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6. never have I ever


Fic: Intenção Cruel - Scorpius e Rose - COMPLETA


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Capítulo 6

Never have I ever


 (n/a: pra quem se interessa, Never Have I Ever é uma música da banda Hot Chelle Rae, recomendo! http://www.youtube.com/watch?v=6H6Le8iYGLg&feature=related)




 


Nunca antes uma garota me deixou com tanta raiva por causa de um beijo.


Ironicamente, eu não queria mais fazer nenhum esforço para consegui-la. Eu não queria ficar perto dela. Eu penso nela, e me sinto esquisito. Eu não queria me sentir esquisito. Era desconfortável, difícil.


Eu sentia raiva ao olhar para ela. Eu não estava acostumado a perder. E eu senti como se estivesse desistindo de uma luta quando a vi conversando com um rapaz, sorrindo, diferente de quando estava comigo. Ela não sorria genuinamente, ela não ficava feliz comigo. Ela ficava... desconfortável? Não. Ela ficava descrente.


Eu a observava mais do que o normal e me sentia mais esquisito.


Por que foi colocar a boca na minha? Para me provocar? Eu podia ter empurrado ela. Eu não a queria de verdade!


Eu podia ter esquecido o que ela fez.


– Pare de pensar, Scorpius, pare de pensar – eu murmurei a mim mesmo. – Ela não é nada. Você não sente nada. Você mente que a quer. Mas você acredita mais nisso do que ela mesma.


– Falando sozinho?


Eu estava sentado no banco do jardim, sozinho. Quando olhei Rachel Folker estava a minha frente. Ela era provocadora, mas não enchia o saco nem nada. Com ela, tinha sido divertido e repetimos a dose muitas vezes. Ela era um tanto diferente das outras, porque mesmo assim nos falávamos de vez em quando. Ou apenas nos provocávamos, porque éramos muito parecidos.


– Espionando, querida? – sorri de lado.


– Eu? Não, mas você sim. Desde quando tem tanto interesse na Weasley?


– Não tenho interesse nela. Ela que tem em mim.


– Ah. Bem, eu não duvidaria se fosse outra garota – ela comentou, sentando-se ao meu lado. – Mas Rose Weasley não tem interesse por você. Desapontado?


– Não – dei de ombros, pegando um cigarro do bolso.


– Ei, você devia parar com isso – avisou.


– Eu sei. Mas eu estou um saco, entendeu? – olhei para ela. – Com vontade de socar a cara de alguém.


– O motivo... é o que você vem espionando? – Rose passou por perto naquela hora, ainda rindo com o rapaz.


– Não te interessa. – Joguei o cigarro no chão, estressado e cansado. Mas eu precisava de uma opinião que não fosse do Brian. – Se ela não tem interesse em mim, por que ela me beijou?


– Weasley te beijou? – Rachel fez uma cara espantada. – Que coragem.


– Ela só estava se aproveitando. Ela acha que pode me deixar fraco. Viu? Se ela quisesse me dar outro beijo ela não estaria falando com ele. – E apontei para os pombinhos. – Ela estaria caindo, caindo por mim, implorando para estar sozinha comigo e me beijando até perder todo o fôlego.


Rachel me observava com uma expressão estranha.


– Ela te faz ficar intrigado – sussurrou. – E até falar sozinho. Você que está caindo por ela, Scorpius.


– Eu preciso ficar com ela, você não entende.


– Esse preciso me pareceu uma obrigação. O que há de errado com você? Não, não responda. – Sua voz ficou baixa e sedutora. Eu conhecia bem aquele tom quando segurou meu braço e disse: – Você está precisando descansar. Relaxar.


A mão dela era quente. Ainda olhando para ela, pensei em todas as possibilidades disso acontecer.


– Você... – falei – poderia me fazer esquecer.


– Esquecer o quê, querido? – seus olhos azuis ficaram interessantes de repente.


– Você sabe.


– Sempre sei – sussurrou, aproximando-se do meu ouvido. – Faço você parar de pensar nela.


– Não duvido – tentei um sorriso.


– Afinal, ela não quer você. Mas tem alguém aqui que te quer.


– De novo?


– Sei que não haverá muitas surpresas se você aparecer essa noite. Mas, alguma vez, eu te decepcionei? – seu dedo roçou meu peito suavemente até subir em meu rosto. Ela me fez parar de olhar Rose. – Você sabe onde me encontrar.


Rachel se levantou e me deu um beijo no rosto, lento e suave. E foi embora.


Eu não pensei duas vezes para aceitar. Além disso, fazia tempo que eu não me divertia. E eu faria qualquer coisa para tirar Rose Weasley da minha cabeça.


Um pouco depois da meia-noite, eu saí da sala comunal e fui até a Torre de Astronomia. Sim, Rachel era um pouco maluca quanto às fantasias, mas eu também curtia fugir do normal. Subi as escadas e assustei ao ver Rose.


Eu fui perguntar: "Você viu a Rachel?" mas percebi que ela estava com os olhos vermelhos, como se estivesse chorando ou algo assim, então fiquei calado.


Ainda intrigado, aproximei-me dela com passos lentos. Não sabia se era seguro chegar perto de uma garota que eu nunca vi chorando simplesmente chorando ali sozinha. Onde estavam suas amigas? Albus? Qualquer pessoa para consolá-la, ninguém?


– O que está fazendo aqui, Malfoy? – ela perguntou, espantada. Bem, pelo menos seu tom de voz estava firme.


– Eu ia fazer a mesma pergunta.


– Então nós dois queremos saber o que você está fazendo aqui.


– O que vocêestá fazendo aqui?


– O que você está fazendo aqui?


– Responda primeiro.


– Por que eu tenho que responder primeiro?


– Agora você não quer responder! Seja assim todas as aulas e seremos felizes.


– Cala a boca.


– Cala a boca você.


– Por que estamos discutindo?


– Porque eu não quero dizer o que estou fazendo aqui.


– Bem, então vamos ficar aqui até descobrir.


– Você não vai ficar muito interessada.


– Nada do que vem de você pode me interessar.


– Quer parar? – ralhei. – Deixe-me formular melhor minha pergunta. Por que você está chorando? Algum garoto te deu o pé na bunda? Ou simplesmente descobriram que você deu em cima de mim?


Rose fez cara de quem queria me bater, mas ela só disse:


– Saia daqui.


– Não!


– Eu cheguei aqui primeiro.


– É um mundo livre, Weasley. Eu posso ficar aqui até o amanhecer se eu quiser.


– Mas eu não vou deixar.


– O que vai fazer? Me dar um soco? Me deixar inconsciente? Na verdade, você poderia me beijar de novo. Eu ia desmaiar do mesmo jeito.


Rose riu, mas foi um riso bem sarcástico.


– Meu Deus – girou os olhos. – Você diz como se eu tivesse feito algo que você nunca quis.


– Na verdade, você fez algo que eu nunca quis.


– Ah, por acaso te deixei tão fora de si que você até se esqueceu do que falou depois? Você falou que não precisava nem me beijar pra sentir calor, lembra? Mas aí você saiu de lá como um covarde. Que foi, Malfoy? – ela se aproximou com um sorriso de lado. – Tem medo de mim? Medo que eu descubra quem você é?


– Você não sabe quem eu sou.


– Você é só um cara idiota que não consegue ficar sem uma garota para conseguir o que quer. Você usa elas para atingir uma conquista. Você é ridículo. Você é nojento. Você não vale à pena. Você não vale nem um beijo. E sabe como eu descobri isso?


Tive a impressão de que ela sabia por que eu estava lá na Torre, exigindo que ela fosse embora.


Eu não esperei ela responder. Eu fiquei de frente para ela e adivinhei:


– Quando você fez isso?


Eu estava tão puto que a beijei. Com raiva, estressado, cansado por causa dessa garota. Ela me fazia perder a cabeça. Ela me fazia querer agarrá-la e nunca mais soltá-la. Escutar de uma garota tudo o que eu era, era perturbador. Por que ela não dizia que me odiava logo de uma vez? Oh, claro, porque ela estava ocupada demais me beijando de volta.


Mesmo que por poucos segundos.


Eu senti seus dedos apertarem minha camisa. Ela me empurrou até que eu caísse.


– Ah agora só você pode me beijar? – reclamei. – Não é justo.


– Você acha que eu não sei por que você vem aqui, Malfoy? Você acha que eu sou estúpida?


– Não, realmente não acho – respondi, me levantando.


– Nunca mais ouse tentar me beijar sabendo que vai se encontrar com outra garota depois. Nunca mais pense que eu deixaria.


– Bem... você estava quase se rendendo até ter me empurrado. Por um momento você mesmo queria me deixar...


Ela avançou em mim outra vez. Não me beijou, é claro, ela me empurrou de novo, com muita força, até minhas costas colidirem contra um pilar. Agarrando minha camisa, ela ficou me encarando. Nossos rostos estavam muito perto.


– Você tem olhos bonitos, Weasley – eu disse, me sentindo idiota. Ela poderia me enforcar, mas eu não ia ocultar aquilo. – Achei que seria bom você saber, antes de me jogar da torre.


– Não vou matar você, idiota.


– Não? Bem, eu juro que toda vez que você olha pra mim, parece que quer me matar.


– Por que continua dizendo essas coisas? – sussurrou Rose, meio desesperada.


– Porque é verdade. Eu... eu confesso que ia me encontrar com uma garota hoje e íamos fazer mais do que deveríamos. Mas é esse o único jeito de desistir de você. Eu não sei o que fazer quando estou com você, Rose. É sério. Você é imprevisível, impossível. Você vale tanto a pena que eu não tenho esforço o suficiente para conseguir isso. Só uma vontade insuportável.


Foi um discurso em tanto. Eu nunca tinha me declarado para uma garota, o que me fez sentir esquisito e idiota. Até inseguro. Ela não desviou o seu olhar de mim. Aquilo estava me sufocando de desejo. Eu não queria seu corpo ou seus beijos. Eu queria tudo.


– Eu quero você, Rose – continuei. – E nem eu acredito que isso se tornou verdade.


– Pode dizer qualquer coisa, Malfoy – Rose disse brava e apertando mais sua mão contra a minha camisa. – Mas eu não vou soltar você.


– Isso é a última coisa que eu quero.


Ao ouvir aquilo, Rose afrouxou a mão e lentamente foi me soltando. Ainda estávamos próximos. Não nos afastamos, não fizemos nada. Apenas nos encaramos, silenciosamente.


Eu não poderia beijá-la naquela situação. Porque eu sabia que ela não queria me beijar de verdade. Ela continuaria me empurrando até que eu caísse da Torre.


Mas por alguma razão a única coisa que fez Rose se afastar de mim foi a voz de Rachel:


– Scorpius, achei que estaria esperando por mim.


Rachel me olhava como se estivesse com pena. Mas Rachel era Rachel. Quando Rose saiu da torre, ela se aproximou de mim e sorriu.


– Bem, agora sim ficamos sozinhos. E então, preparado? Vamos brincar um pouco.


– Estou cansado de brincar – falei, segurando o braço dela. Um modo educado de dizer "fique longe de mim". Mas Rachel não entendeu.


– Hum... então assim vai ser melhor.


Antes que ela me beijasse, eu a afastei, com mais força do que pretendia. Ela me encarou estupefata.


– Estou mesmo cansado de brincar – eu disse. Sem olhar para trás, fui embora.


Rose estava descendo as escadas quando a alcancei.


– Espere – pedi.


Ela parou e se virou para mim.


– Que foi? Esqueceu a camisinha, eh? – perguntou severamente.


Ignorando a pergunta, eu roubei um beijo. Rápido e suave. Antes que ela me impedisse de continuar, eu mesmo me afastei. Achei que nada do que eu dissesse faria ela acreditar mesmo. Então eu apenas demonstrei.


Desci as escadas e fui para a Sala Comunal da Sonserina. Brian começou a fazer perguntas de como tinha sido com a Rachel e blá blá blá. Já que eu não tinha nada para responder, eu apenas entrei no dormitório e me preparei para dormir. Sozinho dessa vez.


Uma vez alguém disse que para conseguir algo que você deseja intensamente, você deve fazer alguns sacrifícios.

 

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