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5. CAPITULO V


Fic: Por Conveniência


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CAPITULO V
Lentamente, Draco colocou o copo de vinho na mesa. Parecia ter dificuldade até em se mover. Reagia como se não tivesse muita certeza do que ouvira.
Ou, talvez, que ouvira muito bem, mas que a noticia não o agradara...
Pela primeira vez, Hermione se perguntava por que ele lhe oferecera a alternativa de um pretenso noivado em vez de um verdadeiro casamento, temia que ela aceitasse o casamento:
E por que, Draco refletia, Hermione preferira inventar razões para o casamento em lugar de aceitar as suas? Não houvera nada de hesitante no modo como ela anunciara sua decisão. Naturalmente, o fato de que contara tudo à mãe antes de mencionar o assunto ao futuro marido tinha um quê de suspeito. Mas ai tinha de ser considerada a circunstância toda especial, a da doença de Jane.
Era bem importante se considerar o pequeno detalhe de que apenas dois dias atrás Hermione rejeitara seu pedido de casamento, e bastante categoricamente.
Estaria Hermione agora pensando que ele procurava outra candidata para a posição de esposa:
Talvez adivinhando o pensando de Draco, ela disse:
- Claro, se você tiver mudado de idéia...Não o culpo. Nos dois últimos dias não fui esse modelo de esposa a quem propôs casamento. Lembra-se, a pessoa sólida, sensível, pratica que pensou que eu fosse.
- Não mudei de idéia – disse Draco – Somente quero ter certeza de que sabe o que está fazendo. E por que. E deixe-me tornar bem claro mais uma vez que se casar comigo não é condição para que eu ajude nas despesas médicas de sua mãe.
- Porque não é um chantagista, eu sei. Discutimos isso antes.
- Não discutimos precisamente essa variação. Mas sei que não lhe passaria jamais pela cabeça a idéia de que, se estou financiando o tratamento de sua mãe, o melhor meio de se pagar seria vender-se a mim.
A tensão começou a aumentar em Hermione e ela preocupou-se com o desenrolar dos fatos.
- Considerando-se a quanto chegará a quantia da despesa do hospital – ela sacudiu os ombros – Francamente, Draco, duvido que eu valha tanto.
Hermione encarou-o e não se surpreendeu ao ver uma faísca de sorriso nos olhos dele. O que a assombrava mais do que tudo em Draco era como seu rosto se suavizava com o sorriso. Nunca o vira antes tão relaxado e observou-o por alguns minutos, estupidificada.
Draco estendeu ambas as mãos ao longo a mesa, e disse:
- Sócios?
Ela hesitou uma fração de segundo antes de unir suas mãos as dele, palma contra palma. Os dedos de Draco estavam quentes, firmes, tranqüilizadores.
- Sócios – ela sussurrou.
- Bom. Então agora tenho de lhe contar o resto.
Hermione assustou-se.
- O que quer dizer com isso?
- Nada de mais, realmente, apenas que sua mãe marcou o casamento para três dias após da cirurgia.
Três dias?
- Suspeito agora que Jane já tenha encomendado a banda para o baile – Draco acrescentou.
- Mas ela não pode...
- Foi uma boa coisa você seguir adiante com seu projeto, eu diria. O que há Hermione? Pensei que quisesse afastar a mente de sua mãe de sua condição de saúde. E, pelo visto, conseguiu.

A sala de espera da sala de cirurgia tinha aspecto horrível, e cadeiras poucos confortáveis. As horas corriam devagar. Os médicos haviam dito a Hermione que a operação seria demorada. Ela virava paginas de uma revista, na verdade sem ver nada. Pensava em sua mãe apertando sua mão enquanto era conduzida para a sala e operação, murmurando:
- Estou tão contente, Mione. Sobre Draco, eu quero dizer.
Draco entrou na sala. Hermione percebeu antes de vê-lo, pelo modo como as pessoas presentes olharam para a porta. Não se surpreendia pela reação. Draco era conhecido por chamar atenção onde quer que estivesse. Mas Hermione não esperava vê-lo no hospital naquela manhã. E nem lhe pedira que fosse. Ficaria sentado na horrível sala, quando tinha tanta coisa no ministério. Mas ficou radiante ao vê-lo.
Ele vestia-se com simplicidade e trazia na mão um cesto de vime. E sentou-se ao seu lado.
- Você está bem Hermione?
- Melhor agora – a sala lhe pareceu mais clara, com mais sol – Mamãe perguntou sobre você esta manhã. Conquistou-a fácil.
- Tive sorte em conhecê-la em um momento vulnerável.
- Certo – respondeu seca – Mesmo assim, eu gostaria de saber como conseguiu isso. Harry por exemplo, demorou para conquistá-la.
- Oh, foi uma conversa incrível – disse Draco – Fiquei muito impressionado com as habilidades dela, agora sei de quem você puxou o talento. Vamos tomar café?
- Não obrigada. Não, estou com fome. Tentei comer aqui, mas essa comida é intragável.
- Imaginei que comida de hospital fosse ruim. Por isso pedi a Beaves que fizesse alguma coisa que você gostasse.
Draco abriu a cesta e um aroma delicioso invadiu o ambiente e o estomago de Hermione a denunciou.
- Pensando bem, não vou ofender o Beaves. Quero comer tudo isso.
- Muito bem, é essa atitude que eu quero. Não ofender Beaves – Draco riu – Porém teremos que achar uma sala, senão teremos que dividir com o hospital inteiro.
Eles procuraram e no final do corredor havia uma pequena sala vazia, Draco que sempre andava com sua varinha conjurou algumas cadeiras e mesas onde ele colocou a cesta.
Hermione enfiou o garfo num quadrado muito cheiroso.
- Uma torta sem crosta?
- Acredito que, se você deixar, ele vai batizar esse prato de “torta à la Hermione”. Antes que me esqueça, Beaves me pediu que lhe dissesse que está muito contente com nosso casamento.
Hermione sentiu uma forte tensão, ela não parara para pensar no que diriam as pessoas ao descobrir que ela iria se casar com Draco Malfoy e não sabia como iria agir, só sabia que não estava preparada para encarar a reação de todos, mas se Draco já tinha contado ao mordomo...
Se bem que ela se lembrou que contou do seu noivado com Draco à sua mãe antes mesmo de ele saber.
Ela não havia se dado conta de como estava com fome até esvaziar seu prato.
- Tudo estava uma delicia – exclamou enquanto guardava o resto – Agora sei que posso enfrentar qualquer coisa. Obrigada Draco.
- Isso é uma despedida?
- Bem, apenas pensei...Sei como o departamento de mistério deve estar uma loucura, só com uma pessoa.
- Ficarei o máximo que puder. Mas você tem razão, está uma loucura mesmo. E não se sinta culpada, só isso mesmo para perceber como seu trabalho é importante.
- Mas eu devia...
- Você devia ficar aqui com sua mãe. Eu diria que tudo deu certo.

A cirurgia levou horas e o cirurgião parecia cansado quando saiu da sala para dar o relatório a Hermione. Ela agarrava a mão de Draco, enterrando os dedos para relaxar.
- Tudo foi muito bem – disse o médico – Acho que posso garantir a longo prazo, conseguiremos a cura completa. Agora vá para casa e descanse, pois ela precisará de você mais amanhã quando começar a se sentir melhor – ele de umas pancadinhas no ombro de Hermione. E saiu.
Draco ficou com Hermione até que ela se sentisse melhor, e deixou-a com um beijo rápido quase fraternal no rosto. Hermione ficou contente com isso, pois não teria condições de enfrentar um beijo publico, nos corredores de um hospital. Foi ao quarto da mãe. Sem tem muita certeza, contudo, se era a condição pública do beijo o que fazia suas entranhas tremerem.

Quando Hermione apareceu no Ministério, usando a mesma roupa que usara no hospital aquela manhã, Sarah fitou-a atônita e disse:
- O sr. Malfoy, contou-me que você ficaria em casa o resto da semana.
- Deixando você a mercê de um filho de comensal da morte? Eu não poderia ser tão cruel.
- Mas sabe de uma coisa? Pensei que sem você ele seria pior do que nunca, mas não rosnou nem uma vez, nem mesmo quando não pude encontrar em seu escritório um arquivo que ele queria. Tudo o que disse foi “obrigado por tentar”. Qual foi a magia que você usou nele?
Muito bem, a pergunta de Sarah significava que Draco não lhe contara nada sobre o noivado. Com tanta coisa em que pensar, Hermione não queria sofrer as conseqüências, boas ou más, de um anúncio público. Imagina o que diria Harry, Rony ou Gina ao saber que irá se casar com Draco. Não queria nem pensar.
Confiar a noticia a Beaves era diferente. Claro, o mordomo teria de fazer algumas alterações no apartamento antes de uma esposa ser instalada lá. Só porque ela não encontrara no quaro de hospedes vestígio de ter sido ocupado por mulheres, isso não significava que o mesmo acontecia com o resto do apartamento.
- Enfim – Sarah continuava falando – O fato de ele ter se comportado como um cavalheiro até agora, não quer dizer que a coisa não vá mudar.
- Esqueci-me de lhe falar Sarah, que o arquivo que ele procurava estava enfeitiçado e só eu podia ver. Me desculpe.
- Não tem problema – disse Sarah – Mas uma coisa, David esteve aqui mais cedo a procura de uma lista que ele trouxera hoje de manhã e também não pude achá-los.
Hermione puxou uma pasta no meio de uma pilha e disse:
- Talvez eu deva desenhar um mapa.
Sarah retirou-se. Hermione estava acabando o trabalho que deixara pela metade, quando Draco bateu na porta.
- O que está fazendo aqui Hermione? O médico mandou que descansasse.
- Isso é um descanso perto do que eu passei.
- Como está sua mãe?
- É disso que eu estou escapando. Ela voltou da anestesia falando sobre vestidos de noiva, e ponche de champanhe.
- Você disse que queria ocupar a mente dela com algo positivo. Eu diria que fez o que decidira fazer.
- Bem, mas não queria que pensasse em uma única coisa. Está planejando um casamento para segunda feira e ficará desapontada ao sabe que não será possível por causa da licença.
Draco sorriu e Hermione ficou desconfiada.
- Você não conseguiu a licença, conseguiu? – ela pode ver a resposta no olhar de Draco – Conseguiu? Por que? E quando teve tempo para isso?
- Esta manhã, depois que sai do hospital. E quanto ao “por que”, decerto não queria brigar com minha sogra antes do relacionamento oficial.
Hermione suspirou. A vida era bem menos complicada quando eu apenas trabalhava com ele, pensou. Ou ao menos quando meu titulo principal era colega, não próxima esposa.
- Olhe – ele disse – Não há razão para adiarmos, e para adiar uma infinidade de coisas boas. Ademais, nosso calendário está cheio durante várias semanas depois do casamento.
- E você gostaria de ter uma anfitriã oficial a bordo.
- E tornaria as coisas mais fáceis para você, também estar morando no lugar da festa. Isso lhe daria mais tempo com sua mãe, em vez de ir de lá pra cá. E a doença dela será ma ótima desculpa para termos uma cerimônia pequena, intima. Se adiarmos mais...
- Haverá centenas de pessoas esperando ser convidadas.
- Que acha disso, Hermione?
- Mal posso esperar pela segunda-feira – ela disse com ironia na voz.
- É o que eu esperava que você dissesse. Então...- ele pos no centro da escrivaninha um estojo de veludo.
O que poderia ser? Um enorme anel de brilhante para chamar a atenção de todos?
Hermione olhou para o estojo e recordou-se que, no ano inteiro em que trabalhava junto com Draco, nunca o vira comprar uma jóia feminina.
- Se você está considerando presunçoso por não lhe ter dado chance de escolher seu anel de noivado, concordo.
- Nesse caso, por que...
- Porque acho que sua mãe esperará que você volte ao hospital usando um. E, se não gostar deste, poderá trocá-lo assim que as coisas se normalizarem. Mas não quer ao menos ver?
Ela abriu o estojo.
A pedra do centro era uma safira muito azul, linda, mas não tão grande para ser considerada pretensiosa. O aro era de outro branco, perfeito pra a mão dela, era delicado, e a safira circundada de pequenos brilhantes.
- É lindo Draco – Hermione tirou o anel do estojo e girou-o em suas mãos, observando a pedra refletir a luz. Algumas vezes o azul parecia quase roxo, outras vezes tinha qualquer coisa de verde – Diamantes são tão frios! Safira é uma pedra espetacular. Só que...
- Do que você não gosta Hermione?
Ela sacudiu a cabeça.
- Não foi isso que eu quis dizer. O anel é perfeito. Mas você se importaria se eu não o usar já? Executando-se na frente de mamãe, claro.
- Quer esperar pelo casamento. É isso?
- Claro. Sei que estou só adiando as coisas, mas por agora...
Draco pegou o anel e colocou-o no dedo dela. Depois ficou olhando a jóia por longo tempo.
Hermione se perguntava em que pensava ele enquanto observava o anel, simbolo físico do acordo que haviam feito. Estaria Draco esperançoso? Confiante? Cauteloso? Apreensivo?
- Fica lindo em seu dedo – ele falou – Achei que ficaria, mais me alegro por você ter aprovado meu gosto – tirou o anel do dedo dela, colocou-o no estojo e o pôs na palma da mão dela. – Use-o ou não use, de acordo com sua vontade.
Hermione desapontou-se um pouco. Para Draco, obviamente, o anel não tinha mais sentido sentimental do que uma pena que ele usaria pra assinar alguma coisa. Para ele, não era simbolo de nada, apenas um anel.
Hermione guardou o estojo numa gaveta e, quando ergueu a cabeça, deparou com outro estojo de veludo em cima da escrivaninha, esse um pouco maior.
- Oh, mais um?! – exclamou ela.
- Esse é diferente – respondeu Draco – Você mencionou que sua mãe não acreditaria no bônus, achei que seria interessante mostrar-lhe algo concreto.
- Um bônus? Por que? – Hermione abriu o estojo. Dentro havia sobre o cetim branco, um par de brincos de safira – Agora que me dizer, Draco, como poderia eu ter ganho tanto dinheiro para comprar estes...
- Bob Stewart assinou o contrato do ultimo ingrediente esta tarde.
Por instantes, Hermione não registrou a noticia.
- Não vejo o que...- ela ia dizendo – Ele assinou? Que maravilha! Descobriu o motivo da hesitação de dias atrás?
- Mas ou menos – disse Draco – Só sei que o resultado final foi obra sua.
- Não tenho nada a ver com isso – ela protestou.
- Ao contrário. Você me disse que a sra. Stewart não tinha gostado nada de Penélope, e quando lhe perguntei se isso era verdade...
- Não pode estar falando sério. Stewart pôs em suas mãos o futuro de uma poção importante depois do afastamento de Penélope, só porque Francês Stewart não gostara dela?
- Francês leu Penélope, e convencera-se de que meu julgamento era falho. Influenciado pela mulher, Bob começara a se perguntar se realmente queria fazer negócio comigo, quando o departamento de mistérios da França, estava fazendo um projeto igual ao nosso.
- Tudo isso porque a esposa não aprovava seu gosto em relação a mulheres?
- Coisas estranhas acontecem no mundo dos negócios.
- Então, você contou que Penélope era coisa do passado, e ele assinou? Eu me pergunto o que Francês dirá quando ouvir que vamos nos casar.
- Ela já disse que quer um convite – Draco murmurou – Eu garanti a você que seria uma boa sociedade a nossa. Não garanti?

Quando Hermione entrou no quarto da mãe na segunda-feira à noite, ficou surpreendida ao constatar como a mãe estava bem. Ainda pálida, cansada, com mais algumas linhas no rosto, mas para uma mulher que dias antes estivera à beira da morte, Jane tinha um aspecto maravilhoso.
- Se eu não a conhecesse bem mamãe, eu diria que é uma hospede e não uma paciente.
- Se você continuar a dizer essas coisas filha, irão me mandar para casa amanhã mesmo, e quero descansar mais um pouco. – ela examinou a filha – Agora me diga, por que você está usando essa capa velha?
- Porque está chovendo e eu não sei onde pus a minha.
Ela tirou então a capa para que mãe visse seu lindo vestido.
- Muito melhor – ela suspirou – Adorei o vestido, querida, mas sempre sonhei que você fosse usar um vestido branco, com véu e grinalda.
Uma enfermeira entrou no quarto e recomendou a Hermione:
- Sua mãe tem aspecto melhor do que realmente está. Não a deixe se cansar muito durante a cerimônia do casamento. Que acha de irem ao solário?
As três mulheres percorreram o imenso corredor, Jane de cadeira de rodas para dirigir-se ao local. Era um pequeno terraço onde os paciente podiam descansar e tomar um pouco de sol. Naquele dia, fim de tarde e chovendo torrencialmente, não teria atmosfera festiva. Mas isso não importava, mas como não importavam o cetim branco e a renda, as flores e as velas acesas.
Enfim, estariam presentes apenas Hermione e Draco, o juiz já que se casariam ao modo trouxa, um anel, Jane e uma enfermeira para servir de testemunha. Seria tudo. Hermione não teria se importado com coisa alguma mais do que o necessário para a conclusão de um negócio comum. Usaria as mesmas roupas que usava para trabalhar se não soubesse que a mãe ficaria desapontada. De fato, casar-se na cabeceira da cama da mãe seria perfeito para ela, mas Jane insistira no solário. Não era muito, dissera, mas o melhor possível ante a situação.
A caminho do solário, Hermione andou mais devagar ao ver Draco esperando-a no hall. Pos a mão no pescoço e acariciou a medalha que sempre a acompanhava, na corrente.
- Ainda com duvidas, Hermione? – ele lhe perguntou.
- Demonstro isso tão claramente assim?
- Está mexendo na corrente de novo?
- Oh, acho que adquiri o hábito de esfregar a medalha entre os meus dedos. Estou tensa, Draco, você me promete uma coisa?
- Depende inteiramente do que vai me pedir – ele falava com voz grave.
- Sei que você pensa agora que não vai nunca se apaixonar por mais ninguém, mas se isso acontecer um dia...
- Este nosso contrato é solene e inquebrável, Hermione...
- Porém quero que me prometa que, se isso acontecer, vai me contar – como ele demorasse em responder, Hermione insistiu – Por que hesita em prometer? Tem tanta certeza assim que isso não poderá acontecer?
Draco sorriu preguiçosamente.
- Lembre-me Hermione, de fazer objeção a você se decidir ser uma auror. Já é bastante perigosa como é.
Antes de Hermione chamar a atenção de Draco de que ele não respondera sua pergunta, Sarah apareceu carregando uma enorme caixa.
- É aqui que estão – ela disse – Peguei esta caixa das mãos de Tonio e corri, achando que não chegaria a tempo. Está chovendo muito.
Draco abriu a caixa e tirou de dentro um buquê. As flores estavam amarradas com fitas brancas.
Sarah arregalou os olhos.
- Um buquê de noiva? – exclamou.
- É lindo, Draco! – disse Hermione examinando as flores.
- Não posso transformar o solário numa catedral sem levantar suspeitas, mas não vejo razão para você não ter flores em seu casamento.
- Estão se casando? – a voz de Sarah foi um sussurro.- Claro percebi que vocês dois estavam interessados, um no outro. Mas achei que trazia flores para a mãe de Hermione, porque Tonio não tinha entregador. Contudo, não entendi a razão de as flores terem que chegar aqui às cinco horas em ponto.
- Agora sabe – disse Draco – Venha Sarah. Você poderá ser uma testemunha. – ele abriu a porta do solário.
O local estava repleto de flores, de gente, e de bolas de gás amarradas com fitas de cetim. Hermione viu logo Beaves, a sra. Stewart, Harry, toda a família Weasley. Todas as enfermeiras e o cirurgião também. Numa mesa do canto havia ponche e um enorme bolo de camadas.
Hermione sentia-se quase tonta. Não posso transformar o solário numa catedral, ele dissera. Mas obviamente Draco fizeram o possível para providenciar o essencial.
Um homem que ela não vira antes no grupo aproximou-se e disse suavemente:
- Oi Hermione.
Ela fitou-o por alguns instantes.
Oh, sim, disse a si mesma. Seu futuro marido providenciara até aquilo.
Furiosa, virou-se para Draco e vociferou, cheia de raiva:
- Suponho que você não gostará de ter de me explicar por que exatamente meu pai soube que eu ia me casar, e o que fez pensar que eu queria ele viesse.



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