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7. Capítulo 07


Fic: Just a Weasley CW-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Não foi nada disso? E você pelado, com uma vagabunda saindo do seu banheiro realmente explicam que não foi nada disso...


 


Batendo a porta com força, ela aparatou. Draco acordou com o barulho de aparatação e encontrou Hermione no chão de sua sala. Sua perna estava em uma posição estranha, sangrando violentamente.


 


- Merda! – ele gritou e correu até ela.


 


****************************************************************


 


Draco curou o corte e limpou o sangue de seu rosto e vestes. Desfez o feitiço que proibia aparatações permitindo, no entanto, que apenas ele e Hermione pudessem aparatar.


 


Encheu um copo de uísque e tomou um grande gole. Maldito Weasley. Tinha um bom gancho de direita. Partiu assim que terminou a conversa com Hermione. Tentou explicar que perdeu a cabeça, mas ela ficou completamente chateada. Afinal, sabia que o soco não fora a toa.


 


***


Ela olhou para Draco que se levantava, enquanto Jorge afastava os curiosos. Os seguranças, vendo que Charles tinha saído, retomaram seus postos.


 


- O que falou para ele?


 


- Apenas a verdade, Hermione.


 


- Verdade? Por que acha que sua verdade é como a dos outros? Quando vai perceber que não importa apenas dinheiro?


 


- Para mim, importa! Ou acha que conseguiria as coisas como?


 


- Olha, Draco, não estou dizendo que dinheiro não é importante. Só há outras coisas – ela balançou a cabeça – Nem sei porque ainda insisto nisso. Não podemos conversar agora.


 


Ela saiu do DarkNight e procurou por Charles. Andou pelas ruas próximas e simplesmente ele havia sumido. Exatamente como das outras vezes. Ela suspirou chateada e foi para casa. No dia seguinte falaria com ele, com a certeza que seria a última que correria atrás dele por um erro que não havia cometido.


 


***


Charles vestiu- se rapidamente e segurou com força no braço de Astoria.


 


- Quem é você? Que tipo de brincadeira é essa?


 


- Sou Astoria, não lembra? Você que nos aparatou para cá ontem a noite – ele ainda segurava o braço dela com força.


 


- Não... Eu não bebi tanto assim. Eu saí de lá com Hermione!


 


- Se você saiu de lá com ela como que a sangue ruim acabou de aparecer na porta do seu quarto e eu do seu banheiro? – Charles sentiu o sangue subindo e afastou-se da bruxa antes que fizesse alguma besteira.


 


- Suma daqui. Só que essa história não acaba aqui.


 


- Desculpe, querido. Mas acaba sim. Não me envolvo por muito tempo com traidores do sangue. Apenas por diversão – dizendo isso, aparatou.


 


Charles repassou toda a noite em sua cabeça, antes da briga com Draco Malfoy havia bebido apenas dois copos de uísque. Não bebeu mais, pois foi quando toda confusão começou. Ele saiu e esperou por Hermione, que apareceu minutos mais tarde. Ele conduziu a aparatação. Eles se beijaram,... a partir daí tudo ficava confuso. Charles lembrou-se de afastá-la assim que sentiu os lábios sobre si. O cheiro... a respiração... algo estava diferente. Depois... era apenas a tenebrosa lembrança de ver Hermione entrando em seu quarto.


 


***


Draco correu até Hermione que gritava de dor. O sangue manchado o tapete impecavelmente limpo.


 


- Merlin,... o que você fez, Hermione... Accio Ditamno! – o pequeno frasco veio voando e rapidamente o loiro aplicou três gotas sobre a perna ferida. Depois de curada, ele a pegou no colo e a levou até seu quarto. Limpou o sangue e chamou por Monstro, pedindo que ele limpasse a sala. Ficou sentado na cabeceira da cama, ora massageava a mão de Hermione ora passava os dedos pelo seu rosto.


 


- Draco?


 


- Sim, você aparatou aqui. Por acaso andou bebendo logo cedo? Teve sorte que eu desbloqueei a aparatação para você. Além do mais... você estrunchou! Que merda aconteceu para que você cometesse um erro desse?


 


Então, ela contou o que havia acabado de presenciar.


***


- Então vocês acham que ele pode estar influenciando essas criaturas? – Rony perguntou.


 


- Por que não esperamos Luna chegar? – mal Hermione acabou de falar a loira entrou na sala e disse:


 


- Encontraram o corpo de Winky na Floresta Proibida. Ela foi morta por...


 


- uma mordida de lobisomen – Draco completou.


 


- Como você sabe?


 


- Lobo Greyback está de volta – murmurou Hermione.


 


***


Luna ficou até mais tarde no Ministério. Esperou pelo laudo da morte de Winky. Precisava preencher alguns documentos e deixa-los com Malfoy, que a essa hora, já deveria ter ido embora. Ela não sabia o que havia acontecido, mas não pôde deixar de reparar no rosto de Hermione marcado pelas lágrimas. Já passava das 22 horas e poucas pessoas andavam pelo Ministério. Foi até o Departamento de Mistérios e andou até a sala de Draco. Deixaria os documentos em um escaninho que havia na porta. Ouviu vozes e empunhou sua varinha. Será que alguém havia invadido a sala dele? Tirou o par de orelhas extensíveis que andava pendurado em seu pescoço. Grande invenção, ela pensou.


 


Aproximou-se da porta e após ouvir a conversa, sussurrou um xingamento.


 


***


Charles tentou inutilmente entrar em contato com Hermione. Por mais que tocasse a campainha de sua casa, tentasse comunicação por flu ou por aparatação não tinha resposta. Ele simplesmente precisava conversar com ela para entender o que havia acontecido. Nunca havia se sentido tão perdido. Sem saber o que fazer, aparatou na Toca.


 


- Charles! Mas que surpresa... O que houve, meu filho?


 


- Ah mãe! Acho que estraguei tudo com Hermione!


 


- Do que está falando? Vocês começaram a namorar há tão pouco tempo.


 


- Eu... eu... – ele olhou para a mãe que o encarava com dúvida no olhar. Deixou que cabeça caísse sobre a mesa – Eu acho que dormi com outra mulher...


 


- Charles Artur Weasley! Do que você está falando? Está me dizendo que traiu Hermione? Será que a educação que eu e teu pai te demos não serviu de nada? E o respeito? Sinceridade? Se você quisesse um caso passageiro por que a Hermione? Por Merlin, Charles! Quando seus irmãos souberem... e Harry? – ela continuou falando, mas ele apenas pensava que merecia a bronca. Não viu quando seu pai chegou acompanhado de Luna.


 


- Molly? Que gritaria é essa?


 


- Gritaria? Você não sabe o que esse seu filho aprontou!!! – ela percebeu Luna ao lado do marido e mudou o tom de voz – Oh, desculpe, querida. Tudo bem? Se puder nos dar licença um minuto, Artur e eu temos algo a conversar com nosso filho aqui – ela falou dando um tapa nada gentil no ombro de Charles que ainda estava sentado e o rosto vermelho de vergonha.


 


- Oh senhora Weasley. Tudo bem, Charles? Eu acho que posso ajudar nesse pequeno problema...


 


- Você viu Hermione? Como posso falar com ela? Ela está bem?


 


- Não está nada bem. Sempre com os olhos marcados de lágrimas.


 


- Viu o que você fez? – Molly brigou.


 


- Alguém pode me explicar o que está acontecendo aqui?


 


- Nosso filho, Artur, nosso filho traiu Hermione com outra mulher! E ela viu! Onde nós erramos com você? – levar bronca de Molly era horrível, algo que metia medo em todos irmãos. Só que quando era Artur que ficava nervoso... as coisas eram bem piores. E Charles sabia que as coisas iam piorar ao encarar os olhos do pai.


 


- Eu acho que posso explicar isso – disse Luna rodando seu brinco de rabanetes.


 


***


- Certo... ele é meu irmão, mas está próximo a morrer lentamente – declarou Ron. Harry apenas observava.


 


- Hermione, isso não faz sentido nenhum. Como ele disse sair com você, mas você disse que voltou sozinha?


 


Os três estavam no Largo Grimmauld e conversavam sentados na cozinha.


 


- Harry, não sei! Mas, sei que vi aquela... vaca saindo do banheiro. Do banheiro do quarto dele. Apenas com uma toalha enrolada no corpo. Vou trabalhar. Preciso ficar sozinha e ocupar minha cabeça – antes que eles pudessem protestar ela aparatou.


 


Instantes depois a lareira brilhou e Charles e Luna saíram.


- Charles, seu desgraçado! Que merda você fez com a Mione?


 


- Nada! Eu posso explicar – ele disse ao ver duas varinhas apontadas para seu peito.


 


***


Ao invés de ir ao Ministério, ela tomou o caminho de Hogwarts. Fazia meses que não visitava a Escola. Às vezes passava por lá para tomar um chá e conversar com sua antiga professora de Transfiguração, e agora diretora, Minerva McGonagall. Parou no portão e enviou seu patrono pedindo autorização para entrar. Em poucos instantes, o grande portão se abriu sozinho.


 


Caminhou até o Castelo com a mente cheia de memórias, parou ao ver Hagrid e foi até lá:


- Hagrid! Quanto tempo!


 


- Hermione! – disse o guarda caça e professor correndo desajeitadamente até ela. – Como você está?


 


- Bem – ela mentiu.


 


- Você não parece bem.


 


- Apenas... problemas. Você teve alguma novidade dos centauros?


 


- Sim, eu ia mesmo pedir para que vocês viessem. Quer entrar e tomar uma chá?


 


- Antes vou conversar com Minerva. Depois, eu volto. Precisamos conversar e qual a melhor maneira que na sua cabana? Pelos velhos tempos – ela sorriu sinceramente.


 


- Pelos velhos tempos, Hermione – e ela seguiu em direção ao castelo, encontrando a Diretora a esperando na entrada do Grande Salão.


 


- Não esperava sua visita hoje, minha querida.


 


- Eu também não planejava, mas precisávamos conversar... então... adiantei meus planos. Recebeu o memorando, certo? Estamos certos que Greyback voltou e achamos que ele pode estar escondido na Floresta Proibida.


 


- Os centauros não falariam nada?


 


- Eles reportaram para Luna alguns comportamentos estranhos, mas sabemos que eles não são de grande ajuda, desde que os lobisomens não afetem sua vida. Além do mais, quanto mais cristuras forem expulsas da Floresta, mais espaço eles terão.


 


- Vou chamar Firenze. Quem sabe ele pode colocar um pouco de bom senso em alguns companheiros.


 


- Seria ótimo. Enquanto isso, vou conversar com Hagrid e depois irei para o Ministério.


 


- Os alunos correm algum perigo? – a Diretora perguntou.


 


- Acho que ele não se arriscaria a chegar tão perto. No entanto...


 


- O melhor é suspender as aulas externas e passeios próximos ao Lago até que isso seja resolvido.


 


Hermione assentiu e saiu em direção à cabana. Fazer aquele caminho era reviver seu passado. Claro que era ótimo estar formada, trabalhando, mas sentia falta da época em que era estudante de Hogwarts e de tudo que passou com seus dois amigos.


 


Encontrou Hagrid do lado de fora e juntos entraram na cabana. Educadamente, conseguiu rescusar um de seus chás e seus biscoitos. Olhou para fora e lembrou como ela e Harry libertaram Bicuço. Aquela história rendeu semanas de Ronald Weasley emburrado. Sorriu.


 


- Já pensou em voltar para cá como professora?


 


- Sim, já... Mas também gosto de não ficar presa só a esse lugar. Quem sabe daqui uns anos, não?


 


- Seria ótimo! Então, Mione... eu não tive notícias dos habitantes da Floresta. Todos parecem muito assustados.


 


- E os centauros não querem se meter...


 


- Exatamente. Não quer mesmo um pouco de chá?


 


- Acabei de tomar com Minerva. Ela disse que conversaria com Firenze.


 


- Não será de grande ajuda, ele foi praticamente banido por se relacionar conosco.


 


Nisso, o centauro, professor de Adivinhação apareceu na janela.


- Falando de mim, Hagrid?


 


- Precisamos de sua ajuda, Firenze – Hermione disse.


 


- Eu sei. Temos que entrar na Floresta. Agora.


 


- Hermione não pode ir sozinha – Hagrid falou.


 


- Hagrid! Não sou mais uma estudante! Sou uma auror formada!


 


- Não vai antes de chamar Harry e Rony.


 


- Potter, Weasley e o jovem Malfoy já estão sendo chamados pela Diretora – anunciou Firenze – Vamos enquanto está claro.


 


- E não é noite de lua cheia – suspirou Hermione.


 


***


- Então... – antes que pudessem continuar a conversa, a Mansão Black foi invadida pelo patrono de Minerva McGonagoll anunciando que deveriam ir imediatamente para Hogwarts.


 


- Chame o Malfoy, Luna. Peça reforços – pediu Harry.


 


- Eu vou também – falou Charles. Os dois amigos entreolharam-se.


 


- Antes chame os antigos membros da Ordem. Todos que puder encontrar.


 


Charles passou na sua casa para pegar o mapa de localização de Hermione. Não havia nada sinalizado. Passou na Toca e tentou impedir que os pais fossem. Querendo retardar a chegada deles na Floresta proibida, repassou o pedido recebido por Harry: chamar outros membros da Ordem.


 


***


Hermione andava entre Firenze e Hagrid. O meio gigante seguindo atrás, atento a cada movimento. Os raios de sol entravam e atingiam o chão entre as espessas folhagens, mas conforme andavam e se aprofundavam a floresta ficava mais escura. Apesar do treinamento, estar na Floresta Proibida nunca foi algo que ela apreciou.


 


Firenze parou e pediu silêncio. Preparou seu arco e flecha. Há muito tempo Hermione andava com a varinha empunhada.


 


- Muita coragem sua aparecer de novo por aqui, Firenze. Principalmente na companhia de gigantes e humanos.


 


Estavam cercados por flechas. Firenze abaixou seu arco e deu a entender que Hermione deveria fazer o mesmo com sua varinha. Ela pensou um pouco, mas acabou obedecendo.


 


- Não viria aqui se não fosse extremamente necessário.


 


- Nós sabemos ler as estrelas. Aliás, fomos nós que ensinamos a vocês as técnicas que deslealmente você ensina aos humanos burros e cegos.


 


- Então, Agouro, você sabe que precisamos impedir o avanço deles.


 


- São seres tão incompreendidos quanto nós – respondeu o outro centauro ainda com o arco apontado para Firenze.


 


- Nem todos – disse Hermione.


 


- Como ousa dirigir a palavra para nós? – perguntou outro centauro.


 


- Magoriano, essa garota sempre lutou pelo direito de... criaturas como nós – disse Firenze.


 


- Eu defendi os lobisomens. Meu professor foi um e nunca o denunciei.


 


- Ela também lutou pelo direito dos elfos quando ninguém mais os ajudou. Foi ela que foi contra sua escravidão – ouviu um murmurar tão baixo que parecia um farfalhar.


 


- Acho que vocês têm mais direito sobre essas e outras terras que homens, sejam eles bruxos ou trouxas. Só que o lobisomen que estão protegendo quer acabar com tudo isso.


 


- Não estamos protegendo ninguém, nem tomando lados – Agouro falou com a voz grave.


 


- Se você vê um algoz maltratando uma vítima e nada faz, torna-se cúmplice do algoz – Hermione tornou a falar. O farfalhar de voz voltou.


 


- Não há nada sendo feito – afirmou Agouro.


 


- Nós lemos as mesmas estrelas. Assim como seus companheiros. Você sabe que algo está sendo feito e isso tende a piorar – disse Firenze – Todos sabem que algo está acontecendo. Uma guerra entre humanos e criaturas mágicas não é a solução.


 


- Humanos são detestáveis.


 


- Concordo que a maioria são – disse Hermione.


 


- Você não defende o próprio povo? – Magoriano voltou a falar.


 


- Não quando eles cometem um erro. Mas também há humanos como eu, Luna Lovegood ou Harry Potter – E vocês expulsaram Firenze por se aliar a nós, humanos.


 


- Agouro, converse com o bando. Precisamos nos unir e expulsá-lo daqui. Sabe onde ele está escondido? – alguns centauros mexeram-se impacientes.


 


- Voltamos a nos encontrar, Firenze.


 


- Nós não sairemos daqui, Agouro! Reúnam-se e voltem logo com uma resposta!


 


Hermione suspirou. Não estava completamente aliviada, mas pelo menos os centauros concordaram em pensar. Ela sentou-se sobre uma pedra e foi acompanhada por Hagrid.


 


Alguns minutos se passaram. A pouca luz diminuindo aos poucos. Então, Firenze perguntou:


 


- Greyback... Ele já sentiu seu cheiro antes? – Hermione já estava em pé e com a varinha em punho antes de responder.


 


- Sim...


 


- Então, prepare-se para correr.

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