, e longe de trouxas, e creio que mamãe ficara satisfeita em ajudar o ministério ! – Comentou Rony.
- Ótima idéia Ronald ... Levaremos para lá por enquanto, enquanto isso pessoal , temos muito trabalho a fazer. Se sub-dividam. Alguns cuidam dos mortos e feridos se houver, outros das restauração da praça... – Falou o mesmo. – Rony liderara vocês, uma vez que Potter está ausente. – falou o ministro.
Todos assentiram, e Rony distanciou-se com os outros aurores.
- Magnus ! - Chamou Hermione.
- Sim ... _ respondeu ele .
- Que feitiço foi aquele , que você lançou ? Um prateado ? – Perguntou ela curiosa.
- Electrus ? – Falou Magnus . – Uma das minhas invenções... Quando criei a possibilidade de inventar esse feitiço, foi na probabilidade de nunca ter que usá-lo. O que , se mostrou errado hoje. Electrus e uma feitiço de energia fortíssima, tamanha e sua carga, que nenhuma outra energia funcionara enquanto o mesmo estiver irradiando por perto. Quando lancei o mesmo, foi na intenção de queimar, todos os aparelhos de trouxas que usam energia, para garantir que nenhum dele, tirasse fotos ou filmasse entende ? - Falou Magnus , olhando Hermione. – Para garantir que tudo o que aconteceu aqui, ficara somente aqui.
- Muito inteligente de sua parte ministro!- Falou Hermione, com uma nota alta de admiração na voz.
- Muito obrigado Hermione. ... Breve os obliviadores estarão chegando, temos que garantir que nada escape a nossas mãos... Já não basta os problemas que temos no mundo bruxo! – Falou o bruxo.
- E o pessoal do departamento mágico, terá algumas horas de trabalho, a mais, ate concertar tudo que foi queimado dos trouxas ! – Falou o mesmo ... – Preciso causar uma pane, curto circuito , e como chamam ? – Perguntou o mesmo, olhando Hermione.
- O senhor, estudou o estudo dos trouxas? – Perguntou Hermione.
- Sim , por que ? - Respondeu Magnus , encarando Hermione.
- Nada ... – disse ela sorrindo - Curiosidade.
Magnus apontou a varinha para um poste , a alguns metros do mesmo, um raio cinza escuro saiu de sua varinha e explodiu diversos fios do poste.
- Isso deve ser o suficiente ! – falou o ministro.
- Hermione , vá ao santus mungus, conte nossa intenção de levar o corpo do gigante, se eles gostarem da idéia, faremos isso hoje mesmo, antes do anoitecer ! - Falou Magnus.- Eu vou ficar por aqui, tenho muito o que fazer. ! - Terminou Magnus.
- Certo! - respondeu Hermione, observando Rony chegar, junto dela e do ministro.
- Ministro ! – Começou Rony .
- Sim ... – Respondeu o mesmo.
- Temos um total de 124 trouxas mortos , pisoteado, e uma muito ferida, que garanto-lhe que não sobrevivera, se a levarmos ao santus mungus. – Informou Rony.
- Entendo ... Uma grande perda... – Falou Magnus.- Essa trouxa que sobreviveu, que idade aparenta? – Perguntou o ministro.
- trinta e alguma coisa – respondeu Rony, uma melancolia ecoando de sua voz. - E está grávida! - Terminou Rony.
Magnus respirou fundo , e disse .
- Me leve ate ela! – Rony assentiu caladamente, e saiu andando, Magnus girando a varinha em seus dedos, acompanhou o mesmo , com um Hermione muito calada logo atrás.
Eles por fim chegaram a um local perto do relógio, em uma posição estranha encontrava-se uma mulher, no meio de uma poça de sangue, suas costelas , haviam perfurado a pele e estavam expostas, assim como o osso o quadril. A Barriga estava , de quase oito meses estava amassada, contra o chão duro.Magnus ajoelhou-se e a mulher de olhos negros , encarou os muitos azuis de Magnus.
- Como você se chama querida ? – Perguntou Magnus.
- Katherine, ... Katherine Taylor! – Informou a mulher tremendo violentamente. Parecia não estar sentindo dor alguma, perante todos seus ferimentos , sua mão alisava a barriga achatada contra o chão ..
- Meu bebê - Choramingou a mesma. – Salve meu bebê – Pediu ela, com lagrimas caindo pela bochecha .
- Eu vou salvar, e em breve você não sentira mais dor nenhuma. – Falou Magnus , baixo, somente Rony e Hermione o escutando.
- Obrigado! - Agradeceu a mulher.
Magnus levou a varinha ao peito arfante da mulher, a mesma encarou os olhos muito azuis de Magnus, enquanto a maldição da morte não dita, atravessa a varinha de Magnus, e entrava a `` queima roupa `` no corpo da mesma, arrancando-lhe a alma, tirando por fim a dor que a mesma sentia.Parecia que alem de Rony e Hermione , ninguém percebera o que o ministro fizera.
Magnus se levantou, Rony tinha lagrimas no olhos, e Hermione soluçava novamente em seu ombro.
- A grandeza do homem, muitas vezes não está em ajudar o próximo meus amigos, e sim poupar-lhe o sofrimento! – falou Magnus, observando vários bruxos vestindo vestes prateadas, com a Letra `` O `` , em dourado chegavam ao local.
- Hemione , não esqueça do santus mungus! – Falou o ministro se dirigindo aos obliviadores, e dali, tomou decisões , muitas decisões para uma única tarde, para um único homem, um único ministro.