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8. O unico


Fic: Por toda a minha vida - Alvo.Minerva


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Colei nossos lábios com uma urgência enorme, que tinha sido contida durante todos aqueles anos, e eu sabia o quanto precisava tê-lo, tê-lo ali, seu cheiro, a sensação do seu corpo no meu. A língua dele explorava minha boca, e suas mãos passeavam pelas minhas costas, firmando minha cintura, me puxando para mais perto, me juntando mais. Ele foi me conduzindo sedutoramente ao aposento dos diretores, enquanto eu realizava a minha vontade, de desabotoar botão por botão da blusa trouxa dele. Até que ela fosse apenas um pedaço de pano insignificante esquecido no chão, deixando a mostra a pele muito alva de Alvo Dumbledore. Espalhei beijos pelo seus ombros, seu peito. Já dentro do quarto dele, eu levei minha mão ao botão de sua calça, abrindo-o ousadamente, escorregando as minhas mãos para dentro, deliciando-me com o contato direto da minha mão com o seu sexo. E ele ofegou.


- Minerva – o meu nome saiu baixo.


Eu o massageava ali, fazendo com que ele mantivesse os olhos fechados e a cabeça inclinada para trás, eu beijava com luxuria, o pescoço, a orelha, os lábios. As mãos dele alcançaram meu corpo novamente, subindo pelas minhas pernas, levando consigo o meu vestido, o meu pudor, o meu coração. Não, o meu coração já havia sido levado a muito tempo, a minha alma já era dele a tempo demais, e eu sabia disso. E quando eu vi, a calça dele, juntamente a sua cueca jaziam no chão, ao lado do meu recém adquirido, vestido preto. Quando meu sutiã foi arrancado os lábios dele entraram em contato com os meus seios, já arrepiados devido ao forte desejo que eu sentia. As mãos dele escorregavam para baixo, levanto a ultima peça de roupa que me restava, enquanto seus lábios e sua língua brincavam com uma habilidade espantosa com os meus mamilos. E então, senti meu corpo ser jogado na cama com alguma gentileza sem desprender os lábios do meu corpo nu. Suas mãos escorregaram para minha intimidade, e eu me agarrei aos lençóis, e então os dedos dele escorregaram para dentro de mim e eu gemi. Eu o queria, precisava tanto, que ele me preenchesse, que me completasse. Era uma necessidade imensa. Abri ainda mais as pernas, eu só esperava por ele, e ele só esperava por mim. Encaixou-se ali novamente, como havia feito na primeira vez, e depois, senti seu membro adentrando meu corpo, penetrando a minha carne a minha intimidade. Ergui-me contra ele, forçando o quadril contra seu membro, numa desesperava tentativa de ser tocada mais profundamente, de seu ao maximo preenchida por aquele homem.


- Alvo! – eu gemi.


E ele passou a se movimentar, deixando os movimentos cada vez mais profundos e frenéticos, refletindo a excitação que sentíamos, a saudade que tínhamos do corpo um do outro, daquela vez em que nos demos em uma sala de transfiguração. E então eu senti o meu corpo cada vez mais suado e excitado, meus gemidos eram cada vez mais altos e menos contidos, eu dizia seu nome incoerentemente. O prazer foi atingindo seu ápice, faltava muito pouco para que eu mergulhasse no gozo perfeito e absoluto, faltava apenas uma coisa, e então senti o corpo de Alvo tremer, e ele soltou um gemido estrangulado, deleitando-se num gozo profundo, fazendo o jato quente escorrer por dentro de mim, preenchendo-me completamente, e me fazendo gozar, meu corpo todo em deliciosas contrações.


Ele ficou ainda um pouco em cima de mim, eu entrelacei os dedos no cabelo dele, e o fazia carinho enquanto nossa respiração se acalmava, e nossos corpos voltavam ao normal. Quando ele rolou para o lado puxou-me para seu peito, e me encarou nos olhos.


- Eu te amo. – ele disse, simplesmente. E tudo dentro de mim se acendeu na mais profunda felicidade que alguém poderia ser capaz de sentir.


- Eu sempre amei você – eu respondi.


Então o verbo amar no pretérito o fez lembrar dos tempos antigos, trazendo a tona a discussão daquela noite. Talvez eu não quisesse realmente falar sobre isso, mas ele achou bom colocar tudo em pratos limpos.


- Desculpe-me, eu não sou perfeito, afinal. – ele disse. Como se ele estivesse me confessando um crime. Só porque ele não acertava sempre, como os outros esperavam que ele fizesse.


- Não precisa ser. – eu disse, e então olhei para ele, o desespero tingindo a minha voz – Não queria que você tivesse se arrependido.


- Minerva – ele tentou explicar – foi difícil para mim, eu vi o sangue, eu havia acabado de violar uma aluna, eu havia sido o seu primeiro homem, fiquei com medo que VOCÊ se arrependesse.


- Eu nunca me arrependeria, dês da primeira vez que eu te vi Alvo, meu coração já era seu. Você não foi apenas o primeiro homem que eu amei, e o primeiro homem pra quem eu me entreguei – eu disse, a voz tingida de emoção – você foi o único.


E o rosto dele estava cheio de surpresa e deleite.


- Todos esses anos – ele parecia incrédulo – Você nunca...


- Nunca. – eu disse, sem vergonha e cheia de orgulho – Você é, sempre foi e sempre vai ser o meu único homem, o meu único amor.


Ele me abraçou, e era um abraço forte, cheio de paixão e emoção. E quando ele me olhou nos olhos novamente ele disse:


- Eu quero ficar com você Minerva.


- Eu também. – eu disse emocionada.


- Mas – ele disse em tom de alerta, claro Alvo Dumbledore sempre tinha um porem – Eu sou um homem complicado, e você tem que saber disso. Nunca poderá ser um relacionamento publico, para sua própria segurança. E você terá que acreditar, que quando escondo algo de você, eu tenho um motivo, que não é falta de confiança em você. Afinal, terei que me dedicar muito a vida e a historia de Harry Potter, e a morte definitiva de Voldemort.


- Eu não me importo se não vamos mostrar isso ao mundo, o importante é que eu e você estejamos juntos. E sobre os segredos, bom, eu confio em você, fique tranqüilo – e então eu completei em tom de brincadeira – afinal esse era meu destino como amante dês do inicio não é? Paquerada pelos maiores dois bruxos do mundo.


- Me admira que você tenha se apaixonado por mim. Tom Riddle tinha diversas pretendentes na escola, e eu sou bem mais velho. – ele disse, parecia estar brincando, mas eu enxergava a insegurança.


- Ele era um idiota na escola. E bom, mais velho ou não agora você é muito mais bonito do que ele – abri um sorriso travesso que não combinava com a seria professora de transfiguração – Pelo menos você tem nariz.


Dumbledore riu, com gosto. 

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