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7. CAPITULO VII


Fic: Por Conveniência


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CAPITULO VII
Muito mais tarde, Hermione deitava-se ao lado dele tão relaxada que mal podia piscar; e observava-o dormir.
As últimas nuvens de chuva haviam se dissipado e a lua estava desimpedida. Mas, embora a luz prateada entrasse pelas altas janelas numa das extremidades do enorme quarto, brilhando contra o topo de uma mesa onde havia meio rolo de pergaminho, apenas uma tênue luz incida sobre a grande cama.
Hermione não precisava de mais. Estava quase imóvel na cama e olhava para Draco, examinando o arco das sobrancelhas dele, o modo como os longos cílios se curvavam.
Meu marido. Pronunciava mentalmente as palavras, saboreava o sentindo não familiar das mesmas, e se surpreendeu com a serenidade que experimentava. Estivera mais certa do que imaginara possível, refletia, em sua convicção de que eles poderiam ficar contentes com a sociedade que estavam construindo. Só que era mais do que isso, poderiam ser felizes.
Hermione encolheu-se perto dele, achando que fizera a melhor escolha de sua vida casando-se com o homem que amava...
De súbito, se convenceu.
Amava aquele homem.
- Que idiota havia sido até então – sussurrou.
Racionalizara, justificara e defendera sua decisão para se casar com ele. Dissera a si mesma que era, qual a lista de qualificações que Draco mencionara referindo-se a ela? Sólida, sensata, prática, quando a verdade era que não desejava mais do que ser esposa de Draco. Porque o amava.
Não admirava Ter ficado tão ansiosa em se casar, com medo de que ele pudesse mudar de idéia. Não admirava, quando Draco lhe propusera um noivado temporário só para a paz de espírito de Jane, ela Ter encontrado um meio de evitar essa solução. Não admirava, em vez de continuar preocupada com a possibilidade de Draco encontrar uma mulher que lhe mostrasse a magia do amor, ela acabar agarrando-a para si.
Mesmo naquele dia, quando tentara fazê-lo prometer que, se encontrasse a mulher ama, lhe contaria, ficara aliviada por não receber resposta.
Hermione honestamente acreditara que, na noite em que Draco a pedira em casamento e ela o rejeitara, não tinha interesse romântico por ele. Teria aquele pedido iniciado a fascinação dentro de si? Bem dentro de si?
Mas não importava agora, supunha. Os resultado era os mesmos. O pedido de casamento focalizara sua atenção nele, fizeram-na notar coisas que não vira antes. Coisas como bondade, generosidade, naturalmente, mas também a força física e o modo como se mova, o esplendor sorriso; e a como era bom ficar junto dele.
Coisas pequenas, talvez, mas que juntadas formavam um pacote avantajado.
O toque final, naturalmente, era o controle de Draco. Hermione não vira isso na ocasião, mas reconhecia agora. Não se passara um dia, desde a noite do pedido, em que ela não se excitara ao pensar em como seria fazer amor com Draco. E o fato de que ele nem mesmo a beijara, de que não usara sua atração física, menos ainda a força, para atingir sua meta, a intrigava. Como era possível, que nem mesmo a tocar, Draco lhe fora infinitamente sedutor?
Esse é um homem perigoso, ela pensou. E há muitas mulheres por ai, não débeis mentais como Penelope, mulheres que não olhariam apenas para a carteira, mas para um homem excitante, que intrigava, e muito sexy.
Poderia alguma dessas mulheres fazer Draco sentir a magia do amor que Hermione lhe prometera que algum dia ele encontraria?
E se houvesse essa mulher...O que aconteceria com a magia que sentia por ele?
A magia muito freqüentemente se transforma em melodrama, Draco dissera. E ele confessara que não procurava pelo amor por causa de seus desconfortáveis efeitos colaterais; por isso propusera aquele tipo conveniente de casamento a Hermione. Mas se, apesar de sua falta de interesse, o amor o dominasse? E se essa mulher especial o descobrisse?
Mas a dificuldade poderiam surgir em outros sentidos. E se sua esposa sólida, sensata, prática, se apaixonasse por ele e o fizesse sofrer todos os desagradáveis efeitos colaterais que ele tentara tanto evitar?
Mas para Hermione não havia, entretanto, o “se”. Era tarde demais para voltar atrás.
Não poderia mudar o que já acontecera. Portanto, teria de ser sólida, sensata e prática o suficiente para não demonstrar suas emoções. Não cair no melodrama. Não ficar observando cada mulher que conhecia e se perguntar se era aquela que Draco amaria. Não demonstrar ciúme mesmo que seus artelhos ficassem verdes de ciúme.
A resposta era óbvia. O problema era que, encontrar uma solução seria muito mais fácil do que fazê-la funcionar.
Hermione percebeu, mesmo antes de abrir os olhos, que dormira mais do que habitualmente, porém ficou horrorizada quando, ao se sentar na cama e olhar para o relógio em seu pulso, constatou que passava das nove horas.
O apartamento estava quieto, mas era claro que estaria silencioso; Draco disse que iria se encontrar com Bob Stewart mais uma vez naquela manhã, consequentemente, já devia Ter saído havia uma hora no mínimo.
Em circunstâncias diferentes, ela teria gostado da oportunidade de andar pelo apartamento, procurando se familiarizar com seu novo lar. Mas estava tão atrasada que o tour pelo local teria que esperar.
De qualquer maneira, refletia, não havia muito a conhecer nessa ala onde se encontrava. O andar superior era ocupado pela suíte principal, o enorme dormitório, o luxuoso banheiro, e dois quartos de vestir. As janelas dava para o lado mais elegante de Londres, e havia duas entradas para essa parte do apartamento: a discreta escada num canto comunicada com o hall próximo aos quartos de hóspedes, e a porta por onde eles dois entraram na véspera ficava perto da biblioteca.
Hermione imaginava que Draco arranjara esses cômodos para sua máxima comodidade. Estando na biblioteca, por que haveria Ter de descer e percorrer o apartamento todo quando quisesse, por exemplo, ler na cama, tendo em vista que cortar o caminho por uma porta era tão mais fácil?
Eficiente, ela pensou. Prático. Sólido.
Ao se lembrar de sua resolução precipitada da noite da véspera, Hermione sentiu a garganta seca. Como poderia olhar para ele esta manhã, e não permitir que o amor que sentira aparecesse nos olhos, no sorriso, no modo com o tocava?
Ajudaria um pouco, ela esperava, vê-lo pela primeira vez no escritório em vez de em casa. Contudo...
Na banheiro de mármore verde, Hermione lançou um olhar para a banheira; mas preferiu um banho de chuveiro. Sentou-se depois na penteadeira para secar os cabelos com um aceno de varinha. E não pode evitar pensar por que motivo aquele recanto tão feminino fora inserido num banheiro masculino.
Isso é exatamente o que eu não devo fazer, pensava. Naturalmente houve mulheres na vida de Draco. Vira algumas por sinal. Mas especular sobre o assunto não a levaria a parte alguma. Em lugar disso, devia se concentrar no fato de que ela seria a definitiva, a que passaria o resto da vida junto dele...
Ao lado do espelho estava um envelope verde com um grande M estampado e seu nome logo abaixo. Dentro havia a chave e um recado. Ansiosa, Hermione abriu a folha de papel.
“Vou ao escritório, Draco escrevera com sua caligrafia firme. Fique em casa o tempo que desejar, e dê lembranças minhas a sua mãe. E a assinatura dele. Foi tudo.
O coração de Hermione ficou tão achatada como o pedaço de pergaminho. Para Jane, ele mandara lembranças, para ela, nada.
O que ele realmente lhe oferecera na noite do pedido. Hermione lembrou-se logo, fora um novo modo de convivência, não um casamento. Uma parceira de trabalho com contrato a longo prazo, o que na realidade ela era. Apesar da paixão estonteante da noite anterior.
Enfim, experimentava o que era a paixão; e ficou atônita. Acreditara que haviam dividido a emoção igualmente. Mas o que sentira Draco?

Sarah cumprimentou Hermione com indisfarçável alivio.
- Graças a Merlin você chegou.
- Passei pelo hospital – explicou Hermione – A fim de apanhar minha mãe. Porém ela já tinha ido para casa. Algo errado por aqui?
- O sr. Malfoy já está uma fera outra vez.
Estranho, Hermione pensou. O recado que ele lhe escrevera poderia não Ter sido um soneto de amor, mas fora côrtes, exatamente o que esperaria de Draco. Nada de fera, portanto.
- O nosso lance dado para o ministro está criando problemas.
- Que tipo de problemas?
- Ele acabou de saber que o Ministério da Magia dos Estados Unidos nos derrubou com o lance.
- Impossível. Por que eles haveria de querer o ingrediente, se não sabem como utilizá-lo?
- Bem, sinta-se a vontade e diga a Malfoy que ele deve Ter entendido mal ok? Espero que não se importe de eu não ir junto.
- Desculpe Sarah, mas não acredito no que você me disse. Como os Estados Unidos sabia do nosso lance?
Na semana passada Draco estivera muito preocupado sobre o vazamento de uma informação secreta. Naquele caso os detalhes transpirados haviam sido errados e o prejuízo mínimo. Este caso agora era completamente diverso.
- E para piorar as coisas – disse Sarah – A secretária do ministro mandou um recado.
- Por favor, diga-me que ele não virá nesta semana.
- Quinta- feira. Já me informei sobre o campeonato, mas a final será esta noite. Não sei como entrete-lo, só sei que você tem quarenta e oito horas para resolver. Oh, e a secretária disse que ele vai trazer a filha.
- E o que significa isso? Terei que arranjar uma babá?
- Claro que não. Ela tem vinte e cinco anos.
- Boa notícia. O pior é que Beaves está de férias. Mas darei um jeito.
- Bem, enquanto você pensa, pode ficar aqui um minuto. Preciso levar estas cartas para o correio de corujas.
- O que houve com a coruja daqui?
- Ela foi fazer uma entrega e não voltou, faz uma semana, estou preocupada.
Hermione ia ficar na sala de Sarah, mas resolveu fica na sua, deixaria a porta aberta, da onde estava tinha uma boa visão. Sentada em sua mesa, ela ouviu ruídos. A pessoa que chegara era Penelope, e o ruído que Hermione presenciara era de papéis sendo mexidos por Penelope.
- Posso ajudá-la a encontrar o que procura? – Hermione disse, irritada.
- Vim aqui falar com Draco – Penelope respondeu, nem um pouco embaraçada.
- Duvido que o encontre embaixo da mesa de Sarah.
- Mas talvez ela tenha uma lixa – Penelope disse mostrando as mãos de unhas perfeitas – Antes que me esqueça Hermione, acho que lhe devo cumprimentos. Então, ouviu meu conselho e deu uma boa olhada na carteira dele, hein? Achou Draco assim tão excitante? – Penelope sorriu – Ou você se satisfaz com pouco? Sorte sua, querida. Quem não espera muito nunca desaponta.
Hermione achou que isso nem merecia resposta. Então Penelope foi embora. Hermione ia entrando em sua sala novamente quando a porta do escritório de Draco se abriu abruptamente...
Ela assustou-se quando o viu. Quantas vezes o vira trabalhando assim sem paletó, com as mangas da camisa arregaçadas, a expressão preocupada...
Mas aqueles eram outros tempos. Estava vendo seu colega. Não seu marido. Não seu amante. Não o homem que ela amava.
Vendo-o, sentiu mais uma vez a segurança e o conforto que experimentara na última noite quando ele a abraçara. Reviveu por segundos o êxtase de fazer amor com Draco. De súbito, enxergou a preocupação no rosto dele e voltou à realidade num salto, lembrando-se de que o trabalho sempre viria em primeiro lugar pra Draco. Casara-se com ela em função dos negócios.
- Hermione – ele disse – Entre aqui, por favor. Sarah lhe contou sobre os problemas do lance?
- Contou. Mal posso acreditar, mas...Não há dúvidas sobre a veracidade dos fatos?
- Quer saber se não há dúvida de que perdemos o lance? Sim. Não há dúvida. Mas lutarei até o fim. Irei para Chicago para conversar com o pessoal.
- Eu também vou.
- Não, preciso de você aqui. O ministro vai chegar, e você precisa cuidar de todos os detalhes.
Era muito claro para Hermione que as informações haviam vazado.
- O que deseja que façamos enquanto você estiver ausente, Malfoy?
- Pensei que você já tivesse se esquecido dessa mania do Malfoy.
- Desculpa – ela disse – Escapou.
Draco sorriu, o primeiro sinal de relaxamento que dera desde que Hermione o vira no escritório.
- Como estava sua mãe?
- Bastante bem. Soube que meu pai a levou para casa esta manhã.
- Imagino o que a nova esposa estará pensando disso.
- Eu também me pergunto. Mas descobri que meu pai usava sua antiga aliança. Conheci pelo formato e percebi que não era nova. Mamãe deu-me a dela. Será que vai me pedir de volta? E isso tudo me fez pensar numa coisa. Nunca lhe perguntei se você gostaria de usar uma aliança.
- Você tinha coisas mais importantes em mente, Hermione. E usar ou não usar aliança não é importante num casamento.
Claro que não, Hermione pensou com um traço de cepticismo. O importante mesmo era Ter uma esposa para ser anfitriã das festas. E para isso não é necessário uma aliança.
- Preciso ir – disse ele que começou a desenrolar as mangas da camisa.
- Você estará de volta por ocasião da visita do ministro?
- Espero que sim – vestiu o paletó, com as mãos nos quadris, parou para examinar Hermione da cabeça aos pés – O que você fará se eu não lhe der um beijo de despedida?
- Quer mesmo descobrir?
- Não! – Draco sorriu. Bem à vontade, segurou-a muito perto de si e beijou-a calmamente. E, já saindo disse: - Sinto muito, mas não dormirei em casa está noite – e se foi.
Hermione não teve vontade de encarar Sarah. Sentou-se à mesa de Draco examinando uns documentos absorta, quando ouviu vozes no escritório ao lado. Draco deixara a porta semi-aberta.
- Não posso lhe mostrar coisas desse tipo – Sarah disse – Vá pelos canais competentes.
Uma voz de homem, bem controlada, respondeu:
- Dirão que porteiro não tem necessidade saber o que irei pedir.
Porteiro, pensou Hermione. Não admirava a voz lhe Ter soado familiar. David voltara. Agora ela ficou contente por estar no escritório de Draco em vez de no dela. David não a procuraria lá.
- E eles tem razão – Sarah parecia preocupada – E por que está tão interessado?
- Quer parar de se fingir de sonsa? Sabe o que está acontecendo, tanto quanto eu. Olhe, Sarah, não tenho tempo para brincadeiras.
Hermione arregalou os olhos, David continuou:
- Não tenho tempo a perder. Quero os ingredientes que vão fazer a nova poção secreta. E quero-os já
- Para vendê-los a Daniel MacDonald, não é? – a voz de Sarah era mordaz.
- Ou para quem pagar melhor. E você vai conseguir isso para mim, ou contarei para os Malfoy’s o que está acontecendo com as negociações.
Hermione fechou os olhos, sofrendo muito. O choque foi que ela não se surpreendia ao saber que David era o traidor, a fonte por onde vazaram as informações. Tinha já algumas dúvidas sobre David. O que a reduzia em frangalhos era o fato de essa fonte Ter sido Sarah. Não Penelope, Sarah!
- Olhe, não há nada que eu possa fazer para obter esses ingredientes.
- Já teve suas mãos neles.
- E passei-os adiante.
- Bem, mas trate de encontrar um meio de conseguir o que estou lhe pedindo.
- Vou conseguir – a voz de Sarah parecia vir de grande distância – Mas levará um pouco de tempo.
- Eu lhe darei quarenta e oito horas, apenas isso. Sabe onde me encontrar quando estiver com tudo nas mãos.
Hermione percebeu que ele se retirou. O silêncio foi absoluto e ela pensou que nunca mais levantaria daquela cadeira. Mas, enfim, foi à sala de Sarah.
Ela estava sentada à escrivaninha com os cotovelos apoiados na mesa, as mãos cobrindo o rosto. Quando Hermione entrou, Sarah ergueu o rosto.
- Acho – disse Hermione – Que é melhor você vir a minha sala, Sarah. Temos de conversar.

N/A: Nossa, agora eu estou atualizando mais rápido né?! Finalmente a Mione se dá conta que ama o Draco né, agora só falta ele! hahaha
Mas enfim...a fic já está acabando, não falta muito agora, talvez vá até o cápitulo X.
Muito obrigada pelos comentário, bjuss pra vc's meninas!! Amanhã vai ter o cápitulo VIII...Aguardem!
Depois dessa fic, irei começar outra também D/Hr, é pós- Hogwarts, é meio UA tbm e principalmente é romance!
Ps: Alguém sabe como eu faço pra colocar capa, e pra deixar o texto em itálico e negrito? Por favor!!
Bjussss!

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